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Cartão de crédito criado sem consentimento
Exmos. Senhores, No dia, 12/12/2025, fui abordado por um colaborador da UNIBANCO, e com o intuito de ajudar a ganhar uma comissão e como seria apenas preencher um formulário de requerimento de informação acerca do cartão de crédito UNIBANCO, que podia depois cancelar qualquer contacto com a instituição, assim o fiz. Percebi que pretendiam todos os meus dados, solicitaram o IBAN, o cartão de cidadão e outras informações pessoais. Percebi posteriormente, através de um e-mail enviado pelo Unibanco, que usaram a minha assinatura do cartão de cidadão para assinar digitalmente a documentação/contrato sem o meu consentimento. Não me foram apresentados quaisquer documentos ou quaisquer cópias dos documentos assinados, uma vez que, não assinei nada e nem me foram apresentados documentos de normas e regulamentações do cartão/conta nesse momento, de forma a os poder consultar para verificar as condições e tomar uma decisão final referente ao cartão/conta da UNIBANCO. Violaram a ficha de informação normalizada como demonstra na página 14 do contrato, assinalaram que me foi previamente entregue a ficha de informação normalizada, o qual é mentira. Além disso, foi ainda fotografado o meu cartão de cidadão sem me solicitarem qualquer tipo de consentimento e segundo o artigo 5°, nº2, que regula o cartão de cidadão, é interdita a reprodução do cartão de cidadão por qualquer meio sem o consentimento do titular, o que torna este ato ilegal. Solicito que dentro dos 14 dias estipulados na Carta de Aceitação/Banco de Portugal, que cancelem o contrato e que não seja dada continuidade a este processo, pois não dei qualquer consentimento para tal e tenho livre direito de o revogar num prazo de 14 dias após receção do contrato (14/12/2025). Não autorizo que seja realizada qualquer tipo de crédito/débito direto da minha conta bancária para a UNIBANCO ou da UNIBANCO para a minha conta bancária. O representante aldrabou informações pessoais como situação laboral e outras informações que este considerou irrelevantes para o processo, além de que a informação fornecida por este não foi clara omitindo informações essenciais para proveito próprio. Existe também um adiantamento de numerário a crédito de 250€, o qual não dei qualquer tipo de consentimento, nem a informação me foi dada pelo representante que isso fosse acontecer, uma vez que este mencionou que, nada aconteceria sem que a minha autorização fosse dada posteriormente ao recebimento da restante informação que ficou de me ser entregue, e sem nunca ter mencionado que estaria a criar um cartão de crédito naquele momento e que o meu cartão de cidadão estaria a ser usado para assinar documentos, documentos estes que não me foram apresentados nem devidamente esclarecidos. Solicito o encerramento definitivo da minha conta e a cessação de qualquer tipo de vínculo com a UNIBANCO. Ao abrigo do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), assistem-me os direitos de eliminação dos meus dados pessoais (art.º 17.º) e de oposição ao seu tratamento (art.º 21.º). O não cumprimento destes pedidos constitui uma violação das obrigações legais em matéria de proteção de dados. Desta forma, peço o cancelamento total e imediato de qualquer conta ou relação contratual existente em meu nome com a UNIBANCO, bem como a eliminação integral dos meus dados pessoais de todas as bases de dados e sistemas da vossa instituição. Solicito igualmente que me seja enviada confirmação escrita por e-mail/carta, de que o referido cancelamento da conta/contrato/débito/crédito e a eliminação de dados foram devidamente efetuados, em conformidade com a legislação aplicável. Com os melhores cumprimentos.
Cashback de 3% (2,38€)
No dia 02/12 paguei 100% do Saldo Utilizado do Cetelem Black Plus. Depois houve o reembolso de 15,95€ de compras canceladas. No dia 04/12 solicitei o reembolso desses 15,95€ e de 2,38€ (cashback de 3%). No dia 05/12 a Cetelem informou-me que iria proceder ao reembolso de 15,95€, mas que "Não é possível fazer reembolso do cash back." Respondi, a 05/12, ao Serviço de Cliente e ao Provedor do Cliente que "O cashback de 3 % está registado no contrato, logo é um direito meu receber o valor que ganhei ao fazer compras com o cartão Cetelem Black Plus." Não me responderam até agora. Será que congelaram e confiscaram os 2,38€ do cashback? Muito obrigado Com os melhores cumprimentos Nuno _____________________________________________________________
Propaganda enganosa do plano metal
Fiz a contratação do plano metal do banco Nickel, num qual uma das promessas depósito isento de taxas, nas três agência da nickel indicadas pelo aplicativo do banco, não conseguir fazer depósito, em carcavelos na MJ Consultoria Documental pelo aplicativo do banco informa que o horário de funcionamento até às 18 horas, estive no local as 17:00 e estava fechado, na papelaria da parede que fica no terminal de comboio da parede, atendente informou que apenas o proprietário executa as funções do banco, e que é raro ele está no local, na marina de cascais News on shore a proprietária me informou tem banco Nickel porém não é aceito depósito, apenas exército a função de distribuição de cartões, em uma ligação com um atendente eu questionei aonde no Brasil eu poderia fazer levantamento, não soube me informar e pôr fim me falou que não existia nenhum ponto no Brasil, sendo que no plano metal foi oferecido levantamento sem custo em qualquer parte do mundo
Cartão de Debito
Bom dia , ja algum tempo a esta parte que venho a ser contactado por esta empresa : SERVDBT, no sentido para pagar um cartão de credito passado pelo estinto BANCO ISPIRITO SANTO & COMERCIAL DE LISBOA, acontece que eu abri uma conta normal em 1998 no dito banco para o pagamento de um automovel, foi-me facultado um cartão de debito o qual praticamente nunca o usei pois a conta era para um automovel atravez de transferencia bancaria e o qual foi pago, e nunca em momento algum eu pedi ou requesitei um cartão de credito, ja me desloquei ao actual Banco hoje NOVO BANCO, aonde fui imformado que tal pedido e copias dos decomentos assim como o do cartão não consta nos arquivos do dito banco, ja espliquei o mesmo por varias vezes aos colaboradores da SERVDBT, que me apresetem decomentos do dito cartão e o pedido do mesmo pois o banco tem que ter esses decomentos, e nada, e gostaria de saber a vossa opinião e os tramitos legais que devo recorrer, obrigado
Burla - Contrato criado sem consentimento!
Exmos. Senhores, No dia de ontem, 10/12/2025, fui abordado por um colaborador da UNIBANCO chamado Rui no continente de Ponte de Lima, com o intuito de apenas ajudar a ganhar uma comissão e como seria “apenas preencher um pequeno formulário” que podia depois cancelar, assim o fiz. Percebi que pretendiam todos os meus dados, solicitaram o IBAN e o cartão de cidadão. Vi depois ao chegar a casa no e-mail, que usaram a minha assinatura do cartão de cidadão para assinar digitalmente a documentação/contrato sem o meu consentimento. Não me foram apresentados quaisquer documentos ou quaisquer cópias dos documentos assinados (pois não assinei nada, eles roubaram a minha assinatura do cartão de cidadão) e nem foram apresentados documentos de normas e regulamentações do cartão/conta nesse momento, de forma a os poder consultar para verificar as condições e tomar uma decisão final referente ao cartão/conta da UNIBANCO. Violaram a ficha de informação normalizada como demonstra na página 14 do "contrato", eles assinalaram que me foi previamente entregue a ficha de informação normalizada, o qual é uma mentira. Além disso, foi ainda fotografado o meu cartão de cidadão sem me solicitarem qualquer tipo de consentimento e segundo o artigo 5°, nº2, que regula o cartão de cidadão, é interdita a reprodução do cartão de cidadão por qualquer meio sem o consentimento do titular, o que torna este ato ilegal. Depois de receber ontem via email os documentos relacionados com a adesão do contrato, solicito, dentro dos 14 dias estipulados na Carta de Aceitação/Banco de Portugal, que cancelem o contrato e que não seja dada continuidade a este processo, pois não dei qualquer consentimento para tal e tenho livre direito de o revogar num prazo de 14 dias a receção do contrato. (Que foi ontem dia 10/12/2025) Não autorizo que seja realizada qualquer tipo de crédito/débito direto da minha conta bancária para a UNIBANCO ou da UNIBANCO para a minha conta bancária. O representante aldrabou informações pessoais como situação laboral, o qual selecionou contrato efectivo (talvez isto daria chance de aprovação do contrato), o qual é mentira e não tenho contrato efectivo no meu local de trabalho. Colocou um adiantamento de numerário a crédito de 250€, o qual não dei qualquer tipo de consentimento para este caso! Solicito o encerramento definitivo da minha conta e a cessação de qualquer tipo de vínculo com a UNIBANCO. Ao abrigo do Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD), assistem-me os direitos de eliminação dos meus dados pessoais (art.º 17.º) e de oposição ao seu tratamento (art.º 21.º). O não cumprimento destes pedidos constitui uma violação das obrigações legais em matéria de proteção de dados. Acresce ainda que, desde a abordagem feita pelo representante da UNIBANCO no Continente de Ponte de Lima a 10/12/2025, tenho verificado a falta de clareza e transparência no tratamento da minha situação, o que considero um ato inaceitável! Desta forma, peço o cancelamento total e imediato de qualquer conta ou relação contratual existente em meu nome com a UNIBANCO, bem como a eliminação integral dos meus dados pessoais de todas as bases de dados e sistemas da vossa instituição. Solicito igualmente que me seja enviada confirmação escrita por e-mail/carta/resposta via DECO Proteste, de que o referido cancelamento da conta/contrato/débito/crédito e a eliminação de dados foram devidamente efectuados, em conformidade com a legislação aplicável. Com os melhores cumprimentos,
O dinheiro sumiu!!!
Bom dia. O dinheiro sumiu!!! O banco Santander pagou o credor. Mas na aplicação do cartão de crédito Universo não apareceu o dinheiro. Agostinho Figueiredo.
Duplicação do pagamento de extrato
Exmos. Senhores, O extrato do meu cartão de crédito foi pago por mim , via referência multibanco, no passado dia 03/12/2025. Sucede que hoje foi novamente debitado, pelo mesmo montante (a totalidade do extrato). Sucede também que, sem que se vislumbre razão para tal, foram debitados juros. Solicita-se: - a devolução da quantia paga em duplicado - a anulação dos juros. Cumprimentos.
Cobrança Indevida
Venho apresentar reclamaçao formal contra a UNICRE Cartao Universo devido a sucessivas irregularidades na gestão da minha conta, que me causaram prejuízo financeiro, ansiedade, desgaste emocional e uma enorme sensação de insegurança enquanto consumidora. Apesar de todos os meus pagamentos estarem comprovadamente efetuados, foram-me aplicadas várias comissões de recuperação de valores em dívida sem qualquer fundamento, inclusive sobre mensalidades que, segundo os meus extratos, estavam regularizadas. Durante dois meses consecutivos deixei de receber mensalidades para pagamento, e apenas mais tarde surgiram valores acrescidos de comissões sem qualquer aviso ou explicação. Esta situação deixou-me totalmente desamparada, sem saber o que era ou não devido. Contactei a UNICRE várias vezes por telefone e e-mail, enviando comprovativos e pedindo revisão urgente do meu caso. Contudo, recebi respostas automáticas, contraditórias e sem qualquer análise individual. Chegaram até a transmitir informações incorretas relativamente ao suposto valor em dívida. Nesta semana, após eu insistir, recebi uma chamada da UNICRE a lamentar a situação e a informar que iriam reembolsar as últimas comissões cobradas. Porém, no dia seguinte, voltei a receber mensagem a informar que não tinham conseguido cobrar a mensalidade, demonstrando que não fizeram qualquer regularização e que continuam a gerir a minha conta de forma negligente. Toda esta situação colocou-me numa posição vulnerável perante o Banco de Portugal e perante outras instituições onde tenho crédito, além do impacto emocional e da perda de tempo que tive para tentar resolver algo que não foi causado por mim. Solicito a intervenção do Banco de Portugal para verificar a atuação da UNICRE, corrigir definitivamente a minha conta, repor a verdade dos factos e avaliar eventuais prejuízos causados. Melhores Cumprimentos Vanessa Sieghold
Cobrança de Multa de €15,60 por Transação Internacional de €0,01 Após Consumo Integral do Plafond do
Utilizei o meu cartão de crédito ActivoBank até esgotar o plafond. Dias depois, o banco lançou na conta uma taxa administrativa de uso internacional no valor de €0,01, o que causou uma extrapolação temporária do limite. O valor de €0,01 foi imediatamente regularizado pelo banco através de um débito na minha conta à ordem. No entanto, o ActivoBank cobrou posteriormente uma multa de €15,60 por esta extrapolação, apesar de: O valor da extrapolação (€0,01) ser residual e ter sido causado por um lançamento tardio de uma taxa interna do banco. A situação ter sido resolvida de forma automática e imediata pelo próprio banco.
Taxas excessivas e não transparentes
Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente à cobrança de taxas muito elevadas (cerca de 150%) associadas a transações efetuadas com o meu cartão de crédito realizadas em plataformas de jogo de sorte e azar devidamente licenciadas pelo SRIJ. As referidas taxas foram cobradas sobre transações que, aparentemente, o banco considera como adiantamentos de numerário. Contudo, no momento da abertura de conta e celebração do contrato de crédito, não fui devidamente informada — de forma clara, destacada e compreensível — de que as operações associadas a jogos de sorte teriam custos tão desproporcionais, nem que seriam tratadas como adiantamentos imediatos de numerário. Reconheço que o banco poderá ter incluído essa informação em documentos contratuais ou tabelas de comissões, mas de forma pouco acessível e sem o destaque exigido por lei. Nos termos: • Do artigo 7.º e 8.º do Decreto-Lei n.º 133/2009, o mutuante deve prestar informação clara, completa e adequada, de modo que o consumidor compreenda plenamente as condições financeiras do contrato; • Do Aviso do Banco de Portugal n.º 10/2014, que exige transparência e destaque visual nas condições que implicam custos adicionais relevantes; • E do artigo 11.º da Lei n.º 83/2017, que impõe às instituições financeiras o dever de acompanhar e avaliar a adequação das operações dos clientes em matérias sensíveis como o jogo. A omissão de informação clara sobre taxas de 150% constitui violação do dever de transparência e pode configurar prática comercial desleal, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008 (transposição da diretiva das práticas comerciais desleais). Assim, solicito que o banco: 1. Explique, de forma detalhada, a origem e justificação contratual das taxas aplicadas; 2. Comprove que a informação sobre estes encargos foi claramente prestada e destacada no momento da assinatura do contrato; 3. Avalie a possibilidade de reembolso total ou parcial das quantias cobradas, por ausência de transparência informativa; 4. E reporte que medidas o banco adota para garantir a clareza de comunicação ao cliente em operações de Jogo
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