Reclamações públicas
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NOS - Velocidade internet fixa
Exmos Senhores, Reclamo o incumprimento continuado dos débitos de upload contratados no NOS Quatro e a ausência de resposta à reclamação que apresentei a 05/07/2026 e a 30/07/2026. Mantenho monitorização automática desde 11/06/2026, com um teste Speedtest a cada 15 minutos gravado em base de dados auditável. Contratado: upload máximo 100 Mbit/s, normalmente disponível 95 Mbit/s exigível em 95% do tempo por cada 24 horas, mínimo garantido 80 Mbit/s. Medido de 12 a 29 de julho: em 18 dias consecutivos apenas o dia 25 cumpriu o critério dos 95%. Os quatro últimos dias (data referencia 30 julho) são os piores do registo: 61,1%, 46,8%, 46,1% e 45,7%. A 29/07, entre as 08:45 e as 16:15, nenhuma das 30 leituras atingiu 20 Mbit/s. O mínimo absoluto foi 6,0 Mbit/s, ou seja 7,5% do devido. Três factos atribuem a causa à NOS: 1. O download manteve-se acima de 890 Mbit/s e a latência em 13 ms durante os colapsos do upload. Uma avaria na minha instalação afectaria os três parâmetros. 2. A 28/07 às 14:00, por instrução da NOS e à hora anunciada como previsão de resolução, reiniciei o router. Antes media 8,2 Mbit/s. Depois media 6,4 Mbit/s, o valor mais baixo do dia. 3. A 29/07 às 12:42 a aplicação My NOS diagnosticou avaria na área por Rácio Sinal-Ruído fora dos parâmetros normais e abriu o pedido INC000187113325. O SNR é medido pela NOS na sua rede. Tratamento recebido: 14 chamadas para o 16990 desde 12/06 até 30/07 com mais de 3h25 ao telefone. A avaria INC000185979954, aberta a 04/07, mantém-se activa. A NOS declarou-a resolvida a 18/07 às 15:52 e a 28/07 às 17:48, e o problema regressou nos dois casos. A única visita técnica marcada, para 22/07, foi cancelada pela NOS dois minutos após o agendamento, alegando avaria resolvida, quando o upload media 6,4 Mbit/s. A 29/07 às 13:05 foi-me dito que não existe incumprimento contratual da NOS. Essa afirmação ocorreu 23 minutos depois do diagnóstico emitido pela própria NOS e 77 minutos antes de SMS a admitir que não conseguiam resolver a situação. De 30/7 a 4/8 serviço de upload continua degradado normalmente entre as 9h00 e as 17h00. 4/8 Visita de técnico a minha casa para medir sinal entre as 9h00 e as 9h45. Informalmente confirmou que a qualidade dos sinal não é a correcta. Não fez mais nenhuma ação além da medição do sinal dentro de casa e trocou uma ficha de conexão na caixa exterior. O problema da lentidão da internet em upload degradado desde as 10h00, com valores inferiores a 20Mbts. O tecnico escreveu no relatório que eu confirmei que o serviço contratado estava a funcionar. Não é verdade. Tenho IDs de speedtest do site da NOS das 13h02 com velocidade baixo de 20Mbps. Peço: a) cessação da fidelização da Internet Fixa sem encargos, mantendo televisão e móvel, com indicação escrita da condição tarifária dos serviços que permanecem; b) confirmação escrita de que não são devidos encargos de cessação antecipada, indicados em 435,63 EUR na factura de 09/07; c) cópia do diagnóstico de Rácio Sinal-Ruído de 29/07, com valores medidos; d) resposta fundamentada até 04/08/2026, termo do prazo da cláusula 19.5.
Internet fixa e telefone fixo sem funcionar
Ainda na sequência da reclamação ROR00000000045673414venho dar conta a vossas excelências que o pesadelo continua. Não consigo descrever de outra forma a curta experiência que tenho tido desde que aderi ao vosso serviço de telecomunicações. Agora é a ligação ao Wi-Fi bem como o telefone fixo a funcionar de forma intermitente. Já por diversas vezes o problema tem sido resolvido de forma efémera por apoio remoto. Desta vez não foi possível e ficou agendada a ida do técnico Gil Sebastião este domingo, dia 2 de agosto, à tarde. Estive à espera com sacrifício da minha vida pessoal para receber uma mensagem, já passava largamente das 19 horas, em como estava a caminho. Afinal para ser informado meia hora depois de que afinal, não seria já possível a ida do técnico a casa, como foi agendado pela própria NOS. Tenho estado portanto constrangido a utilizar a internet móvel e a acumular dados móveis gastos. O pecado original começou logo com o indivíduo que veio a minha casa fazer a instalação inicial. De má vontade e de forma incompetente e atabalhoada. Esta reclamação será também enviada à ANACOM e colocada no portal da queixa da DECO. A vossa organização é débil. Baseiam-se em agentes comerciais desonestos que fazem falsas promessas e induzem as pessoas em erro (Catarina Silva e o seu suporte.clientesnos@gmail.com onde recebe documentação sensível dos futuros clientes NOS e com o seu contacto 931621878) e servem-se de técnicos incompetentes, incapazes e que não cumprem os agendamentos. Exijo ser contactado para agendamento de ida de técnico a casa para reposição do pacote completo. Há vários dias que não tenho internet fixa nem telefone fixo. E quero que me digam como posso rescindir dos vossos serviços por justa causa e sem prejuízo para o meu lado. Uma vez que a NOS teima em não cumprir os mínimos. José Ricardo Cunha Silveira N Cliente C829398963 Local n 5832646235 P.S. Continuo também sem conseguir configurar a app da NOS no meu telemóvel sem que alguém da vossa loja no Shoping das Caldas da Rainha me consiga ajudar. Um pesadelo!
Documento não recebido
Assunto: Reclamação pela não entrega do Cartão de Residência Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao meu processo de emissão do Cartão de Residência. Conforme consta no portal da AIMA, o meu processo foi aprovado em 04/05/2026, o cartão foi emitido em 20/05/2026 e enviado em 21/05/2026. No entanto, segundo a informação do rastreio dos CTT, o cartão foi devolvido, com a indicação de que seguiria para a Loja AIMA de Setúbal. Apesar disso, o sistema da AIMA passou a indicar, em 29/05/2026, o estado “Cartão entregue”, informando que o processo se encontra concluído. Quero deixar claro que nunca recebi o meu Cartão de Residência, nem fui contactado para o levantar, nem me foi dada qualquer informação sobre onde se encontra atualmente. Esta situação é extremamente grave, pois demonstra uma falha no processo de entrega e atualização do estado do meu processo, deixando-me sem acesso ao meu documento de residência, indispensável para exercer os meus direitos e cumprir as minhas obrigações em Portugal. Solicito, com caráter de urgência: * A localização imediata do meu Cartão de Residência; * A correção do estado do processo, uma vez que o cartão não foi entregue ao titular; * A indicação do procedimento para levantamento ou, caso o cartão tenha sido extraviado, a emissão de um novo cartão sem qualquer custo para mim, visto que não fui responsável pela não entrega. Agradeço uma resposta urgente e uma resolução célere desta situação. Com os melhores cumprimentos, Jorge Willians
Corte de Serviços
No dia 01/08/2026, vi um técnico de uma operadora de telecomunicações a trabalhar num poste perto da minha casa. Não sei se era mesmo da minha operadora, mas andou a mexer nas caixas suspensas e, depois disso, fiquei sem ligação. Como resultado, perdi o acesso à Internet, Televisão e Telefone em minha casa. Quando reparei que não tinha nenhum destes serviços, tentei ligar para o apoio ao cliente da minha operadora, mas já estava encerrado. Ainda assim, consegui agendar uma visita técnica para o dia 03/08/2026, a partir das 17h00, para resolver o problema. Quero, por isso, apresentar uma reclamação e pedir que me seja feita uma compensação na fatura pelos dias em que fiquei sem usufruir destes serviços.
Falta serviço a 1 semana sem tv
Já auma semana que estou sem televisão em casa farto de ligar e a resposta e sempre a mesma hoje fica resolvido Mas já andamos nisto a uma semana mas a factura bem na mesma para pagar
Cancelamento indevido de número de telemóvel após pedido de suspensão temporária
Encontrando-me a trabalhar temporariamente num país onde a DIGI não dispunha de cobertura, circunstância que impossibilitava a utilização do serviço móvel, contactei previamente aquela operadora, tendo-me sido informado de que existiam apenas duas alternativas: solicitar a suspensão temporária do serviço ou requerer o seu cancelamento definitivo. Na sequência desse esclarecimento, remeti à DIGI, por correio eletrónico de 9 de fevereiro de 2026, um pedido cujo teor é absolutamente claro e não admite qualquer interpretação diversa da sua letra. Nesse pedido solicitei expressamente: a suspensão temporária do serviço por 90 dias; e a reativação automática do serviço no termo desse período(Conforme Anexo 1). Estes dois elementos integram um único pedido, coerente, inseparável e absolutamente inequívoco, não contendo qualquer referência, expressa ou implícita, ao cancelamento definitivo do serviço. Apesar disso, a DIGI decidiu, de forma totalmente unilateral, converter um pedido de suspensão temporária num alegado pedido de cancelamento definitivo. Tal atuação é manifestamente ilegítima. Caso entendesse que a suspensão temporária não constituía uma funcionalidade disponível para o serviço móvel, apenas lhe assistiam duas alternativas legalmente admissíveis: informar-me da impossibilidade de executar o pedido ou apresentar uma solução alternativa, sempre dependente do meu consentimento expresso. O que nunca poderia fazer era substituir a vontade claramente manifestada pelo cliente por uma decisão unilateral, atribuindo ao meu pedido um conteúdo que este manifestamente nunca teve. Na sequência dessa atuação sucederam-se inúmeros contactos telefónicos e por correio eletrónico com os serviços de apoio ao cliente da DIGI. Inicialmente fui informado de que a situação seria regularizada no prazo de dois dias, o que jamais veio a acontecer. Perante a persistência da situação, apresentei reclamação formal junto da DIGI (conforme Anexo 2), à qual se seguiram diversas outras reclamações. Apesar de todas as diligências efetuadas, a DIGI continua a recusar assumir as consequências da decisão unilateral que tomou e a adotar todas as medidas ainda possíveis para repor a situação criada pelo seu próprio erro. Em vez de corrigir a situação, optou por construir uma narrativa sem qualquer correspondência com a realidade, procurando imputar ao consumidor os prejuízos resultantes de uma atuação exclusivamente imputável à própria operadora. Um exemplo particularmente elucidativo desse comportamento consta da resposta de 21/07/2026, na qual a DIGI chegou a afirmar que fui informado do procedimento de cancelamento e que o efetuei. Tal afirmação é manifestamente falsa. Nunca solicitei ou autorizei o cancelamento do serviço. Se esse alegado pedido existisse, bastaria à DIGI apresentar a respetiva prova documental. Contudo, apesar de expressamente interpelada para o efeito (conforme Anexo 3), jamais apresentou qualquer documento suscetível de sustentar essa afirmação. Igualmente reveladoras são as respostas de 21/07/2026 e 29/07/2026, nas quais a DIGI invoca a regulamentação da ANACOM para evitar responder à única questão verdadeiramente essencial: quem decidiu cancelar o meu serviço e com que fundamento?A invocação dessa regulamentação é manifestamente irrelevante para o caso concreto, uma vez que as normas da ANACOM apenas disciplinam os efeitos jurídicos de uma cessação validamente ocorrida. Não conferem, nem poderiam conferir, legitimidade para cancelar um serviço sem pedido ou autorização do respetivo titular. A DIGI sabe, por conseguinte, que nunca lhe foi solicitado o cancelamento definitivo do serviço. Sabe igualmente que o pedido apresentado era perfeitamente legítimo e que, conforme veio entretanto reconhecer, a suspensão temporária era tecnicamente exequível. O que efetivamente ocorreu foi um erro na execução do meu pedido, erro esse que a operadora continua a recusar admitir, optando antes por responder de forma evasiva e por evitar esclarecer quem tomou a decisão de cancelar o serviço. Acresce que a gravidade da situação criada não pode ser minimizada. O número de telemóvel em causa é da minha titularidade há mais de 30 anos e constitui o meu único contacto telefónico associado a múltiplos serviços públicos, instituições bancárias, seguradoras, prestadores de cuidados de saúde e inúmeras outras entidades com as quais mantenho relações jurídicas permanentes. A privação ilegítima desse número compromete gravemente as minhas comunicações, impede o acesso a serviços essenciais, inviabiliza mecanismos de autenticação, dificulta o relacionamento com inúmeras entidades públicas e privadas e causa prejuízos patrimoniais e não patrimoniais cuja responsabilidade recai exclusivamente sobre a DIGI. A operadora não pode, pois, eximir-se às consequências da decisão unilateral que tomou. Incumbe-lhe desenvolver todas as diligências ainda possíveis para repor a situação que existiria se o meu pedido de 9 de fevereiro de 2026 tivesse sido corretamente executado ou, caso entendesse não ser possível executá-lo, legitimamente recusado. Face ao exposto, exijo que a DIGI proceda, com caráter de urgência, à reposição do meu número de telemóvel, mediante a respetiva reativação ou, caso tal se revele tecnicamente necessário, através da emissão de um novo cartão SIM associado ao mesmo número, reconstituindo integralmente a situação que existiria se o meu pedido de suspensão temporária tivesse sido corretamente executado. Caso a reposição já não seja tecnicamente possível em consequência da atuação da própria DIGI, deverá esta assumir integralmente a responsabilidade pelos prejuízos patrimoniais e não patrimoniais daí decorrentes, não podendo, em caso algum, fazer recair sobre o consumidor as consequências do erro exclusivamente imputável à própria operadora.
Encomenda não recebida
No dia 24 de Julho, despachei o ponto pickup da dpd em Serpa, Fotolusitana, uma encomenda para Cascais. Foram preechidos todos dados, email do emissor e do destinatário, etc. A encomenda foi entregue ã dpd no dia seguinte Número da encomenda *096077720054721 Liguei para o apoio da dpd. Começou por não ser encontrada a encomenda.. Depois apareceu no histórico com este número. A seguir dizia que foi deixada à porta. Ninguém deu autorização para isso, as pessoas estavam em casa, deverá ter sido deixada em qualquer sítio. Agora desapareceu até do histórico. Trata-se de um carregador de computador Xiaomi hypercharge. Acrescento que apesar de ter dado o meu telem. e o do destinatário na altura do despacho, ninguém recebeu mensagens da dpd. Agora lamentam não encontrar a encomenda e ficam por aí. Quero meu carregador.
DHL Express - Atraso de meses e falta de acompanhamento de processo aduaneiro
Venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço de desalfandegamento prestado pela DHL Express Portugal, referente à declaração aduaneira n.º 26PT000000531851R3, apresentada em 11 de maio de 2026, relativa a uma importação destinada à atividade da nossa empresa. Decorridos mais de dois meses e meio, a mercadoria continua retida, sem qualquer resolução. Durante este período, a DHL limitou-se a informar, de forma repetida, que o processo se encontrava "em validação" pela Autoridade Tributária e Aduaneira, sem fornecer informação concreta sobre o estado do processo, as diligências realizadas, os motivos específicos do atraso ou qualquer previsão para a sua conclusão. Importa salientar que foi sempre a nossa empresa a tomar a iniciativa de contactar a DHL para obter informações sobre o processo. Nunca existiu qualquer comunicação proativa por parte da DHL relativamente à evolução da situação, apesar do tempo já decorrido. Apenas após uma reclamação formal apresentada pela nossa empresa foi disponibilizado o número da declaração aduaneira, a identificação da Alfândega competente e um contacto telefónico geral da Alfândega do Aeroporto do Porto, remetendo-nos, na prática, para que fôssemos nós próprios a procurar obter esclarecimentos sobre um processo cujo tratamento foi contratado e pago à DHL. Consideramos esta atuação manifestamente insuficiente. Contratámos a DHL precisamente para assegurar o transporte e o respetivo desalfandegamento da mercadoria, esperando um acompanhamento diligente, profissional e eficaz. Não é aceitável que, perante uma retenção superior a dois meses e meio, a empresa se limite a informar que aguarda uma decisão da Autoridade Tributária, sem prestar ao cliente informação útil, acompanhamento contínuo ou qualquer perspetiva de resolução. A mercadoria em causa consiste em elásticos específicos utilizados na atividade de paraquedismo, material indispensável ao funcionamento da empresa e que não pode ser facilmente substituído. Neste momento, encontramo-nos em iminência de ter de suspender a nossa atividade por falta deste material, situação que poderá obrigar ao cancelamento de operações, causar perdas financeiras muito significativas e afetar gravemente a relação com clientes, parceiros e a reputação da empresa. Entendemos que uma empresa com a dimensão e responsabilidade da DHL não pode considerar aceitável um processo permanecer parado durante mais de dois meses e meio sem um acompanhamento efetivo do cliente, sem comunicações regulares e sem qualquer iniciativa visível para minimizar os impactos causados. Caso este atraso venha a provocar a interrupção da nossa atividade ou quaisquer outros danos, reservamo-nos o direito de recorrer a todos os meios legais que se revelem adequados para obter o ressarcimento integral dos prejuízos patrimoniais e não patrimoniais que venham a resultar desta situação, bem como para apuramento das respetivas responsabilidades. Solicitamos, por isso, que esta reclamação seja analisada pela Direção da DHL, que seja averiguada a atuação dos serviços envolvidos e que nos seja apresentada uma resposta formal, acompanhada das medidas concretas que serão adotadas para desbloquear este processo e minimizar os prejuízos causados.
Corte indevido de serviço
Exmos Srs, Após ter encerrado uma reclamação do meu serviço movel vcs arranjam tema para nova reclamação. Solicitei desligamento do meu serviço movel associado à fatura. Sendo que um dos números será desligado final deste mês e o outro número no final de Agosto conforme mail recebido. A juntar à incompetencia demonstrada pela NOS EMPRESAS em todo o processo do assunto ESIM, vcs ainda me dão a cereja no topo do bolo desligando os meus serviços tv, deixando eu de ter acesso aos canais gerais e TV Cines após as 00h. Sinceramente considerei que a NOS já não merecia minha confiança no serviço móvel dada a trapalhada criada mas agora começo a considerar rever a minha situação convosco na parte fixa dado aquilo a que chamo de incompetência no tratamento dos clientes e serviços. Agradeço desde já que me seja feita a ligação do serviço fixo assim como dos Tv Cines, pois nunca solicitei desligamento e ao qual estou fidelizado( para já ), não me deem argumentos para quebrar fidelização com justa causa e procurar outra operadora. Cumprimentos.
fibra
em 2024/ 2025 a meo e nos passao fibra nesta zona mas a nos levarao muito tempo e a meo antessipou bairro social 6 predios camararios 36 familias e uma vergonha ainda mais quando vejo um placar gigante que a nos a dizer que tem fibra no Algarve todo onde ? ridicula esta empresa nestes predios tem de pedir autorização a altice sao uma vergonha ja fui vosso cliente assim nao ha concorrência no predio tem pdo da meo 3143 tem 12 vagas no prédio morao 6 pessoas e so 3 clientes tem fibra da meo e uma vergonha nao ha concorrência morada urbanização municipal lote 3 2esq sitio da brava 8500-059 vao a geo anacom e vejao que esta zona nao tem concorrência so fibra da meo
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