Reclamações públicas

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R. F.
27/07/2026

Warranty Dispute TV Screen

Purchase and Product Details On 19 January 2026 I purchased a TCL 85C655 QLED television (approximate price €909) from Conforama. The television was delivered to our house by Conforama. It was placed on a large, elevated cabinet where it remained since delivery. Due to the television’s size (85-inch) and height of placement, the lower and central areas of the screen were completely out of normal reach for any household member or visitor. Nature of the Problem Approximately three months after delivery, a visible line/defect appeared on the screen. The exterior surface of the panel remained completely smooth and undamaged to both visual inspection and touch. No impact, pressure, or external force had been applied to the screen by any person in the household. The affected zone was physically inaccessible under normal use. Manufacturer Inspection TCL technical engineers attended the property to inspect the television. They confirmed the absence of any external damage to the panel surface. During the inspection, however, the technicians spent a considerable period of time applying repeated and sustained pressure to the affected area of the screen. This action visibly worsened the existing defect. Seller’s Response and Warranty Denial Conforama subsequently denied the warranty claim. Their decision was based on a technical report stating that the damage consisted of a rupture of the internal matrix caused by external pressure or impact, and was therefore classified as accidental damage or improper use excluded from the manufacturer’s warranty. Conforama also cited their general terms of sale, which defer to manufacturer warranty criteria and exclude liability for damage arising from external factors, misuse or handling. This conclusion is contradicted by the factual circumstances: The television was delivered by Conforama. The defective area was physically inaccessible due to size and height. No external marks or signs of impact existed. TCL’s own engineers confirmed the absence of external damage yet applied significant pressure during inspection, aggravating the fault. Consumer Protection Position under Portuguese Law Under Portuguese consumer protection rules (Decree-Law No. 84/2021 on the sale of consumer goods and associated guarantees), the seller is liable for any lack of conformity that becomes apparent within three years of delivery. For the first two years after delivery, a presumption exists that the lack of conformity was already present at the time of delivery unless the seller proves otherwise. The burden of proof therefore rests with Conforama. A claim of “accidental damage / external pressure” requires clear and objective evidence. In this case: No evidence of external impact or misuse has been produced. The physical placement of the television made such impact highly improbable. The only documented pressure applied to the screen was that exerted by the manufacturer’s technicians during their inspection. Consequently, the denial of the legal guarantee appears to shift the burden of proof improperly onto the consumer and fails to meet the evidentiary standard required under Portuguese consumer law. We believe, the defect should be treated as a lack of conformity for which the seller remains responsible. I kindly request DECO’s assistance in assessing the case, intervening with the seller, and supporting the enforcement of my statutory rights to repair, replacement or appropriate remedy under the legal guarantee.

Encerrada
D. A.
25/07/2026
Neves e Maia Lda

Rodas soltas após compra de veículo

Adquiri uma pick up usada neste stand para fins de trabalho agrícola. Após a compra, desloquei-me para casa, a cerca de 140 km do stand, e estacionei a carrinha numa zona urbana muito segura, numa pequena cidade. No dia seguinte, enquanto conduzia, uma das rodas soltou-se e acabou por embater num veículo que vinha em sentido contrário. A carrinha sofreu danos graves, com um prejuízo de aproximadamente 1000€. Contactei imediatamente o stand a pedir explicações. Quando a polícia chegou ao local, verificou que as quatro rodas estavam praticamente desapertadas. O veículo foi entregue a um mecânico que resolveu a situação. Importa referir que, antes da compra, pedi para trocarem as rodas no stand, e foi feita uma revisão geral no veículo. O stand alegou que poderia ter havido uma tentativa de furto durante a noite, mas considero essa hipótese altamente improvável, já que as quatro rodas estavam desapertadas. Sinto que foi pura sorte não ter acontecido nada mais grave. Estou convencido de que o profissional responsável pela alteração das rodas não as apertou devidamente antes da venda. O stand recusou-se sempre a assumir qualquer responsabilidade pelos danos deste incidente ou de outros defeitos que o veículo já apresentava. Garantiram-me que assumiriam as despesas se apresentasse um orçamento, mas, mesmo após ter cumprido o pedido, nunca colaboraram. Sinto que a empresa não cumpriu as suas responsabilidades e colocou a minha segurança em risco. Deixo este testemunho como alerta a outros consumidores: não recomendo de todo a compra de veículos neste stand. De positivo, reconheço que os profissionais são simpáticos e cordiais, mas essa simpatia não compensa os problemas ocorridos.

Encerrada
R. C.
25/07/2026

Máquina dentro da garantia mal reparada

Bom dia, Comprámos uma máquina de café Delonghi Stilosa à 8 meses. Ao fim de 5 meses e dentro da garantia a máquina apresentou problemas. Solicitámos a assistência da Delonghi que nos indicou que teríamos de deixar a máquina numa loja que presta serviço à marca e cujas instalações ficam em Setúbal, longe da nossa residência. Mesmo assim apesar da despesa e do constrangimento deslocamos nós e deixámos a máquina na loja para proceder ao arranjo. Quando ao fim de 3 semanas nos indicaram que estaria pronta com garantia de estar tudo ok, fomos novamente buscar a máquina. No dia seguinte quando usamos a máquina, para além de não estar totalmente reparada, apresentou falhas novas durante o funcionamento. Voltamos a contactar a Delonghi e pedir a troca da máquina ou a devolução da quantia paga pela mesma. Não nos deram essa opção e ainda querem que sejamos nós clientes a voltar à mesma loja entregar a máquina novamente, onde o reparo foi mal efectuado. Como clientes temos uma máquina sem funcionar ao fim de 8 meses e ainda temos de ter o prejuízo e o constrangimento de nos deslocarmos novamente à mesma loja depois desta prestar um mau serviço? Não nos deslocaremos novamente. A delonghi demonstra aqui uma péssimo profissionalismo e serviço pós venda! Não têm qualquer consideração e cuidado com o cliente. Serviço deixa muito a desejar. Cumprimentos, Rui Cabrita.

Encerrada
B. F.
25/07/2026

Reincidência de avaria, sucessivas reparações sem resolução e incumprimento da garantia legal

Venho apresentar uma reclamação relativamente ao tratamento dado ao processo de garantia do meu monitor ASUS 24” FHD VZ24EHE, adquirido na Worten em 18/09/2023. Desde fevereiro de 2026 que me encontro num ciclo interminável de reparações devido à mesma avaria, caracterizada por riscas no ecrã, ghosting e degradação da imagem após algum tempo de utilização. Ao longo de cerca de cinco meses, o equipamento foi enviado sucessivamente para reparação sem que tivesse sido apresentada uma solução definitiva. Paralelamente, ocorreram perdas de componentes e acessórios durante as reparações, demonstrando uma preocupante falta de cuidado no tratamento do equipamento. 06/02/2026 – Processo WO-35569621 Primeiro processo de garantia. 24/02/2026 * Ecrã substituído. * A avaria manteve-se. ⸻ 04/03/2026 – Processo WO-35865367 Novo processo devido à persistência da mesma avaria. 24/03/2026 * Painel LCD substituído. * A avaria manteve-se. * A caixa original do monitor foi perdida. * O equipamento foi devolvido apenas envolvido em película, sem qualquer proteção adequada. Perante esta situação apresentei reclamação no Livro de Reclamações. Após vários dias de espera, a resposta da central de reclamações da Worten foi que nada mais poderia ser feito, apesar de o equipamento continuar avariado. ⸻ 11/05/2026 – Processo WO-36562736 Novo envio para a marca. 25/05/2026 * Relatório técnico: “Test OK”. * Nenhuma intervenção realizada. * A avaria manteve-se. ⸻ 25/05/2026 – Processo WO-36716171 Novo processo aberto no próprio dia em que levantei o monitor, uma vez que a avaria persistia e o suporte (pé) do monitor nem sequer tinha sido devolvido. 13/06/2026 * Substituição da placa-mãe. * Substituição do suporte. * A segunda caixa utilizada para substituir a original também foi perdida. * O monitor voltou a ser transportado apenas envolvido em película. ⸻ 13/06/2026 – 5.º processo Novo envio para reparação devido à persistência da mesma avaria. 25/06/2026 * Nova substituição do ecrã. * A avaria continuou a verificar-se. Nesta fase, a gerente da loja da Worten de São João da Madeira foi a única pessoa que demonstrou verdadeira preocupação em tentar resolver a situação. O monitor permaneceu alguns dias na loja para que fossem gravados vídeos da avaria, uma vez que a ASUS recusava aceitar os vídeos enviados por mim. Apesar desse esforço, a solução voltou a ser exatamente a mesma: enviar novamente o equipamento para reparação. ⸻ 13/07/2026 – 6.º processo Novo envio para reparação. 24/07/2026 * Nova substituição do ecrã. No entanto, ao chegar ao meu local de trabalho e tentar montar o monitor, verifiquei que faltava um dos parafusos do suporte, o que nem sequer me permitiu montar corretamente o equipamento para confirmar se a reparação resolveu finalmente a avaria. Ao longo de todo este processo fui obrigada a deslocar-me à loja aproximadamente 15 vezes, percorrendo cerca de 15 a 20 minutos em cada viagem apenas para entregar ou levantar um equipamento que nunca teve uma solução definitiva. Durante cerca de cinco meses fiquei privado de uma ferramenta essencial para o meu trabalho, com perda de tempo, custos de deslocação, prejuízo profissional e um enorme desgaste causado por sucessivas reparações inconclusivas. Ao longo deste processo verificaram-se situações que considero absolutamente inadmissíveis: * seis processos de garantia motivados pela mesma avaria; * sucessivas substituições de componentes sem resolução definitiva; * perda da caixa original do monitor; * perda da segunda caixa utilizada para substituir a original; * perda do suporte do monitor; * devolução posterior sem um dos parafusos do suporte; * transporte do equipamento sem acondicionamento adequado; * ausência de qualquer solução definitiva após cerca de cinco meses. Faço questão de referir que, durante todo este processo, apenas dois colaboradores demonstraram verdadeiro profissionalismo e vontade de ajudar, em especial uma das gerentes da loja da Worten de São João da Madeira, que procurou reunir novas provas da avaria para tentar convencer a ASUS a reconhecer o problema. Infelizmente, essa postura foi claramente a exceção. Na maioria dos contactos fui atendido por colaboradores sem preparação para lidar com uma situação desta complexidade, limitando-se a seguir procedimentos sem qualquer capacidade para apresentar uma solução efetiva. A sensação transmitida ao longo de todo este processo foi a de que o objetivo era apenas abrir e encerrar processos administrativos, independentemente de o equipamento continuar ou não avariado. É incompreensível que um consumidor permaneça cerca de cinco meses sem conseguir utilizar um equipamento essencial para a sua atividade profissional, acumulando sucessivas deslocações, perdas de componentes do próprio equipamento, reparações inconclusivas e uma constante transferência de responsabilidades entre a Worten e a ASUS, sem que exista uma resolução efetiva para o problema. Não posso igualmente deixar de manifestar a minha profunda insatisfação com a atuação da ASUS ao longo de todo este processo. Enquanto entidade responsável pelas reparações, esperava um acompanhamento técnico rigoroso, uma correta identificação da avaria e uma solução definitiva para o problema apresentado. Em vez disso, assisti a uma sucessão de intervenções sobre o mesmo equipamento, com substituições repetidas de componentes, relatórios contraditórios e devoluções sucessivas de um monitor que continuava a justificar novas reparações. É igualmente incompreensível que um equipamento seja devolvido sem o suporte, posteriormente sem um dos parafusos e, por duas vezes, sem qualquer caixa de acondicionamento adequada, revelando uma preocupante falta de controlo de qualidade e de cuidado na forma como os equipamentos dos clientes são tratados. Ao longo de todo este processo, nunca senti que existisse uma verdadeira intenção de investigar a origem da avaria ou de resolver definitivamente o problema. A solução apresentada foi sempre a mesma: substituir mais um componente, realizar novos “testes do fabricante” e devolver o equipamento, mesmo quando este acabava por regressar à loja devido à persistência da mesma avaria. Enquanto cliente da ASUS, é extremamente dececionante constatar que, perante um histórico tão extenso e documentado, a resposta tenha sido uma repetição sucessiva dos mesmos procedimentos, sem qualquer capacidade de reconhecer que as reparações efetuadas não estavam a resolver o problema. Ao fim de seis processos de garantia, cinco meses de espera e inúmeras deslocações, deixei de sentir que estava perante um serviço de assistência técnica e passei a sentir que estava apenas preso num ciclo interminável de reparações, onde cada intervenção servia apenas para encerrar um processo administrativo e abrir outro, sem que o problema do cliente fosse verdadeiramente resolvido. No final, fico com a sensação de que tanto a Worten como a ASUS normalizaram uma situação que nunca deveria ter sido considerada normal. Um consumidor não pode ser obrigado a viver meses entre reparações, deslocações e espera, sem nunca ter a confiança de que o seu equipamento lhe será devolvido em condições.

Encerrada

Recusa de garantia legal de 3 anos - PS5

Para os devidos efeitos, informo que esta situação já foi alvo de queixa formal no Livro de Reclamações Eletrónico com o número ROR000000000045671869. Venho reclamar formalmente contra a Rádio Popular relativamente à assistência técnica do equipamento PlayStation 5, deixado para reparação na loja Rádio Popular do Fórum Montijo, no dia 04/07/2026 (conforme talão de depósito em anexo). O equipamento foi adquirido em 26/11/2023 (Fatura em anexo), pelo que se encontra plenamente abrangido pela garantia legal de 3 anos estipulada pelo Decreto-Lei n.º 84/2021, em vigor em Portugal. O aparelho apresenta uma desconformidade interna de hardware (desliga-se sozinho), tratando-se de um defeito de fabrico e não de mau uso. No entanto, recebi um contacto telefónico por parte da Rádio Popular a apresentar um orçamento verbal para substituição por uma consola recondicionada, alegando erradamente que o produto "já não tem garantia porque a marca só dá 2 anos". Sublinho que a Rádio Popular não me enviou qualquer orçamento, relatório técnico ou resposta formal por escrito, limitando-se a fazer esta comunicação por via telefónica. Esta atuação viola frontalmente a legislação de consumo portuguesa e o próprio texto impresso na vossa fatura, que assegura os 3 anos de garantia. Relembro que, nos termos do Artigo 18.º do DL 84/2021, a Rádio Popular dispõe de um prazo máximo de 30 dias seguidos para proceder à reparação gratuita do bem, prazo este que termina no dia 03/08/2026. Recuso o orçamento e exijo o cumprimento da lei. Cumprimentos, Tânia Raquel Filipe D' Assunção

Resolvida
T. P.
24/07/2026

Recusa de garantia sem fundamentação técnica

Exmos. Senhores, Adquiri uma viatura Dacia Sandero nova e, quando a viatura tinha apenas 11 meses de utilização, detetei uma abertura na pintura do tejadilho. Desconheço quando essa anomalia surgiu, uma vez que, pela sua localização, não se trata de uma zona facilmente visível no uso normal da viatura. A garantia foi recusada com a alegação de que os danos resultariam de "fatores externos". Desde o primeiro contacto solicitei apenas que me fosse apresentada a fundamentação técnica que sustentou essa conclusão. Essa resposta nunca chegou. Durante semanas fui sucessivamente reencaminhada entre a Santogal Chelas e a Dacia Portugal, sem que nenhuma assumisse a responsabilidade de responder ao meu pedido. Enquanto uma remetia a responsabilidade para a outra, eu permanecia sem qualquer esclarecimento. Apenas após muita insistência, sucessivos emails e várias reclamações, a própria Dacia Portugal respondeu, por escrito, que "os relatórios técnicos devem ser solicitados junto da Entidade Reparadora", remetendo-me novamente para a Santogal Chelas. Uma informação que poderia e deveria ter sido prestada desde o primeiro momento, evitando semanas de desgaste e frustração completamente desnecessárias. Contudo, mesmo após esta indicação expressa da própria marca, continuo até hoje sem qualquer resposta da Santogal Chelas às questões técnicas que lhe tenho dirigido desde o primeiro contacto. O que mais me preocupa e, me gera desconfiança é a forma como esta conclusão foi alcançada. A avaliação da minha viatura consistiu numa observação efetuada pelo chefe da oficina, que recolheu algumas fotografias e as remeteu ao departamento de qualidade. Posteriormente, foi-me comunicada a conclusão de que os danos resultariam de fatores externos, sem que me tivesse sido explicado que análise técnica foi realizada, quais os critérios utilizados ou de que forma foi excluída a possibilidade de um defeito de fabrico da pintura. Não é aceitável que se exclua uma hipótese tão plausível como um defeito de fabrico sem que seja explicado ao consumidor, de forma objetiva e tecnicamente fundamentada, como essa hipótese foi analisada e afastada. É profundamente lamentável que um consumidor tenha de insistir durante semanas, enviar sucessivos emails e apresentar várias reclamações apenas para tentar obter uma explicação que deveria ter sido prestada de forma transparente desde o início. Se existe uma análise técnica que sustenta a conclusão de que os danos resultam de fatores externos, então essa análise deve poder ser explicada e fundamentada. Se essa fundamentação nunca é apresentada ao consumidor, é legítimo questionar como foi possível chegar a essa conclusão. Continuo à espera de uma resposta objetiva: qual foi a análise técnica realizada que permitiu concluir que os danos resultaram de fatores externos e excluir a hipótese de um defeito de fabrico da pintura? Após semanas de insistência, o que permanece sem resposta não é apenas uma questão técnica. É uma questão de transparência, de responsabilidade e de respeito pelo consumidor. A própria Dacia Portugal indicou que a resposta às minhas questões deveria ser prestada pela Entidade Reparadora, mas essa resposta nunca foi dada. Uma marca e a sua rede de reparadores autorizados, quando tomam uma decisão que afeta os direitos de um consumidor, devem ser capazes de a explicar de forma clara, objetiva e tecnicamente fundamentada. Infelizmente, apesar de toda a insistência e das sucessivas reclamações apresentadas, continuo sem essa explicação. A presente reclamação não pretende discutir, por si só, a decisão de exclusão da garantia. Pretende, que me seja finalmente apresentada a fundamentação técnica que sustenta essa decisão, algo que solicito desde o primeiro contacto e que, até hoje, nunca me foi facultado.

Em curso

garantia nao aceite

Tenho uma trotinete Segway ZT3 que ainda está dentro da garantia e, de repente, deixou de funcionar, apresentando o erro 18. Enviei para a garantia e informaram-me que não seria coberto por considerado mau uso, devido à peça 'hub motor assy650w zt3' estar avariada. Não percebo como é possível ser considerado mau uso, já que a única coisa que faço com a trotinete é andar normalmente. Além disso, nunca me comunicaram nada. Só quando me dirigi à loja, ao fim de 30 dias, é que vi lá os papéis com o orçamento para pagar a reparação. Sinto-me completamente desiludido com esta situação, pois a garantia acaba por não servir para nada. A avaria é interna à roda de trás e não é sequer possível mexer nessa zona. Gostava de saber como chegaram à conclusão de que o problema é causador por mau uso e não defeito de fabrico, quando a trotinete tem apenas um ano de utilização.

Encerrada
J. P.
23/07/2026

Mala Guess que se estragou com pouco uso

Comprei uma mala GUESS na loja do Leiria Shopping, em janeiro de 2026 . A mala começou a apresentar sinais de degradação, os metais começaram a mudar de cor e o material das alças começou a estalar, apesar do uso ser ocasional. Face ao exposto, em meados de maio dirigi-me à loja, mas como não levava a alça que nunca usei, disseram-me que teria de levar o artigo completo. Assim, no dia 31 de maio do corrente ano, desloquei-me com a mala à loja. A funcionária referiu que teria de ser analisada, que iria para o serviço pós-venda e que dariam resposta no prazo de 30 dias. Recebi no email a seguinte resposta "Agradecemos o contacto e lamentamos a insatisfação manifestada relativamente à sua mala Guess. Na sequência da sua exposição, procedemos à análise do artigo, tendo sido possível verificar que os sinais apresentados correspondem a desgaste decorrente da utilização. A avaliação efetuada não identificou qualquer indício de defeito de fabrico ou de não conformidade do produto. Os vestígios observados são compatíveis com o desgaste resultante da utilização do artigo ao longo do tempo, pelo que não foi possível validar a reclamação ao abrigo do Serviço Pós-Venda. Lamentamos não lhe poder dar uma resposta diferente neste caso e agradecemos a compreensão. Permanecemos, naturalmente, ao seu dispor para qualquer esclarecimento adicional." Ora, se o artigo foi utilizado com moderação, não é expectável que se degrade tão rapidamente. Foi feita reclamação no livro de reclamação da loja

Em curso

GARANTIA RECUSADA

Exmos. Senhores sou vossa associada n7371355-34 entrei em contacto telefônico convosco na terça feira passada( 8 dias )a expor a minha situação, e continuo sem qualquer resposta do Auchan. esta situação arrasta-se a dois meses, e continuo sem a devolução do dinheiro, do equipamento, ref. ROR0000000045616524 Agradeço que me informem com urgência , sobre o ponto de situação e qual a resposta do Auchan. Muito atentamente ER

Encerrada
L. L.
22/07/2026

Activação Garantia - Ausência de Resposta

Em 22 de junho de 2026, comuniquei à Emma a avaria do sistema hidráulico do sommier, que deixou de amortecer o movimento e de manter a cama aberta, solicitando a ativação da garantia. Na sequência de sucessivos pedidos da empresa, enviei fotografias, vídeos e, posteriormente, um novo vídeo e o formulário substitutivo da etiqueta do produto, cumprindo integralmente todos os elementos solicitados. Apesar disso, não foi apresentada qualquer solução técnica, reparação, substituição ou confirmação da ativação da garantia. Após vários dias sem resposta, reiterei a reclamação em 11 de julho. Em 13 de julho, a Emma voltou a solicitar fotografias, vídeo e formulário, alegando que os elementos anteriores teriam sido enviados apenas como ligações, embora o histórico da mensagem de 4 de julho identifique expressamente um ficheiro de vídeo e um PDF anexados. À data de 22 de julho de 2026, decorridos 30 dias desde a participação inicial, o processo permanecia sem resolução, diagnóstico técnico ou indicação concreta dos procedimentos a adotar, verificando-se apenas a repetição de pedidos documentais já anteriormente cumpridos.

Encerrada

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