Reclamações públicas

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J. E.
09/10/2025

Garantias e arranjos técnicos

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, expor a V. Exas. os factos abaixo descritos, com o intuito de obter esclarecimentos e apoio relativamente à atuação da empresa Fapicentro no âmbito da garantia de um equipamento adquirido, bem como quanto à correta aplicação do regime jurídico das garantias em vigor. 1. Exposição dos Factos No dia 7 de agosto de 2023, adquiri à empresa Fapicentro uma piscina, bem como uma bomba doseadora de pH. Em junho de 2025, a bomba começou a apresentar valores de pH anormalmente elevados, facto que me levou a contactar, telefonicamente, o comercial da Fapicentro, Sr. X, no sentido de resolver a situação. O referido colaborador forneceu-me algumas instruções por telefone e via Whatsapp, que não resultaram. No início de agosto, deslocou-se à minha residência, mas a anomalia manteve-se. Em 5 de agosto de 2025, voltei a contactá-lo por mensagem, informando que o problema persistia, ao que me respondeu que seria necessária a calibração da sonda. No dia 6 de agosto, questionei quem realizaria a referida calibração. No dia 7 de agosto de 2025, enviei um email à Fapicentro, relatando as várias tentativas infrutíferas de resolução e sublinhando que a avaria ocorrera ainda dentro do prazo de garantia. Sem resposta, reiterei o contacto por email em 18 de agosto, informando que desde junho vinha reportando a anomalia. Após insistência telefónica, foi agendada visita técnica apenas para 26 de agosto de 2025. No local, o técnico informou que a sonda teria de ser substituída, mas que a garantia já teria caducado, motivo pelo qual a reparação seria paga. Após a minha recusa, e após contacto do técnico com a Fapicentro, este informou-me que também a bomba estava avariada. Verificou-se, assim, que o comercial da Fapicentro já tinha conhecimento da avaria antes do termo da garantia, conforme se comprova pelos contactos anteriores e pela deslocação à minha residência em início de agosto. Após insistência da minha parte, o técnico levou a bomba e a sonda para as instalações da empresa. Em 3 de outubro de 2025, o mesmo técnico regressou à minha residência para reinstalar a bomba, informando que a substituição da sonda seria paga, por se tratar, alegadamente, de um consumível. Contudo, a embalagem da sonda indicava expressamente a existência de dois anos de garantia, motivo pelo qual manifestei a minha discordância. Perante essa insistência, o técnico acabou por instalar a sonda sem cobrança. Não me foi, no entanto, entregue qualquer documentação relativa à substituição da sonda, nem comprovativo da reparação da bomba, cuja garantia, presumo, teria sido estendida por mais seis meses. Após novo contacto meu por email, recebi da Fapicentro a seguinte resposta: “No seguimento do seu email, informo que o seu aparelho foi reparado efetivamente em garantia, por gesto comercial da Fapicentro, sob indicação do Sr. X. Como referiu, ele estava a par de toda a situação e, tendo em conta a data de finalização da garantia, a Fapicentro assumiu essa despesa, embora a máquina tenha ido para a fábrica já fora de garantia. Este gesto comercial não se traduz numa extensão da garantia do fabricante, visto que foi a Fapicentro que assumiu a reparação. Por esse motivo, não existe qualquer comprovativo da mesma, como solicita. O aparelho foi reparado e entregue sem custos, mas unicamente nesta situação; futuras assistências terão de ser pagas.” 2. Considerações e Fundamentação Da análise dos factos resulta que: 1. A Fapicentro teve conhecimento da avaria em junho de 2025, isto é, antes do termo do prazo de garantia. 2. A empresa não solucionou a anomalia dentro desse prazo, apesar de múltiplos contactos e de deslocações à minha residência. 3. O primeiro contacto formal por escrito (email) foi efetuado em 7 de agosto de 2025, precisamente na data em que se completavam dois anos sobre a aquisição do equipamento. 4. A resposta e intervenção efetiva da empresa ocorreram já após o termo do prazo, situação que não me é imputável. 3. Questões para Esclarecimento Atendendo ao exposto, venho solicitar o vosso esclarecimento quanto aos seguintes pontos: 1. O prazo legal de garantia para equipamentos de consumo em Portugal é de dois ou três anos? 2. Existem situações excecionais em que o prazo possa ser reduzido para dois anos? 3. Caso exista redução do prazo, deve essa condição constar expressamente em contrato escrito ou documento de compra? 4. Tendo a avaria sido reportada dentro do prazo de garantia, ainda que a reparação tenha ocorrido posteriormente, mantêm-se os direitos do consumidor ao abrigo da garantia? 5. Que medidas legais ou administrativas posso adotar, enquanto consumidor, face à posição assumida pela Fapicentro? 4. Conclusão Solicito, assim, o vosso apoio e orientação relativamente às medidas que me assistem no âmbito da legislação de defesa do consumidor, designadamente quanto à aplicação do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens. Agradeço, antecipadamente, a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso esclarecimento. Com os melhores cumprimentos, J.H

Encerrada
J. E.
09/10/2025

Garantias e arranjos técnicos

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, expor a V. Exas. os factos abaixo descritos, com o intuito de obter esclarecimentos e apoio relativamente à atuação da empresa Fapicentro no âmbito da garantia de um equipamento adquirido, bem como quanto à correta aplicação do regime jurídico das garantias em vigor. 1. Exposição dos Factos No dia 7 de agosto de 2023, adquiri à empresa Fapicentro uma piscina, bem como uma bomba doseadora de pH. Em junho de 2025, a bomba começou a apresentar valores de pH anormalmente elevados, facto que me levou a contactar, telefonicamente, o comercial da Fapicentro, Sr. X, no sentido de resolver a situação. O referido colaborador forneceu-me algumas instruções por telefone e via Whatsapp, que não resultaram. No início de agosto, deslocou-se à minha residência, mas a anomalia manteve-se. Em 5 de agosto de 2025, voltei a contactá-lo por mensagem, informando que o problema persistia, ao que me respondeu que seria necessária a calibração da sonda. No dia 6 de agosto, questionei quem realizaria a referida calibração. No dia 7 de agosto de 2025, enviei um email à Fapicentro, relatando as várias tentativas infrutíferas de resolução e sublinhando que a avaria ocorrera ainda dentro do prazo de garantia. Sem resposta, reiterei o contacto por email em 18 de agosto, informando que desde junho vinha reportando a anomalia. Após insistência telefónica, foi agendada visita técnica apenas para 26 de agosto de 2025. No local, o técnico informou que a sonda teria de ser substituída, mas que a garantia já teria caducado, motivo pelo qual a reparação seria paga. Após a minha recusa, e após contacto do técnico com a Fapicentro, este informou-me que também a bomba estava avariada. Verificou-se, assim, que o comercial da Fapicentro já tinha conhecimento da avaria antes do termo da garantia, conforme se comprova pelos contactos anteriores e pela deslocação à minha residência em início de agosto. Após insistência da minha parte, o técnico levou a bomba e a sonda para as instalações da empresa. Em 3 de outubro de 2025, o mesmo técnico regressou à minha residência para reinstalar a bomba, informando que a substituição da sonda seria paga, por se tratar, alegadamente, de um consumível. Contudo, a embalagem da sonda indicava expressamente a existência de dois anos de garantia, motivo pelo qual manifestei a minha discordância. Perante essa insistência, o técnico acabou por instalar a sonda sem cobrança. Não me foi, no entanto, entregue qualquer documentação relativa à substituição da sonda, nem comprovativo da reparação da bomba, cuja garantia, presumo, teria sido estendida por mais seis meses. Após novo contacto meu por email, recebi da Fapicentro a seguinte resposta: “No seguimento do seu email, informo que o seu aparelho foi reparado efetivamente em garantia, por gesto comercial da Fapicentro, sob indicação do Sr. X. Como referiu, ele estava a par de toda a situação e, tendo em conta a data de finalização da garantia, a Fapicentro assumiu essa despesa, embora a máquina tenha ido para a fábrica já fora de garantia. Este gesto comercial não se traduz numa extensão da garantia do fabricante, visto que foi a Fapicentro que assumiu a reparação. Por esse motivo, não existe qualquer comprovativo da mesma, como solicita. O aparelho foi reparado e entregue sem custos, mas unicamente nesta situação; futuras assistências terão de ser pagas.” 2. Considerações e Fundamentação Da análise dos factos resulta que: 1. A Fapicentro teve conhecimento da avaria em junho de 2025, isto é, antes do termo do prazo de garantia. 2. A empresa não solucionou a anomalia dentro desse prazo, apesar de múltiplos contactos e de deslocações à minha residência. 3. O primeiro contacto formal por escrito (email) foi efetuado em 7 de agosto de 2025, precisamente na data em que se completavam dois anos sobre a aquisição do equipamento. 4. A resposta e intervenção efetiva da empresa ocorreram já após o termo do prazo, situação que não me é imputável. 3. Questões para Esclarecimento Atendendo ao exposto, venho solicitar o vosso esclarecimento quanto aos seguintes pontos: 1. O prazo legal de garantia para equipamentos de consumo em Portugal é de dois ou três anos? 2. Existem situações excecionais em que o prazo possa ser reduzido para dois anos? 3. Caso exista redução do prazo, deve essa condição constar expressamente em contrato escrito ou documento de compra? 4. Tendo a avaria sido reportada dentro do prazo de garantia, ainda que a reparação tenha ocorrido posteriormente, mantêm-se os direitos do consumidor ao abrigo da garantia? 5. Que medidas legais ou administrativas posso adotar, enquanto consumidor, face à posição assumida pela Fapicentro? 4. Conclusão Solicito, assim, o vosso apoio e orientação relativamente às medidas que me assistem no âmbito da legislação de defesa do consumidor, designadamente quanto à aplicação do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens. Agradeço, antecipadamente, a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso esclarecimento. Com os melhores cumprimentos, J. H

Encerrada
D. P.
09/10/2025

PROCESSO WO-33425789

ASSUNTO: URGENTE - INCUMPRIMENTO TOTAL - PROCESSO WO-33425789 - NOTIFICAÇÃO FINAL Exma. Sra. Lara Marques Brandão e Equipa Worten, Venho por meio deste comunicar o meu total descontentamento e a inadmissível falta de resposta ao meu e-mail de 7 de outubro, no qual detalhei, de forma inequívoca, o vosso incumprimento reiterado. **REITERA-SE OS FACTOS, QUE PARECEM SER IGNORADOS POR VOSSA PARTE:** 1. Promessa de reembolso em 72h feita a 9 de setembro. NÃO CUMPRIDA. 2. Afirmação no vosso e-mail de 29 de setembro de que o reembolso "já terá sido efetuado". INFORMAÇÃO FALSA. 3. Ausência total de resposta ao meu e-mail de 7 de outubro, que exigia ação imediata. FALTA GRAVE DE SERVIÇO AO CLIENTE. Esta sucessão de falhas demonstra uma gestão negligente e desrespeitosa do processo, violando de forma clara os meus direitos enquanto consumidor. PERANTE ESTA SITUAÇÃO, QUE CONSIDERO ESGOTADA TODAS AS VIAS INTERNAS DE CORTESIA, EXIJO DE FORMA DEFINITIVA E INEGOCIÁVEL: 1. A execução imediata do reembolso no valor de 499,99€, com a respetiva creditação na minha conta bancária. 2. O envio, no prazo máximo de **24 horas**, do **comprovativo bancário oficial** que ateste a transação e a sua data de processamento. 3. A disponibilização de um **contacto telefónico direto** de um responsável superior pela resolução de reclamações. INFORMO QUE, face ao silêncio e inação demonstrados, NÃO HAVERÁ MAIS QUALQUER ADIAMENTO. Se até ao final do dia de hoje, 8 de outubro, não tiver recebido o comprovativo de reembolso e o contacto do responsável, procederei imediatamente ao seguinte, sem novo aviso: Formalização de queixa no Livro de Reclamações Online. Apresentação de queixa formal no Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo da vossa área. Comunicação de toda a situação, com cópia de toda a correspondência, à ASAE, por violação grosseira da Lei dos Serviços Pós-Venda e dos Direitos do Consumidor. A minha paciência e boa-fé esgotaram-se. A responsabilidade de evitar a escalada legal deste assunto é agora inteiramente vossa. Aguardo a vossa ação imediata e comprovada. Com os melhores cumprimentos, Diogo Pereira NIF: 218613784 Processo: WO-33425789

Encerrada
A. G.
08/10/2025

Recusa de reparação em período de garantia

Exmos. Senhores, Em 21/12/2023 adquiri Óculos com lentes Shamir por 1088.40€. A referência da encomenda é "3277 - Optivisão Telheiras. Sucede que este apresenta defeito: superfície das lentes com riscos (no acto de aquisição foi dito as lentes tinham tratamento anti-risco). Comuniquei-vos o problema, em 04/08/2025, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não apresenta qualquer anomalia. Exijo a substituição do produto defeituoso ou a reparação do artigo em causa. Cumprimentos.

Encerrada
T. B.
08/10/2025

Anomalia em período de garantia

Boa tarde, O carro dos meus pai ainda em período de garantia acendeu uma luz que indicava uma anomalia, deslocar-se à KIA que da indicação de que o carro não pode circular e que só conseguem ver o carro um mês e meio depois da entrega pois tem de ser alguém que está designado para o efeito. Posto isto não dão carro de substituição nem soluções apenas deixam pendurados os clientes que dependem de carro para trabalhar e que continuam a pagar as prestações sem usufruir do carro que compraram. Uma falta de respeito e empatia para com o cliente. Também eu tenho um KIA e fui eu que convenci os meus pais a comprar um, que má decisão... KIA nunca mais foi mesmo uma desilusão mesmo que tenha sido a primeira vez a ter problemas foi um problema demasiado grave para voltar a confiar nesta marca.

Encerrada
A. C.
08/10/2025

Reparação recusada

Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao meu pedido de reparação de uns AirPods, efetuado junto da Worten. O pedido foi indevidamente cancelado, com a justificação de que já teriam decorrido mais de 2 anos desde a compra, não estando assim o produto abrangido pela garantia. No entanto, de acordo com a legislação em vigor (Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro), para bens móveis adquiridos após 1 de janeiro de 2022, o consumidor tem direito a 3 anos de garantia legal, e não apenas 2. Deste modo, solicito esclarecimentos sobre a razão do cancelamento da reparação, uma vez que o prazo de 3 anos de garantia ainda não expirou no meu caso. Peço igualmente que o meu pedido de reparação seja reavaliado e tratado em conformidade com a lei. Aguardo resposta por escrito e a devida resolução desta situação.

Encerrada
A. A.
07/10/2025

Avaliação técnica inválida e falaciosa

Exmos. Senhores: Em 20/04/2025, adquiri uns Auriculares Bluetooth True Wireless Sony WF C700N, por 69.97€. A referência da encomenda é o Nº 64415929. Sucede que estes apresentaram um defeito: O estojo de carregamento "não carrega energia. A luz indicadora mantém-se vermelha, intermitentemente, sem qualquer alteração". Comuniquei-vos de imediato o problema, em 18/09/2025, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, por causa do problema detectado, o que desrespeita a legislação aplicável. Ora, "o problema de humidade". reportado pelos técnicos, é incongruente e impossível de existir, já que os auriculares têm características técnicas e funcionalidades de proteção tais como: "impermeabilidade / à prova de água / com classificação de resistência à água IPX4" (descrição do produto). A não ser que o produto tenha um defeito de fabrico... Por outro lado, em alternativa, a Linha de Apoio ao Cliente apresentou-me, por duas vezes, em duas semanas seguidas, as mesmas duas propostas: uma reparação de valor superior a cem euros, a expensas minhas, ou um bónus(?) de 10%, na aquisição de um produto idêntico novo. Qualquer uma delas me parece insultuosa, indigna e desrespeitadora dos direitos de um consumidor / cliente assíduo da Worten! De salientar ainda que fizeram e continuam a fazer "ouvidos de mercador" à minha reiterada argumentação sobre as funcionalidades de proteção do produto, mormente, a impermeabilidade, à qual acrescentei a publicidade da SONY para estes artigos:" Não precisas de te preocupar com o suor do teu treino ou de seres apanhado pela chuva"... Finalmente, como é que um problema inicial de carregamento de energia no estojo se transformou num "problema de humidade" que "não é abrangido pela garantia"? Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos sete dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Resolvida

Garantia recusada

Exmos. Senhores, Em (25/10/2020) adquiri um (Peugeot 208 puretech 1.2). Sucede que este apresenta defeito: (Defeito crónico da correia de distribuição, que vai dentro do motor). Meu carro tem 44 mil km, e ainda está dentro da garantia de 5 anos. Tendo em vista que todas as revisões foram feitas na marca autorizada. Recentemente, começou a fazer um barulho no motor que vem pelo desgaste da correia. Comuniquei-vos de imediato o problema, em (06/10/2025), para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 30 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
R. C.
06/10/2025
Emme Cozinhas

reclamação de garantia

Exmos. Senhores, Em setembro de 2021 adquiri uma cozinha com tampos em Neolith por €19,754.07. A referência da conta corrente da obra 2815. Sucede que este apresenta defeito: ao fim de algum tempo o tampo de Neolith apareceu com uma racha. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 10/08/2022, para que atuassem em conformidade, mas depois de receber resposta a pedir fotografias para reclamarem junto da fábrica nunca tive uma resposta, apesar de várias vezes prometida. Este produto tem uma garantia de 25 anos. Exijo a substituição do produto defeituoso. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
A. P.
06/10/2025

Recusa de garantia

Exmos. Senhores, Em 12/10/2022 adquiri uma casa nova. Esta contemplava entre outros electrodomésticos um Exaustor Marca Electrolux Mod. EFP129X PNC 942 022 265. O construtor foi a empresa Desvendar Sucessos, Lda - Sr. José Jubilado e a empresa responsável pelo fornecimento e montagem foi a empresa Cozitraços. Sucede que este avariou há cerca de 1 mês. O botão que liga e desliga deixou de funcionar. Depois de contactar a empresa Cozitraços, esta informou que a Electrolux não aceitou reparar por considerar que a garantia já tinha vencido. No dia 30/09/2025 (há 6 dias) enviei um mail à Electrolux a expor a minha discordância dado que a lei contempla garantia de 3 anos. Até ao momento a Electrolux não respondeu e o seu serviço de assistência via telefone 308800295 está sempre ocupado. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos e imputarei os prejuízos decorrentes. Envio em anexo mail enviado. Cumprimentos.

Resolvida

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