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Produto defeituoso assumido pela marca
Reclamação CINÁQUA (10-145) | cor 08W3 Exmos. Senhores, Acusamos a receção da vossa comunicação, cujo teor não podemos aceitar, quer pelos factos nela incorretamente interpretados, quer pela posição assumida pela CIN quanto à responsabilidade pela situação em causa. Importa, desde logo, deixar claro que a presente reclamação respeita a uma não conformidade efetiva do produto fornecido, a qual foi, aliás, expressamente reconhecida pela própria CIN, ao confirmar por escrito que a cor aplicada “está distinta – mais rosa – do que o padrão Chromaguide”. Por esse motivo, não podemos aceitar a tentativa de desresponsabilização agora assumida, nem a vossa conclusão de encerramento unilateral do processo. Acresce ainda que, antes mesmo da compra da tinta, tivemos o cuidado de adquirir testers no valor aproximado de 70,00 €, precisamente para escolher de forma informada e adequada a cor pretendida para a habitação. A cronologia dos factos demonstra, de forma inequívoca, que a situação foi reportada em tempo útil e assim que a discrepância se tornou objetivamente visível: 21/02/2026 – primeira compra da tinta; baldes lacrados, sem possibilidade de verificação prévia da cor; 27/02/2026 – início dos trabalhos de pintura; 03/03/2026 – aquando de nova compra, foi imediatamente reportada a discrepância de cor, tendo-nos sido indicado que nada poderia ser feito no momento e que seria necessário proceder a análise em laboratório; 07/03/2026 – deslocação às vossas instalações, com entrega de todos os baldes e formalização da situação. Assim, é totalmente inaceitável sugerir que a deteção foi tardia. A discrepância foi reportada logo que se tornou visível no decurso normal da aplicação, sendo impossível a sua verificação prévia com embalagens seladas. Mais grave ainda é o facto de a CIN: ter fornecido produto não conforme; ter reconhecido essa não conformidade; ter ficado na posse de produto pago por nós; e, ainda assim, afirmar que não reconhece quaisquer custos nem procederá à devolução de qualquer valor. Recordamos que foram entregues à CIN 5 litros de tinta totalmente cheios e um balde de 15 litros parcialmente cheio, todos pagos por nós. Tal posição é manifestamente abusiva e lesiva dos nossos direitos enquanto consumidores. Nestes termos, exigimos a devolução integral do montante de 748,49 €, correspondente às tintas fornecidas com cor incorreta e entretanto devolvidas. Mais informamos que não aceitamos o vosso entendimento de encerramento do processo, porquanto a situação permanece por resolver. Caso não seja efetuada a devolução do referido montante no prazo máximo de 10 dias úteis, avançaremos sem nova interpelação para os meios formais competentes, nomeadamente através da ASAE e do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo, bem como demais vias legais aplicáveis. Ficamos a aguardar a vossa resposta com caráter de urgência. Com os melhores cumprimentos, João Costa
Encomenda UAKNENASR
Exmos Senhores, Sou cliente da Sklum, já fiz três encomendas, uma, recente, ainda está por receber. Das outras duas, tive/tenho problemas em ambas. Na segunda encomenda, ficou resolvido, depois de um processo bastante lamentável, onde atropelaram a Lei do Consumidor, algo que estão a repetir com a primeira encomenda, mas de outra forma. Convém referir que só resolveram após ter feito denúncia da situação na plataforma Trustpilot, no Livro de Reclamações Electrónico e no Portal da Queixa. No que se refere à primeira encomenda: No dia 18/11/2025, comprei, entre várias outras coisas, dois sofás de jardim, 3 lugares, madeira Teca, artigo Narel, Refª 131439-272286. Detectei no dia 16/03/2026 que ambos têm problemas, um tem uma das madeiras decorativas laterais, descolada, e para o qual questionei, no dia 17/03/26, se me podiam enviar cola para eu o reparar, pois é algo que pode ser reparado, mas no outro, o problema detectado compromete a sua futura utilização, pois o sofá apresenta-se descolado numa zona estrutural. Convém ressalvar que nenhum deles foi utilizado, pois estão ambos arrecadados, ainda com as etiquetas, e protecções de embalamento, conforme provam as fotografias. Aguardavam o regresso do bom tempo para serem utilizados. Estes problemas não se devem ao transporte, pois foram verificados e não estavam assim. Vinham ambos protegidos em caixas de cartão, individuais, que não apresentavam danos, e tinham também as restantes protecções. Isto aconteceu com o passar do tempo, o que se pode dever a fraca qualidade das colas utilizadas na sua elaboração. O que me chocou foi a atitude da empresa que tentou imputar a situacão à transportadora, alegando já ter passado o tempo de incidência, de 30 dias, quando têm uma opção nas incidências, que se refere ao período pós-entrega/utilização, e foi esse campo que preenchi, após envio da ocorrência também por mail.Convém referir que, em nenhum momento, aleguei que se devia ao transporte, foi a Sklum que usou esse justificativo, ao referir que o período dos 30 dias de reclamação ao transportador já tinha sido ultrapassado. Aqui segue parte da resposta da Sklum do dia 20/03: "Oferecemos nossas desculpas pelos transtornos, mas lamentamos informar que sua reclamação por danos foi rejeitada por estar fora do prazo. Nós dependemos dos prazos de reclamação estabelecidos pelas transportadoras, os quais expiram 30 dias após a entrega. Após essa data, o sistema não nos permite abrir um processo de danos para você. Lamentamos não poder lhe dar uma resposta favorável nesta ocasião. Em relação à cola que você solicitou, recomendamos consultar um especialista que possa orientá-la sobre as opções de reparo do seu sofá. Infelizmente, a SKLUM não dispõe desse tipo de produto nem podemos fornecê-lo." Informei que deveriam abrir um procedimento de Garantia - obviamente o artigo está abrangido pela garantia de TRÊS ANOS, a contar a partir da data da entrega - a que está protegido, pela Lei do Consumidor da UE e da Lei da Defesa do Consumidor portuguesa. Segue parte da resposta da Sklum, no dia 24/03: "Informamos que, infelizmente, não é possível aceitar o seu pedido. Foram esgotados todos os processos de revisão interna para a sua encomenda e a decisão mantém-se firme. Agradecemos o tempo que nos dedicou e informamos que consideramos a gestão deste incidente concluída." Uma vez que a Sklum tentou utilizar, de forma abusiva, um expediente que eu não solicitei/indiquei (problema com a transportadora), exijo que recolham o móvel e me devolvam o valor correspondente à sua compra, pois é um artigo inútil, dado o problema estrutural. Espero que a Sklum não continue a optar por mais um triste e lamentável atropelo às várias leis que protegem os direitos do consumidor. O que eu questiono é, se temos as Leis do Consumidor, e esta empresa tem este tipo inqualificável de atitudes...imagine-se se não tivessemos. Acrescento ainda que a Sklum afirmou que estava a responder à minha avaliação sobre esta encomenda, na Trustpilot, o que é falso, pois só o fiz depois destas respostas, por parte da Sklum. Eles têm um "manual" a seguir e nem se dão ao trabalho de aplicar as devidas alterações...o que revela uma enorme falta de profissionalismo. Aguardo resolução URGENTE deste caso. Até hoje, ainda não fui contactada para resolverem este assunto, depois de terem afirmado que o fariam, na plataforma Trustpilot, no dia em que lá efectuei a reclamação. Atentamente, Mafalda Botelho
Continuação da resposta
Na sequência da minha mensagem anterior, venho acrescentar a seguinte informação, que considero essencial para a correta análise do processo. Aquando da deslocação dos técnicos ao local, foi-me expressamente indicado que o colchão apresentava um defeito de fabrico, tendo inclusive sido referido que o mesmo seria encaminhado para substituição. Mais informo que assinei o documento de intervenção, no qual ficou registada essa avaliação. Adicionalmente, foi também mencionada a necessidade de uma avaliação complementar com recurso a equipamento específico (réguas técnicas), o que reforça que a situação não foi, em momento algum, classificada como simples desgaste de utilização. Face ao exposto, solicito ainda o envio, por esta via ou para o meu email, de cópia integral de todos os relatórios técnicos associados a este processo, incluindo o da primeira intervenção realizada no local. Aguardo os devidos esclarecimentos.
Contestação à resposta – Processo OR 1482097
Exmos. Senhores, Acuso a receção da vossa comunicação relativa ao processo de assistência técnica com a referência OR 1482097. Contudo, não posso concordar com a conclusão agora apresentada, uma vez que a mesma contraria expressamente a informação que me foi transmitida no momento da avaliação técnica realizada ao colchão. Importa referir que os técnicos que se deslocaram ao local para proceder à análise do produto informaram, de forma clara, que se tratava de um problema de fabrico, tendo inclusive indicado que seria dada continuidade ao processo para substituição do colchão. Neste sentido, causa-me estranheza e preocupação que, após essa avaliação presencial, seja agora apresentada uma conclusão totalmente distinta, sem qualquer justificação plausível para essa alteração de posição. Adicionalmente, o problema em causa não corresponde a um desgaste normal decorrente da utilização, mas sim a uma evidente perda de conformidade do bem, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, não assegurando o produto a qualidade, durabilidade e desempenho expectáveis. Face ao exposto, solicito a reavaliação urgente da situação, bem como o cumprimento da indicação inicialmente prestada pelos vossos técnicos, no sentido da substituição do colchão ao abrigo da garantia. Caso não seja apresentada uma solução célere e adequada, reservo-me o direito de avançar com reclamação formal através do Livro de Reclamações Eletrónico e recorrer às entidades competentes de resolução de litígios de consumo. Aguardo resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Ana Peixoto
TV Hisense avariou em garantia
Exmos. Senhores, Em 4 de Outubro de 2024 adquiri uma TV Hisense. Passado cerca de um ano, em Outubro 2025 o aparelho começa a apresentar riscos e defeitos na imagem. Reclamação feita junto da loja que participa ao fabricante. No dia 28 de Outubro 2025, a Hisense pediu, por e-mail, fotos da falha, da factura e do n.º de série, o que foi de imediato facultado. O fabricante não agendou visita ao local nem solicitou que o aparelho fosse entregue para avaliação técnica. Após insistência minha por ausência de resposta, a Hisense responde, no dia 21 de Novembro, a informar que o "diagnóstico é quebra de painel causada externamente, fora da garantia." Num segundo e-mail, afirma "que realmente em casos de ecrã partido, não entra como garantia, e a marca não se responsabiliza por esta averia" O aparelho não apresenta quaisquer danos. Em nenhuma das fotos apresentadas é possível verificar qualquer dano ou quebra no aparelho. Após mais insistência minha, a Hisense envia duas pequenas fotos da TV com setas desenhadas pelo fabricante a indicar que, passo a citar, "Neste caso específico, tudo está perfeitamente claro: o televisor apresenta um dano físico, o que não é coberto pela garantia. O impacto é claramente visível na fotografia, que também está anexada ao mesmo relatório." O equipamento não apresenta qualquer quebra ou danos. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 10 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Falta de fornecimento de peça e imobilização prolongada de viatura Violação de dever de assistência
Assunto: Falta de fornecimento de peça e imobilização prolongada de viatura – Violação de dever de assistência Eu, Paula Santana, venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à viatura Renault Grand Scénic 2019, atualmente imobilizada desde dezembro de 2025, devido à necessidade da peça com a referência 210479366R. Apesar de múltiplos contactos com oficinas autorizadas da marca Renault, tanto em Portugal como noutros países europeus, foi-me sempre transmitido que a peça pode ser encomendada, porém não existe qualquer previsão de entrega, situação que se mantém há vários meses. Importa salientar que: - A viatura encontra-se totalmente inoperacional - Trata-se de um bem essencial, sendo utilizado como instrumento de trabalho - A situação já me causou prejuízos financeiros significativos Nos termos da legislação aplicável, nomeadamente o Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens, o fornecedor tem o dever de assegurar a conformidade do bem, incluindo a obrigação de garantir a disponibilidade de peças e assistência técnica por um período razoável. Adicionalmente, de acordo com a Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96), o consumidor tem direito à qualidade dos bens e serviços, bem como à proteção dos seus interesses económicos, não sendo admissível que um bem desta natureza fique inutilizado por tempo indeterminado por incapacidade da marca em fornecer componentes essenciais. Face ao exposto, venho por este meio exigir: 1. A indicação de um prazo concreto e definitivo para o fornecimento da referida peça 2. Em alternativa, a apresentação de uma solução técnica equivalente que permita a reparação da viatura 3. A análise da situação para efeitos de eventual indemnização pelos prejuízos causados 4. Uma resposta formal no prazo máximo de 10 dias úteis Informo que, caso não seja apresentada uma solução célere e adequada, bem como considerar outras vias legais para salvaguarda dos meus direitos. Sem outro assunto de momento, aguardo resposta urgente. Com os melhores cumprimentos, Paula Santana
Recusa infundada de garantia
Exmos. Senhores, Em 16/10/2024 adquiri um/uma Smart Watch SPC Smartee Duo por 39.99€. A referência da encomenda é 0000596460009. Sucede que este apresenta defeito: Falha no LCD apresentando ricas verticais no ecrã onde os pixeis não funcionam. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 29/12/2025, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 15 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Troca/devolução produto avariado
No dia 22-09-24 comprei dois catalisadores neste site, e no dia 22--05-25 um deles deixou de funcionar. No dia 01-06-25 enviei a informação e pedi para ativar a garantia. Somente dia 08-07-25 depois de muitos pedidos para ativar a garantia o equipamento foi levantado, voltou funcionando no dia 08-09-25 e passado nem uma semana deixou de funcionar, no dia seguinte informei que voltou a ter o mesmo problema assim como voltei a fazer este pedido para ir novamente para a garantia. Desde então o outro equipamento deixou de funcionar e a empresa não responde aos meus pedidos e estou com dois equipamentos que não funcionam. Fiz uma reclamação no livro de reclamação online, e a resposta para a plataforma foi imediata, mas não trocaram o produto e o contato para resolver a situação foi nenhum. No dia 24/02/26 voltei a contactar a a empresa na tentativa de tentar resolver a questão, e a resposta veio depois de muita insistência , e o motivo para não terem avançado com a troca/devolução dos produtos é que o email foi devolvido, facultei novo email e até a data de hoje não fui contactada. A newsletter da empresa recebo com frequência por isso o contacto por esta via é possível. tenho falado pelo contato 963783927, e desde o dia 20/03 nunca mais recebi nenhum tipo de contato. Preciso mesmo de resolver esta situação pois se arrasta por muito tempo, e eles estão negando o um direito de consumidora, e sendo que já foi para a garantia e voltou a ter o mesmo problema em poucos dias, peço troca por um produto novo ou reembolso.
Reembolso de produto nao arranjado
Exmos. Senhores, Em 31/05/2025 adquiri um iphone 13 pro recondicionado. A referência da encomenda é WO-36032525 Em 31/05/2025 recebi o vosso produto, mas sucede que este apresenta defeito: -bateria a sobreaquecer e camera com defeito (com linhas verdes e manchas mangentas) Comuniquei-vos de imediato o problema, em 8/03/2026, para que procedessem à reparação. Recebi o artigo reparado a 19/03/2025, contudo, mantém-se o mesmo defeito, o que comuniquei de imediato. Após ir uma segunda vez para reparação, tive que esperar mais 13 dias para no dia 02/04/2026 me dizerem que o meu aparelho não tem reparação, pelo que pedi reembolso imediatamente (eles queriam colocar o valor num cartão presente porque me recuso a comprar outro aparelho na worten). Se esse valor não for reembolsado até dia 9 de abril ( 5 dias úteis desde o dia que pedi o reembolso) considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo que terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Reparação ineficaz de equipamento após diversas idas à garantia
Exmos. Senhores, No dia 14 de setembro de 2024 adquiri um portátil Acer Nitro AN16-41. A partir de janeiro de 2026 o equipamento começou a apresentar dois problemas: o primeiro, mais comum e de mais fácil replicação, "blue screen of death" com stop codes variados virtualmente sempre que o equipamento era iniciado, entrando em modo de recuperação automática até dizer que não foi capaz de resolver o problema e permitir posteriormente prosseguir para o Windows; o segundo, mais problemático mas de mais difícil replicação, crashes aleatórios enquanto o equipamento era utilizado. O problema foi vos comunicado no início de fevereiro, tendo sido a primeira vez que o equipamento foi levado para a garantia, para que procedessem à reparação. Recebi o artigo reparado em 18/02/2026, com indicação que o sistema BIOS tinha sido restaurado por parte dos técnicos. Contudo, o problema manteve-se exatamente igual, tendo levado novamente o equipamento para nova ida à garantia no dia 22/02/26, onde desta vez afixamos ao pedido de reparação fotografias com as diversas vezes que a anomalia surgiu sempre que iniciava o equipamento a cada utilização. O equipamento foi levantado dia 11/03/26, com indicação que a placa mãe tinha sido substituída, juntamente com uma recuperação do software do sistema, existindo também uma nota por parte dos técnicos de que após os devidos testes de funcionamento o equipamento demonstrou ter o seu problema resolvido. No entanto, nesse mesmo dia, após iniciar pela primeira vez o equipamento, a anomia persistia novamente, exatamente igual e sem qualquer melhoria. À terceira ida à loja no dia 17/03/26, comuniquei que o problema não tinha sido resolvido e que como tal, desejaria a devolução do valor do equipamento, tendo inclusivamente iniciado o equipamento na presença de um colaborador, que testemunhou a existência desta anomalia. O equipamento foi levantado no dia 01/04/26 com a indicação de que o sistema foi submetido a nova correção e reparo, tendo uma nota dos técnicos que o problema reportado não conseguiu ser replicado e detetado, mesmo o equipamento tendo estado, alegadamente e passo a citar, em funcionamento durante uma semana e sendo submetido a testes exaustivos, não tendo sido aceite o pedido de reembolso. Curiosamente nesse mesmo dia voltei a experienciar exatamente a mesma anomalia ao iniciar o equipamento, bem como diversos crashes no sistema ao longo do dia. Em anexo, deixo provas fotográficas, com a data em que foram feitas, de que a anomalia continuou a persistir, mesmo nos próprios dias em que o equipamento foi levantado, após cada uma das 3 "reparações". Em todo o processo, sempre foi comunicado o quão importante este equipamento é para mim, já que tinha um uso diário de cerca de 10h, indispensável para a minha atividade profissional, bem como a ausência da minha parte de um equipamento substituto. Fui paciente durante o processo, que até agora demorou 2 meses e 6 idas à loja, mas atingi o limite. Para mim enquanto cliente, é bastante claro que não conseguem reparar o equipamento, pelo que exijo devolução do valor pago pelo mesmo, exigindo também que se pronunciem no prazo máximo de 7 dias. Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo que terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
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