Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
V. A.
10/11/2025

Reclamação 168017

Estimados Senhores Sou vosso cliente e sou dos que gratuitamente faz publicidade da Vossa Marca. E faço-o pois depois 58 anos de condutor e de dezenas de veículos adquiridos das mais variadas marcas, encontrei na Hyundai aquilo que considero ser fiabilidade. Meu primeiro carro à vossa marca adquirido foi um Tucson 46-UP-68 que ficou em nome de uma empresa (Símbolo Literal) no qual fiz cerca de 130 mil km sem problemas, e se algum houve, de imediato foi ao abrigo da garantia resolvido. Satisfação total, ao ponto de o trocar por outro mais recente BC-49-AF. Entretanto adquiri para uma filha o I10 de matrícula BP-01-HV que se evidenciou como uma bela aquisição ao ponto de três meses depois vir a adquirir mais um I10 desta vez o N de matrícula BU-43-DF. Ou seja, não restarão dúvidas a ninguém da minha fidelidade á Marca Hyundai !!! Pois é, mas para minha enorme surpresa fui ontem confrontado com uma situação que imaginava impossível na Hyundai, mas habitual noutras marcas. O que pretendo reclamar é nem mais nem menos o seguinte: No meu atual Tucson, carro que se encontra absolutamente imaculado e que é lavado a mão todas as semanas ( aliás todos os meus carros não entram em máquinas automáticas) reparei há dias ter o aro de plástico escuro da porta traseira do lado direito que contorna a roda, está muito ligeiramente levantado. O carro não tem um arranhão, um risco nem uma moça em lado nenhum e não sofreu nenhum impacto que pudesse provocar que está peça se soltasse ou partisse. Dirigi-me a um Concessionário aqui do Porto, concessionário esse que representa talvez 90% das marcas disponíveis no mercado nacional, onde por sinal tenho feito as assistências, na expectativa de que me fosse resolvido o assunto. Para minha enorme surpresa e total desgosto, fui informado que sem explicação aparente um apoio / mola da peça estaria partida, e que só substituindo toda a peça plástica teria solução, MAS QUE NÃO ESTAVA AO ABRIGO DA GARANTIA por se tratar de plástico. Meus Senhores, a ser verdade, o que ainda admito não ser bem assim, acho inacreditável o que ouvi, e por este meio venho respeitosamente solicitar a Vossa intervenção e solicitar que encontrem solução para um problema que nada tem a ver com mau uso, mas somente com defeito de fabrico. Na expectativa de vossas notícias, fico antecipadamente grato pela solução que certamente encontrarão de forma a manter satisfeito um cliente que vos tem prestigiado com a sua escolha. Atenciosamente Vasco de Azeredo Pinto e Melo —— Em última resposta recebi o seguinte mail: Exmo. Sr. Vasco de Azeredo Pinto e Melo, Agradecemos o seu contacto e, sobretudo, a confiança e fidelidade que tem demonstrado à marca Hyundai ao longo dos anos. Após análise da situação com o Reparador Autorizado Hyundai, Caetano Energy - Porto, confirmamos que o encaixe do friso na fixação do parafuso se encontra partido, não tendo sido identificado qualquer defeito de fabrico ou de material. Compreendemos o transtorno e lamentamos o incómodo que esta situação possa causar, no entanto, de acordo com as condições gerais de garantia, esta situação não se enquadra na cobertura de garantia Hyundai, dado tratar-se de uma peça partida e não com defeito. Agradecemos, uma vez mais, o seu voto contínuo de confiança na Hyundai. Qualquer questão adicional, não hesite em contactar-nos. Gratos pela atenção dispensada, despedimo-nos apresentando os nossos melhores cumprimentos. 1762790306637000_749860525.png Apoio ao Cliente Hyundai www.hyundai.pt  Hyundai Portugal S.A. —- A peça não tem o encaixe partido, pois não sofreu qualquer tipo de pressão que o originasse, e se o tem, confirma que foi por deformação natural que a peça sofreu, por falta de qualidade da mesma, e como tal tinha de estar ao abrigo da anunciada garantia de sete anos.

Resolvida
V. M.
10/11/2025

Reclamação e pedido de anulação do negócio – Processos n.º 13016557, 12672504 e 13405784

Assunto: Reclamação e pedido de anulação do negócio – Processos n.º 13016557, 12672504 e 13405784 Exma. Srs. Em seguimento dos processos acima referidos, venho por este meio apresentar reclamação formal relativa à compra da viatura adquirida na Santogal, solicitando a anulação do negócio e a devolução integral do valor pago, antes de avançar para os meios legais competentes. A viatura foi-me entregue com a bateria completamente partida (suporte danificado), apesar da garantia do Sr. Ricardo Norinho de que tinha sido “totalmente revisionada” — facto que se revelou manifestamente falso. Desde o primeiro dia, a viatura apresentou problemas de utilização, tornando-a imprópria para o uso e demonstrando que foi vendida deficiente e em condições inaceitáveis. A viatura foi então enviada para a JOP para reparação, sem que tivesse recebido qualquer pedido de desculpas ou compensação, ficando privado do uso da mota logo após a compra. Posteriormente, constatei que o problema não tinha sido devidamente resolvido: a aplicação deixou de funcionar e a bateria ficou encravada, impedindo a sua extração. A pedido da Santogal, a mota foi novamente enviada para a JOP, tendo sido comunicada a conclusão da reparação. No entanto, após alguns minutos de utilização, a bateria voltou a ficar presa, impossibilitando o carregamento em casa, e a aplicação continuou sem funcionar — aplicação essa vital para a monitorização e segurança da viatura, cuja ausência compromete o normal funcionamento e utilização da mesma. Contactei de imediato a Santogal, informando que o problema persistia. Para minha surpresa, recebi um e-mail do Sr. Ricardo Norinho (do qual possuo prova), afirmando: “Já ajudamos no que podíamos, escusa de trazer a mota para cá que tenho ordens superiores para não a receber.” Fiquei estupefato com a postura da Santogal, pois apesar da situação não se ter alterado e do reparo não ter surtido efeito, a assistência e o tratamento prestado foram insuficientes e desrespeitosos. A mota, devido à impossibilidade de circular, foi enviada por reboque às instalações da Santogal no Porto. Pouco depois, fui contactado pelo seguro, que me informou — também com prova escrita — que a Santogal tinha dado ordens expressas ao reboque para retirar a mota das instalações, alegando que “não queriam saber mais do assunto” e que “já tinham ajudado muito”. Perante esta recusa categórica da Santogal em receber a viatura, instruí o reboque para a deixar na SEAT JOP do Porto, onde a mota permanece desde maio de 2025, situação esta resultante única e exclusivamente da recusa e inércia da Santogal. Cumpre sublinhar que a viatura, à data, estava coberta pela garantia da marca e também pela garantia Santogal, a qual foi simplesmente ignorada, apesar de a viatura se encontrar ainda dentro do período de garantia da Santogal. Existem provas claras de que a viatura foi vendida com defeito, com problemas de utilização desde o primeiro dia, pelo que a Santogal tem responsabilidade direta e incontroversa neste processo. Apresentei queixa por escrito nas instalações, sendo ainda tratado de forma desrespeitosa por elementos da equipa comercial. Chegaram a referir que “até ajudaram quando o suporte estava partido aquando da venda”, ao que respondi: “Então a mota foi revista de alto a baixo e não viram que o suporte estava partido ao meio?” Ao que o Sr. Ricardo respondeu que isso só aconteceu porque eu “pedi muito”. Retorqui: “Então vendem uma mota com a bateria toda partida e não haviam de reparar? Ainda por cima afirmaram que a viatura tinha sido revista.” A resposta seguinte foi absolutamente inacreditável: “Olhe que ninguém queria reparar isso... fui eu que o ajudei.” Fiquei completamente incrédulo ao ouvir esta resposta, reveladora de uma total falta de profissionalismo e de respeito pelo cliente. Para ativar a garantia de fábrica, tal como sugerido pela Sra. Carmo Gama, em resposta a uma das queixas/processos supra referidos, a SEAT JOP solicitou as faturas das revisões anteriores e posteriores à venda. Entreguei prontamente as faturas que possuía, mas as restantes nunca foram enviadas pela Santogal, apesar das sucessivas promessas, impedindo assim a utilização da garantia de fábrica da viatura. Na última queixa online apresentada, a Sra. Carmo Gama informou-me que iria entrar em contacto comigo para proceder à entrega das faturas e provas de revisão, o que nunca aconteceu — configurando mais uma falha por parte da Santogal. A JOP manifestou mesmo suspeitas quanto à veracidade das revisões alegadamente realizadas, uma vez que, tratando-se de um veículo elétrico, essas revisões deveriam constar no sistema interno da viatura, o que não se verifica. As únicas revisões registadas são as que eu próprio realizei. Por esse motivo, e devido à inércia — propositada ou não — da Santogal, perdi o prazo para ativação da garantia de fábrica, ficando a viatura sem cobertura e sem reparação desde maio. Mais recentemente, a JOP informou-me de que irá começar a cobrar estadia pela viatura, consequência direta da falta de envio das faturas por parte da Santogal. Além disso, fui informado de que a garantia de fábrica não poderá ser ativada devido ao decurso do prazo, ultrapassado precisamente por causa desse atraso. Em suma, perdi a garantia de fábrica devido à inércia da Santogal, o que considero uma grave violação dos meus direitos enquanto consumidor. Recordo que adquiri esta mota com grande esforço pessoal e tenho vindo a pagar 100 € mensais desde a compra, sem praticamente usufruir da viatura. Deste modo, a anulação do contrato e a devolução do valor pago são a única solução possível, uma vez que a viatura se encontra sem garantia de fábrica e sem condições de utilização desde a sua compra. Relembro que a viatura foi adquirida no dia 05/04/2024 e, portanto, ainda se encontra dentro do período de garantia da Santogal, pelo que a responsabilidade sobre a situação é integralmente da Santogal. Solicito, por isso, uma resolução célere deste processo, antes de proceder à divulgação pública da situação (revistas da especialidade, plataformas da DECO e restantes meios legais), bem como à ação judicial necessária à defesa dos meus direitos. Sem outro assunto de momento, Com os melhores cumprimentos, Vasco Machado

Encerrada
V. F.
10/11/2025

Falta de resposta

No dia 29/10 comprei na plataforma da Vinted um disco duro, novo com etiqueta ao utilizador espanhol desire3019. Recebi o disco dia 05/11, cliquei na opção "Está tudo ok" porque como nunca tive problemas, até agora, com o que recebi, não desconfiei de nada, o disco vinha bem protegido e não lhe vi nenhum problema. Só passado 2 dias, quando o liguei ao meu computador, é que me apercebi que o disco apresentava um defeito, faz aquilo barulho típico dos discos avariados, os cliques constantes. Contatei o vendedor explicando a situação, fiz um vídeo demonstrando a avaria, mas este nunca respondeu. Como o disco tem data de fabrico de 16/12/2024, encontrando-se em garantia, pedi a fatura. Não obtive nenhuma resposta, de certeza que me bloqueou. A ajuda da Vinted é nula, para eles desde que se clica em "Está tudo bem", perde-se qualquer direito de reclamação. Venho por este meio verificar quais os meus direitos e a possibilidade de reaver o dinheiro que perdi com esta compra.

Encerrada
D. R.
08/11/2025

Reparação ineficaz

Exmos Senhores, Venho por este meio fazer-vos parte do péssimo serviço que a empresa que assegura as reparações da vossa marca na zona onde habito, distrito de Braga, fez nas várias intervenções na placa de indução que comprei. Falo da empresa CATE em Vila Nova de Famalicão. Por 2 ou 3 vezes levaram a placa para testes e numa delas, supostamente, mudaram um módulo. O problema continuou, a placa desliga-se. Pedi ajuda à SMEG Portugal pois a placa veio arranhada, não estava assim quando a levaram, e o serviço cliente tomou partido da empresa. Tenho apenas um relatório da intervenção, da última vez nem me explicaram o que fizeram. A garantia acabou e estou novamente com a placa a desligar-se. Nunca pensei que tivessem uma assistência tão fraca. O problema agora é que nem sei a quem recorrer. Tenho outros eletrodomésticos da marca, os quais me arrependi profundamente de ter comprado. Bem se diz que um bom serviço cliente tem é um dos fatores mais importantes na hora da compra. Pena que só compreendemos isso quando precisamos.

Encerrada
A. A.
08/11/2025
Motocarlitos

Recusa de Garantia Stand

Comprei uma mota usada no stand Motocarlitos, situado na Avenida João XXI, n.º 701, Vila Nova de Famalicão, com o contacto +351 964 789 545 e e-mail motocarlitosauto@gmail.com , no dia 16 de outubro de 2025, pelo valor de 1.620 €. Logo nos primeiros dias, surgiram problemas graves: a embraiagem não permite colocar a mota em ponto morto com o motor ligado e a mota tende a deslocar-se para a direita durante a condução. Levei o veículo novamente ao stand para reparação, onde ficou durante dois dias. Quando a fui buscar, os mesmos problemas persistiam, sem qualquer melhoria. Voltei a reportar a situação, mas o stand recusou reconhecer os defeitos, afirmando que “a mota não tinha nada”, apesar de eu ter demonstrado claramente os sintomas. Além disso, foi-me pedido o e-mail e número de contribuinte para o envio da fatura, que nunca me foi entregue, e não recebi qualquer documento relativo à reparação efetuada, o que constitui incumprimento das obrigações legais de documentação comercial e de assistência técnica. Após essa visita, surgiu ainda um novo barulho de vibração na parte dianteira, mesmo a baixa aceleração, o que demonstra agravamento do estado do veículo. Trata-se, portanto, de um bem com falta de conformidade, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, artigo 13.º, por apresentar defeitos que afetam o uso normal e seguro do veículo e que não foram reparados num prazo razoável. Exijo a resolução do contrato e a devolução integral do valor pago, uma vez que o bem não se encontra em conformidade com o contrato de compra e venda. Anexo comprovativos do pagamento, documento provisório do veículo e registo do seguro em meu nome, efetuado no próprio dia da compra.

Resolvida

Garantia de peça ou devolução do dinheiro da compra

Exmos. Senhores, Em (08-11-2025) adquiri um/uma (rura waz AR INTERCOOLER astra gtc 1 . 6 cdti 13345557) por (108,00). A referência da encomenda é (6022678) Sucede que este apresenta defeito: ( a peça se encontra com rachaduras que impedem o funcionamento correto do veículo, foi testado por uma oficina mecânica da qual me informou que com a peça comprada o carro não pode funcionar corretamente). Comuniquei-vos de imediato o problema, em (26-10-2025), para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos (14) dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
M. M.
08/11/2025

Falta de comunicação

Exmos. Senhores, Em 01-11-2024 adquiri uma Trotinete Elétrica Ix7 Pro, vendida por Supersmart, no Marketplace da Worten, cujo número de referência da encomenda é 62911173. Recebi o vosso produto em bom estado, no prazo de entrega e sem qualquer problema aparente. Com o passar do tempo, partiu-se repentinamente a peça que fornece apoio à trotinete (vulgo “descanso”), o que impossibilita o seu uso de forma segura, uma vez que a trotinete fica apoiada nesse suporte quando se encontra aberta. Comuniquei-vos de imediato o problema, em junho, enviando-vos as fotos solicitadas no passado dia 16-06-2025, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o defeito não tem reparação. Como solução para o problema, informaram da possibilidade de fazer a devolução do produto, bem como do valor pago pelo mesmo. Concordei com a solução proposta em 13-08-2025 após algumas trocas de e-mails com o intuito de perceber como funciona o processo de devolução da empresa. No dia 14-08-2025 responderam-me a informar que precisavam das fotografias da trotinete embalada, o que enviei com o atraso de um mês, nomeadamente no dia 16-09-2025, em virtude de ter dificuldades para encontrar embalagem para o produto. Ora, já faz quase 2 meses que me encontro sem qualquer comunicação por parte da empresa, sem a recolha do produto defeituoso e sem que o valor pago pelo mesmo fosse devolvido. Exijo que procedam à devolução imediata do preço, bem como que recolham o produto defeituoso, caso contrário tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
P. G.
07/11/2025

Recusa de garantia

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao processo de assistência técnica do meu Google Pixel 8 (256 GB, cor Obsidiana), adquirido através da Google Store. 1. Motivo do pedido No dia 25 de outubro de 2025, ativei a garantia do meu dispositivo devido a um defeito intermitente no ecrã, caracterizado por uma linha vertical magenta que surge e desaparece aleatoriamente. O equipamento nunca sofreu quedas, impactos ou danos físicos, tendo sido sempre utilizado com proteção e em perfeitas condições. 2. Resposta inicial da Google Em 29 de outubro de 2025, recebi informação do centro de reparação da Google de que: Não foi detetado qualquer problema no ecrã; Foram alegadamente encontradas fissuras na câmara e danos na porta do cartão SIM; Por esse motivo, a garantia foi recusada, sendo-me proposta uma reparação paga no valor de 135 €. De imediato, contestei esta avaliação, enviando fotografias e vídeo que comprovam a inexistência de qualquer dano físico. O equipamento foi-me devolvido em perfeito estado, sem fissuras ou anomalias visíveis. 3. Contradições e versões divergentes Nos dias seguintes, mantive contacto com o apoio técnico da Google, tendo recebido várias versões contraditórias sobre o mesmo caso: Primeiro, foi-me dito que existiam danos na câmara e na porta SIM; Depois, que o problema residia afinal em danos na malha inferior do altifalante; Nenhum destes motivos está relacionado com o defeito efetivamente reportado – o do ecrã. Esta sucessão de justificações incoerentes demonstra falta de rigor técnico e transparência no processo de avaliação. 4. Fundamentação legal A existência de um eventual dano exterior sem relação causal com o defeito reportado não pode ser utilizada como fundamento para recusar a cobertura da garantia. A decisão comunicada pela Google, de recusar a reparação do ecrã com base num alegado dano externo sem relação com o problema, penso que viola os direitos do consumidor previstos na legislação europeia e nacional. 5. Pedido Foi solicitado a reavaliação técnica independente do equipamento, focada exclusivamente no defeito do ecrã; Em alternativa, o envio integral do relatório técnico detalhado e das fotografias originais em alta resolução utilizadas pela Google para fundamentar as alegações de dano; Uma explicação formal para as contradições entre as comunicações de 29/10, 30/10 e 04/11. Nada foi enviado. 6. Considerações finais O meu único objetivo é que esta situação seja resolvida de forma justa, transparente e coerente, respeitando os direitos do consumidor e as boas práticas de pós-venda. O meu Google Pixel 8 encontra-se dentro do período de garantia legal (até 07/11/2025), pelo que a Google tem a obrigação de assegurar a reparação gratuita do defeito de fabrico no ecrã. Agradeço a atenção dispensada em anexo envio a troca de email com a assitencia da Google, inclusive uma troca de mensagens Chat. Cumprimentos

Encerrada
D. R.
06/11/2025

Garantia

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relacionada com a viatura que adquiri junto da Flexicar Portugal em dezembro de 2024, tendo como fundamento graves inconformidades no cumprimento da garantia acordada no momento da compra. No ato da compra, foi-me inicialmente prometida uma entrega rápida, mas essa não foi cumprida devido à alegada ausência de um filtro de partículas, situação que me obrigou a aguardar até 31 de janeiro de 2025 pela entrega do veículo. No momento da assinatura do contrato, em dezembro, assinei duas folhas A4 que me foram apresentadas como correspondendo à garantia da viatura. Contudo, aquando da entrega efetiva em fevereiro, foi-me pedido que entregasse esses documentos para serem substituídos por duas novas folhas A4. Na altura, não me foi explicada qualquer implicação relevante desta troca. Só agora percebo que esta substituição teve impacto direto nas condições da garantia, em particular no que respeita aos limites de cobertura aplicáveis a viaturas com mais de 8 anos, que passaram a ser substancialmente mais restritivos. Na verdade, só na entrega do carro é que me foi facultado o acordo da seguradora com a Flexicar. Logo no dia seguinte à entrega da viatura, no dia 1 de fevereiro, acendeu-se a luz de avaria do motor. A viatura foi levada à oficina por indicação da Flexicar, que apagou a luz sem proceder a qualquer reparação efetiva. Apenas dois meses após a entrega, o carro começou repetidamente a indicar necessidade de reposição de óleo. Ao deslocar-me a uma oficina independente, foi-me transmitido que existiam anomalias no turbo e no motor, com impacto direto no consumo de óleo. Esta avaliação foi, entretanto, confirmada pela seguradora, que informou ter sido verificado um consumo de óleo de 1,47 litros por cada 1.000 km, valor claramente anómalo e incompatível com um funcionamento regular. Submeti o orçamento da reparação à entidade responsável pela garantia, tendo sido informado de que o limite máximo por intervenção é de apenas 1.750 € (IVA incluído), valor manifestamente insuficiente para a reparação integral. Mais grave ainda, foi-me solicitado que assinasse uma autorização condicional assumindo a responsabilidade pessoal pelo valor remanescente. A Flexicar anunciou e entregou esta viatura com garantia de 3 anos, pelo qual paguei mais 790€ por uma garantia considerada premium, tendo o contrato sido celebrado com base nesse compromisso. A tentativa de transferir essa responsabilidade exclusivamente para a seguradora e para o cliente representa, a meu ver, uma violação clara do dever de conformidade previsto no Decreto-Lei n.º 84/2021, que determina que o vendedor é responsável pelas faltas de conformidade durante o período de garantia legal. Nestes termos, solicito que a Flexicar assuma a responsabilidade pela totalidade da reparação da viatura, sem encargos adicionais para mim, conforme previsto na garantia contratual e legal. A não assunção dessa responsabilidade anula, na prática, qualquer valor associado à palavra “garantia” no processo de venda, sendo incompatível com os direitos básicos do consumidor.

Encerrada
G. F.
06/11/2025

Reclamação Serviço Tecnico

Exmos. Senhores, No dia 13/10/2025, solicitei através da linha de apoio ao cliente uma intervenção técnica ao abrigo da garantia do meu televisor Hisense, tendo sido aberta a ordem de serviço 215142444. Em 15/10/2025, a empresa Circuit Crafters, em nome da Hisense, deslocou-se à minha residência para averiguar a situação reportada. O técnico confirmou a avaria e procedeu à recolha do equipamento para reparação. Após alguns dias, voltei a contactar o serviço técnico da Hisense e fui informado de que a televisão não tinha reparação possível, pelo que seria emitido um RMA para proceder à recolha de uma nova unidade junto da loja onde adquiri o produto. Verifiquei, entretanto, que a loja PRINFOR já não existe, facto que comuniquei novamente ao serviço técnico da Hisense. Até à presente data (06/11/2025), continuo sem qualquer indicação sobre quando e como será efetuada a entrega da televisão, apesar dos inúmeros contactos telefónicos realizados. A resposta tem sido sempre a mesma: “o processo está entregue ao departamento de devoluções e será solicitado esclarecimento”. Recordo que a minha televisão foi recolhida em 15/10/2025 e, desde então, estou sem equipamento. Exijo a entrega imediata de uma televisão (reparada ou nova), ao abrigo da garantia. Caso tal não ocorra, considerarei o contrato incumprido da vossa parte e tomarei todas as medidas necessárias para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Gil Fernandes

Resolvida

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.