Reclamações públicas

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A. C.
21/08/2026

Reparação ao abrigo da garantia

Reclamação — Máquina de lavar roupa Bosch com manchas persistentes e assistência técnica inconclusiva Venho apresentar uma reclamação formal relativamente a uma máquina de lavar roupa Bosch adquirida na Worten em dezembro de 2025, que, poucos meses depois da compra, começou a apresentar um problema grave e persistente: mancha roupa durante as lavagens, deixando marcas que não saem. O problema começou a manifestar-se em fevereiro/março de 2026. Inicialmente, e numa tentativa de resolver a situação por minha iniciativa, admiti que pudesse estar relacionado com o detergente, o amaciador ou a quantidade utilizada. Testei diferentes marcas, alterei as doses e procurei perceber se existia alguma relação entre os produtos utilizados e as manchas. O problema manteve-se. Posteriormente, procedi à limpeza da gaveta de detergente/autodosagem, do filtro e do próprio tambor da máquina. Mais uma vez, sem qualquer resultado. Ou seja, antes de recorrer à garantia, foram feitas várias tentativas razoáveis para excluir as causas mais óbvias e relacionadas com a utilização normal do equipamento. Perante a persistência do problema e o prejuízo crescente em roupa, no dia 27 de julho de 2026 solicitei uma reparação ao abrigo da garantia junto da Worten, tendo o processo sido encaminhado para a Bosch. Foram inclusivamente disponibilizadas fotografias de várias peças de roupa manchadas, precisamente para documentar o problema. No dia 19 de agosto de 2026, deslocou-se à minha residência um técnico encaminhado pela Bosch para avaliar a máquina. E é aqui que a situação se torna particularmente incompreensível. Durante a visita, ficou evidente que o técnico tinha pouca experiência com este tipo de situação, tendo inclusivamente necessitado de contactar telefonicamente colegas para lhe indicarem os procedimentos a seguir. Ainda assim, após essa avaliação, apresentou como suposta explicação para o problema a existência de uma “reação química” entre produtos cosméticos, como cremes corporais, e a cuba da máquina. Esta explicação é, no mínimo, manifestamente insuficiente e não foi acompanhada de qualquer demonstração técnica, análise, teste ou evidência que permita estabelecer uma relação causal entre cosméticos e as manchas. Mais importante: os próprios factos do caso tornam essa explicação extremamente difícil de sustentar. As peças afetadas pertencem a diferentes elementos do agregado familiar e incluem, entre outras, roupa, toalhas de mesa e panos de cozinha. A roupa de cozinha e de limpeza nem sequer é lavada juntamente com a roupa pessoal da família. Portanto, a tentativa de atribuir o problema a uma suposta contaminação por cosméticos não explica sequer a diversidade das peças afetadas, muito menos a repetição do fenómeno ao longo de várias lavagens. Além disso, estamos perante manchas que não saem, apesar das diversas tentativas efetuadas. Depois de todo este processo, foi emitido um relatório no qual consta, de forma essencialmente conclusiva, que o processo está “concluído” e que “não foram encontradas avarias”. Isto é absolutamente insatisfatório. Uma máquina de lavar roupa cuja função essencial é lavar roupa e que, durante determinadas lavagens, estraga/mancha as peças que lhe são colocadas, não pode ser considerada satisfatoriamente diagnosticada apenas porque o técnico não conseguiu identificar uma avaria através da inspeção realizada. Se a máquina apresenta um comportamento anómalo e repetido, o facto de a assistência técnica não conseguir identificar a origem do problema não transforma esse problema em inexistente. Muito menos é aceitável encerrar um processo de garantia com uma explicação meramente especulativa, sem qualquer demonstração técnica que a sustente, deixando o consumidor exatamente na mesma situação em que estava: com uma máquina que pode continuar a estragar roupa e com um prejuízo que continua a aumentar. Considero particularmente grave que, perante fotografias das peças afetadas e perante um problema que persiste há meses, a assistência técnica se limite a concluir que não existe avaria, sem apresentar um diagnóstico tecnicamente fundamentado que explique: - por que razão a máquina está a produzir estas manchas; - qual é concretamente a substância responsável pelas mesmas; - de que forma essa substância chega às peças; - por que razão o fenómeno afeta peças de diferentes tipos e utilizações; - por que razão continua a acontecer depois de terem sido alterados detergentes, amaciadores e respetivas doses; - por que razão a limpeza da gaveta, filtro e tambor não resolveu o problema; - e, sobretudo, como pode o consumidor utilizar a máquina em segurança sem continuar a destruir roupa. A resposta apresentada não esclarece nenhuma destas questões. Pelo contrário, limita-se a afastar a responsabilidade da assistência técnica sem efetivamente resolver o problema. Prejuízo causado O prejuízo não é meramente teórico. Desde que a máquina começou a apresentar este comportamento, tenho vindo a perder peças de roupa e outros artigos têxteis que ficaram permanentemente manchados e inutilizados. Estamos perante um equipamento adquirido há poucos meses e que, em vez de cumprir a sua função, tem causado danos nos bens que lhe são confiados para lavar. Naturalmente, não posso continuar a utilizar normalmente uma máquina nestas condições, sob pena de aumentar ainda mais o prejuízo. É particularmente revoltante que, depois de todo o cuidado que tive em tentar identificar e excluir causas relacionadas com detergentes, doses, limpeza e utilização, e depois de ter acionado formalmente a garantia, a resposta seja simplesmente encerrar o processo e afirmar que não foi encontrada qualquer avaria. Solicitação Não aceito o encerramento deste processo nestes termos. Solicito que a Worten e a Bosch reavaliem formalmente o caso, com uma análise técnica efetiva e devidamente fundamentada, e que seja encontrada uma solução para um equipamento que, desde poucos meses após a compra, apresenta um comportamento anómalo que está a provocar danos materiais. Não considero aceitável que me seja imputada uma suposta utilização inadequada ou uma alegada reação com cosméticos sem que exista uma demonstração técnica objetiva dessa relação, sobretudo quando os factos concretos do caso não são compatíveis com essa explicação. Solicito, assim, que seja assegurada uma solução ao abrigo da garantia, incluindo a reparação eficaz do equipamento ou, caso o problema não possa ser devidamente identificado e solucionado, a substituição do equipamento ou outra solução legalmente adequada, sem qualquer custo para o consumidor. Solicito igualmente que seja considerada a questão dos danos causados nas peças de roupa e demais artigos têxteis, prejuízo que decorre diretamente do problema apresentado pelo equipamento e que não pode simplesmente ser ignorado. Por fim, solicito uma resposta por escrito, concreta e tecnicamente fundamentada, e não uma repetição da fórmula “não foram encontradas avarias”. Se a conclusão é que a máquina está em perfeitas condições, então deverá ser explicado, de forma tecnicamente convincente, como se explica que uma máquina de lavar roupa esteja repetidamente a deixar manchas permanentes nas peças que nela são lavadas. Comprei uma máquina de lavar roupa nova, não uma máquina que tivesse de utilizar sob o risco de perder a roupa. Considero inadmissível que, após meses de tentativas para resolver o problema e depois de acionar a garantia, o resultado seja simplesmente o encerramento do processo sem solução, enquanto o consumidor fica com uma máquina potencialmente defeituosa e com um prejuízo material crescente. Aguardo, portanto, uma intervenção séria, uma avaliação técnica competente e uma solução efetiva para o problema. Não aceito o encerramento deste caso sem resolução.

Em curso
M. F.
21/08/2026

Garantia recusada sem fundamento legal e emails ignorados

Os fones apresentaram um defeito: a peça de plástico partiu-se sozinha durante uso normal, sem qualquer queda, impacto ou mau uso. Comuniquei o problema à Worten em (DATA) e o produto foi entregue para reparação ao abrigo da garantia. A reparação não foi bem-sucedida. Foi-me depois comunicado que a Worten não aceitava a reclamação por considerar tratar-se de "dano físico" e por a falha "não se enquadrar em defeito de fabrico", sem nunca me terem apresentado qualquer relatório técnico que sustente essa conclusão. Numa chamada telefónica que me fizeram sobre o assunto, as únicas opções que me foram apresentadas foram: (i) um orçamento de reparação de 200 euros para substituir apenas a peça de plástico solta, valor que o próprio interlocutor reconheceu ser superior ao preço dos próprios fones, o que não tem qualquer cabimento tratando-se de uma única peça; e (ii) um desconto de 10% em produto à escolha da mesma marca, não acumulável com outros descontos em vigor — condição que não consta em nenhum artigo ou documento que me tenha sido apresentado. Nenhuma destas opções corresponde às soluções previstas na lei (reparação, substituição, redução do preço ou resolução do contrato). Enviei ainda três emails à Worten a solicitar o relatório técnico da avaria e o acesso ao Livro de Reclamações, todos eles sem qualquer resposta até à data. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, durante os primeiros dois anos após a entrega do bem presume-se que a falta de conformidade já existia à data da entrega, cabendo ao vendedor o ónus de provar o contrário — prova essa que nunca me foi apresentada. Exijo a substituição do produto defeituoso, ou, em alternativa, a devolução do valor pago ou a reparação efetiva do artigo a um custo razoável e proporcional.

Em curso
N. S.
21/08/2026

Recolha não efetuada há mais de um mês — Assistência técnica Cecotec (Caso n.º 04421227)

Exmos. Senhores, Venho, por meio deste e-mail, apresentar uma reclamação relativamente ao processo de recolha do meu equipamento (aspirador robô Conga 7490 Ultimate Home X-Treme, adquirido diretamente no site da Cecotec, encomenda n.º 160505758124847). O equipamento apresentou uma avaria, tendo sido solicitada assistência técnica em garantia. Foi aberto o caso n.º 04421227 e agendada a recolha através da transportadora GLS (número de seguimento 1329381632), estando o produto devidamente embalado e pronto a ser recolhido desde o dia 23/07. No entanto, a recolha nunca chegou a ser efetuada, tendo o próprio estado do envio passado, entretanto, a "Cancelada" na página de seguimento da GLS, sem qualquer explicação ou novo agendamento por parte da Cecotec. Desde então, efetuei diversos contactos, tanto por e-mail como por telefone, com o objetivo de obter uma solução. Nos contactos telefónicos foi-me sempre indicado que a situação seria regularizada e a recolha reagendada, o que nunca se veio a confirmar. Por e-mail, deixei simplesmente de obter qualquer resposta. Encontro-me sem o equipamento há mais de um mês, numa situação de total ausência de resposta e de atenção ao cliente por parte da Cecotec, o que me tem causado bastante transtorno, uma vez que se trata de um equipamento de utilização frequente em minha casa. Desta forma, solicito que a situação seja regularizada com a maior brevidade possível, sendo-me indicada uma data e um horário concretos para a recolha do equipamento, ou, em alternativa, que me seja enviado um novo aparelho em substituição. Agradeço desde já a atenção e aguardo uma resposta com uma solução definitiva para esta situação. Cumprimentos, Verónica Cabral Santos

Em curso
A. G.
21/08/2026
ethos opel braga

garantia

comprei carrinha em 25\08\23 perto da primeira revisão entrou modo de segurança fui a oficina saber o porque em entre modo segurança me disser que era por estar perto revisão fizer que a carinha sai-se modo segurança marque revisão e fez a mesma outubro 20025.agora em junho 20026 miados do mês a carrinha entrou nova mente modo segurança voltei oficina ver o porque eles foram no imediato ver nível do óleo e estava muito a sima do máximo me disser tem que faze moda de óleo e filtro eu preguntei o por que pois a revisão prevista e só em outubro e preguntei porque esto tinha muito óleo e me disser que e normal que e introspeção da regeneração e eu descordei imediato que isso não pode ser normal e entendi que antes da primeira revisão ele entrar em modo segurança fui a mesma coisa ok eu fez muda de óleo e filtro e pagai cerca 210 euros ficai atento ao nível do óleo pois passado 15dias mais ou menos ja tinha óleo a mais passei la oficina e o que eles fizeram fui tirar o que avia a mais por nível ok bem desconformado e revoltado dia 10 \08\26 me lembrou ver nível do óleo ja tinha cerca 1lito amais fui la no imediato reclamar que não podia ser eles mais uma vez diz que era normal e eu protestar que não e normal eles me disser que tinha que moda novamente o óleo e filtro e eu preguntei quem ia assumir os costos eles diz que tinha que ser eu pois eu não assumo e não da feito bem embora no dia 13\08\26 chamei pronto socorro e mandei a carrinha para eles fazer um diagnostico para ver o que carrinha tinha falei com varias pessoas que tem estes carros nenhum me disse que tinha esse problema pois meu ideia fui por a carrinha la antes da garantia acabar porque esta preste acabar 25\08\26 e também reclamado varias vezes que embraiagem carrinha não estava boa dês nova eles sempre a dizer que estava boa faz ruido quando não se aperta embraiagem quando se aperta seja de fazer e arrancar pequena subidas começa aos salsos sem força . preciso da você ajuda para fazer valer os meu direitos e por favor notificar a Opel haver se eles fazem alguma coisa

Em curso
R. N.
20/08/2026

Reclamação – Deterioração prematura de tratamento antirreflexo e falta de fundamentação/comunicação

Assunto: Reclamação – Deterioração prematura de tratamento antirreflexo e falta de fundamentação/comunicação da decisão Venho apresentar reclamação relativamente a umas lentes Essor Mono Advanced, identificadas pelo ID PZ595247, adquiridas na Wells Óptica – Cidade do Porto, em 15/07/2026. As lentes tinham menos de um mês de utilização quando o tratamento antirreflexo de uma delas apresentou estalamento/deterioração após aproximadamente 20 minutos de exposição ao sol, estando os óculos simplesmente pousados sobre uma mesa. Não ocorreu qualquer queda, impacto, utilização inadequada ou exposição a condições excecionais que justificasse este dano. Ao longo da minha vida utilizei diversos óculos graduados e nunca tive uma ocorrência semelhante, muito menos num produto com tão pouco tempo de utilização. Por esse motivo, considero injustificável que uma lente desta natureza apresente uma deterioração desta gravidade em tão curto espaço de tempo. A Wells Óptica teve inicialmente uma atitude que considero positiva, disponibilizando-se para suportar o custo de uma das lentes, ficando a outra a meu cargo. Entendo, contudo, que essa solução não deve transferir para o consumidor o custo de um produto que apresenta uma falha tão prematura, razão pela qual apresentei reclamação junto da Shamir/Essor. A Shamir respondeu inicialmente informando que, após análise dos elementos enviados pela Wells, considerava que os danos apresentavam características compatíveis com fatores relacionados com a utilização e não com um defeito de fabrico. Contudo, na mesma comunicação, declarou-se disponível para realizar uma segunda análise, solicitando-me que me dirigisse novamente à Wells Óptica para que o processo fosse reenviado. Cumpri integralmente esse procedimento. Dirigi-me à Wells, onde, inclusivamente, me informaram que não tinham conhecimento do processo. Tive de lhes encaminhar o próprio email da Shamir para que pudessem perceber a situação. Posteriormente, foi a Wells que contactou a Shamir para esclarecer o processo e proceder ao envio das lentes para a segunda análise. No dia 20/08/2026, fui contactada telefonicamente pela Wells, que me informou de que a Shamir teria concluído a segunda análise e mantido a decisão inicial de não assumir qualquer responsabilidade nem proceder ao reembolso. Ocorre que eu nunca recebi qualquer comunicação da Shamir relativamente ao resultado desta segunda análise. Não recebi email, carta ou qualquer outra comunicação que me informasse da decisão ou da respetiva fundamentação. Esta situação é particularmente incompreensível porque fui eu quem apresentou a reclamação e porque, na comunicação anterior, a própria Shamir afirmou que, após a reavaliação, comunicaria o resultado à ótica. Assim, a decisão relativa à minha reclamação acabou por me ser transmitida apenas verbalmente por um terceiro, sem que eu tenha recebido da entidade que realizou a análise qualquer comunicação formal ou fundamentação. Acresce que considero insuficiente a fundamentação apresentada até ao momento. A afirmação de que os danos são “compatíveis com fatores relacionados com a utilização” não esclarece que utilização concreta terá provocado a deterioração, nem explica como uma lente com menos de um mês de utilização pode apresentar este tipo de dano após apenas cerca de 20 minutos de exposição solar, estando simplesmente pousada sobre uma mesa. Por esse motivo, solicito uma resposta formal e fundamentada relativamente a esta reclamação, nomeadamente: Qual o resultado concreto da segunda análise efetuada às lentes; Qual a fundamentação técnica que permite excluir um defeito do produto; Que fatores concretos de utilização são apontados como responsáveis pela deterioração do tratamento antirreflexo; Porque motivo uma lente com menos de um mês de utilização apresenta este tipo de deterioração; E porque razão a decisão resultante da segunda análise não me foi diretamente comunicada pela Shamir. Considero que, perante um produto de tão reduzida antiguidade e uma deterioração que ocorreu em circunstâncias normais de utilização, deveria existir uma análise particularmente rigorosa e uma fundamentação técnica clara antes de atribuir a responsabilidade ao consumidor. Solicito, assim, a reavaliação efetiva da situação, com fundamentação técnica concreta, e o reembolso do valor da lente que me foi imputado, sem prejuízo dos demais direitos que me assistam enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, ID das lentes: PZ595247 Modelo: Essor Mono Advanced Data de aquisição: 15/07/2026 Ótica: Wells Óptica – Cidade do Porto Ticket Shamir: 657361

Em curso
R. L.
19/08/2026

ARISTON – Perfuração da cuba, garantia, custos de assistência e danos materiais

Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente a um problema com um termoacumulador ARISTON cuja cuba sofreu uma perfuração, provocando uma fuga de água com danos no chão da minha habitação e numa arca frigorífica que se encontrava instalada por baixo do equipamento. Contactei a ARISTON para comunicar a avaria. Após cerca de três dias de contactos, fui encaminhado para a empresa de assistência técnica JotaVêJota. Foi-me transmitido que, apesar de a cuba do equipamento estar abrangida por uma garantia específica, como o aparelho já ultrapassou os 3 anos de garantia total, teria de suportar os custos de deslocação e mão de obra, num valor superior a €100. Considero esta situação particularmente injusta, uma vez que a falha ocorreu precisamente na cuba, componente que continua abrangido pela garantia. Pretendo, por isso, perceber junto da DECO se estes custos podem ser exigidos nestas circunstâncias e quais são efetivamente os direitos do consumidor relativamente à reparação/substituição de um componente que continua dentro do período de garantia comercial. Existe ainda uma circunstância que considero muito relevante: esta é a SEGUNDA ocorrência semelhante que tenho com um termoacumulador ARISTON num período de aproximadamente seis anos. Na ocorrência anterior também tive de suportar mais de €100 em custos de deslocação e mão de obra. Ou seja, não estamos perante um caso isolado. Volto a ter uma perfuração da cuba de um termoacumulador da mesma marca, com uma nova fuga de água e novos danos materiais. Nesta ocorrência, a fuga provocou danos no pavimento da habitação e numa arca frigorífica. Até ao momento, não me foi apresentada pela ARISTON qualquer solução relativamente a estes prejuízos. Perante os custos de assistência apresentados, manifestei à ARISTON que poderia eu próprio proceder à instalação do equipamento, evitando assim o custo da mão de obra. Foi-me então indicado que, nessa situação, teria de pagar cerca de €70 de “taxas administrativas” para poder levantar o equipamento. Considero igualmente desproporcional que, estando em causa a substituição de um componente abrangido por garantia, o consumidor não tenha uma alternativa razoável para proceder à instalação por meios próprios sem suportar um novo custo administrativo significativo. Pretendo, por isso, a ajuda da DECO PROteste para esclarecer e, se possível, intermediar a situação com a ARISTON, nomeadamente quanto a: Aplicabilidade da garantia específica da cuba; Legalidade e fundamento da cobrança de deslocação e mão de obra; Justificação das alegadas taxas administrativas de cerca de €70; Responsabilidade pelos danos provocados pela fuga de água no pavimento e na arca frigorífica; Repetição da mesma falha em dois equipamentos ARISTON num período de cerca de seis anos; Possibilidade de exigir o ressarcimento dos prejuízos materiais causados. Solicito que a ARISTON apresente por escrito as condições de garantia aplicáveis ao meu modelo e indique concretamente qual a cláusula que fundamenta cada um dos custos que pretende cobrar. Não pretendo apenas a reparação/substituição do aparelho. Pretendo também uma resposta relativamente aos danos materiais que a falha provocou e aos custos que me têm sido sucessivamente imputados. Considero particularmente preocupante que um equipamento deste tipo apresente novamente uma falha estrutural semelhante e que, em ambas as situações, o consumidor fique a suportar custos superiores a €100 para resolver uma avaria relacionada com a cuba. Disponho de fotografias/vídeos da fuga e dos danos, identificação e número de série do equipamento, documentação relativa à aquisição e dos contactos efetuados com a ARISTON, podendo disponibilizar toda essa documentação para análise. Agradeço a intervenção da DECO PROteste no sentido de esclarecer os meus direitos e procurar uma solução junto da ARISTON que contemple não só a substituição/reparação do equipamento, mas também os custos indevidamente suportados e os danos materiais causados.

Em curso
A. C.
18/08/2026

Falta de apoio ao cliente em serviço pós-venda.

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Leroy Merlin por incumprimento da Lei das Garantias (Decreto-Lei nº 84/2021). No dia 29/07/2024, adquiri na loja Leroy Merlin de Viseu, dois ar condicionados com a instalação dos mesmos, pelo valor de 1267,70 €, conforme fatura em anexo. Desde esta data, um dos equipamentos apresentou anomalias e foram prestadas 3 assistências técnicas em diferentes datas, sendo que no relatório da última assistência efetuada no dia 16/04/2026, o técnico menciona que existe a possibilidade da máquina interna apresentar micro fugas, como se verifica no relatório em anexo. No dia 4/07/2026, reportei diretamente em loja que o mesmo equipamento apresenta avaria (não funciona no quente e no frio), tendo sido informado de que não existe qualquer responsabilidade por parte da loja Leroy Merlin e que foi encaminhado o e-mail para a marca do equipamento reportando esta situação. Até à presente data, já decorreu mais de 1 mês sem que o problema tenha sido resolvido. A equipa do Leroy Merlin alegou que a responsabilidade seria da marca, uma afirmação que viola o artigo 15º do Decreto-Lei n° 84/2021, o qual estabelece expressamente que o consumidor tem o direito de exigir a reparação ou substituição diretamente ao vendedor (Leroy Merlin). Adicionalmente, o artigo 18º da mesma lei estipula um prazo limite legal de 30 dias para a reparação do bem. Tendo este prazo sido largamente ultrapassado, e encontrando-me privado de uso de um equipamento essencial pelo qual paguei um valor elevado, exijo por esta via a devolução do valor integral do equipamento ou a substituição por um equipamento novo de características iguais ao superiores, de imediato. Fico a aguardar a vossa resposta. Melhores cumprimentos, M. M.

Em curso
F. M.
18/08/2026

Recusa indevida de garantia por danos causados sob custódia do comerciante – Processo N.º 3491592

Recusa indevida de garantia por danos causados sob custódia do comerciante – Processo N.º 3491592 Exmos. Senhores,No dia 22 de fevereiro de 2026 adquiri um Monitor Gaming AOC 24G42E (Referência: 8399883). Sucede que o equipamento apresentou um defeito de fabrico, concretamente uma linha vertical rosa permanente no ecrã. Comuniquei-vos de imediato o problema e entreguei o monitor para reparação ao abrigo da garantia legal no dia 27 de julho de 2026 (Processo N.º 3491592). O equipamento deu entrada sem qualquer dano físico, tal como consta expressamente na Declaração de Abertura emitida pela própria Worten: "O monitor apresentou uma linha vertical rosa permanente no ecrã sem qualquer impacto ou dano físico". No dia 13 de agosto de 2026 as 12h:36 , fui informado por chamada telefónica pelo apoio ao cliente de que o monitor tinha sido danificado durante o transporte da Worten para o centro de reparação. Contudo, no dia 18 de agosto de 2026, recebi um novo contacto a recusar a garantia e a alegar falsamente que o dano físico no ecrã (ecrã partido/estilhaçado) teria sido provocado por mim, apresentando um orçamento de reparação pago.Nos termos do Ponto 35 (Capítulo VI - Transporte) das Condições Gerais do contrato, o risco de dano durante o transporte corre por conta da Worten. O monitor foi partido enquanto estava sob a vossa exclusiva responsabilidade e custódia. Exijo a anulação do orçamento de reparação e a substituição do produto por um monitor novo igual ou de características equivalentes.Caso não me resolvam esta situação nos próximos 5 dias úteis, ou até ao prazo limite legal de reparação de 30 dias (25 de agosto de 2026), considerarei o contrato como incumprido da vossa parte e avançarei com todas as medidas legais ao meu alcance junto dos órgãos de arbitragem de consumo (CNIACC) e autoridades fiscalizadoras (ASAE). Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível.Com os melhores cumprimentos, Filipe Afonso Moreira Contacto: 932246016

Em curso
S. A.
18/08/2026

RECUSA DE GARANTIA

Exmos. Senhores, Em 19-02-2026 adquiri um WIPEBOT PRO - Robô de limpeza automática de janelas - Cor : Negro por 84,95 € . A referência da encomenda é XSJTLDJZO. Sucede que este apresenta defeito: o ROBOT NÃO APRESENTA PODER DE SUCÇÃO E QAUNDO TENTAMOS COLOCAR NO VIDRO NÃO SE SEGURA, ALÉM DISSO UMA DAS ESCOVA DE LIMPEZA CIRCULAR ESTÁ CONSTATEMENTE A GIRAR, QUANDO ESTE SE LIGA. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 26/07/2026 14:07 NO VOSSO SITE NO LINK ONDE PEDEM PARA PREENCHER SE EXISTIR ALGUM PROBLEMA, ADICIONEI FOTOS E VIDEOS A COMPROVAR A SITUAÇÃO, para que atuassem em conformidade, NO ENTANTO NO SITE ATÉ Á DATA AINDA NÃO CONFIRMARAM A RECEPÇÃO SEQUER DA AVARIA E SIMPLESMENTE RESPONDERAM UMA VEZ AOS INUMEROS MAILS QUE TENHO ENVIADO A PEDIR UM VIDEO, RESPONDI QUE JÁ TINHA ENVIADO TODA A INFORMAÇÃO mas até á data ainda continuo sem resposta , o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 2 dias dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso
P. C.
18/08/2026
Manuel António Macedo, Sociedade Unipessoal,, Lda.

Serviço pós-venda inadequado

Contratámos a Climatização Macedo, em 2024, para a instalação de ventiloconvectores na nossa moradia. No verão de 2025, quando começámos a utilizar os equipamentos em modo de arrefecimento, vários ventiloconvectores começaram a perder água. A situação foi comunicada à empresa, mas, apesar dos contactos efetuados, apenas após reclamações no Portal da Queixa e na DECO PROteste foi realizada uma intervenção, já no final do verão. No verão de 2026, o mesmo problema voltou a acontecer. Desde 15 de junho de 2026 tenho efetuado sucessivos contactos com a empresa, tendo sido marcadas e adiadas várias visitas. No dia 7 de julho, foi realizada uma intervenção, mas apenas um dos equipamentos ficou aparentemente reparado. Depois de voltar a comunicar a persistência do problema e perante a ausência de resposta, fui obrigada a deslocar-me pessoalmente às instalações da empresa para conseguir novo agendamento. Entretanto, durante uma intervenção da Ariston à bomba de calor, fui informada pelo respetivo técnico de que a instalação apresentava uma deficiência: estava em falta um vaso de expansão junto ao depósito interior. Segundo a informação que me foi prestada, a ausência desse componente poderia estar relacionada com as fugas de água dos ventiloconvectores e já teria sido anteriormente comunicada ao responsável da instalação. A informação foi transmitida à Climatização Macedo em 21 de julho. Após nova insistência e nova deslocação minha às instalações da empresa, foi agendada uma intervenção para 3 de agosto, data em que foi finalmente instalado o vaso de expansão. No entanto, o problema continua. No dia 6 de agosto, comuniquei à empresa que os ventiloconvectores continuavam a perder água, sendo que um deles apresentava uma fuga de maior dimensão. Foi-me dito que a situação ficaria resolvida nessa semana. No dia 12 de agosto, voltei a contactar a empresa e foi-me garantido que os técnicos se deslocariam à minha residência na sexta-feira, 14 de agosto. A deslocação não aconteceu e as chamadas posteriormente efetuadas por mim não foram atendidas. Estamos, portanto, perante um problema que se arrasta desde 2025, com várias intervenções, sucessivos agendamentos e reagendamentos e deslocações da minha parte às instalações da empresa, mas sem que as fugas de água tenham sido definitivamente eliminadas. O que pretendo não é mais uma intervenção provisória: pretendo que a empresa identifique a causa das fugas, corrija todas as deficiências da instalação e deixe o sistema efetivamente funcional, sem custos para mim. Solicito à Climatização Macedo uma resolução definitiva e urgente da situação, bem como uma resposta concreta e uma data efetiva para a intervenção. Até ao momento, considero a reclamação não resolvida.

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