Reclamações públicas

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J. C.
26/09/2025

cobranca e recolha de um kit nao usado

Boa noite no dia em que fui fazer a minha ecografia 5D fui quase obrigada a aderir a recolha de celulas por parte da bebecord, recebi um kit que nunca utilizei nem confirmei adesão total ao serviço. Ainda assim, estão a exigir pagamento e devolução, o que considero abusivo. Solicito o cancelamento imediato de qualquer cobrança, pois nao usei o kit, nao preenchi a clausula de credito, so assinei digitalmente o acesso aos dados, Caso contrário, reservo-me o direito de apresentar queixa às autoridades competentes.

Encerrada
R. V.
26/09/2025

Pagamente sem uso

Exmos. Senhores hoje dia 26 de Setembro de 2025 venho por este meio reclamar da empresa Endesa pelo sou serviço OK eletrodomésticos com valor de 4,91€ . Primeiro este serviço foi contratado via telemóvel pela minha avó de 77 anos no momento da contratação do serviço de eletrecidade, a minha avó nem sabia que o estava a contratar. Este contrato de fornecimento de energia foi cancelado no dia 12 de Setembro de 2025. Chegou uma fatura com o valor a pagar referente ao uso entre os dias 8/09/2025 e 12/09/2025, chegou também uma fatura referente ao mês de setembro para pagamento do seguro OK eletrodomésticos no valor de 4.91, valor mesal. No entanto no dia de hoje 26/09/2025 a minha avó não pode usufruir desse seguro porque dizem que o contrato foi cancelado no dia 12 mas vai ter que pagar o mês completo porque é assim que funciona dizem os operadores na linha de apoio ao cliente da Endesa. A minha avó tem um eletrodoméstico avariado há varios meses, só agora descobri que ela tinha esse seguro. Portanto vai ter que pagar o seguro para o mês de Setembro e não vai conseguir usar porque dizem que não pode. Acho que nao faz sentido nenhum ela estar a pagar algo que nao a deixam usar, deveria estar disponível para uso até ao fim do mês, visto que vai ter que pagar o mês completo, ou fazerem o desconto de acordo com a data de cancelamento do contrato. Ainda acrescento que depois de termos cancelado o contrato a minha avó recebeu uma mensagem a dizer para voltar a contratar a Endesa que teria um desconto, era só responder aceito à mensagem, ela não respondeu pois eu disse para não o fazer, de seguida recebeu varios telefonemas dos operadores da Endesa a percionar para ela responder Aceito à mensagem, dizendo coisas como "já temos todoa os seus dados do contrato anterior, é só responder Aceito à mensagem" já depois da minha avó ter dito varias vezes que não estava interessada. Acho desumano estarem a percionar/enganar uma senhora idosa, para conseguirem as suas comissões. E acho também desumano estarem a cubrar um serviço que depois não deixam o cliente usar. Obrigada pela atenção. P.S. o NIF que coloquei no início é da minha avó pois o contrato estava em nome dela.

Resolvida
R. P.
26/09/2025

debito direto nao corresponde ao acordo telefónico

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação contra o Banco CETELEM, relativamente a um contrato de crédito pessoal no montante de 4.000€, solicitado no início de agosto do corrente ano. 1. Exposição dos factos - No momento da adesão, após contacto telefónico com a linha de apoio da instituição, foi-me apresentada a possibilidade de liquidar o referido crédito mediante prestações mensais de 30€, com um primeiro pagamento de 187,20€ em 1 de setembro, correspondente a juros. - Aceitei essa proposta precisamente por se adequar à minha capacidade financeira. - No entanto, ao consultar a aplicação do CETELEM, deparei-me com o valor de 120€ como prestação mensal, condição que nunca foi acordada. Para prova, existem as chamadas gravadas com o vosso colaborador. - Desde então, já contactei a instituição por telefone em cinco ocasiões, tendo-me sido informado que a alteração para os 30€ mensais apenas poderia ser tratada internamente. - Adicionalmente, enviei cinco comunicações por email para provedor.cliente@cetelem.pt e documentos@cetelem.pt, sem que tenha obtido até ao momento qualquer solução satisfatória. 2. Fundamentação - Esta discrepância entre as condições transmitidas no momento da contratação e as efetivamente aplicadas: - compromete a confiança do consumidor na seriedade e transparência do processo; - poderá configurar incumprimento dos deveres de informação, transparência e boa-fé contratual, previstos na legislação aplicável às instituições de crédito (Decreto-Lei n.º 133/2009). 3. Pedido ao Banco de Portugal - Face ao exposto, solicito a intervenção do Banco de Portugal para: - verificar a conformidade da atuação do CETELEM neste processo; - assegurar que sejam respeitados os direitos do consumidor e os deveres legais da instituição; - promover a correção da situação, garantindo que as condições do contrato correspondem ao que foi acordado no momento da adesão. SALIENTO QUE NÃO ME RECUSO A PAGAR O CRÉDITO, MAS SIM A PAGAR O VALOR CORRETO DE 30€ MENSAIS CONFORME FOI ACORDADO TELEFONICAMENTE, E NÃO OS 120€ QUE AGORA ME ESTÃO A EXIGIR. ESSES PAGAMENTOS DE 30€ IREI FAZÊ-LOS DE FORMA MANUAL ATRAVÉS DA APLICAÇÃO CETELEM. Com os melhores cumprimentos, Ruben Perafitas

Encerrada

Generali recusa cumprir contrato de seguro

A Generali está a agir de forma lesiva e inaceitável para com o consumidor. A minha apólice é objetiva: Terapia da Fala – 16 € por sessão em Rede; Fora da Rede – sem comparticipação. Nunca existiu qualquer menção a “Rede Bem-Estar”. Mesmo assim, estou a ser obrigada a pagar 27,50 € por sessão, valor que contraria frontalmente o contrato assinado. A AdvanceCare já reconheceu por escrito que houve “interpretações incorretas”, e a própria Generali reembolsou algumas sessões passadas, assumindo que o erro foi seu. Como é possível que uma seguradora que reconhece o erro se recuse a corrigi-lo nas próximas sessões, continuando a prejudicar o cliente? Estamos perante um incumprimento contratual consciente, que viola a lei e mina totalmente a confiança do consumidor: DL 72/2008 – art. 18.º (cumprimento integral do contrato) e art. 24.º (interpretação mais favorável ao consumidor); Lei 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) – art. 6.º (direito a informação clara) e art. 8.º (responsabilidade por informações incorretas, mesmo que por lapso). Solicito que a Generali cumpra a apólice integralmente, comparticipando todas as sessões de Terapia da Fala em Rede ao valor contratual de 16 €, com reembolso das diferenças já pagas. Não é admissível que uma seguradora deste porte se refugie em justificações internas para se esquivar às suas obrigações. A conduta da Generali é lesiva, abusiva e fere os direitos mais básicos do consumidor, sendo urgente a intervenção da entidade supervisora.

Encerrada
A. A.
25/09/2025
MEO

Cobrança de subscrição

Exmo(a) Senhor(a) Venho informar e reclamar da seguinte situação: - Verifiquei que na última fatura FTA/850669813 de 23/09/2025 existe uma quantia de 5,970€ referentes a uma subscrição de conteúdos - Digitais da qual não tinha conhecimento, e consequentemente nunca dei autorização para esse efeito; - Entretanto, através do link que aparece na fatura procedi à anulação da referida subscrição, tendo-me aparecido um sms do nº 3259; - Pelo que verifiquei, posteriormente na minha conta MEO, a referida subscrição ainda estava ativa, pelo que procedi à respetiva desativação; - Parece-me que o link e o nº 3259, são de uma entidade fraudulenta, pelo que nestas situações a MEO nunca deveria faturar um serviço sem a confirmação/autorização do cliente; - Nesse sentido, reclamo da quantia cobra indevidamente relativa à referida subscrição; - Mais informo que desta mesma reclamação seguirá uma cópia para a defesa do consumidor (DECO). Atenciosamente António Aurélio

Resolvida
D. S.
25/09/2025

Faturação Errada

Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à faturação associada às faturas abaixo identificadas: Fatura nº D25C01/0000120576 Fatura nº D25C01/0000120668 Devido a problemas técnicos com a rede Multicare, que se encontrava temporariamente offline, foi-me cobrado o valor correspondente aos preços de tabela. Contudo, fui posteriormente informado pela própria Multicare de que, mesmo tendo ocorrido essa falha, a responsabilidade de corrigir a faturação e reemitir as faturas de acordo com a minha apólice cabe ao prestador de serviços, neste caso, os Hospitais Lusíadas. Mais informo que, relativamente à fatura nº D25C01/0000120668, não devo proceder ao pagamento do exame TC Crânioencefálico, uma vez que deixei previamente uma caução de 1.000€, da qual este exame deverá ser deduzido. Assim, apenas reconheço como devidos os valores correspondentes à consulta e ao atendimento médico permanente, sendo necessário que os mesmos sejam recalculados com base na cobertura da minha apólice Multicare. Desta forma, solicito que procedam à correção dos montantes em dívida e à emissão das faturas ajustadas, de modo a que eu possa regularizar a situação sem entrar em litígio desnecessário. Aguardo confirmação e resolução breve deste assunto.

Resolvida
D. S.
25/09/2025

Caução Não Devolvida

Sou utente dos Hospitais Lusíadas há mais de 15 anos, sendo habitualmente acompanhado no Hospital Lusíadas Lisboa. Recentemente, tive de realizar sessões de radioterapia no Porto e, ao dirigir-me ao Hospital Lusíadas Porto para levantar a medicação prescrita e aprovada pelo meu seguro, foi-me exigido o pagamento de uma caução no valor de 136€. Esta situação causou-me grande surpresa e desconforto, pois tratava-se de uma medicação já anteriormente autorizada e disponibilizada no Hospital Lusíadas Lisboa. Considero inaceitável que, sendo parte da mesma rede hospitalar e estando a medicação previamente aprovada pela seguradora, me tenha sido exigido o pagamento deste montante, ainda mais tratando-se de um tratamento essencial e urgente. Importa ainda referir que esta situação ocorreu no dia 1 de setembro, e até à presente data não recebi a devolução do referido valor, apesar de me ter sido confirmado pelo Hospital Lusíadas Lisboa que toda a documentação necessária já foi enviada para o devido reembolso. Assim, venho por este meio apresentar reclamação formal e solicitar a imediata devolução da caução de 136€, bem como a clarificação das razões pelas quais tal procedimento foi exigido. Aguardo uma resposta célere e a resolução do assunto.

Resolvida

Não cumprimento da Apólice

Apresento novamente reclamação, uma vez que a generali mantém uma conduta claramente lesiva para o consumidor, recusando-se a cumprir a apólice de saúde relativamente às sessões de Terapia da Fala. Desde o início desse problema, a generali tenta se abster da responsabilidade e sempre "jogava" o problema para a Advancecare, somente apóes muita insistência (inclusive da pròpria Advancecare) é que a generali parou de falar que o responsável seria a Advancecare, sendo que na verdade o único responável por tudo isso é a própria generali. Após o reconhecimento da Advancecare em um "lapso", um erro na interpretação da minha apólice, eles reembolsaram apenas algumas das sessões de Terapia da Fala, entretanto o tratamento ainda não terminou, estão a decorrer mais sessões e a Generali simplesmente recusa-se a cumprir com suas responsabilidades contratuais. Isso mostra o quanto esta empresa possui uma má gestão, foi identificado um erro mas a empresa acha que é legal e aceitável corrigir esse erro de maneira parcial, sendo que de acordo com a Lei do consumidor, nesses casos, a empresa deveria (além de reconhecer o lapso) resolver o problema gerado por eles mesmos, que no caso seria o reembolso das demais sess$oes de Terapia da Fala e não somente algumas. É preocupante que uma empresa como esta esteja a atuar normalmente, tratam seus clientes com desdém, o atendimento é ruim, moroso e com respostas evasivas. A gengerali continua com o incumprimento do contrato e em uma violação dos direitos básicos do cliente. A única coisa que solicito é que tratem e resolvam o problema riado por vocês por completo e não parcial. Hajam com ética, respeito e responsabilidade.

Encerrada
M. S.
24/09/2025

Corte de gás por dados inválidos nas faturas

Exmos. Senhores, Segue a minha reclamação á Galp enviada a dia 22/09: Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra a Galp, no âmbito da minha relação contratual enquanto cliente. A situação em causa tem-se revelado grave e persistente, causando-me constrangimentos administrativos, financeiros e pessoais, sem que, até à data, a empresa tenha demonstrado qualquer diligência efetiva para a sua resolução. Em primeiro lugar, desde o início da minha adesão, as faturas emitidas pela Galp apresentam erros nos dados de identificação, nomeadamente a ausência do meu nome completo. Esta falha, apesar de reiteradamente reportada aos vossos serviços de apoio ao cliente, só foi corrigida no mês passado. Trata-se de uma irregularidade grave, pois um documento fiscal deve, obrigatoriamente, conter os dados completos e corretos do titular, conforme previsto no Código do IVA e nas normas legais aplicáveis à emissão de faturas. Em segundo lugar, importa destacar que a primeira fatura recebida apresentava um valor manifestamente exorbitante e sem qualquer fundamentação clara. Não existia memória de consumos passados que justificassem tal montante, nem explicações detalhadas que o sustentassem. A ausência de transparência e clareza na cobrança constitui uma violação dos princípios de boa-fé contratual e da legislação em vigor relativa à informação ao consumidor, nomeadamente do Decreto-Lei n.º 24/2014, que regula os direitos dos consumidores nos contratos celebrados à distância e fora do estabelecimento comercial. Apesar das minhas diversas tentativas de resolução, através de contactos telefónicos e escritos, continuo sem resposta satisfatória. Os erros persistem, a situação não foi corrigida, e a minha confiança na Galp encontra-se seriamente comprometida. Para mais enviaram uma mensagem a informar do corte de gás ! Exijo que me resolvam a situação o mais breve possível porque não tem sentido algum , o envio desta mensagem dado aos vossos erros emitidos ao longos destes meses. Assim, exijo: 1. Correção imediata dos meus dados pessoais em todas as futuras faturas, garantindo que conste o meu nome completo e correto. 2. Revisão detalhada da primeira fatura, com apresentação de justificação clara e fundamentada para o valor cobrado, ou, em alternativa, a emissão de nota de crédito e reembolso do montante indevido. Porque é IMPOSSÍVEL ALGUÉM TER UMA FATURA DE 1300€ em dias ! É só termos dois dedos de testa para se perceber isso a não ser que eu tenha uma quinta e regue as minhas árvores com água quente . 3. Reemissão de todas as faturas anteriores com os dados corrigidos, de forma a salvaguardar a sua validade legal. 4. Um esclarecimento formal e escrito sobre a razão da falta de resolução deste caso, apesar das minhas várias comunicações. Caso a situação não seja resolvida no prazo máximo de 10 dias úteis, irei apresentar queixa formal junto da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), bem como através do Livro de Reclamações Eletrónico, e ponderarei recorrer a todos os meios legais ao meu alcance, incluindo denúncia junto da Autoridade Tributária e Aduaneira, dado tratar-se de documentos fiscais emitidos em desconformidade. Mais informo que no dia de hoje , dia 24/09, foi retirado de dentro da minha moradia , o contator do gás, pulando o muro de casa , sendo que o portão estaria fechado ! Como seria possível, eu pagar faturas , desde Março, dia 09/03 onde não constariam os meus dados fiscais para pagamento?????? Reitero a minha expectativa de uma resolução célere, transparente e eficaz.

Encerrada

Cobrança de taxa de saneamento sem usufruto de saneamento

Olá boa tarde! Exmos. Senhores, Foram realizadas várias reclamações, uma delas por escrito no dia 25/06/2025 na unidade comercial de Câmara de Lobos, referente à cobrança indevida da taxa de saneamento alocado ao cliente 3247198/001 local de consumo 207301, uma vez que a casa em questão encontra-se fora da estrada e nesse sentido não faz usufruto do saneamento básico. Conforme o exposto e tendo em conta as várias reclamações já executadas, solicita-se a devolução dos valores indevidamente cobrados até então e eliminação da taxa de saneamento nas futuras facturas. Obrigada.

Encerrada

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