Reclamações públicas

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S. S.
05/10/2025
MEO

Faturação indevida de extensor e router

Enviei pedido abaixo, demoraram 1 semana a contactar, na ultima chamada comuniquei que não aceitava a vossa proposta, que foi tem razão mas só creditamos 6 meses. e a D. Lara desligou o telefone na minha cara. Agradeço resolução Estive a verificar todas as faturas desde o inicio do contrato e constatei que apesar de ter reclamado logo no inicio do contrato, andaram este tempo todo a faturar indevidamente: Mensalidade 1º Extensor MEO Smart WiFi 6 (Que nunca me entregaram) no valor de € 3,989 que foram faturados a mais todos os meses. Bem como uma Mensalidade FiberGateway WiFi 6 no valor de € 2,990 quando nas condiçoes contratuais FIS-CondicoesContratuais_3-8T7EWWVV informa claramente que está incluido no valor. Peço que emitam nota de credito desdes valores sff. Tentar dar a volta aos cliente por telefone e recusam responder por escrito. Proxima fase expor nas redes sociais e chamar a todos a atenção para este tipo de faturação indevida que certamente andam a encaixar milhares à conta dos consumidores.

Encerrada
O. M.
05/10/2025
MEO

VALORES COBRADOS E VELOCIDADE INSUFICIENTE

Exmos. Senhores, Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação relativamente ao contrato celebrado em agosto de 2025 com a vossa operadora (serviço n.º [indicar número de cliente/serviço]), associado ao meu agregado familiar. Foi-me proposto um pacote que, em campanha, ficaria pelo valor global de 85€/mês, repartido da seguinte forma: Residência no Cacém: pacote completo (TV + NET + VOZ + Telemóvel) no valor de 60€/mês; Residência em Setúbal: pacote parcial (NET + TV) no valor de 25€/mês. Foi ainda transmitido que a instalação incluiria uma televisão como oferta. A instalação na residência do Cacém decorreu sem problemas; contudo, na residência de Setúbal a instalação ainda não foi realizada até à presente data (21/09/2025), apesar de contactos prévios e tentativas de reagendamento. Apesar da ausência de serviço ativo em Setúbal, já estão a ser cobrados valores em fatura, incluindo montantes relativos a equipamentos televisivos anunciados como oferta. A velocidade da internet fornecida em casa não corresponde ao contratado (1GB), registando-se quedas significativas de desempenho. Foram ainda incluídos em fatura valores relativos a contactos efetuados para a própria linha de apoio MEO, o que é ilegal: nos termos do artigo 9.º-A, n.º 2 da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei da Defesa do Consumidor, com as alterações da Lei n.º 14/2019), o consumidor não pode suportar custos adicionais pelo uso de linhas de apoio, devendo estas ser cobradas ao preço de uma chamada para a rede fixa nacional. Face ao exposto, fica patente: Incumprimento contratual (artigo 47.º da Lei n.º 16/2022 – Lei das Comunicações Eletrónicas), dado que os serviços não foram prestados nos termos acordados; Prática comercial enganosa (artigos 8.º e 9.º da Lei da Defesa do Consumidor), uma vez que as condições contratadas não correspondem às efetivamente disponibilizadas; Cobrança indevida de valores (artigo 52.º, n.º 4, da Lei das Comunicações Eletrónicas). Assim, exijo: Instalação imediata do serviço na residência em Setúbal, mediante agendamento célere e confirmado com o cliente; Correção da faturação, com anulação dos valores relativos a serviços não ativos e dos montantes cobrados por equipamentos anunciados como oferta; Anulação imediata da cobrança de contactos para a linha de apoio e garantia de que tal não voltará a ocorrer; Garantia de prestação de internet com a velocidade contratada (1GB); Caso não seja possível cumprir integralmente as condições contratadas, solicito o cancelamento imediato do contrato, sem qualquer penalização por fidelização, com devolução integral de todos os valores cobrados indevidamente. Mais informo que, caso não obtenha resposta satisfatória no prazo máximo de 15 dias úteis, apresentarei queixa junto da ANACOM, bem como denúncia no Livro de Reclamações Eletrónico e junto das entidades de defesa do consumidor. Com os melhores cumprimentos, Orquídea Martins

Encerrada
J. T.
03/10/2025

Cobrança indevida após pagamento único

No mês de julho de 2025, utilizei o site LiveCareer.pt para criar um currículo online e efetuei um pagamento único de 1,99€, conforme anunciado. Não fui informado de forma clara e visível que esse valor ativaria uma subscrição mensal automática. Desde então, estão a ser feitos débitos mensais de 24,99€, sem o meu consentimento explícito, sem qualquer aviso prévio, sem envio de faturas, e sem que tenha autorizado a continuidade do serviço. A primeira cobrança indevida ocorreu em 22/07/2025, e desde então os débitos têm continuado de forma silenciosa.

Encerrada
C. G.
03/10/2025

Negam a dar valores de atos médicos

Uma porcaria, ninguém dá preços, estão á espera que a gente vá, marque consulta, faça o ato e só depois sabemos valores. Isto acontece tanto telefónicamente como presencialmente. As atendentes da receção não dão preços de coisa nenhuma, e ainda nos tratam com desdém!! Muito sinceramente estou a ponderar em fazer queixa formal ás atividades económicas devido á falta de transparência desta entidade. No primeiro caso fui pedir presencialmente preços convencionados do seguro da deco e as recepcionistas recusaram-se a me dar os valores convencionados, a consultar, seja o que for, querem que marque e depois espere ser faturada conforme lhes dá na mona. Hoje liguei por conta da medicare, e mais uma vez se recusaram a me dar valores, disseram que não tinham acesso, só indo presencialmente ou falando com a seguradora. Falei com a medicare que me disse que tenho de marcar check up para saber valores. DESCULPE????? ESTÃO A GOZAR COMIGO, DE CERTEZINHA.

Encerrada
F. M.
03/10/2025

Retirar pessoa do meu contrato

Venho por este meio apresentar reclamação contra a Vodafone relativamente ao meu contrato n.º 314884166, associado ao meu NIF [249973065]. O contrato inclui um número utilizado pelo Sr. Fábio Araújo Neto, NIF 259865478. Pretendo que a faturação deste número passe a ser emitida em nome do referido titular, mantendo o meu contrato e restantes números inalterados. Já contactei o Apoio ao Cliente, mas apenas me foi apresentada a opção de: • Abrir um novo contrato em nome do Sr. Fábio, ou • Rescindir o meu contrato com penalização. Considero esta solução injusta, uma vez que não sou eu a utilizar o número em questão e não devo assumir custos ou penalizações por serviços que não me beneficiam. Solicito que a Vodafone proceda à alteração da faturação do número para o NIF do Sr. Fábio e confirme por escrito quais os documentos necessários para tal, garantindo que qualquer penalização resultante fique a cargo do novo titular. Aguardo resposta por escrito e resolução adequada da situação. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
M. D.
03/10/2025
MEO

serviço não prestado e processo de cobrança ilegal

Esta é a reclamação que enviei à Meo, mas até agora não recebi qualquer justificação, apenas a informação de que isto é legal e que tenho de pagar : Reclamação Assunto: Cobranças indevidas, falta de prestação de serviços e processo de cobrança injustificado Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar formalmente uma reclamação relativamente à conduta da MEO no âmbito do meu contrato de prestação de serviços. Apesar de ter celebrado um contrato com a MEO, o serviço contratado nunca foi devidamente fornecido. A ligação nunca funcionou e, apesar de ter comunicado o problema de imediato, nunca foi enviado um técnico para o resolver. Em outras palavras: a MEO não cumpriu a prestação do serviço contratualizada. Ainda assim, foram-me cobrados: • 140 € por serviços que nunca foram prestados nem utilizados; • Uma taxa de cessação antecipada no valor de 399 €, embora a rescisão tenha ocorrido exclusivamente devido à incapacidade da MEO em fornecer o serviço contratado. Após mais de 1,5 anos, fui agora contactado pela empresa de cobranças Intrum, que alega que devo um montante de 200,93 €. Esta situação é inaceitável e constitui uma prática abusiva e injusta, dado que as cobranças se baseiam num serviço nunca prestado. Face ao exposto, solicito: 1. A anulação imediata de todas as cobranças relacionadas com este contrato, incluindo os 140 € e a taxa de cessação antecipada de 399 €; 2. A cessação de todas as ações de cobrança através da Intrum ou de qualquer outra entidade; 3. Uma confirmação escrita por parte da MEO de que não existe qualquer dívida pendente em meu nome relativamente a este assunto. Esta situação causou-me um stress e incómodos consideráveis. Reservo-me o direito de encaminhar esta reclamação para a Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), bem como de a registar no Livro de Reclamações, para que seja assegurada a devida supervisão regulatória. Agradeço uma resposta por escrito a esta reclamação dentro dos prazos legalmente estabelecidos.

Resolvida
V. D.
03/10/2025

Erro contagens da luz

Bom dia, ao fim de quase 2 anos, a e redes substituiram o contador e começou a contar a luz produzida pelos painéis como deve ser. Solicito o reembolso pelo engano. Grata!

Encerrada

Negligência

Continuo com o mesmo problema com a generali. Conferi meus documentos do seguro, antes mesmo de registar a primeira reclamação e, em minhas condições gerais, particulares e apólice vos informo que a cláusula que a generali citou (rede bem estar) só se aplica "quando prevista nas condiçoes particulares", entretanto nas condiçoes particulares não há qualquer menç$ao/informação que coloque a Terapia da Fala na rede bem estar, muito menos que preveja preços diferenciados para esta rede. Logo, não há base contratual para cobrar os 27,50€ por sessão: o que consta na apólice é Terapia da Fala 16€ sessão em Rede, e é o que deve ser aplicado. O facto de que a generali e a advancecare terem reconhecido o erro e reembolsado apenas algumas sessões, não corrige o incumprimento enquanto o tratamento continua e eu estou a ter de pagar um valor superior ao que consta em minha apólice, ou seja, continuo a ser prejudicada. Mediante a isto e a vossa resposta à essa situação, peço que me enviem com referência expressa, o nª de cláusula e página onde consta nas minhas Condições Particulares que a Terapia da Fala integra a rede bem estar ou que a rede beme star aplica valores diferentes dos constantes em apólice. Inclusive ao pesquisar no site da advancecare dentro da rede global, a terapia da fala aparece normalmente e tenho como provar. Como tal indicação não existe em meu contrato, solicito que procedam o reembolso integral da diferença indevidamente cobrada de todas as sessões de Terapia da Fala ao valor contratual de 16€ a sessão, pois o tratamento ainda não acabou. A generali enquanto seguradora, é legalmente responsável pelo cumprimento integral da apólice (DL nª72/2008 art 18ª e 24ª)e n$ao pode transferir para o consumidor as consequeências de lapsos ou classificaçoes internas da gestora da rede. A recusa em garantir as comparticipações futuras, quando o erro já foi reconhecido, constitui incumprimento contratual e prática lesiva para o consumidor (Lei 24/96, art 6ª e 8ª).

Encerrada
J. P.
02/10/2025

Faturação individa

No dia 29 de agosto, recebi uma fatura (Fatura D25C01/112807) para pagamento no valor de 253,81€, o qual já foi liquidado - em anexo. Hoje recebo uma nova fatura (D25C01/131772) referente ao mesmo serviço para pagamento no valor de 243,5€. A nova fatura inclui parcelas que já foram pagas na primeira fatura. Aguardo esclarecimentos, porque não vou pagar esta nova fatura - não entendo o sentido desta nova fatura a 2 de outubro quando o serviço de Urgências prestado foi a 18 de agosto. Informo hoje ter avançado com uma exposição no Livro de Reclamações. Cumprimentos, João Paiva Carvalho 961 256 526

Resolvida

Abanca cobrando taxa indevida e agindo de má fé com um cliente de baixa médica

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal contra o Banco Eurobic Abanca por ter procedido ao débito proporcional (278,56€) de um valor referente à "Campanha Domiciliação de Ordenado" (Cláusula 6ª, b)). O Banco alega incumprimento contratual por o crédito mensal ter sido inferior a 850€. Contudo, o Cliente encontra-se em baixa médica certificada pela Segurança Social há 3 (três) meses, recebendo apenas o Subsídio de Doença. Argumento que o débito é indevido porque: O incumprimento deve-se a Força Maior (doença grave), não a má-fé ou escolha do Cliente. A penalização viola a Boa-fé Contratual e a Lei de Defesa do Consumidor, pois o Banco penaliza o Cliente por uma situação de proteção social. Já contestei formalmente o débito junto do Banco e, devido à minha urgência financeira causada pela condição médica, solicito a vossa intervenção imediata para mediar o estorno do valor indevidamente cobrado. Anexos: Cópia do Contrato, Comprovativo da Baixa Médica (CIT) e Comprovativo do Débito. Com os melhores cumprimentos, Jorge Augusto Rocha Ferreira da Silva

Encerrada

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