Reclamações públicas
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Facturação Fraudulenta
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal em nome da empresa Ready to Go Unipessoal Lda, relativamente à utilização indevida do cartão de carregamento de veículos elétricos associado à vossa rede. No passado mês de abril foi apresentada uma reclamação telefónica com o número de referência R-5265268-C1N7, na qual foi garantido que a situação seria analisada e que receberíamos uma resposta em breve. No entanto, até à presente data, tal não aconteceu. Entretanto, continuámos a receber faturas com valores avultados e injustificados, resultantes de carregamentos realizados em locais onde nenhum dos veículos da empresa se encontrava. A Ready to Go tem forma de comprovar inequivocamente esta situação, através dos seguintes meios: Geolocalização dos veículos, via sistema Cartrack; Registo de carregamentos no carregador doméstico, disponível na App Wallbox. Adicionalmente, no passado dia 11 de junho, foi novamente efetuada uma reclamação telefónica com o número de referência R-5323219-K5Q0, onde o Sócio-Gerente, Sr. José Pepe da Silva Bica, solicitou expressamente o bloqueio do cartão Galp Electric. É lamentável que, até essa data, a Galp Electric nunca tenha aconselhado o cancelamento imediato do cartão, sabendo de antemão que tal seria o procedimento correto a adotar num caso evidente de clonagem. O bloqueio só foi realizado após pedido insistente do Sr. José Bica – um passo que deveria ter sido sugerido logo no primeiro contacto. Neste momento, é a Ready to Go a única entidade lesada, tendo reportado esta situação há dois meses, sem que tenham sido tomadas medidas preventivas ou corretivas. A vossa postura demonstra uma clara negligência, permitindo que se continuem a efetuar carregamentos fraudulentos e a cobrar valores indevidos, sem consideração pelas provas apresentadas e mantendo uma posição que apenas beneficia a vossa entidade e o infrator. O vosso modelo de controlo de identidade dos utilizadores revela-se falho, e essa falha parece estar a ser explorada de forma a impossibilitar a justa defesa do utilizador legítimo. Para vossa atenciosa análise, seguem em anexo: As faturas Galp Electric desde o início do ano, onde é possível verificar um aumento abrupto e injustificado dos consumos; Os registos detalhados dos carregamentos domésticos na App Wallbox, que permitem cruzar a informação com os dados constantes nas faturas; A localização dos dois veículos da empresa, que nunca coincide com os locais dos carregamentos indevidamente faturados, uma vez que os mesmos ou estavam em viagem noutros destinos, ou estavam a carregar no carregador doméstico. Estes elementos comprovam a isenção total da nossa empresa em relação aos consumos faturados indevidamente. Informamos ainda que esta reclamação será devidamente apresentada à Polícia Judiciária, acompanhada de toda a documentação necessária como prova, com vista à responsabilização dos intervenientes por eventuais práticas fraudulentas. Assim, solicitamos com carácter de urgência: A suspensão imediata de todos os valores indevidos; A anulação dos carregamentos não realizados pela empresa; A emissão de um novo cartão de carregamento, com nova numeração; Uma resposta formal e por escrito por parte da Galp Energia, com esclarecimento das medidas adotadas e garantias de que esta situação não voltará a ocorrer. Aguardamos o vosso contacto urgente. Caso não recebamos resposta num prazo razoável, reservamo-nos ao direito de escalar a situação junto das entidades reguladoras competentes. Com os melhores cumprimentos, José Alexandre Pepe da Silva Bica Ready to Go Unipessoal Lda rtogo2019@gmail.com 939306230
Cobrança indevida
Sou ciente da Meo há muitos anos, sempre paguei tudo certo e no início do ano quis trocar de telemóvel, fui até a loja, de entrada e esperei uns dias por ele. Quando fui buscar passei pelo constrangimento de saber que não poderia comprar porque tinha uma dívida no meu nome de mais de 100 euros, desde de 2005. Liguei e procurei saber do que se tratava, eles me disseram que essa dívida era de outubro de 2005 e que eu teria que pagar. Só que eu não estava em Portugal de abril de 2005 a 2018. E quando estive em Portugal no período de 2002 a abril de 2005 eu só usava pré pago da TMN, tenho meus passaportes antigos pra provar que não estava em Portugal. Já tentei resolver com eles, mas sem sucesso. Não sei o que devo fazer. Melhores cumprimentos, Paula Rodrigues
Impossibilidade de Cancelamento Contratual e Comunicação com a Vodafone – Situação Prolongada e Sem
Em junho de 2024 celebrei um contrato com a Vodafone para dois números móveis em Lisboa. No final de fevereiro de 2025, por motivos familiares urgentes, tive de me ausentar repentinamente para a Moldávia, e solicitei à Vodafone o cancelamento dos contratos por emigração. No entanto, a empresa afirma ter enviado um email no dia 28/02/2025 a solicitar documentação – email esse que nunca recebi. Verifiquei todas as pastas, incluindo spam, e não há qualquer vestígio dessa comunicação. Desde então, tenho tentado resolver esta situação sem sucesso. Paguei as faturas de fevereiro e maio de 2025, inclusive após a cobrança por parte da Intrum, acreditando que isso encerraria o processo. Liguei para a Vodafone e fui informado de que o pagamento resolveria o caso. No entanto, o serviço não foi reativado, e as cobranças continuaram, sem eu poder utilizar os números (serviço cancelado unilateralmente pela Vodafone). Ao regressar a Portugal (Açores) em maio de 2025, dirigi-me pessoalmente à loja autorizada da Vodafone no Pico. A colaboradora contactou a central e forneceu os valores para rescisão contratual com penalizações. No entanto, informaram que, mesmo que pagasse esses valores, não poderiam garantir a anulação da dívida nem a cessação definitiva dos contratos — a menos que fornecesse documentação altamente restritiva exigida para cancelamento por emigração, como comprovativo de residência fiscal no estrangeiro, contrato de trabalho presencial ou declaração da Embaixada Portuguesa. Esses documentos são exigências desproporcionais e difíceis de obter mesmo para quem efetivamente emigrou temporariamente. Além disso, já não estou no estrangeiro, o que inviabiliza o envio desses comprovativos agora. Solicitei por diversas vias um email oficial da Vodafone que confirmasse o cancelamento mediante o pagamento das penalizações — pedido sempre recusado. Tentei contactar a empresa via email (inclusive respondendo diretamente à resposta formal à reclamação no Livro de Reclamações Online), mas recebi uma resposta automática a informar que esse canal não está disponível e que deveria usar os canais “disponíveis” — os quais, ironicamente, exigem validação por SMS para um número que a própria Vodafone desativou. A situação tornou-se kafkiana: não consigo contactar a Vodafone, não consigo cancelar, não posso usar os serviços pelos quais continuo a ser cobrado e a única alternativa apresentada foi viajar a outra ilha (São Miguel) para tentar resolver pessoalmente num balcão oficial — algo completamente desproporcional e impossível de realizar de imediato. É inaceitável que uma empresa de telecomunicações: 1. Cancele unilateralmente um serviço e continue a cobrar mensalidades. 2. Impeça o cliente de aceder à sua conta ou aos canais de contacto (verificação por SMS para número inativo). 3. Responda a uma reclamação formal apenas com uma justificação infundada, sem qualquer solução prática. 4. Se recuse a emitir um documento oficial por escrito a confirmar condições de cancelamento mediante pagamento. 5. Exija documentos excessivos e desproporcionais, sem considerar alternativas justas ou razoáveis. Por isso, solicito à DECO apoio para resolver esta situação, e peço que a Vodafone seja responsabilizada pelo bloqueio ativo da comunicação com o cliente e pela manutenção de cobranças injustificadas. Estou disposto a pagar o valor das penalizações normais de cancelamento contratual, conforme descrito no contrato (50% no primeiro ano, 30% no segundo), mas não a continuar a ser cobrado indefinidamente por um serviço desativado e inacessível.
Valor excessivo em factura
Exmos. Senhores, Sou cliente com o número de conta 910151504400 e na semana passada, recebi a vossa factura número 106032744753 com um valor fora do normal, comparativamente aos restantes meses, os quais foram pagos na sua totalidade e sempre dentro do prazo estipulado, como podem comprovar no histórico das facturas. Neste caso concreto,esta factura com o valor de 622,29 € reporta a um acerto de Outubro de 2021 a Maio de 2025 por falta de leitura da parte dos vossos serviços, informação esta que consta do verso da vossa factura e também facultada pelos vossos serviços no balcão da loja do cidadão. Contudo, e tal como podem facilmente verificar, a fatura não pode estar correta, uma vez que estão a faturar consumos com mais de 6 meses. Como será do vosso conhecimento, a lei determina que o direito ao recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação. Sendo assim, esses consumos encontram-se prescritos, em conformidade com o disposto no art. 10º nº 1 da Lei dos Serviços Públicos Essenciais. Assim, serve a presente missiva para me opor ao pagamento do valor supra referido, invocando expressamente a prescrição para todos os efeitos legais. Aguardo resposta por escrito e anulação dos valores prescritos o mais rápido possível. Assim, aguardo emissão da fatura corrigida. Cumprimentos. Agostinho Ramos
Cobrança Indevida
Exmos Senhores, Quando fiz a subscrição à Deco Protesete estava em campanha na qual os primeiros dois meses custavam 2€ (1€/Mês). A Deco Proteste cobrou 8,6€ no dia 2/5 e 8,6€ dia 2/6. Peço que o dinheiro seja devolvido.
Pagamento errado de consulta, por falta de informação do colaborador ao telefone.
Exmos. Senhores, No passado dia 02 de Maio tive uma consulta com a Dra. Vanessa Vilas Boas, na especialidade de Andrologia. Durante a referida consulta, fui informado que a vertente para o qual desejava (vertente da fertilidade), não se enquadrava na especialização da Dra, ou seja é uma vertente da Andrologia, mas que a a Dra. nao tem especialização para tal. Face ao exposto, a referida Dra. pediu imensas desculpas, mas não podia fazer nada, teria eu de marcar nova consulta de Andrologia, mas para algum Doutor com especialização em fertilidade, no entanto a quantidade paga no ato do "check-in" não me poderia ser devolvida. Cabe-me então esclarecer o seguinte: No contacto telefónico com a CintraMédica, para a marcação prévia da consulta, após informar o colaborador que pretendia uma marcação para a especialidade de Andrologia, não fui previamente questionado qual a vertente da Andrologia que pretendia, isto porque a Dra. Vanessa Vilas Boas não está especializada na vertente de fertilidade. Sendo a vertente de fertilidade uma especialização da Andrologia, alguém teria de informar previamente ou até questionar qual a vertente que eu desejava. A falta de informação por parte do colaborador ao telefone, fez-me pensar que a Dra. Vanessa teria a especialização que pretendia, caso contrário teria de ser informado. No dia da consulta, a própria Dra. Vanessa além de pedir imensas desculpas e ela própria referiu que o sucedido está errado e que deveria existir alguma informação sobre este facto, para que não existam mais pessoas a ir a consulta "enganadas". A falta de informação por parte da CintraMédica não pode nunca ser um fator de exclusão de ilicitude. A CintraMédica tem obrigação de informar previamente os utentes caso não exista especialização adequada para o efeito. Face ao exposto, paguei 30 euros de uma consulta, para ouvir desculpas da Dra. Vanessa. Solicito o estorno do valor pago, uma vez que além de não ter a consulta, não tenho de ficar prejudicado pela falta informação. Cumprimentos.
Recusa de cancelamento contratual
Exmos. Senhores, A medicare diz não ter fidelização, porém ao aceitar os serviços somos obrigados a pagar 12 meses de serviço, com renovação automática. Simplesmente trocam o nome "fidelização" por "anuidade", que me obriga a ficar preso as mensalidades pelo período de um ano. No dia de hoje pedi a não renovação, e disseram que foi renovado no dia 09/06. Não é a primeira vez que tento efetuar esse cancelamento, no ano passado me ocorreu a mesma situação. Medicare é pura propaganda enganosa, pois você tenta utilizar dos descontos de exames nas clínicas que diz serem conveniadas, e no dia dizem que o médico é que tem que aceitar fazer o desconto medicare. Todas as clínicas constam na aplicação Medicare, dizendo ter 30/40% de desconto nas consultas. A titular da conta é minha esposa, na qual consta o número de cliente no texto acima. Obrigado Cumprimentos.
Continuam a debitar dinheiro quando pedi para cancelar a minha apólice
Exmos. Senhores, Pedi para cancelar a minha apólice do telemóvel AT5 0115265 em Setemebro do ano passado. Fui contactada por chamada e trocamos emails a confirmar o cancelamento desta apólice. Contudo, até hoje ainda me estão a debitar o valor desta apólice mensalmente. Contactei novamente por email os vossos serviços de apoio a cliente e informaram que não enviei os documentos, sendo que tenho o comprovativo de ter enviado o email com toda a documentação exigida. Cumprimentos.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Ha cerca de tres semanas fiz uma limpeza dentária neste empresa. No dia seguinte, comecei a achar que a minha barra de contenção do maxilar superior estava um pouco solta e com o passar dos dias soltou-se num dos lados. Liguei para a oralmed Guimarães onde fui sempre seguida e expliquei a situação, na qual foi agendada uma consulta para dia 04 junho. Ao chegar ao gabinete hoje expliquei à ortodentista que após a limpeza a minha barra soltou-se, coisa que nunca aconteceu em anos, que deve ter sido consequência da limpeza. Ela disse a limpeza nao ia soltar a barra e que ja devia estar gasta, no entanto nunca tive problema nenhum até agora. Após esta conversa ela diz-me que tenho que pagar 64€, valor de uma consulta, para colar um bocado da barra. Ao sair ia reclamar na receção pois acho que esta situação foi motivada pela limpeza feita la e acho inadmissível uma cliente que fez todo o processo na clínica ter que pagar este valor por colar uma barra, no entanto nem pude reclamar pois estavam em reparaçoes no ar condicionado e estava um barulho impossível. Cumprimentos.
Débito direto e abusivo
Exmos. Senhores, Venho por este meio, comunicar que realizei uma compra do kit Adn do My Heritage em junho de 2024. Nesse sentido, usei o serviço e fiz o cancelamento assinatura antes de completar os 30 dias, fui surpreendido com um débito direto no valor de 244,77 no dia 2 de junho de 2025. A prática da renovação automática é abusiva e lesiva aos interesses do consumidor, não só por se valer de um descuido de memória, mas por estabelecer unilateralmente um valor pelo serviço, sem antes consultar expressamente o assinante. Não houve autorização expressa minha, como cliente, a autorizar o débito e nem aviso da renovação automática do valor 1 ano depois. Ao ser surpreendido pela cobrança indevida, entrei logo ao site e fiz uma reclamação no chat no myheritage pedindo reembolso e solicitei pra falar com um humano pois o chat era com robô, recebi o e-mail do pedido de reembolso e até agora nada, tenho recebido a 2 dias uma chamada da Inglaterra mas sempre no período que estou no trabalho e não posso atender e alem do mais percebe-seque é em inglês. cancelei qualquer assinatura e recebi uma mensagem extremamente desrespeitosa a dizer . Gostaríamos de chamar a vossa atenção que o pagamento de recorrência automática da sua assinatura Plano Completo parou. Isto significa que a sua atual assinatura termina em 2 de junho de 2026, e neste momento ser-lhe-á dada a opção de prolongar a assinatura manualmente.Na condição de vítima dessa prática abusiva, espero que o My Heritage demonstre o caráter de uma empresa digna que respeita seus clientes parceiros, e desfaça as consequências desse procedimento inadequado e reembolse o valor debitado do meu cartão , no valor de 244,77 €. Aguardo maiores informações.
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