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Cobrança indevida Europcar
Através da plataforma Booking realizei uma reserva de aluger de veículo entre os dias 11 a 14.09.2025 pela Europcar, no aeroporto de Orly França, conforme reserva n. 1194154245 / contrato de locação 2104846161, no valor de 101,59 euros Ocorre que, à chegada foi-nos questionado ao balcão se queríamos contratar um seguro Premium contra todos os riscos e que o valor do mesmo rondava os 25€/dia, o qual aceitamos, bem como o pagamento de um depósito no valor de 274€, que não estranhamos porque acreditamos que em grande parte seria devolvido após o acerto de contas na devolução do veiculo. Nada mais nos foi informado, apenas nos passaram para a mão uma folha para rubricar e a chave do veiculo indicando que estava estacionado num parque lá próximo. Passados os 4 dias fomos devolver o carro na hora marcada e ao contrário do que tinha acontecido no levantamento, uma funcionária saiu do balcão e veio fazer uma inspeção, tirou fotos, verificou se o depósito estava cheio e pediu-nos novamente uma rubrica num tablet. Viemos embora convencidos que estava tudo conforme. A fim de poucos dias, para nosso espanto, é nos debitado o valor total do depósito e recebemos a respectiva fatura onde consta para além do seguro, contratado, uma outra alínea com um seguro de cobertura de assistência em viagem ( extra a cobertura Premium ), mais uma taxa de serviço de aeroporto de 49.09€ e custo administrativo de danos no valor de 87€. Entrei em contacto com a EUROPCAR para reclamar e o esclarecimento que nos chegou por email foi que verificaram a existência de um novo dano na viatura ( algo que é mentira ) e que foi aplicada uma taxa administrativa referente à gestão do mesmo. Neste caso, questiono, como podem alegar que há um novo dano no carro se na hora da entrega inicial da viatura não há uma verificação em frente ao cliente? Por outro lado, se o cliente contrata um serviço de seguro contra todos os riscos é obrigado na mesma a fotografar e inspecionar o carro todo na hora que lhe passam a chave para a mão? Nunca tal me aconteceu em nenhuma outra rentacar. Toda esta situação é um autêntico abuso de confiança tendo em conta que nada destas taxas e custos administrativos nos são informados quando fazemos o aluguer e nem mesmo ao balcão na hora do levantamento do carro. Assim sendo, não resta outra opção a não ser reclamar formalmente da empresa, para que não continuem a agir de má fé a enganar outros clientes e exigir a devolução do valor remanescente acima do informado cobrado como um depósito. Obviamente que alugar carros com a Europcar nunca mais!
Fraude
Boa noite Ontem, pesquisei online como alterar titularidade de uma conta da EPAL e da EDP. Surgiu-me o “alterar titular”. Tinha-me sido dito que se podia tratar disto online, pelo que não estranhei. Foi-me apresentado um questionário que preenchi e no final foi-me pedido o pagamento de 35€ (+ 10€ se quisesse o processo agilizado em 24h). Assim fiz, paguei um total de 90€ (EPAL e EDP) através de 2 entidades e referências que me foram enviadas. Hoje, liguei para a EPAL, para saber em que dia iam tratar do assunto. Não só não tinham qualquer indicação deste pedido, como me disseram que o serviço é gratuito e que não trabalham com outras empresas e que, portanto o mais provável é ter sido vitima de fraude. A EDP informou-me do mesmo, o serviço é gratuito. Agradecia que me fosse devolvido o dinheiro. NÃO ALTEREM QUALQUER TITULARIDADE USANDO ESTE SITE. Contactem diretamente e empresa/prestador em questão. É burla.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, fiz uma compra na Maison du Monde, cuja entrega no domicílio ficou a cargo da Tamdis. Foi acordado um dia para a entrega e, no próprio dia, 1h antes da entrega fui contactada a avisar que a entrega nao podia ser feita. Remarcaram nova entrega para outro dia e o produto foi entregue danificado. Feita a queixa para o produto ser trocado, voltaram a fazer marcação e não apareceram para a troca e devolução de produto danificado. Por 3 vezes tive de alterar a minha vida profissional para ficar ao dispor desta entrega, mostrando-se um serviço de qualidade lastimável, o pior serviço deste tipo e que tem de ser responsabilizado.
Reclamação – Falta de Orçamento e Emissão de Faturas
No dia 7 de julho de 2025 entreguei um buggy no vosso stand, após um acidente ocorrido no dia anterior, para avaliação e elaboração de orçamento de reparação. Até à presente data (26 de setembro de 2025), apesar das inúmeras solicitações feitas por telefone, presencialmente e por mensagem, nunca me foi entregue qualquer orçamento, mesmo depois de ter sido informado pela vossa colaboradora Filipa, em 8 de agosto de 2025, que o veículo seria considerado perda total. Adicionalmente, verifico uma situação de maior gravidade: as faturas dos veículos adquiridos em abril de 2025, com cauções pagas em maio de 2025, nunca foram entregues, apesar de já terem passado quase 5 meses. Este incumprimento legal já me causou prejuízos junto da minha contabilidade, uma vez que o prazo de submissão expirou. Mais recentemente fui informado de que a primeira avaliação feita ao buggy foi realizada sem desmontagem do veículo, levantando sérias dúvidas quanto à fiabilidade da classificação de “perda total” comunicada. Por fim, registo que o link para o Livro de Reclamações Eletrónico no vosso site se encontra indisponível, o que constitui mais uma irregularidade legal. Requeiro, com caráter urgente: - A emissão imediata das faturas em falta; - A entrega formal do orçamento do buggy entregue em julho; - Esclarecimentos escritos sobre a avaliação inicial que classificou o veículo como perda total. - Indemnização pelos prejuízos sofridos, nomeadamente o tempo de espera excessivo (quase 3 meses), deslocações múltiplas ao stand sem sucesso e problemas contabilísticos resultantes da ausência de faturas, que causaram danos à minha atividade profissional. Face à gravidade e à demora desta situação, reservo-me ao direito de encaminhar o caso para a ASAE e para a Autoridade Tributária, caso não obtenha resposta no prazo legal de 15 dias úteis. Duarte Miguel 962067794
Garantia que não cobre
No dia 13-11-2024 desloquei-me à fábrica dos óculos de Évora, com o meu esposo, onde efetuamos a compra de uns óculos para ele. No dia 26-09-2025 voltei a deslocar-me ao mesmo sítio, pois a armação partiu-se, no dia anterior, apenas no ato de limpar as lentes. Sendo que o meu esposo nada vê sem óculos, o meu primeiro impulso foi colocar um pouco de cola quente, que em nada danifica as lentes ou armação. Não falamos de cola super 3, nem nada do género. Fui informada que os óculos estão na garantia, mas sendo que lhe coloquei a cola quente, a mesma ficava sem efeito. Compreendo que seja a política da empresa, mas será exatamente por saberem que as pessoas no ato de desespero vão fazer exatamente isso. Os óculos não tem um ano de uso, e não faz qualquer sentido a garantia “saltar fora” por causa de um pouco de cola quente, que é algo que se tira e não deixa sequer marca. Pelos vistos o meu erro foi ir e não retirar a cola quente. Entretanto vamos colocar uma nova armação, algo mais resistente, mas naturalmente que quero que o valor da armação antiga seja descontada no valor da nova.
Encomenda não recebida
Entregador nao faz entrega de encomenda numa loja de C.C (UBBO) com a justificacao de endereço errado. Falso já que sao centenas de encomendas sempre com o mesmo endereço e loja bem identificada pelo número. Presumo que nao façam novas tentativas e a encomenda vá devolvida. O entregador tentou ligar-me mas não pude atender. Não teve paciência para procurar ou informar-se junto da segurança do centro e mentiu. Isto é recorrente. Contacto com a empresa é pesadelo. E agora?
desagrado com serviço
Agradecia ser contactada por alguém da Ups desde o momento onde não consigo ter aceso a um contacto de apoio a clientes . Pois estamos a ser insultados por alguns funcionários da Ups diariamente onde nos deixam 100/200 caixas diárias . TENHO FOTOGRAFIAS FILMAGEMS com a agressividades que tratam as caixas. e se reclamamos com eles somos insultadas . Cristina Pinto
Danos fibra capilar
No dia 20/09/2025 sábado, realizei um serviço no salão, pelo qual paguei 80€. Compareci ao espaço com o cabelo hidratado, selado e macio, mas saí com os fios visivelmente danificados: porosos, abertos e espigados, como se tivessem sido tratados com oxidante de 40 volumes. Fui cortar uma franja lavar e fazer o das no cabelo. Durante o atendimento, a profissional afirmou, diante de outra cliente, que o meu cabelo estaria “super ressecado, mega poroso e sem hidratação”. Essa colocação, além de constrangedora, não corresponde à realidade dos cuidados que mantenho com o meu cabelo, como ficou evidente em vídeo que gravei e enviei posteriormente à própria empresa, demonstrando o contraste entre o resultado entregue e o real estado do meu cabelo. Apesar de ter manifestado formalmente o meu descontentamento presen ialmente e por mensagem escrita e disponibilizado prova em vídeo, não obtive qualquer resposta ou proposta de solução por parte do salão, que inclusive deixou de atender chamadas ou responder mensagens. Considero que houve: Má execução do serviço contratado, sem correspondência ao valor pago; Exposição indevida da minha imagem diante de terceiros; Falta de resposta e de profissionalismo por parte da empresa. Desta forma, solicito à DECO a vossa intervenção para que seja encontrada uma solução justa, nomeadamente: 1. O reembolso do valor pago (80€), ou 2. Uma compensação equivalente, em respeito ao consumidor. Estou disponível para fornecer cópia das mensagens trocadas, vídeos e provas que demonstram o ocorrido. Gravei meus cabelos indo para o salão, na volta e pós primeiro tratamento com produtos profissionais, feito em casa. Com os melhores cumprimentos.
Ticketline - Recusa de reembolso/voucher pela ticketline após alteração da data do espetáculo
Adquiri bilhetes através da Ticketline para um espetáculo cuja data original foi alterada à ultima da hora para 1 ano depois. Infelizmente não consigo estar presente na nova data devido ao meu horario trabalhador-estudante. Solicitei à Ticketline o reembolso ou, em alternativa, a emissão de um voucher para outro espetáculo. A empresa recusou, alegando que o prazo para pedidos terminou em julho. Esta prática é abusiva e contraria o disposto no artigo 9.º da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) e no Decreto-Lei n.º 23/2014, que garantem ao consumidor o direito à devolução do valor pago quando não aceita a alteração unilateral da data do evento. Reforço que não exijo reembolso em numerário, apenas gostava que houvesse a possibilidade da emissão de um voucher Ticketline de igual valor, solução justa e equilibrada. Após dois emails a tentar esclarecer de forma justa nao obtive resposta, cujos envio em anexo. Peço a vossa intervenção para que a Ticketline respeite os meus direitos enquanto consumidor. Filipe Carvalho
Recusa Indevida de Garantia e Encerramento Arbitrário de Pedido de Suporte
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa PCDIGA, relativamente ao processo de assistência técnica de um computador adquirido em dezembro de 2024, na loja da PCDIGA sito na R. Pedro e Inês Nº11, 1990-074 Lisboa. No dia 23 de setembro de 2025, entreguei o equipamento na loja para resolução de uma falha de funcionamento, ainda dentro do período de garantia legal. A empresa através do pedido de assistência nº 8000007240, informou que o problema residia na Motherboard, alegadamente com pinos tortos, e que tal situação não estaria coberta pela garantia. Foi-me sugerida a aquisição de uma nova Motherboard Micro- Atx Msi Pro B650M-B SktAM5, com o preço de 109,90€ através de link disponibilizado no email, acrescida de 39,90€ pela montagem. Contestei esta avaliação, por considerar que: 1. O computador foi adquirido pré-montado, precisamente por não possuir conhecimentos técnicos para montagem ou intervenção no hardware. 2. O equipamento é utilizado exclusivamente por um menor de 12 anos, que também não possui qualquer conhecimento técnico. 3. O computador nunca foi aberto ou manipulado desde a compra, facto corroborado pelo técnico da loja que referiu a presença de pó acumulado. 4. A falha ocorreu de forma espontânea, com o aparecimento de um ecrã cinzento com opções desconhecidas, seguido de um ecrã negro com cursor intermitente, sem qualquer intervenção física no equipamento. Posteriormente após troca de emails com a equipa de suporte e contestação da minha parte dos factos, a empresa alegou que o equipamento apresentava pasta térmica recente e em excesso, o que indicaria abertura e montagem incorreta por parte do utilizador. Esta alegação é falsa e contraditória, pois: • Nunca foi feita qualquer intervenção no equipamento por mim ou pelo utilizador final. • A montagem foi realizada pela própria PCDIGA, no momento da compra. • A presença de pó acumulado reforça que o equipamento não foi aberto. • A empresa não apresentou qualquer prova técnica, como fotografias, relatório detalhado ou perícia independente, que comprove a alegada intervenção externa. Na minha última comunicação, solicitei o contacto com um responsável pelo serviço prestado, demonstrando abertura para diálogo e resolução. Em resposta, a empresa encerrou unilateralmente o pedido de suporte, sem apresentar qualquer solução ou abertura para reavaliação, remetendo-me apenas para a loja física. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos dos consumidores na compra de bens móveis, o vendedor é responsável por defeitos que se manifestem no prazo de três anos após a entrega do bem, salvo prova de uso indevido — o que claramente não se verifica neste caso. Solicito intervenção junto da PCDIGA para: • Garantir a reparação gratuita do equipamento, conforme previsto na legislação. • Ou, em alternativa, a substituição do produto ou reembolso, caso a reparação não seja possível. • Avaliar a conduta da empresa no âmbito da defesa dos direitos dos consumidores, nomeadamente no que respeita à transparência dos diagnósticos técnicos, à responsabilização por erros de montagem e à forma como encerram processos de suporte sem resolução. Adicionalmente, após pesquisa em plataformas públicas de reclamação como a DECO Proteste, Portal da Queixa, Trustpilot e fóruns como o Reddit, constatei que existem várias reclamações semelhantes à minha, nomeadamente: • Recusa de garantia com base em alegados pinos tortos na motherboard, mesmo em equipamentos pré-montados e sem qualquer intervenção do cliente. • Alegações de pasta térmica mal aplicada, utilizadas como justificação para exclusão da garantia, sem qualquer prova técnica ou contraditório. • Encerramento unilateral de pedidos de suporte, sem resolução efetiva ou contacto com responsáveis técnicos. • Substituição de componentes por unidades usadas ou defeituosas, contrariando o direito à reposição da conformidade previsto na legislação. • Má conduta técnica e diagnósticos errados, que resultam em custos adicionais injustificados para o consumidor. Estes casos aparentemente demonstram um padrão de atuação, que compromete a confiança dos consumidores e levanta sérias dúvidas quanto à qualidade e integridade do serviço pós-venda da PCDIGA. Por este motivo, solicito análise não só do meu caso, mas também do comportamento sistemático da empresa no tratamento de garantias e assistência técnica. Com os melhores cumprimentos, David Simões
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