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Políticas de devolução e reembolso Burlescas
Bom dia. Comprei um telemóvel na AliExpress de 257€, porém não era o que esperava. Como fui tratar da devolução para o reembolso. Enviei tudo certinho dentro do prazo pelos CTT. Infelizmente o produto foi me devolvido porque não podia ser transportado por via aérea por conter uma bateria de lítio. Pois, ok. Dirigi-me a outra transportadora, a DPD, e procedi ao envio. O vendedor que trabalha em parceria com a AliExpress cujo nome e morada é: Hua ZhangJSW127215257038155 Rontgenstr 4, 63512 Hainburg , Gie, 63512 Depois de ter recebido o comprovativo de recepção do envio do vendedor, pela transportadora tive de contactar , mais de 20 vezes,a Aliexpress e o respectivo vendedor pelo chat e email da AliExpress. E o reembolso foi me sempre negado, ou seja, fiquei sem os 257€ do telemóvel, dos 14€ que gastei do envio pela CTT, dos 19€ que gastei pelo envio através da DPD e ainda sem o telemóvel. Estou tentando ao menos, já que não me querem devolver o dinheiro,que reenviem o telemóvel já que paguei por ele. E estão sempre rejeitando o meu pedido como se fosse a coisa mais normal do mundo roubar quase 300€ a um cliente que, no meu caso, é regular. E fiz tudo como indicado pelas políticas de devolução de devolução do AliExpress e dentro do prazo. Este é o número do meu pedido que não querem resolver. 3063333008976318 Acho muito injusto ter gasto dinheiro, tempo na compra e depois posterior devolução e não haver um mínimo de consideração. Ao menos devolvam-me o telemóvel, já que paguei por ele. Obrigado
Multa Cobrada Indevidamente
Exmos. Senhores, No passado dia 19/12/2025, recebi uma notificação via e-mail referente a um suposto estacionamento indevido de trotinete, tendo verificado que foi debitado diretamente da minha conta bancária o valor de 85€. Venho assim por este meio apresentar reclamação formal contra a cobrança indevida de uma multa no valor total de 85€, debitada diretamente da minha conta bancária pela vossa empresa, sem prévia autorização expressa para o caso específico e sem que me fosse facultado o direito de defesa. Conforme comprovam os anexos (histórico de viagem e fotografia de fim de viagem), estacionei o veículo na Avenida Miguel Torga n.º 4. Ao analisar a fotografia submetida no encerramento da viagem, e aprovada pelo vosso sistema, verifica-se que: - A trotinete foi deixada num local onde já se encontravam outros veículos da mesma marca/frota - A Aplicação Bolt validou o estacionamento: O vosso software exige a aprovação da fotografia para concluir a viagem. Ao permitir o encerramento sem qualquer aviso de "zona proibida" ou "estacionamento incorreto", a Bolt validou a conduta do cliente. Não é admissível que o sistema aprove o estacionamento num momento e penalize o cliente financeiramente no momento seguinte. O auto refere que o veículo foi removido por estar "em cima do passeio". Contudo, a fotografia comprova que o veículo não se encontrava nem em cima do passeio, nem a obstruir a passagem de peões e encontrava-se junto a outros veículos da Bolt, criando uma legítima expectativa de que aquele local era uma zona de estacionamento aceite pela vossa operadora. Fui informado pelo vosso apoio ao cliente que o valor de 85€ corresponde a taxas administrativas/remoção já pagas por vós. Contudo, efetuar este débito automático sem me facultar a notificação original da autoridade (para que eu pudesse, por exemplo, contestar a remoção junto da ANSR/EMEL) e sem me dar direito de defesa prévio, configura uma prática abusiva. Todos os factos descritos têm base legal no Artigo 60.º da Constituição da República Portuguesa, onde é constituído o Direito à qualidade de bens e serviços e à proteção dos interesses económicos dos consumidores; Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) mais especificamente, artigos 4.º e 9.º que remetem para o Direito à informação, proteção dos interesses económicos e prevenção de práticas abusivas; no Código Civil, especificamente artigos 406.º e 762. que remetem para o Princípio da boa fé nas relações contratuais; no Código de Processo Penal, nomeadamente artigo 32.º que remete para o Direito de defesa, aplicável por analogia a sanções e penalidades contratuais. A responsabilidade por falhas na georreferenciação ou validação de estacionamento da App não pode ser imputada ao consumidor final desta forma automática. Face ao exposto, venho requerir: 1. A devolução imediata do valor de 85€, através do mesmo método de pagamento; 2. O envio do comprovativo oficial da autoridade (Auto de Notificação completo) onde conste a infração e o valor pago pela remoção, caso pretendam manter qualquer imputação de responsabilidade; 3. A anulação de quaisquer valores pendentes relativos a coimas associadas a este processo, dada a validação do estacionamento pela vossa App. Aguardo deferimento no prazo de 5 dias úteis, findo o qual recorrerei ao Livro de Reclamações Eletrónico e ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Com os melhores cumprimentos.
Serviço prestado sem autorização, sem nenhum contacto após escritura no livro de reclamações
No dia 21/10/2025, entreguei o veículo na Leimarauto – Oficina apenas para diagnóstico de uma pequena fuga de líquido de refrigeração (cerca de 100 ml por mês), deixando expressamente claro que queria ser contactado antes de qualquer reparação, para me apresentarem o diagnóstico e um orçamento, e só depois eu decidir se autorizava ou não a intervenção. Nesse momento, perguntei também o preço de um eventual polimento de faróis (foi indicado 25 €), mas igualmente deixei claro que isso só seria feito se eu confirmasse depois, quando me ligassem. Nesse dia não recebi qualquer contacto até ao final da tarde. Pelas 18:00, liguei várias vezes para o número público da oficina e tive dificuldades em obter resposta; quando finalmente consegui falar, foi-me dito de forma vaga que o carro ficaria “só para amanhã” e que “em princípio é a bomba de água”, sem explicação técnica, sem orçamento e sem me pedirem autorização para avançar. No dia 22/10/2025, fui contactado a dizer que o carro estava pronto, o que me surpreendeu porque nunca me tinham apresentado orçamento nem pedido consentimento. Ao questionar sobre os faróis, senti confusão na resposta e foi alegado que tinham dado “uma polidela”, mas quando levantei o carro verifiquei que os faróis estavam inalterados (até com poeiras), pelo que não consegui confirmar qualquer trabalho real nesse ponto. Ao levantar a viatura, foi-me apresentada uma fatura de 691,22 €, em papel, com o tempo de mão-de-obra corrigido à mão, o que considero grave e pouco transparente. Além disso, foi-me dito que optaram por substituir um kit completo (distribuição com bomba) em vez de apenas a bomba, por “compensar mais”, mas essa alteração de escopo foi tomada unilateralmente, sem a minha autorização, aumentando de forma significativa o custo e impedindo-me de procurar alternativa/segunda opinião. A origem exata da fuga também não me foi demonstrada com segurança, ficando a justificação técnica pouco clara. Perante o fecho iminente da oficina e a necessidade de reaver a viatura, senti-me pressionado a pagar para poder retirar o carro, apesar de discordar da reparação feita sem autorização e do valor cobrado. No dia 23/10/2025, voltei à oficina para esclarecimentos e pedi documentação e identificação das peças aplicadas (marcas/referências). A informação disponibilizada foi insuficiente: apenas me foi indicada uma referência do fornecedor e, ao contactar o fornecedor, foi-me dito que não podiam dar detalhes porque a fatura estava em nome da oficina. Também tentei resolver a situação por acordo, mas a resposta foi que “não podia fazer nada” além de descontos em futuras mudanças de óleo, o que não é aceitável para mim, até porque perdi confiança e não pretendo voltar à oficina. Assim, considero que existiram várias irregularidades, nomeadamente: execução de reparação sem orçamento e sem autorização prévia, falta de contacto conforme combinado, alterações manuscritas na fatura sem clareza, falta de transparência sobre as peças instaladas e ausência de justificação técnica robusta do diagnóstico, bem como a referência a um serviço (polimento) que não foi efetivamente realizado. Perante isto, apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico em 23/10/2025, solicitando resposta formal e documentação (ordem de serviço/reparação, orçamento discriminado e identificação completa das peças aplicadas). Contudo, a empresa não respondeu no prazo legal, não tendo apresentado qualquer resposta até ao momento. Face à ausência total de resposta, contactei também a ASAE, reportando o incumprimento do prazo de resposta e os factos essenciais (reparação sem autorização, alterações manuais na fatura, falta de identificação de peças e alegação de serviço não realizado). Apesar desse contacto, não obtive qualquer resposta ou retorno.
Aluguer viatura a hora
Na passada sexta-feira, aluguei a carrinha da hertz no leroy merlin em Aveiro por perido de 1h entre o 12h30 e as 13h30.. levantei o carro pouco de depois da hora agendada e também perto do 13h30, seja o teu que usufruí da viatura foi a hora estipulada. Quando entreguei a carrinha, deixei a chave no dispositivo no porta luvas e até tirei fotos pela app da hertz para validarem o estado da viatura e tranquei a mesma pela app. Não vendo qualquer funcionalidade na mesma para terminar o aluguer, achei que estava assim, encerrado.. No entanto foi cobrado um valor bem acima da hora que utilizei realmente a viatura.. indicaram que o aluguer terminou por volta das 15h.. foi a reposta dada que me deram quando pedi para reverem a situação.. só esperava que fossem sérios e cobrassem o valor em que realmente utilizei o serviço!! Eles têm dados que compravam que só utilizei a viatura durante o tempo que reservei.. as fotos e acredito que dispositivo da chave registe a hora..
Encomenda propositadamente trocada
Para: FEWER ypcomplaints@outlook.com Assunto: ENCOMENDA DS950300136PT da FEWER Recebi ontem a citada encomenda, que paguei (70,00€) e a exemplo de casos semelhantes, constatei que a mesma constitui uma BURLA. Senão vejamos: No Instagram constava no anúncio do produto um dispositivo que através de laser permitia até 15 leituras diferentes de vários itens em termos de saúde, nomeadamente glicemia, ureia, tensão arterial, PSA, etc. Quando abri a embalagem deparei-me um um vulgar aparelho - marca SINOCARE -para medir a glicemia utilizando acessórios: picador, lancetas para recolha da amostra de sangue para analisar e ainda a ponta tipo agulha para o mesmo picador (inexistente!). No entanto, a embalagem não continha nem lancetas de recolha da gota de sangue, nem as 2 pilhas AAA 1,5V indispensáveis. Além disso, as instruções vinham apenas em dialeto chinês, evidenciando uma total falta de respeito pelo cliente (português). Dado o logro, solicito o envio imediato do aparelho que de facto foi encomendado (duvido que exista), ou então a devolução do dinheiro gasto com a aquisição. Note bem: Para assegurar que o caso não fica esquecido, este email será também enviado quer para as autoridades portuguesas, quer para as espanholas. Por último, lamento a quantidade de anúncios similares, que apenas visam o lucro fácil, com total desrespeito pelos clientes.
ambiente mau
Chegaram também a passar amigas a fazer tarefas de chefias e tomar decisões, sem o serem, mas o problema aqui é que estas decisões não são de modo abrangente para TODOS e só aquele grupo restrito de amigas e frontliner que gostam, podem fazer estas funções. Chefias que falam de modo ríspido, ofensivo com os colaboradores, gritam, ameaça, e manipulam. Quando um colaborador demostra descontentamento ou aponta os problemas, passa automaticamente pelas chefias a ser rotulado de “problemático” sendo culpabilizado pela situação em vez de ser ouvido. Também é pratica comum na Ikea e principalmente a partir do momento em que chegou a todos, a informação e todos falaram disto, de situações de que o S.O, chefias e direções começaram para se defenderem a criar situações e como tem um grupo onde a Ikea PAGA para que estas pessoas tenham uma opinião sempre a favor da IKEA, então criaram uma imagem negativa de colaboradores e Ex colaboradores, falando mal deles internamente para influenciar a opinião dos outros, o que destrui a reputação de muitos colaboradores que passam a ser mal vistos e criou-se um clima tóxico. Em alguns casos colaboradores foram chamados para salas, com chefias e responsáveis, pressionados psicologicamente e elevados a assinar acordos contra a sua vontade. Isto é assédio laboral, claro. Mas apesar de várias queixas tudo é sempre negado e a Ikea arranja chefias que lhes paga, para que digam sempre que nada disto é verdade. A imagem que a Ikea passa é que é correta e preocupada com os seus colaboradores, quando a realidade vivida por muitos colaboradores exatamente o oposto. Espero sinceramente que a Ikea deixe só de ouvir chefias mentirosas, desculpe mas são e oiça e verifique as situações e finalmente corra com a Barbara Graf, Lélia Ponte e mude chefias da secção, BAC, IKEA FOOD, SALES E LOGISTICA principalmente equipas teams leader e a responsável de secção de CAIXAS, SAC, VENDAS E LOGISTICA que são tendenciosas.
Queixa sobre práticas recorrentes da Rede Expressos
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa relativa à atuação recorrente da empresa Rede Nacional de Expressos, enquanto utilizadora frequente dos seus serviços, com o objetivo principal de dar conhecimento de problemas estruturais e sistemáticos na prestação deste serviço de transporte rodoviário. Recentemente, perdi um autocarro da RNE devido a uma falha grave de informação no terminal rodoviário do Porto (Campanhã). O autocarro encontrava-se atrasado e o cais de embarque foi alterado sem qualquer atualização nos ecrãs informativos, tendo essa alteração sido comunicada apenas através de avisos sonoros. Esta forma de comunicação revelou-se manifestamente inadequada, sobretudo num terminal ruidoso, e constitui um problema evidente de acessibilidade, nomeadamente para passageiros com dificuldades auditivas. Importa salientar que este episódio não constitui uma situação isolada, mas reflete um padrão recorrente de deficiente prestação de serviço por parte da empresa. São frequentes os atrasos imprevisíveis e a falta de cumprimento dos horários anunciados, muitas vezes sem qualquer comunicação clara ou atempada aos passageiros. A isto acrescem preços elevados dos bilhetes, que não se mostram compatíveis com a qualidade do serviço prestado, bem como uma desorganização generalizada nos terminais, com alterações de cais mal comunicadas e informação contraditória. Verificam-se, com regularidade, falhas nas condições oferecidas a bordo dos autocarros, incluindo situações onde as instalações sanitárias não se encontram funcionais, mesmo em viagens de duração significativa. Paralelamente, os próprios terminais apresentam condições deficientes, como fraca cobertura de rede móvel, inexistência ou mau funcionamento do serviço de Wi-fi e filas excessivas nas bilheteiras, o que dificulta qualquer tentativa de resolução imediata por parte dos passageiros. Considero que este conjunto de situações traduz uma degradação contínua da qualidade do serviço prestado e uma violação reiterada do direito dos consumidores a uma informação clara, acessível e adequada, bem como a um transporte realizado em condições mínimas de organização, conforto e fiabilidade. Esta comunicação tem como principal finalidade dar conhecimento destas práticas, contribuindo para um retrato mais fiel da realidade vivida por muitos utilizadores deste serviço e para reflexão no âmbito da defesa dos direitos dos consumidores. Cumprimentos.
Pedido de apoio jurídico
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio jurídico da DECO enquanto consumidor, no âmbito de uma situação grave e prolongada de desconformidade relativa a uma viatura elétrica adquirida nova, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, agravada por incumprimento do dever de guarda por parte da entidade reparadora. 1. Identificação do consumidor Nome: João Filipe Ourives Narigueta Morada: Rua Simão da Veiga, n.º 4, Lote 6, R/C Contacto telefónico: 967 442 111 E-mail: jfonarigueta@hotmail.com 2. Identificação da viatura Marca e modelo: Peugeot e-2008 GT (100% elétrico) Matrícula: BE-77-UG Data de aquisição: 06/11/2023 Valor de compra: 47.000 € Vendedor: Motorpor – Évora Garantia: até 05/11/2025 3. Situação de desconformidade técnica (resumo) Desde praticamente a data de aquisição, a viatura apresenta múltiplas anomalias graves e recorrentes, nunca imputáveis ao consumidor, devidamente documentadas em relatório técnico consolidado (41 páginas), abrangendo: – Sistema de tração e bateria de alta tensão – Sistemas de segurança ativa e travagem – Painel de instrumentos e infotainment (bloqueios totais) – Sistemas elétricos de carroçaria e conforto Estas falhas comprometem a segurança, a fiabilidade, a autonomia real do veículo e a sua utilização normal, enquadrando-se claramente como falta de conformidade, nos termos do artigo 7.º do DL 84/2021. 4. Falta de resolução eficaz e fundamento legal Apesar de sucessivas intervenções em oficina autorizada, as anomalias persistem. Assim, nos termos do artigo 15.º do DL 84/2021, considero estarem reunidas as condições legais para: – Resolução do contrato, ou – Substituição da viatura por outra equivalente, sem qualquer penalização para o consumidor. 5. Agravamento da situação – incumprimento do dever de guarda Para além das desconformidades técnicas, a situação foi recentemente agravada pelo incumprimento do dever de guarda e diligência por parte da entidade que detém o veículo. A viatura esteve estacionada durante um período prolongado: No exterior, Em plena via pública, Sem qualquer proteção, Acessível a qualquer pessoa, Visivelmente suja, com acumulação de folhas, detritos e sujidade orgânica, conforme comprovado por registo fotográfico. Este tratamento é manifestamente incompatível com: O valor do bem (47.000 €), O estatuto de viatura ao abrigo de garantia, O dever legal de conservação do bem entregue para reparação. Tal situação configura, no meu entendimento, negligência na guarda do veículo, com potencial agravamento do seu estado geral e consequente desvalorização adicional, pela qual o consumidor não pode ser responsabilizado. 6. Pedido de intervenção da DECO Face ao exposto, solicito à DECO: Apoio jurídico na defesa dos meus direitos enquanto consumidor Confirmação do direito à resolução contratual ou substituição da viatura Apoio na negociação com o vendedor/importador Avaliação da responsabilidade da entidade reparadora pelo incumprimento do dever de guarda Acompanhamento em eventual fase contenciosa, caso não exista solução adequada Reitero que não aceito qualquer redução de valor ou penalização financeira, uma vez que: As desconformidades são de origem técnica/fabril Foram comunicadas dentro do prazo legal A degradação adicional ocorreu enquanto o veículo estava sob custódia de terceiros Coloco-me à disposição para envio imediato de: – Relatório técnico completo – Fotografias comprovativas do estado do veículo – Comunicações trocadas com o vendedor e a marca – Ordens de reparação e restantes comprovativos Com os melhores cumprimentos, Aguardo uma resposta por e-mail para poder enviar todas as fotos que tenho que comprovam os factos mencionados. João Filipe Ourives Narigueta
Encomemda não recebida
Bom dia, tenho uma entrega que estava lrevista para dia 11/12, porém hoje dia 20/12 ainda não foi entregue, minha esposa foi no dia de ontem 19/12 até o centro de distribuição e eles dizem que não encontram a encomenda, esse transtorno está a me causar prejuízo, pois na encomenda tenho filamemtos de impressão 3d que preciso muito para encomendas que tenho.
Encomenda não recebida
Antes de encomendar perguntei se garantiam a obtenção de um telemovel nos dias anunciados no site. Deram resposta positiva e avancei com a compra. Passou o dobro do prazo previsto de entrega e tive de ser eu a contactar ao que me informaram que ainda não tinham e para aguardar mais 1 semana que deveria estar mesmo para chegar. Após mais do que essa semana, novamente eu a contactar informam que não conseguiram receber, não sabem quando vão receber… Neste momento o telemóvel ainda se mantém disponível para venda com o prazo de 2 a 4 dias.
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