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Ligações à Rede e Aumentos de Potência
Exmos. Senhores, Em dezembro de 2024 submetemos o projeto para o aumento de potencia para abertura de um negocio. Tudo já foi aprovado mas para tal demorou 4 mês. Recebemos depois o orçamento da e-redes o qual já foi pago no dia 2 de maio apenas com custos de potência, há quase um mês e ate agora ainda não nos foi dado qualquer tipo de explicação para não estar resolvido este caso. Já liguei para a linha de apoio uma dezena de vezes vezes, já me desloquei a loja em Vila Real mais de 5 vezes e ninguém me consegue dar informações do processo. Já recebemos a visita do técnico e o mesmo disse que apos o pagamento do orçamento era rápido e não era necessário mais nada, essa visita aconteceu no dia 17/04/2025. Sem a resolução desta situação é impossível trabalhar e os gastos mensais estão a ser difíceis de suportar. Cumprimentos.
Não regularização dos valores liquidados junto do Banco de Portugal
Exmos. Senhores, Regularizei uma dívida junto da whitestar no dia 31/01/2025 e reparei que os valores ainda constam no Banco de Portugal. ( processo ) 7191/24.3YIPRT Entretanto a consultar o mapa de Riscos do BP , também verifiquei que uma hipotética dívida (reporta a 2018) ao qual a resposta do tribunal foi extinguir o processo por falta de documentação assinada por mim , tendo sido devolvidos todos os valores penhorados até a data (setembro de 2018) .Este valor também ainda se encontra no mapa de Risco do Banco de Portugal ( processo 4378/17.9T8OER) Salvo melhor opinião, entendo que a empresa em causa tem má condutas,, Cumprimentos.
Autorização de residência caducada
Exmos. Senhores, Em outubro/2024 caducou minha AR. Não consigo nenhum meio pra agendamento e em nenhum momento fui contactada para o fazer. Estou no país a 7 anos e vim com o visto D7. Nem agendamento pra fazer a autorização permanente consigo fazer, e que é o que mais pretendo. Meu filho mora em UK e nem posso visita-lo, uma vez q o documento vencido não permite. Estou sozinha em Portugal e não posso me reunir com meu único filho. Isso é muito cruel. Peço encarecidamente providências junto a esse órgão. Agradeço antecipadamente, Cumprimentos. Maria Lucia Bressan Rodrigues de Melo mluciabressan@gmail.com 936 923 565 Rua Cidade de Penafiel, 21 - 1° esquerdo N.Sra de Fátima- Entroncamento 2330-110
Serviço de má qualidade
Exmos. Senhores, Realizei em janeiro de 2025 uma compra de um aparelho de ar condicionado e o serviço de instalacao de quem eu presumia ser um técnico credenciado pelo nome de Carlos Gonçalves Alberto Pessoa Lopes, logo de imediato notei que após realizar o pagamento, o mesmo demorou imenso tempo para vir e realizar a instalação do aparelho. Quando finalmente veio, não pude deixar de notar que o mesmo veio sozinho fazer a instalação e que não tinha todas as ferramentas necessárias para realizar o trabalho, pelo que tive que emprestar algumas ferramentas para o mesmo. Após a instalação, no mesmo dia notamos que o ar nao estava a equentar o quarto, ao notificar o indivíduo, o mesmo começou com uma série de pretextos e desculpas e que nunca tinha tempo para vir ver o que se passava, quando finalment veio, 2 meses depois, disse que teria que levar a unidade interna para realizar reparos, que foi o que ele o fez. Depois de varias tentativas de contacto com o indivídui, o mesmo veio no dia 21 de maio, trazer a unidade que supostamente foi reparada, nesse meio tempo ja havia se passado quase cinco meses desde a aquisição até a reparação e instalação do equipamento. Novamente no mesmo dia o equipamento não funcionou. Entrei em contacto com o Carlos para informalo de que o reparo não resolveu o problema, porém ele escolheu nos ignorar. Outro facto interessante é que a unidade interna que o Senhor Carlos nos trouxe nem sequer parece a que foi comprada, estava toda suja, riscada, com danos nas grelhas que ficam proximas ao filtro de ar e a aleta basculante esta quebrada, por fim este cidadão estragou meu patrimonio e nem sequer resolveu o problema, e continuo sem ar. Ao tentar confrontar o mesmo, ele tentou se projectar e dizer que ninguem havia danificado o equipamento, se calhar a tentar sugerir que o produto havia vindo de fabrica assim, o que não é o caso, pois o produto chegou embalado na minha residencia. A minha recomendação para quem estiver a pensar em contratar essa pessoa para fazer qualquer tipo de trabalho em sua residencia, que procure um profissional de verdade, pois para além de fazer um trabalho mal feito, este cidadão potencialmente vai tentar enrolar durante meses. É realmente uma pena que existam pessoas deste calibre que se passam por profissionais. Cumprimentos.
Sinistro Multi-riscos
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, manifestar publicamente a minha profunda insatisfação com a atuação da Ocidental – Companhia Portuguesa de Seguros, S.A., da qual sou cliente há mais de 20 anos, sem qualquer sinistro, no tratamento de um sinistro relacionado com uma apólice de seguro multirriscos habitacional. A forma como o processo foi conduzido evidencia graves falhas em matéria de comunicação, transparência, boa-fé e cumprimento das obrigações para com os clientes. Como ex-funcionário e ex-mediador do setor segurador, constato, com desagrado, que esta situação vem confirmar a má reputação que, por vezes, recai sobre o sector. O caso em questão diz respeito a um sinistro ocorrido no pavimento da minha sala, cujo ressarcimento foi indevidamente recusado pela Ocidental Seguros, com base em alegações que considero infundadas, tecnicamente inconsistentes e manifestamente questionáveis. A Ocidental recusou o ressarcimento do sinistro com base na suposta existência de "deficiências estruturais" no edifício, alegando que estas excluiriam a cobertura. No entanto, não realizou qualquer perícia técnica que comprove essa conclusão. A avaliação limitou-se a uma mera observação visual, sem análise científica ou metodologia válida. Recusou-se sistematicamente a fornecer os documentos que sustentam a decisão, nomeadamente o relatório técnico da peritagem citado como fundamento para a recusa. A seguradora indevidamente transferiu para o segurado a obrigação de apresentar relatório técnico por entidade certificada, invertendo o ônus da prova que lhe compete. Esta conduta viola o dever de transparência e boa-fé e impede o exercício do direito de defesa do segurado. A minha experiência com a Ocidental - Companhia Portuguesa de Seguros, S.A. revela práticas profundamente preocupantes que minam a confiança dos clientes nesta instituição. A atuação da seguradora neste processo caracterizou-se por: Falta de transparência sistémica: Recusa reiterada em disponibilizar documentação fundamental que sustente as suas decisões; Utilização de argumentação genérica e não fundamentada: Alegações técnicas sem base em perícias ou relatórios detalhados; Desrespeito pelo direito à defesa do cliente: Negação de acesso a informações essenciais para contestação. Esta conduta não só viola os princípios básicos da relação segurador/segurado, como questiona seriamente a integridade dos serviços prestados pela companhia. Exorto outros consumidores que tenham enfrentado situações semelhantes com a Ocidental a: Partilharem publicamente as suas experiências; Formalizarem reclamações junto da ASF (Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões); Exigirem o cumprimento escrupuloso das obrigações contratuais e legais. Só através da denúncia organizada e da exigência coletiva de transparência poderemos promover mudanças significativas neste setor, garantindo que os direitos dos consumidores sejam efetivamente respeitados. Infelizmente, a minha experiência leva-me a crer que esta reclamação, tal como todas as que formalizei diretamente junto da Ocidental, será tratada com a habitual desconsideração, reduzida a um mero exercício protocolar. A postura institucional da Ocidental revela uma cultura organizacional que esconde um profundo desprezo pelo princípio basilar do serviço ao cliente. Esta atitude não se limita a uma mera falha operacional, configura uma distorção ética do próprio propósito de uma companhia de seguros. Cumprimentos.
Vendas à Distância | Proposta de renovação | Cobrança indevida em caso de cancelamento em 14 dias
Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar a minha insatisfação relativamente à proposta de renovação de serviço, que me foi apresentada no passado dia 13 de maio de 2025, por via dos serviços de call center, relativa à melhoria das condições do meu serviço, mantendo o mesmo valor mensal. Gostaria de salientar que, durante a proposta efetuada telefonicamente, não fui informada de que existiria uma taxa de desativação a ser paga caso decidisse cancelar o serviço dentro do período de 14 dias de livre resolução, ao qual julgo ter direito. Adicionalmente, informaram-me que as condições seriam naquele instante enviadas por e-mail e que eu receberia uma SMS à qual teria que lhe responder afirmativamente para dar seguimento ao processo. No entanto, não fui informada da taxa de "activação" de 134€ se decidisse cancelar no período ao qual tenho direito após analisar a proposta e as condições gerais apresentadas. Não me foi dado tempo suficiente para analisar as condições enviadas por e-mail e, consequentemente, não pude tomar uma decisão informada, dado que implica um novo período de fidelização por mais 2 anos. Deste modo, solicitei a audição da chamada à entidade visada, e a anulação da taxa de desativação e a revisão das condições apresentadas, de forma a respeitar os meus direitos como consumidora. Foi-me confirmado após a audição da chamada que o operador de facto não referiu esse valor em caso de cancelamento nos 14 dias, e que a mesma informação consta nas condições Gerais, sendo que nem sequer está explícito para o cliente, e a mesma deveria constar na proposta de adesão. Aguardo uma resposta da vossa parte para me ajudarem a solucionar esta questão de modo a não ficar prejudicada em quanto consumidora, pois este "serviço" é vendido telefonicamente como algo simples, uma proposta de renovação vantajosa, onde pelo mesmo valor tem serviços ilimitados e acesso a plataformas de streaming, contudo, com mais um fidelização por 2 anos. Com os melhores cumprimentos, Cumprimentos.
Reclamação por práticas comerciais enganosas – Diana Lisboa
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a loja online Diana Lisboa (https://dianalisboa.com), devido às seguintes práticas comerciais irregulares e lesivas dos direitos do consumidor: A loja é apresentada como empresa europeia, mas os produtos são enviados da China, sem informação clara no momento da compra. Falta de tabela de medidas para o produto adquirido, que ficou pequeno, causando frustração e prejuízo. Política de devolução que obriga o cliente a suportar custos de envio internacional para a China, prática abusiva e pouco transparente. Proposta de reembolso parcial (20-30%-40%) como única alternativa, o que não é aceitável segundo o Código Civil e o Código de Defesa do Consumidor europeu. Muitas reclamações públicas sem resposta eficaz da empresa, demonstrando má-fé. Solicito a intervenção da DECO para mediar esta situação, garantir o cumprimento dos direitos do consumidor e promover a devolução integral do valor pago ou uma solução justa e adequada. Anexo a esta reclamação cópia da minha denúncia formal e toda a documentação pertinente. Agradeço desde já a atenção dispensada. Com os melhores cumprimentos, Izabelly Andrade
Não cancelamento de seguro INSURAMA de Macbook
Exmos. Senhores, Ativei seguro da Insurama para o meu MacBook Pro, em Junho de 2024. Há 2 dias, dia 27 de Maio, recebo uma mensagem pelo telemóvel da seguradora a alertar para o vencimento do seguro e consequente renovação. Enviei e-mail de imediato a apontar que não pretendia renovação do seguro, ao que me é respondido que teria de avisar com 1 mês de antecedência e que o seguro iria ser renovado automaticamente. Apontei que em momento algum me tinham avisado que o seguro renovava automaticamente de 12 em 12 meses e que teria de o cancelar com 1 mês de antecedência, ao que me responderam que não é preciso aviso nenhum. Há claramente falta de coerência e má conduta por parte da seguradora para com os seus clientes, uma vez que enviaram uma mensagem de telemóvel 1 semana antes do seguro renovar para avisar o cliente, quando o mesmo já nada pode fazer para o cancelar. Recuso-me a continuar com uma empresa que engana deliberadamente o consumidor e não se predispõe a resolver este tipo de problemas, e agradecia a resolução do mesmo. Não quero continuar com um seguro no valor de 200€ de uma empresa que nada faz para ajudar os seus clientes. Cumprimentos.
Cobrança indevida e falta de resposta da Stern Rent
Exmos. Senhores, Solicito apoio jurídico relativamente a uma situação abusiva com a empresa Stern Rent. Usei um carro de substituição (entregue a 21 de Abril) e fui informado verbalmente que as passagens na Via Verde seriam cobradas conforme o uso. Aceitei essa condição. No entanto, posteriormente foi-me cobrado o montante total de 26,56€, sem que me fossem apresentadas as passagens efetuadas. Quando questionei por e-mail, indicaram que o valor incluía um "custo diário de utilização", contrariando completamente o que foi dito no momento da entrega. Apenas utilizei o carro 2 a 4 vezes, e em deslocações curtas. Não acredito que tal justifique a totalidade da caução. Envio de e-mails a 25 de abril, 21 e 24 de maio, sem resposta eficaz ou qualquer reembolso. Pretendo apoio para obter devolução da quantia indevidamente cobrada, bem como para responsabilizar a empresa pela incoerência nas condições e pela falta de resposta à minha reclamação. Cumprimentos.
Reclamação e pedido de reembolso parcial devido a erro na prescrição de óculos
Prezados(as) Senhores(as), Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a um atendimento que recebi no vosso estabelecimento, mais concretamente com a Dra. Paula, no dia 2 de Fevereiro de 2025. Desde os meus 5 anos que utilizo óculos, e nos últimos tempos voltei a sentir dificuldades na visão, razão pela qual marquei uma consulta convosco. A Dra. Paula prescreveu-me umas lentes com características específicas (filtro azul e lentes “relax”), cuja graduação, posteriormente se verificou, estava incorreta. Durante cerca de dois meses tentei adaptar-me aos óculos sem sucesso, com sintomas como dores de cabeça e visão turva, sendo-me repetidamente dito que a adaptação levaria tempo. No entanto, procurei uma segunda opinião médica junto de um oftalmologista, que me passou uma receita adequada, com a qual finalmente consegui ver bem e sem desconforto. Infelizmente, todo este processo teve custos significativos para mim: A primeira armação custou 50 euros; As lentes erradas custaram 155 euros (totalizando 205 euros); Para corrigir a situação, tive de pagar 90 euros por umas novas lentes com a receita correta; E fui obrigada a gastar mais 110 euros numa segunda armação/lentes adicionais, pois não me foi dada a possibilidade de reembolso, apesar do erro não ter sido meu, mas sim do vosso serviço. Além disso, os primeiros óculos (com sistema de encaixe) apresentaram defeitos recorrentes e já tiveram de ser colados e enviados de volta, tornando-se mais um transtorno neste processo desgastante. Considero profundamente injusto que eu tenha arcado com todas as consequências de um erro que não cometi. Solicito, portanto, que reavaliem esta situação e que considerem uma forma de compensação justa – idealmente, um reembolso parcial (nomeadamente dos 110 euros gastos desnecessariamente) ou outra solução que demonstre responsabilidade e respeito para com o cliente. Estou disponível para fornecer todos os comprovativos e espero uma resposta da vossa parte com a máxima brevidade possível. Agradeço antecipadamente pela atenção e aguardo um retorno. Com os melhores cumprimentos, PATRICIA SILVA
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