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Reembolso incorreto e atendimento ao cliente terrível
No dia 13-07-2026 realizei uma compra (Pedido nº: 70801858) no site TradeINN (utilizando o KLARNA como forma de pagamento) com 2 itens e ao receber a encomenda em casa, resolvi devolver 1 dos itens com o valor de 57,99€ (guarde este valor em mente). Fiz todo o processo de devolução referido no site. Paguei a etiqueta no valor de 7,99€ e levei o item até um dos postos de coleta mais próximo. Após 3 dias, informei na aplicação do Klarna a devolução e após 2 dias, já tinha a confirmação por email da TradeINN e a informação do Klarna que estava tudo alinhado para receber o valor de reembolso. Ao checar a app do Klarna para autorizar o recebimento do reembolso, percebi que o valor disponível é de 11,98€ ( ! ). Estou a tentar entrar em contato com esta péssima empresa há dias e tudo que disponibilizam é um chatbot que não resolve nada, não se aprofunda na questão do valor de reembolso processado, só envia emails automáticos e ao tentar entrar em contacto via telefone, também não consigo falar com ninguém. Já enviei emails com screenshots da app Klarna e emails automáticos enviados por esta empresa e até agora nada. Já se foram gastos 10€ de recarga para ligações internacionais para Espanha pois vivo em outro país. Ou seja, apenas tentando resolver o meu problema já tive o prejuízo de 18€ e até agora nenhuma resolução do meu problema ou contato HUMANO desta empresa. Exijo que entrem em contato o mais rápido possível e FAÇAM O REEMBOLSO COM O VALOR CORRETO e peço a ajuda à DECO PROTESTE para me ajudar. O próximo passo será procurar um advogado e irei recorrer aos mecanismos judiciais europeus como o Processo Europeu para Ações de Pequeno Montante.
Recusa de reembolso de bilhete
Venho solicitar a intervenção da DECO Proteste relativamente a um pedido de reembolso ao abrigo de um seguro de cancelamento e assistência associado a um espetáculo realizado no dia 26 de junho de 2025. Foram adquiridos quatro bilhetes para o referido espetáculo, tendo sido contratado, relativamente aos mesmos, o respetivo seguro de cancelamento e assistência. Um dos elementos da família não pôde comparecer ao espetáculo por motivo de doença. À data do evento, encontrava-se numa situação clínica que o impossibilitava de se deslocar, estando abrangido por baixa médica emitida por profissional de saúde habilitado. A documentação apresentada demonstra ainda que o segurado esteve internado e que apenas lhe era permitido ausentar-se do domicílio para efeitos de tratamento. Foi apresentado à seguradora o comprovativo médico disponível (atestado de baixa), precisamente com o objetivo de demonstrar a impossibilidade de comparência no espetáculo e de acionar a cobertura contratada. Posteriormente, a seguradora solicitou um relatório médico completo e detalhado, alegando que a documentação apresentada não permitia identificar a natureza da situação clínica nem as respetivas circunstâncias, impossibilitando o seu enquadramento nas condições da apólice. Perante esta exigência, manifestei as minhas reservas relativamente ao envio de informação clínica adicional, uma vez que se trata de informação pessoal particularmente sensível, e questionei expressamente a seguradora sobre a base contratual dessa exigência. Solicitei que me fosse indicada a cláusula específica das condições da apólice que determinasse ou fundamentasse a obrigatoriedade de apresentação de um relatório médico detalhado, bem como a justificação para a necessidade de recolha de informação clínica adicional, tendo em consideração que já havia sido apresentada documentação médica que comprovava a impossibilidade de comparência. A seguradora respondeu reconhecendo as minhas reservas relativamente ao envio de informação pessoal, mas afirmou que o seguro não abrange indiscriminadamente qualquer situação clínica e que existem definições e exclusões contratuais que têm de ser consideradas. Referiu ainda que o documento apresentado, embora evidenciasse uma ocorrência clínica, não permitia identificar a sua natureza ou circunstâncias, pelo que solicitava um relatório médico detalhado, indicando que este deveria ser enviado diretamente para o endereço de e-mail do seu corpo clínico, com o argumento de garantir a confidencialidade da informação. No entanto, a seguradora não respondeu à questão fundamental que lhe foi colocada. Apesar de ter sido expressamente solicitada a indicação da cláusula, artigo ou disposição concreta da apólice que impõe a apresentação de um relatório médico detalhado, a seguradora não indicou qualquer cláusula ou disposição contratual. Limitou-se a reiterar que necessita da informação para proceder ao enquadramento do sinistro, sem demonstrar qual é a base contratual que lhe permite exigir a documentação clínica adicional. Considero esta situação particularmente preocupante, uma vez que não está em causa a minha recusa em colaborar com a regularização do sinistro. Compreendo que a seguradora tenha de verificar se a situação ocorrida está abrangida pela cobertura contratada e se existem eventuais exclusões aplicáveis. O que contesto é a exigência de informação clínica adicional sem que me seja indicada a respetiva fundamentação contratual, sobretudo quando já foi apresentada documentação médica que comprova a situação de doença e a impossibilidade de comparência no evento. Entendo também que, tratando-se de dados relativos à saúde, a exigência de informação adicional deve ser devidamente justificada e limitar-se ao que seja efetivamente necessário para a apreciação do sinistro. Na minha perspetiva, a documentação apresentada demonstra objetivamente que o segurado se encontrava impossibilitado de comparecer no espetáculo na data em causa. Não se trata, portanto, de uma situação em que não exista qualquer comprovativo médico, mas sim de uma situação em que a seguradora pretende obter informação clínica mais detalhada sem indicar concretamente a disposição contratual que sustenta essa exigência. O que pretendo é que o processo seja apreciado de acordo com as condições efetivamente contratadas e que, caso a seguradora considere indispensável documentação adicional, indique de forma clara e objetiva: 1. Qual a cláusula concreta da apólice que determina a apresentação de um relatório médico detalhado; 2. Qual a disposição contratual que permite exigir informação clínica adicional para além da documentação já apresentada; 3. Qual a razão pela qual a documentação médica já apresentada não é suficiente para demonstrar a impossibilidade de comparência; 4. Qual o enquadramento contratual que, concretamente, está a ser analisado e que não pode ser aferido com base na documentação já apresentada. Até ao momento, nenhuma destas questões foi devidamente respondida. Assim, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de me esclarecer sobre os meus direitos enquanto consumidora e, se possível, auxiliar na resolução deste conflito com a entidade responsável pelo seguro. Considero que, estando comprovada por documentação médica a impossibilidade de comparência do segurado no espetáculo, e não tendo a seguradora indicado a cláusula contratual que fundamenta a exigência de um relatório médico detalhado, deverá ser reapreciado o processo e efetuado o reembolso do valor correspondente ao bilhete da pessoa que não pôde comparecer por motivo de doença devidamente comprovado. Pretendo, acima de tudo, que a seguradora fundamente a sua posição de forma transparente e com base nas condições do contrato, em vez de se limitar a afirmar que necessita de informação clínica adicional sem indicar a disposição contratual que sustenta essa exigência. Agradeço, por isso, a análise desta situação pela DECO Proteste e a indicação dos procedimentos que poderei adotar para fazer valer os meus direitos enquanto consumidora.
Assédio telefónico há cerca de cinco anos
Depois de reforçar que não tenho contrato de luz meu nome continuam numa insistência sem respeito ou consideração, mudam os vendedores e passam os contratos. Em primeiro lugar , onde obtiveram o meu contacto e porque razão acham que me podem ligar ? Numa próxima peço o contacto de um familiar do vendedor ou dele próprio porque tenho algumas coisa que estou a vender, peças de carros, instrumentos musicais.. assim talvez entendam… E como podem pensar que jamais iria (fidelizar me ) ou aconselhar a alguém depois desta falta de respeito?
EQUIPAMENTO COM ANOMALIA
Exmos Senhores Após estar sem serviço de Wi-Fi há já vários meses, contactei hoje com a linha de apoio Nos 16990,na 1ª chamada, teoricamente resolveram o problema, como persistiu, efetuei segunda chamada, fiz vários despistes e foi-me dada a solução de fazer a alteração para os equipamentos da extensão de linha, o qual foi desativado por um técnico nós, há um ano, referindo que nã eram necessários... bom, ficou resolvido, temporáriamente, após a hora de almoço, volteia ficar sem Wi fi, contactei a Nos pela 3ª vez. Desta vez, após vários despistes, fui informada que o router tem uma anomalia e que tem de ser substituído, até aqui tudo bem, para meu espanto, pedem-me que me dirija a uma loja a fim de trocar o router, não aceito esta situação, existe um contrato, o qual está a ser cumprido mensalmente apenas por mim, a Nos está a pedir ao cliente, que se dirija a uma loja a fim de trocar um equipamento anomalo e de sua responsabilidade? Solicito que me seja ressarcido o tempo referente a 3h de trabalho, as quais estive sem trabalhar por estar a resolver esta situação que não tenho culpa nenhuma, Exisjo ainda a vinda de um técnico da NOS efetuar a troca do equipamento defeituoso. Caso não se verifique, seguirei para o término do contrato com justa causa. Grata
IMPOSSIBILIDADE DE FAZER TRANSFERÊNCIA APLICAÇÃO BANCO CTT
Exmos Srs. Venho por este meio, expor a minha situação, que se prende ao facto de pretender fazer uma transferência da minha conta do BANCO CTT, para uma outra minha conta bancária noutro banco, não sendo possível efetuá-lo através da aplicação do BANCO CTT. Já me desloquei inúmeras vezes ao balcão BANCO CTT e não desbloquearam a situação. Quando abri conta, disseram-me que poderia fazer transferências pela aplicação BANCO CTT, sem qualquer custo associado, o que não se verifica. Quando me desloquei ao balcão, foi-me dito que a operação de transferência bancária efetuada no balcão tem um custo associado, o que não faz sentido, porque se a aplicação não funciona, deveria ser o respetivo banco a desbloquear a situação, ou seja, realizar a operação de transferência bancária sem qualquer custo para o cliente, pois o mesmo não tem culpa de a aplicação do banco não funcionar. Sem mais assunto a tratar, Atenciosamente Pedro Alexandre Marques Ferreira
Atraso grave no Agendamento de Exame Final de TVDE. Impacto Financeiro e Desemprego.
Assunto Atraso grave no Agendamento de Exame Final de TVDE. Impacto Financeiro e Desemprego. Exmos. Senhores do IMT, venho apresentar uma reclamação formal contra o atraso na marcação do meu exame final teórico para obtenção do Certificado de Motorista CMTVDE. Concluí com aproveitamento toda a formação inicial obrigatória e os respetivos testes na entidade formadora Eco Drive no passado mês de Maio de 2026. O pedido de agendamento foi devidamente submetido pela escola ao IMT, e a minha unidade de exame atribuída à Delegação de Setúbal. Desde Maio continuo a aguardar o contacto para a indicação da data do exame. Sublinho as consequências que esta inação está a causar: Falsas Expectativas: A escola previu um prazo de 1 a 2 meses para a conclusão do processo, mas já largamente ultrapassado. Prejuízo Financeiro: Investi capital na formação com o objetivo de ingressar no mercado de trabalho. Por ausência de resposta do IMT, há 4 meses sem atividade profissional, ou a gerar rendimentos para o sustento próprio e familiar. O acesso ao trabalho é um direito constitucional que está a ser bloqueado pela morosidade dos vossos serviços. Face ao exposto, exijo: O ponto de situação do meu processo de agendamento e marcação da data para a realização do meu exame final de TVDE. Fico a aguardar uma resposta a esta exposição, reservando-me o direito de escalar a queixa pelos meios devidos caso a situação persista. Cumprimentos, Ana Fernandes.
Abordagem inadequada e acusação infundada de furto na cafetaria(Continente Modelo-Lumiar)
No dia 13 de agosto de 2026, por volta das 19h45, desloquei-me ao supermercado Continente Modelo-Lumiar, localizado na Avenida David Mourão-Ferreira, em Lisboa, e vivi uma situação de grande desconforto e humilhação. Encontrei-me na cafetaria do recinto, localizada além das barreiras de segurança, mas ainda dentro do espaço do supermercado, enquanto consumia um galão e uma fatia de bolo, ambos já pagos. Tinha comigo o cesto oficial da loja, com os artigos que pretendia comprar, visível o tempo todo e sem qualquer aviso ou sinalização que proibisse a sua presença naquele local. Importa referir que, nesta zona além das barreiras, também existem produtos do supermercado expostos para venda. Subitamente, fui abordada por dois seguranças que me acusaram de tentativa de furto, alegando que eu tinha passado com o cesto pelas barreiras de segurança. Esclareci de imediato que não tinha saído do recinto nem levado qualquer produto para o exterior, nem tão pouco para a via pública. Cooperei em todo o momento e dirigi-me com os seguranças a um terminal de pagamento específico, onde me foi recusado o pagamento porque as bananas incluídas no cesto não estavam pesadas. Posteriormente, fui encaminhada para a linha de caixas regular. Durante todo o percurso, fui tratada de forma muito constrangedora pelos seguranças e por um dos polícias presentes, que insistiram na acusação de furto, o que considero uma abordagem excessiva e humilhante. Perante este ambiente hostil, decidi exercer o meu direito de consumidora e desistir da compra, deixando todos os artigos na caixa. Ainda assim, tentaram forçar-me a concluir a compra, algo que recusei, pois não faz qualquer sentido ser coagida desta forma. Mesmo mostrando total transparência e prontidão para colaborar (cheguei a autorizar a verificação da minha mochila), continuaram a insistir numa acusação sem fundamento. A situação tornou-se tão embaraçosa que outros clientes intervieram em minha defesa, sem sucesso. A abordagem pública e a insistência na acusação foram para mim profundamente humilhantes, ao ponto de desatar em lágrimas. Sempre fui uma cliente honesta e nunca levei nada sem pagar. Senti que fui alvo de uma injustiça grave e de uma postura abusiva por parte da equipa presente nesse dia, inclusive de um dos políciais presentes, que se recusaram a me dar qualquer informação, dizendo que era trabalho deles e que iam escrever nos altos o que realmente aconteceu, mas que eu não me preocupasse que o Continente não ia fazer queixa contra mim e que também meu Registo Criminal continuaria "limpo". Disse também que ali era uma zona má, tentando justificar a abordagem, porém afirmo que não tenho culpa de "ser uma zona má ".
Reembolso não devolvido
Reclamante: Carmen Silvia Morais Cardoso Rua Oliveira Monteiro 715/729 4 andar Telemóvel:965877868 E-mail carmen.doso@gmail.com Reclamada: AMCORE BALANCE SL (Naturitas) [NIF da empresa: B66291097] [Morada: Avinguda de la Via Augusta, 15-25, 08174 Sant Cugat del Vallès, Barcelona, Espanha] 1. Descrição dos Factos Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Naturitas, relativa ao incumprimento do prazo de reembolso de uma compra efetuada online. Os factos são os seguintes: 1. No dia 11 de julho de 2026, foi efetuado o levantamento do valor de 66,52€ da minha conta bancária, referente à encomenda n.º 5001200388. 2. No dia 21 de julho de 2026, fui notificada para levantar a encomenda. 3. No entanto, a encomenda já tinha sido devolvida pela empresa no dia 20 de julho de 2026, sem que me tivesse sido dada a oportunidade de a levantar. 4. Desde essa data, efetuei múltiplas tentativas de contacto com a Naturitas por telefone e e-mail, sem nunca ter obtido uma resposta ou solução para o problema. 5. A empresa assumiu finalmente a responsabilidade pela devolução, através de um e-mail datado de 12 de agosto de 2026, no qual informava que o reembolso seria processado. 6. Contudo, até à presente data, o reembolso do valor de 66,52€ ainda não foi efetuado, encontrando-se a empresa em incumprimento do prazo legal. 2. Pedido Face ao exposto, e nos termos do artigo 12.º, n.º 6, do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro (que estabelece o prazo de 14 dias para o reembolso), uma vez que esse prazo foi largamente ultrapassado, exijo da Reclamada o pagamento em dobro do montante pago, no valor total de 133,04€ . 3. Documentos: · Comprovativo de pagamento (levantamento bancário de 11/07/2026). · E-mail da Naturitas (12/08/2026) a confirmar a devolução e o reembolso. · Comprovativo do IBAN para o qual o reembolso deve ser efetuado. · Cópias dos e-mails enviados pela reclamante para a Naturitas.
Recusa instalação
Apresento reclamação formal relativamente ao contrato MEO celebrado e validado em 20/07/2026, cujo processo de instalação se tornou numa sucessão de erros, alterações de datas, cancelamentos e informações contraditórias, causando-me prejuízos financeiros e pessoais significativos. Quando contratei o serviço, solicitei expressamente a instalação para 12/08/2026, data que era fundamental para mim. Trata-se de uma segunda habitação, onde não resido, situada a mais de uma hora da minha residência habitual. Contratei o serviço precisamente porque me foi garantida a possibilidade de instalação nessa altura, durante as minhas férias, para poder usufruir de televisão e internet com a minha família. Entretanto, a MEO começou a atribuir datas diferentes da solicitada. Inicialmente foi indicado 14/08, tendo posteriormente o agendamento passado para 24/08. Durante todo este período, apesar de o contrato estar praticamente a completar um mês, nunca me foi assegurada a instalação na data que esteve na origem da contratação. Na sequência das minhas reclamações, a situação chegou à Provedoria do Cliente MEO. No dia 12/08, cerca das 10h40, fui contactada pela Sra. Ana Correia, da Provedoria, que me informou que tinha conseguido uma solução e que a instalação seria realizada no dia seguinte. Foi-me indicado um horário durante a tarde. Expliquei-lhe claramente que não resido na morada, que estou a mais de uma hora de distância e que teria de me deslocar propositadamente para estar presente. Aceitei fazê-lo porque confiei na garantia dada pela Provedoria. Importa esclarecer que a Sra. Ana Correia terá comunicado internamente à área técnica que eu estaria no local e que a instalação deveria ser realizada com urgência. Eu nunca disse que já estaria no local nem dei essa disponibilidade antecipadamente. Apenas aceitei deslocar-me porque me foi garantida a instalação. Posteriormente fui novamente contactada pelo departamento de agendamento técnico e começaram novamente as alterações. Foi-me indicado um horário de 09h30, quando anteriormente me tinha sido indicado um horário durante a tarde. Depois foi-me apresentada a possibilidade das 10h00. Entretanto, recebi também uma mensagem da MEO a informar o cancelamento do agendamento. Apesar disso, a colaboradora voltou a contactar-me e informou-me que receberia uma mensagem entre as 17h00 e as 18h00, mas que deveria ignorá-la, pois o agendamento ficaria efetivamente marcado para as 10h00. Perante todas estas informações, reorganizei a minha vida e desloquei-me propositadamente à habitação para estar presente para a instalação. Para isso, perdi um dia de trabalho, representando uma perda de rendimento superior a 100 €, e suportei aproximadamente 40 € de combustível, além de outras despesas de deslocação/portagens. Tive ainda problemas com o carro no regresso, situação que agravou o transtorno e os prejuízos causados. E depois de toda esta deslocação, precisamente no momento em que deveria ser realizada a instalação, o técnico contactou-me e informou que não iria instalar o serviço por alegada falta de sinal/condições técnicas. Foi-me ainda indicado que existiriam mais de quinze avarias na zona, situação que demonstra que a MEO tinha conhecimento de problemas técnicos significativos na área. Esta situação é absolutamente incompreensível. Se a MEO tinha conhecimento de várias avarias ou de qualquer impossibilidade técnica que impedisse a instalação, por que motivo não verificou essa situação antes de me garantir a instalação e antes de me fazer deslocar? A situação é ainda mais grave porque esta mesma morada teve serviço MEO ativo há poucos meses, tendo o serviço sido cancelado na sequência do falecimento do meu pai. Não estamos, portanto, perante uma morada onde nunca existiu serviço MEO. Não aceito que seja o cliente a suportar os custos dos erros internos da MEO. Eu não provoquei nenhuma avaria, não alterei os agendamentos, não cancelei a instalação e não forneci informações contraditórias. Limitei-me a cumprir aquilo que me foi solicitado e a deslocar-me porque a própria MEO, através da sua Provedoria, me garantiu a instalação. Solicito formalmente: Explicação escrita e concreta sobre todas as datas e horários atribuídos ao meu contrato e respetivas alterações/cancelamentos; Explicação sobre a alegada falta de sinal e sobre as mais de quinze avarias existentes na zona, incluindo por que motivo esta situação não foi detetada antes de me garantir a instalação; Explicação sobre como é possível esta morada ter tido MEO ativo há poucos meses e atualmente ser considerada sem condições para instalação; Análise dos contactos, chamadas, SMS, agendamentos e comunicações entre a Sra. Ana Correia/Provedoria e a área técnica; Ressarcimento dos prejuízos causados, incluindo a perda de rendimento superior a 100 € correspondente ao dia de trabalho perdido, aproximadamente 40 € de combustível, portagens e demais despesas diretamente relacionadas com esta deslocação; Compensação adicional pelos transtornos, perda de tempo, deslocação e quebra de confiança provocados pela MEO; Uma solução concreta e urgente para a instalação, caso seja tecnicamente possível, ou uma explicação formal e inequívoca caso a MEO não consiga prestar o serviço contratado. Solicito que sejam preservados e analisados os registos internos deste processo, incluindo chamadas, notas internas, emails, pedidos da Provedoria, agendamentos, cancelamentos e informação técnica relativa às alegadas avarias. Esta situação ultrapassa largamente um simples atraso. O contrato está praticamente a completar um mês, sem que a MEO tenha conseguido concretizar a instalação que me levou a contratar o serviço. Depois de sucessivas datas e informações contraditórias, a própria Provedoria conseguiu uma instalação que me foi garantida, levando-me a perder um dia de trabalho e a suportar despesas para me deslocar ao local, para finalmente, no momento da instalação, me ser dito que não seria possível instalar. Não aceito suportar os prejuízos resultantes de falhas internas da MEO. Aguardo uma resposta formal, concreta e fundamentada, bem como o ressarcimento dos prejuízos causados. Caso não seja apresentada uma solução satisfatória, recorrerei às entidades competentes e aos mecanismos de resolução alternativa de litígios de consumo, juntando todos os comprovativos, SMS, registos de chamadas e restantes provas. Miriam Rodrigues Nif 230022260 N.º contrato/cliente 1343307234 Morada de instalação: rua dos combatentes n 9 santa Margarida da Coutada
Falha na entrega e ausência de resposta
Exmos senhores, Venho apresentar uma reclamação formal contra a MRW, relativamente ao envio 00627F460807, pela forma absolutamente inadmissível como todo o processo de entrega e atendimento ao cliente tem sido tratado. Foram registadas duas tentativas de entrega, mas em nenhuma delas consegui obter um contacto efetivo que permitisse concretizar a entrega ou resolver a situação. Desde 06/08, data da última tentativa registada, fiquei sem qualquer informação concreta sobre a encomenda. Tentei resolver a situação por todos os canais disponibilizados pela MRW: telefone da agência responsável, linha geral, email, reagendamento online e reclamação formal. O resultado foi sempre o mesmo: chamadas não atendidas ou rejeitadas, ausência de resposta aos emails, impossibilidade de reagendar através do site e nenhuma resposta sequer às reclamações apresentadas. Entretanto, recebi um SMS da MRW a informar que a encomenda estaria disponível num MRW Point e que deveria ser levantada até 21/08, sob pena de ser devolvida ao remetente. No entanto, em momento algum me foi indicado qual é esse MRW Point, qual a morada ou onde devo efetivamente dirigir-me para levantar a encomenda. Ou seja, a MRW informa que a encomenda “ainda não foi levantada” e ameaça devolvê-la, mas não fornece ao destinatário a informação mínima necessária para a poder levantar. Considero esta situação completamente absurda e inaceitável. O tracking continua sem qualquer atualização útil desde 06/08 e não existe coerência entre a informação do acompanhamento, as mensagens recebidas e a realidade do envio. O mais grave é a ausência total de atendimento e comunicação eficaz por parte da MRW. Não estamos perante um simples atraso: estou há vários dias a tentar resolver um problema básico de entrega e não consigo obter uma resposta concreta através de nenhum dos canais oficiais da transportadora. Uma empresa de transporte não pode deixar uma encomenda num ponto de recolha não identificado, não responder ao destinatário e depois responsabilizá-lo por não proceder ao levantamento. Considero o serviço prestado pela MRW manifestamente deficiente e inadmissível, tanto ao nível da distribuição como, sobretudo, do atendimento ao cliente. Solicito a intervenção da DECO PROteste e exijo uma solução imediata, nomeadamente a indicação clara do local de levantamento, garantia de que a encomenda não será devolvida entretanto e esclarecimento sobre a ausência total de resposta aos sucessivos contactos e reclamações. Envio MRW: 00627F460807 Considero absolutamente inadmissível ser necessário recorrer a uma entidade de defesa do consumidor apenas para conseguir saber onde levantar uma encomenda que a própria transportadora afirma estar disponível para recolha.
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