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Encomenda Perdida
Exmos Srs. venho vos reportar a minha indignação face ao que me está a acontecer após eu ter devolvido uma encomenda com a taxa acrescida de "Encomenda Segura" conforme consta na fatura, encomenda essa que tratava-se de um conjunto de dois faróis em vidro para uma viatura clássica vendidos pela empresa AUTODOC. Por não serem compatíveis fui obrigado a devolver ambos faróis. O fornecedor emitiu uma etiqueta para colocar na caixa de devolução, preferencialmente a caixa original, e por conseguinte eu teria que colocar num ponto Pack Looker ISA PICK-UP POINT. Eu tive o cuidado de colocar nas caixas originais e repliquei a etiqueta e colei uma em cada caixa e entreguei no ponto PikUP mais próximo de mim, que foi o ponto Avenida das Oliveiras nº45 4520-626 Sao Joao de Ver. Visto isto, o fornecedor informa-me que só recebeu uma caixa e que assim sendo me iria devolver apenas o valor de um farol. Apesar de eu ter informado que enviei os dois faróis um em cada caixa conforme recebi, cada um na sua caixa original, o fornecedor diz que o problema que levou a que só chega-se lá uma só caixa deveu-se ao erro da colocação da etiqueta em duas caixas quando deveria ter sido só numa caixa. O fornecedor responde-me que lamenta o sucedido mas que não pode fazer mais nada para me ajudar e que eu terei de reclamar no ponto onde entreguei a encomenda e junto do transportador INPOST porque tem de estar perdida/ parada num desses pontos. Eu já fui ao ponto onde depositei as duas caixas e a dona do estabelecimento responde que ambas as caixas foram levantadas pela INPOST e recomendou-me ligar com a transportadora, eu liguei com a transportadora e eles dizem-me que o sistema informático lhes dá a informação de que a encomenda já chegou até ao fornecedor e para eu contactar o fornecedor e pedir esclarecimento da situação, o que eu disse que já o fiz, e dizem que a culpa é minha que eu é que fiz o erro de colocar a mesma etiqueta em duas caixas diferentes. Conclusão, eu posso me ter equivocado com a etiqueta uma vez que as instruções do fornecedor diziam para colocar as peças na caixa de origem mas numa só caixa e eu pensando que estava a fazer bem coloquei nas caixas de origem ou seja duas caixas e a mesma etiqueta nas duas caixas, contudo isso não invalida o meu direito á devolução coberta por um seguro que paguei extra de “Encomenda Segura” muito menos ficar sem o dinheiro e sem a peça que segundo a loja o ponto onde entreguei foi levantado pela INPOST e como não chegou à AUTODOC terá de estar na posse da INPOST. Quer o transportador a InPOST quer o fornecedor a AUTODOC não se contactam entre si no sentido de me resolverem o meu problema e ao invés disso empurram um para o outro a responsabilidade. FIQUEI SEM O DINHEIRO 71.18€ e sem a PEÇA para poder devolver, eu considero isto um ROUBO pois alguém ficou com a segunda caixa que continha um farol novo no valor de 71.18€.
assedio
Ao longo do tempo, têm-se verificado situações recorrentes e preocupantes dentro da IKEA, que não podem continuar a ser ignoradas nem desvalorizadas. Apesar de a empresa afirmar publicamente que respeita a liberdade sindical, na prática existem fortes indícios de bloqueio à atividade sindical. Não há contacto efetivo entre o sindicato e a empresa, o acesso às instalações é impedido e não existe qualquer canal de comunicação funcional. Esta realidade levanta sérias dúvidas quanto ao cumprimento da legislação laboral aplicável. Para além disso, são relatadas atitudes por parte de direções e chefias que desvalorizam ou criticam abertamente os sindicatos e os trabalhadores sindicalizados. Colaboradores identificados como sindicalizados acabam por ser alvo de exclusão, isolamento e comentários depreciativos, o que pode configurar práticas de discriminação e perseguição. Existem também múltiplos relatos de assédio moral, abuso de poder e maus-tratos no local de trabalho, tanto entre chefias e subordinados como entre níveis hierárquicos semelhantes. Segundo estas denúncias, as situações tendem a ser desvalorizadas internamente, com proteção dos níveis superiores da estrutura, em detrimento dos trabalhadores afetados. Particularmente grave é a alegação de práticas de vigilância indevida, envolvendo responsáveis de segurança e de gestão de risco, com o objetivo de monitorizar colaboradores e procurar elementos que possam ser utilizados contra eles. A confirmar-se, este tipo de atuação poderá constituir uma violação séria da lei, nomeadamente em matéria de privacidade e proteção de dados. É ainda descrito um ambiente organizacional marcado por liderança autoritária, onde decisões são impostas sem transparência nem respeito pelos princípios básicos de dignidade no trabalho. Este tipo de cultura pode contribuir para um clima de pressão psicológica e degradação das condições laborais. Há também referências a saídas de colaboradores em diferentes departamentos, alegadamente acompanhadas de acordos de confidencialidade que impedem a divulgação dos motivos reais dessas saídas, o que levanta questões sobre a transparência dos processos internos. Um dos casos mais preocupantes mencionados é o de uma colaboradora da loja de Alfragide, identificada como Maria. Segundo o relato, esta trabalhadora terá sido alvo de um processo continuado de assédio grave, incluindo humilhação, difamação e pressão psicológica. É alegado que foi colocada numa posição de fragilidade e posteriormente pressionada a aceitar uma redução da sua categoria profissional através de um acordo considerado injusto. O envolvimento de vários níveis hierárquicos, bem como a insistência contínua para a assinatura desse acordo, reforça a perceção de um processo coercivo e profundamente lesivo da dignidade da trabalhadora. As pessoas envolvidas neste grave processo como Ivo coutinho; sergio Botelho; Barbara Graf; Lélia Pontes e o S.O. Da Ikea continuam sem serem responsabilizados. No seu conjunto, estes relatos apontam para um padrão consistente de práticas que, a confirmarem-se, representam situações de assédio moral, abuso de poder, perseguição e possíveis ilegalidades. A gravidade destas alegações exige atenção, investigação independente e, caso se comprovem, a devida responsabilização
Fraude de Reserva
Ex.mos Senhores No dia 2 de Abril de 2026,pelas 9h35 foi efetuado uma reserva na plataforma Trivago que na sua melhor promoção do hotel escolhido, redirecionou para a plataforma Stayforlong ao qual coloquei 2 adultos uma criança entre os dias 2 e 4 de abril, os dados de pagamento e foi confirmada a reserva. Apareceu todos os dados do resumo da reserva feita em.meu nome com o mail monica.cbr25@gmail.com. Confirmei o pagamento pelo que me foi debitado 227,60€. Foi à plataforma da Stayforlong e não aparece qualquer registo de reserva, tentei contactar o apoio ao cliente através do número indicado na página de reservas (351 30880018) pelo que nunca ninguém atende nem sequer está disponível. Contactei o hotel Star inn Peniche para onde pretendia ir e também não tinham qualquer reserva nem da Trivago nem da plataforma Stayforlong. Por conseguinte, gostaria de reaver o valor debitado já que a reserva não aparece em lado nenhum. Foi a primeira e última vez pelo que não recomendo de forma alguma esta plataforma. Gostaria de denunciar a falta de apoio e de contacto desta plataforma Stayforlong. Com os melhores cumprimentos Mónica Coelho
Demora na emissão de dístico automóvel - pessoas com Atestado Médico de Incapacidade Multiuso
Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar o atraso e solicitar informação atualizada sobre o estado do meu pedido de emissão do Cartão de Estacionamento para Pessoa com Deficiência, submetido em a 13/02/2026, ao abrigo do Decreto‑Lei n.º 307/2003. Apesar de compreender que não existe um prazo legal específico para este procedimento, recordo que o artigo 9.º do Código do Procedimento Administrativo estabelece o dever de a Administração decidir dentro de um prazo razoável, bem como o dever de prestar informação clara e atualizada ao cidadão. Enviei pedido de esclarecimento a 18/03 via e-mail, não tendo obtido qualquer tipo de resposta. Tendo em conta que já decorreu mais de um mês e meio, período significativo desde a submissão do pedido, solicito: - Informação sobre o ponto de situação do processo - Indicação previsível do prazo de conclusão - Confirmação de que não existe qualquer pendência documental da minha parte Agradeço resposta célere, dado tratar‑se de um documento essencial para a minha mobilidade e autonomia. Obrigada.
Falta de apoio/informação por parte da seguradora
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio na tentativa de resolução do meu diferendo com a seguradora acima indicada. No passado dia 05/03, tive um acidente com o meu carro onde fui a única envolvida. O sinistro foi imediatamente comunicado à companhia e até hoje e após inúmeras tentativas de contacto e reclamações a mesma companhia ainda não se dignou a entrar em contacto comigo no sentido de resolver situação e me dar informações sobre o desenvolvimento da mesma. A seguradora foi informada de que necessito do veiculo como meio de subsistência, uma vez que, trabalho a 34Km de casa e que neste momento dependo de transportes públicos para me conseguir deslocar. Assim, são despesas extras sendo que continuo a pagar um seguro onde não tenho direito a carro de substituição e que este serviço sai todos os meses e já foi pago não me está a dar qualquer apoio no sentido de resolver o problema com a maior brevidade possível. Com isto, peço encarecidamente o vosso apoio no sentido de resolver a situação junto da seguradora Generali/Tranquilidade. Com os melhores cumprimentos Ana Rodrigues.
Reclamação por adesão não autorizada a serviços adicionais
No momento da alteração de titularidade do contrato de energia, solicitei apenas a mudança para o meu nome. No entanto, foi incluído o serviço adicional “PEC Full”, que não foi devidamente explicado nem expressamente solicitado por mim. Trata-se de um serviço que inclui assistências que não utilizo, inclusive relacionadas a gás, sendo que a minha habitação não possui fornecimento de gás. Já tentei anteriormente o cancelamento por via telefónica e pessoalmente, mas fui informada de que não seria possível devido a alegada fidelização. Nunca utilizei qualquer serviço associado ao PEC Full e não me foi apresentada informação clara e destacada sobre fidelização no momento da contratação. Atualmente já não sou cliente de fornecimento de energia da empresa, mantendo apenas a cobrança mensal do referido serviço no valor de 15,89€. Até à presente data, já foram pagos aproximadamente 397,25€ (25 meses), sem qualquer utilização do serviço. Solicito: • Cancelamento imediato do PEC Full; • Envio de cópia do contrato com prova da minha adesão expressa; • Fundamentação legal da alegada fidelização; • Análise e devolução dos valores pagos indevidamente. Considero que poderá estar em causa prática comercial desleal ou venda associada indevida. Aguardo resposta nos termos legais.
800 NÃO CUMPRE HORÁRIO
O autocarro 800 sentido gondomar continua a falhar consistentemente, após meses de reclamações. Ele é suposto passar pelo campo 24 de agosto pelas 8:03h, quase todos os dias tenho que aguardar porque falha o das 8:03h e o das 8:13h!!!! Fico na paragem mais de meia hora à espera ( visto que chego pelas 7:55h )... estou farta de ter de pagar ubers quando já pago o passe mensal !!! Dizem sempre que vão averiguar a situação e não fazem nada desde setembro de 2025, quando começou a haver mais falhas até agora.... ridículo.
Serviço pos-venda Radio Popular/ Parâmetro Sonante
Caros senhores, A semana fiz já uma queixa sobre o tempo de instalação de uma máquina de lavar encastrada. Finalmente hoje, dia 1 de Abril e depois de a maquina ter sido entregue dia 21 de Março, o técnico da empresa Parâmetro Sonante Lda, contratada pela Rádio Popular, telefonou a dizer que vinha fazer a montagem. Infelizmente as horas dele para o trabalho não coincidiam com as que me foram dadas. Eu estava fora de casa e no meio da conversa desagradável, a ponto de ameaçar se eu não estivesse em casa nas horas que ele tinha, abandonaria o trabalho “vou para Lisboa”, (eu vivo em Alcochete) pura e simplesmente desligou a chamada e não atendeu mais as minhas tentativas de comunicar com ele. Recorri ao serviço pós-venda por telefone que disseram que comunicavam a’ loja. Ao fim de 1 hora sem ouvir nada, alterei a minha tarde e dirigi-me ao apoio Pos-venda da loja Rádio Popular no Montijo. A recomendação foi “se ele não for hoje, amanhã venha cá que vemos o que fazemos”. Sério??? Só’ a’ minha insistência telefonaram para o técnico, que finalmente veio instalar a máquina. Apresento queixa contra o técnico da Parâmetro Sonante que veio fazer a instalação.Não se desliga o telefone a ninguém e muito menos a um cliente, e também ao péssimo serviço Pós-venda da Rádio Popular. Quem ler a queixa, considere-se avisado. Obrigada.
Instalação defeituosa
Exmos Senhores No dia 13 de janeiro adquiri na Worten um exaustor LG HCEZ3626S (90 cm) contratando também a sua instalação que ficou agendada para 23/01. No dia 17/01 recebi um email da Worten informando que a data foi alterada pela empresa instaladora (Servitis Lisboa 1) para 4/02. O referido email referia que deveria indicar: se aceitava e tinha autorizado; se aceitava mas não tinha autorizado; se não autorizava nem aceitava. Ao tentar optar por “não autorizei nem aceito” o link deu erro. Em simultâneo, recebi um SMS do n.º 35190499524 informando que a instalação iria ser efetuada no dia 4/02 e onde era solicitado “ok para confirmar”. Não respondi e liguei para a linha de apoio da Worten às 11:26, relatando o que se tinha passado e solicitando que providenciassem no sentido de conseguirem uma data mais próxima daquela que havia sido agendada aquando da compra, uma vez que estava sem exaustor. Como não me foi dada qualquer solução, no dia 19/01 desloquei-me à Worten expondo a situação, se não seria possível outra empresa efetuar o trabalho, sendo a resposta “iriam reportar e posteriormente seria informada”, o que não aconteceu. Dia 27/01 voltei à Worten para mais esclarecimentos. Foi-me dito que o exaustor só poderia ser disponibilizado à Servitis no final do mês, não tinham em stock, daí a alteração da data. Aceitei a data proposta. No dia 3/2 recebi um SMS da Worten confirmado a instalação para o dia seguinte. No dia 4/02 deslocou-se um “técnico” sozinho, sem escadote. Fez 4 furos na parede desnecessários e teve dificuldade em colocar o tubo de exaustão, principalmente na parte onde encaixa no corpo do exaustor. Perguntei-lhe sobre a peça de carvão ativado, disse-me que já estava uma montada, na base do tubo de exaustão e que a sobrante seria para substituição. Não me fez sentido ter de desmontar as torres para substituir a peça e a resposta foi: dura muito tempo e também não é necessário. Ligou o exaustor fez o teste de exaustão com um papel, fotografou e fez um relatório, que assinei, e saiu. No dia 5/02, dia muito ventoso, comecei a ouvir um som estranho, que indiciava algo a bater, proveniente do exaustor o que me levou a crer que a peça de carvão ativado tinha ficado solta, atendendo à dificuldade na montagem do tubo pelo “técnico”. Às 9:56, liguei para a linha de apoio da Worten, relatando o sucedido. A partir daí tem sido um sem fim de telefonemas (7) e idas à loja da Worten Colombo (não sei precisar o número), solicitando que viessem verificar o que se estava a passar. Gravei um vídeo, que o reproduzi na loja e foi visto por uma representante da LG. No dia 13/03, pelas 16:18, recebi uma chamada da Homeserve Serviços Para Energia Portugal propondo-me a data de 17/03 para a visita de um técnico, que aceitei. Apresentaram-se 2 funcionários com um escadote e, ao retirarem as torres do exaustor, verificaram que a base do tubo que deveria estar acoplada ao corpo do aparelho, estava solta e completamente danificada. O tubo, com o vento ou quando o exaustor está ligado, recolhe e bate na parede (apenas está preso na parte que o liga ao exterior), daí o barulho. Quanto ao carvão ativado, não estava nada montado e a peça que possuía como sendo a de substituição, foi colocada no devido lugar, acessível quando a grelha é retirada. Acrescentaram ainda que a instalação realizada em 4/02 foi feita por alguém que não sabia o que estava a fazer. Disseram-me que poderia usar o exaustor e ficaram de voltar com um tubo novo. A partir desse dia, começaram a aparecer no fogão umas pequenas partículas provenientes do exaustor o que compromete a confeção das refeições. No dia 23/03 dirigi-me novamente à Worten e encaminharam-me para a Worten Resolve. Expus a situação de aparecerem no fogão de partículas que suponho serem parte do tubo e exigi a substituição total do aparelho ou, no mínimo, que o tubo a colocar fosse da LG. Informaram-me que o sistema não estava a permitir acionar uma determinada opção mas que iriam reportar superiormente. Dia 31/03 voltei à loja, voltaram a encaminhar-me para o espaço da Worten Resolve, pedi para falar com um responsável de loja, disseram-me que o responsável não falava com clientes e acrescentaram que a equipa que no dia 17/03 se deslocou a minha casa não produziu qualquer relatório e não pertencia à Servitis Lisboa 1 mas a uma outra Servitis pelo que teria de ser envida uma nova equipa para verificar o que se está a passar. Puseram ainda em dúvida de que o tubo de exaustão viesse juntamente com o exaustor. Escrevi no Livro de Reclamações mas continuo com o problema por resolver. Comprei um exaustor no dia 13/01 que no dia 1/04 ainda não esta a funcionar. Assim, face ao incumprimento do prazo legal e ao abrigo do Decreto-Lei nº. 84/21, pretendo a substituição imediata por um novo equipamento, com instalação correta. Com os melhores cumprimentos Filomena Martins
Indemnização por atribuir
Exmos Srs, No dia 30 janeiro de 2026, na sequência da tempestade Kristin reportei à companhia de seguros Generali Tranquilidade diversos prejuízos sofridos no âmbito da tempestade. Fui objeto de 2 peritagens uma por infiltração de água na sala e outra por riscos elétricos. Do total de prejuízos comunicados só recebi 770 euros relativos a riscos elétricos, Não concordo com a análise efetuada pela Companhia, que transcrevo: OCORRÊNCIA Nº:0025623794 SINISTRO Nº:0028088367 Caro cliente, Vimos informar que, no seguimento das diligencias efetuadas, constatamos que os danos ocorridos e verificados não têm enquadramento nas garantias da apólice, dado que a ocorrência incide sobre a deficiente impermeabilização da varanda e revestimento em pedra da chaminé que não está garantida pela nossa Apólice. Acontece que nos vários anos que sou cliente nunca reportei qualquer dano por infiltração só no dia da tempestade. Facto que foi observado no local pelo Perito do Seguro. Nas semanas seguinte choveu e não se verificou qualquer infiltração na sala - tudo continua seco - Valor da Indemnização zero. Só um pormenor: não existe qualquer revestimento em pedra da chaminé que é no sentido oposto da infiltração - tal observação advém não da peritagem mas do orçamento solicitado (erro de quem fez o orçamento). Relativamente aos prejuízos por riscos elétricos no montante de (861€ motor portão + 818€ Câmaras de vídeo + 196,8€ motor estores + bomba água 695 €) só recebi 770 €. Assim sendo solicito apoio jurídico para ser indemnizado pelo valor justo do prejuízo ocorrido. Não é admissível que tendo o Perito presenciado a infiltração provocada pela tempestade Kristin na semana em que ocorreu o fenómeno este não seja considerado como tal, e aleguem deficiente isolamento da varanda ou da parede de xisto. quando no inverno não foi efetuada qualquer comunicação de infiltrações e nas semanas depois com chuva contínua não tenha ocorrido qualquer entrada de água. Conforme pode confirmar o perito que avaliou os riscos elétricos (é só perguntar ao próprio). Reclamo pelo facto do reembolso dos riscos elétricos ser baixo face ao prejuízo havido (os equipamentos tinham 5 anos) mas principalmente pelo facto do prejuízo da tempestade (entrada de água na sala) não ter sido considerado como proveniente da tempestade 5.000 € de prejuízo. José Matos
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