Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais

Renovação residência atrasada de entrega

Bom dia venho por meio deste fazer uma reclamação , desde fevereiro precisamente 24 de fevereiro de 2025 eu fiz minha renovação de residência cplp em mangualde Viseu , desde então não tive mais informações , e já se passaram seis meses e não chegou minha residência em minha casa , já enviei diversos email pra aima e não responde , ligo não atendem , eu já não sei mais o que fazer , vou presencial trata a gente mal grita , é só queremos uma simples informação onde está nossa residência se está na aima pra levantar ou se está em processo de entrega , pois está difícil viver assim em Portugal com essa demora de entrega de documento !! Isso vai cansando e já tenho uma vida aqui em Portugal moro a três anos legalmente e toda vez isso , organizar essa questão , contratar mais gente pra trabalhar pra acelerar o processo , eu preciso do meu documento pra resolver minhas coisas aqui

Encerrada
H. F.
04/08/2025

Transferência por SPIN não foi feita no próprio dia

Exmos. Senhores, Foram feitas duas transferências por Spin do Banco CTT para a CGD e não foram recepcionadas no próprio dia. Após contacto efetuado para a linha de apoio do Banco CTT, informaram que as transferências Spin só são efetuadas no dia seguinte, caso a mesma seja feita até às 15:00h, ou 2 dias depois se for feita após as 15:00h. Aguardo o vosso parecer quanto a este assunto, penso que todos os bancos são obrigados a disponibilizar as transferências por Spin no próprio dia. Muito obrigada. Melhores cumprimentos, Helga Fonseca

Resolvida
P. S.
04/08/2025

Encomenda com defeito grave

Cumprimentos. No dia [19-06-2025], efetuei uma encomenda na empresa Sculma, que incluía um sofá, uma mesa e seis cadeiras. A entrega foi feita, mas a mesa veio com um problema de montagem. As pernas da mesa não coincidem com os orifícios existentes no tampo, impossibilitando a sua montagem. Não sei se o erro está nas pernas, no tampo ou em ambos, mas as peças são manifestamente incompatíveis entre si. Submeti uma reclamação no site da Sculma no dia 9 de julho. O prazo indicado para resposta seria de 3 a 5 dias úteis, o qual passou sem qualquer resposta por essa via. Só após várias tentativas de contacto por outros meios (incluindo outros sites de reclamações), é que a empresa me respondeu por e-mail direto, sem nunca o fazer pelas plataformas onde inicialmente reclamei. Na resposta por e-mail, comprometeram-se a enviar novamente as pernas corretas da mesa. No entanto, apesar de eu ter enviado fotografias detalhadas a mostrar o erro, a empresa voltou a enviar uma perna errada, com o mesmo defeito, e apenas uma unidade, quando seriam necessárias duas. É incompreensível como, mesmo com imagens claras, o problema se repete. Neste momento, há mais de dois meses que estou sem conseguir utilizar a mesa, devido a um erro que considero grave e evitável. Apenas quero uma mesa em condições, e considero inadmissível a falta de atenção e o desrespeito no processo de apoio ao cliente. Uma empresa com esta dimensão devia ter vergonha de tratar os clientes desta forma. Solicito a substituição urgente da mesa defeituosa (ou das peças necessárias, corretamente enviadas), ou a devolução do valor pago, no prazo legalmente previsto. Caso contrário, tomarei as devidas medidas junto das entidades competentes.

Encerrada
P. C.
04/08/2025
Manuel Antonio Macedo Sociedade Unipessoal Lda

Falta assistência pós-venda

A empresa "Manuel Antonio Macedo Sociedade Unipessoal Lda" NIF 516752375 De Gavião, Vila Nova de Famalicão, em 2024, instalou, na minha residência, uma bomba de calor com os respetivos ventiloconvectores, espalhados pelas divisões da casa. Ora, aquando do funcionamento para a função de "arrefecimento", os ventiloconvectores ficam todos a verter gotas e gotas de água, causando grandes incómodos, como se deve imaginar. Em julho de 2024, contactei o responsável da empresa, o Sr. Macedo, que se comprometeu a resolver a situação. Foram verificar o que se passava, mas ficou tudo na mesma, ou seja, continuou, e continua a verter água. Ora, tenho contactado a pessoa responsável da empresa, por telefone e WhatsApp, tem me respondido que vai resolver a situação, marca um dado dia, mas até hoje, nunca mais apareceu ninguém para resolver o problema.

Resolvida
M. A.
03/08/2025

Queixa formal sobre má conduta e abusos recorrentes em serviços TVDE

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa formal relativa a graves problemas e práticas abusivas por parte de condutores das plataformas Uber e Bolt, ambos ocorridos no mesmo dia, com poucos minutos de diferença. Queixa relativa à Uber: - Solicitei um veículo da categoria Confort para ir buscar o meu pai e o meu tio, ambos com mobilidade reduzida, junto ao Estádio do Dragão (Porto); - A viagem foi trocada duas vezes de motorista, sem explicação; - O terceiro condutor não parou no local indicado, apesar de estar corretamente definido na aplicação. Tenho printscreens e testemunhas que confirmam que o condutor viu o local e não parou deliberadamente; - Fui forçada a cancelar a viagem, fui cobrada 4,70 €, e o meu pai teve de recorrer a um táxi, pois não havia alternativa viável naquele momento. Queixa relativa à Bolt: Pouco depois da situação anterior, pedi uma nova viagem pela plataforma Bolt (não havia táxis); - O condutor assinalou a chegada antes sequer de parar o carro, o que considero uma clara tentativa de manipular a cobrança; - Apesar de afirmar que não cobraria tempo de espera, na minha conta surgem dois valores cobrados indevidamente por tempo extra; - Mais uma vez, o comportamento do condutor foi desonesto, rude e pouco profissional. Estas situações revelam um padrão de má conduta por parte dos condutores, falta de formação, ausência de empatia com passageiros em situações sensíveis (como idosos e pessoas com mobilidade reduzida), e práticas abusivas que prejudicam diretamente o consumidor. Enquanto utilizadora regular destes serviços, considero que os mesmos se encontram em clara deterioração, e que os direitos dos consumidores estão a ser gravemente lesados. Solicito que a DECO analise estas situações e me informe dos passos que posso dar para denunciar formalmente estas práticas, exigindo o reembolso dos valores cobrados indevidamente e responsabilização das plataformas envolvidas. Fico a aguardar resposta. Com os melhores cumprimentos

Encerrada
M. A.
03/08/2025

Queixa formal sobre má conduta e abusos recorrentes em serviços TVDE

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa formal relativa a graves problemas e práticas abusivas por parte de condutores das plataformas Uber e Bolt, ambos ocorridos no mesmo dia, com poucos minutos de diferença. Queixa relativa à Uber: - Solicitei um veículo da categoria Confort para ir buscar o meu pai e o meu tio, ambos com mobilidade reduzida, junto ao Estádio do Dragão (Porto); - A viagem foi trocada duas vezes de motorista, sem explicação; - O terceiro condutor não parou no local indicado, apesar de estar corretamente definido na aplicação. Tenho printscreens e testemunhas que confirmam que o condutor viu o local e não parou deliberadamente; - Fui forçada a cancelar a viagem, fui cobrada 4,70 €, e o meu pai teve de recorrer a um táxi, pois não havia alternativa viável naquele momento. Queixa relativa à Bolt: Pouco depois da situação anterior, pedi uma nova viagem pela plataforma Bolt (não havia táxis); - O condutor assinalou a chegada antes sequer de parar o carro, o que considero uma clara tentativa de manipular a cobrança; - Apesar de afirmar que não cobraria tempo de espera, na minha conta surgem dois valores cobrados indevidamente por tempo extra; - Mais uma vez, o comportamento do condutor foi desonesto, rude e pouco profissional. Estas situações revelam um padrão de má conduta por parte dos condutores, falta de formação, ausência de empatia com passageiros em situações sensíveis (como idosos e pessoas com mobilidade reduzida), e práticas abusivas que prejudicam diretamente o consumidor. Enquanto utilizadora regular destes serviços, considero que os mesmos se encontram em clara deterioração, e que os direitos dos consumidores estão a ser gravemente lesados. Solicito que a DECO analise estas situações e me informe dos passos que posso dar para denunciar formalmente estas práticas, exigindo o reembolso dos valores cobrados indevidamente e responsabilização das plataformas envolvidas. Fico a aguardar resposta. Com os melhores cumprimentos

Encerrada
I. S.
03/08/2025

Reclamação RMA 4100123541 Monitor devolvido partido sem solução

Comprei um monitor na PC Diga a 18 07 2022, no valor de 289,90 EUR. Em 19 06 2025 solicitei RMA devido a um pixel morto (e-mail anexo). Sem a embalagem original disponível, confirmei junto da PC Diga que bastava embalá-lo com cuidado; adquiri então na Leroy Merlin uma caixa de cartão robusto e plástico bolha suficiente para imobilizar o monitor e a base, registando em fotografias o estado perfeito do ecrã antes de embalar (fotos anexas). Enviei-o a 26 06 2025 com o código CTT pré-pago DE620116959PT fornecido pela PC Diga, tendo a transportadora entregue o equipamento nas instalações da PC Diga em 30 06 2025 (comprovativo de rastreio anexo). A 04 07 2025 recebi e-mail (empresas@pcdiga.com) onde me informavam que o monitor “chegou partido” e que a reparação custaria 297,46 EUR — valor superior ao de um aparelho novo — anexando uma imagem da caixa com um rasgo num canto e outra do ecrã com uma fratura central grave. Em 05 07 e 14 07 enviei novas mensagens (suporte@pcdiga.com) com provas fotográficas e invocando o art.º 15.º (n.º 4) do DL 84/2021 — que atribui ao fornecedor os custos e riscos do transporte em garantia — e o art.º 4.º do mesmo diploma — que impõe ao profissional o ónus de provar mau uso ou embalagem manifestamente insuficiente — sem nunca obter resposta concreta. A 18 07 recebi apenas, noutro processo de RMA, a informação de que o RMA 4100123541 “se encontrava devidamente escalado” pelo departamento responsável, sem data ou proposta de solução. No dia 31 07 recebi de volta o monitor, confirmando que o LCD está partido (fotos anexas), o que demonstra que o dano ocorreu em trânsito, sob responsabilidade da PC Diga, e não por defeito de fabrico. Hoje, 03 08 2025, já decorreram mais de 30 dias desde a entrada do equipamento para garantia sem que tenha havido reparação, substituição ou recolha para nova avaliação. Face ao exposto, solicito à DECO que interceda: Para que a PC Diga seja formalmente notificada a cumprir a garantia legal, procedendo à substituição do monitor por outro idêntico em perfeito estado de funcionamento, sem quaisquer encargos para mim. Caso se mostre tecnicamente impossível a substituição, que a PC Diga reembolse o valor integral de 289,90 EUR. Que seja considerada a atribuição de indemnização pelos prejuízos sofridos (custos de envio, perda de produtividade e demais danos emergentes), na medida em que a falha de cumprimento da garantia legal me causou comprovadas perdas profissionais.

Encerrada
M. O.
03/08/2025

Publicidade Enganosa

No passado dia 01-08-2025, pelas 12:45 recebi um SMS da Worten que anexo, o mesmo dizia "Dias Sem IVA a decorrer na Worten.Aqui o IVA e por nossa conta, e so aproveitar. Nas lojas, APP e site > s.worten.pt/dsijul25" Como recebi o SMS, e já andava a espera de uma promoção para comprar o Kobo Clara Colour, que custa 169,99€, nas minhas contas ficava por 138,20€. Fui a Loja Worten no RioSul, ao chegar a caixa para meu espanto o valor era de 169,99€ e o artigo não estava em promoção. Pedi o livro de reclamações e preenchi a folha 35471950 a expor o sucedido.

Resolvida
M. N.
03/08/2025

Serviço Pós venda PC Clinic da FNAC

Venho reclamar pelo atendimento da PC Clinic da loja FNAC no Centro Comercial Colombo. No dia 8 de Julho de 2025 fui aos vossos serviços desta vossa PC Clinica para resolver um problema de sobreaquecimento do meu computador portátil, que passo a designar por “8 de Julho”. Foi-lhe atribuído o n.º de reparação 550094722. Entreguei um computador para reparar o hardware de refrigeração e foram-me mexer na BIOS, o que não era necessário, não me parece que tenham instalado o anti-vírus, de acordo com o relatório da suposta reparação, o problema de sobreaquecimento do computador permanece (o que já não devia acontecer) e foi-me criada uma BitLocker que eu não pedi e que ninguém parece saber qual é, e que eu jamais criei. Foi-me inclusive dada informação potencialmente errónea sobre este assunto e no final foi-me passada para as mãos a resolução do , que é irresolúvel. É o meu computador de trabalho, perdi todo o meu trabalho e os programas com que fazia o meu trabalho. Paguei 136€ dum anti-vírus que talvez não me haja sido instalado e não recebi esse dinheiro de volta. O que queria é a recuperação da informação do meu computador mas isso demoraria anos e não posso esperar tanto tempo. Não consigo trabalhar por causa disto. Portanto creio ter o direito de pedir os 136€ mais o montante dum computador do mesmo modelo do meu. Junto envio descrição detalhada da questão. tentei enviar a mesma para a FNAC mas não tenho a certeza se lá chegou. Esperando que me ajudem, Maria Emília Novo

Encerrada
R. C.
03/08/2025

Tratamento Discriminatório e Falta de Respeito à Política de Devoluções na Loja de Lisboa

No dia 3 de agosto de 2025, pelas 11h10 da manhã, desloquei-me à loja El Corte Inglés de Lisboa com o objetivo de adquirir um porta-joias que tinha visualizado online. Ao não o encontrar em loja, dirigi-me ao balcão situado entre as zonas de Marroquinaria e Acessórios, junto à marca Lola Casademunt, onde aguardei pela minha vez de ser atendida. Enquanto esperava, assisti a uma situação absolutamente inaceitável e profundamente desrespeitosa, tanto para a assistente de loja em funções como para os restantes clientes presentes. Uma cliente pretendia devolver uns óculos de sol (aparentemente da marca Chloé), justificando que já não gostava de se ver com eles, apesar de terem sido uma compra impulsiva. A assistente, com toda a educação e profissionalismo, explicou que, tendo em conta a data da compra (25 de março ou 25 de maio — não foi possível perceber com exatidão), a devolução já não era possível por ter sido ultrapassado o prazo de 30 dias definido pela política da loja. Esta política é clara e está publicamente disponível. No entanto, a cliente insistiu de forma insistente e, progressivamente, adotou uma postura autoritária e desrespeitosa para com a funcionária, exigindo que fossem contactados os seus superiores, com o argumento de que “sabem quem eu sou”. Após múltiplas chamadas e recusas iniciais, o gerente da área acabou por se dirigir ao balcão e, apesar de confirmar que já tinham passado cerca de três meses desde a compra, autorizou a devolução sem qualquer contestação. Foi um momento de grande desconforto e constrangimento: a colaboradora foi desautorizada e exposta injustamente, apesar de apenas cumprir as regras da empresa, enquanto a cliente — que agiu de forma arrogante e humilhante — teve a sua exigência atendida, em claro desrespeito pela política da loja e por todos os demais clientes. Este episódio evidencia três problemas graves: - Falta de equidade na aplicação das políticas comerciais; - Desrespeito e falta de apoio à colaboradora da loja, que agiu com profissionalismo; - Tratamento desigual entre clientes, promovendo uma ideia de que há clientes “acima das regras”. Enquanto cliente, repudio profundamente o que presenciei. Foi humilhante para a colaboradora e inadmissível por parte da gerência, que demonstrou fraqueza e incoerência na liderança. Situações como esta fazem perigar a confiança no El Corte Inglés como marca de referência em atendimento e seriedade. Solicito uma resposta formal a esta reclamação e esclarecimento sobre as medidas que serão tomadas para evitar que comportamentos semelhantes se repitam.

Encerrada

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