Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
F. D.
17/12/2025

burla , fraude

ganhei 50000€ nas slots deste casino como sou um jogados problematico fiz o pedido de levantamento e dizia la que o paramento ficava 1 dia util ou seja 24 h em estado que pudesse cancelar eu esperei 26 ou 27 horas e nao o retiraram desse processo como tenho problemas estornei o levantamento onde o levantamento ja nao deveria estar nesse processo ja deveria ter sido processado depois pedi cancelamento de conta e o operador Caio.B levou 2 meses ate fechar a minha conta foi sempre o mesmo operador que me respondeu aos emails que mandei Caio.B vou agora levar este caso a tribunal se nao me pagarem pelo menos 40000 €

Em curso
C. R.
17/12/2025

Cobrança Indevida eDreams

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação da empresa eDreams, devido à cobrança indevida de uma subscrição anual no valor de 89,99€, efetuada sem o meu consentimento expresso, bem como pela adoção de práticas que considero enganosas e lesivas dos direitos do consumidor. No dia 2 de dezembro de 2025, adquiri voos através da plataforma eDreams. Para o efeito, limitei-me a criar uma conta com o único objetivo de concluir a compra dos voos, não tendo, em momento algum, aderido conscientemente a qualquer plano de subscrição "Prime", nem fui claramente questionada sobre tal adesão. No dia 17 de dezembro de 2025, foi-me debitado o valor de 89,99€ correspondente a uma alegada subscrição anual eDreams Prime. Assim que me apercebi da cobrança, contactei a linha de apoio ao cliente cerca de uma hora depois, solicitando o reembolso integral imediato do valor, por se tratar de uma cobrança não autorizada. Durante a chamada, foi-me dito que eu teria usufruído de um "desconto de 140€", na compra dos voos, por ser membro Prime. Tal informação é falsa e enganosa, uma vez que o desconto aplicado à compra foi apresentado, no momento da transação, como resultado de uma campanha de Black Friday, nunca como benefício associado a qualquer subscrição. Importa ainda salientar que apenas hoje, após a cobrança indevida, fui verificar os vários e-mails que me enviaram a confirmar a reserva e em letras muito pequenas e no rodapé da página, existia uma menção à suposta subscrição, à qual nunca dei o meu consentimento expresso. Esta forma de comunicação não cumpre o dever legal de informação clara, destacada e transparente, nos termos do artigo 8.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) e do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, sendo inadequada para vincular o consumidor a um contrato de subscrição paga, configurando ainda uma prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008. A primeira solução apresentada pela empresa foi a atribuição de um vale de 90€, utilizável apenas em voos de valor superior a 300€, proposta que recusei. Posteriormente, foi-me oferecido um reembolso parcial de 45€ e um vale de 45€, utilizável em voos a partir de 150€, até outubro de 2026. Voltei a solicitar o reembolso total do valor indevidamente cobrado, pedido que foi recusado, sendo-me então referido, de forma vaga, que “em Portugal o mercado não é 100% reembolsável” e que tal prática “é a lei”, sem que me tenha sido indicada qualquer norma legal concreta que sustente essa afirmação. Tal justificação é incorreta, uma vez que a legislação portuguesa não consagra qualquer princípio de “mercado não reembolsável”, sendo os direitos ao reembolso determinados pelo cumprimento das obrigações legais e pela existência de consentimento válido por parte do consumidor. Perante a ausência de alternativas, aceitei a solução parcial apenas para não ficar totalmente lesada, deixando claro que iria recorrer a outros meios para defender os meus direitos. Considero que esta situação configura: - Cobrança sem consentimento expresso; - Prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008; - Violação do dever de informação clara e transparente; - Tentativa de contornar o prazo legal de 14 dias para livre resolução, uma vez que a cobrança ocorre exatamente após esse período. Solicito o apoio da DECO Proteste para a análise desta situação e para a reposição do valor total indevidamente cobrado, bem como para a prevenção de práticas semelhantes junto de outros consumidores.

Em curso
L. C.
16/12/2025

Concerto cancelado

Apesar de várias diligências, não me foi devolvido o dinheiro do concerto Revisiting Credence de 19 de setembro que foi cancelado.

Em curso
H. S.
15/12/2025

Encomenda não recebida

Exmo (a). Sr.(A), No passado sábado , dia 13 de Dezembro de 2025, fiz uma encomenda pela Uber eats. Por acaso estávamos atento ao percurso do produto, quando reparamos que o estafeta publicou uma fotografia da nossa encomenda na entrada da porta do nosso prédio. Descemos logo para ir fazer a recolha, quando lá chegamos, para nosso espanto, a encomenda não estava lá. Ainda chamamos o estafeta e ligamos, mas sem sucesso. Ou seja, o estafeta não tocou à campainha e nem ligou, sim porque supostamente deveria ter ligado a pedir um código para finalizar a encomenda com sucesso. Insisti em ligar, mas o contacto do senhor em questão dizia que não estava atribuído. Neste sentido, dirigi-me ao restaurante em questão e pedi informações sobre a encomenda e expliquei o sucedido. Logo de seguida, os senhores do restaurante ainda tentaram ligar ao estafeta mas sem sucesso. Ligamos para o apoio ao cliente da Uber a explicar o sucedido e o que foi dito que o estafeta em questão ligou 2 vezes e que esperou 12 minutos. A senhora do restaurante diz que era impossível, porque analisando a hora da recolha, com a hora de entrega não coincidia. Quanto a mim, disseram para reclamar pela site mas salientaram o mesmo. Que o estafeta ligou e esperou 12 minutos. Ainda referi sobre o código mas segundo o operador,quando o cliente não atende, o estafeta pode dizer que a entrega foi bem sucedida e deixada num sítio seguro. Expliquei que não foi assim, mas o senhor não foi muito simpático e disse para reclamar através do site. Neste sentido, pedi o reembolso mas foi recusado. A minha história acabou por os senhores do restaurante oferecerem a refeição, mas quer dizer, nem eu, nem eles tiveram a culpa. E eu sem reembolso, por uma refeição que não chegou.

Em curso
C. S.
15/12/2025

Estadia em alojamento sem condições de higiene e segurança

Assunto: Reclamação Formal - Alojamento Inaceitável e Atendimento Irresponsável Realizei uma reserva – 6612950253 - através da Booking.com para o Apartamento M-2 em Madrid, Plaza de los Mostenses, 2-3ºFR, com estadia entre os dias 21 e 23 de novembro de 2025. A experiência foi absolutamente intolerável, com falhas graves que comprometem a saúde, segurança e dignidade de qualquer pessoa que se hospede neste local. Problemas Encontrados: • O apartamento é um risco para a saúde e não cumpre sequer as regras mínimas de higiene e segurança exigidas para qualquer tipo de alojamento. • Ao chegar, a minha primeira reação foi de total incredulidade, ao afirmar: "não foi este o apartamento que reservei", tal a discrepância entre as fotos da plataforma e a realidade. • Vidros quebrados, portas podres, rachaduras que deixam entrar o frio e o vento, tapetes imundos, pavimento de madeira solto com farpas que podem causar ferimentos e desníveis que resultaram em tropeços. • O apartamento mais se assemelha a um estaleiro de obras, com materiais reaproveitados de maneira irresponsável. •As camas estão em condições deploráveis, com estrados mal montados, traves desiguais que se sentem ao deitar e colchões em péssimo estado. Tivemos nojo de dormir nessas camas, dadas as condições abomináveis dos lençóis. •Os armários estão imundos, com camadas de pó, e as toalhas são de tal forma usadas e deterioradas que parecem ter sido retiradas do lixo. •A cozinha está em estado de abandono, com móveis apoiados em tijolos, um frigorífico com alimentos perecíveis e um cheiro nauseante. •As mesas-de-cabeceira, feitas com pedaços de granito instáveis, representam um risco iminente à segurança. Após a constatação de tamanha negligência, registei uma reclamação diretamente com o alojamento e com a Booking.com, sendo informada de que tentariam solucionar o problema com o alojamento. No entanto, o alojamento recusou-se a oferecer qualquer reembolso, e a Booking.com, em um gesto totalmente insuficiente e desrespeitoso, ofereceu um “voucher” ridículo no valor de 39,90€, o que é uma afronta considerando a gravidade da situação. Além disso, a resposta ao meu pedido de apoio demorou dias para ser dada, um atraso inaceitável que só evidencia a total falta de compromisso da Booking.com com a qualidade do atendimento ao cliente. Fica claro que a plataforma está mais interessada em manter parcerias com estabelecimentos que ignoram os requisitos mais básicos de higiene e segurança do que em proteger os seus clientes. Exijo: • O reembolso imediato e integral do valor pago de 437,00€, que é o mínimo a que tenho direito. • A resolução definitiva do caso, visto que não posso ser prejudicado por um alojamento totalmente inadequado. • A revisão urgente da conduta do parceiro Apartamento M-2 em Madrid, que não só desrespeita as normas de qualidade, higiene e segurança, mas também coloca em risco a saúde e bem-estar dos hóspedes.

Em curso
F. C.
15/12/2025

Voucher inválido

Liguei para o número da Odisseias para ajuda ao cliente, de forma a reclamar um voucher que foi erradamente utilizado e não pode ser utilizado. Não usufruí da experiência. Ao ligar para o número cliquei "6" para continuar a chamada, e ao ouvir as opções cliquei novamente na "6", que me levaria a falar com um assistente. Ao clicar a chamada caiu. Tentei mais 2 vezes, tentando até outros canais em vez do 6, mas eventualmente teria de ir sempre ao canal 6. De todas as vezes eles desligam

Em curso
A. R.
15/12/2025

Incumprimento de serviço, incontactabilidade e falta de reembolso - Voucher n.º 231118450

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Skydive Maia devido ao incumprimento reiterado na prestação de serviço e à retenção indevida de montantes pagos. 1. Descrição dos Factos: Em novembro de 2023, adquiri um voucher para um salto de paraquedas (Voucher n.º 231118450) com a intenção de o oferecer a terceiros. O pagamento foi realizado na totalidade no valor de 139,99 €. Desde a data da compra, o salto foi agendado em diversas ocasiões. No entanto, a empresa procedeu sempre ao cancelamento e adiamento das marcações, justificando-se sistematicamente com "manutenção dos equipamentos". Devido ao arrastar desta situação há mais de dois anos e à impossibilidade de realização do serviço por motivos unicamente imputáveis à empresa, a validade do voucher chegou a ser prolongada pela Skydive Maia. Contudo, mesmo com esse prolongamento, o serviço nunca foi concretizado. 2. Falta de Comunicação: Atualmente, a empresa encontra-se incontactável. Todas as minhas tentativas de contacto telefónico não são atendidas e os emails enviados não obtêm resposta. 3. Pedido de Reembolso Ignorado: Já solicitei formalmente, via email, a devolução do valor pago, uma vez que a empresa demonstrou total incapacidade para prestar o serviço contratado. Até à data, não recebi o reembolso nem qualquer justificação. 4. Resolução Pretendida: Considerando a quebra de confiança e o incumprimento contratual definitivo por parte da Skydive Maia, informo que já não tenho interesse no reagendamento do serviço. Exijo a restituição imediata do valor total pago (139,99 €), a ser efetuada pelo mesmo meio de pagamento utilizado na compra. Caso tal não seja possível por motivos técnicos, aguardo o vosso contacto urgente para vos facultar os dados necessários para a transferência bancária. Aguardo a vossa intervenção célere para a resolução deste litígio. Com os melhores cumprimentos, Ana Sofia Rodrigues

Em curso
K. F.
14/12/2025

Não querem fazer o reembolso, me negando assim o direito de arrependimento

No dia 12 de Dezembro de 2025 realizei uma compra no site da empresa E Dreams, associada ao valor de 32€. Após a compra, ao verificar o meu extrato bancário, constatei uma cobrança no valor de 89,99€ no meu cartão de crédito. Ressalto que em nenhum momento do processo de compra foi devidamente informado ou sinalizado esse valor de cobrança. O que é apresentado no site é apenas a indicação de um “desconto Prime”, sem qualquer informação clara, transparente ou destacada sobre a cobrança do referido valor, o que configura falta de informação ao consumidor. Assim que tomei conhecimento da cobrança, entrei em contacto com a empresa no primeiro dia para solicitar o cancelamento e o reembolso, exercendo o meu direito de arrependimento, uma vez que se trata de uma compra realizada à distância (online), conforme previsto na legislação em vigor, que garante ao consumidor 14 dias para desistir da compra. No entanto, o meu pedido foi indevidamente negado, sob a alegação de que, por eu já ter utilizado o desconto, a empresa apenas devolveria o valor de 47,99€, recusando o reembolso integral. Esta posição é ilegal, uma vez que o exercício do direito de livre resolução não pode ser condicionado nem limitado pelo uso de qualquer benefício associado à compra. Dessa forma, a empresa está a violar o meu direito de arrependimento, bem como os princípios da informação clara, transparente e prévia, previstos na legislação de defesa do consumidor. Solicito, portanto, a devolução integral do valor cobrado (89,99€) e o devido registo desta reclamação para as providências legais cabíveis.

Em curso

Reembolso de caução

Exmos senhores. A minha filha fez a viagem de finalistas a Palma de Maiorca com a Yellow trip, em abril deste ano (2025). Ainda no hotel, foi dito aos alunos que se tinham portado bem e iriam receber os 80€ da caução. Até dezembro, o dinheiro não foi reembolsado e, após reclamação, enviaram 25€. Disseram que o restante era retido para a segurança e danos colaterais. Perguntei quais danos colaterais, se não houve incidentes. Responderam que agora era assim. Descontaram por danos colaterais. Isto é normal?

Em curso
J. F.
13/12/2025

Booking.com – Descumprimento contratual e falta de resposta à reclamação

Reclamação à DECO – Pedido de Apoio ao Consumidor Empresa reclamada: Booking.com Referência / “n.º de fatura”: Reserva nº 6237692305 Alojamento: Urban City Período da estadia: 20/08 a 25/08 Venho por este meio solicitar o apoio da DECO – Defesa do Consumidor relativamente a um conflito de consumo com a empresa Booking.com, decorrente de uma reserva de alojamento que não correspondeu ao serviço contratado, bem como da ausência total de apoio ao cliente. Efetuei uma reserva através da plataforma Booking.com para 3 pessoas. No entanto, ao chegar ao alojamento, verifiquei que existia apenas uma cama de casal, sem qualquer cama extra ou solução alternativa. Em consequência, um dos meus filhos adolescentes teve de dormir no chão, apenas com um lençol, situação manifestamente inaceitável e incompatível com o serviço pago. Acresce que o alojamento não correspondia às fotografias nem à descrição apresentadas na plataforma, sendo o espaço muito inferior ao anunciado, o que causou desconforto, insegurança e frustração. O local não dispunha de receção, existindo apenas uma funcionária da limpeza, que informou que qualquer reclamação deveria ser feita exclusivamente através da Booking.com. Apesar de ter apresentado reclamação durante a estadia, não obtive qualquer tipo de apoio ou resposta da Booking.com. Posteriormente, voltei a contactar a empresa, tendo-me sido solicitado repetidamente o número da reserva, o qual foi enviado por três vezes. Após isso, fui informada de que o problema seria resolvido; contudo, já decorreram mais de 15 dias sem qualquer resposta, decisão ou solução apresentada. Considero que a situação descrita configura: Descumprimento do contrato celebrado; Falta de conformidade do serviço face ao anunciado; Falha grave na prestação de apoio ao consumidor por parte da Booking.com. Nestes termos, solicito o apoio da DECO para: Intervenção junto da Booking.com; Reembolso total ou, no mínimo, proporcional ao serviço não prestado; Orientação quanto aos meus direitos enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, Jucilene de Brito Fernandes

Encerrada

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