Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
C. S.
31/01/2026

Vouchers não Concretizado

Exmo. Senhores Adquiri dois vouchers para 2 saltos de paraquedas na empresa Skydive Maia. Um voucher normal e um voucher com pack foto + vídeo. Acontece que agendamos a primeira vez para 09/06/2023 e 4 dias antes recebemos um e-mail a cancelar devido ao mau tempo, prolongando o voucher ate junho/2024. Agendamos novamente para dia 08/06/2024 e novamente cancelado devido ao mau tempo e com prolongamento do prazo do voucher. Voltamos a agendar para dia 01/06/2025 e 3 dias antes novamente cancelado, agora devido a restrições aéreas do Aeroporto do Porto. Aqui sugeriram agendar noutras empresas prolongando o voucher + 18 meses e oferecendo um desconto de 30€ na aquisição do pack fotografia + vídeo. Devido aos anos que passaram desde a aquisição dos vouchers (2022) solicitamos o reembolso do dinheiro para procurarmos outras empresas para prestarem o serviço. Recebemos a resposta que os vouchers não eram reembolsáveis. Pretendemos justiça e, de certa forma, reaver o nosso dinheiro, pois foi investido e nem sequer chegamos a efetuar a experiência.

Encerrada
A. S.
30/01/2026

Valor da caução não devolvida

Fizemos uma reserva de viatura de 15 a 18 de janeiro para o Funchal na Car Jet com Booking ref CJT-193655770 em nome de Jorge Alves. Por sua vez essa entidade remeteu os seus serviços à Magic Islands Rent a Car cujo contrato de aluguer foi apresentado no momento do levantamento da viatura com referência #60046. Foi nos solicitado uma caução de 1500 euros em depósito, não aceitando cartão de crédito, que seria devolvido aquando da entrega da viatura... No dia 18 janeiro foi entregue a viatura sem quaisquer danos nesse período, contudo o valor do reembolso da caução não se efetivou no momento conforme respetivo contrato determina. Foram feitos vários contactos de modo a solicitar comprovativo de transferência da caução, não tendo obtido qualquer resposta necessária. Até à presente data continuamos a aguardar o reembolso da caução paga 1500 euros.

Resolvida
M. P.
29/01/2026

Cobrança sem consentimento

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a empresa eDreams, na sequência da cobrança indevida de uma subscrição anual no valor de 89,99 €, efetuada sem o meu consentimento expresso, bem como pela adoção de práticas comerciais enganosas e lesivas dos direitos do consumidor. No dia 3 de janeiro de 2026, adquiri voos através da plataforma eDreams. Para esse efeito, limitei-me a criar uma conta com o único objetivo de concluir a compra, não tendo, em momento algum, aderido de forma consciente, clara ou expressa a qualquer plano de subscrição designado “eDreams Prime”, nem tendo sido devidamente informada ou questionada sobre tal adesão. Contudo, no dia 18 de janeiro de 2026, pelas 05h50, foi-me debitado o montante de 89,99 €, correspondente a uma alegada subscrição anual eDreams Prime. Assim que tomei conhecimento da cobrança, contactei de imediato o serviço de apoio ao cliente, solicitando o reembolso integral do valor, por se tratar de uma cobrança não autorizada. Durante o referido contacto, foi-me transmitido que teria beneficiado de um alegado “desconto” na compra dos voos por ser membro Prime. Tal afirmação é falsa e enganosa, uma vez que o desconto apresentado no momento da compra não foi identificado como estando associado a qualquer subscrição paga, nem me foi comunicado que a sua aceitação implicaria a celebração de um contrato de subscrição anual. Posteriormente, ao verificar os e-mails de confirmação da reserva, constatei que existia apenas uma menção residual, em letras diminutas e colocada no rodapé, relativa à suposta subscrição, circunstância que não consubstancia consentimento válido, nem cumpre o dever legal de informação clara, destacada e transparente. Esta conduta viola, designadamente: • O artigo 8.º da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor); • O artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro; • O Decreto-Lei n.º 57/2008, de 26 de março, por configurar uma prática comercial enganosa. Como solução inicial, foi-me proposto um vale no valor de 80 €, utilizável apenas em voos de valor superior a 300 €, proposta que recusei. Posteriormente, foi-me oferecido um reembolso parcial de 45 €, acompanhado de um vale de igual montante, aplicável apenas a voos a partir de 150 €, solução igualmente recusada. Reforcei o meu pedido de reembolso total do valor indevidamente cobrado, o qual foi novamente recusado, tendo-me sido apresentada uma justificação vaga e juridicamente infundada, segundo a qual “em Portugal o mercado não é 100% reembolsável” e que tal prática “é a lei”, sem indicação de qualquer norma legal concreta que sustente essa afirmação. Tal alegação é manifestamente incorreta, uma vez que a legislação portuguesa não prevê qualquer princípio de “mercado não reembolsável”, sendo os direitos do consumidor determinados pela existência (ou inexistência) de consentimento válido e pelo cumprimento das obrigações legais de informação. Face ao exposto, considero que esta situação configura: • Cobrança sem consentimento expresso; • Prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008; • Violação do dever de informação clara, adequada e transparente; • Tentativa de contornar o prazo legal de 14 dias para o exercício do direito de livre resolução, através da cobrança imediata após esse período. Nestes termos, exijo o estorno/reembolso integral do montante de 89,99 €, indevidamente debitado, e solicito o apoio dessa entidade para a análise da presente situação, bem como para a prevenção de práticas semelhantes junto de outros consumidores.

Resolvida
N. A.
29/01/2026

Malas danificadas

Boa tarde. Vim hoje do voo Lisboa - Luanda e tive as minhas duas malas de porão e a de mão completamente danificadas. Sendo que a porta do avião a funcionária exigiu que eu despachasse. Quem vai reativar as malas que estragaram?

Encerrada

Pagamento de um valor muito alto

Venho por este meio reclamar publicamente , porque apesar de terem reduzido o valor a cobrar ainda assim acho muito injusto da parte da sixt . Em primeiro lugar, gostaria de salientar que fui mal informada no balcão aquando do aluguer do veículo. Em nenhum momento me foi explicado por qualquer colaborador da Sixt que o carro não estaria coberto por seguro. Pelo contrário, foi-me transmitido que tinha proteção. Jamais alugaria um veículo sem seguro, ainda mais numa deslocação longa e acompanhada. Relativamente ao acidente, importa esclarecer que não tive qualquer culpa. No momento do sucedido, seguia viagem em direção a Marco de Canaveses, acompanhada pela minha mãe, de 85 anos, para visitar a campa do meu pai. De forma inesperada, fui abalroada por um camião em excesso de velocidade, que apenas tocou no carro, levantando a capa do espelho, sem partir o espelho ou causar danos estruturais no veículo. Apesar disso, foi-me imputado o custo de quase 750 € por um espelho novo, valor que considero completamente desproporcional e irrealista, sobretudo tendo em conta que se tratou apenas da capa do espelho. Uma peça desta natureza não justifica um valor tão elevado, ainda mais num contexto em que o veículo praticamente não sofreu danos. Recebi no dia 17 de dezembro, uma chamada da GNR do Porto, informando que não foi possível identificar a matrícula do camião através das imagens recolhidas. (So a empresa Ascendi é que poderia informar a maatricula atraves das portagens , porque o camião passou antes de mim ) Importa referir que o acidente ocorreu há mais de dois meses, o que torna esta situação ainda mais difícil e angustiante. A Sixt é uma empresa reconhecida no mercado e, por isso mesmo, acredito que também pode e deve agir com justiça e bom senso em situações como esta. Nos vossos próprios cartões e publicidade promovem valores como “um pequeno gesto, um novo sorriso” — é com base nesses valores que vos escrevo. Mas mesmo assim a Sixt com tanto poder e conhecimento poderia ter pedido acesso a empresa ascendi e ter a matricula do camião que me embateu . Resido na Região Autónoma e tenho uma filha a estudar no continente, o que já representa um esforço financeiro significativo. Receber uma cobrança desta dimensão na altura do Natal é extremamente pesado e desanimador. Custa-me acreditar que uma empresa da vossa dimensão seja tão inflexível e insensível perante esta situação. Reforcei que estava disponível para encontrar uma solução justa, nomeadamente pagar o valor que seria aplicável caso tivesse sido corretamente informada e tivesse um seguro adequado que cobrisse este incidente — que, relembro, não causou danos reais ao veículo. Apenas saltou a capa de plástico do espelho . Mas ainda assim fizeram me a cobrança de 322.26 € valor elevado e reforço sem culpa nenhuma que tive no acidente , no qual ninguem me ajudou nem a sixt nem a gnr nem a PSP . Peço-vos, sinceramente, que reavaliem todo o processo, que considerem o contexto humano, a falha de informação no momento do aluguer e a desproporção do valor cobrado. Acredito que seja possível encontrar uma solução equilibrada e justa para ambas as partes. So escrevo esta reclamação porque achei da parte da Sixt , que a informação dada tambem na entrega da viatura pela receção no aeroporto do porto , que haveria uns fundos que cobriam estas situaçoes e mesmo assim nada fizeram par me ajudar .

Encerrada
P. O.
28/01/2026

SIXT / COBRANÇA INDEVIDA / DANO IDENTIFICADO NO ATO DA RETIRADA DA VIATURA

Excelentíssimos Senhores, Venho, por meio desta plataforma na qual confio, relatar um problema ocorrido com a empresa Sixt Rent a Car, acreditando que o mesmo possa ser devidamente analisado e solucionado com a seriedade que o caso exige. No dia 10, realizamos o aluguer de uma viatura junto à Sixt. No momento da entrega da chave, dirigimo-nos até ao veículo e, ainda antes de iniciar a utilização, um risco na parte frontal da viatura foi identificado, na presença de uma testemunha que se encontrava comigo. Imediatamente regressámos ao balcão e comunicámos o facto ao colaborador que nos havia entregue a chave. O mesmo informou-nos para ficarmos tranquilos, afirmando que todos os danos já se encontravam devidamente identificados no sistema, razão pela qual seguimos viagem confiantes de que a situação estava regularizada. No momento da devolução da viatura, para nossa surpresa, o colaborador responsável procedeu ao registo fotográfico desse mesmo risco, atribuindo-nos um dano que já era pré-existente. Solicitei, então, a presença do gerente, a quem expliquei detalhadamente toda a situação. O gerente afirmou ter conhecimento do ocorrido e orientou-me a responder a um eventual e-mail da Sixt, explicando os factos, garantindo que deixaria essa informação registada na nota interna, reconhecendo que o dano já existia antes do nosso uso. Contudo, tal procedimento não foi respeitado. Posteriormente, foi efetuado um desconto indevido no valor de 396,60 € na minha conta bancária. A Sixt alegou que o risco não existia anteriormente e que teria sido causado durante o nosso período de utilização, o que não corresponde à verdade. Ressalto ainda que esta não é a primeira situação problemática que enfrentamos com a empresa. Em aluguer anterior, ficámos imobilizados na via pública devido a falhas técnicas num veículo elétrico fornecido pela Sixt, tendo sido atribuído apenas um voucher como compensação. Estes episódios demonstram uma clara falha no pós-aluguer e no atendimento ao cliente, gerando insegurança e constante receio quanto à qualidade do serviço prestado. Desta forma, venho por este meio solicitar a resolução imediata do problema, com o reconhecimento de que o dano era pré-existente e o estorno integral do valor de 396,60 € indevidamente debitado. Caso contrário, informo que irei recorrer a apoio jurídico, uma vez que se trata de uma falha grave e injusta por parte da empresa. Aguardo um retorno célere e uma solução definitiva para este caso. Com os melhores cumprimentos, Pablo

Resolvida
N. S.
28/01/2026

EDREAMS - RETIRARAM DINHEIRO DA MINHA CONTA CORRENTE E NAO FIZ NENHUMA COMPRA E NEM AUTORIZEI ASSINA

BOM DIA! recebi uma mensagem da EDREANS atraves do meu email noelisalem.tvde@gmail.com dando boas vindas sendo que nao acionei a EDREANS exatamente pra nada e hoje dia 28/01/26 para a minha suspresa teve uma cobrança de 89,99 referente a EDREAMS PRIME. ORA SENHORES NAO ACESSEI A EDREAMS PARA FAZER NENHUMA COMPRA UMA VEZ QUE NAO INDICO ESSA EMPRESA PARA NINGUEM DEVIDO AS COBRANÇAS DE ASSINATURAS QUE FAZEM SEM AUTORIZAÇÃO E SEM COMPRAR PRODUTO. EMAIL QUE RECEBI A MSG noelisalem.tvde@gmail.com DIANTE DO EXPOSTO EM CARATER DE URGENCIA SOLICITO A DEVOLUÇÃO DE IMEDIATO NA MINHA CONTA CORRENTE DENTRO DE 24 HORAS CORRIDAS PRECISO DESSE DINHEIRO PARA COMPRAR REMEDIOS E A MINHA CONTA FICOU NEGATIVA NO BANCO. NAO INDICO ESSA EMPRESA SEM ESCRUPULO PARA NINGUEM E NUNCA MAIS COMPRO NADA DELES E NAO AUTORIZEI NENHUM PAGAMENTO E NEM ASSINATURA , NAO TEM NADA LIBERADO DO BANCO MILLENIUM. DEVOLVAM O MEU DINHEIRO NESSE PRAZO EM ATE 24 HORAS SEM FALTA CASO ISSO NAO OCORRA VOU FAZER UM BOLETIM DE OCORRENCIA E ENTRAR JUNTO AOS ORGAOS COMPETENTES PARA VER O MEU DINHEIRO DE VOLTA E SOLICITAR DANOS MORAIS PELO PREJUIZO QUE ESTAO CAUSANDO CERTA AINDA DE CONTAR COM O RESPEITO E VALORIZAÇÃO QUE MEREÇO NO AGUARDO DA DEVOLUÇÃO IMEDIATA

Resolvida
M. B.
27/01/2026

Suspected Fraud - Security Deposit €1,500 was not returned

On 08 December 2025, a security deposit of €1,500.00 was charged to my credit card by Magic Islands Rent-A-Car UNIP LDA in connection with a vehicle rental. The vehicle was returned in proper condition, which was confirmed by the company with the written note “all ok.” Despite repeated written requests (17 December 2025, 30 December 2025, and 12 January 2026), the deposit has not been refunded, and the company has provided no response or justification. I consider the continued retention of the deposit unjustified and potentially fraudulent.

Resolvida
D. F.
27/01/2026

2a vez o mesmo erro

Pela segunda vez foi realizado um pedido na uber eats com a referência 1B71B de 2 pizzas medias de massa fina, uma Carbonara e outra uma Philly Cheese Steak. Pela segunda vez a pizza Philly Cheese Steak é trocada por uma Pulled Pork e Blue Cheese. Não posso consumir Queijo azul pelo que pela segunda vez não pude aproveitar o pedido que fiz. A Uber Eats de forma automatica enviou-me um reembolso de 1,3 euros (na primeira vez foi de 3 euros) muito menos de metade do valor pago pela pizza. Nota: O estabelecimento foi contactado e o mesmo referiu que o pedido recebido da Uber Eats era Pulled Pork e Blue Cheese.

Resolvida
M. M.
27/01/2026

Viagem à Serra da Estrela – Serviço não prestado e gravação ilegal

Efetuámos reserva de viagem à Serra da Estrela, incluindo acesso ao spa do Hotel Alambique, que nunca nos foi disponibilizado. A agência Beauty Travel alega possuir gravação telefónica alegando que aceitamos um reembolso parcial, quando nunca fomos informadas de que a chamada seria gravada, nem demos consentimento. Solicitamos reembolso integral e cessação de práticas ilegais. Nota: O email da agência, datado de 27 de janeiro, afirma que a chamada foi gravada. Em nenhum momento fomos informadas de que estávamos a ser gravadas, muito menos demos o nosso consentimento.

Resolvida

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