Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Reclamação Formal – Atraso de Voo para Hurghada (Egito) e Falta de Compensação/Reembolso
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, expressar a minha total indignação e apresentar uma reclamação formal relativamente à experiência absolutamente inaceitável que tive no âmbito da viagem para Hurghada, no Egito, organizada pela Agência Abreu e operada pela companhia aérea Nesma Airlines. No dia 23/06, o nosso voo de regresso sofreu um atraso significativo, o que causou um impacto direto na nossa chegada e, sobretudo, na nossa logística familiar. Como já foi reportado, este atraso obrigou-me a suportar custos adicionais de transporte (800 euros, no total), uma vez que, devido à dimensão do grupo familiar, foi necessário recorrer a dois táxis distintos para assegurar a nossa deslocação de Santiago de Compostela até à nossa casa. Chegada prevista ao aeroporto do Porto às 20h45m, que permitia a nossa chegada a casa perto das 22H00. O voo com o desvio para Santiago de Compostela resultou na nossa chegada por volta das 04h00, tendo-nos obrigado depois de quase 3 horas de espera no aeroporto de Hurghada, mais de 5 horas de viagem, a fazer uma viagem de 250 kms e a suportar um custo de 800,00€…Autorizado pela agencia de viagens, na pessoa que sempre nos organiza há anos as nossas férias, depois de chamada telefónica tida com o operador(informação recebida no momento em que questionei: como vamos para casa?) Passados dois meses e meio desde este incidente, não recebi qualquer tipo de reembolso, compensação, nem sequer um contacto digno de uma explicação ou pedido de desculpas formal. O silêncio e a falta de profissionalismo de ambas as partes — agência e companhia aérea — são profundamente lamentáveis. Sim, porque também já enviei vário emails ao apoio ao cliente da Companhia Aerea Nesma Airlines. Relembro que, de acordo com o Regulamento (CE) n.º 261/2004, os passageiros têm direito a compensação e assistência em caso de atrasos significativos. No meu caso, além dos danos morais e do transtorno causado, houve claramente prejuízo financeiro direto, devidamente comprovável com faturas dos táxis. Assim, o que pretendo receber é, com caráter de urgência: 1. O reembolso imediato dos 800 euros gastos em transporte no regresso; 2. A devida compensação legal devida pelo atraso do voo (6 passageiros); 3. Uma resposta formal e clara por parte da Agência Abreu e da companhia aérea Nesma Airlines. Peço a vossa ajuda no sentido de obter uma resposta celere junto da Abreu e da Companhia Aerea, pois até a data e depois de vários emails enviados, não recebi qualquer resposta/informação relativa a este assunto. Grata antecipadamente pela ajuda, envio cumprimentos, Cristina Semedo
Refund
Para uma estadia de 12 dias na Eslovenia, usei um serviço de intermediário (broker) para reserva de viatura a partir do aeroporto de Ljubljana do dia 05.08.25 a 16.08.25. Usei a empresa carflexi pois apresentava um reting no trustpilot razoável. A reserva decorreu sem problemas e após a confirmação do e-voucher de reserva ( CarFlexi e-Voucher No: CF9F507D), e pago a respectiva franquia sobre o seguro full coverage adicional no valor de 141,46€, e com a confirmação do parceiro (Car Hire Provider Confirmation No: 71#25-316-407), recebi o respectivo recibo anexo com a ref.ª (RECIBO #: 7305814). No dia 05.08.25, junto do balcão do parceiro de reserva (garage nº 1), apresentei o respectivo e voucher com a reserva e valor pago de franquia da carflexi. Devido a problemas com o cartão de crédito junto do balcão, não foi possível efectar o pagamento (depósito caução + vaor em falta + taxas), não sendo possível activar a reserva que detinha com a carflexi. Junto do parceiro não foi possível efectuar o pagamento da verba com outros meios de pagamento. Ofereci me para fazer o depósartaoito caucionário com um cartão de credito e a fazer o restante pagamento com cartão de credito virtual (app banco), dinheiro, cartão débito (visto ser um pais UE). O parceiro não aceitou qualquer forma de pagamento a não ser que fosse num cartão credito físico. Nem percebo porque não caucionaram o valor obrigatório de 1100,00€ e no final retiravam o valor de 338,33€ do valor em divida do aluguer (como tive depois de fazer num aluguer directo com a agencia local). O parceiro garantiu me de que bastaria pedir a restituição do pagamento tendo em conta que não foi possível o uso do cartão crédito. Tendo em conta que a reserva de aluguer não foi efectuada, mal tive acesso a email, fiz um pedido ao customer support para o reembolso da verba paga de antemão (141,46€). Ao final de diversas semanas ainda não obtive nem o reembolso da verba paga nem resposta alguma da parte da carflexi, o que me surpreendeu tendo em conta o rating dado pela trustpilot. Mandei hoje nova tentativa de contacto através de um formulário nada simples de encontrar, submetendo novo pedido. Atentamente, Marco Silva
Estão a retirar dinheiro de uma subscrição que eu não fiz
Olá boa noite, fiz uma compra de uma viagem através da edrems, fiz o pagamento dessa viagem. E agora deparo-me que me está a ser retirado da conta um valor de 89.90 , de uma subscrição que eu não fiz... Como posso reaver o dinheiro?
Não restituição da caução
Exmos Senhores Através da plataforma YESCAPA reservamos uma Campervan TOYOTA HIACE, por um o período de 15 dias (de 28 de Julho a 11 de Agosto 2025), ref. da Reserva #2630160, pelo valor de 1.301,58 eur. Paga por Cartão multibanco em duas prestações: a primeira com a Reserva, no valor de 563,28 e a segunda por débito automático, no valor restante de 778,30, “1 mês antes do início do aluguer”. Confirmada a Reserva por email da YESCAPA no dia 14/05/2025, seguiu-se o upload dos documentos solicitados, identificação e carta de condução, que foram verificados e validados pela YESCAPA. Determinavam também as condições do aluguer uma caução no valor de 800 euros a entregar no levantamento ao proprietário. No dia do levantamento, 28/07/2025, verificamos que o veículo apresentava um estado de conservação da carroçaria pior do que se antevia pelas fotos colocadas na plataforma, uma difícil entrada das mudanças, o cinto de segurança do condutor esgaçado, colocando-nos dúvidas sobre a segurança e comportamento mecânicos ou outros do mesmo durante a viagem. Ainda que o contrato de aluguer possua a seguinte cláusula: “Se o estado do veículo não está de acordo com o anúncio, o proprietário terá que propor uma correção antes da partida. Se o viajante recusar iniciar a viagem, este deverá tirar fotografias que comprove a não conformidade do veículo e deve efetuar o cancelamento através da sua conta pessoal Yescapa para análise de um reembolso”, as circunstâncias em cima do momento, os compromissos já assumidos com a viagem, e a perspetiva de um processo complicado, levaram-nos a tomar a decisão de aceitar após uma conversa com o proprietário que se mostrou muito simpático e inspirador de confiança. O mau estado de conservação geral da carroçaria foi desvalorizado e comentado por este como “memórias” e em relação à mecânica do veículo, que “sendo um motor a gasóleo, andava sempre” acrescentando com ironia “problemas só costumam aparecer nos últimos dias” completando com “convém não andar a rolar mais do que 1h, 1h30, de seguida, e depois deixar repousar. A nossa decisão foi, no entanto, avançar com o aluguer uma vez que os compromissos assumidos com as nossas férias pesavam muito naquela decisão e que, sendo condutor cuidadoso, não aconteceriam problemas de maior. No contrato de aluguer figuram as fotos com identificação das anomalias na carroçaria pelo proprietário. Durante a viagem, entre 28 de Julho a 11 de Agosto 2025, que teve lugar no litoral da Galiza, não ocorreu qualquer incidente (bater, raspar…) tendo a carrinha sido estimada e cuidada como se fosse nossa. Verificamos tão só, a partir do dia 2, que a porta do lado do condutor havia descaído ligeiramente, não estando totalmente alinhada com o resto carroçaria, o que havia sido o suficiente para, sempre que era aberta, forçar um canto da chapa No regresso, com a entrega do veículo no dia 11 de Agosto 2025, chamamos desde logo a atenção do proprietário para a questão do descaimento da porta do lado do condutor (porta frente esquerda) ao que este comentou compreender não ser da nossa responsabilidade. Em seguida, identificou riscos na lateral do lado oposto (portas frente direita), na porta do passageiro com continuidade na porta de correr do mesmo lado (portas frente direita), mas que se revelaram pouco profundos uma vez que se verificou, em conjunto, que bastava esfregar com um dedo sobre alguns daqueles riscos para desaparecerem. Argumentamos então que aqueles riscos não eram o resultado de qualquer incidente, mas deveriam advir de uma utilização normal em que, por vezes, verifica-se a raspagem de alguns ramos na borda das estradas e que facilmente se apagariam um com ligeiro polimento. Relativamente à porta descaída e ao dano subsequente na borda da chapa, é um dano comum sobretudo num veículo com muita quilometragem (247 402) e em que, visivelmente pelo estado geral da carroçaria, as dobradiças das portas por vezes desapertam-se, mesmo que ligeiramente, e ocasiona o descaimento das portas. Os danos identificados no veículo foram registados no formulário de receção ficando nós a aguardar a decisão do proprietário na devolução da caução retida no valor de 800 eur. No dia 20 de Agosto rececionamos um email da plataforma YESCAPA solicitando que, “na sequência do seu aluguer 2630160, o proprietário declarou um dano ocorrido durante a viagem. Para que possamos tratar do seu processo da forma mais rápida e eficiente possível, pedimos que preencha o formulário de declaração de danos”. O email vinha acompanhado de fotos dos danos enviadas pelo proprietário. Preenchemos a declaração que foi enviado recebendo nós da mesma plataforma um novo email com o respetivo aviso de receção a 22 de Agosto. Naquela declaração referíamos que: “O risco na carrinha, identificado no momento da recepção, advirá da sua utilização (em estradas nacionais da Galiza) que, na nossa opinião, está coberto pelo aluguer de utilização da mesma. Não houve qualquer incidente (bater, raspar...), poderá ter origem num ramo da estrada. A carrinha foi estimada e tivemos todo o cuidado como se fosse nossa. Na verdade, no momento da recepção, ao identificar o risco, verificou-se que o mesmo, limpando melhor com o dedo sobre o risco, este desaparecia, pelo menos nalgumas zonas. Relativamente à porta do condutor, da qual consta uma fotografia, no momento da receção, comprovou-se existir um descaimento da porta na origem do dano do qual não poderemos ter qualquer responsabilidade.” Acrescentando ainda que. “Não identificamos o momento em que terá ocorrido o risco. A data/hora acima mencionada é meramente indicativa uma vez que não identificamos o momento em que terá ocorrido o risco.” Finalmente, rececionamos no dia 25 de Agosto, um novo email da plataforma YESCAPA informando que haviam procedido à “análise do processo na reserva em epígrafe, considerando as informações mencionadas no Contrato de Aluguer, as Cláusulas do Contrato de Aluguer e os Termos e Condições, encontrando-se o respetivo processo de análise encerrado, pelo que novos elementos não poderão ser aceites” acrescentando, para nossa grande surpresa, que “informo que o proprietário enviou o orçamento de reparação à nossa equipa, no valor de 1172.07€ (documento em anexo). Após análise do documento é possível verificar que o mesmo apresenta um valor inferior à franquia (1500.00€). Nesse sentido, não será possível solicitar a abertura de processo junto da seguradora. Assim, e uma vez que não existem outros montantes por regularizar mencionados no Contrato de Aluguer do dia de retorno, apresento de seguida os valores nesta reserva: • Reparação do veículo: 1172.07€ • Montante de caução retido: 800.00€ • Montante a regularizar pelo locatário: 372.07€”. No orçamento enviado em anexo, as reparações referem-se quase exclusivamente à questão da porta descaída e do dano subsequente, nomeando: “- 2 Dobradiças 188,5000 eur “- Pintar porta frt esq, guarda lamas frt esq, canto superior embaladeira esq, dobradiça porta frt esq e polir lateral direita 319,2090 eur “- Desm / reparar / montar porta frt esq e substituir dobradiças porta frt esq 341,4000 “- Material de pintura 103,7900 eur “- IVA 219,17 eur”, respeitando aos riscos apenas “polir lateral direita”. Não se afigurando justificado, perante as circunstâncias expostas, sermos nós responsabilizados pela porta descaída e do dano subsequente, agradecemos assim a vossa opinião e a forma de proceder por forma a resolver o problema da melhor maneira. Submetemos um anexo com os registos fotográficos. Obrigada, melhores cumprimentos Paulo Gomes
Cobrança indevida
No dia 20/08/2025 efetuei uma reserva através do site do hotel (n.º 25082181368) para 2 pessoas, numa estadia comemorativa de um evento especial. No dia 24/08/2025, quis acrescentar o meu filho à reserva, passando a estadia a ser para 3 pessoas. Tentei modificar a reserva no site, sem sucesso. Contactei então o hotel, pelas 21h41 do dia 24/08, explicando o problema e solicitando a alteração da reserva para 3 pessoas. Foi-me comunicado que não seria possível alterar a reserva, apenas efetuar um cancelamento e criar nova reserva. De imediato segui a instrução: efetuei uma nova reserva no site do hotel (n.º BB25082418500733), onde mencionei expressamente no campo de observações que se tratava de alteração para 3 pessoas (prova em anexo). No momento do check-in, fui confrontado com a existência de duas reservas em meu nome. Expliquei a situação, referindo que tinha cancelado a primeira, ainda que não tivesse ficado com comprovativo. Apesar disso, ninguém no hotel deu seguimento à minha explicação, todos muito insensíveis a esta situação. Paguei no check-in apenas a reserva ativa, relativa a 3 pessoas, iriam ver superiormente como resolver a questão. Contudo, no momento do check-out, fui confrontado na fatura (anexa), onde consta como “no show” a reserva cancelada. Ou seja, o hotel considerou que não compareci, quando estive hospedado durante toda a estadia na unidade, mas no quarto reservado para 3 pessoas, que o próprio hotel me pediu para fazer, e que por sinal, era bastante mais dispendioso, que a reserva original, feita no canais próprios do hotel. Fui ainda ameaçado de não poder realizar o check-out sem pagar a quantia exigida, sendo forçado a efetuar o pagamento para conseguir sair. Foi-me dito que, se quisesse reclamar, o fizesse posteriormente. Assim, denuncio esta situação como uma cobrança abusiva, sem fundamento e reveladora de má fé, uma vez que: Cumpri a estadia no hotel, pagando a reserva correta para 3 pessoas. Informei previamente da alteração e segui as instruções dadas pelo próprio hotel. Fui coagido no check-out a pagar uma quantia injustificada, sob ameaça de não poder sair. Requeiro a intervenção da DECO para a restituição integral do valor cobrado indevidamente, bem como para a devida responsabilização desta prática claramente lesiva dos direitos do consumidor. Anexos: Confirmações de reserva (2) Registo de contacto com o hotel Texto da nova reserva onde consta a alteração para 3 pessoas Fatura emitida no check-out com a menção de “no show” Prova de pagamento Com os melhores cumprimentos
Não devolução de dinheiro
Exmos. Senhores, Venho por este meio informar que o pagamento do cheque n.º 2354093853070, referente a um reembolso da Turkish Airlines, ainda não foi efetuado. Apesar de a companhia estar há mais de 2 meses a assegurar que o processo de refund seria concluído, até à data nada foi pago. Solicito, assim, o vosso apoio para resolver esta situação. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança de pedido não entregue
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a um pedido realizado através da plataforma Uber Eats, o qual foi indevidamente assinalado como entregue, sem nunca o ter recebido. No dia 24 de agosto de 2025, o estafeta responsável pela entrega entrou em contacto comigo a informar que tinha chegado. No entanto, não se encontrava no local de entrega solicitado e constante da aplicação. Após eu enviar novamente a morada correta (a mesma que já estava indicada no pedido), o estafeta respondeu que era “muito longe”. De seguida, deixou de responder às mensagens, não atendeu chamadas e acabou por dar o pedido como concluído. Mais tarde, verifiquei que tinha sido carregada uma fotografia de uma alegada entrega, mas a mesma não corresponde ao local indicado para entrega. Se for analisada a localização efetiva, facilmente se comprova que a encomenda foi deixada a vários quilómetros da morada correta. Em suma: A encomenda não foi entregue no local solicitado; O estafeta declarou falsamente a entrega como concluída; Fui cobrado na minha conta bancária por um serviço que não foi prestado. Considero inaceitável ser debitado por um serviço inexistente. Exijo: O reembolso integral do valor cobrado; A análise da conduta do estafeta em causa, que agiu de forma negligente e lesiva para o consumidor; A garantia de que este tipo de situação não se repetirá, assegurando mecanismos eficazes de controlo e suporte ao cliente.
Subscrição do prime
Exmos senhores eu quero vir deixar aqui a minha reclamação e pedido de urgência para resolver saiu 89,99 da minha conta para o prime sem qualquer tipo de autorização da minha parte peço uma intervenção rápida porque não sei quando me pode voltar a sair dinheiro nem sequer estou ou sei como usar isto
Bagagem danificada
Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a companhia aérea Transavia, na sequência de uma situação que considero injusta e lesiva dos meus direitos enquanto consumidora. No dia 25 de junho, viajei com a Transavia no voo TO7640, com o número de reserva FFVMNN, com partida de Orly e destino a Lisboa. No entanto, à chegada, verifiquei que a minha bagagem apresentava danos significativos, nomeadamente as rodas partidas, o que a tornou inutilizável. Após alguns contactos com o serviço de apoio ao cliente da Transavia e o preenchimento dos formulários exigidos, foi-me comunicado que não seria possível proceder ao reembolso do valor da mala por não apresentar o talão de compra. Expliquei que a mala já tem alguns anos e que, por esse motivo, não possuo o respetivo comprovativo. Ainda assim, prontifiquei-me a adquirir uma nova mala e a enviar o talão da mesma, proposta que foi recusada pela companhia. Considero esta situação inadmissível e solicito o vosso apoio na resolução deste conflito, nomeadamente através da mediação com a Transavia e na defesa dos meus direitos enquanto passageira aérea. Agradeço desde já a atenção dispensada e fico a aguardar uma resposta. Com os melhores cumprimentos, JN
Agressão, insultos e negligência da segurança na discoteca Eskada – Experiência totalmente péssima
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar a minha profunda insatisfação relativamente ao que aconteceu na madrugada do dia 31 de agosto, no estabelecimento Eskada, situado na Rua da Alegria, 611, 4000-046 Porto. Eu e o meu grupo dirigimo-nos ao local com a expectativa de passar uma noite tranquila. No entanto, acabámos por ser agredidas por uma rapariga presente na discoteca e, após termos recebido ameaças, decidimos recorrer aos seguranças para expor a situação e pedir auxílio. Um dos seguranças pediu-me que identificasse a agressora. Quando o fiz, esta aproximou-se com o seu grupo e, após trocar algumas palavras com os seguranças, foi novamente autorizada a entrar no espaço, como se nada tivesse acontecido. Pouco depois, para nossa surpresa, fomos nós expulsas do estabelecimento, alvo de insultos por parte da equipa de segurança, que chegou a chamar-nos, passo a citar, “deficientes mentais”, tratando-nos de forma extremamente desrespeitosa, agressiva e humilhante. Gostaria ainda de salientar que, em vez de garantir a segurança e o bem-estar dos clientes, a equipa de segurança revelou uma postura intimidatória, discriminatória e completamente abusiva, faltando ao dever profissional que lhes compete. Infelizmente, o gerente da discoteca também demonstrou uma total incapacidade de gerir a situação, adotando uma atitude passiva e negligente, deixando claro que não houve qualquer preocupação em proteger as vítimas, mas sim em encobrir comportamentos inaceitáveis. Este episódio deixou-nos profundamente indignadas, abaladas e injustiçadas, não só pela agressão inicial, mas principalmente pela forma como fomos tratadas pelo pessoal do estabelecimento. Considero inaceitável que um espaço de lazer e diversão permita que clientes sejam agredidos e ainda por cima revitimizados pela própria equipa de segurança. Peço, por isso, que esta situação seja devidamente analisada e que sejam tomadas medidas para que situações tão graves como esta não voltem a acontecer.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
