Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
C. A.
18/01/2026

Artigos com preço mal marcado

Boa tarde Vim a loja do parque nascente e decidi levar 4 conjuntos de meias que marcavam 3 euros num cartaz, mas individualmente marcavam 4,5 calculei que na caixa fizesse o desconto . Ao Dirigir-m self check out passei as meias e só uma delas é que passaram a 3 euros, chamei o colaborador que foi avaliar o sucedido ao qual me responde que só as pretas e brancas é que estava a 3 euros , surpreendida afirmei que lá não tinha nenhuma observação a dizer cor específica , acabei por não levar as mesmas e senti me super ofendida pelo comentário do responsável de loja que disse que não é obrigado a ter vários cartazes com os preços , que aquele estava a dividir artigos e que o cliente é que tinha que saber que era do cartaz para a direita , mas voltei a afirmar que lá não dizia qual as meias nem setas tinha.

Encerrada
C. F.
18/01/2026

Encomenda não recebida

Exm Sr Fiz uma compra nesta empresa e nunca chegou a ser entregue, deixo em anexo as comunicações com a empresa Obrigado

Encerrada
M. S.
18/01/2026

Malas avariadas

Fiz uma viagem de Luanda até Lisboa porém minhas chegaram avariadas , como estavam com a capa eu só vi quando cheguei a casa. Eu moro em Aveiro. Já enviei email e ninguém me respondeu e já liguei várias vezes e ninguém atendeu peço ajuda para resolver meu prejuízo foram 3 malas avariadas. O voo foi bom, porém tive essa decepção com minha malas, deveriam ter mais cuidado com as coisas das pessoas...

Encerrada
M. A.
17/01/2026

Encomenda não correspondente ao pedido

Encomendei a bota ComfyBots | Botas Polares de Couro × 1 conforme imagem do mail de confirmação da encomenda que recebi e anexo. Recebi outra bota muito diferente. Enviei mail a reclamar no dia em que recebi a encomenda errada 07/01/2026, conforme email que anexos, mas sem resposta nem solução até agora.

Encerrada

Queixa por publicidade enganosa e práticas comerciais abusivas

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa formal contra a empresa Eurocoupon, por considerar que fui alvo de publicidade enganosa, falta de informação clara e práticas comerciais abusivas, lesando gravemente os meus direitos enquanto consumidora. No âmbito de uma campanha amplamente divulgada no site da Eurocoupon, Facebook e outras redes sociais, aderi a uma oferta que anunciava a aquisição de um frigorífico americano pelo valor de 99€, com pagamento adicional de 49€ no ato da entrega e uma mensalidade de 5,99€ de seguro. Após a adesão, fui contactada telefonicamente e informada de que, para poder beneficiar da campanha, seria obrigatório adquirir um outro eletrodoméstico, sendo-me apresentadas duas opções. Escolhi um aspirador, pelo qual paguei 29,90€ no dia da entrega, tendo iniciado igualmente o pagamento da mensalidade de 5,99€ de seguro a partir de 1 de dezembro. Em momento algum me foi informado, quer verbalmente quer por escrito, que teria de pagar 10€ de despesas administrativas, nem que o não pagamento desse valor implicaria incumprimento contratual. No dia 1 de dezembro, tinha na minha conta bancária o valor correspondente aos 5,99€, contudo esse montante não foi debitado. Perante a situação, contactei a Eurocoupon para esclarecimentos. Nesse mesmo dia, recebi uma mensagem a informar que tinha de pagar 50,99€, alegadamente referentes a despesas administrativas e incumprimento, sob pena de ficar em incumprimento contratual. Senti-me pressionada a efetuar esse pagamento, o que fiz, por receio de perder o direito ao frigorífico anunciado. Solicitei posteriormente à empresa o envio da gravação da chamada telefónica, uma vez que tenho a certeza de que nunca fui informada dessas condições, mas até à data não obtive qualquer resposta, apesar de ter enviado reclamação por e-mail. Após este pagamento, voltei a contactar a empresa para agendar a entrega do frigorífico. Para minha surpresa, fui informada por um telefonema no dia 7 de Janeiro de 2026, semanas depois, de que já não existe o frigorífico anunciado por 99€, sendo agora proposto um outro modelo, com valor superior a 150€, exigindo ainda o pagamento de cerca de 80€ e uma mensalidade adicional, ficando o total a pagar cerca de 49€ mensais durante 64 meses, acumulando com os valores já contratados. Considero esta situação uma clara burla comercial, baseada em publicidade enganosa, alteração unilateral das condições, omissão de informação essencial e pressão indevida sobre o consumidor. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO Proteste, no sentido de: • Avaliar a legalidade das práticas da empresa Eurocoupon; • Apoiar-me na defesa dos meus direitos enquanto consumidora; • Ajudar na resolução do conflito, nomeadamente com a anulação do contrato e devolução dos valores indevidamente pagos. Coloco-me à disposição para facultar comprovativos de pagamento, mensagens recebidas, e demais elementos que sejam necessários. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada

I GOT SCAMMED THROUGH CTT DELIVERY

Dear Sir, I ordered a camera and got a delivery of a two pairs of shoes which was delivered by a CTT agent. I wish to get back my money. I do not want CTT to release my money to the seller. The payment was made on January 15, 2026 around 6:40pm. Address: Rua Costa Cabral 565, Porto, 4200-223, by Combantentes Metro. I ordered two items, the first was correctly delivered with a tracking number: ctt.pt/t/DD366048568PT . While the other was dilivered by the sa,e agent but I did not get a tracking number from CTT before the delivery.

Resolvida
S. C.
17/01/2026

Agressividade do funcionário na entrega da encomenda

No dia de hoje (17.01.2026), pelas 9h10, o funcionário brasileiro, da eschooting, entregou uma encomenda para outra pessoa, que mora na porta ao lado da minha. Apesar disso, tocou 14 vezes na minha campainha, tocando repetidas vezes e de forma prolongada, sem largar a campainha. Quando o meu marido foi à porta, começou aos gritos a dizer que já tinha ligado várias vezes e ninguem atendeu. Em primeiro lugar, a encomenda não era nossa e devia confirmar o destinatário; em segundo lugar, a forma como tocou à campainha aquela hora (acordando o nosso bebé) e a abordagem dele com o meu marido é inaceitável; e em terceiro lugar, falei posteriormente com a destinatária da encomenda, que me mostrou o telemóvel e nao tinha qualquer mensagem ou telefonema dessa entidade. Não tem educação nenhuma, a qualidade é nula e não devia estar em contacto com clientes.

Resolvida
F. S.
17/01/2026

Falha na resolução de alegada dívida não provada e prescrita V\ Ref.: 13554918

Exmos. Senhores, No seguimento da alegação não provada da Vodafone de uma alegada dívida minha para com aquela empresa, resultante de um contrato que não fiz e não me foi apresentado e de uma dívida que não fiz e não foram capazes de a demonstrar e que a ser real já teria prescrito há mais de 2 anos, fiz uma reclamação no livro de reclamações online em 06-10-2025, sem sucesso, voltando a fazer nova reclamação em 14-12-2025, onde a Vodafone afirma "Contudo, informamos que iremos proceder à anulação dos valores a débito até ao dia 26/12/2025." (sic). Ora, estamos a 17-01-2026, a menos de 10 dias de passar um mês sobre a data, que a Vodafone definiu como limite para resolução da situação e nada aconteceu, porque continuo sem poder fazer contrato com a Vodafone, porque a alegada dívida continua em aberto. Esta situação vem no seguimento da falta de transparência e credibilidade da Vodafone. Faço nova reclamação para que a ANACOM tenha noção e perceba até que ponto esta empresa, que supervisiona, é verdadeira e sincera. Se é assim com um potencial cliente, que já poderia estar a pagar há mais de 2 meses, como será noutros assuntos... Deixo aqui expressa a minha revolta pela forma descuidada, desrespeitosa, opaca e falsa como esta empresa me tem tratado. Solicito a ajuda da ANACOM para que se cumpra com a lei e se respeite os clientes atuais como potenciais. Cumprimentos.

Encerrada
A. A.
17/01/2026

Recusa de devolução de dinheiro

Exmos. Senhores, Ontem, dia 16 de Janeiro, comprei um carregador de 30W da Wefix, na Fnac do Colombo. Este vinha defeituoso, a corrente não era contínua e foi testado com vários cabos. Hoje dirigi-me à Fnac dos Armazéns do Chiado para proceder à sua devolução e foi me recusada a devolução do dinheiro. As duas opções que me foram dadas foram a troca do produto ou um cartão com o valor do mesmo, para compras nas lojas fnac e com uma validade de 3 meses. Depois de questionar fui informado que a fnac não faz reembolsos para compras feitas em loja mesmo no caso do produto ser defeituoso. Cumprimentos.

Encerrada
R. L.
17/01/2026

Fidelização não subscrita e nrº de telemovel inexistente.

Exmos. Senhores. Foi celebrado um contrato de prestação de serviços com a NOS Comunicações S.A. de fornecimento de internet e televisão. Aquando a negociação contratual, foi afastada a possibilidade de fidelização pelo que, no contrato em papel, tal período não consta preenchido no espaço deixado em branco no formulário. No entanto, à altura da cessação do mesmo por mudança geográfica da morada de família, informou-se o cessante da existência de um período de fidelização de 2 anos e ainda na ocorrência de um nrº de telemóvel próprio diferente ao do formulário para o recebimento das faturas relativamente ao valor das prestações, via de contacto e cláusula de fidelização essas que não foram nem prestadas ou aceites na elaboração do contrato. Constou-se, posteriormente, que o contrato inscrito na plataforma online da NOS que o período de fidelização foi aposto sem que tal fosse proposto e aceite; o nrº de telemovel inscrito no formulário não corresponde ao que realmente foi declarado inicialmente; e a rubrica constante no término do mesmo está feito digitalmente sem que tal tenha sido solicitado ao consumidor. Neste seguimento, foi feita reclamação no livro de reclamações numa loja NOS, sendo garantido o contacto do provedor do cliente no prazo de 24h sobre o horário definido pelo reclamante, o que não se sucedeu. Posto isto, a NOS, via serviço de mensagens sob o nome "Contencioso", envia mensalmente a comunicação (para o nr de telemovel original) uma eventual divida respeitante ao incumprimento da fidelização. Penso que, estando em causa um contrato singular, que nos encontramos perante o âmbito Decreto-Lei Nº446/85, de 25 de outubro (Cláusulas Contratuais Gerais, doravante, decreto-lei), pelo que, segundo o disposto no art. 4º do decreto-lei, tal cláusula relativa à fidelização deve constar, por um lado, numa proposta e, por outro, numa aceitação. Prejudicado assim o dever de comunicação (artigo 5º) e de informação (artigo 6º) subjacente ao mesmo, proteção procedimental esta na adesão contratual entre uma relação de consumo, entendo que se deva excluir esta cláusula do mesmo contrato (artigo 8º, alíneas a) e b) do decreto-lei), pelo que tais cláusulas constituem-se como absolutamente proibitivas nas relações com consumidores finais, de acordo com a alínea a) do artigo 21º do mesmo decreto-lei. Mais ainda, fruto destas violações, a inscrição no formulário de adesão ao contrato de um nrº de telemóvel inexistente e contrário ao informado pelo contratante e de uma assinatura pessoal (digital) sem que a própria pessoa a faça demonstra uma intenção dolosa e contrária aos princípios da boa-fé que norteia os termos gerais do direito civil, de modo que tal consulta das faturas foi impossibilitada, tal como a mesma observância do contrato não foi possível. Resumindo: 1) ao contrato originalmente celebrado (formato papel), não lhe é submetido qualquer período de fidelização; 2) é inscrito um nrº de telemovel que permite receber faturas via digital com pagamento por débito direto através do iban; e 3) rubrica física do mesmo a celebrar a adesão do contrato (em papel). Ao invés, *1) é aposto um período de fidelização que não corresponde ao acordado via telefónica; *2) é submetido um nrº de telemovel falso que não permite a observância dos termos contratuais e a consulta das faturas digitais; *3) a assinatura (digital) inscrita no contrato submetido na plataforma digital da NOS não corresponde à assinatura física do contratante.

Resolvida

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