Reclamações públicas

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C. T.
14/10/2016

Problema com Contencioso

Encerrei um contrato, que muitas vezes teve contas erróneas, com a NOS, no passado mês de Abril do presente ano. Este contrato só pôde ser fechado com as contas pagas, de acordo com informação prestada pelo Atendimento Vip, à época. No final do mês de Setembro (dia 23), chegou-me uma sms de um remetente Contencioso que indicava uma dívida de 31,21eur para com a NOS. Horas mais tarde, chegou-me uma outra SMS a pedir para ignorar a comunicação enviada. Na 2ª feira, dia 26, chega-me novamente a SMS a indicar a dívida. Quando fiz a chamada para o número indicado, pediram-me que pagasse uma conta relativa ao mês de Abril deste ano. Disse que desconhecia a conta, uma vez que não me chegou por outra via (nem CTT, nem sms, nem telefonema, nem email) e pedi que me remetessem via email a informação. Foi-me dito pela funcionária Sónia Carvalho que implicava o custo de 1,50eur (salvo erro). O email chegou-me à caixa de correio há 4 dias, com uma fatura - que não é detalhada. Respondi pedindo a fatura detalhada e não obtive nenhuma resposta. Entretanto, recebo hoje uma nova SMS do Contencioso a indicar que contacte com urgência para resolver o meu problema. Liguei de imediato, falei com Júlia Gouveia, que me indicou não terem recebido nenhum email da minha parte. Encaminhei para o email indicado. A verdade é que não só não sei exatamente a que se refere esta conta, como também estou a pagar juros por uma conta que não me chegou a seu devido tempo.

Encerrada
A. C.
14/10/2016
SMK

reclamação por defeito de produto sem devolução do mesmo

Bom dia, no seguimento de um email a pedir ajuda para alguns esclarecimentos, segue em anexo a cópia do duplicado da reclamação que fiz contra a loja SMK do Arrábida shopping, devido a um defeito da marca numa peça de roupa (casaco) que efectuei e troquei pelo mesmo artigo e aconteceu o mesmo, e não se responsabilizaram em devolver o dinheiro, argumentando que era a politica da loja. No entanto o defeito é da marca portanto eu não poderei ficar lesada por uma responsabilidade que lhes cabe a eles (SMK) assumir. Recorri à ASAE para me esclarecer porque nunca mais obtive resposta alguma em relação ao sucedido.Muito obrigada pela atenção prestada,Marlene Ferreira

Encerrada
A. C.
13/10/2016
Aon

Problema com Seguradora

No passado mês de Dezembro de 2015 adquiri um telemóvel (Iphone 6 64gb, 759€) da MEO através da loja online da operadora, onde juntamente com a compra do equipamento fiz um seguro de danos e roubo da Aon no valor de 93€. Em Julho de 2016, o equipamento acidentalmente cai e passa a apresentar danos no qual sou obrigado a accionar o seguro (nº 8209). Na altura liguei para a linha de atendimento da seguradora a explicar a situação onde desde logo me encaminharam e disseram os passos a dar. Como tal, envio o equipamento para a seguradora através dos CTT, para estes realizarem uma avaliação(custo de envio cerca 5€). Passadas duas semanas, recebo em casa o mesmo equipamento no mesmo ESTADO dentro de uma caixa a dizer “orçamento recusado”. Ligo para a seguradora para seber o que se passava, onde me dizem que foi um lapso deles e que eu ia ser indemnizado assim que entregasse novamente o equipamento. Mais uma vez, volto a enviar o equipamento para a seguradora e a assumir uma despesa novamente (cerca de 5€) por causa de um lapso dos mesmo. Passado isto, no dia 8 de Agosto troco o meu último email com a seguradora onde seguiam os meus dados bancários para proceder à dita transferência bancária. A partir deste dia até ao atual, todas as semanas ligo para a seguradora a pedir informações sobre o estado do processo e ninguém me esclarece nada. Um processo onde os funcionários da seguradora e da Meo mencionavam que durava entre duas a três semanas, já vai em três meses sem qualquer tipo de esclarecimento, uma vez que não tenho nem o telemóvel nem o dinheiro. Nas ultimas duas semanas já nem consigo contactar com a seguradora pois o número facultado encontra-se sempre ocupado. Já foi apresentada queixa na DECO PROTESTE e serão tomadas todas as medidas necessárias para a conclusão do processo.

Encerrada

carta registada não entregue

foi-me enviada uma carta das aguas de coimbra com um valor de 7€ em atraso para pagar por correio registado simples, o que é certo é que nunca recebi essa carta apenas tive conhecimento quando os senhores das aguas bateram a porta para cortar a mesma.Tive de pagar o valor de 98€ para reativarem a agua o que não tem qualquer logica.fiz uma reclamação aos ctt da qual me responderam que a carta foi depositada na caixa de correio.isto não é resposta nem solução para o meu problema.

Encerrada
A. C.
07/10/2016

Incumprimento do contrato

Foi contratada uma Obra com início a 11 de Dezembro com prazo de 60 dias e que ainda não foi terminada. Foi feito um aditamento ao Contrato em Janeiro com alterações que também não foi concluído. Quer o Contrato como o Aditamento já foi integralmente pago em Março.A obra foi constantemente sido atrasada, dando sempre desculpas para o atraso. Foram feitos inúmeros contactos telefónicos (nunca atendem!!!), emails, visitas à Loja sem resposta ou com falsas promessas (dizem que vão fazer, mas nunca aparecem!!)Neste momento, existem itens não feitos e outros por concluir, pois o trabalho ficou a meio ou mal acabado. Em anexo é enviada uma listagem com esses itens. Esta lista foi enviada várias vezes à Empresa com fotografias das imperfeições.

Encerrada

reembolso

Após várias tentativas, fazer o meu requerimento de reembolso, visto que de outra forma me foi impossível, foram feitas várias chamadas e inclusive o envio de varios e-mails para esta entidade à qual, ainda à data de hoje, não me foi respondido. A minha compra trata-se da venda de um tablet S Pad com duas ofertas, a primeira de um smartphone e a segunda de uma capa para teclado com custo de 99 euros (noventa e nove euros) e 19 euros (dezanove euros) para portes de envio. Dois dias antes da entrega da minha compra a vossa entidade entrou em contacto comigo à qual me foi pedido de acréscimo 11 euros (onze euros) para o desbloqueio do smartphone, visto que caso contrário este viria bloqueado e não poderia dar uso a nenhuma operadora móvel. Foi me assim pedido um total de 129 euros (cento e vinte e nove euros). Após ter recebido a minha compra deparei-me de imediato que, nada tinha a ver a mercadoria com as imagens do folheto promocional, saliento que, quando foi feita a chamada a esta entidade acerca a entrega da mercadoria também foram colocadas perguntas da minha parte para com eles, tais como a marca do smartphone e se seria de uma qualidade minimamente aplausível, não me souberam responder apenas me foi dito que seria um smartphone como da imagem e que teria todos acessos, digamos, básicos de um atual smartphone como Wi-Fi, GPS, BLUETOOTH, e após o desbloqueio do mesmo, funcionaria com a operadora móvel de telecomunicações que eu pretende-se aderir. Após a entrega da minha compra, como já referi que nada tinha a ver com as imagens do folheto promocional, para além disso, o sistema operativo deste smartphone trata-se do Firefox OS à qual tem uma possibilidade de aplicações muito comprometida e de difícil uso. Relativamente ao tablet S Pad, igualmente uma desilusão, encontro no mercado tablets em tudo superiores a este (resolução RAM, flash, câmara e versão Android mais recente) por valores que vão dos 77 euros aos 89 euros, saliento sem desconto algum. Este tablet S Pad que paguei, trata-se de um tablet cuja a marca é Livecore 7031- Overmax. Após várias pesquisas acerca deste mesmo tablet vejo preços a rondar entre os 40 euros e os 50 euros no mercado, tablet este à qual paguei 99 euros com desconto de 75%, pois sem este desconto pagaria 399 euros. Deparei-me também com a fatura simplificada (FS 2016C/6652) que recebi da minha compra à qual está mencionado nas alíneas “Mercadoria/Serviços – 104,88 euros” e “IVA – 24,12 euros” sendo assim com o total de 129 euros, valor que paguei. Restam então as alíneas “ Descontos comerciais” “Desconto Financeiro” “Portes” “Outros Serviços” “Adiantamentos” “IEC/Outras Contribuições” “Acerto”, todas elas com os valores de 0,00 euros, à qual deveria estar mencionado na alínea “Portes” os 19 euros que paguei e “Outros Serviços” os 11 euros que paguei para o desbloqueio do smartphone. Após as várias tentativas de contacto com esta entidade apenas no dia 08/08/2016, me foi atendida a chamada, tanto esperada, para esclarecer as minhas dúvidas acerca do reembolso. Saliento ainda que me foi entregue o material no dia 03/08/2016. Passo a afirmar então que me foi esclarecido, através dos serviços de comunicação desta entidade, que perante a minha insatisfação e descontentamento com a minha compra (pelos motivos esclarecidos acima) me foi dito que iria receber então 110 euros (cento e dez euros) de reembolso, sendo 99 euros (noventa e nove euros) respetivos à mercadoria, mais os 11 euros (onze euros) respetivos ao desbloqueio do smartphone, pois referiram também, e por lei, que após a receção da minha compra tenho direito a 14 dias para a devolução da mercadoria e total reembolso da mesma. Foi então que me desloquei aos CTT (dia 09/08/2016) onde enviei com carta registada todo o material recebido, a fotocopia da fatura, a carta de justificação ao meu pedido de reembolso e o NIB à qual me disseram que seria feita a transferência dos 110 euros. Ora portanto como nada haviam feito voltei a tentar entrar em contacto com os serviços desta entidade para esclarecer quando seria reembolsada , disseram nada mais nada menos que um mês, fazendo assim um mês no dia 09/09/2016 , após a minha verificação na conta bancária ainda nada transferido por parte desta entidade , voltei a entrar em contacto ao qual me disseram que dia 11/09/2016 já teria o respetivo montante na minha conta bancária , novamente após a minha verificação ainda nada transferido por parte deles foi então que tentei entrar em contacto e até agora sem resposta , já tentei via e-mail e via telefónica ao qual nada ainda me foi respondido e espero desesperadamente pelo meu reembolso.

Encerrada
A. C.
22/09/2016

Participação de sinistro

No passado dia 5 de Agosto tive um acidente de trabalho , o qual foi participado a esta seguradora pela minha entidade patronal.Após vários emails com pedidos de esclarecimento de minha parte junto da gestora, Ana Silveira NUNCA obtive uma resposta satisafatoria.Fiz o envio de toda a documentação solicitada por esta alegada gestora de processos, contudo nunca me contatou para facultar alguma informação relativamente ao decorrer do meu processo.Qual não é o meu espanto ao ligar para a linha geral, já que a senhora nunca esta disponivel no contato direto , foi me indicado que faltava a minha entidade patronal referenciar o valor do meu salário, e a pessoa que me atendeu indicou que iria fazelo.QUASE TRÊS SEMANAS DEPOIS volto a contatar , mas desta vez com a dita gestora que me indica que ainda falta este dado POR ERRO DA COLEGA, o que de facto não faz sentido pois se o processo está alocado a ela nunca deveria(a meu ver) passar por outras mãos sem seu conhecimento.Espanto maior ainda quando a dita senhora me diz que, não irá efetuar o pagamento do valor das deslocações pois não mandei os originais.

Encerrada
A. C.
14/09/2016

serviço pós venda

O serviço pós venda é moroso e sempre feito com desconforto...Desde que comprei o carro com a matricula 44-IM-64, que foram surgindo problemas na viatura, problemas que foram resolvidos muito tempo após do inicio da reclamação.No dia 13 de Setembro contatei os dois sócios, informando que o carro está com uma fuga de água e que tem o radiador do arrefecimento da admissão danificado, o carro até 17 de Dezembro de 2016 está na garantia, só que infelizmente não respondem de modo algum, como sempre fazem. O radiador custa 216,44€ e provavelmente será outra vez um problema pagarem este assunto.O carro está com perca de força, morre bastante e gasta mais combustível.

Encerrada

Desalfândegamento de encomenda

Tenho uma encomenda, com origem na República Checa (Shipping Number: RR508491162CZ), que deu entrada na alfândega de Lisboa para aplicação da legislação em vigor.Pergunta: Se a República Checa pertence ao Espaço da Zona Europeia desde 2004, que legislação existe para aplicar?Como tinha urgência em receber a encomenda, dirigi-me à alfândega de Lisboa, após ter visto que a encomenda tinha dado entrada naquela alfândega.Após ter efectuado mais de 50 kms, ao chegar ao edifício da alfândega deparei com um papel colado na porta de entrada, onde se lia que, por questões de logística, apenas entregavam encomendas com o número de desalfândegamento.Mesmo assim, tirei a minha senha e, apenas estando uma única pessoa a atender, tive de esperar mais de 45 minutos para ser atendido. Não tenho culpa dos problemas logísticos da empresa, visto que esta (empresa) tem de desempenhar o seu papel de forma a atender sem demora os seus clientes.Tendo explicado à funcionária que me atendeu, que me tinha deslocado de bastante longe a fim de levantar a encomenda visto ter necessidade urgente dela, a mesma nem se deu a qualquer trabalho para tentar resolver o assunto, dizendo que apenas entregava encomendas com o número de desalfândegamento.Por não ficar satisfeito com a resposta e a atitude da funcionária bem como do mau funcionamento da alfândega, solicitei o livro de reclamações. A funcionária começou por dizer que não o fornecia e começou por me questionar para que queria o livro de reclamações e o que iria escrever nele. Após várias insistências a solicitar o livro de reclamações e a mesma o ter recusado, senti-me na obrigação de lhe dizer que se não me fornecia o livro de reclamações então iria chamar as autoridades. A funcionária ficou toda exaltada e disse que não tinha medo das autoridades e perguntou-me se eu a estava a ameaçar?!, dizendo então que nunca me tinha recusado o livro de reclamações. Então com alguma relutância lá me foi entregando um livro dizendo que, por ser um organismo público, era aquele e não o que eu esperava que me fosse entregue (o de capa vermelha).Quanto tempo mais irei ter que esperar pela minha encomenda, por incompetência dos vossos serviços?

Encerrada
A. C.
12/09/2016

Cheque de reembolso do IRS expirado

Recebi um cheque de reembolso do IRS no ano passado a meados de Julho, cujo valor era de 56€. Devido à minha casa estar em obras, acabei por perder rumo do cheque e não o depositei atempadamente. Eventualmente o cheque voltou às minhas mãos, ainda em 2015, e aí procurei informar-me online, por via de fóruns e comunicados oficiais, acerca do que fazer nesta situação. A ideia, portanto, seria ir ao meu departamento de finanças local e solicitar um cheque atualizado para, aí sim, o poder depositar. No entanto, por entre as minhas pesquisas em casa, vi várias pessoas a referir que se dirigiram aos seus bancos com cheques de reembolso do IRS fora de validade, algumas delas clientes da CGD, e estes haviam sido aceites. Sendo que o estacionamento mais próximo do departamento de finanças de Ílhavo é, indiscutivelmente, em frente à CGD, pensei em fazer uma paragem lá e questionar acerca desta possibilidade, evitando assim ter que ir mais longe. Face ao que tinha lido online, pensei que depositar o meu cheque, ainda que fora de validade, fosse uma possibilidade, e nada melhor do que me informar de forma definitiva no meu banco. Foi com esse objetivo que entrei no posto da CGD de Ílhavo.Comecei por questionar se seria possível depositar aquele cheque, porque apesar de estar fora de validade, havia ficado com a ideia de que poderia ser possível depositar na mesma. O colaborador exitou por breves segundos, mas continuou dizendo que podiamos tentar. Questionei se não haveria problema, ele respondeu-me literalmente se entrar, entrou, ao que eu assenti dizendo que desde que não houvesse problema, estava tudo bem. O colaborador finalizou o depósito em silêncio e afirmou, por fim, que havia entrado, e estaria tudo em ordem. Assinei o comprovativo de depósito e saí, passando ainda pela recepcionista com quem havia comentado sobre a situação quando cheguei. Ela ficou admirada e referiu que, na volta, o cheque ainda me aparecia em casa rejeitado. Eu disse que, supostamente, estaria tudo dentro dos conformes. Ela assentiu.Semanas depois recebo o cheque em casa, com um carimbo que deixava explicito que este havia sido revogado. Tudo bem, pensei eu, vou trocá-lo às finanças. Infelizmente a CGD não se ficou por aí e achou por bem retirar coisa de 36€ da minha conta para custos administrativos que envolveram o tratamento do meu cheque expirado. Entretanto fui às finanças com o meu cheque e solicitei um recente, que me foi entregue sem problemas passado algumas semanas. Fiz o depósito desse atempadamente e tive acesso aos meus 56€. Aí estava resolvido.Foi desta forma que expus a situação a um elemento da gerência da CGD de Ílhavo: eu ter-me-ia dirigido à CGD de Ílhavo há alguns meses para questionar acerca da possibilidade de depositar aquele cheque expirado e fui esclarecido que se o cheque entrasse, entrava, não fui demovido de o depositar, pelo contrário. Não fui informado acerca das possíveis consequências que poderiam surgir por depositar aquele cheque, e eu fui lá primariamente para me informar, sublinho. Semanas depois, o cheque chegou a casa revogado e, pior que isso, a CGD havia tirado 36€ da minha conta à custa disto. Apenas queria este dinheiro de volta, visto que não me sinto responsável por naquele dia ter depositado o cheque porque havia sido desinformado pelo colaborador. Este nada fez para defender os meus interesses, os interesses de um cliente com duas contas na CGD, uma delas com 7 anos. Felizmente tenho boas pernas, portanto, muito facilmente teria subido a escadaria e entrado nas finanças para solicitar a troca do cheque por um que pudesse depositar. Não o fiz porque me foi transmitido que não era necessário.O individuo encolheu os ombros, lamentou, mostrou compreensão e tentou fazer com que eu deixasse passar o assunto, argumentando que não havia nada que ele pudesse fazer. Depois de um jogo verbal do gato e do rato, questionei sobre a melhor forma de obter uma resolução para este assunto e ele sugeriu que eu fizesse uma reclamação por escrito. Podia fazer a reclamação em casa ou lá mesmo. Eu resolvi fazer a reclamação por escrito na CGD de Ílhavo. O tom do sub-gerente foi alterando, e chegou a proferir frases como para a próxima não deve deixar passar o tempo, assim não acontece isto, como que numa tentativa de me repreender. Visto que tenho 23 anos, talvez ele tenha achado uma alternativa razoável adotar um discurso condescendente, com palavras soltas. Mas adiante.Fiz a reclamação por escrito a expôr esta situação, como aqui o faço mas mais detalhada, com datas exatas de tudo. Nunca obtive resposta, já lá vai mais de meio ano.

Encerrada

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