Reclamações públicas

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A. G.
14/01/2019

Reclamação do valor cobrado em portagem sem título

Exmos(as) Senhores(as):Venho por este meio reclamar do valor que foi cobrado à minha esposa Marisa Teixeira, dia 27/12/2018 ás 19:47:27, na portagem de Ferreiros, Braga (A11), valor cobrado e pago na hora com cartão MB : 25,90€.No dia referido, por lapso, entrou na A11 pela entrada da via verde, preocupada com a situação na saída da autoestrada A11- Ferreiros Braga dirigiu-se à saída de pagamento com assistente, onde lhe foi cobrado o valor acima referido.De acordo com o próprio site da Ascendi, em a resposta ao que procura - pagamento de portagens sem identificador electrónico - portagens tradicionais (anexo print screen da página) esclarece: «A lei manda-nos cobrar o dobro do valor da maior viagem que poderia ter feito antes de sair da autoestrada naquela portagem.» Assim sendo, o valor cobrado deveria ser o dobro do valor desde o início da A11, Nó da Apúlia até à portagem onde a minha esposa saiu, Ferreiros- Braga («valor da maior viagem que poderia ter feito antes de sair da autoestrada A11 naquela portagem»).De acordo com o valor das portagens da A11 de 2018 (anexo ficheiro da Infraestruturas de Portugal com valores cobrados pelas concessões), o valor cobrado deveria ser 2x2,65€= 5,30€. O que lhe foi cobrado foi 25,90€, mais agrava ter sido informada que se saísse na saída reservada à via verde pagaria metade, do que acabou por pagar na saída com assistente.

Encerrada

Reclamação Botas Ugg

Boa tarde,No fim do mês de outubro comprei umas botas Ugg (mini bailey bow II - chestnut )na Dogma em Viana do Castelo.Desde a primeira utilização que uma das palas descai. Depois de tentar perceber o que se passava uma das botas tem muito mais pelo do que a outra o que a torna pesada e faz com a parte detras descaia. Reclamei junto da Dogma e eles deram seguimento da minha queixa junto da Bedivar que pediu para analisar as botas. As botas foram enviadas para a bedivar e devolvidas hoje onde dizem o artigo nao tem qualquer tipo de defeito, quando o excesso de pêlo em uma delas é bem visivel. Alegam que nao tem defeito mas quando as calço parece que ando com duas botas completamente diferentes.

Encerrada
C. S.
14/01/2019

Seguro telemóvel

Eu e a minha mãe adquirimos um equipamento da Rádio Popular do Montijo (huawei p20lite) onde nos foi sugerido um seguro para cobertura de ecrã, tudo bem até ai aceitamos fazer o seguro e pagamos. O telemóvel caiu e partiu o ecrã liguei para a linha para acionar o seguro tal não foi o meu espanto quanto me pediram a franquia de 10% do valor do equipamento (informação não dada na loja), tudo bem aceitei e paguei a franquia e o telefone levou um novo ecrã. Há poucos dias o ecrã quebrou novamente tal não foi o meu espanto quando me disseram que não podia usar mais o seguro, quando este tem validade de um ano. Que tristeza. Mas valia não ter feito este seguro pois o valor do seguro com a franquia é muito superior ao valor de um vidro posto numa loja representante da marca, que desilusão.

Resolvida
J. L.
13/01/2019

Assinei um contrato que não estava de acordo com a proposta apresentada.

Assinei um contrato que deveria ser baseado numa proposta apresentada de financiamento de 1.250 € que foi confirmada por mim (21 meses, prestação de 75 €, seguro de proteção ao crédito incluido). Ao que parece assinei um documento que não tinha o visto na rubrica do seguro. Confirmei a minha escolha por telefone nos dias 27 de março (ao analista de crédito) e 10 de julho (contato da Cofidis com dúvida), sem que a Cofidis contrariasse as minhas questões. Ao que parece a Cofidis deixou para as Calendas Gregas a descoberta da verdade e o que acontece é que infelizmente fiquei desempregado a partir de 1 de outubro. Ciente de que tinha seguro, pois foi a proposta enviada pela Cofidis que aceitei, enviei no dia 9 de outubro os documentos para a Cofidis, que permitiriam acionar o seguro. Recebi um contacto no dia 30 de outubro (!!!), da provedoria de cliente a dizer que não tinha seguro.Depois de muitos emails, contactos telefónicos e reclamações, decidi colocar algumas questões à Cofidis, através de uma carta enviada no dia 5 de dezembro, via postal. Entretanto no dia 5 de novembro inativei a ADC no multibanco.Essa carta reabriu uma nova reclamação, que teve uma resposta por email no dia 4 de janeiro, em que no essencial diziam que não tinha seguro ativo e não respondiam às questões por mim elencadas na carta.Como é que uma empresa com várias certificações ao nível dos processos de trabalho, deixa passar um contrato que não está baseado na escolha do cliente, que reitera em todos os contatos a sua escolha, confirmada por email pela financeira no inicio do processo.Mesmo as sugestões de reuniões presenciais ou audição dos contatos telefónicos atrás referidos caem em saco roto.Deixei de confiar na Cofidis, nomeadamente nos seus processos de trabalho, que lesam objetivamente clientes que seguem as suas indicações, apesar de estas estarem em dissonância com o que se vende ao cliente.

Encerrada
A. C.
10/01/2019

Publicidade falsa sobre as fontes de energia renováveis

No site referem a nossa energia é proveniente de fontes renováveis com baixas emissões de dióxido de carbono que reduzem o efeito estufa e a libertação de gases contaminantes. Escolha a energia Gold de origem 100% verde, certificada pela AENOR. No entanto, na fatura apresentam um gráfico com cerca de 41% carvão e 25% gás natural, o que corresponde a pelo menos 66% de energia não renovável. Contactei a empresa que não esclareceu esta situação referindo apenas que tinha um certificado da AENOR que não me foi fornecido nem está disponível no site. Parece ser claramente uma situação de falsa informação.

Encerrada
D. F.
09/01/2019

devoluçao de valor retido

esta empresa ja reclamei diversas vezes eles respondem para Deco com emails mentirosos, e me enviam nada nao resolvem , e rescindiram meu contrato do cartao e nao tenho mais acesso a conta e nada de devolver o valor,

Resolvida
A. C.
09/01/2019

Acidente de Trabalho-Processo nº. 201811110543

O motivo da queixa resulta do Declínio de Responsabilidades por parte da Seguradora no que se refere a acidente de trabalho ocorrido em 22.10.2018,bem como do não pagamento de Indemnização desde o dia 20.11.2018, bem como das despesas medicamentosas enviadas por email à Seguradora.O motivo da queixa assenta no facto de que esta alega que a lesão apresentada em Ressonância Magnética autorizada pela Companhia de Seguros e que Indica como informação Clínica: Fractura do Menisco Interno, era anterior à data da ocorrência do sinistro. Tal argumento não é aceitável pois o único exame de que disponho anterior à data da participação foi realizado no SNS e o mesmo não revela qualquer tipo de lesão. Para resolver o problema enviei para a Companhia de Seguros cópia de exames realizados antes e depois do acidente, tendo sido mantida por parte da Seguradora a intenção de declinar responsabilidades.De notar que a Companhia de seguros autorizou a cirurgia já realizada e tratamentos até ao dia 28.12.2018, data em que foram suspensos por declínio de responsabilidades.Hoje mesmo vou dirigir-me ao Tribunal de Trabalho e apresentar queixa contra a Seguradora.

Resolvida
A. C.
09/01/2019

Problema Transferencia Internacional Coinbase

O Millennium BCP negou me a transferência internacional para a corretora de criptomoedas Coinbase , que está legalizada na Europa e autorizada para trabalhar em Portugal , pelo motivo que esta é fraudulenta , apesar de já o ter permitido no passado . Recordo que operações em criptomoedas , tais como o Bitcoin , não são Ilegais nem probidas , como confirmado pelo BCE e pelo Banco de Portuga l.

Resolvida
A. L.
08/01/2019

Encomenda não entregue

No passado dia 22/11/2018 efetuei uma encomenda no site online da Mango Outlet. A compra incluía transporte e entrega na minha morada gratuitamente num prazo previsto variável de 2 a 7 dias úteis. E foi pago no momento em que foi confirmada. Mais precisamente o valor de 203,10€.Após confirmar a encomenda verifiquei que a morada que constava em histórico e que foi validada já não era a minha. De emediato recorri ao formulário de apoio ao cliente que dispõem no site e pedi alteração de morada para a correta. No dia seguinte não obtive resposta pelo que aproveitei o facto de a encomenda ainda estar em processamento para entrar em contato com a Mango através do serviço que dispõem de apoio direto por WhatsApp. A mensagem foi enviada, entregue e vista não dia 23-11-2018. No dia 26-11-2018 (3 dias depois) responderam dizendo que a encomenda já tinha saído dos armazéns da mango e portanto iriam alertar a transporta da alteração de morada. No dia seguinte 27-11-2018 recebi um email da transportadora GLS onde dizia que a minha encomenda seria entregue nesse dia, no entanto a morada que referiam era a morada errada. De emediato liguei com o apoio ao cliente da GLS que me disse que não haviam recebido qualquer tipo de informação da Mango com o pedido de alteração de morada, mas que no entanto havia um problema com a encomenda e que por isso ela não tinha sido entregue, que então proceder à alteração d morada internamente para ela ser então entregue na morada certa. Dia 3-12-2018 (6 dias depois) e não havendo recebido a encomenda nem qualquer informação relativamente a mesma da GLS e da Mango (aqui houve várias tentativas de contato pelo formulário de apoio via e-mail completamente ignoradas) resolvi ligar novamente com a transportadora , atendeu outra senhora que se mostrar igualmente prestável e que me disse que de fato a morada estava alterada no sistema mas que ainda não existia uma data de entrega prevista que ia dar a indicação e que iria ser entregue na morada solicitada o quanto antes. No dia 17-12-2018 (14 dias depois) recebo uma mensagem da transportadora GLS a dizer me que a encomenda foi entregue numa parcel shop perto da minha morada para facilitar a recepção da mesma. Contudo a parcel shop mencionada encontra se a 40km da minha atual morada. Entrei em contato novamente com o apoio Ao cliente da Mango (que mais uma vez não me deu resposta) e da GLS que me disse que realmente estava lá a indicação de morada nova mas que por lapso guiaram se pela inicial que estava errada e por isso a encomenda foi deixada nessa parcel shop, contudo iriam proceder ao pedido de entrega na minha morada. Até hoje dia 6-01-2019 não me foi entregue a encomenda realizada a Mango e a entidade em questão simplesmente não assume a situação, enviou-me apenas um email a culpar a transportadora pela falta de entrega e a dizer que podia levantar a encomenda na parcel shop, acho lamentável este tipo de tratamento quando fiz uma encomenda à Mango que incluía entrega em casa no prazo de 2 a 7 dias e o cliente tem a opção de alteração de morada e fiz-no no próprio dia de efetuar a encomenda.

Encerrada
F. J.
07/01/2019

Informação de avaria no painel de bordo

Em 14-12-2018 dirige-me à Renault Boavista (Porto) com a minha viatura 02-RF-83 com uma indicação de avaria no painel de bordo que tinha a seguinte sequência informativa, Perigo de gripagem de motor, Start & Stop a controlar, Mandar verificar Esc, Mandar verificar arranque em subida e, por fim, voltava à primeira mensagem que ficava fixa e permanente no painel.O carro ficou para verificação no referido concessionário tendo-me sido solicitado comprovativos de revisões programadas pela marca que lhes fiz chegar.Dia 21-12-2018 ligaram-me dizendo que já poderia levantar o carro. Transmitiram-me que não detectaram qualquer anomalia na viatura e que no computador de bordo não apareceu registada qualquer avaria. Disseram-me também que o carro para ter acesso à garantia deveria fazer lá as revisões ao que retorqui que as revisões foram feitas e lhes foram enviados os comprovativos das mesmas tendo-me sido respondido que as revisões para serem válidas tinham de ser feitas na Renault o que não é o que está na lei. As revisões para acesso à garantia têm de ser feitas segundo o programa definido pelo construtor não sendo obrigatório que o sejam feitas na própria marca. Saí da oficina e ao fim de alguns kms tive de voltar de novo para a Renualt com os mesmos erros no painel de bordo. Tive o cuidado de não desligar o carro para que pudessem ver eles próprios a mensagem de erro no visor. O carro teve de ficar de novo na oficina. Em 31-12-2018 ligaram-me informando-me que se trata de uma avaria na bomba de alta pressão e que o custo da reparação seria suportado ao abrigo da garantia. Em 02-01-2018 voltaram-me a ligar dizendo que estava detectado o erro mas que iria ter um custo para mim porque a garantia não suportava a reparação, retorqui que me tinham dado informação contrária dia 31-12-2018 e que agradecia confirmasse a informação que me estava a dar no momento. Passado algum tempo informou-me que realmente o carro seria reparado ao abrigo da garantia mas que seria necessário substituir o filtro de combustível peça esta que é considerada de desgaste e por conseguinte não estava ao abrigo da garantia, o seu valor seria de € 100 e se eu dava autorização para esse custo o que aceitei de imediato ( o filtro de combustivel segundo o program oficial dev ser mudado somente aos 60.000 kms tendo o meu carro somente 51.395 kms). Transmitiu-me de seguida que a viatura me seria entregue dias 3 ou 4-01-2019.Dia 4-01-2019 pelas 15H dado não ter qualquer contacto deles liguei-lhes para saber o ponto de situação.Transmitiram-me que a reparação não seria suportada pela garantia e que por conseguinte o carro não estava pronto. Reclamei de imediato face a tudo o que atrás foi exposto e pedi para falar com alguém da direcção para apresentar reclamação tendo-me sido transmitido que não estava ninguém presente. Insisti e disseram-me que poderia falar com o responsável pelas manutenções mas que não estava disponível no momento.Reclamei para um nº da Renault Portugal tendo sido atendido por um colaborador que após descrição da minha queixa afirmou peremptoriamente que carros cuja manutenção não seja feita no concessionário da marca não têm direito a garantia mesmo após eu ter referido que assim não era e que a lei que permite as revisões em qualquer oficina desde que ao abrigo da reparação oficial têm direito a garantia. Referi mesmo o que penso ter sido a denominação da directiva comunitária que penso chamar-se Block Exemption. Manteve a sua opinião mas que registaria a reclamação. Aproveito para informar que na mensagem antes do atendimento permita autorizar a gravação ao que eu acedi pelo que as afirmações atrás referidas estarão certamente registadas na Renault. Posteriormente consegui falar com o responsável pelas manutanções que me disse nada poder fazer dado terem recebido efectivamente instruções da Remault que o carro estava ao abrigo da garantia mas que depois aparentemente a Renault não assumiu perante a Renault Boavista a totalidade do custo da peça pelo que o carro ficou parado.Ao dia de hoje passaram-se já 23 dias em que não tenho o carro nem qualquer informação de quando me o entregarão.Convém referir que o carro foi adquirido em 2016 (viatura nova) na Renault Boavista, que as revisões foram feitas e os respectivos comprovativos entregues e recepcionados pela Renault Boavista. Trata-se de uma viatura que pertence a uma micro-empresa sendo esta a única viatura desta empresa e o seu principal instrumento de trabalho sem o qual a minha actividade não se consegue efectuar com consequentes prejuízos. Esta situação está-me a causar e continuará a causar enormes prejuízos pois à data de hoje não sei minimamente quando me entregarão o carro.

Resolvida

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