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um falso hospital veterinário
No passado dia 2 de Setembro recorri aos seus serviços com um dos meus cães que tem cerca de 17 anos.Foi necessário ser feito um internamento.Às 11 horas do dia seguinte (domingo) fui eu que telefonei para saber informação do estado do doente (tinha sido informada que ao meio dia o veterinário de serviço mudaria e quis saber do veterinário que o acompanhou a evolução do seu estado de saúde).À hora aprazada para o efeito (4 da tarde) fui visitar o animal e saber, como, após mais de 12 horas de internamento qual o ponto de situação do animal, nada mais natural, sobretudo depois do diagnóstico alarmista de prognóstico reservado, feito pela médica que o assistiu.Na recepção não se encontrava ninguém, embora estivessem várias pessoas na sala de espera. Rapidamente me apercebi que não estava ninguém a tempo inteiro na recepção, só aparecia alguém quando se tocava à campainha e desaparecia depois. Se por qualquer razão quiséssemos sair para a rua tínhamos que invadir a zona da recepção para destravar a porta (a campainha está colocada do lado exterior da porta).Assim que entrei ouvi o meu cão a ganir e ficou assim durante o tempo em que lá estive. Na recepção foi-me dito que aos domingos só havia serviço de urgência e como tal tinha que aguardar que fosse possível ver o cão e falar com um veterinário que fosse para casa que me telefonariam quando fosse possível visitar o cão e falar com o veterinário.Eu disse que esperaria ali.Até ter decidido retirar o meu cão daquela clínica, estivesse o meu cão como estivesse: - Entrou uma pessoa com um cão em situação de urgência (não conseguia pôr-se em pé. Sem qualquer análise da situação, o recepcionista disse que não havia de momento recursos, que fosse para casa e que aguardasse que lhe telefonassem para regressar e ser atendido - Outra pessoa apareceu com um animal para fazer um penso, aparentemente um tratamento de continuidade. Foi-lhe dito para regressar às 7 da tarde!...Resumindo o pessoal existente no hospital, incluindo o recepcionista só podia dar atenção a uma urgência de cada vez!!!!!Como é óbvio, percebi que se o meu animal necessitasse de alguma intervenção de urgência... também lhe diriam para deixar o número do telemóvel que apareceriam quando fosse possível...Depois de todos estes acontecimentos, exigi ser recebida de imediato pelo veterinário responsável e o recepcionista afirmou: - Que me estavam a fazer um especial favor permitirem que eu visitasse o meu cão, por pouco não disse que era um atrevimento eu querer saber informações sobre o seu estado de saúde do meu cão, mas deve ter pensado!!!! ATÉ para uma clínica este conjunto de situações numa hora já não abonava muito à sua reputação, para um hospital que se intitula como de assistência 24 horas é incompreensível.Como é óbvio, retirei de lá o meu animal e levei-o a um Hospital a sério.Quanto às afirmações que faço:- Informação e propaganda enganosaNão me parece suficiente quatro pessoas, mesmo que fossem super-profissionais, para assegurarem serviço de urgência, serviços de diagnóstico, serviço de hospitalização, serviço de recepção e ainda serviço de tosquia (uma das pessoas que estava na sala de espera estava a aguardar dois cães que estavam a ser tosquiados).- Tratamento displicente (no mínimo)Um hospital particular que exige o pagamento TOTAL e IMEDIATO do programa de tratamentos (a prática em Hospitais veterinários dignos do nome, com infraestruturas e meios profissionais a condizer, só exigem uma percentagem de 30% dos custos estimados), é inadmissível que considere um favor prestar informação sobre o estado de saúde dos doentes e que considere o domingo como uma “eventualidade” que se repete todas as semanas.O tratamento dos seus doentes pode ser displicente mas o suporte legal em que se apoiam não é!Não me queriam deixar sair com o animal sem assinar um termo de responsabilidade, transferindo para mim a responsabilidade da situação. Recusei-me a assinar esse termo de responsabilidade tendo, em alternativa, escrito pelo meu punho uma declaração responsabilizando o hospital por ter sido obrigada a retirar o meu animal pelo facto do hospital não ter condições para exercer nem serviços de hospitalização nem de assistência.Já antes da hospitalização tinha sido obrigada a assinar um documento que dizia que EVENTUALMENTE o horário das visitas poderia não ser cumprido face a urgências momentâneas. Esqueceram que o domingo não é uma eventualidade, acontece todas as semanas. E se me obrigaram a assinar esse documento também me DISSERAM que aos domingos SÓ funcionavam como urgência. Ou seja, mais uma forma enganosa de fugir a uma obrigação mínima para qualquer hospital, prestar informação por especialistas do estado de saúde dos doentes a quem é responsável por eles.- Promoverem práticas de serviços desnecessários e mais onerosos:Sem poder afirmar perentoriamente que se tratou de má-fé a realidade é que às 11h a veterinária do Hospital Veterinário da Bicuda disse que o estado de saúde do meu cão era reservado e reafirmou poder ser necessária uma intervenção cirúrgica (já no dia anterior tinha falado nessa hipóteses apontando para um ponto invisível numa radiografia), às 18h noutro hospital (num hospital a sério), essa necessidade, foi completamente descartada mesmo como eventualidade e depois de ter sido feita uma avaliação do estado do cão, levei-o para casa (sem assinar nenhum termo de responsabilidade, já que o estado de saúde do animal não exigia nem internamento, nem nenhuma cirurgia).Mas mais grave que a eventual promoção de serviços desnecessários e mais onerosos é o facto do meu cão, como já disse, ter quase 17 anos e, até para uma leiga uma intervenção cirúrgica num animal de 17 anos é quase o mesmo que falar em eutanásia. Que veterinário propõe uma operação desnecessária, ou com uma avaliação precipitada, sabendo que pode provocar a morte do animal? Que raio de gente trabalha neste dito “hospital”? Que “hospital” é este?
Avaria leitor MP3 Goodis
Exmos Srs:Venho desta forma apresentar reclamação sobre a seguinte situação, e as respostas que obtive tanto na loja como no apoio ao cliente.No passado dia 16/07/2017 o meu irmão adquiriu para oferta um leitor MP3 da marca GOODIS artigo com o código 5601988228605, tendo para o efeito efetuado o pagamento com recurso ao cartão de crédito worten de sua titularidade.Hoje, dirige-me à loja para apresentar reclamação de que o referido equipamento deixou de funcionar, não ligando e mesmo quando conectado com o computador não ser reconhecido pelo mesmo.Gentilmente atendido pela vossa colaboradora, foi-me informado de que o artigo dava em sistema troca imediata, e não a sua reparação, no entanto só poderia ser efetuada pelo titular do cartão. Importa referir que o meu irmão, o titular do cartão, está fora do pais com data prevista de regresso somente em finais de Dezembro.Contactado o serviço de apoio ao cliente, desta vez já nada gentil, foi-me adiantada a mesma informação, ainda que disparatada e inaceitável por privar um cliente do uso de um equipamento com defeito por um longo período. Questionei então sobre a interrupção da garantia do equipamento, para meu grande espanto sou informado que independentemente do equipamento estar avariado a garantia não seria interrompida porque ao que parece só o titular do cartão pode dizer que está avariado, e, como eu não sou o titular não posso.Tentei então depositar o equipamento em loja contra troca de comprovativo a fim de documentar a interrupção da garantia, e o mesmo foi-me negado porque o sistema diz que dá troca direta, mas troca direta que não posso fazer.Em suma, estou perante uma potencial situação abusiva com dolo para o cliente, a worten ciente de que um equipamento está avariado não o recebe, não o troca, e não assume qualquer tipo de responsabilidade porque o denunciante não é o comprador. Leva-nos a questionar se podemos oferecer algo a alguém das ilhas adquirido numa worten do continente, ou melhor ainda, o meu impedimento de imigrar pois tudo o que cá ficar não pode ser reclamado, dado o fato de se o mesmo se avariar obriga-me a ter de deslocar ao local para poder reclamar. Ou vai o comprador ou vem o artigo até ao mesmo, complicado não é?Pois bem, oficialmente fica a worten informada que o artigo se encontra avariado, que não o recolheu por sua espontânea e única vontade, que o cliente sente-se lesado por não ver a worten a assumir o período de garantia do mesmo e, por não permitir uma resolução desta situação e o privar do uso que poderia dar ao equipamento. No que me diz respeito entendo que o artigo esteve funcional entre 16/07 e 30/08, tendo tentado entregar o mesmo para reparação/troca em 31/08, interrompendo-se nesta data a garantia devida.Aguardo da parte da worten, uma credível, rápida e funcional resposta.
Taxas de saneamento, Resíduos e Rede de Saneamento
Desde o dia 19 de abril que o consumo de água na habitação em referência é nulo, conforme poderão comprovar nas faturas que possuem.No entanto continuam a cobrar as taxas indexadas ao volume de água consumido... que é zero...Podiam explicar-me?
Extravio de encomenda
Após várias tentativas para recuperar a minha mercadoria extraviada e considerando que a DHL é responsável pelo seu transporte não obtendo resposta ao fim de 6 dias depois da reclamacao. Gostaria que me informassem o que é necessário para ver restituído ou o valor ou a mercadoria segundo os direitos do consumidor.Fico aguardar uma resposta o mais breve possível. ObrigadaAtenciosamente,Sandra Guerreiro
substituição vidro pára-brisas
No dia 28 de Março deixei a viatura na vossa oficina Autobenguiados em vVila do Conde, para efetuar a revisão da mesma. Quando fui buscar a viatura reparei que o vidro estava estalado, por já ser hora de fecho, no dia seguinte desloquei-me à oficina e expus a situação. A oficina disse que se responsabilizava e que iria efetuar a participação ao seguro (processo nº 008181199). Após contactar o agência de seguros, uma vez que a oficina não me dava qualquer resposta, tomei conhecimento de que o seguro não iria efetuar a repararão pois o valor da franquia era superior ao da reparação. Na oficina disseram que iriam recorrer da situação, até à data ainda não obtive qualquer resposta. No dia 4 de Agosto dirigi-me à oficina e pedi o livro de reclamações, continuo sem ter qualquer resposta da oficina ou da entidade reguladora, no portal da ASAE diz que a queixa ainda não foi recepcionada. É lamentável que uma situação destas, em que só é necessário a troca de vidro, já se arraste há quase 6 meses. Quando precisei de efetuar a revisão tive o cuidado de escolher uma oficina oficial da Mercedes, pois queria um serviço de qualidade. No final saio de lá com o vidro estalado e sem qualquer interesse por parte da oficina em resolver a situação.
Devolução de garrafas e recebimento Caução
No início deste ano passei a dispor de gás natural na minha morada, por isso, em Janeiro informei o Sr Carlos (gerente da empresa) que já não iria comprar mais gás engarrafado. Ficou combinado com o gerente, que a empresa viria levantar as duas garrafas de 45 kg (gás propano) e reembolsariam o valor da caução ( 50€ conforme está no documento de caução e seguro, que é o valor habitualmente cobrado).Infelizmente, até hoje nada aconteceu. Já tentei contactar o Sr Carlos, várias vezes, mas por telemóvel não me atende, também já fui ao escritório, mas disseram-me que ele está sempre por fora.
Incumprimento do serviço de baptizado
Eu e o meu marido marcámos o batizado da nossa filha para 30 de Setembro no Solar dos Príncipes e pagamos o sinal no valor de 800€ a 18 Fevereiro de 2017. Depois disso, no mês de Junho reunimos para definir a ementa. Dia 27 de Julho, altura em que o meu marido estava de licença de parentalidade no norte do país, fui contactada pelo dono da empresa, Henrique Pereira, para nos reunirmos para me fazer uma proposta. Reunimos no dia seguinte, dia 28. Foi nesta data que fui informada que tinha havido sobreposição de eventos, e só se deu conta na semana anterior quando apareceu o casal que ia casar no mesmo dia do baptizado. Assim, ele pedia-me que mudasse a data do Baptizado, que recusei de imediato. Em alternativa fazia o baptizado noutro local com o serviço de Catering. Concordei, com a condição que o espaço fosse como aquele, e fiquei a aguardar que me informasse das disponibilidades das quintas. O Palácio dos Antónios estava ocupado nesse dia. Surgiu depois disso a Quinta da Vitória, onde já estive em dois eventos em duas salas diferentes e gostei dessas salas e dos respectivos jardins. Infelizmente, qual não foi o meu espanto e do meu marido quando reunimos com a decoradora, dia 28 de Agosto, e fiquei a saber que nessa quinta, havia uma outra sala, a que nos era atribuída, que eu desconhecia e que não tinha nada a ver com as outras, é pequena e desmazelada tal como o jardim. Liguei de imediato para o Henrique Pereira a reclamar, e ele disse que ia falar com o proprietário para saber se ainda havia outra sala disponível... mas não havia. Disse-me que entre aquele dia (28 Agosto) e o dia seguinte ia fazer um outro contacto. Dei-lhe então até dia 29 como prazo limite. Dia 29 depois de almoço, enviei mensagem a saber do ponto de situação, ao que me respondeu que não havia novidades, estava à espera de resposta. Depois enviei nova sms a perguntar qual estava a tentar. Sem resposta. Até que hoje, dia 30, enviei mensagem a dizer que o prazo tinha terminado e que queríamos a devolução do sinal x 2, devido ao incumprimento dele. Para nossa surpresa, diz que não tem de pagar em duplicado, apenas o sinal, uma vez que não se recusou a prestar o serviço, o que não é verdade. Tanto quanto sei, quando se compensa um cliente por overbooking o local que substitui tem de ser igual ou melhor ao primeiro. Se formos ver falhou o serviço no Solar dos Príncipes, além de nunca nos ter dado a escolher qual das salas da Quinta da Vitória queríamos e sabendo que eu ia de férias em Agosto esperou uma semana, desde que apareceram os tais noivos, para me informar dessa situação, quando o deveria ter feito de imediato. Conclusão à presente data as quintas que nós teríamos como opção estão ocupadas teremos de adiar o baptizado. Perdemos tempo, tivemos despesas com deslocações: três deslocações ao solar dos príncipes, uma deslocação para reunir com a decoradora, uma deslocação para reunir com a pessoa que faz os bolos, roupa que comprámos para meia estação e não sei se depois irá servir. Imprimimos duas vezes os convites. E agora temos de dispender tempo e dinheiro a contactar as pessoas a comunicar que temos de adiar para data a anunciar em breve. Ainda temos de comunicar à igreja.
Cobrança Indevida
No passado dia 25 de Agosto de 2017, o meu veículo, um smart fortwo cabrio, teve um problema com a chave. Não o conseguia por a trabalhar, pelo carro não a reconhecer a chave. Por me encontrar em Alcântara, percorri as ruas à procura de uma oficina. Encontrei a Alcantara Garage, expliquei o problema, ao que me disseram conseguiriam resolver mas só segunda feira, dia 28 de Agosto. Na pior das hipóteses ficando a conta em 200 Euros, com o carro pronto e a funcionar. No dia 28 de Agosto ás 9:30 recebo um telefonema, dizem que não conseguem fazer nada por mim, que o problema é na ignição. Disseram-me para enviar novo reboque e enviar o carro para a Marca. Mas que para tirar de lá o carro, teria de pagar 75 Euros de mão de obra e testes. Aproveito para referir que o telefonema foi 30 minutos depois de a loja ter sido aberta. Sendo que sexta já nada foi feito no carro. Chegando ao estabelecimento, peço explicações do valor em causa. Recebo em troca um comportamento prepotente e de desprezo da empregada de recessão da loja. Aceito pagar, pois chamar a policia não iria ajudar. E o comportamento de hostilidade por parte dos funcionários, piorava quanto mais eu questionava sobre este assunto. Peço o livro de reclamações, preencho tudo menos o código de actividade da loja, que não tinha como saber. Fui mais uma vez tratado de forma hostil por o perguntar, acabo por deixar aquele campo aberto para depois eles preencherem. Sem garantia que o tenham feito.Em suma queria também referir que a Smart magnetizou a minha chave por 30 Euros e que a ignição se encontra em prefeito estado. Recomendo que se tiverem algum problema com o vosso carro, que escolham outra oficina. Pois aqui não encontraram o profissionalismo necessário. Havendo a hipótese de serem burlados.
Infiltrações por danos exteriores do prédio
Desde Março de 2016 que comunicámos à empresa gestora de condomínio (Admiverde) que tínhamos danos de infiltrações no interior do nosso apartamento (2 quartos e casa de banho) em locais coincidentes com fendas nas paredes exteriores do prédio (tendo fotografias datadas comprovativas desse facto). Solicitámos à empresa a ída de um perito para averiguação da situação e de responsabilidades, o que nunca o fez mas assumiu (por escrito, através de email) que os estragos eram derivados a problemas exteriores do prédio. Solicitámos a realização de uma Assembleia Extra para apresentação do problema aos restantes condóminos e resolução rápida do problema pois a casa não estava em condições de habitabilidade. Estava na altura arrendada e as pessoas acabaram por sair sendo difícil o seu novo arrendamento visto os estragos evidentes. Chegámos a acordo com os novos inquilinos, tendo nós (proprietários da fracção) gasto em material apenas 113,63€ (sem custos de mão de obra sequer) e que o condomínio insiste em não assumir até à data de hoje (cerca de 1 ano e meio depois). A empresa Admiverde, após termos comunicado em 2012 a nossa nova morada oficial e telefones para contacto (via email e por 3 vezes!) nunca nos convocou para nenhuma Assembleia Geral, nunca nos enviou relatórios de contas nem actas nem nos contactou para qualquer outro assunto, mesmo após vários emails insistindo que exigíamos o envio de tal informação. No ano passado entraram em contacto connosco apenas para informar que teríamos cerca de 15 dias para efetuar um pagamento extra (além do pago sempre por nós relativo a quotas) de 756,93€ para se proceder à pintura exterior do prédio quando os restantes condóminos teriam tido já conhecimento da situação e tiveram cerca de 2 anos para efetuar esse mesmo pagamento! Apesar do mau funcionamento da empresa ainda tiveram o discernimento de nos ameaçarem judicialmente caso não procedecemos ao pagamento - o que já fizemos, no entanto há condóminos com dívidas avultadas (cerca de 2000€) desde 2008! Tendo em conta o incumprimento do Artº 1432, ponto 1 do Código Civil e Art. 1433º impugnamos formalmente a última Assembleia Geral de dia 21 de Junho de 2017 relativa a aprovação de contas, eleição da mesma administração e todo e qualquer outro assunto falado. O que significa que, de momento, a empresa está a exercer funções no nosso condomínio de forma ilegal.
impedida de realizar chamadas e acesso aos dados moveis bloqueados
Após pedido de portabilidade do meu número de telemóvel continuo impossibilitada de realizar comunicações móveis. Segundo a minha antiga operadora de comunicações,MEO, a portabilidade foi concedida. No entanto, no meu telefone e com o cartão da Nowo, não consigo efectuar chamadas e tão pouco tenho acesso a dados móveis. Somente consigo enviar e receber sms, bem como receber chamadas. Com qualquer outro cartão o meu telemóvel funciona. Telefonei para a Nowo atraves do nosso nr.fixo e a soluçãoque me apresentaram foi que me dirigisse à antiga operadora. A conversa foi a mesma do outro lado.Desde 6ª feira dia 25/8/2017 que estou impedida de usar o telemóvel e não tenho feedback da Nowo em relação à resolução da situação. Além disso cada vez que ligar para o Apoio ao Cliente 16800, pago 0,30 € por minuto, até um máximo de € 2,70 por chamada...ou seja terei que pagar para resolverem a situação? Está fora de questão.Tentei junto das duas operdoras para resolver o problema, não consegui. Exijo então a atempada resolução caso contrario e porque nos encontramos ainda dentro do prazo de denuncia do contrato, é o que irei fazer.
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