Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
A. P.
10/01/2020

Problema reembolso despesas saúde

Exmo. Senhores, Venho por este meio efetuar uma reclamação contra a empresa prestadora de serviços, Advance Care, através da empresa de seguros Tranquilidade, relativamente ao não reembolso de despesas.Em Maio de 2019 fui submetido a uma cirúrgia ao joelho esquerdo, ao Ligamento cruzado anterior específicamente, em consequência de um acidente.Pelo facto do processo de reabilitação ser delicado e moroso, o médico ortopedista que realizou a operação, prescreveu sessões de fisioterapia de pelo menos seis meses, documento esse que foi enviado para a Advance Care.Após a minha entidade patronal fazer o pagamento de uma percentagem da despesa, enviei para a Advance Care, quinze faturas com a respetiva prescrição médica e declaração de pagamento da minha entidade patronal. Conforme estipulado no contrato, o restante valor, foi pago pela Advance Care.Voltei a enviar outras quinze sessões de fisioterapia, tendo sido negado o seu reembolso por apenas ter um limite de quinze sessões de fisioterapia por anuidade.Já em 2020, depois de ter sido efetuado o pagamento do seguro por débito direto, e depois de ter sido renovado o plafond, voltei a enviar outras quinze faturas de sessões de fisioterapia, datadas do mês de outubro, juntamente com todos os documentos necessários. Para espanto meu, foi negado o reembolso das mesmas.Sem perceber o motivo, no dia 7 de Janeiro liguei para a linha de apoio ao cliente da Advance Care, com o intuito de me informar sobre o motivo do não reembolso. Após mais de trinta e cinco minutos ao telefone, e de me terem dado motivos que não estão estipulados no contrato, nomeadamente, que a data da ocorrência dos tratamentos eram do ano de 2019 e que, o plafond se refere apenas a tratamentos do ano corrente. No entanto, vem explicito no contrato que o tomador do seguro dispõe de 180 dias, a partir da data da ocorrência, para apresentação de faturas. Após troca de argumentos de parte a parte, informaram que me iriam contactar novamente porque não estavam a conseguir aceder à minha apólice e às condições do meu contrato.No dia 9 de Janeiro, entraram em contacto comigo a informar que realmente não vem especificado no contrato que não é possível fazer reembolso de faturas do ano anterior, mas que o procedimento interno da empresa seria esse.Dada a informação, respondi que o relevante é o que está escrito no contrato que foi celebrado entre tomador e prestador e não procedimentos internos que em nenhum lado vêm mencionados. Argumentei ainda referindo que, a minha entidade patronal apenas me enviou a declaração de pagamento no dia 28 de Novembro de 2019, e que só após ter esse documento pude enviar as referidas faturas para Advance Care.Por ter feito tudo como está estipulado no contrato, ter enviado os documentos necessários e ter respeitado os prazos, e ainda assim me ter sido negado o reembolso, efetuo a presente reclamação contra a prestadora Advance Care e exijo o reembolso das faturas enviadas em 2020.Na presente reclamação, irei enviar apenas uma das quinze faturas, por terem todas o mesmo tipo de tratamento e o mesmo valor.

Encerrada
C. S.
10/01/2020

Reparação de sinistro auto

No passado dia 04/01/2020, sofri um sinistro automóvel que não foi da minha responsabilidade (uma viatura embateu na minha que estava estacionada). Logo de seguida procedi à participação do sinistro através do envio da declaração amigável de acidente automóvel, ficando a aguardar a marcação da peritagem.No dia 08/01/2020 foi efetuada a peritagem onde foi apurada a necessidade de substituição da ótica esquerda e do para-choques frontal e demais serviços de pintura, sendo que foi utilizada, como forma de calculo do valor de reparação, o valor de peças aftermarket. A minha viatura tem e sempre teve peças originais e como tal deverá ser reparada com peças originais por forma a ser respeitado o princípio de reposição natural.No próprio dia remeti à minha Liberty Seguros uma reclamação a qual transcrevo:“Exmos Srs.Relativamente ao acidente com o nº XXXXXXXXXXX ocorrido no passado dia 04/01/2020 com a viatura com a matrícula XX-XX-XX venho pela presente expor o seguinte:- Foi efetuada hoje, 08/01/2020 a respetiva peritagem à minha viatura, na qual foi determinada a necessidade de substituição da ótica esquerda e para-choques frontal.- Foi utilizado para calculo de valor da reparação o preço de peças de substituição de peças não originais (vulgo concorrência)- A minha viatura tem, e sempre teve, peças originais da marca BMW.- A utilização de peças não originais para além de não cumprirem o principio da reconstituição natural, nao garantem que a minha viatura mantenha as condições técnicas e estéticas que tinha anteriormente ao sinistro. É fato já conhecido que as peças nao originais nao têm as mesmas condiçoes tecnicas das peças originais quer a nivel de funcionalidade e segurança (o caso das opticas) quer a nivel de encaixes e pontos de montagem por forma a que a montagem das peças seja efetuada de uma forma eficaz e respeitando um encaixe perfeito garantido pelas peças originais.Face ao exposto, agradecia a retificaçao do valor de reparação por forma a que a oficina reparadora possa proceder à reparaçao da minha viatura utilizando peças de substituição originais, por forma a garantir que sejam repostas as condições que a minha viatura tinha antes do sinistro.AtenciosamenteCarlos Silva”Recebi a seguinte resposta no dia 09/01:“Exmo Srº Carlos Silva,Tomámos conhecimento da sua discordância por termos considerado peças de aftermarket na reparação do seu veículo e queremos tranquiliza-lo relativamente a esse desconforto. As peças de aftermarket obedecem às especificações e padrões de qualidade exigidos pela marca. O processo de fabrico dessas peças é o mesmo das peças de origem, as quais têm exatamente o mesmo período de garantia. Por isso se diz que são peças de qualidade equivalente A única diferença está no facto de não terem o logotipo da marca. Fazendo uma comparação com uma situação semelhante, este é o mesmo princípio que estabelece que o consumidor tem total liberdade para fazer as revisões do seu veículo em qualquer oficina, seja oficial da marca ou independente, mesmo que o veículo esteja dentro do período de garantia da marca. O consumidor não perde a garantia oficial do fabricante se não fizer as revisões numa oficina da marca (as peças utilizadas têm de ser de qualidade original ou equivalente e todas as recomendações do fabricante têm de ser naturalmente cumpridas).É o que garantimos relativamente às peças de aftermaket aplicadas - as especificações e recomendações exigidas pelo fabricante são integralmente respeitadas.Sem prejuízo disso, pode ficar descansado(a) que a Liberty Seguros prontifica-se a resolver imediatamente qualquer anomalia que seja detetada por causa da aplicação da(s) referida(s) peça(s).Com os nossos cumprimentos,”Não concordando com esta resposta respondi:“Ex.ª Sra.Venho pela presente informar que insisto na utilização de peças da marca na reparação da minha viatura.Conforme exposto anteriormente, a minha viatura tem peças da marca e respeitando o principio da reconstituição natural a mesma deverá ser reposta à condição que tinha anteriormente ao sinistro, nomeadamente reparada com peças da marca.AtenciosamenteCarlos Silva”Tendo recebido a seguinte resposta dia 10/01:“Bom dia,Mantemos o que já referimos anteriormente sobre as peças de aftermarket.Permita-nos ainda referir que a Liberty Seguros não tem o dever legal específico de aplicar peças de origem. Para além disso, disponibilizámo-nos a resolver qualquer anomalia por causa da aplicação das peças de aftermarket.Assim sendo, não vemos motivo atendível para alterarmos a nossa posição acerca desta matéria.Caso mantenha a intenção de aplicar a peça de origem, poderá pagar a diferença entre o valor assumido pela Liberty Seguros e custo da peça de origem. É a solução que encontramos para solucionar este impasse.Obrigado,Cumprimentos, “Pretendo apenas que seja respeitado o princípio de reposição natural, e que a minha viatura seja reposta ao estado em que se encontrava no momento imediatamente anterior ao sinistro, nomeadamente com peças originais.

Encerrada
A. C.
08/01/2020

Debitada transferência revertida

Venho por este meio comunicar a V. Exas. que, no dia 23 de Dezembro de 2019 realizei uma transferência bancária no montante de 100€ para a minha conta Revolut, a partir do meu cartão de débito Activo Bank. Por razões que desconheço, a transferência não foi bem sucedida, tendo sido revertida e por isso o montante em questão não foi creditado na conta destino. Pensando tratar-se de um normal erro de conexão de internet, repeti o processo e o resultado voltou a ser a reversão da transferência. Consultando a conta bancária Activo Bank verifiquei que apesar da transferência ter sido revertida, o montante total (100€ + 100€) foi debitado.Contactando a Revolut, fui informado que as duas transferências não foram realizadas por não passarem no check de 3DS e por essa mesma razão o banco da conta origem (Activo Bank) não deveria debitar o respectivo valor.Ao expor o caso ao Activo Bank, fui informado de que o único caminho para a resolução do problema seria encaminhar uma reclamação para o sistema Visa. Sem alternativas, aceitei a sugestão. Foi-me informado que o prazo máximo de resposta seria 6 meses. Serve a presente reclamação como forma de contestação e alerta para um erro sistémico grave, assim como um processo de resolução muito pouco expedito.Agradeço, desde já, toda a atenção que possam dispensar para a resolução deste problema.

Resolvida

PAGAMENTO / RESTITUIÇÃO IUC

Pedro Paulo Veiga Feliciano, contribuinte n.º 210524790, vem desta forma pedir esclarecimento relativamente a seguinte situação:- São várias as noticias difundidas por vários órgãos de comunicação / informação sobre cobrança indevida do IUC, por parte da AT e A, a veículos vindos da União Europeia cuja 1.ª matricula é anterior a Julho de 2007, no entanto foram importados e tiveram matricula portuguesa posterior a essa data, que é o meu caso, tenho um veiculo importado cuja 1.º matricula ( alemã) foi a 20/07/2004 e a (2.ª ) matricula portuguesa a 14/07/2007, tendo vindo a pagar desde então um imposto de um carro considerado novo. Assim desta forma gostaria de saber a veracidade sobre a restituição do valor cobrado indevidamente até ao máximo dos 4 anos anteriores e se sim qual a forma de eu o exigir . Obrigado e cumprimentos

Encerrada
S. P.
06/01/2020

Deposito, dinheiro retido. Deposito não efectuado

Dia 1 de Janeiro de 2020, dirigi-me à dependência montepio de Odivelas, situada na rua dos bombeiros voluntários, para fazer um depósito na chave 24 do lado direito, de vinte euros em nota única.A máquina aceitou a nota, porém imediatamente declarou estar com problema técnico e por resultado, não me devolveu a nota nem fez o depósito nem deu recibo.Estou desde o dia 1 a fazer reclamações, nomeadamente para a DECO, montepio, banco de Portugal e livro de reclamações. Não tenho possibilidade de me dirigir ao balcão nos horários dos bancos pois trabalho de manhã a noite,.Peço que me transfiram os vinte euros em causa pois me fazem imensa falta.

Encerrada
A. C.
04/01/2020

Levantamento de 400,00 indevidamente em minha conta pelo MBWAY

Tive 400,00 levantados em minha conta por burla pelo sistema MBWAY, uma pessoa que queria comprar uma bicicleta que anunciei no OLX, disse que faria o pagamento da mesma pelo MBWAY e me solicitou que colocase o telemovel dele no campo Aderir ao serviço e confirmar. Sem entender de como funcionava o sistema, o fiz e aguardei a transferência do dinheiro para eu lhe entregar a bicicleta. Qdo acessei minha conta para ver a transferència, notei os levantamentos ( 2 de 200,00) Entrei imediantamente em contato com o MBWAY e foi cancelado a conta para não haver mais desfalques. Quero saber agora como vai ficar, pq ao meu ver, houve falha no sistema de segurança do MBWAY, pq não recebi nenhuma mensagem me alertando para o fato de que se eu indicasse algum numero de telemovel ali, eu estaria correndo riscos. Busquei informações e notei que essa burla já é utilizada há muito tempo e já era pra haver um sistema de segurança contra esses infelizes que destroem sonhos de pessoas de bem. Esse dinheiro era para pagar a renda e não sei nem o que vou fazer agora...

Resolvida
J. C.
03/01/2020

recusa de crédito sem motivo

Boa Tarde,Venho por este meio informar da seguinte situação:Hoje dia 3 de janeiro de 2020 dirigi-me á worten do Dolce vita Tejo onde intencionava por meio de prestações comprar um desktop, após discutir todas as opções de pagamento com o vendedor, este, inseriu os meus dados no sistema para receber uma mensagem de recusa da parte da cetelem.Após um breve telefonema a cetelem exigiu a presença de um cosignatário mas não aceitou a minha irmã que de momento estava presente ao meu lado na loja da worten por algum motivo. Exigiram portanto a presença da minha mãe como cosignatária apesar de eu próprio ser um homem de 30 anos, efetivo no trabalho e independente.Sem querer criar uma confusão telefonei á minha mãe que claro, me quis ajudar e após a apanhar em casa voltámos á loja da worten.Uma vez lá, a minha mãe deu também os seus detalhes durante um telefonema que o mesmo vendedor da worten fez após o qual fomos deparados com a mesma recusa apesar de nenhum de nós ter dividas em algum lado, sermos ambos efetivos e independentes.Após esta situação pedi ao vendedor da loja worten o numero da cetelem para o qual telefonei para tentar obter uma explicação desta absurda situação, durante esse telefonema não só a senhora do outro lado me deu a confirmação em como não tinha qualquer divida como se recusou a providenciar uma razão para não aceitarem dar crédito a uma pessoa com um historial financeiro limpo como o meu.Acho ridiculo que não possa fazer uma coisa que todas as outras podem, como também não posso saber o motivo porque não a posso fazer.Agradeço desde já a vossa atenção.AtenciosamenteJosé Cipriano

Encerrada
A. C.
03/01/2020

falta emissão fatura

Venho por este meio comunicar que após pagar vários meses de um seguro de telemóvel, 15,99€ mês ao pedir a fatura do mesmo esta foi-me negada pela seguradora Domestic and General.

Resolvida
C. F.
03/01/2020

Débito em conta não autorizado

Venho por este meio comunicar a V. Exas. que foi feito um débito na minha conta por uma entidade intitulada CHUBB EUROPEAN GROUP cujo débito directo estava activo e eu não activei nada para essa entidade. Aliás desconheço por completo o que seja esta entidade.

Resolvida
F. G.
02/01/2020

Constantes, abusivas, e ilegais atualizacoes de precário e alteracoes de condicoes associadas à cont

Exmos/as. Senhores/as,venho por este meio informar que estou farto das Vossas constantes, abusivas, e ilegais atualizacoes de precário e alteracoes de condicoes (13 em menos de 2 anos) e nao aceito Vossa última atualizacao do precário e alteracao das condicoes associadas à minha conta, nomeadamente a Comissao por Servico de Manutencao de Conta Pacote de 2,60+ EUR/mês independentemente do Saldo Médio Mensal de Recursos (estavam anteriormente isentas contas que no conjunto de operacoes ativas e passivas registassem 5.000+ EUR, depois aquelas que apresentassem um Saldo Médio Trimestral de Recursos de 2.000+ EUR, depois aquelas que apresentassem um Saldo Médio Trimestral de Recursos de 5.000+ EUR, depois aquelas que apresentassem um Saldo Médio Trimestral de Recursos de 10.000+ EUR, agora nenhuma), para cuja isencao abri conta poupanca de 10.001 EUR há menos de 1 ano. Esta comissao nao constitui uma efetiva prestacao de servico ao cliente, o que torna a cobrança ilegal. Além do aumento acentuado (e constante), ao longo dos anos, desta comissao (e das condicoes à sua isencao, que deixam agora de existir), ela é cobrada por alegados servicos que nao constituem a verdadeira prestacao de um servico, neste caso a disponibilizacao de uma conta bancária (que me obrigaram a abrir contra minha vontade aquando do empréstimo). Os gastos com a manutencao da conta bancária nao constituem um servico. Em Portugal, a lei proíbe que sejam cobradas comissoes ou despesas se nao for, efetivamente, prestado um servico. É o instrumento base para que depois, sim, possamos constituir relacoes com os bancos e serem prestados servicos. Solicito portanto por favor isencao desta comissao (objetivo para o qual abri conta poupanca de 10.001 EUR há menos de 1 ano) ou esclarecimento como fechar minhas contas e atualizar o empréstimo para debitar conta noutro banco sem encargos adicionais até 10/03/2020, senao reservo-me o direito de organizar acao coletiva e agir legalmente através do meu advogado e de uma jurista. Obrigado.PS1: Tentei contactar-vos repetidamente através do Netbanco após validar-me, nao funciona (carrego em Enviar e nada acontece). Nao, nao ligarei para a SuperLinha, nem para a HiperLinha, nem para qualquer outra linha, nem tenho de ligar. Já transmiti por escrito o que tinha a transmitir, nao tenho de me repetir oralmente. Nao é culpa minha nem problema meu que os Vossos servicos nao funcionem.PS2: Vivo em zona com péssiam cobertura telemóvel. Nao estou disponível telefonicamente, nem tenho de estar. Prefiro contacto eletrónico. Se necessitam/pretendem contactar-me, favor fazê-lo eletronicamente. Obrigado.

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.