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PROBLEMAS DE BURLA COM O WIZINK BANK
Assunto: FUI BURLADA NO MEU CARTÃO DE CRÉDITO wIZINKNIF:237744341N.º de cliente:Exmos. Senhores,Após ter sido burlada em no valor de 8.190€ por parte do comerciante CRYpTONET. EXCHANGE, segundo o Banco Wizink, este mesmo, reporta como sendo eu a total responsável, o facto é que o Wizink através dos mecanismos deles conseguiram entrar em contacto com estes comerciantes, onde eles enviam por e-mail comrovaitos , com a minha assinatura digital. Estes comerciantes, ainda me atendiam, enviavam e-mails quando eu exigia que me colocassem o dinheiro na conta, eles disseram que só colocariam se eu assinasse, porque de outra forma não o conseguiam, só após eu assinar é que o fariam, estava DESESERADA. Enviei ara o Wizink e-mails a comprovar que eu não fiz transação alguma, enviei também e-mails deles, onde diziam que me colocariam o dinheiro que me tinham tirado e que houve algum engano. Eu apelei, enviei e-mails, liguei e nunca mais atenderam .O que quero explicar é que estes comerciantes entraram em contacto comigo em junho, por curiosidade ciquei na plataforma deles. Então fui ludibriada e investi de uma conta pessoal 200.00€, e não iria passar disso, eles não paravam de me ligar, era um agente, e disseram que tinha de ter um cartão de crédito, preferencialmente Wizink, e pediram o número, pensava eu que isto não iria acontecer, fui roubada. Quando me apercebi que me tinha sido retirado esse dinheiro, fiquei sem saber o que fazer, liguei de imediato para o Wizink a reportar o que tinha acontecido, então passaram ara o departamentos de fraudes. A resposta deles é que eu sou a responsável. Eu não tenho comop agar, estou desempregada, não é justo, nem correto, fui roubada. Reportaram ao Banco de Portugal, sempre tive orgulho de pagar tudo o que devo, mas neste caso, não fui eu que o gastei, foi-me roubado. É desumano a forma como o Wizink trabalha, ameaçam com o Banco de Portugal. Dizem que eu já estou em dívida com eles e que tenho de agar cerca de 400.00€, mais juros. Mas eu não tenho como pagar 170€ mensalmente.Estes comerciantes também me roubaram da minha conta Santander 1900.00€, mas eles averiguaram, e dois dias depois tinha o dinheiro na minha conta, o própio banco assumiu esse dinheiro. Não entendo como o Wizink faz este trabalho. Ajudem-me or favor a solucionar esta situação.Os meus sinceros cumrimentos,Susana Gonçalves
Ferrugem parte frontal apenas
Compramos uma máquina de lavar loiça Hotpoint em 26 Janeiro de 2017.Em Setembro de 2019 deste ano apareceu ferrugem na parte frontal da máquina de lavar e depois da verificação do técnico. Telefonicamente foi-me indicado que a ferrugem não era coberta pela garantia extra contratada na altura da compra e tinha de pagar um valor se quisesse a reparação. E justificação que temos para o problema reportado é a baixa qualidade do inox da máquina coisa que a garantia extra tem de assumir pela culpa ser da máquina e não de qualquer mau uso do cliente. A Worten telefonicamente nunca apresentou nenhum fundamento que justifique o mau uso da máquina de lavar loiça.Aguardo Solução do problema da melhor forma e fico aguardar.
Problemas com viatura
Moura, 06 de Outubro de 2020Assunto: Denuncia de Defeitos no VeiculoM/Ref. Matricula 79-ZO-64Exmos. SenhoresEu, Filipe Manuel Pilonas Cerol, portador do CC nº 14607134 4 ZX5 e do NIF 251865282, adquiri a V. Exas., em dezembro de 2019, o veiculo marca VOLVO, modelo V40, matricula 79-ZO-64 sucede que, no dia 20/08/2020 detectei que o mesmo não se encontrava em boas condições de funcionamento, nomeadamente porque o mesmo apresentava os seguintes defeitos:- consumo excessivo de óleo, dado estar a consumir cerca de 1l a cada 300km- possui um erro na unidade de gestão, relativo ao software de memória da quilometragem percorrida.Tais defeitos foram comunicados, verbal e telefonicamente, a V. Exas., no passado dia 20/08/2020. Sucede que, após o mesmo ter dado entrada na oficina Santogal da marca, em virtude dos defeitos supra descritos, fui informado que, ao contrário do que me foi assegurado e constava quer do mostrador / conta quilómetros, quer na declaração de venda, a marca, no seu sistema interno, tinha um registo de uma intervenção, realizada em fevereiro de 2019, com 171.942 Km! quando no dia em que o adquiri, o mostrado exibia 139947 km!!Como V. Exas. bem sabem, o factor decisivo para adquirir esta viatura foi precisamente o facto desta apresentar uma baixa quilometragem, o que agora se veio a revelar falso, já que este afinal possui muitos mais km do que aqueles que me foram garantidos por V. Exas.!Tal facto, por si só, é fundamento de resolução do contrato, aliás, conforme estipula o art.º 4.º/1 e 5.º do DL 67/2003 de 8 de Abril, por desconformidade com o contrato de compra e venda, pois a quilometragem apresentada pelo stand/vendedor, aquando da sua aquisição, era de 139947Km, quando na realidade de acordo com a media da quilometragem dos últimos meses o mesmo já deverá ter mais de 220 000km, direito este ao qual não renuncio e me reservo ao direito de o exercer, conforme legalmente estipulado.Sem prescindir, e como V. Exas. bem sabem, o veiculo está a aguardar autorização para desmontagem, para apurar os demais defeitos porventura existentes sucede que essa autorização pressupõe que, caso os defeitos verificados não estejam abrangidos pela garantia que V. Exas. contrataram com a MAPFRE, serei eu a responsável pelo pagamento das despesas, o que não aceito.Até á data de hoje, V. Exas. não se dignaram a aceitar assumir tais despesas, mesmo sabendo que o referido veiculo possui a garantia de dois anos, tal como consta do artigo 5º nº 1 do DL 67/2003 de 8 de Abril, na sua mais recente redacção dada pelo DL 84/2008.Desta forma, estando ainda dentro da garantia, são V. Exas. responsáveis pela reparação de tais defeitos, devendo ser V. Exas. a autorizar a desmontagem do mesmo, ou, pelo menos, a assumir as despesas decorrentes da desmontagem e da reparação dos eventuais defeitos não cobertos pela garantia, dado que não é o consumidor quem o tem de assumir, pelo que solicito que V. Exas. me comuniquem que assumem, por escrito, todas as despesas que não estejam cobertas pela garantia, sendo sempre certo que todos os defeitos verificados no prazo de garantia são, sempre, da vossa responsabilidade e da MAPFRE, o que agora se requer, que seja efectuado no prazo de 2 dias uteis, contados a partir da data de recepçao da presente carta.Mais informo que, como já disse supra, me reservo ao direito a resolver o contrato de compra e venda, e a requerer a devolução do preço já pago, mesmo apos a debelação dos defeitos, bem como não prescindo dos demais direitos que me assistem, nomeadamente, a reparação ou de substituição do veiculo por um outro, à redução adequada do preço ou à resolução do contrato. Desta forma, vimos solicitar que V. Exas. se dignem reparar ou dar ordem de reparação dos mesmos, no prazo de 5 dias, contados desde a data de recepção da presente carta, sob pena de recorrer aos meios disponíveis para defesa dos nossos direitos, incluindo uma participação á ASAESem outro assunto de momento, sou Filipe Manuel Pilonas Cerol
Capacete danificado
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, comunicar que efetuei uma compra no site Eurobikes de dois capacetes. Um deles chegou danificado e foi mandado para trás para se realizar a reparação/ troca por outro novo. Toda esta situação já se prolonga à mais de um mês, pois os capacetes foram comprados no final de agosto. Já foram feitos vários contactos, por e-mail e telefonicamente à empresa e a senhora que atendeu diz não pode fazer nada, porque apenas é a intermediaria. Sempre que contactamos a empresa dizem-nos que o processo esta a ser avaliado. Aguardo resposta por escrito de quando irá ser enviado um novo capacete ou então caso seja possível pretendemos reaver o dinheiro do capacete enviado para trás. Com os melhores cumprimentos, Maria Leonor Lindo
Cobrança de Serviço não prestado
Venho, por este meio, solicitar apoio jurídico para pedir reembolso à empresa Mi Amore do valor de 550 euros que me foi cobrado com a garantia da prestação de um serviço no dia 1 de Outubro e, até ao momento, não foi prestado nem dão explicação do motivo. Todos os e-mails que envio não obtenho resposta e ao telefone ou não atendem ou a pessoa que atende diz que não sabe explicar o que se passa e que essa não é a sua área. A pessoa com quem falei, supostamente uma psicóloga, Susana Teixeira, garantiu que os perfis seriam enviados logo após o pagamento e já se passaram 3 semanas. Como não obtenho resposta da Agência, acredito estar perante um caso de burla.
Não recebi minha Fatura
Bom dia. Fiz uma reserva para uma diária no Hotel Dom Fernando em Evora pelo Booking Basic, para o dia 6/10/2020, e ao fazer o check out no dia 07/10/2020 pedi minha fatura, entretanto fui informado pelo funcionário do Hotel que o mesmo não poderia me dar a fatura já que a reserva, quando feita pela opção Booking Basic, uma agência (agoda) é utilizada pelo booking para realizar o pagamento ao hotel. Imediatamente ao check out entrei em contato com Booking, por telefone, explicando toda a situação e me pediram para seguir com as instruções do email que eu iria receber logo após a ligação. Recebi o email, o respondi da forma como foi orientado e me retornaram informando que poderia demorar algumas semanas, o que é um absurdo e falta de respeito com consumidor, pois emissão de fatura é obrigatório por lei. Passado alguns dias, hoje dia 12/10/2020 liguei novamente para o Booking e fui informado que infelizmente iria ter que aguardar, podendo ser esse prazo de semanas, para resolverem meu pedido de fatura (com o nif da minha empresa). Apesar dos esforços feitos pelas funcionárias do booking que me atenderam, me sinto lesado, já que tenho uma data limite para envio de faturas a minha empresa para poderem me ressarcer dos gastos. E pelo estresse que isso está a me causar. Preciso de uma solução o quanto antes. Obrigado.
Informação incorreta sobre produto no site e tentativa de pagamento adicional por produto base
Boa tarde, Em agosto deste ano entrei em contacto com a representante em Coimbra da Tupperware no sentido de adquirir a Caixa de Pão Plus, ref.ª 110028. Apenas quando cheguei a casa reparei que não tinha sido entregue com a tábua de corte que vem em todas as imagens e no vídeo descritivo do produto no site da Tupperware - https://www.tupperware.pt/produtos/2852/CaixadoPaoPlus.Voltei a contactar a representante, que ao fim de um mês e meio me informou que se eu quisesse a tábua de corte teria de pagar mais 18,5€ para além dos 53€ que eu já tinha pago pela caixa de pão.Uma vez que entendo que pela informação disponível no site oficial da Tupperware a tábua é parte integrante da Caixa de Pão Plus, até pelo facto de não haver no site o produto tábua de forma isolada, não posso concordar com as informações que me foram prestadas, pelo que descrevi a situação a 29 de setembro diretamente no site da Tupperware - https://www.tupperware.pt/contata-nos - solicitando que me fosse facultada gratuitamente uma tábua de corte para completar a Caixa de Pão Plus que comprei, também por ter essa funcionalidade. Uma vez que até à data não obtive qualquer resposta, solicito a vossa colaboração no sentido de tentar resolver não só a minha situação, como também de tentar que a Tupperware faça a correção da informação disponibilizada no seu site de forma a ser clara e não enganadora para futuros compradores. Caso seja necessário algum esclarecimento adicional estou à disposição. Fico assim a aguardar o vosso contacto. Cumprimentos, Catarina Reis
Consumo Excessivo Dados Móveis
Venho por este meio reclamar a Vossas Exas porque a vodafone está a faturar um valor excessivo de dados móveis.No dia 23 de agosto 2020 fiz um contrato com a vodafone de TV, Telefone, internet e dois telemóveis mensalidade 40.90€ +Iva por mês.Recebi a 27 de setembro a fatura com um valor a pagar de 200.46€. Verifiquei que 154.96 +Iva se devia ao consumo de dados móveis. Dirigi-me a uma loja no almada forum e indicaram que nada poderiam fazer para além de um pedido de análise a fatura e que a ligavam assim que análise estivesse feita. O srº indicou que o melhor seria cancelar o débito direto para que não fosse retirado o valor na data do pagamento a 20 de outubro, eu assim fiz.No entanto eu não entendo esta situação o telemóvel é da minha filha e durante 7 anos tive o contrato da NOS e o cartão dela sempre teve 2 Gigas e nunca paguei durante todo este tempo 1€ a mais.Verificamos na fatura que ela de 23 de agosto a 30 de agosto já tinha gasto 4 Gigas que foi o contratado pela vodafone e nem um alerta foi recebido.Este mês já estava já tinha gasto novamente a internet verificado pelo srº da vodafone pois já está em outro período de faturação.Eu não posso continuar com esta situação, preciso de cancelar os telemóveis e voltar novamente para o outro operador. pois não é justo a miúda não ter internet no telemóvel.A meu ver o serviço de internet da vodafone foi prestado defeituosamente e continua a ser.Já tentei enviar pelo livro de reclamações mas diz que não está disponível.Já enviei na própria página da vodafone mas não autorizou que escrevesse mais de 100 palavras. E não tenho cópia da reclamação.A única resposta que tenho foi de um Nr 16912 que diz Exma Paula Silva, no seguimento da questão que nos reportou, informamos que a situação se encontra em análise .... Cumprimentos Vânia CostaEu não quero ficar sem serviços pois a internet e televisão em casa funciona muito bem.Só não pretendo pagar este valor de dados móveis, sendo melhor anular os dois telemóveis do meu filho e da minha filha, para que os miúdos possam utilizar a internet como sempre utilizaram sem custos adicionais.Se houver necessidade poderei enviar as faturas do antigo contrato para ver a diferença.O meu contacto é 96 659 65 70.Fatura Vodafone 101/009833053O meu contribuinte 224927833Fico a aguardar a vossa análise.Obrigado
Facturação de taxa administrativa
Por motivo de necessidade de recorrer à assistência em viagem, com a Europcar, no dia 19.08, foi nos atribuída uma viatura, com a matrícula 53-ZG-90, correspondente ao contrato de aluguer N. 7016336122, que foi recolhida em Sines e entregue em Mem Martins. Quando recolhemos a viatura não nos informaram que não poderíamos utilizar a via verde, sendo que utilizamos este serviço e quando na entrega tentamos acertar este pagamento, fomos informados que teria de ser feito directamente numa loja da via verde. Tentamos solicitar o apoio da Europcar para resolver a situação, sem sucesso, tendo acabado por pagar os valores em causa junto da Via Verde em 24.08.2020. Atualmente está a ser cobrada uma taxa administrativa relativamente a esta situação, algo que não conseguimos perceber porque, uma vez que esta situação foi reportada na altura e que, em primeira instância não nos foi explicada que o equipamento colocado no carro não podia ser utilizado e, em segundo quando tentamos resolver a situação directamente com a Europcar, não obtivemos qualquer apoio. As portagens foram pagas directamente à Brisa, sem intervenção da Europcar, uma vez que esta dizia que não tinha de ter envolvimento neste assunto. Por este motivo não percebemos porque nos é cobrada qualquer taxa associada ao processo.
Cobrança Indevida
Reservámos um carro na plataforma RentalCars.com, com a empresa RecordGo tendo levantado o veículo, no passado dia 01-10-2020, nas instalações da RecordGo na Rua Prof. Henrique de Barros, Prior Velho, Lisboa.Nesse mesmo dia, a funcionária presente, adotou procedimentos insuficientes e negligentes que vieram a trazer resultados até agora prejudiciais. Passo a explicar: Após efetuar os pagamentos associados à reserva, e concluir o procedimento no balcão, dirigimo-nos com a Funcionária para o veículo. Com uma folha na mão, a Funcionária circundou o veículo em busca de riscos e amolgadelas no veículo, para desenhar no croqui. Acompanhámo-la nessa tarefa. Depois de dar a volta ao veículo, a funcionária mostrou o desenho do croqui com os riscos assinalados, que confirmámos, e pediu para assinar, o que foi feito.Ao lado do croqui, a Funcionária fez algumas anotações à mão que, que não foram especificamente mostradas, nem referidas oralmente, pelo que se assumoiu tratarem-se de registos internos da Funcionária. Soube, porém, ao chegar com o veículo no presente dia 05/10/2020, por volta das 19h, à RecordGo, que as anotações em questão, não só não se tratavam de registos internos, como se tratavam na verdade de anotações quanto ao estado do veículo, estado esse que teria que se verificar aquando a entrega, sob pena de virem a acarretat custas extra. Passo a explicar como nos apercebemos disto:Quando chegámos com o veículo, o funcionário que nos recebeu fez a vistoria ao exterior e interior, tendo verificado que estava tudo bem à exceção do seguinte: referiu estar em falta a chapeleira da mala do veículo. Face a esta afirmação do funcionário, retorquimos que a mesma não estava em falta porque o veículo já me havia sido entregue sem qualquer chapeleira, com a mala descoberta. Em resposta, o funcionário mostrou-nos a anotação da Funcionária manuscrita na lateral do croqui, na qual dizia Chapeleira - Ok., para muito espanto nosso.Assim sendo, a nossa primeira solicitação ainda no local, foi que se apurasse, designadamente recorrendo às gravações de imagem feitas pelas câmaras existentes no interior das instalações onde se levantou o veículo, a verdade sobre a existência ou não existência de chapeleira no veículo aquando o aluguer. O Funcionário que recebeu o carro indicou que esse pedido teria de ser feito através de e-mail para outro departamento.Procedemos em conformidade, tendo enviado o e-mail, todavia, a resposta obtida foi completamente evasiva. A RecordGo limitou-se a ignorar o nosso pedido de acesso às imagens e a negar o reembolso.Ora, no nosso entendimento, e até na remota hipótese de a chapeleira até se encontrar no veículo no momento do aluguer - o que apenas admitimos para demonstrar que em nenhum caso a empresa tem razão - certo é que o procedimento adotado pela Funcionária é completamente avesso à boa-fé na execução dos contratos, e totalmente executado em prejuízo do consumidor. Isto porque:Aquando a celebração do contrato de aluguer, a empresa fica com os dados do cartão de crédito. Depois, no momento da entrega, faz-se uma comparação entre a informação que consta do croqui e o que se verifica no veículo nesse momento. Caso exista alguma discrepância, e independentemente do que disser o Cliente, a empresa debita a quantia que entende do cartão do Cliente.Ou seja, o que um funcionário escreve na folha do croqui tem implicações diretas para os Clientes, designadamente a nível económico. Assim sendo, não é admissível que este faça anotações à mão nessa mesma folha sem advertir devidamente o Cliente do que está a escrever, para que este perceba que se trata de conteúdo que lhe diz respeito e, assim, possa lê-lo atentamente e saber com o que contar. No caso, repito, não foi isso que a Funcionária fez. E, tendo havido um problema relacionado com uma matéria constante dessas mesmas anotações cujo conteúdo não foi mostrado - a existência ou não de chapeleira - fomos negativamente surpreendidas, pois caso tivéssemos sido chamada a analisar essas notas manuscritas, poderíamos na altura ter evitado que fosse feita a referência à existência de chapeleira e, consequentemente, ter evitado que fosse descontado, como foi, o valor de €123,00 pela ausência de uma chapeleira que não estava no veículo aquando da entrega.Na sequência desta situação pesquisei sobre esta empresa, que ab initio pensei confiável, e apurei que existem várias queixas relacionadas com situações idênticas a esta, Pelo que verifique, a maioria de queixas sobre a Record Go está relacionada a qualidade de serviço durante o levantamento e a devolução de carro. Os relatos da extorsão e cobrança não autorizada de encargos indevidos pela rent-a-car são frequentes nas plataformas de opinião de consumidor. Os clientes queixam-se frequentemente de lhes ser atribuída a responsabilidade pelos danos de cuja existência não tinham conhecimento e que não constavam no relatório da entrega de carro. Segundo foi possível verificar o elemento comum de muitas das queixas é a frustração resultante da incapacidade de comunicação eficaz com a empresa que sistematicamente ignora argumentos lógicos ou até provas em forma de fotografias que contestam a validade de encargos. A empresa arrasta os processos contando, provavelmente, com que o cliente desista de reclamar e simplesmente aceite os encargos. Ou seja tudo leva a crer que este tipo de situações é uma prática reiterada da empresa.Ora atento o exposto, incumbe à RecordGo disponibilizar as imagens e promover o reembolso caso se comprove que a chapeleira não estava no carro aquando da entrega, situação de que estamos convictas.Apesar do valor em causa não ser substancialmente elevado, trata-se de uma questão de justiça, e de prevenção e alerta para outros consumidores, no futuro.
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