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Dados pessoais e data de validade errados na carta nautica de Patrão de Vela e Motor
Joaquim Paulo Ferreira da Silva GuimarãesCC:07039495 NIF:161573649 TLM:919568948Morada:Rua Alvaro Castelões, 605 - 4º Andar4450 042 - 042 Matosinhos Tirei carta de patrão de vela e motor na escola Nautiforme Leça de Palmeira em 13/04/1997. A carta tem data de emissão de 30/06/1997. Deveria ter data de validade até 2025 uma vez que a renovação destas cartas é feita aos 65 anos. Por lapso colocaram na minha data de nascimento 11/09/1955 quando o correto é 11/06/1965. Pretendia ver esta situação resolvida com emissão de novo documento com a data de validade correta.Enviei um mail para esta entidade e recebi resposta pela mesma via da Srª Ana Teresa Cardoso, a confirmar que me seria enviado o documento devidamente alterado em 30 de Setembro de 2019. Tenho enviado vários mails e tentado contacto telefónico e até à data ainda não me resolveram o problema.Cumprimentos,Joaquim Guimarães
Reembolso de IVA pago
Ex.mos SenhoresTendo já contactado a Linha de Apoio por diversas vezes sem ter conseguido resposta, venho solicitar deste modo, como cliente particular, o reembolso do IVA que tive de pagar à 5 Sites Cabanas para emissão das facturas (em anexo) relativas às reparações subsequentes ao sinistro declarado em Agosto de 2019.
Negligência nas Urgências
Venho por este meio relatar o que se tem sucedido com o vosso hospital e espero que este email seja tratado com toda a atenção. No passado da 17/03 desloquei-me com o meu pai às urgências do hospital Trofa Saúde de Gaia por volta da 00h30 (meia-noite e meia), sendo que foi a primeira e a última vez que me irei deslocar ao vosso hospital. É de referir que só não me desloquei a um hospital público devido a me terem aconselhado a não o fazer, pois devido à pandemia o tempo de espera seria enorme e o perigo de contágio seria grande.Cheguei às urgências a vomitar e com dores exorbitantes na zona abdominal, pelo que fui para a sala de urgência sozinha e não se encontrava lá ninguém, nenhum doente, eu fui a única pessoa nas urgências durante o tempo todo que estive lá. Quando me sentei, uma enfermeira e uma doutora tiraram-me sangue e deram-me medicação e soro para as dores. Após isso, fiquei quase 3 horas à espera na sala do resultado das análises ao sangue. Durante este tempo fui extremamente mal atendida por uma das enfermeiras que estava nas urgências: farta de se queixar e bufar por eu me queixar das dores, qualquer pergunta que fazia a enfermeira virava-me as costas. Passado algum tempo, eu ainda com dores e vómitos, a enfermeira disse que estava a queixar-me demais porque as dores já deviam ter passado. Eu mal conseguindo falar devido às dores, pergunto se me podiam dar mais medicação porque não estava a conseguir aguentar, sendo que me foi dito que me deram um bocadinho de toda a medicação (na verdade, um dos medicamentos que me deram para tomar, eu vomitei). Durante o tempo todo, a enfermeira foi rude e mostrou-se visivelmente aborrecida pela minha condição e repito, NÃO ESTAVA MAIS NINGUEM NAS URGÊNCIAS, eu era a única doente, se estivesse a sala cheia não sei como a enfermeira ia aguentar. Inclusive, por exemplo, houve uma vez que a enfermeira estava a testar se o soro estava a entrar no meu organismo e magoou-me, sei que foi sem querer, mas soltei instintivamente um “Ai”, ao que a enfermeira me reitera em tom agressivo e sem humanidade “Diana nem te magoei, a sério? Por amor de Deus” e virou costas! Perdi a conta das vezes que a senhora enfermeira me virava as costas, mesmo quando tentava falar com ela. Passadas mais de 3 horas à espera na sala, chegou uma doutora que me disse que ia dar alta, ao que eu respondo que não percebia porquê, pois continuava com imensas dores (que nunca tinha sentido) e pedi para, pelo menos, me receitarem uma medicação/tratamento para fazer em casa. Então, a médica propôs fazer um TAC abdominal (sendo que acabei por fazer dois, em vez de um, como me foi dito ao início),sem eu saber porquê. Após a indicação, fiquei mais 1 hora à espera para fazer o TAC e em momento algum, durante estas horas todas, me foi oferecido pelo menos água para eu beber, muito pelo contrário, a enfermeira foi extremamente antipática e rude para mim, como se já não bastasse as dores e as horas de espera!! Obviamente, não respondi a nenhum dos seus comportamentos agressivos, mesmo porque mal conseguia falar.Após a realização do TAC deram-me alta e tratamento para fazer em casa. Afirmo que continuava com muitas dores, não tantas como as que entrei, mas supostamente com a quantidade de medicação que disseram que me deram, não devia sair do hospital com dores! Saí por volta das 4h30, sendo que para um hospital privado, passei bastantes horas na sala de urgências. Para além de não terem deixado entrar o meu pai na sala, pois não estava NINGUEM lá, estive imensas horas à espera e fui maltratada, ainda por cima era a única doente!Voltei para casa e passado 2 dias, eu ainda doente, ligaram-me do hospital, não para saber do meu estado de saúde, mas tão somente para me dizer que tinha uma conta de 445,42€ para pagar, ao que eu questiono “como é possível?” e a senhora me responde que me iria enviar a fatura por correio para eu analisar (já passou uma semana e ainda não recebi nada). Perguntei se era possível pagar às prestações ao que me foi respondido que em principio não era possível, mas que não conseguiam dar uma resposta devido à situação de Pandemia que o pais se encontra, sendo que pedi para me informarem sobre o assunto. A Senhora ainda responde que se não pagar vou ter problemas judiciais e no tribunal, insistindo para eu pagar em 24h. Continuo sem me informarem sobre a questão do pagamento às prestações, pois, devido a toda a situação que se vem vivendo, estamos sem possibilidades económicas para fazer o pagamento total e continuo a aguardar também o envio da fatura em causa. É lamentável o que tem vindo a acontecer diariamente desde esse primeiro telefonema: têm LIGADO TODOS OS DIAS a pressionar para pagar e mandam mensagem TODOS OS DIAS, só não enviam a fatura e informação para pagar faseadamente! Fica desde já aqui esclarecido que não posso pagar algo sem uma fatura que suporte esse valor. Para além disso, pedirei para analisarem a fatura (depois de a receber), sendo que o valor que me pediram é extremamente excessivo para o péssimo atendimento que tive e que continuo a ter. As senhoras que me ligam são super antipáticas e agressivas a falar. Por exemplo, uma das chamadas que recebi, a senhora nem “boa tarde” me disse - mal atendi foi-me dito que tenho que pagar a conta. Têm-me pressionado TODOS OS DIAS com chamadas e mensagens. É ridículo pois fui muito maltratada nas urgências e agora sou obrigada a pagar um serviço que mal foi prestado? Após uma pesquisa do vosso hospital no google, consegui perceber que o meu caso não é isolado, quantidade de críticas e reclamações dirigidas ao vosso hospital é muito grande. Como é um hospital privado está avaliado com 3 estrelas no google e presta este tipo de serviços??Antes de mais, sugiro o mais rápido possível melhor formação no atendimento ao cliente.Por último, venho reivindicar a redução significativa da conta do hospital, a fatura, assim como o seu pagamento em prestaçõesObrigada pela atenção
Não consigo anular uma reserva de uma MOBILE HOME 5 pessoas num parque da Orbitur para 7 noites
A minha reserva (nº 020200108CARVA21241423), para o Parque Campismo da Orbitur(Mira), agendada para, de 4 a 11 de abril de 2020 (férias letivas do período da Páscoa), não será possível de se realizar por ordem da tutela e porque a Orbitur irá encerrar todas as suas instalações. Assim, perante a situação em que se vive no País, coloquei diretamente a minha questão/proposta, no sentido de poder reformular esta data de reserva, definida em janeiro e calendarizada para o mês de abril. A minha proposta foi no sentido de alterar esta próxima data de abril, passando para o próximo mês de agosto (o único momento possível, pois só tenho direito a férias neste período, uma vez que sou docente), sem perder as condições contratadas e valores estabelecidos à época/momento, aquando da minha reserva inicial, em janeiro de 2020. Como não é possível atender à minha solicitação, prefiro anular a reserva e ser reembolsado do valor pago (210€), no momento da reserva atrás mencionada, no passado mês janeiro de 2020. Esta minha proposta não foi tida em consideração, pois a resposta da ORBITUR foi a seguinte e passo a citar: Em esclarecimento á sua questão, passo a explicar que a Orbitur excecionalmente está a oferecer alterações de reserva gratuitamente, com credito a 100% numa reserva posterior. Ou seja, terá que nos enviar novas datas pretendidas para este endereço de e-mail, por favor, para modificarmos as já existentes e ficará em crédito na nova estadia, o valor já pago. O valor da próxima estadia terá que obedecer ás tarifas afetas a esse período.Eu não aceito estas condições e quero ser reembolsado dos 210€ pagos, em janeiro de 2020.Sem mais e aguardando o vosso apoio para recuperar os meu 210€, subscrevo-me respeitosamente.Francisco Carvalho (conjugue de Sandra Maria Gomes Mendes Carvalho CC nº 9528493)
Contrato abusivo
Venho por este meio comunicar e pedir ajuda relativamente à impossibilidade de cancelamento de um contrato no Ginásio Fitness Up em Guimarães sem custos. Uma vez que mudei de residência e não existindo nenhum outro ginásio do clube dentro de uma área aceitável da minha zona atual de residência, pedi para cancelar o contrato. De notar que as condições de cancelamento são extremamente abusivas, não tendo em consideração um motivo mais que aceitável que é o de mudança de residência. Assim, pedem-me para pagar 60€ para puder cancelar o meu contrato. Os profissionais alegam que fui informada sobre tal situação, todavia, tal não é verdade. Disseram-me que se fornecesse 10 contactos telefónicos de amigos estaria isenta de qualquer afiliação com o ginásio, tendo aceitado e fornecido tais contactos.Face ao exposto gostaria de saber qual a melhor forma de proceder nesta situação. Se possível, cancelar o contrato sem qualquer custo.Os melhores cumprimentosAna Teresa Jardim
Cancelamento de contrato - não renovação
Boa tarde,Conforme falado, solicito o cancelamento do contrato realizado no dia 29-03-2020 por telefone.Conforme informação vossa quando liguei para a vossa linha de apoio há mais de 30 dias o contrato teria que ser cancelado até dia 01-05-2020. Liguei novamente no passado dia 23-03-2020 pelas 11h46 e fui informado de que situação seria encaminhada para tratamento.Hoje, 25-03-2020, 16h45, fui contactado pelo nº 211160654 que informou uma vez mais que a chamada iria ser gravada e a conversa começou pela tentativa de me convencer ao não cancelamento do contrato, como demonstrei não ter interesse em continuar com o contrato, foi-me dito que não poderia cancelar o contrato porque tinha que ser cancelado com 30 dias de antecedência. Informo que o débito directo irá ser cancelado no próximo dia 01-04-2020 que é quando faz os 12 meses que acordei por telefone.Solicito tratamento.Cumprimentos
TV não cumpre os requisitos apresentados e problema com a Garantia
Venho por este meio informar que a televisão que comprei não cumpre as funções anunciadas pela marca e a escolha desta marca foi exactamente por ter uma função que eu queria ( ligação à Alexa da Amazon) e nesse sentido pedi assistência técnica mas a mesma não me foi dada. Assim sendo solicitei a devolução do produto mas foi me dito que não aceitavam devoluções. Informo que tive que abrir a caixa da TV para a configurar, mas não quebrei nenhum selo, simplesmente cortei a fita cola. Eu recebi o produto no dia 23 e no dia 24 entrei em contacto com a empresa via email. Para tentar resolver o problema por outras vias,entrei em contacto com o revendedor que é de Espanha e que me informou desde logo que a Garantia só funcionava nesse território e em termos de apoio técnico também não forneceu solução.Entrei depois em contacto com o fabricante na Turquia, mas também não mostrou disponibilidade para ajudar e mandou me ligar para a linha de apoio que estaria na garantia, só que eu não recebi nenhuma garantia, somente o manual. Assim sendo e dado que foi uma compra Online e a empresa é de Mirandela e eu moro em Vila Nova de Gaia e dado que também não possui livro de reclamações electrónico, agradecia a Vossa ajuda.ObrigadoMelhores cumprimentosRui HortaEm resumo: Não funciona com as funções descritas, não tenho nenhum documento da garantia para além do revendedor me ter informado que ela só funcionava em Espanha.
Reclamação por direito a arrependimento
Exmos. Senhores,Eu, Andreia Susana Ferreira de Sequeira Barreto, venho por este meio reclamar o meu direito a arrependimento, segundo entendo como um direito meu no decreto lei 24/2014, pela encomenda de tecidos no valor de €50, que fiz na loja Vou Casar sita na Av. Bento Gonçalves N°22C em SetúbalNo sábado do dia 22 de Fevereiro de 2020, pelas 13h dirigi-me com a minha mãe à loja Vou Casar com visita marcada pela Sra. Brigida com o meu noivo. Como vamos casar, temos andado a ver os vestidos de noiva em vários sítios, tais como lojas, costureiras e sites de vestidos de noiva. Na altura avisei que seria apenas uma visita sem qualquer tipo de compromisso, uma vez que já tinha outras visitas agendadas com costureiras, quer em Setúbal, como também em Lisboa. Desde o início da visita que, comparando a recepção gentil e correcta noutras lojas por mim visitadas, fiquei muito desagradada por ter sido recebida pela Sra. Brigida que entendeu receber duas clientes ao mesmo tempo. Não só me desagradou como me deixou logo irritada pelo facto de termos que permanecer em pé longos momentos, enquanto a Sra. se fazia passear entre uma cliente e outra. Como ainda não temos data de casamento marcada, frisei várias vezes que queria apenas ver no sentido de poder decidir qual seria a melhor opção de escolha quando tomasse-mos uma decisão. Para além, de achar todo o atendimento de uma falta de profissionalismo e competência, achei a atitude da Sra. Brigida pouco correcta e impulsiva até. Uma vez que não me agradou qualquer tipo de vestido, mantive a minha posição frisando que não estava interessada em nenhum dos vários vestidos que já sentia serem impingidos pela Sra. Brigida. Sentia-me cansada e confusa de tanta pressão e desorganização causadas pela Sra., que mantinha o seu corrupio entre mim e a sua outra cliente. Já cansadas, eu e a minha mãe. Senti que a Sra. já estava a ser desagradável e sem paciência, decidi mostrar uma fotografia pesquisada na Internet para explicar qual vestido que pretendia. A Sra. Brigada mudou logo a sua atitude e voltou à carga novamente com pressão apresentado-me a costureira dizendo que também podia fazer vestidos à medida. Não achando correcto nem querendo prejudicar a costureira que já se prontificava para me tirar as medidas e sentindo-me cansada com tanta pressão e já preocupada com a minha mãe pelas longas esperas de pé e irritada pelos currupios e vai-e-vens da Sra. Brigida, decidi aceitar que me tirassem as medidas. Foi quando me foi atirado de qualquer maneira o preço do vestido no valor de cerca de €480. Fiquei perplexa quando a proprietária da loja me exigiu €200 para começar o trabalho. Mantive a minha posição de querer pensar, referindo que esta não era uma decisão para se tomar assim. Além do mais voltei a referir que queria também visitar outras custoreiras. Mais uma vez, a Sra. Brigida, volta a atacar reduzindo o valor do sinal agora para €50 para que pudesse encomendar os tecidos. Ainda assim voltei a recusar. Nessa altura e já saturada com tanta pressão e confusão causadas, a minha mãe pede para que eu aceite pagar o sinal, uma vez que já estava atrasada para outros compromissos que tinha. Senti-me encurralada e por respeito e consideração à minha mãe aceitei pagar. Ao ir levantar o dinheiro, pedi na altura ao meu noivo que viesse ter comigo e que me ajudasse a decidir, não conseguindo no entanto contactá-lo, uma vez que estava do outro lado da rua e sem sinal de Internet. Também se mostrou nervoso, não tendo gostado, desde o início da postura da Proprietária, tendo sido quase “expulso” da loja, quando apenas tinha vindo para nos cumprimentar. Senti me pressionada a tomar uma decisão que não queria fazer no momento. Pensei durante o fim de semana sobre o que se passou no sábado na loja da Sra. Brigida. fiquei muito desiludida e arrependida de ter dado os 50 euros como sinal, uma vez que não foi correcta a falta de honestidade e o oportunismo na venda com imensa pressão da parte proprietária. Pedi ao meu noivo, Victor Mendes Pires para ir à loja, na 2feira seguinte, dia 24 de Fevereiro, pedir à Sr. Brigida os 50 euros. A mesma recusou-se a devolver, o dinheiro, alegando que já tinha sido feita a encomenda, o meu noivo, por achar que a sra. Brigida poderia cançelar a encomenda, pediu á mesma que Mostrasse o pedido da encomenda ao qual a Sra Brigida se recusou. Esta sra. Alegou vários disparates como dizendo ao meu noivo para levar uma liga ou uma gravata no lugar dos 50 euros, entre os quais disse que também não devolveria, pois eu tinha gasto luz. Desta forma, gostaria como consumidora saber quais são os meus direitos e como resolver esta situação da melhor maneira possível.Aguardo uma resposta da vossa parte, sem outro assunto de momento, agradeço a atenção,Com os melhores cumprimentosAndreia de Sequeira BarretoAndreia.barreto74@gmail.com 937 427 773Lisboa, 04 de Março de 2020
A VODAFONE cortou-me o telemóvel
Há uns dias atrás a VODAFONE cortou-me o telemóvel, isto é, este já não recebe chamadas, os meus possíveis interlocutores ouvem a mensagem O nº para o qual ligou não se encontra disponível.Estamos em crise de COVID e confinamento. Pela ficha de cliente a VODAFONE sabe a minha idade (66 anos). A VODAFONE desconhece se tenho outro telemóvel por onde possa comunicar. Mas isto faz-se? A um sr. já entradote que pode necessitar criticamente de ser contactado?Um pouco cruel! Quem tomou esta decisão? Um algoritmo? Um ser humano?(Nota: estou em litígio com a VODAFONE desde 2017, uma questão de tarifas.)
DEMORA RESULTADOS BIÓPSIA
Venho por este meio comunicar que no passado dia 19 de fevereiro de 2020 dirigi -me a uma consulta de Gastrenterologia na Cuf de Sintra, pois encontrava-me a vomitar há uma semana. Visto ter uma gastrite crónica provocada pela bactéria h.pylori, o médico achou por bem remeter-me para uma endoscopia que se veio a realizar no dia 3 de março na CUF Infante Santo. Nesse mesmo dia avisaram-me que no prazo de 15 dias iria receber o resultado das biópsias realizadas. Entretanto, mesmo com a medicação os vómitos/enjoos/perda de peso e apetite continuaram até ao dia presente, 25 de março de 2020. Após o tempo de espera, liguei para os serviços da CUF por duas vezes para obter os meus resultados. Foi-me dito por duas vezes que os mesmos já estavam prontos, necessitavam apenas de assinatura médica. Além do mais, fui mal recebida por uma médica na CUF de Cascais que me disse que perante a situação de pandemia os resultados poderiam demorar muito mais. Digam -me se neste país ,de momento,não há outras doenças que precisem de apoio sem ser o covid-19??? Estou há um mês e meio em sofrimento e preciso dos resultados urgente pelo menos para saber que medidas tomar!!! Agradecida.
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