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Crédito bonificado à habitação
Venho por este meio comunicar a vossas excelências o seguinte problema, neste momento tenho um crédito a habitação do qual ando a pagar a prestação desde 2005, este ano contudo fui a uma junta médica e deram me 68% incapacidade permanente devido a doença crónica, em Fevereiro deste ano levei lhes o atestado multiusos para pedir bonificação no crédito e para ser feito um novo contrato, estou à espera até hoje 4 de Julho e já me disseram que o dinheiro que já paguei desde a entrega do documento que não é creditado, a minha pergunta é, o banco pode fazer isso? Esta já é a segunda vez que faço a reclamação e até hoje nada.
Hefesto - Sociedade de Titularização de Créditos, SA (8173)
Venho por este meio informar as que era era casado e onde tinha este crédito com a minha ex de 2000Euros.onde eu acenei os papeis uma única vez. Sim desse empréstimos pessoal sim me lembro dos 2000 euros onde pensei k estava pago. Separei me dela em 2011 onde deixei tudo. Neste momento me deparo com uma situação no banco Portugal onde está firma me pôs este ano no mês de maio a divida no banco Portugal sem eu saber da dívida exestente nunca soube nem nunca fui informado de nada.. E outra como é possível de ser crédito pessoal e no banco de Portugal está cartão de crédito onde nunca tive um cartão de crédito. Durante este anos nunca tive nada no banco Portugal porke motivo e k me posseram agora. Quero k me tirem essa dívida k eu não sabia k exestia do banco. Partiram me as pernas quero saber o k puderei fazer nunca imformas as pessoas e depois vem grandes contas para pagar. Obg pela atenção.
Problema com Domestic & General Resposta de Resolução de Reparação de APPLE IPHO 7 32 GB
Exmos. Senhores,Venho por este meio comunicar a V. Exas. o problema com a entidade Domestic & GeneralApós ter sido recebido resposta de resolução de participação de ocorrência do sinistro Seguro Nº Apólice: PS4 6123946., em 29 de junho de 2020 por telefone, em que o sinistro que comunicado não estava coberto pelo seguro, pelo que, a Domestic & General Insurance sucursal em Espanha não suportará os custos relacionados com o mesmo.Foi realizado uma reclamação, por escrito em 14-07-2020: 1. Em 4 de janeiro de 2020, foi realizado a compra de um Telemóvel APPLE IPHO 7 32 GB Black, com o nº de série: 356388105952054, no valor global de 379,00, na Radio Popular Eletrodomésticos, SA, no Torreshopping, Loja A 02, em Torres Novas.2. No mesmo dia foi subscrito contrato de Seguro com Domestic & General, com a apólice nº PS4 6123946, com o premio total de 95.88€, sendo pago em 12 mensalidades de 7.99€, com o término em janeiro de 2021, conforme documentos que fazem parte integrante do presente Ofício de Reclamação.3. O telemóvel – APPLE IPHO teve um dano acidental, caiu das mãos durante a utilização e ocorreu quebra de écran, sem qualquer outro dano visível e com pelicula de proteção não danificada.4. Foi participado a ocorrência do sinistro em 29 de junho de 2020 por telefone, sendo acionado o seguro. No mesmo dia foi realizado o pagamento por transferência bancária, do Co- pagamento de 10% do valor de compra do Equipamento Segurado no valor de 37,90€, com envio do comprovativo de pagamento por mail (sofypm@hotmail.com) e efetuado o levantamento do equipamento três dias depois.5. Em 10 de julho de 2020, receção de mail, Domestic & General, com informação, que o sinistro comunicado não está coberto pelo seguro e que não suportará os custos relacionados com o mesmo.6. Esta comunicação não é aceitável, atendendo ao Contrato de Seguro celebrado, está abrangido pela definição de cobertura de Dano Acidental.7. Em 13 de julho de 2020, por contato telefónico para a seguradora, o colaborador não pode prestar esclarecimentos nem encaminhou para a área de reclamações, somente informou sobre o conteúdo do mail recebido. Pedido de informação quanto ao Livro de Reclamações da entidade e não soube responder.8. Em 14 de julho de 2020, devolução pela seguradora do equipamento danificado e sem a devida reparação.Considerando que o Cliente está sem telemóvel, desde a ocorrência e não tendo contato disponível, qualquer contato telefónico deverá ser realizado para Silvia Pimpão – 96 6718185, NIF 201533332.Solicito a V. Exas. brevidade na resolução do problema.Pelo exposto, em virtude do cumprimento do contrato da presente apólice de seguro, apresento a V. Exas. a reclamação, passando a citar o pretendido:a) Reparação total do Equipamento, sem quaisquer problemas adicionaisb) Substituição de equipamento segurado por igual marca e modelo igual ou superior, seja colocado à disposição do seguradoc) Reembolso no valor global gasto na compra do Equipamento de € 512,78:Telemóvel APPLE IPHO 7 32 GB BlackValor global 379,00 € Premio total de Seguro 95,88 € Co-pagamento 10% valor Equipamento 37,90 € Total 512,78 €Aguardo resposta da reclamação de resolução, e o Cliente encontra-se sem telemóvel.Com os melhores cumprimentos,AssinaturaSilvia Pimpão
Cancelar seguro proteção de crédito
Venho, por este meio informar que após várias tentativas para efetuar o cancelamento do seguro proteção de crédito, visto que o mesmo é de cariz opcional. Peço mais uma vez que me enviem o formulário para o cancelamento do mesmo.Relembro que já estou a fazer este pedido pela quarta vez e até agora sem sucesso.Relembro também que por cada mês que me atrasam o envio do formulário perco 20€ na minha conta bancária, dinheiro este que me é necessário para outras contas do dia-a-dia.
Problema garantia auto
Venho por este meio pedir comprovativos da reparação e garantia das peças colocadas no automóvel Renault Megane 1.5DCi, do qual sou proprietario, com o NºContrato 9919549RD da Mapfre Warranty Red. A Mapfre recusa-se a dar garantia sobre as peças e/ou reparação efetuada e recusa-se a fornecer-me comprovativos da intervenção feita. A Mapfre informa que ao abrigo das clausulas mencionadas no livro da garantia, não tenho direito a garantia da reparação, nem tenho direito a comprovativos das peças colocadas no meu veiculo. Dizem também que o contrato foi efetuado entre a Mapfre e a empresa que me vendeu o veiculo, contudo, eu sou o proprietario do veiculo e exigo saber o que lá colocaram. O contrato de garantia pode ter sido feito entre a Mapfre e a empresa vendedora do automovel, contudo, a intervenção foi efetuada numa viatura que me pertence!
CREDITO HABITAÇÃO CGD
Venho por este meio reclamar relativamente ao crédito habitação feito na cgd. Após apresentação da simulação e confirmação da efetivação do crédito com a cgd, apenas dias antes da avaliação do imóvel me informaram que a garagem, fração incluída na certidão permanente da habitação, teria que ser escriturada à parte. Para além deste procedimento ter-me sido informado tarde, quando o processo já estava na fase final, é de lamentar que esta seja uma norma adoptada pela cgd quando não o é por outros bancos, uma vez que todas as escrituras anteriores da casa, também realizadas através de pedido e crédito, têm as duas frações incluídas. Pela falta de sinceridade e apenas na fase final, com pagamentos já realizadas me informarem disto, a cgd é um banco que não recomendo para crédito habitação.
Recusa pré-autorização cirurgia (AdvanceCare Lusitânia)
Venho, por este meio, comunicar a V. Exas. que no seguimento de exames que realizei junto de um hospital privado no final do ano de 2019, e agora complementados em Junho 2020 fui diagnosticado com um conflito femoro acetabular (problema na anca direita).-- Problema --Este é um problema aparentemente comum em atletas, e que tende a piorar se não for adequadamente tratado.No meu caso em particular, foi-me recomendado pelo médico ortopedista uma intervenção cirúrgica (artroscopia), com a maior brevidade possível sob o prejuízo do agravamento da situação.Após esta recomendação concordámos em tratar do envio do pedido para a seguradora e proceder com a marcação da mesma para o dia 4 de Agosto de 2020.-- Recusa da Seguradora --No seguimento do pedido de pré-aprovação, a seguradora recusou o pedido, alegando que este se encontra excluído do contrato por ser uma condição pré-existente ou ocorrido antes da data de inclusão no contrato.No entanto confirmei com a minha entidade empregadora que o contrato se encontra em vigor desde 2016.Validei também com o hospital que a informação enviada pelo médico refere que os sintomas foram reportados ainda no ano de 2019 pelo que não faz qualquer sentido esta recusa.-- Informação Adicional --Pude ainda confirmar que de acordo com a definição da seguradora de Acidente ou doença pré-existente é:o acidente ocorrido ou qualquer doença ou lesão, que tenha sido objeto de um diagnóstico inequívoco ou cujos sintomas eram evidentes e da qual a pessoa segura tinha ou deveria ter conhecimento, pois razoavelmente não podia ignorar, ou para a qual já recebera aviso médico ou tratamento, antes da data de início do seguro-- Conclusão --Sendo o contrato de 2016 e os sintomas reportados em 2019 e não tendo eu qualquer histórico de problemas nas ancas, podemos concluir que esta recusa não deveria ter acontecido e não está compreendida na alínea citada pela entidade seguradora.-- Situação Actual --Já tive oportunidade de falar com uma assistente ao telefone durante o dia de ontem, que perante os meus argumentos não me conseguiu justificar a recusa da seguradora.À luz desta situação concordou que o melhor seria pedirmos a re-avaliação que a mesma terá requisitado em linha. No entanto, e consultando o estado do processo no site da AdvanceCare o mesmo encontra-se ainda marcado como recusado.Este processo tem o número 98759550.Com os melhores cumprimentos,M.S.
Encerramento de conta bancária
Exmos. Senhores,No passado dia 28 de Fevereiro de 2020 enviei-vos uma carta registada onde solicitava o imediato encerramento da minha conta bancária e a transferência do saldo para a minha conta do Novo Banco. Nos finais de Junho verifiquei que Abanca continuava a enviar-me, por correio, as facturas relativas às despesas de manutenção de conta, posteriores ao meu pedido de encerramento, e nunca respondendo à minha carta registada. No dia 1 de Julho de 2020 contactei telefonicamente a Abanca expondo a minha reclamação. A funcionária que me atendeu, informou-me que deveria contactar o gestor da minha conta bancária para verificar o que se teria passado de errado. Nesse mesmo dia contactei-o por sms obtendo como resposta que o gestor de conta tinha-me enviado um e-mail no dia 13 de Março de 2020. Esse e-mail nunca chegou ao meu endereço de e-mail activo porque, conforme informação do gestor de conta, foi enviado para o meu antigo endereço de e-mail profissional. Acontece que esse endereço de e-mail foi desactivado há quase 3 anos, altura em que saí dessa empresa. O gestor de conta reencaminhou-me esse e-mail e enviou-me uns documentos para que eu preenchesse e assinasse. Ao verificar o saldo que se propunham transferir verifiquei que não estavam a considerar o saldo efectivo na data em que solicitei o encerramento de conta, mas sim o saldo correspondente à data de 1 de Julho. Contactei de novo o gestor e reclamei esse facto, pois não achava correcto que, tendo eu enviado um pedido de encerramento de conta por carta registada, para que eu tivesse a absoluta certeza que o pedido chegaria ao destinatário, como resposta me tivessem contactado para um e-mail desactivado, não havendo qualquer preocupação em confirmar se a vossa resposta tivesse chegado ao meu conhecimento. Assim, serve a presente missiva para me opor ao valor que agora pretendem transferir, não considerando que o meu pedido de encerramento da conta bancária tenha a data de 28 de Fevereiro de 2020.Aguardo a vossa resposta por escrito, em que considerem o valor do saldo bancário à data do meu pedido de 28 de Fevereiro de 2020, no prazo máximo de 8 dias.Com os melhores cumprimentos,Luís Manuel Moreno Ramos
Recusa à aceitação da resolução do sinistro
Venho, por este meio, comunicar a V. Exas, o meu descontentamento com o desfecho do processo, referente ao sinistro do Seguro Multirriscos junto ao crédito habitação. Por ser uma apólice nova (tendo inicio a 13/Março/20) e por não saber que poderia existir o problema, a vizinha do andar de baixo veio se queixar e começou a ter repasses no teto da sua casa de banho, ao nível da sanita. Perante o sucedido, solicitei um perito. O perito veio no dia 2 de Junho e a primeira coisa que fez foi verificar o apartamento da vizinha, sem que eu dissesse nada. Vim a saber que o perito solicitou todos os documentos referentes ao apartamento da vizinha deixando-a desconfortável. Ao chegar ao meu apartamento, a primeira coisa que o perito disse foi que tinha uma apólice nova. Expliquei lhe o que se passava, que o repasse vinha da zona da sanita, mas o perito embirrou que o problema vinha da banheira ignorando por completo a sanita. A banheira está toda isolada à volta, pois se apontar o chuveiro directamente para o respirador e para a torneira da banheira (como o fez) certamente que vai cair água, mas como não tomo banho com o chuveiro apontado para esses dois sítios fica difícil o cimento que esta por baixo da banheira ficar molhado. Dessa maneira, constatou que o cimento ficava molhado, mas não chegou a tocar no cimento todo para verificar se realmente estava molhado não só da peritagem. Após o sucedido chamado vários canalizadores para pedir uma segunda opinião, e todos disseram que não existia problemas na banheira, o cimento por baixo está seco, apenas constataram que poderia ser da caixa sinfónica que está por baixo da banheira que faz ligação à sanita poderia ter uma fissura ou então as tubagens de água quente/fria que poderiam ter uma fuga a meio.Concluo, que ao ser transparente com o perito e sendo a minha primeira vez que solicito assistência através do seguro, que ambos (seguro e perito) agiram de má fé pelo facto: de ser uma apólice nova, por não se darem ao trabalho de verificar a casa de banho como deve ser, desde de verificar a caixa das tubagens como a sanita, pela omissão da segunda via do relatório da GEP, dos vários contactos telefónicos e email enviados a solicitar o relatório e uma justificação da recusa do sinistro, já para não falar na demora de resposta aos emails enviados para a linha de apoio. Referente às justificações, apenas souberam dizer que o relatório constitui peça interna do processo, sendo eu a interessada e por o imóvel ser meu é uma falta de transparência não entregarem uma cópia do relatório, por ser um direito meu saber a conclusão da peritagem a outra justificação, foi o facto de dizerem que só cobram situações futuras. Perante isto tudo, sendo um problema presente e futuro, pergunto me, para que serve pagar um seguro MULTIRRISCOS, se quando solicitamos ajuda são os primeiros a limpar as mãos. Valores mais altos falam por si… Como seguradora deixam muito a desejar nos vossos serviços.Ficarei aguardar uma resposta por escrito num prazo máximo de 8 dias, a contar da data que tomaram conhecimento desta reclamação, de forma para voltarem a reabrir o processo do sinistro e atribuírem uma solução que se enquadre melhor ao meu problema presente, antes que a situação se a grave mais. Mais informo, que peritagem novas referente a este processo não deveram ser cobradas.Agradeço desde já a vossa atenção dispensada, com os melhores cumprimentos.Marlene Santos
Problema com plafond atribuido
Bom dia,No dia 04/03/2019 iniciei na clínica Vitalmadente, a operação de colocar 2 implantes dentários. Esta clínica tem acordo com a Multicare uma das razões que a escolhi e após contacto deles com a Multicare foi aprovado a operação mas apenas com o plafond normal de estomatologia de 250 euros, não me foi atribuído o plafond para cirurgias dentárias quando soube agora que numa situação igual um meu colega com o mesmo seguro de saúde lhe foi atribuído este plafond a que tenho direito.No total paguei 753 euros da cirurgia. Após reclamação com a Multicare foi me respondido através de contato telefônico que a minha reclamação não tinha fundamento, primeiro que a clínica dentária não tinha informado da operação o que refutei por ser mentira (tenho prova), depois que a cirururgia não foi efectuada em bloco operatório. Já requisitei esta recusa por escrito a Multicare.
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