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Falta de profissionalismo e caractér
Exmos Srs Contactei no dia 13/03//26 o stand Dacar Automóveis decido a uma carrinha publicitada no site da empresa (VW Caddy) no qual fui atendido pelo Sr. Carlos Costa e solicitei vídeos, fotos e informação em geral pois queria comprar a mesma. Recebi toda a informação solicitada e quis agilizar o dia para me deslocar ao stand e finalizar a compra da carrinha. Dia 14/03/26 combinei com o Sr. Carlos Costa sendo eu de Almada ir ao Stand (Porto/Trofa) buscar a carrinha no dia 15/03/26 (Domingo), pois na Segunda-Feira (Dia 16/03/26) não daria para o Sr. Carlos Costa e assim foi. Dia 15/03/2026 apanho transportes públicos: Comboio Fertagus Fogueteiro para Sete Rios, Expresso para Campanhã-Porto e Uber até à Trofa. Quando me encontro a chegar a Campanhã recebo um SMS do Sr. Carlos a informar que a viatura já estava reservada e vendida desde o dia anterior de manhã quando eu estive a falar com ele até às 19h do dia anterior e de manhã informei que iria ao seu encontro como combinado por escrito (SMS/WhatsApp). Ao chegar ao stand encontrava-se um outro colaborador de nome Carlos Santos na qual nos informa que se deu com a mesma informação sobre a viatura que eu estava interessado, expliquei a situação e este ligou ao colega Carlos Costa para nos tentar ajudar e apurar informação na qual a resposta ouvida foi «Este gajo é maluco, não combinei nada com ele!», a carrinha está vendida por outro colega!». Para meu choque não só pela má educação, péssimo profissionalismo e ética laboral pois combinou comigo, sabia que eu era de longe e iria de propósito ao seu encontro por ir buscar a carrinha. só obtive despesa, má atitude e educação, o Sr. Carlos Costa não apareceu e nem se designaram a tentar arranjar uma solução, ou uma outra viatura semelhante, ou qualquer sugestão de resolução ou atenção para o que estava a acontecer para no final fazerem-me esperar pelo livro de reclamações 20 min a ver se desistia de apresentar o meu desagrado com aquele atendimento e falta de profissionalismo.
Recusa de sinistro
Bom dia, Venho por este meio expor a minha reclamação pela recusa de sinistro (Seguro de conteúdo nºMR58243789) apresentada pela companhia de seguros Fidelidade. O meu apartamento (5º andar) foi assaltado no dia 16/12/25, foram roubadas todas as minhas peças de ouro (anéis, fios e brincos) e um par de sapatilhas Asics. A porta não foi arrombada, não houve entrada por escalamento (segundo a polícia) portanto a única forma de entrada foi pela porta principal (que esteva trançada com duas voltas). O desaparecimento dos objetos só foi detetado por nós (eu e o meu marido) no dia 18/12/25, quando foi chamada a polícia e trocado o canhão da porta de entrada. Fomos visitados pelo perito da companhia e fiz um apanhado dos objetos roubados. No dia 9/03/26 recebi um sms a dizer que o processo estava concluído, tentei tomar conhecimento da conclusão pela APP da Fidelidade e acabei por solicitar ser contactada pela companhia, contacto que aconteceu no dia 16/03/26, quando fui informada que a Fidelidade recusava o sinistro por não se verificarem os pressupostos que permitiriam acionar a referida cobertura (arrombamento, escalamento, uso de chave falsa, ameaça à integridade física) sem mais nenhum esclarecimento e que posteriormente confirmei com a receção, por acaso no mesmo dia, de uma carta da Fidelidade. Não percebo e não aceito a conclusão da Fidelidade, somos clientes da companhia desde 1999, foi a primeira vez que acionamos qualquer tipo de sinistro. Para pagar servimos, para usufruir do seguro já não servimos e nem temos o direito a uma esclarecimento detalhado para a recusa. Já apresentei no dia 17/03/26, por email, a minha reclamação à Fidelidade, mas insisto em apresentar também, a minha reclamação na Deco porque esta forma de agir da Fidelidade não é correta, se não cumprimos os pressupostos devem ser rigorosos e concretos e comunicar de uma forma clara e direta. Não cumprimos os pressupostos de roubo com utilização de chave falsa? Então quem cumpre? Como é possível provar que entraram na nossa casa, sem o nosso conhecimento, sem deixar qualquer tipo de rasto de entrada forçada, sem deixar a casa revirada, muito pelo contrário tentaram deixar tudo exatamente como estava. Temos dois filhos de 20 e 24 anos, que já não vivem connosco (estão a estudar em Paris e em Rio Maior) e na altura do assalto não estavam em Faro. O processo/queixa feita à polícia foi arquivado por falta de provas, apesar da polícia ter referido que não é invulgar a utilização de chaves mestras para entrar em apartamento e além disso, existirem provas físicas (deformação) na porta de entrada do prédio, que provam que houve utilização de força (com um ferro). Volto a questionar quais são os pressupostos que não cumprimos?? Agradeço a atenção dispensada. Com os melhores cumprimentos. Sónia Osório
Problemas contratuais e doença
No dia 03/03/2025 celebrei um contrato de adesão com a empresa “Fitness Up, Lda.”, na receção do ginásio de “VN Gaia - Sardão” (empresa “UP Gaia Lda”). O vínculo selecionado foi “52 semanas (plano anual)”, tendo-me sido atribuído o n.º de sócio 43005642. Paguei taxa administrativa, chip de sócio e fita, bem como, a inscrição. A “data de inscrição” colocada no contrato foi 04/04, no entanto, iniciei os treinos e respetivos pagamentos a 07/03. No dia 04/03/2026, através de email, solicitei a não renovação do meu plano anual. No dia 06/03, em resposta ao email, referiram: - “Verificámos que o seu plano ainda se encontra dentro do período de compromisso de 52 semanas pagas (…) é possível solicitar o cancelamento dentro deste período. No entanto, esta opção implica o pagamento de uma taxa de cancelamento no valor de 50 EUR”. - “Gostaríamos de reforçar que o vínculo do seu plano prevê o pagamento de um total de 26 quinzenas de ginásio, correspondentes a 52 semanas de adesão. Até à data, verificamos que 18 quinzenas já foram devidamente regularizadas.” Como já me encontrava doente e impossibilitado de frequentar o ginásio desde meados de janeiro de 2026 (por tempo indeterminado), solicitei um atestado médico na Unidade de Saúde Familiar. No dia 07/03, enviei novo email, com o atestado de doença (devidamente assinado) em anexo, a solicitar o cancelamento do contrato. No dia 10/03, em resposta ao email, referiram: “constatamos que o seu plano ainda se encontra dentro do período de compromisso (…) o pedido de cancelamento do contrato dentro do período de compromisso é possível. Contudo, implica o pagamento de uma taxa de cancelamento no valor de 50 EUR”.
Burla
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a uma situação que considero ser uma burla praticada pelo site "EDreams" e/ou o serviço associado "Prime anual". Efetuei uma compra no site "EDreams", onde era anunciado o serviço Prime, Contudo, durante o processo de compra, não foi devidamente destacado que estaria a subscrever um serviço anual de 89,99 €. A única menção a esta cobrança encontra-se em letras pequenas, mal visíveis, num e-mail posterior à compra — o que considero uma prática enganosa e desleal, proibida nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, que transpõe para o direito português a Diretiva 2005/29/CE relativa às práticas comerciais desleais. Mais grave ainda, esta subscrição parece resultar de uma check-box pré-selecionada, ou seja, uma forma de "compra casada", ilegal ao abrigo da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor). A prática de induzir o consumidor a aceitar condições adicionais sem o seu consentimento claro e informado é ilegal e punível por lei. Ou seja, se o cliente não tirar a seleção estará "comprando" um serviço mensal. Após contato telefónico, a empresa se negou a fazer o cancelamento e estorno total do valor, sugerindo apenas estorno de metade do valor e permanência da assinatura enganosa. Peço o estorno total e cancelamento deste plano que em momento nenhum concordei. Caso não receba resposta adequada no prazo legal, reservo-me o direito de apresentar queixa junto da DECO, da Direção-Geral do Consumidor e da ASAE, bem como recorrer aos meios judiciais competentes. Com os melhores cumprimentos,
Encomenda não recebida
Venho por este meio solicitar apoio na resolução de um litígio com a empresa Smooth Saturday, relativo a uma encomenda realizada em dezembro de 2025 (n.º 144950), no valor de 79,93€, efetuada através do site Ginova. A encomenda nunca foi entregue. Desde essa data tenho vindo a contactar a empresa, tendo recebido apenas respostas vagas relacionadas com alegados problemas logísticos, sem qualquer prazo concreto de resolução. Perante a ausência de entrega, solicitei formalmente o reembolso no dia 15 de janeiro de 2026. Até à presente data, o mesmo não foi efetuado, apesar de várias insistências e sucessivas promessas de que seria tratado com a maior brevidade possível. Entretanto, já apresentei reclamação no Livro de Reclamacoes Eletronico e exposição no Portal da Queixa, sem que a situação tenha sido resolvida. Acresce que tive conhecimento de outras situações semelhantes associadas a esta empresa, o que reforça a minha preocupação quanto à sua atuação. Solicito o vosso apoio no sentido de obter a devolução do montante pago e a resolução deste litígio.
Transferência fraudulenta
Exmos Srs No dia 2 de fevereiro de 2026 ás 22,41h, recebi um email do banco CTT com o comprovativo de uma transferência de 2900€ (em anexo), que não fiz, não autorizei nem tive qualquer ação que me levasse a facultar dados pessoais e bancários a terceiros. De imediato contactei a linha de apoio ao cliente a explicar a situação e foram cancelados cartões de débito e acesso aos canais digitais. No dia seguinte fiz a participação às autoridades cuja cópia (auto de denuncia em anexo) enviei para a gestora de conta do balcão da Praça do Município que emitiu o documento de reclamação em anexo. Até à data de hoje não tive da parte do Banco CTT qualquer resposta formal sobre o andamento do processo nem fui reembolsado do valor retirado da conta. No mesmo dia e sensivelmente à mesma hora houve uma tentativa de transferência no Millenniun BCP que não se consumou porque o BCP enviou-me uma mensagem a pedir a confirmação de uma transferência suspeita de 1990€, que obviamente não confirmei. Em face do exposto solicito a v/intervenção junto do Banco CTT para que procedam ao reembolso do valor de 2900€ uma vez que não me considero responsável pela transação fraudulenta e , atendendo ao comportamento do BCP, houve nítida falha de segurança por parte do Banco CTT. Obrigado Cumprimentos
E-mail de confirmação do NISS não recebida
Exmos Senhores, Fiz a solicitação do meu NISS dia 17/03/2026 pois estou em situação de oferta de trabalho, porém após finalização do pedido atualizei a página por engano e não consegui salvar o ID do processo e simplesmente não consigo mais saber o andamento do processo, liguei duas vezes na segurança social para ver se alguém podia consultar para mim e ninguém sabia ou não quis ajudar. Além disso o site fala que mandam email confirmando o processo e também mandam email caso o NISS seja atribuído, mas não recebi email nenhum de confirmação e minha esposa quando fez o dela também não recebeu email de que o NISS foi aceite. Deviam urgentemente atualizar o sistema de vocês pois não é bem realizado. E também, porque precisa ser obrigatório colocar ID, email e data de nascimento para verificar andamento do processo? Porque não coloca apenas nome, ou apenas email, ou apenas ID? Agora por conta disso sou obrigado a ficar indo todos os dias desta semana na loja do cidadão presencialmente só pra confirmar como ta o andamento do processo.
Falta de clareza e responsabilidade
Exmos senhores... Me chamo Willian Marcel Silveira e recentemente abri uma conta na sucursal de Mangualde, Zona de Viseu, para domicilio de ordenado, estou inscrito sob o NIF: *** para auxiliá-los a localizar minha conta que é gerenciada pelo Sr. Paulo Ferreira. Durante a abertura de conta fui informado pelo Senhor Paulo Ferreira de que o domicílio de meu ordenado me daria um valor de campanha para novos clientes de 350€, se cumprisse os requisitos, tais quais já foram confirmados pelo mesmo que os foram cumpridos, mas desde então nunca obtive o valor disponibilizado em minha conta como prometido. Já realizei diversas ligações e inclusive conversas em whatsapp (em anexo) onde o gerente de conta informa que já solicitou o crédito (350€ bônus) mas nunca há resultados. No último contacto, há uns 15 dias atrás, via ligação, o mesmo informou que seria necessário solicitar ao diretor em Lisboa (ou algo assim) para que o valor fosse disponibilizado, só que mais uma vez não obtive retorno. Desde o último contato, minhas ligações não são mais atendidas, seja no telemóvel do gerente de conta, seja no número da sucursal. Peço que isto seja resolvido de forma amigável, pois confiei na instituição e na pessoa que me abriu a conta, espero não ter que recorrer ao tribunal. Fico a disposição caso seja necessário mais alguma informação complementar para chegarmos a um consenso.
Falta de clareza e responsabilidade
Exmos senhores... Me chamo Willian Marcel Silveira e recentemente abri uma conta na sucursal de Mangualde, Zona de Viseu, para domicilio de ordenado, estou inscrito sob o NIF: 329632574 para auxiliá-los a localizar minha conta que é gerenciada pelo Sr. Paulo Ferreira. Durante a abertura de conta fui informado pelo Senhor Paulo Ferreira de que o domicílio de meu ordenado me daria um valor de campanha para novos clientes de 350€, se cumprisse os requisitos, tais quais já foram confirmados pelo mesmo que os foram cumpridos, mas desde então nunca obtive o valor disponibilizado em minha conta como prometido. Já realizei diversas ligações e inclusive conversas em whatsapp (em anexo) onde o gerente de conta informa que já solicitou o crédito (350€ bônus) mas nunca há resultados. No último contacto, há uns 15 dias atrás, via ligação, o mesmo informou que seria necessário solicitar ao diretor em Lisboa (ou algo assim) para que o valor fosse disponibilizado, só que mais uma vez não obtive retorno. Desde o último contato, minhas ligações não são mais atendidas, seja no telemóvel do gerente de conta, seja no número da sucursal. Peço que isto seja resolvido de forma amigável, pois confiei na instituição e na pessoa que me abriu a conta, espero não ter que recorrer ao tribunal. Fico a disposição caso seja necessário mais alguma informação complementar para chegarmos a um consenso.
O roubo do meu carro nesta oficina
Eu no dia 04/03/2026 liguei para a minha seguradora para encaminhar o meu carro através do seus serviços de reboque para esta oficina auto rampa 2001, no qual 24 horas de pois o vidro do meu carro é partido o dono / responsável pela oficina me ligou a dizer senhor João temos uma má notícia para lhe dar o vidro do seu carro foi partido e eu indignado disse sim mas agora quem vai para ele virou se para mim e disse o seguinte também não será o vidro o grande problema aqui. 48 horas de pois o meu carro é roubado dele tiraram os seguintes bens o volante as quatro rodar os bancos da frente e os dê traz os sensores de estacionamento traseiro cortaram me os fios neste mesmo dia chamei a polícia para fazer o auto de ocorrência sobre a situação e mande uma mensagem para o senhor Jorge a pedir que o mesmo se responsabilize uma vez que o carro foi deixado na responsabilidade do proprietário da oficina no qual e me respondeu da seguinte forma deixo em baixo Exmo. Senhor João Matos, Acusamos a receção da sua mensagem e dos documentos que entendeu remeter. Cumpre esclarecer, de forma clara, que a descrição e interpretação que faz dos factos não corresponde à realidade. Em primeiro lugar, a alegada “marcação” a que faz referência corresponde a uma reserva automática efetuada por si próprio através do sistema online disponível no website da oficina, sistema esse que gera automaticamente uma confirmação eletrónica sem qualquer intervenção humana da oficina. Tal confirmação não constitui aceitação da reparação, nem a assunção da obrigação de guarda e vigilância da viatura ou de parqueamento dela, nem a assunção de qualquer responsabilidade pela respectiva integridade e conservação. Em segundo lugar, o documento do transportador/reboque que remeteu não contém qualquer declaração de assunção de responsabilidade pela oficina, nem refere que a viatura tenha sido entregue “à guarda” da oficina. Do mesmo documento resulta, aliás, que a descarga foi assinalada em “BASE” e não em “OFICINA”, não existindo qualquer menção da entrega da viatura sob a responsabilidade da oficina, sendo certo que a mesma foi descarregada na via pública. Em terceiro lugar, a viatura foi deixada sem contacto prévio direto com a oficina, tendo sido posteriormente indicado por V. Exa. que pretendia apenas a elaboração de um orçamento de reparação. Após observação inicial, foi-lhe comunicado em 06/03/2026 de manhã que a oficina não aceitaria a execução do serviço, tendo sido solicitado o levantamento da viatura com a maior brevidade possível. As chaves permaneceram na oficina, por acto de mera cortesia, apenas até que V. Exa. procedesse à recolha da viatura. Acresce que a viatura encontrava-se imobilizada no local em que foi descarregada , não sendo possível movimentá-la por causa dos danos que havia sofrido aquando do acidente. Acresce por outro lado que V. Exa. foi avisado, no dia 7 de Março de 2026 , logo pela manhã, que a viatura havia sido assaltada nessa noite e que evidenciava o vidro da porta do condutor partido, pelo que só por manifesta falta de zelo e diligência da sua parte é que a viatura não foi,nesse mesmo dia , retirada por si do local e enviada para lugar seguro, a fim de evitar o previsível alastramento dos danos decorrente duma repetição do assalto nos dias seguintes. Nestas circunstâncias, a oficina não aceita nem assume qualquer responsabilidade pelos atos de vandalismo/furto/ roubo de que a viatura foi alvo, responsabilidade essa que, uma vez mais, rejeita expressa e veementemente. Sem prejuízo do exposto, e como desde o início tem sucedido, a oficina mantém total disponibilidade para colaborar com as autoridades, seguradoras e demais entidades competentes, facultando toda a informação necessária ao apuramento da verdade. Com os melhores cumprimentos, Em relação o prejuízo do carro e dos danos do memo podendo ultrapassar os 23 mil euros.
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