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Reembolso não recebido
Continuo á espera da devolução do dinheiro desta encomenda: Nº do pedido: SOW25/7368 Data do pedido: 14/06/2025 Cancelado devido a falta de stock: 04/07/2025 Pend. reembolso: 75,94 em 19/07/2025
Produto encomendado descontinuado
Encomenda VKZZBFBSF: Fiz uma encomenda/compra, na Sklum, no dia 21 de Janeiro de 2026. Fui contactada pela Sklum, mail assinado por Paulo Lopes, no dia 17 de Fevereiro, para dar conta de que a mesa Rectangular dining table 200x100 cm in acacia wood and steel Milet - Cor : Madeira Reciclada, não existia em stock para enviar com o restante pedido e para solicitar troca por outro artigo ou solicitar o reembolso do valor da mesa de jantar encomendada. Fui novamente contactada para fazer a alteração do artigo ou pedir reembolso. Respondi que aguardaria pelo posterior envio da mesa, ao que esse funcionário respondeu que a mesa não voltaria a estar disponível. Pedi a troca pela mesa Acki, conforme me garante a lei do consumidor, o direito a troca por outro artigo escolhido pelo cliente, uma vez que incumpriram o acordo comercial que têm comigo, ao venderem um artigo indisponível para sempre, sevundo informado. E esse direito também foi reconhecido pela Sklum, quando me enviaram os mails a solicitar a troca ou pedido de reembolso. Solicitei a inclusão da mesa Acki (REF: 149758-322602 204,95€) e o reembolso dos 100€, já que não me foi permitida a inclusão de outros artigos para fazer a compensação da diferença do valor mencionado. No dia 20/02, recebi a confirmação, por escrito, de que a mesa tinha sido integrada na encomenda, e estava realmente integrada na área reservada, conforme verifiquei, e de que o reembolso (100€ de diferença) seria efectuado através do mesmo método de pagamento. Mais tarde, este mesmo funcionário informa, arrogantemente, de que não irão substituir a mesa, como se ele fosse legislador, ou a Sklum, e como se não existissem regras em Portugal ou na União Europeia. Acresce a tudo isto que criaram uma incidência, por mim, escrita na primeira pessoa, sobre um artigo da Create, que comprei nessa mesma encomenda da mesa e, que era suposto seguir TUDO NUM ÚNICO ENVIO A PARTIR DE DIA 22 DE ABRIL. Mais um incumprimento, pois enviaram isoladamente, sem o agendamento prévio, violando uma vez mais o acordo comercial, pois paguei entrega especializada, o que obriga agendamento prévio com o cliente. Relativamente à criação de uma incidência escrita na primeira pessoa, o dito funcionário teve o desplante de afirmar que é um procedimento comum e correcto. Desde quando escrever uma incidência como se tivesse sido eu a escrevê-la é um procedimento comercial correcto????? Agradeço rápida resolução, inclusão da mesa Acki (REF: 149758-322602 204,95€) no meu registo de encomendas, e que me seja enviada, assim que esteja disponível (4-6 meses), nos mesmos moldes de entrega - entrega especializada - mas, neste caso, sem custos, pois é algo que me é alheio de responsabilidades, pois não tenho culpa que me tenham vendido um artigo indisponível, para sempre, segundo informado). Reclamei na plataforma Trustpilot, e o Apoio ao Cliente respondeu com grande brevidade, afirmando que iria analisar todos os pontos abordados. Para meu espanto, recebi a informação, na minha conta bancária Revolut, de que tinha um reembolso agendado, no valor de 304,95€, em vez dos 100€. A Sklum decidiu, na vez do cliente, qual era a escolha, e continua sem resolver a questão. Em nenhum momento optei pelo reembolso dos 304,95€, solicitei sim a troca por outra mesa. E entendo que como não foi um problema criado por mim, tenho o direito à troca, e à entrega do bem, nos mesmos moldes, ou seja, com estrega especializada (agendamento prévio) e sem custos para mim, pois não tenho culpa de que tenham à venda artigos descontinuados. A Sklum, deu como "solução" um desconto de 15% numa próxima compra. Desde quando um desconto de 15% resolve a encomenda da mesa de jantar, desde quando é uma opção prevista na Lei, e desde quando facturar com os próprios incumprimentos é ético?? Continuo a aguardar que esta empresa se digne resolver este incumprimento e atitudes de má fé. As leis existem e são para ser cumpridas, não passadas por cima, como esta empresa faz. Atentamente, Mafalda Botelho
Reclamação sobre falta de clareza na adesão ao eDreams Prime
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à forma como é apresentada a adesão ao serviço Prime no momento da reserva. Durante o processo de compra, a informação relativa à subscrição do Prime não é suficientemente clara nem transparente, podendo facilmente induzir o cliente em erro. Em nenhum momento me foi apresentado de forma inequívoca que estaria a aderir a um serviço de subscrição com custos associados, nem as respetivas condições foram destacadas de forma evidente. Considero que a comunicação utilizada não é suficientemente explícita quanto à natureza da adesão, aos encargos futuros e às condições de cancelamento, o que compromete uma decisão informada por parte do consumidor. Solicito, assim, que revejam esta situação e esclareçam: Em que momento concreto foi considerada a minha adesão ao serviço Prime; Que informação foi disponibilizada de forma clara e destacada antes da confirmação; Quais as opções imediatas para cancelamento e eventual reembolso, caso aplicável. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível. E pretendo um reembolso integral. Com os melhores cumprimentos, Joana Marta.
Cobrança Irregular
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO PROteste relativamente a uma situação que considero abusiva e lesiva dos meus direitos enquanto consumidora. A minha filha, Carolina Carnielli, celebrou contrato de subarrendamento de um quarto em Lisboa com a empresa MODORAMO – Gestão Imobiliária, Unipessoal, Lda. No início do contrato foi pago o valor de €400,00 a título de caução, valor que até ao momento não foi devolvido.No momento da entrada no imóvel, foram realizados vídeos e fotografias que comprovam o estado do quarto. Não foi identificado qualquer dano relevante além de marcas compatíveis com desgaste normal de utilização. O contrato estabelece que, no momento da restituição do imóvel, deveria ser realizada vistoria na presença do(s) subarrendatário(s), com elaboração de auto descrevendo eventuais anomalias e fixação de prazo para correção (ponto 9 do contrato). Contudo, no momento da entrega das chaves, não houve vistoria presencial, nem foi elaborado qualquer auto ou concedido prazo para eventual reparação. As chaves foram entregues no dia 15 de janeiro, embora o contrato terminasse apenas a 31 de janeiro (tendo sido solicitada a entrega antecipada por iniciativa nossa, pois minha filha já estava fora do apartamento desde o dia 18 de dezembro por questão de férias). Apenas no dia 20 de fevereiro fomos informadas da existência de alegados danos. Até ao presente momento (dia 02/03/2026): - Não nos foi enviado relatório formal; - Não foram apresentadas fotografias comprovativas; - Não foi concedido prazo para correção; - A empresa insiste na cobrança automática de €99 por alegado dano, acrescido de outros valores; - A caução de €400,00 permanece retida. Tememos que a caução venha a ser indevidamente utilizada ou parcialmente retida sob alegação genérica de realização de obras ou reparações, sem que exista comprovação formal dos danos ou cumprimento do procedimento contratualmente previsto. Importa referir que o próprio contrato estabelece que o arrendatário responde apenas por danos decorrentes de culpa ou negligência, ressalvando expressamente o desgaste proveniente da normal utilização e do decurso do tempo. Reitero que não estamos a nos furtar de qualquer responsabilidade. Pelo contrário: caso exista algum dano, de verdade, efetivamente comprovado e que não decorra de desgaste normal, estamos totalmente disponíveis para proceder à respetiva reparação, conforme previsto no contrato. Apesar disso, a empresa recusa-se a agendar vistoria presencial e insiste na cobrança sem apresentação de prova concreta (fotos com laudo). Adicionalmente, tomámos conhecimento de que outros locatários estão enfrentado situação semelhante com a mesma empresa, envolvendo retenção de caução e alegações genéricas de danos após a saída do imóvel, o que nos causa ainda maior preocupação. Consideramos que: - Não foi cumprido o procedimento contratual obrigatório de vistoria; - Não nos foi dada oportunidade de contraditório; - Está a ser aplicada penalização sem prova formal; - Existe risco de retenção indevida da caução. Diante disso, sentimos que estamos sendo burladas pela empresa e solicitamos orientação e eventual intervenção dessa entidade para análise da situação e defesa dos nossos direitos enquanto consumidoras. Ficamos ao dispor para demais esclarecimentos Com os melhores cumprimentos, Cirlene Carnielli 966 000 719 cirlenecarnielli74@gmail.com
Má instalação de placa de indução
Exmºs Senhores Aderi ao Programa E-Lar parta a aquisição de uma placa de indução, tendo-me sido atribuído o VOUCHER nº 1152876890. Fiz a aquisição da placa na empresa Eletro Sacavém de António A. Maio, Lda, com o contribuinte nº 500344795, Fatura Recibo nº 1518. No dia 14 de fevereiro, de 2026 foi efetuada a instalação pelo Técnico enviado pela referida empresa. Após o uso no dia a seguir constatei que na parte biselada da Placa de Indução a mesma estava lascada, conforme fotografia anexa. Ao percecionar esse bocado partido, também constatei que a placa não ficou devidamente assente na pedra de granito, tendo esta em toda a volta uma folga de 3/4 mm, alegadamente, razão pela qual a mesma pode ter lascado na parte mais fraca (biselada) uma vez que o vidro depois de aquecido dilata, tendo em conta que usei devidamente a placa, não tendo deixado cair qualquer objeto sobre a mesma. Fui pessoalmente à Eletro-Sacavém, questionar se porventura a instalação teria sido a mais correta, uma vez que a placa não se encontra devidamente encostada à pedra, tendo sido admitido que a placa deverá estar encostada à pedra, tal como constatámos nas que se encontravam em exposição. Ficaram de arranjar uma solução para a situação. Contudo, ontem a referida empresa enviou uma mensagem onde comunica que após consulta ao Técnico que a instalou, não verificam qualquer desnivelamento. Perante esta confrontação solicito uma resolução da situação.
Emissão de recibo de condominio
A Empresa Jas Condominios Lda encontra-se desde o dia 14 Janeiro para emitir o recibo de condominio referente aos valores Pagos, após sucessivos emails e telefonemas o mesmo continua sem ser emitido.
Reclamação formal – avaria recorrente no painel | LG DF325FPS
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à máquina de lavar loiça da marca LG, modelo DF325FPS, adquirida em 30 de março de 2023 na loja Worten. O referido equipamento já foi sujeito a três intervenções técnicas ao abrigo da garantia, todas motivadas por falhas no painel de controlo, conforme se descreve: 1.ª intervenção – 18/06/2024 Sintomas: falhas no painel de controlo da máquina Solução aplicada: substituição do painel 2.ª intervenção – 27/03/2025 Sintomas: falhas no painel de controlo da máquina Solução aplicada: retificação dos cabos que ligam a máquina ao painel com fita isoladora 3.ª intervenção – 19/02/2025 Sintomas: falhas no painel de controlo da máquina Solução aplicada: retificação dos cabos que ligam a máquina ao painel com fita isoladora Cumpre salientar que se trata de três ocorrências do mesmo defeito, sendo que as duas últimas intervenções consistiram exatamente na mesma solução técnica, o que demonstra claramente a existência de um defeito recorrente no painel de controlo ou na sua ligação, sem que tenha sido apresentada uma solução definitiva. Após a terceira intervenção, realizada recentemente, o painel encontra-se de momento funcional; no entanto, atendendo ao histórico de ocorrências, existe um fundado receio de que a avaria volte a repetir-se, sobretudo tendo em conta que o período de garantia termina em 30 de março de 2026. Mais informo que, no sentido de resolver esta situação de forma célere e extrajudicial, contactei telefonicamente os vossos serviços nos dias 5 e 9 de fevereiro, tendo sido informado de que, em paralelo com o pedido de reparação, seria efetuado um pedido interno para que um supervisor entrasse em contacto comigo, o que até à presente data não ocorreu. Considero igualmente inaceitável e difícil de compreender, tratando-se de uma marca de renome como a LG, que após três ocorrências do mesmo problema não tenha sido apresentada uma solução definitiva, nem demonstrada qualquer preocupação em acompanhar a situação de um cliente que já reportou reiteradamente a mesma avaria. Relembro que nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que regula os direitos do consumidor em caso de falta de conformidade dos bens, a repetição da mesma avaria após várias reparações configura uma situação de desconformidade persistente, assistindo-me o direito a exigir uma solução definitiva. Face ao exposto, solicito que me seja apresentada uma solução definitiva e preventiva para esta situação, nomeadamente: - a substituição do equipamento por outro novo de características equivalentes, ou, em alternativa, - a resolução do contrato com restituição do valor pago, conforme legalmente previsto. Mais informo que disponho de toda a documentação comprovativa das intervenções técnicas efetuadas, bem como da fatura de aquisição do equipamento, documentação essa que se encontra anexada a esta reclamação. Agradeço resposta. Com os melhores cumprimentos, Tiago
Reembolso bilhetes
Boa tarde Comprei um bilhete para ver o espetáculo da Joanna no Patio da Gale e este foi alterado do dia 13/DEZ para o dia 15/DEZ no Casino Estoril, recebi email com a alteração e caso não fosse possivel ir, deveria enviar os dados bancarios para o reembolso no mesmo dia. Respondo que seria impossível ir nessa data e peço o reembolso com todas as informações pedidas. Respondo no mesmo dia do aviso da alteração a 10/12. A 06/01 envio novo mail a solicitar o reembolso, sem resposta. 23/01 novo mail meu e respondem que vão passar o assunto ao departamento financeiro. 10/02 continuo sem resposta e reembolso e envio novo mail. Sem resposta. 24/02 novo mail a solicitar informação e respondem a dizer que vou ser reembolsado nessa mesma semana. Estamos a 02 de Março e continuo à espera do reembolso. Preciso de resposta urgente e o reembolso que é meu de direito! Data de ocorrência: 2
Domicílio fiscal
Caros Senhores, A minha esposa fez uma compra de eletrodomésticos na Darty, com a opção de sem juros durante dez meses, tendo o crédito sido aprovado. Agora o CETELEM está a pedir um comprovativo de morada baseada nos serviços de utilidade, só que todas essas faturas não se encontram em nome dela, foi apresentado a declaração de domicílio fiscal das finanças, só que esta não é aceite pela entidade credora, afirmando que futuros créditos serão recusados. Pode o CETELEM recusar a morada fiscal com o documento retirado do portal das finanças? Com os meus melhores cumprimentos. Jorge Alves Associado nº 7232928-26
Problemas urbanísticos
Em outubro de 2024 adquiri um apartamento na Bobadela através da RE/MAX Bobadela. Durante o processo de financiamento bancário, o avaliador identificou que existia uma área do apartamento correspondente a um logradouro que foi coberto por anteriores proprietários e que esses metros quadrados não constavam na caderneta predial. Antes da escritura, enviei um e-mail à agência RE/MAX a pedir esclarecimentos sobre essa discrepância. A agência respondeu por escrito garantindo que se tratava de um processo simples de regularização, que assumiria a responsabilidade pela situação e que suportaria os respetivos custos após a escritura. Com base nessa garantia escrita, avancei para a assinatura da escritura. Após a compra, a RE/MAX alterou completamente a sua posição, recusando assumir qualquer responsabilidade. Alegaram que eu tinha conhecimento da situação e que, ao ter avançado com a escritura, a responsabilidade passou a ser exclusivamente minha. Entretanto, fui confrontada com notificação da Câmara Municipal relativa a irregularidades urbanísticas e estou atualmente a suportar despesas com arquitetos, advogados e processos de tentativa de legalização. Os custos são elevados e colocam-me numa situação financeira difícil. Considero que houve: • Falta de transparência e informação completa antes da venda; • Garantia escrita que não foi cumprida; • Violação do dever de informação e boa-fé na mediação imobiliária. Solicito a intervenção da DECO para defesa dos meus direitos e para que a RE/MAX seja responsabilizada pelos custos de legalização e demais prejuízos causados.
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