Reclamações públicas
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Devolução do valor pago
Ofereceram-me um conjunto da Pandora, de 4 peças, 1 fio e 3 pendentes. não gostei de 2 dos pendentes e fui ao site ver que peças havia para ir a uma loja fazer a troca. Não gostei de nada mas mesmo assim dirigi-me a uma loja, voltei a ver e não gostei de nada, pedi então a devolução do dinheiro pelo mesmo meio que tinha sido pago, disse-me a gerente da loja do Colombo que era política da empresa, não devolverem o dinheiro. Só emitiam vales, e que isso estava descrito no talão, talão esse que só é dado quando o consumidor paga, e quem recebe a prenda não tem conhecimento disso.Expliquei isso à gerente, e expliquei também que essa informação não está visível em qualquer parte da loja (das lojas) e que isso era enganar o consumidor, ela insistiu que não devolviam o dinheiro. Pedi o livro de reclamações e reclamei. Não acho correto e acho que cada caso é uma caso e devia ser avaliado como tal. Gostaria de ver esta situação resolvida, uma vez que me obrigam a ficar com um vale e gasta-lo no prazo de 6 meses. A lei geral do consumidor diz afirma que o consumidor tem 14 dias para quebrar um contrato ou devolver algo que comprou e o seu dinheiro é devolvido. Gostava mesmo de ver esta situação resolvida.
LOGITRAVEL - INFORMAÇÃO AMBÍGUA E ENGANOSA
A Empresa Logitravel.pt oferece produtos e promoções atrativas.Recentemente, sinto que fui enganado na aquisição de um produto: ilha de Creta: Voo+Hotel+Aluguer de carro, mais concretamente no voo.Ao proceder a todos os trâmites para aquisição do produtos, são-me, inicialmente, fornecidas informações relativas ao voo e ao hotel. Na indicação do voo, a Logitravel refere que a informação relativa à bagagem será disponibilizada no passo seguinte. E assim foi. No passo seguinte, selecionei o acréscimo de bagagem para cada um dos passageiros: mais 40 euros por PAX para inclusão da bagagem. Aproveitei, também, e selecionei lugares nos voos, extra pelo qual paguei.Após ter pago a primeira de três prestações da totalidade do produto, recebi o e-mail de confirmação, já com a reserva do voo feita e paga. Consultei a companhia aérea, usando a referência disponibilizada pela Logitravel, e qual não é o meu espanto: verifico que não havia sido acrescentada bagagem de porão, como eu entendi que seria, de acordo com a minha pretensão, conforme referi.A informação que a KLM apresenta éA sua bagagemPassageiro 1 0 peça(s) Bagagem de porão1 bagagem(ns) de mão + 1 acessórioPassageiro 2 0 peça(s) Bagagem de porão1 bagagem(ns) de mão + 1 acessórioPerante esta triste constatação, contrária ao meu desejo e ao que efetivamente selecionei, aquando da compra online, contatei a Logitravel, e recebi a seguinte mensagem, no dia 1 de março:«No seguimento da sua consulta informamos que nos voos reservados nao inclui bagagem de porao.»Tentei adquirir bagagem no site da companhia da qual a Logitravel se serviu para a aquisição dos bilhetes, mas não consegui. Contatei telefonicamente a KLM e recebo a informação de que o bilhete, embora emitido pela KLM, será realizado, na ida e volta, por quatro companhias aéreas diferentes, mas parceiras, e que caberia à agência que me vendeu o bilhete tratar a aquisição da bagagem. Entrei, de novo, em contato com a Logitravel, através de mensagem escrita e por telefone. Fui informado, no dia 2 de março, de que estariam a resolver a situação. Hoje, dia 6 de março, recebi a informação de que poderão acrescentar para 1 dos 4 percursos bagagem de porão pelo valor de 25E por PAX. E os outros 3 percursos? Não foi esse o serviço/produto que comprei online e que o portal da Logitravel nos disponibiliza.Não poderia deixar de reclamar e expressar a minha indignação perante a situação, que, além de enganosa e pela qual me sinto lesado, é no mínimo inusitada.Como conseguem adquirir os bilhetes aéreos num ápice? 5 minutos após o 1.º pagamento? Por que razão não informam o cliente das várias companhias que integram a parceria da qual emitirá o bilhete? Se a rapidez na aquisição do bilhete foi tal, porque não é tão rápida a resolução do assunto em apreço?
Cobrança de uma comissão sobre cash advance sobre um pagamento com cartão VISA
Paguei, via plataforma Paypay, um valor de 6,60 euros com o cartão de crédito (referência 592089) no dia 6-5-2017. Na declaração anual de encargos confirma-se que foi cobrado uma comissão sobre cash advance no valor de 4,21 euros em que a CGD esclareceu estar associado ao movimento na plataforma Paypay.Estabeleci contactos com a Paypay e CGD. Recebi as seguintes respostas:Paypay - este pagamento trata-se de um pagamento por referência normal e não de um Cash Advance.Deveria ter sido debitado apenas os € 6.60.Deverá solicitar ao seu banco a devolução.CGD - No âmbito da questão colocada, a informação que lhe foi prestada pelo comerciante não é exata.De acordo com o esclarecimento que nos foi apresentado, a forma como o comerciante em causa processa a transação, dá origem à cobrança desta comissão. Por outro lado, está definido pela SIBS que para este tipo de comerciantes (relacionado com o CAE do comerciante e plataforma de transações efetuadas), são cobradas as comissões de utilização do cartão.
Experiencias/actividades disponíveis online mas que não são suportadas pelo parceiro
Ofereceram-me voucher da Odisseias (número 757698646 comprado em 10-12-2017 e válido por 2 anos).Ao fazer o registro do voucher e o booking online da actividade escolhida foi aceite e guardei screenshoots do que a actividade continha e da confirmação do meu booking. No mesmo dia, fui informada pelo parceiro que iria providenciar a actividade que a mesma já não é válida. Enviei email para Odisseias (Processos 93615 e 93212) ao que me dizem primeiro que só as actividades online são válidas, ao que respondo que fiz o booking no site da Odisseias. E depois de algum tempo me respondem que a única opção é escolher outra actividade suportada pelo mesmo parceiro, ou escolher outra (sendo que nem os passos a seguir me foram explicados, dado que online o meu voucher já está assinado a uma actividade/booking). Pedi para me ser feito o reembolso do dinheiro do pacote ao que dizem que o mesmo já não está válido para devolução. Eu acho que tenho toda a legitimidade para pedir o reembolso, dado que eles fizeram a publicidade de algo que não pode ser providenciado. Que a lista de atividades/experiências esteja sempre a mudar é compreensível. O que não é compreensível é como não actualizam o site online indicando a ressalva/menu de actividades não válidas, dado que a mesma pode ter deixado de ser válida quando um certo número de catálogos/pacotes foram vendidos nos entretantos. Isto sim era um bom customer service. Por isso e por não ser a primeira vez que me sinto lesionada com empresas deste género, pedi o o reembolso do dinheiro.
Show cancelado
Comprei ingressos para o show da Shakira que aconteceria no dia 22/11/2017 o mesmo já foi pago através de cartão de crédito. A empresa alega que o show não foi cancelado e sim reagendado, mas nem ao menos tem data remarcada. Entrei em contato com a StubHub e não me deram a opção de devolver o meu dinheiro(nº da reclamação 3X6B1Q2X7G32)sendo que o referido show não aconteceu! Fiquei sem ver o show e ainda perdi o valor que foi pago! Entendo que a artista ficou doente, mas deveriam tratar nós consumidores com mais respeito.
Objeto desaparecido dos perdidos e achados
Venho desta forma apresentar esta queixa, com a finalidade do ginásio Fitness Hut se responsabilizar pelo desaparecimento dos meus phones vermelhos.Sabendo que o ginásio não se responsabiliza pelo desaparecimento de objetos, existe aqui uma situação grave. Hoje ao chegar para treinar, questioneo o funcionário. .......,que me confirmou, que ontem lhe entregaram os meus phones e que este os entregou ao Segurança com o nome.........., Este senhor disse-me que colocou os phones no departamento de perdidos e achados do ginásio. Sendo assim, falei com a Senhora Responsável ............, que me informou que os phones não estavam e que nada podia fazer, porque os phones desapareceram de onde foram guardados.Alguém tem de assumir responsabilidades.
Impedimentos abusivos a desvinculação do contrato
Estou inscrita no ginásio Clube VII ha muitos anos. A minha inscrição no ginásio encontrava-se suspensa desde o passado mês de abril de 2017 ate 30 de setembro pagando as taxas de suspensão com pontos do ginásio (sistema de pontos do clube VII). Durante esse periodo suspendi a minha vinculação ao ginásio por nao disponer de tempo livre para practicar desporto (tenho dois filhos de menos de 3 anos e pouco tempo livre, alem de estar gravida, os primeiros 3 meses com gravidez de risco, e, nestes momentos, de 25 semanas) assim como por me encontrar fora de Portugal a maior parte do tempo (sou espanhola e paso grandes períodos em Espanha com a minha familia). Nessa altura optei pela suspensão e nao desvinculação do ginásio com a esperança de poder voltar depois dela a treinar mas na practica isso nao e possivel, ja no fim do segundo trimestre de gravidez, sem ter feito exercício nos últimos dos anos e com uma cesariana programada para o mês de janeiro, pelo que antes de finalizar o periodo de suspensão no dia 30 de setembro enviei um mail a minha gestora de sócios (Ilse Viana) a solicitar a minha desvinculação do contrato. Se eu tiver praticado desporto antes da gravidez poderia permanecer com a practica (contudo, com cuidados redobrados) mas, nestes momentos, quase a entrar no terceiro trimestre de gravidez, e tendo levado uma vida sedentária sem ter feito qualquer rotina de exercício em dois anos, nao e o momento de iniciar aulas de grupo ou qualquer rotina de exercício nova. Só poderia iniciar a practica de exercícios físicos muito leves e moderados como caminhada na passadeira (de inicio 15 minutos) ou hidroginástica. Não poderia fazer os exercícios que acostumava a fazer no ginasio ha 2 anos quando usufruía das suas instalações e aulas (correr e aulas de spinning, sobre tudo) e o objecto do contrato ficaria reduzido a usufruir de modalidades que nao gosto nada (hidroginástica) ou pelas quais ninguém pagaria a quota dum ginasio (caminhar menos de 30 minutos na passadeira, sendo que e melhor caminhar ao ar livre). Não podendo usufruir da grande maioria de actividades que oferece o ginasio nos próximos (mínimo, considerando a cesariana) 6 meses optei pela desvinculação do contrato e assim manifestei por escrito a minha vontade a minha gestora de sócios. A resposta do ginasio tem sido a de por travas no processo de desvinculação, solicitando um certificado medico conforme NAO posso fazer exercício nenhum sendo que esse nao e o ponto relevante (eu posso caminhar o que e considerado exercício mas nao posso usufruir da maior parte dos seus serviços ja que para practicar as actividades que acostumava a practicar ha 2 anos e a maior parte das que oferecem no ginasio e levam aos sócios a aderir ao mesmo sim precisaria de autorização medica). O ginasio nega-se a processar a minha desvinculação e pretende cobrar as mensalidades ate eu fornecer o tal certificado. A próxima marcação com a minha obstetra e so em novembro e acho um abuso eles exigir que eu marque de novo uma consulta com ela (100 euros paga) para pedir um papel que nao devia ser preciso para tramitar a desvinculação. Eu ja enviei ao Clube VII informação medica acreditativa da minha gravidez e isso devia ser prova suficiente para eles processar a minha desvinculação (uma gravida no segundo trimestre de gestação que tem levado uma vida inactiva durante os últimos 2 anos nao deveria ter problemas em tramitar a sua desvinculação do ginasio, sendo que nao vai poder usufruir do objecto do contrato durante um tempo significativo). Assim, tambem tenho solicitado copia do meu contrato de adhesao mas ignoram a minha peticao recusandose a enviar copia do mesmo o que acho um abuso da sua posição contractual.
Falta de transparência e mau profissionalismo
Aquando da assinatura do contrato questionei sobre a possibilidade de realizar mudança de horário a qualquer momento dado a minha instabilidade profissional (Bolseira de Investigação). Tendo-me sido informado que o poderia realizar essa operação a qualquer momento e sem qualquer tipo de custo adicional. No dia 6/10/2017 quando me dirijo ao Solinca Constituição exigem-me o pagamento de 40 euros extra, valor este nunca mencionável em contrato e nunca alertado pela comercial. Além disso, revelaram falta de profissionalismo no tratamento da minha questão, nunca tentando solucionar o meu problema. A reclamação foi apresentada no livro de reclamações e a própria entidade nem o cabeçalho a que lhe pertence se dignou a preencher.
Incumprimento do serviço de baptizado
Eu e o meu marido marcámos o batizado da nossa filha para 30 de Setembro no Solar dos Príncipes e pagamos o sinal no valor de 800€ a 18 Fevereiro de 2017. Depois disso, no mês de Junho reunimos para definir a ementa. Dia 27 de Julho, altura em que o meu marido estava de licença de parentalidade no norte do país, fui contactada pelo dono da empresa, Henrique Pereira, para nos reunirmos para me fazer uma proposta. Reunimos no dia seguinte, dia 28. Foi nesta data que fui informada que tinha havido sobreposição de eventos, e só se deu conta na semana anterior quando apareceu o casal que ia casar no mesmo dia do baptizado. Assim, ele pedia-me que mudasse a data do Baptizado, que recusei de imediato. Em alternativa fazia o baptizado noutro local com o serviço de Catering. Concordei, com a condição que o espaço fosse como aquele, e fiquei a aguardar que me informasse das disponibilidades das quintas. O Palácio dos Antónios estava ocupado nesse dia. Surgiu depois disso a Quinta da Vitória, onde já estive em dois eventos em duas salas diferentes e gostei dessas salas e dos respectivos jardins. Infelizmente, qual não foi o meu espanto e do meu marido quando reunimos com a decoradora, dia 28 de Agosto, e fiquei a saber que nessa quinta, havia uma outra sala, a que nos era atribuída, que eu desconhecia e que não tinha nada a ver com as outras, é pequena e desmazelada tal como o jardim. Liguei de imediato para o Henrique Pereira a reclamar, e ele disse que ia falar com o proprietário para saber se ainda havia outra sala disponível... mas não havia. Disse-me que entre aquele dia (28 Agosto) e o dia seguinte ia fazer um outro contacto. Dei-lhe então até dia 29 como prazo limite. Dia 29 depois de almoço, enviei mensagem a saber do ponto de situação, ao que me respondeu que não havia novidades, estava à espera de resposta. Depois enviei nova sms a perguntar qual estava a tentar. Sem resposta. Até que hoje, dia 30, enviei mensagem a dizer que o prazo tinha terminado e que queríamos a devolução do sinal x 2, devido ao incumprimento dele. Para nossa surpresa, diz que não tem de pagar em duplicado, apenas o sinal, uma vez que não se recusou a prestar o serviço, o que não é verdade. Tanto quanto sei, quando se compensa um cliente por overbooking o local que substitui tem de ser igual ou melhor ao primeiro. Se formos ver falhou o serviço no Solar dos Príncipes, além de nunca nos ter dado a escolher qual das salas da Quinta da Vitória queríamos e sabendo que eu ia de férias em Agosto esperou uma semana, desde que apareceram os tais noivos, para me informar dessa situação, quando o deveria ter feito de imediato. Conclusão à presente data as quintas que nós teríamos como opção estão ocupadas teremos de adiar o baptizado. Perdemos tempo, tivemos despesas com deslocações: três deslocações ao solar dos príncipes, uma deslocação para reunir com a decoradora, uma deslocação para reunir com a pessoa que faz os bolos, roupa que comprámos para meia estação e não sei se depois irá servir. Imprimimos duas vezes os convites. E agora temos de dispender tempo e dinheiro a contactar as pessoas a comunicar que temos de adiar para data a anunciar em breve. Ainda temos de comunicar à igreja.
RentalCars - Cancelamento aluguer automóvel sem devolução
Fiz uma reserva de uma viatura da Sixt via o web site da RentalCars. A reserva era para o período de 24 a 28 de Julho, a levantar no aeroporto do Funchal (REF: 346737123) e no valor total de 320,68€. No dia 24 o meu voo para o Funchal foi cancelado.Só consegui chegar ao destino no dia 25 onde fui informado pela Sixt que já não existiam viaturas disponíveis e que teria de resolver o caso com a RentalCars.Na manhã de dia 25 entrei em contacto com o call center da RentalCars, que não conseguiu disponibilizar uma viatura para efectivar a minha reserva, nem conseguiu cancelar a reserva por insuficiências dos sistemas de informação da RentalCars. O máximo que fizeram foi devolver o valor do 1º dia (73,95€), uma vez que o voo estava associado à reserva e o mesmo tinha sido cancelado. Informaram-me também que só depois do dia 28 (fim do período da reserva) podia abrir um caso com à RentalCars para obter o reembolso devido.Além disso, durante o dia 25 ainda voltei a falar presencialmente com a Sixt que me garantiu que não tinha mesmo carros disponíveis, e que a reserva com a RentalCars já tinha sido completamente cancelada. A Sixt também me garantiu que em todo o processo não existiram quaisquer custos imputados pela Sixt à RentalCars, já que não tinha sequer celebrado nenhum contrato com a Sixt.A partir de dia 29 comecei a trocar mails com a RentalCars (reservas-pt@rentalcars.com), tentando abrir o tal caso, algo que tinha sido sugerido pela própria RentalCars como forma de resolver o assunto. No entanto não consegui resolver o assunto e só obtive respostas por mail e vazias de conteúdo. Além disso, só passados alguns mails trocados é que enviaram um contacto de apoio ao cliente da RentalCars (apoioaocliente@rentalcars.com), para onde enviei este resumo do sucedido, no dia 31 Julho, pedindo novamente a devolução do dinheiro.Em síntese:Fiz uma reserva com a RentalCars para 5 dias com pré-pagamento, não tive a mínima possibilidade de estar presente no 1º dia, a partir do 2º dia não tive carros disponíveis, e por isso pretendo o reembolso do dinheiro.
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