Reclamações públicas

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R. R.
11/12/2025

COMIDA ERRADA

Pedi 6 hamburgers e 2 batatas do Crave, pela GLOVO e entregaram 2 hamburgers apenas. Estão me a dever IMENSO dinheiro de diferença. Não me respondem na aplicação de ajuda ao cliente que supostamente existe para ajudar. Paguei por volta DE 50 EUROS!!!!.

Encerrada
M. L.
11/12/2025

cobrança abusiva – Copimática LoureShopping

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a um serviço prestado na loja Copimática do LoureShopping, no dia 11 de dezembro de 2025, que considero configurador de cobrança abusiva e falta de transparência ao consumidor. No referido dia, solicitei a impressão de 59 folhas A4 a cores. Para minha surpresa, foi-me apresentado um valor total de 115 euros, montante que considero manifestamente desproporcional e injustificado face ao serviço solicitado. Ao consultar o preçário afixado na loja, verifiquei que consta: “Impressão A4 a cores – 1€”. Esta indicação sugere claramente que o valor corresponde a 1€ por folha A4, e não a critérios adicionais como “lado” ou “tinteiro”, como posteriormente foi alegado pela funcionária. Não existe qualquer referência no preçário a um método de cálculo alternativo, o que constitui informação incompleta e enganosa ao consumidor. Nas condições gerais afixadas na loja, no Ponto 2, é indicado que: “Todos os nossos serviços são realizados com pré-pagamento.” Este procedimento não foi cumprido, pois o pagamento foi solicitado apenas após a conclusão do serviço, impossibilitando o consumidor de avaliar previamente o custo. Adicionalmente, outras secções do preçário distinguem claramente entre impressão de 1 lado e 2 lados, demonstrando que o custo não duplica quando não há gasto adicional de papel. Assim, a cobrança de 115€ por 59 folhas A4 carece de qualquer fundamento económico ou técnico razoável. Saliento que eu e mais duas pessoas que estavam comigo no momento registámos a situação no Livro de Reclamações da loja, por considerarmos que a cobrança foi totalmente injustificada e que a informação ao consumidor não foi prestada de forma clara. Para além disso, já enviei participação formal à ASAE e ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo, pelo que esta situação encontra-se sob avaliação das autoridades competentes. Face ao exposto, solicito à Deco Proteste: 1. Orientação sobre os procedimentos para requerer o reembolso do valor cobrado indevidamente; 2. Apoio na mediação junto da Copimática para resolução do conflito; 3. Análise da situação à luz da legislação de defesa do consumidor, nomeadamente sobre práticas comerciais abusivas e informação clara ao consumidor. Anexo fotografias da fatura e da reclamação registada no Livro de Reclamações para suporte desta participação.

Encerrada
D. S.
11/12/2025

Encomenda dada como entregue mas não recebida

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a UPS Portugal, relativa a uma situação grave de incumprimento contratual e possível apropriação indevida de encomenda. No dia 09-12-2025, recebi a informação, através do sistema de acompanhamento da UPS, de que a minha encomenda havia sido entregue. No entanto, nunca recebi a mercadoria. Ao consultar o comprovativo de entrega, constatei que a encomenda foi entregue a uma pessoa identificada como “C. PINTO”, completamente alheia à minha morada e ao meu consentimento. Desde o primeiro momento tentei formalizar a reclamação através do portal online da UPS, mas o sistema apresentou erros constantes, impedindo-me de registar oficialmente a situação. Paralelamente, contactei a linha de apoio ao cliente por telefone, permanecendo longos períodos à espera, sem nunca conseguir falar com qualquer operador. Esta ausência de resposta demonstra grave falta de diligência e incumprimento do serviço contratado, tornando a situação ainda mais preocupante. Dadas as inconsistências e a entrega a uma pessoa não autorizada, não é possível excluir a hipótese de burla ou furto por parte do estafeta responsável, ou pelo menos uma negligência grave e reiterada na execução do serviço. Esta situação configura não apenas um transtorno considerável, mas também um potencial prejuízo económico, pois o produto permanece em meu nome e pago, mas fora do meu alcance. De acordo com a legislação aplicável, a UPS tem obrigação legal de cumprir corretamente o serviço contratado. Nomeadamente, a Lei n.º 24/96 – Lei de Defesa do Consumidor estabelece que o prestador de serviços é responsável por garantir a correta execução do serviço. Além disso, os Artigos 762.º e 798.º do Código Civil preveem a responsabilidade por incumprimento contratual e o dever de diligência na prestação de serviços, enquanto o Artigo 483.º do Código Civil prevê a responsabilidade civil por atos ilícitos, aplicável em casos de apropriação indevida. No seguimento desta situação, já tomei as seguintes medidas: tentei submeter reclamação online junto da UPS sem sucesso, tentei contacto telefónico sem conseguir falar com um operador, enviei e-mail formal exigindo contacto e resolução imediata, e já registrei queixa prévia junto da DECO. Tenho reunidas provas documentais, incluindo capturas de ecrã do portal da UPS, registos de tentativas de reclamação, comprovativos de entrega falso e cópia do e-mail enviado à UPS. Diante do exposto, solicito à DECO a intervenção urgente junto da UPS para assegurar a localização e entrega correta da encomenda. Caso a entrega não possa ser concretizada, exijo reembolso integral e compensação pelos danos e transtornos sofridos, bem como orientação sobre os meios legais adicionais disponíveis para responsabilizar a UPS pelo incumprimento e eventuais ilícitos cometidos. Esta situação constitui, na minha opinião, um caso de incumprimento reiterado e grave, que deve ser formalmente registado e acompanhado, garantindo que não se repitam falhas semelhantes a outros consumidores. Agradeço desde já a atenção e aguardo o devido acompanhamento e resolução do problema de forma célere. Cumprimentos, Diogo Santos.

Resolvida
S. B.
11/12/2025

Encomenda não recebida

Venho por este meio reportar uma situação que já me aconteceu mais do que 1 vez com esta transportadora. No dia combinado para a entrega fico em casa todo o dia á espera da entrega ... ninguém aparece e no dia seguinte recebo email a dize que " a encomenda não foi entregue porque o destinatário estava ausente ". Ou seja, não aparecem para fazer a entrega e imputam a responsabilidade ao destinatário. Depois vem a 2ªparte do problema ... a Linha de Apoio ao Cliente ... NINGUÉM ATENDE, não existe um email para reclamar, apenas um formulário online que se preenche e ninguém dá resposta. Agora nem sei onde está a encomenda !!! Vou deixar de fazer compras a empresas que trabalhem com esta transportadora.

Encerrada
M. R.
11/12/2025

Encomenda não recebida

Na última quinta-feira 04/12, tive um pacote entregue na cede do CTT em Lisboa para reencaminhamento para o Lock, conforme comprovante de entrega da transportadora, porém até hoje 11/12 uma semana depois o meu pacote ainda não foi reencaminhado, enviei um e-mail para (help@locky.pt) e a resposta que tive (também em anexo) é que eu deveria procurar a transportadora, qual transportadora? Se a responsável pela entrega é a própria CTT? Aguardo retorno sobre quando receberei a minha encomenda… Grata Marcella Rocha

Encerrada
I. R.
11/12/2025

Litigio

Exmos. Senhores, Chamo‑me Ian Robinson e venho, pela presente, apresentar reclamação formal relativa ao processo de aquisição de uma Ford Transit Courier Van Trend N1 1.0 EcoBoost automática, junto do concessionário F.I.A.A.L., em Faro. Em agosto de 2025, desloquei‑me ao stand da F.I.A.A.L. em Faro para saber se seria possível adquirir este veículo para exportação para Guernsey e em que condições, deixando claro, desde o primeiro contacto, que a operação teria como finalidade exclusiva a exportação, com matrícula provisória, beneficiando de isenção de IVA ao abrigo da legislação aplicável às exportações para países terceiros. A partir dessa data, eu e a minha noiva passámos a trocar diversos emails e chamadas com o vendedor, o Sr. Renato, com o objetivo de confirmar, passo a passo, a possibilidade de realizar a venda do veículo para exportação, incluindo declaração aduaneira, prova de saída e emissão de fatura isenta de IVA, tendo eu solicitado expressamente que tudo fosse previamente validado pelo serviço jurídico do concessionário. Numa das visitas ao stand, na presença da minha noiva, o Sr. Renato contactou o serviço jurídico, que confirmou que a operação seria possível nas condições pretendidas para exportação. Foi ainda referido que o concessionário trabalharia com um despachante aduaneiro para tratar da parte burocrática, tendo o Sr. Renato mostrado à minha noiva a resposta desse despachante validando o enquadramento e informado que esse serviço teria um custo de 350 €, não incluído na proposta por se tratar de um serviço externo à F.I.A.A.L. O contrato de compra e venda foi assinado no dia 25/08/2025, na presença da minha noiva e comigo ao telefone, relativamente à proposta/oferta n.º 103475, que aceitámos. Essa proposta ainda continha os valores da legalização da compra em Portugal, sem enquadramento para exportação. Em setembro, solicitei a inclusão da opção “Carga aumentada 170 kg” e foi‑me remetida a proposta n.º 103996, já configurada para exportação, sem ISV e logística, com “Matriculação” e “Pré‑entrega”. Ao analisar essa proposta hoje, apercebo‑me de que foi incluído indevidamente um custo adicional de 330,58 € relativo à cor Cactus Grey, que, de acordo com a informação prestada, não teria custos adicionais. Nesse documento, consta um orçamento total de 22.928,08 €, já com o desconto acordado, com a menção expressa a “IVA 0%” e com o ISV indicado como incluído, configurando claramente o que tinha sido acordado: uma venda para exportação para Guernsey, com matrícula provisória e enquadramento de isenção de IVA. Na sequência da assinatura, o concessionário solicitou cópia do meu passaporte e comprovativo de morada em Guernsey e procedeu à cobrança de um adiantamento de 2.500 €, sem emissão da correspondente fatura/recibo, apesar de sucessivos pedidos, tendo sido apenas indicado que o carro seria entregue em outubro. A partir daí, sempre que solicitava informações sobre o prazo de entrega, o Sr. Renato limitava‑se a responder que aguardava atualização da Ford e que ainda não sabia a data, apontando primeiro para finais de outubro, depois para novembro e, mais tarde, para dezembro, sem nunca apresentar uma previsão concreta. Mantive, entretanto, as minhas deslocações entre Guernsey e Portugal contando com a informação de que o veículo estaria disponível em tempo útil, o que acabou por não acontecer, obrigando‑me a reorganizar viagens e a regressar a Guernsey de avião após ter passado cerca de 15 dias a aguardar uma entrega que não se concretizou, com perdas relevantes de tempo, custos de deslocação e perturbação do planeamento do transporte do veículo para Guernsey. Desloquei‑me novamente ao stand e, apesar das insistências, foi‑me muito difícil obter qualquer informação objetiva, tendo o Sr. Renato chegado a referir, na última chamada telefónica de 17 de novembro, que o veículo só deveria chegar a Portugal em janeiro ou fevereiro, alegando que, por ser para exportação, a Ford estaria a demorar mais na entrega. Tal informação fez‑me duvidar da veracidade das explicações prestadas e do seu profissionalismo. Não confiando mais no acompanhamento do Sr. Renato, dirigi‑me, no dia 18 de novembro de 2025, novamente ao stand da F.I.A.A.L. Faro, com a intenção de falar com o responsável, para expor toda a situação. Fui recebido pelo vendedor, Sr. Carlos, a quem relatei o histórico do processo. O Sr. Carlos acedeu ao sistema interno e constatou que o veículo já se encontrava, há algumas semanas, em Setúbal, tendo identificado vários erros associados à minha encomenda, que foram de imediato corrigidos. Foi então indicado pelo Sr. Carlos que iria solicitar a transferência do veículo de Setúbal para Faro e ficou combinado que, na parte da tarde desse mesmo dia, eu reuniria com o Sr. Pedro, responsável da F.I.A.A.L. Faro. O Sr. Pedro reconheceu que o atendimento prestado pelo Sr. Renato não tinha sido o mais adequado e informou que, a partir desse momento, seria o Sr. Carlos a acompanhar o processo, garantindo‑me pessoalmente, com aperto de mão, que o Sr. Carlos trataria de tudo para que o veículo estivesse disponível em Faro em dezembro, apontando concretamente para o dia 18 de dezembro, data do meu regresso a Portugal para organizar a saída do veículo para Guernsey no início de janeiro. Foi igualmente referido que o veículo poderia ser transportado para Faro antes da minha viagem, para que eu o pudesse ver, mas, atendendo à proximidade da data do meu regresso a Guernsey, aceitámos que a transferência fosse tratada com mais calma, partindo do princípio de que, no meu retorno em dezembro, tudo estaria concluído e o carro disponível para entrega. Não tendo recebido qualquer atualização, no dia 4 de dezembro voltei a contactar o concessionário, tendo sido pedido à minha noiva que se dirigisse ao stand no dia 9 de dezembro para “tratar de assuntos que não podiam ser tratados por telefone”. Nessa data, foi‑lhe comunicado que o concessionário teria de proceder a uma matrícula portuguesa definitiva para poder aplicar o desconto constante da proposta, ficando pouco clara a solução quanto ao IVA, e que, caso a compra se mantivesse com matrícula provisória para exportação, o desconto deixaria de ser aplicado. Após me informar, concluí que uma matrícula portuguesa definitiva me faria perder o direito à recuperação do IVA e implicaria o pagamento de outros impostos adicionais, impossibilitando o enquadramento de exportação definido desde o início. A minha noiva deslocou‑se novamente ao stand, na parte da tarde, para esclarecer que existia um contrato/proposta assinada para uma venda para exportação com matrícula provisória e que era exatamente esse o modelo contratual que pretendíamos manter. No dia 10 de dezembro foi‑me comunicada a posição definitiva de que a Ford não aceitaria o contrato tal como tinha sido feito e de que, mantendo‑se a matrícula provisória para exportação, não seria aplicado o desconto de campanha acordado, apesar de constar na proposta assinada. Ou seja, a poucos dias da data prevista para entrega do veículo e com o carro já em território nacional, o concessionário pretende agora alterar unilateralmente condições essenciais do contrato, retirando o desconto e modificando o preço final acordado, o que configura incumprimento contratual e violação das normas de defesa do consumidor. Para além disso, continuo sem qualquer confirmação definitiva de data para a entrega, sendo que o veículo permanece em Setúbal, apesar de, desde 18 de novembro, me ter sido assegurado que seria rapidamente transferido para Faro, de forma a permitir a entrega em dezembro. A sucessão de informações contraditórias, a má gestão interna do processo e a ausência de cumprimento dos compromissos formais levam‑me a concluir que existe um verdadeiro litígio de consumo, sendo o concessionário quem está a impedir o normal cumprimento do contrato.

Encerrada
C. W.
11/12/2025

Cobrança indevida

Sou sócio do ginásio Fitness Up, com o n.º XXXX, tendo aderido a um plano com fidelização, com pagamento de quotas por débito direto. Por motivos de saúde, concretamente agravamento de duas hérnias, com indicação médica para não praticar exercício físico em ginásio, deixei de poder utilizar o serviço. Face a esta situação, apresentei pedido de cancelamento do contrato, por escrito, explicando o motivo e disponibilizando comprovativo médico. Em resposta, o Fitness Up informou que, nos termos da cláusula 2.3, o cancelamento do contrato "independentemente do motivo invocado" só é possível mediante o pagamento de uma taxa de cancelamento de 50,00 €, exigindo esse valor para proceder ao desligamento, bem como a formalização presencial do pedido com antecedência mínima de 10 dias úteis. Voltei a expor que a minha situação não corresponde a uma simples desistência por conveniência, mas a uma impossibilidade de utilização do serviço por motivo de saúde, alheio à minha vontade, e que, nessas circunstâncias, não considero legítimo ser penalizado com a referida taxa. Ainda assim, o Fitness Up insistiu na cobrança dos 50,00 €, mantendo a posição de que a taxa é exigível mesmo em caso de doença comprovada. Considero que a interpretação e aplicação desta cláusula, no sentido de que a taxa de cancelamento é sempre devida, mesmo quando o consumidor se encontra impossibilitado de utilizar o serviço por motivo de saúde, é contrária à boa-fé, gera um desequilíbrio significativo em prejuízo do consumidor e não respeita os princípios da legislação de defesa do consumidor nem do regime das cláusulas contratuais gerais, tratando-se, na prática, de uma cláusula penal aplicada de forma automática e desproporcionada. Tendo em conta o exposto, venho solicitar: Que seja reconhecido que, no meu caso concreto, existe motivo de saúde atendível que legitima a resolução do contrato sem aplicação da taxa de cancelamento de 50,00 €. Que o contrato de sócio n.º XXXXX seja considerado cessado, com efeitos à data do pedido de cancelamento por motivo de saúde, sem cobrança de qualquer penalização. Que o Fitness Up confirme a cessação do contrato e a inexistência de débitos futuros, bem como a regularização de quaisquer valores eventualmente cobrados após o pedido de cancelamento por motivo de saúde. Que a autoridade competente avalie a conformidade da cláusula contratual invocada pelo Fitness Up, designadamente a parte em que se afirma que a taxa é devida "independentemente do motivo invocado", ponderando a sua eventual natureza abusiva em contexto de relação de consumo.

Encerrada
R. C.
11/12/2025

Devolução Monetária Não Efetuada

Boa tarde, venho por este meio expor o que sucedeu com uma encomenda online feita à Sapataria Ginova, em que o produto estava a ser comercializado pela Smooth Saturday, em marketplace. A encomenda foi feita no dia 23/09, o artigo seriam uns ténis Adidas Spezial. Após quase um mês e meio a aguardar e várias reclamações, recebi o artigo no dia 14/11. Os ténis vinham numa caixa da Adidas mas com duas etiquetas coladas manualmente e apenas com carateres chineses, os ténis não eram da mesma cor um do outro e os atacadores de uma qualidade bastante inferior aos ''originais'' e a palmilha já esta a a sair dos ténis. Os ténis eram visivelmente contrafeitos/falsos, após confrontar a Smooth Saturday sobre a situação e dizer que queria a devolução total do valor da fatura, disseram que foi um problema com o fornecedor e que iriam enviar uma etiqueta para devolver os ténis que me iriam devolver o dinheiro na totalidade. Já passou praticamente um mês desde que devolvi os ténis e não recebi o dinheiro, já fiz várias reclamações por email e a resposta é sempre a mesma, que estão a acompanhar de perto o processo mas que o tema esta com o departamento financeiro. Dei o dia de hoje como limite para receber a devolução do montante, caso contrário teria de apresentar queixa às autoridades competentes para o efeito.

Resolvida
B. B.
11/12/2025

Encomenda não recebida - morada incorreta/incompleta

Exmos. Srs., Estou desde ontem a tentar corrigir/alterar a morada do meu envio, uma vez que o mesmo não foi entregue por alegadamente haver um erro na morada (coisa que nem sequer é verdade, mas vale o que vale). Não consigo fazê-lo no site, pois não me parece em lado algum a menção “Organizar Nova Entrega” tal como sugerido. Também não consigo fazê-lo pela linha telefónica de apoio ao cliente, pois após inserir o n.º de telemóvel para envio do link, dizem que por um problema técnico não é possível concluir o pedido. O n.º de envio é 63819812077503101837200. Pretendo que seja entregue na morada da empresa SOFIA COSTA SHOES: Rua dos Meirais 3720-637 São Roque Oliveira de Azeméis Portugal Fico a aguardar uma resposta com brevidade.

Encerrada
A. P.
11/12/2025

Seguro não indenizou por furto de viatura

Exmos senhores. Tivemos a pior experiência com seguradora de automóveis, um total descaso e desrespeito com os clientes no pior momento. Ninguém contrata uma seguradora pensando no pior, entretanto o pior pode acontecer e o tratamento que nos foi dado por esta seguradora é o mais desumano que poderáimos viver. Nosso carro, assegurado pela Seguro Directo, foi furtado em 28/09 e imediatamente foi registado a ocorrência na PSP. Após 1 semana do furto, a seguradora enviou um investigador privado para fazer perguntas que já tinham sido feitas na PSP, o que além do trauma vivido com a situação, gerou um total constrangimento por ter de responder novamente tudo que já estava esclarecido na polícia e constava no relatório enviado a seguradora. Mesmo sem a viatura, a seguradora obrigou-nos a pagar pelo seguro sob ameaça de não realizar o pagamento do valor do carro (mesmo sem o carro) e, inclusive, a carta verde da viatura foi emitida. Após 60 dias do roubo, conforme consta no contrato, retornamos a PSP para a emissão do documento que relatava que o carro não foi encontrado e enviamos a seguradora. Após sucessivas ligações e e-mails solicitando um prazo para o pagamento do seguro, a resposta que nos dão é “aguarde”. Esta situação tem gerado um total desgaste (moral, emocional e material), pois a polícia já finalizou o caso, estamos sem o carro, sem o dinheiro e, principalmente, sem respostas da seguradora que é paga justamente para cuidar do bem-estar dos seus clientes nos momentos mais difíceis. No site na seguradora não há livro de reclamações e não conseguimos fazer contacto com escalas superiores ou ouvidorias, já que o atendimento é restrito a 1 número de telefone que é encaminhado para atendentes variados que não sabem responder nada além de “devem aguardar”. Só gostaríamos de resolver esta situação que está há 3 meses sem respostas.

Encerrada

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