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Encomenda não entregue
Exmos senhores Venho por este meio expressar o meu descontentamento relativamente aos serviços CTT quanto à encomenda n.º LM333510248US. No seguimento da consulta do estado da encomenda, verifiquei que o mesmo diz “Não entregue A entrega do envio não foi conseguida. Motivo: A caixa de correio está inacessível e foi impossível deixar um aviso. Centro operacional 1300 Lisboa”, no entanto não recebi qualquer pré-aviso de entrega, a caixa de correio encontra-se fora do prédio totalmente acessível, e nem se quer fui contactada durante o ato de entrega, sendo que estive em casa a manhã toda. Realço que tive de proceder ao desalfandegamento da encomenda, sendo que o fiz no dia 26 de janeiro de 2026 e tive aceitação da Autoridade Tributária ainda no mesmo dia, tendo recebido tanto um SMS como um email para o meu contacto. Não poderiam ter feito o mesmo para a entrega? Quando contactei os serviços telefónicos a assistente, muito prestativa e compreensiva, comunicou-me que iria contactar o centro, no entanto que nestes casos a encomenda é normalmente devolvida ao remetente, o que eu acho incompreensível sendo que a falha foi por parte da empresa e não do consumidor, e já tive que pagar imenso tanto de portes quanto para desalfandegar o produto, o que não acho correto ainda ter que lidar com o mesmo ser devolvido sem o meu conhecimento, especialmente tratando-se de uma encomenda internacional. Agradecia, por favor, que me pudessem informar: qual foi a razão da falha na entrega, e como posso proceder para reagendar a entrega ou levantar a encomenda. Fico disponível para qualquer esclarecimento adicional. Com cumprimentos, Joana Ribeiro Martins
Encomenda parada, sem estimativa de entrega. Sem resposta por chamada e por email.
A minha encomenda está parada há dias no Caniço (Madeira). Quando ligo para a sede (porque o armazém da Madeira não tem um contacto) dizem que tenho de aguardar. O estado da minha encomenda é o seguinte: “A encomenda está no veículo para entrega.” No entanto, NUNCA entregam e nunca têm uma estimativa de entrega. Não existe resposta concreta por email nem por chamada. Inadmissível.
Garantia do Produto não concedida
Exmos. Senhores! Venho por meio deste comunicar uma reclamação contra a empresa MEO Comunicações e Eletrônica pelo motivo de terem vendido um produto com a garantia de 2 anos de acordo com o Decreto-Lei nº67/2003 de 8 de Abril, onde no período de menos de 1 ano o produto deixou de funcionar e quando foi entregue aos mesmos para a reparação, substituição ou reembolso, fazem-me ir até a loja para levantar o produto sem a reparação realizada e a informação de que o produto perdeu a garantia por mal uso do cliente, onde essa informação não havia sido comunicada no ato da entrega para a reparação, e o produto não apresenta absolutamente nada do que foi emitido pela avaliação técnica, onde simplesmente deixou de funcionar, e assim a deixar profundamente o sentimento de constrangimento da minha parte por este tratamento da empresa com o cliente. Gostava de solicitar o mais breve possível uma solução para esta situação, onde quero apenas o meu produto no qual comprei e paguei diretamente na loja. Fico no aguardo de uma resposta. Com os melhores cumprimentos. Att.
Suspensão indevida do serviço e informação enganosa
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente à atuação dessa empresa no âmbito do contrato de prestação de serviços. Perto do fim de contrato, o titular entrou em contacto com a empresa NOS no âmbito de procurar saber se seria possível oferecer melhores condições face ao contrato anterior. No decurso das comunicações mantidas com os serviços da NOS, no dia 20 de janeiro, foi-lhe expressamente prometido um conjunto de condições mais vantajosas, designadamente melhor serviço por um preço inferior, maior velocidade de internet em casa, oferta dos canais TVCines durante 24 meses e 4 telemóveis com 500 GB de internet disponíveis. Para além disso, foi realçado que o serviço não seria suspenso no dia 23 de janeiro, como estaria inicialmente previsto com o fim do contrato anterior. Tais promessas foram determinantes para a toma da decisão de não procurar outras operadoras, confiando legitimamente na informação transmitida por essa empresa. Sucede que, posteriormente, o serviço veio a ser suspenso exatamente no dia 23 de janeiro, contrariamente ao que tinha sido acordado. Além disso, não houve urgência por parte da empresa em resolver um erro que não imputa culpa no consumidor, tendo sido agendado o restabelecimento do serviço apenas para o dia 28 de janeiro. Quando contactada a linha de apoio ao cliente durante múltiplos períodos de tempo na tarde desse mesmo dia 23/01, houve a possibilidade de reagendar a intervenção para o dia 26 de janeiro, mas com as mesmas condições do contrato anterior, contrariamente ao que terá sido acordado no dia 20 de janeiro telefonicamente. Cumpre esclarecer que eventuais erros internos ou falhas administrativas da empresa não podem, em caso algum, ser imputados ao consumidor, nem justificar a suspensão de um serviço que foi mantido com base em promessas claras e concretas. Tal atuação consubstancia, no mínimo, incumprimento contratual e violação do dever de boa-fé, podendo ainda configurar informação falsa ou enganosa, nos termos da legislação de defesa do consumidor. Mais grave: a conduta descrita causou um prejuízo efetivo, traduzido na perda da oportunidade de o consumidor ter celebrado contrato com outra operadora em condições eventualmente mais favoráveis, dano esse juridicamente relevante e indemnizável. Importa referir que até hoje, dia 26/01, a empresa não demonstrou qualquer interesse em resolver um problema, que ainda se mantém e que causou grandes constrangimentos pessoais e profissionais ao titular e restantes membros do agregado familiar.
Débitos em conta não autorizados
Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar que desde o dia 08/12/2025 estão a ser debitados 2.99€ da minha conta bancária pela vossa entidade, mais concretamente nas seguintes datas: 07-12-2025 14-12-2025 21-12-2025 28-12-2025 04-01-2026 11-01-2026 18-01-2026 25-01-2026. Não houve qualquer ativação de serviço nem consentimento para a ativação de nenhum débito. Peço que cancelem de forma imediata o débito semanal e que restituem o valor já cobrado. Com os melhores cumprimentos,
Encomendada Não Recebida
Venho descrever uma situação deveras insólita que chega quase a ser uma anedota e a roçar o ridículo, tal a incompetência dos CTT. Supostamente devia de ter recebido uma encomenda no dia 19/01. Ninguém na minha residência a rececionou e no tracking dos CTT dão a mesma como entregue (inclusive, está assinada com um ".", seja lá o que isso for), quando não o foi. Não recebi sequer uma chamada a que seria feita a entrega e nem sequer um papel para efetuar o levantamento, fosse onde fosse! Inclusive fui à loja CTT mais próxima (100mts da minha casa) para saber se a encomenda pode lá ter sido deixada, e não foi. Ando há 4 dias para saber o paradeiro da mesma e os CTT a chutar sempre o problema para o remetente, quando eu sei que a encomenda foi de facto enviada. Tenho provas do remetente e dos Correios do país de origem. Países Baixos (PostNL). Agora, passados estes dias todos, pasmem-se! Dizem eles que está em expedição internacional, ou seja, a ser devolvida ao remetente. Porque carga de água???? No tracking continua como entregue na minha residência… Quero saber quem vai arcar com o meu prejuízo, de tamanha azelhice e incompetência! Nr seguimento: LA100813170NL
Encomenda não recebida
Desde há cerca de um mês que tento obter esclarecimentos relativamente a uma encomenda que foi perdida, situação que a empresa se recusa a assumir ou resolver de forma responsável. Apesar de vários contactos efetuados, nunca obtive uma resposta concreta ou uma solução. O atendimento telefónico é extremamente deficiente, com tempos de espera superiores a 30 minutos, sem que o problema seja resolvido. Para além disso, são indicadas datas de entrega que não correspondem à realidade, criando falsas expectativas e demonstrando uma total falta de respeito pelo cliente. O serviço de apoio ao cliente é, até ao momento, o pior que já experienciei, marcado pela ausência de informação, falta de acompanhamento e inexistência de responsabilidade perante os erros cometidos.
Desalfandegamento CTT: cálculo de IVA/direitos ignora descontos (prática alegadamente sistémica)
Exmos. Senhores, Denuncio uma prática comunicada pelos CTT como sendo “corrente” no desalfandegamento: calcular IVA e direitos aduaneiros com base no preço do artigo antes do desconto, mesmo quando a fatura discrimina o desconto e existe comprovativo do montante efetivamente pago. Caso concreto (em curso): - Objeto: CQ068801676UA - Ref. reclamação CTT: SR0025593814 - Ref. reclamação "livroreclamacoes.pt": ROR00000000045486120 - Base usada pelos CTT: 342,34 €; total efetivamente pago: 243,69 € (fatura/recibo com “Descontos aplicados: 30%” + comprovativo bancário). Entendo que tal prática contraria: - Regra do valor aduaneiro na UE (valor da transação = preço efetivamente pago ou a pagar – art. 70 UCC). - Base de IVA na importação (art. 17.º do CIVA), que exclui as reduções de preço concedidas no momento e indicadas separadamente na fatura. Pedidos à DECO: 1) Apoio para sinalização pública/institucional desta prática junto do regulador setorial (ANACOM) e das autoridades fiscais/aduaneiras (AT). 2) Recomendação ao operador para corrigir o procedimento, assegurando que o cálculo parte do preço efetivamente pago e respeita os descontos discriminados na fatura. 3) Peço a intervenção da DECO para sinalizar institucionalmente esta prática junto da ANACOM e da AT e, confirmando-se a sua desconformidade, impulsionar a correção imediata do procedimento pelo operador, a criação de um plano de reprocessamento e reembolso proativo aos consumidores lesados e, se adequado, a avaliação de medidas coletivas que assegurem a reparação integral. Facultei gravações/prints de chat onde a prática é referida como “corrente”, assim como todos os anexos relevantes. Obrigado.
Burla
Neste preciso momento estou a tratar de instalar em casa uma Wallbox para carro elétrico, e neste caso é requerida um nova baixada de eletricidade por parte da E-Redes para atingir o mesmo propósito, dado a instalação elética da casa não suportar a potência necessária. Para tal recorri aos serviços de um engenheiro devidamente credenciado, que conheci no site fixando.pt. Trata-se do Hiago Jordão Costa Gomes, membro efectivo da Ordem dos Engenheiros Região Sul com célula nº 91044. A sua empresa é FACILITTA - SERVICES. Morada: Rua da Liberdade, Nº 10 2590-217 Sobral de Monte Agraço NIF/NIPC: 518963187 Tel: +351 937 374 137 A negociação começou no dia 14/07/2025 e terminou dia 8 deste mês quando lhe paguei 2300€ por transferência bancária para dar início ao serviço, e desde então não recebi nenhuma explicação ao mesmo tempo que o Eng. Hiago Gomes não me responde no whatsapp e nem me atende o telemóvel. Em anexo seguem os Iban's de duas contas bancárias em nome de Hiago Gomes.
Telemóvel
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Tenho u Cumprimentos. Mau telemóvel ja foi reparado por falha em caneta fotos trava da fica com ecrãs escuro eu aparelho ja recondicionado o gerente da seguradora Augusto me disse por ligação que o aparelho votou com o mesmo defeito seri substituir por outro e telemóvel e de trabalho ja foi falado em todas as situações pois tenho que tirar tudo conta no banco arquivo ja perdi telemóvel fica de 3 a 5 dias úteis com eles isso me da transtorno e nao aceitou o mesmo aparelho quero substituir este telemóvel pois foi para a reparado e ficou o mesmo defeito Obrigado mesmo cumprimentos juvenil Santos
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