Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
R. A.
20/08/2026

Apoio à Renda 2025 não recebido

Exmos Senhores, Em 2023 com a criação do apoio à renda, ficámos automaticamente elegíveis, e recebemos os apoios em 2023 e 2024. Em Janeiro de 2025, apesar da nossa situação financeira e habitacional se manter exactamente igual aos anos anteriores, deixámos de receber pois consideraram que apesar de estarmos elegíveis, havia incongruências por a nossa taxa de esforço ser superior a 100%. Fizemos conforme indicação do IHRU as reclamações necessárias e possíveis, actualizando os valores auferidos anualmente, e enviando os recibos de renda. Para nosso espanto, em 2026 retomaram os pagamentos do apoio à renda, e mais uma vez a nossa situação financeira e habitacional não se alterou. Quando questionamos quando será feito o pagamento de 2025 que nos é devido pois estávamos elegíveis, e o qual reclamámos em setembro de 2025, dizem que neste momento estão a tratar dos casos de 2026 e só depois tratarão dos de 2025. Vocês podem ajudar a agilizar este processo? Pelo andar da carruagem vamos entrar em 2027 e eles não vão ter tempo para tratar dos casos para trás.

Em curso
Y. C.
20/08/2026

Falha na entrega e impossibilidade de contacto com a Correos Express

Цим я подаю офіційну скаргу щодо послуг, які надає CEP II – Correos Express Portugal, S щодо номера відправленн 6283000853314128, що прямує до Лісабона. Замовлення знаходиться в Лісабоні, і система відстеження вказує, що це “Em reparto”. Однак існує проблема з розташуванням адреси доставки вхід/двері. Найсерйознішим є те, що кур'єр має номер телефону одержувача, правильно вказаний у реквізитах доставки, але не встановив жодного телефонного контакту для уточнення місця входу та завершення доставки. Одержувач вже намагався зв'язатися з Correos Express електронною поштою, не отримавши жодної відповіді. Він також намагався зв’язатися зі службою підтримки клієнтів по телефону, але знайшов лише автоматичну систему, без ефективної можливості поговорити з оператором. Прямо зараз, і відправник, і одержувач не в змозі безпосередньо зв'язатися з кур'єром або будь-яким представником компанії, здатним прояснити ситуацію. Я вважаю цю ситуацію неприйнятною, оскільки всі дані, необхідні для здійснення — доставки, включаючи адресу та номер телефону одержувача —, були надані. Терміново прошу: 1. Що замовлення НЕ повертається відправнику. ДВА. Щоб Correos Express негайно зв’язався з кур’єром, відповідальним за доставку. 3. Кур'єр повинен зателефонувати одержувачу за номером, вказаним у відправленні, щоб правильно знайти запис. 4. Щоб нова спроба доставки була зроблена якомога швидше. 5. Щоб мені надали конкретну інформацію про місцезнаходження та поточний стан замовлення. Метою цієї скарги є не вимагати компенсації, але просто можливість встановити контакт з компанією та забезпечити ефективну доставку замовлення, яке вже є в Лісабоні, одержувачу. Дякуємо за термінове втручання. Номер доставки: 6283000853314128

Em curso
M. B.
20/08/2026

Encomenda não Recebina

Exmos. Senhores Fazendo minha segunda reclamação aqui pois ainda não recebi minha encomenda, pelo código de rastreio da pra perceber que o pedido foi entregue na Espanha sendo que solicitei a entrega em Portugal, estou todos os dias ligando e fico esperando 40 minutos e ninguém me atende e acabo desistindo, quero resolver essa situação e solicito que entre em contacto comigo, pois quando eu ligo não me atendem ! Código de rastreio IHB5541632890

Em curso

Pedido de apoio – Recusa de sinistro de seguro de dano acidental de sofá

Exmos. Senhores, Sou associada da DECO e venho solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação de recusa de cobertura por parte da seguradora SPB Ibérica, no âmbito de um seguro de dano acidental que contratei especificamente para o meu sofá. O sofá foi adquirido na Feira dos Sofás de Grijó, pelo valor de 629,00 €, tendo, no momento da compra, contratado também um seguro de dano acidental para o mesmo. Há uma circunstância que considero particularmente relevante: antes de contratar o seguro, coloquei expressamente uma questão ao vendedor sobre a cobertura de danos provocados por gatos, explicando que essa era uma das situações que me preocupava. Foi-me respondido que esse tipo de dano estaria coberto pelo seguro. Foi com base nessa informação que aceitei contratar a cobertura adicional. A apólice corresponde ao n.º ICIMUEBDA25PT/P599/FEI5107, com cobertura de 24 meses, válida de 24/07/2025 a 23/07/2027, tendo como objeto seguro um sofá da marca MOZART DS, no valor de 629,00 €. O sofá sofreu danos significativos no revestimento, nomeadamente arranhões, manchas e um odor muito intenso e persistente a urina, que não é possível eliminar através de uma limpeza convencional. Acresce que o sofá não é desmontável, o que impossibilita uma lavagem profunda dos seus componentes internos e dificulta a eliminação do odor. A primeira participação do sinistro foi efetuada em 22/04/2026. Desde então, tenho mantido uma comunicação insistente com a seguradora, solicitando a avaliação e/ou reavaliação dos danos e procurando obter uma solução para a situação. Existem comunicações posteriores em 29/04, 01/05, 08/05 e 18/06, nas quais continuei a solicitar a avaliação/reavaliação do sinistro e a resolução da situação. Apesar das sucessivas solicitações, a seguradora recusou a cobertura com o fundamento de que, apesar dos danos, o sofá continuava “funcional”. Contudo, após analisar atentamente as Condições Especiais e Gerais da apólice, tenho dúvidas quanto à correção desta decisão. A apólice define “Dano Material Acidental” como uma destruição ou deterioração total ou parcial, exteriormente visível, que impeça o funcionamento correto do bem seguro e que seja consequência de um acidente. A mesma apólice estabelece ainda uma exclusão relativa a danos causados às partes externas do objeto quando estes não impeçam o seu bom funcionamento. No meu entendimento, a questão não deverá ser analisada apenas do ponto de vista de ser fisicamente possível sentar no sofá. O sofá apresenta uma degradação material significativa, com manchas e um odor intenso e persistente, não sendo possível repor as suas condições normais de utilização através de uma simples limpeza. O facto de o sofá não ser desmontável agrava esta situação. Acresce que, no momento da contratação, coloquei especificamente a questão dos danos provocados por gatos e obtive uma resposta afirmativa quanto à existência dessa cobertura. Assim, gostaria também de saber se esta informação prestada no momento da contratação deve ser considerada na apreciação do caso, designadamente à luz dos deveres de informação aplicáveis na comercialização de seguros. Gostaria, por isso, de solicitar à DECO que me ajude a avaliar: Se a recusa da seguradora, baseada na alegação de que o sofá permanece funcional, está de acordo com as condições da apólice; Se as manchas, o odor intenso e persistente e a impossibilidade de higienização adequada podem ser considerados uma degradação que compromete a utilização normal do bem; Se a seguradora deveria ter apresentado uma fundamentação mais concreta para a recusa, nomeadamente indicando a cláusula contratual aplicável e o resultado da avaliação técnica; Se tenho fundamento para contestar a decisão e solicitar uma nova avaliação do sinistro; Se a informação prestada no momento da contratação, quando questionei especificamente sobre a cobertura de danos provocados por gatos, pode ser relevante para a análise da minha reclamação; Se a sucessiva insistência da minha parte, através das comunicações de 22/04, 29/04, 01/05, 08/05 e 18/06, deve ser considerada na apreciação do processo. Tenho em minha posse as Condições Particulares, Condições Especiais e Gerais da apólice, comprovativo de aquisição do sofá, comprovativo do seguro, fotografias dos danos e toda a documentação relativa à participação, contactos posteriores e recusa do sinistro, que poderei facultar para análise. Gostaria ainda de esclarecer uma questão que considero importante: aquando da participação inicial, indiquei incorretamente que os danos tinham sido provocados por uma criança. Posteriormente, apercebi-me de que essa informação não correspondia à realidade, uma vez que os danos foram provocados pelas minhas gatas. Não pretendo manter uma informação incorreta perante a seguradora e gostaria de saber qual a melhor forma de proceder relativamente a esta questão, de modo transparente e juridicamente adequado. Agradeço desde já a atenção e o apoio que me possam prestar, nomeadamente na apreciação da posição da seguradora e na eventual contestação da decisão. Com os melhores cumprimentos, Rute Nadir Lino Mota Sócia DECO Apólice n.º ICIMUEBDA25PT/P599/FEI5107

Em curso
A. M.
20/08/2026
ETE – LOGÍSTICA

Reclamação por extravio e danificação de bens – pedido de indemnização

Reclamação formal, extravio e danos de bens durante transporte de mudança Venho, na qualidade de cliente e consumidor, apresentar reclamação formal relativamente ao serviço de transporte de bens pessoais contratado para uma mudança entre o Porto e Ponta Delgada, Açores, bem como solicitar o ressarcimento dos prejuízos sofridos em consequência do extravio e dos danos verificados em diversos bens transportados. O transporte foi realizado em 23 de janeiro de 2026, tendo como destino final Ponta Delgada. Aquando da descarga, conferência e posterior inspeção dos bens, foram identificadas diversas irregularidades, tanto ao nível da quantidade entregue como do estado de conservação dos objetos transportados. 1. Extravio de uma palete e respetivos bens O transporte contratado compreendia 17 paletes, tendo sido entregues apenas 16. Da palete em falta constavam, designadamente: * uma caixa contendo diversos livros de Medicina, no valor global estimado de 1.815,00 €; diverso material de escritório, no valor estimado de 132,10 €; 14 vasos com diferentes plantas, bem como um vaso de vidro contendo cinco pés de bambu, no valor global estimado de 298,00 €. Os respetivos artigos, quantidades e valores de reposição encontram-se discriminados em documentação própria. O valor total estimado dos livros e material de escritório extraviados ascende, assim, a 1.947,10 €. 2. Bens entregues danificados Para além do extravio referido, vários bens foram entregues com danos que não apresentavam antes do transporte, designadamente: cama individual de criança partida — 259,00 €; pés de cómoda partidos — 109,00 €; espelho redondo partido — 149,00 €; móvel de escritório com três gavetas, com rodas danificadas ou partidas — 18,00 €; cama individual de criança, estofada, com revestimento rasgado e danificado — reparação estimada em 100,00 €; Cómoda branca de quarto de casal partida — 85,00 €; quadro de 40 × 50 cm partido — valor estimado de 25,00 €; tapetes afetados por bolor, alegadamente relacionado com as condições em que foram transportados, cujo orçamento de lavagem e recuperação ascende a 210,00 €. O valor global estimado dos bens danificados e respetivas reparações é de 955,00 €. 3. Prejuízo patrimonial reclamado Face aos elementos disponíveis, os prejuízos encontram-se atualmente quantificados da seguinte forma: Livros de Medicina e material de escritório extraviados: 1.947,10 €; Plantas e vasos extraviados: 298,00 €; Mobiliário e restantes bens danificados: 955,00 €. Valor global reclamado: 3.200,10 €. Encontro-me na posse de documentação destinada a comprovar os factos e respetivos prejuízos, designadamente: documento relativo ao transporte realizado; listagens discriminativas dos bens extraviados; tabelas com quantidades e valores estimados de reposição; fotografias dos bens danificados; orçamentos de reparação e recuperação; demais documentação suscetível de demonstrar o estado e o valor dos bens. 4. Responsabilidade pelo transporte Nos termos do regime aplicável ao contrato de transporte rodoviário nacional de mercadorias, designadamente do Decreto-Lei n.º 239/2003, de 4 de outubro, o transportador responde, nos termos legalmente estabelecidos, pela perda total ou parcial das mercadorias e pelas avarias ocorridas entre a receção dos bens e a respetiva entrega, sem prejuízo das situações de exclusão ou limitação de responsabilidade previstas na lei. No presente caso, os bens foram confiados ao transportador para serem entregues no respetivo destino, na quantidade e estado em que foram recebidos. Porém, uma das 17 paletes não foi entregue e diversos bens chegaram ao destino danificados, circunstâncias que determinaram um prejuízo patrimonial significativo. Considero, por isso, que existem fundamentos suficientes para que a situação seja formalmente apreciada e para que seja apurada a correspondente responsabilidade, com o consequente ressarcimento dos danos comprovados. 5. Tentativa de resolução e pretensão Pretendo uma resolução célere, transparente e extrajudicial da situação. Solicito, concretamente: 1. O reconhecimento e apreciação formal da reclamação relativa ao extravio de uma palete e aos danos causados nos restantes bens; 2. A abertura, quando aplicável, do correspondente processo de sinistro junto da seguradora responsável; 3. Informação escrita quanto à posição assumida relativamente à responsabilidade pelos prejuízos; 4. A indicação de eventual documentação adicional necessária para instrução do processo; 5. A apresentação de uma proposta concreta para o ressarcimento dos prejuízos, atualmente estimados em 3.200,10 €; 6. Que a situação seja resolvida com a maior brevidade possível, evitando a necessidade de recurso a mecanismos administrativos, arbitrais ou judiciais. Apesar das sucessivas diligências desenvolvidas no sentido de obter uma solução, a situação permanece por resolver (volvidos 6 meses), motivo pelo qual recorro agora aos mecanismos de proteção do consumidor. A minha pretensão não excede o prejuízo efetivamente sofrido: procuro apenas ser colocado, tanto quanto possível, na situação patrimonial em que me encontraria caso os bens tivessem sido integralmente entregues e em adequado estado de conservação. Permaneço inteiramente disponível para fornecer fotografias, documentos, listagens, comprovativos, orçamentos e demais elementos necessários à adequada apreciação da presente reclamação. Valor total da indemnização reclamada: 3.200,10 €.

Em curso
J. S.
19/08/2026

Reclamação à DECO — Cancelamento de contrato de ginásio por incapacidade médica

Reclamação à DECO — Cancelamento de contrato de ginásio por incapacidade médica Entidade reclamada: Fitness UP – Paços de Ferreira Assunto: Pedido de apoio e análise da legalidade da cobrança de taxa de cancelamento perante incapacidade médica comprovada Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio e a intervenção da DECO relativamente a um problema que estou a ter com o ginásio Fitness UP – Paços de Ferreira, relacionado com o cancelamento da minha inscrição e a exigência de pagamento de uma penalização. Entrei no ginásio há aproximadamente um mês e meio, acreditando que a prática de exercício físico poderia ser benéfica para a minha saúde. No entanto, devido às minhas limitações físicas, nomeadamente artrose nos dois joelhos e dores nos joelhos e na região lombar, apenas consegui frequentar o ginásio cerca de três vezes. Após essas poucas utilizações, verifiquei que não conseguia continuar a praticar os exercícios sem agravamento das dores e, por motivos de saúde, decidi solicitar o cancelamento da inscrição. Sou titular de um Atestado Médico de Incapacidade Multiuso, emitido pelas autoridades de saúde portuguesas, que certifica 62% de incapacidade permanente. Trata-se, portanto, de uma incapacidade oficialmente reconhecida em Portugal, e não de uma simples desistência ou falta de vontade de frequentar o ginásio. Quando me inscrevi, fi-lo na expectativa de que a atividade física pudesse contribuir positivamente para a minha saúde. Contudo, após iniciar a frequência, percebi que, nas minhas atuais condições, não consigo praticar exercício físico naquele estabelecimento de forma adequada. Além disso, não cheguei sequer a assinar fisicamente o contrato que me foi apresentado, pelo que solicito à DECO que analise também a questão da formação do contrato e, nomeadamente, se me foi efetivamente disponibilizada uma cópia integral das condições contratuais e das cláusulas relativas ao período de fidelização e à penalização por cancelamento. No dia 19 de agosto de 2026, enviei formalmente um e-mail ao Fitness UP Paços de Ferreira e ao respetivo Apoio ao Cliente, solicitando o cancelamento imediato da minha inscrição e anexando o meu Atestado Médico de Incapacidade Multiuso de 62%. Apesar disso, fui informada pela rececionista do estabelecimento de que terei obrigatoriamente de pagar uma multa/taxa de cancelamento, mesmo apresentando a documentação médica que comprova a minha incapacidade. Esta posição causa-me particular preocupação, uma vez que não estou a solicitar o cancelamento por mera conveniência. Estou perante uma situação de incapacidade médica oficialmente reconhecida, que me impede de usufruir adequadamente do serviço que contratei. Tenho conhecimento de que a Lei n.º 24/96, de 31 de julho — Lei de Defesa do Consumidor, estabelece, designadamente no artigo 9.º, o direito à proteção dos interesses económicos do consumidor e determina que, nas relações de consumo, deve existir igualdade material, lealdade e boa-fé. A mesma disposição estabelece ainda que não devem ser incluídas cláusulas contratuais que originem um significativo desequilíbrio em prejuízo do consumidor. Assim, solicito à DECO que analise concretamente: Se é legal a Fitness UP exigir uma taxa/multa de cancelamento numa situação de incapacidade médica devidamente comprovada; Se a cláusula contratual que prevê essa penalização pode ser aplicada nestas circunstâncias; Se a existência de um Atestado Médico de Incapacidade Multiuso de 62%, de caráter permanente, deve ser considerada para efeitos de resolução/cancelamento do contrato sem penalização; Se a situação poderá configurar um desequilíbrio contratual significativo em prejuízo do consumidor, à luz da Lei n.º 24/96 e do regime das cláusulas contratuais gerais; Se a circunstância de eu ter frequentado o ginásio apenas cerca de três vezes e não ter chegado a assinar fisicamente o contrato tem relevância jurídica para a validade e/ou cessação do contrato; Se a Fitness UP pode continuar a efetuar cobranças após a comunicação formal do cancelamento e apresentação da documentação médica. Solicito ainda, se possível, o apoio da DECO na tentativa de resolução desta situação junto da Fitness UP, com vista ao cancelamento do contrato sem aplicação de penalização, bem como à cessação de quaisquer cobranças futuras relacionadas com a inscrição. Considero que a exigência de uma penalização, perante uma incapacidade médica oficialmente reconhecida e permanente, merece uma análise jurídica específica, sobretudo quando o serviço deixou de ser adequado e utilizável para mim por razões de saúde que não dependem da minha vontade. Documentação que disponibilizo Cópia do Atestado Médico de Incapacidade Multiuso — 62% de incapacidade permanente; Cópia do e-mail enviado à Fitness UP a solicitar o cancelamento; Comprovativo do envio do e-mail e do respetivo anexo; Eventuais respostas da Fitness UP; Outros documentos relativos à inscrição/contrato, caso sejam necessários. Agradeço desde já a análise da situação e a indicação dos meus direitos enquanto consumidora, bem como das medidas que poderei tomar caso a Fitness UP mantenha a exigência da penalização. Com os melhores cumprimentos, Judina Rocha dos Santos

Em curso
B. C.
19/08/2026
Portochic

Encomenda entregue após a data, ausência de respostas e exigência de custos de devolução

Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente a uma situação com a PORTOCHIC BOUTIQUE, empresa portuguesa, cujo site funciona através da plataforma Shopify. A encomenda foi realizada pela minha mãe no dia 26/06, tendo sido escolhido um serviço de envio expresso com prioridade. Apesar disso, o prazo associado ao envio não foi cumprido. Perante o atraso, foram enviados diversos e-mails à empresa, tendo sido solicitado o cancelamento da encomenda e o respetivo reembolso. Contudo, sempre que a conversa se encaminhava para o reembolso, deixávamos de obter resposta. O vestido acabou por ser entregue apenas no dia 10/08, quando a cerimónia já tinha acontecido, tornando o artigo inútil para a finalidade para a qual foi adquirido. Após a entrega, solicitámos a devolução e o reembolso, tendo a empresa informado que somos nós que teremos de suportar os custos de envio da devolução para fora da Europa. Consideramos esta situação injusta, uma vez que a devolução resulta diretamente do incumprimento do prazo de entrega de um serviço expresso e prioritário, e não de uma simples mudança de opinião relativamente ao artigo. Acresce ainda que não foi emitida qualquer fatura pela compra, apesar de se tratar de uma empresa portuguesa. Gostaria de saber se, nestas circunstâncias, podem legalmente exigir-nos os custos de devolução para fora da Europa, bem como quais os nossos direitos relativamente ao reembolso integral do valor pago, incluindo eventuais custos associados ao envio expresso que não foi cumprido. Temos disponíveis todos os e-mails trocados com a empresa, que comprovam as várias tentativas de resolução e os pedidos de reembolso efetuados antes da entrega.

Em curso
M. M.
19/08/2026
DHL Parcel Portugal, Unipessoal Lda

Devolução indevida da encomenda CH511972717DE por alegado erro de morada

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente à atuação da DHL Parcel eCommerce no transporte da encomenda com o número de tracking CH511972717DE. A encomenda chegou corretamente a Portugal e foi colocada num ServicePoint DHL para levantamento. Posteriormente, esse estabelecimento encerrou para férias até ao final do mês de agosto, tendo a própria DHL recolhido novamente a encomenda. Perante esta situação, contactei telefonicamente o apoio ao cliente da DHL no dia 18 de agosto. Foi-me informado expressamente que seria efetuada uma nova tentativa de entrega na minha morada e que, caso eu não estivesse presente, a encomenda seria encaminhada para outro ServicePoint. No entanto, contrariamente à informação que me foi prestada, o sistema de tracking passou a indicar que existia um alegado “erro de morada” e que a encomenda estava a ser devolvida ao remetente. A minha morada encontra-se correta na encomenda e nunca solicitei a devolução. Contactei novamente a DHL para tentar impedir a devolução, mas fui informado de que já não poderiam fazer nada e que deveria contactar exclusivamente o remetente. Esta sequência demonstra, no meu entender, uma falha clara na prestação do serviço: - a DHL retirou a encomenda do ServicePoint por motivos relacionados com o encerramento do próprio estabelecimento; - informou-me posteriormente de que iria proceder a uma nova entrega; - não cumpriu essa informação; - classificou incorretamente a situação como um problema de morada; - e procedeu à devolução da encomenda ao remetente sem a minha autorização. A situação causou-me ainda um prejuízo concreto: o artigo adquirido era a última unidade disponível em stock no vendedor. O vendedor informou-me agora de que, por se tratar de uma encomenda devolvida, esta será automaticamente processada como devolução e reembolsada, não sendo possível simplesmente reenviar o artigo. Assim, por consequência direta desta ocorrência, estou a ser obrigado a procurar e adquirir o mesmo produto noutro vendedor, potencialmente suportando um preço e custos de transporte superiores. Pretendo que a DHL: 1. esclareça formalmente a origem do alegado “erro de morada”; 2. reconheça que a devolução não resultou de qualquer ação ou omissão da minha parte; 3. explique por que motivo não foi cumprida a solução comunicada pelo seu próprio apoio ao cliente; 4. investigue a falha operacional que originou a devolução; 5. e avalie o ressarcimento de quaisquer custos adicionais devidamente comprovados que esta situação me venha a causar. Disponho do histórico de tracking, confirmação da morada utilizada na encomenda e demais documentação necessária para comprovar os factos descritos. Aguardo resolução.

Em curso
P. G.
19/08/2026

Má qualidade de digitalização e falta de resolução por parte do suporte HP

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à minha impressora HP ENVY 6100e Series, adquirida há cerca de seis meses, e à qualidade do serviço de assistência prestado pelo suporte da HP. Ao longo da minha vida, adquiri cinco impressoras da marca HP, tendo ficado sempre muito satisfeito com a qualidade dos equipamentos e, sobretudo, com o serviço de apoio prestado pela marca. Foi precisamente por confiar na qualidade e na reputação da HP que decidi investir novamente numa impressora da marca, desta vez numa HP ENVY 6100e Series, tendo a aquisição sido, inclusivamente, aconselhada por um agente da HP. No entanto, desde as primeiras utilizações comecei a verificar que a qualidade da digitalização de documentos simples, nomeadamente documentos de texto, era muito deficiente. Como utilizo a impressora apenas esporadicamente, uma vez que disponho de uma impressora no meu local de trabalho, inicialmente não dei a devida importância ao problema. Ainda assim, a situação foi reportada ao suporte da HP, sem que, até à data, tivesse sido apresentada uma solução eficaz. Com o passar dos meses, fui constatando que a qualidade das digitalizações se encontrava cada vez pior, motivo pelo qual voltei a contactar o suporte da HP na passada segunda-feira, dia 17/08/2026. Nessa ocasião, fui informado de que, naquele momento, não havia um técnico disponível para me prestar assistência e que seria posteriormente contactado para dar continuidade ao processo. Contudo, essa chamada nunca aconteceu. Perante a ausência de resposta, tive de voltar a contactar o suporte da HP hoje, quarta-feira, dia 19/08/2026, para tentar finalmente resolver o problema. Fui então atendido pelo agente Ruá Cardoso, que acedeu remotamente ao meu computador com o objetivo de configurar e verificar o funcionamento da impressora. Durante o atendimento, foi realizado um teste de digitalização com uma resolução de 1200 dpi. Após a digitalização, verificámos conjuntamente o documento obtido. O resultado foi, na minha opinião, claramente insatisfatório: as letras não apresentavam nitidez, existiam borrões e manchas escuras em redor do texto e a qualidade geral da digitalização era manifestamente inadequada para um documento simples. Perante este resultado, questionei o agente sobre a qualidade apresentada. Para minha surpresa, foi-me transmitido que a digitalização estava "ótima" e que a impressora não conseguiria fazer melhor. Esta resposta é particularmente frustrante, sobretudo porque estamos perante um equipamento com apenas seis meses de utilização, adquirido numa marca na qual sempre depositei confiança e que, historicamente, me proporcionou equipamentos de boa qualidade e um serviço de apoio que considero bastante superior. Não considero aceitável que uma impressora com tão pouco tempo de utilização apresente uma qualidade de digitalização desta natureza e que, depois de várias tentativas de contacto com o suporte, a única solução apresentada seja, na prática, aceitar que o equipamento "não faz melhor". O que devo fazer com uma impressora com apenas seis meses de utilização, pela qual paguei uma quantia significativa, se não consigo utilizá-la para uma das suas funções básicas — a digitalização de documentos — com uma qualidade minimamente aceitável? Considero que esta situação merece uma análise séria por parte da HP e não uma simples resposta de que o equipamento está a funcionar dentro das suas capacidades. Se a qualidade apresentada é realmente a qualidade máxima que este modelo consegue proporcionar, então considero legítimo questionar a adequação do produto à utilização para a qual foi adquirido e a informação que me foi transmitida no momento da compra. Assim, solicito que a HP proceda a uma avaliação técnica efetiva do equipamento, e que me seja apresentada uma solução concreta para o problema, seja através da reparação, substituição do equipamento ou outra solução adequada, tendo em consideração o reduzido período de utilização da impressora e o facto de o problema ter sido comunicado anteriormente. Espero sinceramente que a HP reveja esta situação e que o tratamento dado a este caso esteja de acordo com a qualidade e o profissionalismo que sempre associei à marca. Fico a aguardar uma resposta por escrito, bem como uma solução concreta para esta situação.

Em curso
A. S.
19/08/2026
Facilitou.clean

Serviço medíocre e mais caro do que acordado

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço de limpeza do meu terraço, devido à forma como o serviço foi orçamentado, executado e acompanhado. Desde o primeiro contacto, expliquei claramente o serviço que pretendia, indicando o tamanho do terraço, o tipo de pavimento e o trabalho necessário. Enviei também fotografias do espaço, precisamente para que fosse possível avaliar previamente o trabalho a realizar. Na sequência dessas informações, foi-me apresentado um orçamento, tendo eu pago metade do valor antecipadamente para confirmar a marcação. No momento da contratação, o website indicava que estava em vigor uma promoção de 40% de desconto. Além disso, fui contactada telefonicamente e pressionada a aceitar o orçamento rapidamente, com a indicação de que o desconto apenas estaria disponível durante mais dois dias. No entanto, ainda atualmente, a informação relativa ao desconto continua disponível no website, o que considero, no mínimo, uma situação pouco transparente. https://www.facilitouclean.pt/ Alteração do preço após a contratação No dia anterior ao serviço, quando enviei uma mensagem a confirmar a presença da equipa no dia seguinte, fui contactada telefonicamente e informada de que seria necessário verificar o espaço antes da realização da limpeza. Expliquei que não tinha disponibilidade para estar presente nesse momento. Foi-me então dito que, caso faltasse algum material, este poderia ser adquirido no próprio dia, mantendo-se a marcação e sendo garantida a qualidade do serviço. No dia marcado, o responsável apareceu acompanhado por dois rapazes, de 19 e 21 anos, e foi então apresentado um novo preço, substancialmente superior ao orçamento inicialmente acordado. Ainda tentei negociar o valor, tendo-me sido explicado que o aumento se devia ao facto de ser necessário remover as pedras uma a uma. Contudo, no orçamento inicial já constava expressamente o levantamento das pedras como parte do serviço. Foi-me posteriormente explicado que “levantar” as pedras seria diferente de “remover e voltar a colocar”. Se essa distinção era relevante para a definição do preço, deveria ter sido esclarecida no momento em que solicitei o orçamento, sobretudo porque forneci antecipadamente todas as informações e fotografias necessárias para avaliar o trabalho. O preço passou de 267 € para 497 €, ou seja, um aumento de 230 €, ficando o serviço quase pelo dobro do valor inicialmente orçamentado. Como já tinha pago metade do valor para garantir a marcação, fiquei numa situação em que, na prática, me senti obrigada a aceitar o novo preço para não perder o dinheiro já pago. Considero que esta não é uma forma aceitável de apresentar um orçamento ao cliente. Falta de acompanhamento e organização da equipa Desde o início do trabalho, foi evidente que o responsável não tinha confiança na equipa que colocou no local. Esteve constantemente a telefonar aos dois trabalhadores e a pedir-lhes fotografias para comprovar que estavam a realizar corretamente o trabalho. Se o responsável não tinha confiança suficiente nos trabalhadores para executar o serviço sem supervisão, considero que não deveria tê-los deixado sozinhos no local. Não é razoável que a responsabilidade pela verificação da qualidade do trabalho seja transferida para o cliente. Aliás, o próprio responsável insistiu várias vezes comigo para que eu verificasse se os trabalhadores estavam a fazer corretamente o serviço. Gostaria de deixar muito claro que não é minha responsabilidade passar o dia a vigiar trabalhadores para garantir que estão a executar corretamente um serviço profissional que contratei. A empresa deveria ter capacidade para executar o trabalho corretamente ou, caso os trabalhadores necessitassem de supervisão, deveria ter assegurado a presença de alguém responsável no local. Material e terceira pessoa que nunca apareceram Foi-me também dito que, para terminar o trabalho num único dia, seria necessária uma terceira pessoa e material específico para levantar as pedras do terraço. No entanto, essa terceira pessoa nunca apareceu, nem o material foi disponibilizado, sem que eu tivesse sido informada previamente dessa alteração. Só quando telefonei às 12h49, manifestando a minha preocupação de que os dois trabalhadores não conseguiriam terminar o serviço e perguntando quando chegaria a terceira pessoa, é que me foi explicado que afinal isso não iria acontecer. Considero particularmente grave que tenha sido cobrado um valor superior precisamente com base em necessidades adicionais de mão de obra e equipamento que depois não foram efetivamente disponibilizados. Qualidade do trabalho A qualidade da execução ficou bastante aquém do que seria expectável. Os trabalhadores demonstraram pouco cuidado e pouco brio na realização do serviço, tendo deixado terra e lama no local. Tive de lhes pedir três vezes que voltassem a colocar corretamente as pedras do terraço, tendo inclusivamente enviado uma mensagem nesse sentido. Também tive de insistir para que tivessem cuidado para não deixar cair lixo para o cano de escoamento. Tenho ainda um tapete de plástico colocado por baixo de uma máquina no terraço. Os trabalhadores desmontaram-no para realizar o trabalho, mas não tiveram o cuidado de o voltar a montar corretamente. Só detetei a situação porque fui verificar o trabalho e tive de ser eu própria a corrigir a montagem. Depois de os trabalhadores terem terminado e saído, fui verificar o terraço e constatei que havia pedras que nem sequer tinham sido levantadas e que, em algumas das pedras levantadas, ainda permanecia terra por baixo, demonstrando que a limpeza não tinha sido devidamente realizada. Contactei a empresa, expliquei a situação e mostrei inclusivamente o problema através de uma videochamada. Os trabalhadores acabaram por regressar ao local para corrigir aquela parte do serviço. Contudo, não levantei todas as pedras do terraço para poder verificar o trabalho, pelo que tenho fortes suspeitas de que existam outras zonas que também não tenham sido devidamente limpas. Esta situação obrigou-me ainda a cancelar os planos que tinha para o final desse dia, uma vez que me foi indicado que a correção daquela parte apenas poderia ser feita naquele momento ou, em alternativa, quatro dias depois. Conclusão Considero que houve uma sucessão de problemas ao longo de todo o processo: - o orçamento foi realizado com base em informação e fotografias que forneci antecipadamente; - o preço aumentou de 267 € para 497 € no próprio dia do serviço; - o aumento foi justificado por um trabalho que, na minha perspetiva, já estava incluído no orçamento inicial; - foi-me indicado que seriam necessários uma terceira pessoa e material adicional, que nunca apareceram; - a equipa enviada não demonstrou autonomia nem capacidade para garantir a qualidade do serviço; - tive de supervisionar e corrigir repetidamente o trabalho; - o serviço foi inicialmente dado como concluído quando, na realidade, existiam zonas que não tinham sido devidamente limpas; - e fui obrigada a reorganizar os meus planos pessoais para permitir a correção de um trabalho que deveria ter sido corretamente executado desde o início. Acima de tudo, considero inadequado que a responsabilidade pela garantia da qualidade do serviço tenha sido, na prática, colocada sobre mim enquanto cliente. Contratei um serviço profissional precisamente para não ter de acompanhar permanentemente os trabalhadores, verificar se estão a executar corretamente cada tarefa ou identificar posteriormente aquilo que ficou por fazer. Assim, solicito que a empresa se pronuncie sobre esta situação e apresente uma solução adequada, tendo em consideração a diferença entre o serviço inicialmente orçamentado e o efetivamente prestado, o aumento substancial do preço e a qualidade final do trabalho. Aguardo uma resposta concreta relativamente a esta reclamação.

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