Reclamações públicas
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Não cumprimento da Garantia
Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao serviço prestado por este stand bestcar fundão , no âmbito da garantia do veículo adquirido. O veículo foi entregue para reparação dentro do prazo de garantia, apresentando sintomas previamente identificados, tendo sido elaborado e pago um orçamento inicial correspondente à substituição dos retentores de válvula 850€ No entanto, após a abertura do motor, foram diagnosticadas outras anomalias graves, nomeadamente necessidade de substituição de anéis de segmento, bronzinas, turbo e válvulas, mão de obra e e agravamento na retífica 700€ problemas estes diretamente relacionados com os sintomas inicialmente reportados e que evidenciam um estado mecânico já comprometido à data da intervenção. Apesar disso, o stand recusa-se a assumir a responsabilidade pela reparação completa, alegando que, por ter sido pago o orçamento inicial, não possui qualquer obrigação relativamente aos restantes danos identificados. Tal posição é inaceitável, uma vez que os defeitos detetados fazem parte do mesmo problema estrutural do motor e deveriam ser cobertos pela garantia legal. Desta forma, solicito a resolução da situação, com a assunção integral dos custos necessários para a reparação completa do motor, conforme os problemas identificados após a desmontagem. Sem outro assunto de momento, Apresento os melhores cumprimentos.
Má prática, retenção de documento original e ameaças de coação – Antas da Cunha Ecija
Venho por este meio denunciar a conduta da sociedade de advogados Antas da Cunha Ecija (Lisboa/Porto), relativa ao processo n.º [Inserir Número se aplicável] e à minha Habilitação de Herdeiros original. 1. Rescisão Indevida e Falta de Transparência: Após contratar a firma para um processo sucessório urgente (património de 1M €), solicitei esclarecimentos sobre metodologias de trabalho e prazos. Em resposta, o associado Dr. Luís Correia rescindiu o mandato de imediato, alegando "incompatibilidade" com o meu pedido de organização. É inaceitável que uma firma desta dimensão recuse prestar contas ao cliente. 2. Retenção/Extravio de Documento Original: Após reunião presencial em Lisboa, a minha Habilitação de Herdeiros original não me foi devolvida. Tenho o testemunho presencial de uma funcionária dos SMAS de Sintra que confirmou que o documento não se encontrava na pasta. O escritório nega a devolução e recusa assumir responsabilidade pelo extravio de um documento essencial. 3. Falta de Urbanidade e Ameaças: Fui ignorada em e-mails urgentes e tratada com arrogância por telefone . Ao exercer o meu direito à reclamação, recebi ameaças formais de processos-crime por difamação, numa clara tentativa de coação e "bullying" jurídico para silenciar falhas graves de gestão. 4. Engano ao Consumidor (Marca ECIJA): Contratei a firma pela confiança na marca global ECIJA (Espanha), mas fui informada pelo Sr. Fernando Antas da Cunha que o escritório em Portugal é "100% independente". Esta dissociação da sede em Madrid, após a captação do cliente pela marca, constitui um engano ao consumidor. Exigências: 1. Devolução imediata da Habilitação de Herdeiros original ou assunção dos custos de segunda via e danos causados pelo atraso. 2. Cessação imediata de ameaças de coação pelo exercício do direito de opinião e reclamação. Informo que esta queixa já foi remetida ao Conselho de Deontologia da Ordem dos Advogados e à Ecija International em Madrid.
Curso no apto para iniciantes
Celebrei um contrato de formação com a entidade CEAC para o curso de Instalador AVAC, tendo informado expressamente, no momento da contratação, que não possuía quaisquer conhecimentos prévios na área, facto que foi repetido várias vezes ao comercial responsável. Apesar desta informação clara, não foi efetuada qualquer avaliação do meu perfil, nem me foi prestada informação adequada, compreensível e proporcional ao meu nível de conhecimentos, quanto à real exigência técnica do curso. Posteriormente, ao iniciar a formação, verifiquei que os conteúdos incluem matérias de elevada complexidade técnica, nomeadamente termodinâmica, psicrometria e fundamentos de física e matemática aplicados, os quais não são compatíveis com um iniciante absoluto. Esta situação foi inclusivamente reconhecida pelo próprio formador, que admitiu que os conteúdos apresentam um nível exigente para quem não possui base prévia. Assim, não está em causa a qualidade do curso, mas sim a sua inadequação ao meu perfil enquanto consumidor, situação que deveria ter sido devidamente acautelada no momento da venda. Considero que houve uma falha grave no dever de informação, nos termos da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96), uma vez que a informação prestada não foi adequada ao destinatário concreto, bem como uma prática comercial potencialmente desleal, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, por omissão de elementos essenciais que influenciaram a minha decisão de contratar. Acresce que a simples disponibilização de conteúdos programáticos em linguagem técnica não cumpre o dever de informação quando o consumidor não possui conhecimentos que lhe permitam compreender o real nível de exigência do curso. A venda do curso nestas condições consubstancia uma inadequação do serviço às legítimas expectativas criadas, colocando o consumidor numa posição de desequilíbrio contratual. Solicitei a resolução do contrato por estas razões, tendo a entidade recusado
AVARIA GRAVE EM TV Philips 70PUS7906 – FALTA DE DURABILIDADE DO PRODUTO
Adquiri um televisor Philips 70PUS7906 na PCDIGA, para uso doméstico normal. Após pouco mais de 3 anos de utilização, o equipamento apresentou avaria grave no painel LCD, deixando de apresentar imagem, apesar de continuar a funcionar ao nível de som e sistema. O equipamento foi analisado por assistência técnica, tendo sido confirmado defeito no painel LCD, sendo a reparação considerada economicamente inviável. Trata-se de um produto de elevado valor, cuja durabilidade expectável deveria ser significativamente superior, pelo que considero existir falta de durabilidade do bem. Já contactei a PCDIGA e o fabricante, tendo ambos recusado qualquer solução, alegando apenas o fim da garantia. Informo ainda que o caso já foi submetido ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Solicito apoio na resolução do conflito, nomeadamente através de reparação, substituição do equipamento ou compensação adequada ao prejuízo sofrido.
Recuperação de cobranças indevidas, cobrança de promoção e pedido de cancelamento sem penalização
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentando consentimento contra a empresa Fitness Up, na sequência de fatos que configuram incumprimento contratual, fornecimento de informação comercial incorreta, cobranças indevidas e ausência de resposta às reclamações apresentadas. Em novembro de 2025 celebrei contrato com a Fitness Up, em meu nome e em nome do meu marido, tendo-me sido assegurado, no momento da contratação, que estava em vigor uma campanha promocional com três meses gratuitos . Foi ainda referido pela colaboradora responsável pela venda que, por o meu marido ter aderido comigo, me seriam concedidas mais quinze dias adicionais , motivo pelo qual apenas começaria a ser cobrada a mensalidade em janeiro de 2026. Sucede que essa informação não se confirma na prática. Já em dezembro de 2025 foi efetuada a cobrança, apesar de ter sido garantido que o período promocional ainda se encontrasse a decorrer. Por não ter saldo disponível na conta e por não ter sido previamente notificado em conformidade com o que me foi indicado aquando da adesão, a cobrança foi devolvida, tendo ainda sido aplicados juros e penalizações. Posteriormente, verifiquei que continua a ser alvo de cobranças/multas indevidas, tendo suportado cerca de três pagamentos adicionais associados a estas falhas. Perante esta situação, desloquei-me presencialmente à unidade para solicitar esclarecimentos e resolução do problema. Contudo, fui informado de que o departamento financeiro já tinha encerrado e de que o responsável não poderia intervir naquele momento, tendo-me sido prometido um contato posterior via WhatsApp, o que nunca ocorreu. Esta ausência de resposta remonta a janeiro de 2026, sem que até os dados atuais tenha sido apresentada qualquer solução concreta. Apresentei igualmente sinceridade no Livro de Reclamações, mas a resposta obtida foi manifestamente insuficiente. Foi-me comunicado que a promoção teria sido “efetivamente modificada” e que a questão das cobranças indevidas deveria ser resolvida com o banco/cartão, o que não corresponde ao enquadramento correto da situação. O banco, por sua vez, esclareceu-me de que a matéria deve ser tratada com o comerciante, ou seja, com o próprio Fitness Up. Acresce que o próprio rececionista que procedeu à venda me confirmou, mais tarde, que a promoção dos quinze dias adicionais não tinha sido eficaz ativado , o que evidencia contradição entre a informação comercial prestada e a realidade contratual. Face ao exposto, entendo que estamos perante uma situação de incumprimento das obrigações oferecidas no momento da contratação , com consequente violação do dever de informação pré-contratual e de boa-fé contratual, bem como cobrança perantes indevidas e falta de resposta adequada às reclamações. Neste contexto, solicito: O cancelamento imediato dos contratos celebrados em meu nome e em nome do meu marido M.T.; A isenta de quaisquer taxas administrativas, custos de cancelamento ou penalizações por cessação antecipada , por inexistir culpa minha na origem do litígio; A anulação/estorno das quantias indevidamente cobradas , bem como de juros, multas ou encargos associados; A confirmação, por escrito, da regularização integral da situação . Refiro ainda que não é possível me deslocar com facilidade à unidade, seja devido ao meu horário laboral na área de restauração, seja porque a atividade profissional que desempenho atualmente exige elevado esforço físico, sendo eu uma pessoa com deficiência ainda (PCD), deliberadamente que torna mais grave a necessidade de resolver este assunto de forma remota e célere. Deste modo, solicita-se a intervenção da DECO para protestar contra o sentido de ser reconhecido o incumprimento por parte da empresa, com a consequente resolução do contrato sem ónus para a consumidora e com a reposição de todos os valores indevidamente debitados. Com os melhores cumprimentos, D.L.
Agência sem sistema informático
Boa tarde, venho expressar o meu desagrado pela demora excessiva que a AIMA se permite no que diz respeito a agendamentos, pedidos de residência, etc. Iniciei contacto com a AIMA em Julho de 2025 pois o certificado europeu de residência estava quase a caducar. Os demais telefonemas e emails não surtiram efeito. Ninguém responde, ninguém sabe, ninguém ajuda. Decidi então tirar um dia de férias forçadas para ir presencialmente a Lisboa-Anjos pedir um agendamento (fui atendido após 6 horas de espera). Passado uns dias recebo o email com a confirmação do agendamento no dia 31 de Março de 2026 em Castelo Branco (7 meses de espera e a mais de 200 km da minha área de residência. Hoje, no dia e hora marcada, a agência informou que não tinha sistema informático, que os servidores estavam em baixo. Aguardámos desde as 9h00 até às 14h até que nos foi dito que teria de ser reagendado. Julguei que esta situação anedótica e vergonhosa, só acontecia em países de 3° mundo. O prejuízo financeiro foi considerável, pois temos uma bebé de 18 meses, passámos a noite em um alojamento local (para estar tranquilos em chegar à agência às 9h e toda a logistica que envolve uma criança desta idade), adicionando ainda a despesa de gasóleo e portagens, tudo isto em vão, tempo e dinheiro perdido. Disseram que iremos receber outro email em breve com nova data. É lastimável o funcionamento desta instituição AIMA. Nenhum respeito pelas pessoas.
Reclamação Formal – FitnessUP Montijo: Má-fé, Cobrança Indevida e Obstrução ao Cancelamento
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra o FitnessUP Montijo por conduta de má-fé e prática comercial abusiva. Após o envio do meu pedido de cancelamento atempado (18/03), o ginásio ignorou deliberadamente a minha comunicação para, dois dias depois (20/03), efetuar uma segunda cobrança indevida na minha conta, ignorando o meu direito de rescisão e os prazos de pré-aviso rigorosamente cumpridos. 1. OBSTRUÇÃO AO DIREITO DE RESCISÃO E INCUMPRIMENTO DE PRAZOS: No dia 18/03/2026 (19:21), formalizei o meu pedido de cancelamento via e-mail (anexo 1), cumprindo o pré-aviso de 10 dias úteis estipulado na Cláusula 2.3 para o termo do contrato a 31/03/2026. O contrato prevê uma fidelização de 52 semanas (Cláusula 2.2). O ginásio ignorou o meu e-mail durante 8 dias, respondendo apenas a 26/03 com a exigência de pagamento de mais quinzenas para "compensar" ofertas iniciais, o que estenderia ilegalmente o vínculo para além de um ano. 2. SEGUNDA COBRANÇA INDEVIDA E AUSÊNCIA DE RESPOSTA: No dia 20/03/2026, o ginásio efetuou uma segunda cobrança por débito direto, dois dias após o meu pedido de saída. Solicitei formalmente uma justificação para este segundo débito, mas fui completamente ignorado pela gerência. Perante a total ausência de resposta ou esclarecimento, vi-me obrigado a solicitar o reembolso e o cancelamento do débito direto por conta própria junto da minha entidade bancária, para cessar a apropriação indevida de valores da minha conta. 3. PUBLICIDADE ENGANOSA: Considero Publicidade Enganosa a tentativa de converter "ofertas" de adesão em dívida no final do contrato. Uma oferta publicitada com valor zero deve ser contabilizada para o tempo de permanência; caso contrário, o consumidor é induzido em erro. PROVA DE COBRANÇA ABUSIVA(PRESENTE NO ANEXO DOS E-MAILS, DATA 26/03/2026) : Reforce-se que a entidade enviou um e-mail exigindo o pagamento de duas mensalidades relativas ao mês de abril, período que já se encontra fora da fidelização de 52 semanas que termina hoje, 31/03/2026. Esta exigência baseia-se na pretensão ilegal de 'compensar' ofertas iniciais, o que constitui Publicidade Enganosa e uma extensão forçada do vínculo contratual, ignorando o cancelamento atempado enviado a 18/03. PEDIDO FINAL: Exijo a confirmação do cancelamento definitivo por escrito, com efeitos a 31/03/2026 e a anulação de qualquer taxa de rescisão ou cobrança de "ofertas" retroativas. Exijo ainda que o ginásio cesse qualquer tentativa de cobrança futura.
Encomenda incorreta não atendem os telefones
I placed an order on 31 March for 20 flowers worth 60 euros and was sent a bouquet of 6 flowers that was clearly wrong. It does not correspond to the photo or the size. The store does not answer the phones, responds to emails and the WhatsApp number is not assigned. A real scheme to rob people
Querem cobrar por algo que não detetaram
Levámos o carro para resolver problemas de software. Garantiram que estava tudo resolvido e, na entrega, disseram: *“ainda bem que trataram também do depósito de AdBlue, assim não dará mais problemas.”* Duas semanas depois, os mesmos erros voltaram — e ainda piores. Disseram então que afinal o problema continua… exatamente no mesmo sítio. Agora apresentam um novo orçamento de 6200€ por algo que “não tinham detetado” antes e ainda dizem que, se não quisermos pagar, podemos levar o carro sem arranjo. Isto tudo, só passou 3 semanas.
Incumprimento de Contrato
Venho denunciar uma situação de burla e abandono de obra praticada por Nuno H. S. S. Ginja, sócio-gerente da empresa N Silva - Instalações Elétricas (NIF 517877171), sediada em Alfena. Fui lesada no valor total de 1.170,00 €, destinados a serviços de eletricidade e pladur na residência da minha progenitora. O pagamento foi efetuado através de numerário e transferências bancárias para uma conta do Banco CGD (titular L. M. R. Ginja), por indicação expressa do executante. O responsável abandonou a obra em 09/03/2026, deixando a habitação em estado de elevada perigosidade elétrica e insalubridade. Foram apropriados indevidamente valores destinados a materiais nunca entregues (incluindo uma janela de 250 € e material elétrico de 300 €) e 70 € de adiantamentos pessoais não devolvidos. A empresa apresenta um Relatório de Risco Elevado (eInforma), o que reforça o carácter premeditado do abandono. O caso já foi reportado criminalmente à PSP (Queixa SQE0431231/26) e ao Banco BPI. Exijo a devolução integral do capital (1.170,00 €), sob pena de avançar com o pedido de penhora de bens e contas bancárias via judicial.
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