Reclamações públicas

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A. V.
27/02/2026

Pedido no correspondiente a lo que pedi

El paquete que e recibido no corresponde con lo que yo e pedido

Em curso
A. B.
25/02/2026

Solicitação de apoio jurídico ( sócia número 7299344-94) - Conflito com Agilcare/Agilidade S.A

Exmos. Srs. do Departamento Jurídico da DECO, Eu, Andréia Filipa Bernardino Simões, titular do NIF 239175654 e sócia da DECO n.º 7299344-94, venho por este meio solicitar a vossa intervenção urgente num conflito de consumo com a empresa Agilidade S.A. (Marca Agilcare), NIF 510164897. Exposição dos Factos: Celebrei um contrato de prestação de serviços de saúde em 24/09/2019 (N.º Cliente 62110), com uma fidelização inicial de 12 meses, a qual terminou em setembro de 2020. Em 12/01/2026, solicitei formalmente o cancelamento do contrato por não utilização do serviço. A empresa recusou o cancelamento imediato, invocando as cláusulas 6.ª e 7.ª das suas Condições Gerais para alegar uma renovação automática da fidelização por períodos sucessivos de 12 meses, pretendendo cobrar mensalidades até setembro de 2026. Considero tal prática abusiva e nula à luz do Decreto-Lei n.º 446/85 (Cláusulas Contratuais Gerais) e da Lei de Defesa do Consumidor, visto que a renovação do serviço não pode implicar a renovação automática da fidelização sem consentimento expresso e nova vantagem económica. Recebi recentemente uma notificação da advogada da empresa (Dra. Ana Cristina Domingues) com ameaças de cobrança coerciva através da empresa INTRUM. Já procedi ao cancelamento do débito direto e apresentei queixa na ASAE (Processo ROR00000000045477938) e no Centro de Arbitragem (CACCL). Solicitação: Na qualidade de sócia, solicito que a DECO intermedeie este conflito junto da Agilcare, exigindo o cancelamento definitivo do contrato sem custos e a cessação das ameaças de cobrança por valores indevidos. Anexos em arquivo: Cópia do Contrato de 2019; Troca de e-mails com a Agilcare e notificação da advogada; Comprovativo da queixa na ASAE. Aguardando as vossas instruções, subscrevo-me com os melhores cumprimentos, Andréia Filipa Bernardino Simões Contacto: 916040517

Em curso
P. F.
24/02/2026

Desejar anular contrato e não o fazerem

Ex.mos senhores.... liguei para a Medicare para anular o contrato que tive de o fazer ....agora que quis anular dizem que passou já passaram dias da anulação e tenho de pagar mais um ano ....um plano saude que nunca vou utilizar pois a empresa me deu um com melhores condições...a minha pergunta, não posso anular e tenho de pagar o que não preciso....gostava me ajudassem a anular algo que nem nunca utilizei nem preciso.... obrigado.... Olinda Venâncio Fernandes tel.933509699

Em curso

Falhas administrativas e recusa de regularização de receita médica pendente

Dirigi-me À Clínica Lusíadas Oriente no passado dia 12 de fevereiro para uma consulta médica. A consulta era às 12:15, cheguei às 12:00 e retirei senha para fazer admissão. Apenas às 12:45 me chamaram para fazer admissão na recepção. Estavam a chamar 1 utente a cada 10 minutos, e o restante tempo na conversa entre elas sobre os médicos que gostavam e não gostavam. Quando chamaram a minha senha, disseram-me que a consulta era às 12:15 e que a Dr.ª Margarida Apetato não atendia fora do horário. Voltei a indicar que já estava a aguardar para ser chamada para admissão desde antes do horário da consulta, como se podia verificar na senha que possuía o horário e que não fiz admissão mais cedo por não chamarem a senha no horário devido. Discutiram entre as duas sobre quem ligava para a médica para me atender pois "Deus me livre, eu é que não ligo nem paga" até que uma ligou e me fez a admissão para ser atendida. A médica fez a consulta e passou-me uma prescrição médica em papel, assinou mas não colocou a vinheta. Ao chegar à farmácia, indicaram que não era possível vender a medicação. Desde então já contactei telefonicamente, pela linha de apoio do WhatsApp, por e-mail e a informação que dão sempre é que encaminham o pedido para a equipa responsável mas nao têm resposta, HÁ MAIS DE DEZ DIAS. Hoje por e-mail responderam-me que eu é que devia voltar a deslocar-me por 40 minutos para cada lado para obter uma nova receita com vinheta ao invés se ser passada uma sem papel, sem qualquer justificação para tal, quando o erro da primeira prescrição foi da Clínica, após toda uma péssima gestão na própria consulta. É completamente inadmissível todo este cenário, desde a falta de profissionalismo das colaboradoras na admissão, à falta de capacidade de contacto dentro da própria clínica para saberem dar uma resposta, à solução que decidiram apresentar que não resolve a questão que foi causada pela mesma.

Em curso

Espera para cirurgia

No ano de 2023 desloquei-me ao hospital de Vila Franca de Xira para uma consulta de oftalmologia, onde após todos os exames me foi dito que podia ser feita uma cirurgia e que me iriam colocar em lista de espera. Em janeiro de 2026 desloquei-me a este hospital para saber informações sobre o processo visto que já tinha passado muito tempo, ao que me foi dito que não me encontrava na lista de espera para a cirurgia e que o médico não me tinha colocado, mas que iriam solicitar ao Backoffice que me contactasse para me poderem esclarecer. Até ao dia de hoje ainda não fui contactada por ninguém do hospital para ter um esclarecimento, não houve o mínimo de preocupação Acho inadmissível ter estado este tempo todo à espera de uma cirurgia para a qual eu nunca tive na lista e não há nenhuma resposta nem resolução por parte do hospital.

Em curso
L. C.
18/02/2026
Plano de saúde CUF

Cancelamento de plano

Exmos. Senhores, Relativamente ao Plano +CUF contratado por telefone em outubro de 2024, solicito formalmente: Cópia integral do contrato celebrado Cópia da gravação da chamada telefónica em que o contrato foi acordado Comprovativo de que me foram enviadas as condições contratuais na altura da adesão Até à presente data não recordo ter recebido ou assinado qualquer contrato assinado nem documento com os termos e condições. Solicito o envio destes elementos o mais breve possível. Obs; Estou solicitado este cancelamento por está em falta de condições financeira, tendo em vista que apenas usei este plano em um desconto no exame feito 2024. Nada mais. Com os melhores cumprimentos, Zilpa Carvalho

Encerrada
F. M.
18/02/2026

Atualização da reclamação

Exmos. Senhores. Venho por este meio atualizar a reclamação apresentada, informando que, apesar de não ter obtido até ao momento qualquer resposta escrita por parte da empresa Medicare relativamente à resolução do contrato, fui hoje contactada telefonicamente por um colaborador que se identificou como pertencendo a um “departamento de satisfação do cliente”. Durante a chamada, informei que me encontrava em horário de trabalho e que não tinha disponibilidade para falar naquele momento, bem como que já tinha exposto formalmente a minha insatisfação e os factos relevantes através dos canais adequados. Ainda assim, o colaborador insistiu de forma reiterada em prosseguir a chamada, exigindo a autorização para gravação, adotando um tom sarcástico e prepotente, revelando total desconsideração pela minha indisponibilidade e pelas explicações prestadas. Perante a minha recusa em autorizar a gravação da chamada, o colaborador terminou o contacto de forma abrupta, afirmando que seria contactada por outros meios. Considero este comportamento inadequado, desrespeitoso e intimidatório, sobretudo num contexto em que o contrato se encontra formalmente contestado, sem resposta escrita da empresa, e com processos de reclamação ativos. Solicito que este comportamento seja igualmente tido em conta na análise do meu caso.

Encerrada
A. A.
14/02/2026

Anular seguro

Boa tarde No dia 7 de Janeiro Enviei um e-mail para a Medicare para anular o seguro uma vez que a empresa tinha dado um seguro com inicio em Janeiro. Obtive a resposta que anexo. Liguei mais tarde e disseram-me que só podia ser anulado quando fizesse um ano. É assim ou posso anulá-lo de imediato. Muito Obrigado Tel 965741080

Encerrada
M. S.
14/02/2026

Desgraça e Fraude

Na noite de sexta-feira, 14.02.2026, a minha esposa ligou-me do trabalho a dizer que se sentia mal. Fui imediatamente buscá-la e dirigimo-nos às urgências do Hospital CUF Porto, por ser a unidade mais próxima do local de trabalho dela. Os problemas começaram logo à entrada: apesar de a minha esposa estar curvada com dores, com um saco na mão e ter acabado por se sentar no chão por não conseguir aguentar-se em pé, nem os funcionários da receção nem qualquer outra pessoa se dignou a intervir. Parecia não ser uma urgência, mas sim uma fila de espera comum, onde até pessoas que chegavam em perfeitas condições eram atendidas por ordem numérica. Questionei o funcionário do registo se aquilo era realmente uma urgência, apontando para a minha esposa prostrada no chão enquanto ele priorizava o registo de um jovem que estava calmamente de pé. Só depois enviaram uma cadeira de rodas; no entanto, entregaram-me a cadeira a mim e disseram-me para a levar para a sala de espera interior. Após algum tempo, fomos levados a uma pequena sala onde alguém (não sei se médico ou técnico) fez algumas perguntas, colocou-nos pulseiras e levou a minha esposa para o interior. Apesar de ela ter entrado a chorar, a gemer, a vomitar bílis e a queixar-se de dores fortíssimas, só cerca de 20 minutos depois é que uma enfermeira apareceu para lhe retirar sangue. Expliquei aos funcionários que, numa situação anterior idêntica no Hospital Lusíadas, ela tinha sido medicada com analgésicos e soro, tendo recuperado e tido alta em cerca de duas horas. Embora não soubesse os detalhes técnicos, o tratamento lá foi eficaz. Na CUF, apesar de eu pedir que aliviassem a dor dela ou que a sedassem como fizeram nos Lusíadas, limitavam-se a dizer que 'já tinham dado analgésicos' e tentavam afastar-me do local. Falava com a minha esposa por telefone a cada 5 minutos; ela mal conseguia falar, chorava desesperada, dizia que a dor era insuportável, que tinha medo de morrer e que continuava a vomitar. Ela dizia-me que implorava por ajuda aos médicos e enfermeiros, mas que estes a ignoravam, negando-lhe inclusive uma cama ou maca para se deitar. Assustado e revoltado, entrei nas instalações e exigi à enfermeira que retirasse o soro e tudo o que tinham ligado, pois íamos para outro hospital. Não o fizeram. A enfermeira falou com o médico, que nos pediu para esperar. Alegaram que tentaram levar a minha esposa para uma tomografia (TAC) três vezes, mas que ela não ficava quieta devido à dor. O facto de tentarem fazer exames de diagnóstico caros antes de controlarem a dor dela fez-me suspeitar de motivações puramente económicas. Ao ver a minha esposa com o rosto pálido, olhos sem vida e quase desfalecida numa cadeira, perdi a paciência. Exigi, num tom mais elevado, que fizessem algo ou nos deixassem sair. Só nesse momento é que médicos e enfermeiros se mobilizaram, trouxeram uma maca e finalmente a instalaram num quarto. Ela ficou em estado de semi-consciência sob efeito de soro durante algumas horas. O meu sogro também se deslocou ao hospital e ficámos todos ali até ao meio da noite. Por volta das 02:30, deram-lhe alta. Saiu novamente em cadeira de rodas, ainda com dificuldade em falar — algo que nunca aconteceu após o tratamento nos Lusíadas. O choque final foi na faturação: apresentaram-me uma conta de 692,36 Euros! Em resumo: um problema que no Hospital Lusíadas foi resolvido de forma simples e eficaz em 2 horas, na CUF transformou-se num pesadelo de várias horas para toda a família, sem um atendimento digno. E por este serviço deplorável, cobraram quase 700 euros. Conclusão: Se não estiverem numa situação de vida ou morte extrema, nunca escolham o Hospital CUF, especialmente o do Porto. A minha experiência foi de que, em nome do lucro e da realização de exames desnecessários, colocam a saúde do paciente em risco. Não recomendo a ninguém.

Encerrada
L. B.
12/02/2026

Burla

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a Medicare nº. 45100311577 Não tenho mais interesse nos serviços da Medicare, vou seguir com um seguro de saúde. Recebi uma ligação muito mal educada por ter cancelado o débito direto da Medicare e me ameaçaram de fazer restrições ao meu nome e me cobrar pela dívida por outras vias. Penso que tentaram debitar em minha conta e não conseguiram. Pelo que percebi, o contrato tem vencimento apenas para o mês de outubro. Então hoje, 12/02/2026, deixo aqui expresso que não desejo renovar e desconheço fidelidade com a Medicare, por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, e se não cancelarem irei tomar as devidas medidas sobre meu direito.Agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos. Cumprimentos.

Encerrada

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