Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Burla
A Medicare é uma empresa que burla os clientes por telefone. Não tem acordos com ninguém que diz ter. Os profissionais de saúde que foram indicados pela Medicare recusam - se a aceitar os acordos. Foi fazer um exame ao hospital privado de Viana do Castelo, tendo telefonado antes para a medicare como me disseram para fazer, que me encaminhou, e na hora do exame o médico recusou - se a aceitar o plano desta gente, alegando que são falsos e maus pagadores. Exijo o termo imediato do contrato por justa causa.
Incompetência
Venho desta forma demonstrar a minha insatisfação para com o serviço prestado por esta unidade de saúde, a minha mulher tem um problema grave na mão, o qual a medica de familia lhe marcou uma consulta nesta unidade de saúde, revlcebemos.uma carta com a marcação para o dia 01/07 ás 9h50 e sem mais informação essa mesma consulta foi antecipada pela unidade sem qualquer contato para nos informar da alteração, hoje no balcao de atendimento disseram que enviaram email e sms mas nós não recebemos qualquer informação acerca dessa alteração, é triste a maneira como o nosso servico de saude brinca com a saude das pessoas contribuintes do nosso País! Disseram que enviaram o dito email mas nao conseguiram mostrar o comprovativo de envio do mesmo para provar tal envio, o certo é que a minha esposa ficou sem a consulta e para remarcar tem de voltar a solicitar à medica de familia, acho uma enorme falta de respeito
Impress - falta de profissionalismo e seriedade
No dia 23 de Junho de 2026 marquei uma consulta de avaliação com a Impress, no sentido de fazer alinhamento dentário com alinhadores invisíveis Nessa mesma manhã desloquei-me à clínica da Impress em Arroios, local onde captaram imagens da minha estrutura dentária, ainda antes de falar com a dentista responsável, entregaram-me um ipad com uns documentos que deveria assinar. Assinei sem dar a devida leitura já que me encontrava a espera. Ninguém explicou o que era, nem o motivo pelo qual deveria assinar. Mais tarde falei com a pessoa identificado como dentista, e com ela partilhei o que pretendia mudar. Foi uma consulta curta, e bastante superficial de poucos minutos. Ao fim desses poucos minutos a "médica" disse que iria falar com a agente comercial para que ver que plano seria o mais adequado para mim. Aguardei e fui chamada. Ao falar com a responsável pelos planos de tratamentos e orçamentos ela indicou o que seria. Meu plano que na totalidade seria por volta de 3200 euros. Mas que se eu assinasse naquele momento poderia ter um desconto. E ainda havia a possibilidade de fazer o pagamento em 12x a partir de uma cedência de factura, onde o desconto seria de 700 euros. Portanto o tratamento ficaria por 2500. No entanto estas condições só seriam possíveis se eu assinasse naquele preciso momento. Resolvi aceitar. Para verificar se podia ter esse processo com a cofidis a fim de ter o maior desconto possível apresentado, teia de fazer uma inscrição para ver se seria "elegível pela cofidis", disse a pessoa que me atendeu. Ao colocar os meus dados na plataforma indicada da cofidis, em certo momento, solicita os dados do cartão. Ao que pergunto mas já estão a pedir os dados do cartão?" e tive como resposta " se já estão a pedir os dados do cartão é porque foi aceite" (vejo agora com distância que isto já era um esquema organizado pela impress, que todas as pessoas serão elegíveis pela cofidis para esta dita factura).terminei este processo e vim embora. Dentro deste plafond de desconto tinha uma higiene oral incluída que acabei por efectuar nessa mesma tarde. Ao voltar para este efeito nessa tarde, perguntei quando seria a consulta com a médica dentista para falar detalhadamente sobre todo o processo. Esta pergunta foi aceite com estranheza pelos técnicos que realizaram a higiene oral, pois afinal já o processo estava a andar. Senti-me insegura, pedi para falar com a médica dentista que também manifestou estranheza de que querer saber mais detalhadamente como todo o processo iria ser e também que eu tivesse perguntas. Pelo desenrolar da situação e por tudo o que observei nesta clinica neste dia, fiquei insegura e fui pesquisar na net se havia reclamações sobre esta clínica, e confirmei as minhas suspeitas de que não se trata de uma clínica que respeita os seus pacientes nem os direitos das pessoas que ali procuram ajuda. Por perceber ao ler estas reclamações em várias plataforma que o seu modus operandi não será o mais adequado, enviei uma carta registada a cofidis e uma cópia a Impress.a pedir a rescisão do contrato, protegida pelos artigos 17º e 18º Em resposta a essa carta recebi um e.mail da Cofidis a indicar que por não ser um contrato, mas sim uma cedência de factura, indicando que não há por esse motivo qualquer prazo de revogação. e que a revogação terá de ser feita junto da impress. Em resposta ao meu pedido de revogação de contrato, que o mesmo não é possível. Fica bastante clara a estratégia aqui montada (pelos documentos que fazem assinar sem tempo para ler, bem como, de apresentara possibilidade de desconto se fechar o contrato naquele dia, e o esquema montado com a cofidis pay). é clara falta de seriedade por parte desta clínica, que não tem qualquer interesse na saúde e acompanhamento dos seus clientes, mas apenas no seu dinheiro.
Publicidade enganosa e recusa de cancelamento de contrato por justa causa
Exmos. Srs., Venho apresentar reclamação formal contra a MED&CR - Serviços de Gestão de Cartões de Saúde (Medicare) e exigir a rescisão imediata, por justa causa, do plano de saúde conjunto em meu nome e do da minha esposa, contrato 51100081887, por publicidade enganosa e incumprimento contratual. Na adesão, foi-nos garantido acesso a descontos e tratamentos gratuitos na clínica "Espaço Saúde" na Covilhã. Contudo, na primeira visita, a clínica informou não ter qualquer acordo ativo com a Medicare. Procurámos a clínica "Santa Zita" na Covilhã, que exibe o logótipo da Medicare no site. Na consulta, ao questionar a gerente sobre os benefícios, fomos publicamente humilhados. A gerência afirmou que "a Medicare engana as pessoas, nada é grátis e tem de pagar aos dentistas", negando-nos uma simples limpeza dentária (ato contratualizado como gratuito). Sentimo-nos lesados por pagar um serviço cuja rede médica recusa prestar assistência ou reconhecer o contrato. Contactei a Medicare para o cancelamento imediato, mas a empresa recusa e insiste numa fidelização de 12 meses. Fomos contactados três vezes em tom intimidatório, com ameaças de cobranças extra se pararmos os pagamentos. Não toleramos este assédio. O incumprimento das condições anula qualquer fidelização, pois a Medicare não cumpre o acordo (Art. 428.º do Código Civil - Exceção de não cumprimento). Exijo: O cancelamento imediato do plano, sem penalizações ou cobranças extra; Confirmação escrita da rescisão; Eliminação dos dados bancários do sistema. A queixa segue com conhecimento das entidades reguladoras. Cumprimentos, Renato Coito
Reclamação
Venho por este meio expressar a minha reclamação devido ao pedido de pagamento de 358.20€ por parte da indebt a favor da medicare n°03000794257 Ao qual foi cancelado o debito direto a mais de 8 anos, no qual teve inicio em 2017 e ao qual nao tive qualguer usufruto no decorrer da apólice. Tal como em todos os seguros que tive bastava sempre fazer o cancelamento do debito direto o que predispõe o cancelamento da apólice por falta de pagamento. E na verdade a medicare nem é uma seguradora é apenas uma ilusão de de vários serviços que na prática não funcionam, e não dão qualquer tipo de benefício, uma verdadeira burla, tudo publicidade enganosa. Nunca usufrui de tal serviço, e basicamente me cobraram 2, 3 anos todos os meses mesmo após eu ter pedido para cancelar, continuei a ser cobrado e sempre falavam que não podia cancelar o contrato, contrato esse que supostamente renovava automáticamente todos os anos sem meu consentimento e autorização. Até que finalmente cancelei o débito direto no meu banco, e 1/ 2 anos depois recebi um email em 2020 dessa medicare a falar que o contrato tinha sido finalmente cancelado e que tinha um valor de 119,40€ para pagar. Referente a esse "contrato" de 2017 Por não ter havido qualquer confirmacão da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovacão, invoco o decreto-lei n°24/2014, de 14 de Fevereiro artg. 5° no7 ( que transpõe a diretiva n"2011/83/UE do palmento europeu e do concelho, de 25 de Outubro de 2011. relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art. 59/n7 no qual é referido que "quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de servicos". Por não ter assinada nenhum termo onde consta a minha fidelização com a Medicare, agradeco que procedam ao cancelamento o mais breve possível. Pois no último ano constantemente me enviam mensagens pela qual também não dei autorização, a pedir o pagamento de 358.20€ com entidade e referência com a ameaça de haver encargos. Quero que seja anulada qualquer cobrança relativa a medicare e que todos os meus dados sejam apagados. Cumprimentos
Cancelamento abusivo de contrato e suspensão de serviço pela Agilcare
O meu nome é Celina Daniela Nunes Pereira e sou titular do contrato nº AG24101973-01 com a Agilcare, iniciado a 15 de janeiro de 2024.Solicitei o cancelamento do meu plano por via eletrónica, tendo a empresa recusado o pedido com o argumento de que o contrato renovou automaticamente por novo período de 12 meses. Contudo, imediatamente após o meu contacto de cancelamento, a Agilcare alterou unilateralmente o estado do meu plano para "Suspenso" na sua aplicação oficial, cortando-me em absoluto o acesso a qualquer serviço ou benefício inerente ao plano.Recuso-me estritamente a pagar prestações de um serviço que me foi vedado pela própria empresa, ao abrigo do Artigo 428.º do Código Civil (Exceção de não cumprimento). Se o serviço está suspenso por iniciativa da empresa, cessa qualquer obrigação de pagamento do meu lado. Reitero ainda que, por ser um contrato celebrado à distância, carece de consentimento escrito assinado em suporte duradouro (Decreto-Lei n.º 24/2014) para validação de novas fidelizações, o qual nunca prestei.Face ao exposto, solicito a mediação da DECO para que a Agilcare proceda ao cancelamento definitivo e imediato do contrato, com a respetiva emissão de nota de liquidação a zeros, rejeitando qualquer tentativa de cobrança futura.
Venda a idoso sobre pressão
Exmos. Senhores Eu recebi um telefonema para ir fazer um rastreio de vários exames que eram muito importantes dada a minha idade, e eu fui ao chegar uma senhora mandou-me entrar na carrinha e começou a fazer um exame auditivo que eu exitei porque sei que não tenho solução para mim. Mas a senhora insistiu dizendo que era preciso aquele para fazer os outros seguintes. Saímos da parte de trás da carrinha e ela disse-me que o resto dos exames se faziam na outra parte da carrinha. Eu entrei, e estava uma rapariga de bata branca sentada à frente de um computador e a senhora que me acompanhava disse que era necessário retificar o exame. E eu acreditei, e a senhora simulou um exame que eu não percebi nada, mas eu estava confusa imaginando que se seguiam mais exames, a senhora que me acompanhava sentou-se e disse-me que eu tinha um grave problema no ouvido, que estava a perder a audição. Eu fiquei mais confusa ainda, e ela começou a tentar me convencer que havia solução. Não havendo eu continuei cada vez mais confusa e não percebia o que estava a acontecer, era como se tivesse meia adormecida e passei a fazer tudo o que me mandaram. A senhora mandou-me assinar e eu assinei sem qualquer responsabilidade não tive noção do preço, nem se podia pagar ou não, se fiz a compra a pronto pagamento ou em mensalidades. A senhora ajudou-me a sair da carrinha com muito cuidado, e parecia que tinha muito medo de eu cair. Eu continuei caminhando meio assustada e confusa. Isto aconteceu no parque de um Pingo Doce em Portimão. Eu não sabia para onde me dirigir, se entrasse no Pingo doce e comprasse alguma coisa, ou se me dirigir se para o carro. Entrei no Pingo doce sem saber bem o que fazia dando algumas voltas comprei duas coisas saí dirigindo-me ao carro, já um pouco mais consciente mas assustada. Consegui conduzir até a casa mas não dormi nada assustada com o que se tinha passado porque não acreditava naquele aparelho e como ia resolver o problema, (mas já consiente tive noção que antes de entrar na parte da frente da carrinha tinha consciência do que queria, sabendo que eu não necessitava de um exame de audição e que não ia me deixar enganar) também com medo de contar aos meus filhos. Porque eu já desconfiava que tinha sido burlada. Eu estava com uma depressão piorei muito, mas não sabia a quem me dirigir. Fui ao banco mas disseram-me que tinha que ir à polícia. Eu não pudia ir porque com toda aquela aflição, não sabia onde tinha posto o aparelho, e pensava que uma vez assinado, não poderia fazer mais nada. E assim tem continuado este sofrimento. Porque para mim é uma importância muito grande e que não me adianta rigorosamente nada. Há poucos dias desabafei com o meu neto de 15 anos, e ele lembrou-se logo de ir pesquisar, encontrando logo um caso parecido com o meu. Em que uma filha denunciava burla aos pais idosos cometida pela a mesma empresa. Foi para mim algum alívio porque já não me sentia só, e com esperança de que ainda havia algo a fazer, porque eu tenho 71 anos, fiz muitos rastreios mas nunca vi vender nada num rastreio. Este assunto me está prejudicando muito, e não quero que outros idosos sejam também prejudicados. Porque quem abusa dos mais velhos deve ser punido. Desde já agradeço a vossa colaboração e ajuda.
Reclamação por venda incompleta, ausência de reembolso e falta de adesão a livro de reclamações
Assunto: Reclamação por incumprimento contratual, venda incompleta, ausência de reembolso e falta de adesão ao Livro de Reclamações Eletrónico Identificação do Operador Económico: Nome Comercial: Loja Saúde (www.lojasaude.com) Denominação Social: Sá Esteves, Unipessoal Lda NIF: 517670755 Sede: Rua dos Chãos, 162/166, 4710-230 BragaT Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa acima identificada, motivada por uma grave falha na prestação do serviço, fornecimento incompleto de bens e recusa de reembolso, acumulada com uma infração legal explícita no que concerne aos direitos do consumidor. - Do Incumprimento de Prazos e Encomenda Incompleta: No dia 29 de maio de 2026, efetuei uma compra no sítio online "Loja Saúde", tendo efetuado o respetivo pagamento. O operador anunciava e garantia um prazo de entrega de 5 dias úteis. Contudo, a encomenda apenas me foi entregue no dia 17 de junho de 2026. Para além do atraso, a encomenda foi entregue incompleta, contendo apenas uma parte dos artigos pagos, tendo um dos produtos ficado em falta. Também nunca me foi enviada uma fatura da compra. - Da Ausência de Resposta e Recusa de Reembolso: Face ao sucedido, contactei formalmente a empresa por via eletrónica solicitando o reembolso imediato do valor correspondente ao artigo nunca entregue. À data de hoje, a empresa cessou completamente qualquer comunicação, deixando de responder aos e-mails enviados. - Da Infração Legal (Livro de Reclamações): Ao tentar exercer o meu direito de reclamação na plataforma pública do Livro de Reclamações Eletrónico, constatei que a entidade "Sá Esteves, Unipessoal Lda" (NIF 517670755) não se encontra registada no sistema, violando o disposto no Decreto-Lei n.º 74/2017, ainda que a mesma o anuncie no seu sítio online. Face ao exposto, já solicitei a intervenção da ASAE e Infarmed para a fiscalização da referida ausência de registo obrigatório na plataforma digital. Solicito aqui a mediação para que me seja restituído o valor cobrado pelo artigo não entregue. Melhores cumprimentos, Catarina Serra
Encomenda não recebida
Dia 23 Maio procedi ao pagamento da encomenda LS_37677. Enviaram tracking pelos CTT 29 de maio até a data de hoje aguarda entrega da encomenda. Entretanto já solicitei informações sobre a mesma por email só recebo respostas automáticas com o nome Sofia Vasconcelos. O meu último email já a solicitar reembolso não obtive nenhuma reposta.
Prazo para denuncia do contrato
À MGEN Exmo Senhores: O nº 2 do Artigo 14º das Condições Gerais e Especiais 2026 da MGEN, abaixo reproduzido, diz-me que posso, mediante comunicação escrita à MGEN e com 30 (trinta) dias de antecedência em relação à data 1 Fevereiro 2027 da renovação do meu contrato, denunciar livremente este contrato. Ora a minha interpretação deste prazo é que posso comunicar isto com PELO MENOS 30 (trinta) dias de antecedência, em particular que posso fazer tal comunicação por exemplo agora, em Junho 2026. Senão, qual outra interpretação será possível e razoável ? Que tenho de comunicar isto com EXATAMENTE 30 dias de antecedência, ou seja no dia 2 Janeiro 2027 ? Porque se comunicar isto no dia 3 Janeiro 2027 ou em dia posterior então estarei claramente a falhar o prazo, pois tal dia não é com 30 dias de antecedência relativamente a 1 Fevereiro 2027 ! Assim, comunico hoje, por este meio escrito, à MGEN que denuncio o meu contrato, e solicito à MGEN que confirme agora que o meu contrato não será renovado em 1 Fevereiro 2027. Agradeço muito, cordialmente, António Costa de Ornelas Gonçalves, NIF 139 323 309. Nota: O motivo para esta minha reclamação é o facto de a MGEN me ter comunicado por escrito, em 18 Junho 2026, o seguinte: ‘’ verificamos que a renovação sua Apólice nº 26098 ocorre no dia 01-02-2027, sendo que os referidos 30 dias não estão salvaguardados, pelo que sugerimos que remeta novamente este pedido 30 dias antes da data de renovação.’’ Anexo: CONDIÇÕES GERAIS E ESPECIAIS 2026 ARTIGO 14.° - Denúncia do Contrato 2. O Tomador do Seguro pode, mediante comunicação escrita à MGEN e com 30 (trinta) dias de antecedência em relação à data de renovação, denunciar livremente o Contrato. ARTIGO 13.º - Início, Duração e Renovação do Contrato 1. O Contrato é celebrado por 1 (um) ano e produzirá efeitos a partir da data prevista nas Condições Particulares do mesmo. 2. Tratando-se de seguro em que o Tomador do Seguro seja uma pessoa singular, o Contrato considera-se aceite, em caso de não resposta da MGEN e nos termos e limites legais, no 14° (décimo quarto) dia a contar da data de receção da Proposta e dos documentos solicitados pela MGEN, exceto se o proponente for notificado da recusa ou da necessidade de esclarecimentos adicionais (a aprovação fica dependente do envio e análise dos elementos solicitados). 3. O Contrato será anualmente renovado por período e em condições correspondentes às inicialmente contratadas, salvo comunicação prévia por parte da MGEN, por escrito, em suporte papel ou outro meio duradouro, enviada, pelo menos, 30 (trinta) dias antes da data de renovação do mesmo. 4. Se o Tomador do Seguro não concordar com as condições propostas pela MGEN para a renovação do Contrato, deverá comunicar a sua discordância à MGEN, cessando o mesmo no fim da anuidade em curso.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
