Reclamações públicas

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S. M.
14/10/2020

UBER EATS COBROU 2 VEZES MAIS

Boa tarde,Reenvio em baixo o email que enviei para a UBER EATS ao qual ainda não recebi uma resposta directa. Através da aplicação só recebo respostas automaticas. ´No passado dia 3 de Outubro fiz um pedido do restaurante LA FAMILLIA HAMBURGUERIA E TAPAS NA PAREDE. Os 2 primeiros deram erro e só o terceiro foi confirmado. Recebi o pedido no valor de 25.48€. Há 2 dias atrás fui confirmar o meu extrato do cartão visa e vi que tinham sido feitos 3 débitos! Os 2 primeiros que deram erro foram considerados para débito mas não geraram a encomenda. Recebi apenas 1 encomenda . O pedido entregue foi o AA3B9 ( 1 Hamburguer Parede+ 1 Hamburguer São Pedro + 1 dose de batata) Os duplicados que não recebemos foram os pedidos 451C4 e 82C89 de 27.23€ cada um. Agradeço a vossa melhor análise sobre o sucedido e aguardo a restituição do valor.Os meus Cumprimentos

Resolvida
R. R.
12/10/2020

Não recebi minha Fatura

Bom dia. Fiz uma reserva para uma diária no Hotel Dom Fernando em Evora pelo Booking Basic, para o dia 6/10/2020, e ao fazer o check out no dia 07/10/2020 pedi minha fatura, entretanto fui informado pelo funcionário do Hotel que o mesmo não poderia me dar a fatura já que a reserva, quando feita pela opção Booking Basic, uma agência (agoda) é utilizada pelo booking para realizar o pagamento ao hotel. Imediatamente ao check out entrei em contato com Booking, por telefone, explicando toda a situação e me pediram para seguir com as instruções do email que eu iria receber logo após a ligação. Recebi o email, o respondi da forma como foi orientado e me retornaram informando que poderia demorar algumas semanas, o que é um absurdo e falta de respeito com consumidor, pois emissão de fatura é obrigatório por lei. Passado alguns dias, hoje dia 12/10/2020 liguei novamente para o Booking e fui informado que infelizmente iria ter que aguardar, podendo ser esse prazo de semanas, para resolverem meu pedido de fatura (com o nif da minha empresa). Apesar dos esforços feitos pelas funcionárias do booking que me atenderam, me sinto lesado, já que tenho uma data limite para envio de faturas a minha empresa para poderem me ressarcer dos gastos. E pelo estresse que isso está a me causar. Preciso de uma solução o quanto antes. Obrigado.

Encerrada
B. M.
10/10/2020

Cobrança Indevida

Reservámos um carro na plataforma RentalCars.com, com a empresa RecordGo tendo levantado o veículo, no passado dia 01-10-2020, nas instalações da RecordGo na Rua Prof. Henrique de Barros, Prior Velho, Lisboa.Nesse mesmo dia, a funcionária presente, adotou procedimentos insuficientes e negligentes que vieram a trazer resultados até agora prejudiciais. Passo a explicar: Após efetuar os pagamentos associados à reserva, e concluir o procedimento no balcão, dirigimo-nos com a Funcionária para o veículo. Com uma folha na mão, a Funcionária circundou o veículo em busca de riscos e amolgadelas no veículo, para desenhar no croqui. Acompanhámo-la nessa tarefa. Depois de dar a volta ao veículo, a funcionária mostrou o desenho do croqui com os riscos assinalados, que confirmámos, e pediu para assinar, o que foi feito.Ao lado do croqui, a Funcionária fez algumas anotações à mão que, que não foram especificamente mostradas, nem referidas oralmente, pelo que se assumoiu tratarem-se de registos internos da Funcionária. Soube, porém, ao chegar com o veículo no presente dia 05/10/2020, por volta das 19h, à RecordGo, que as anotações em questão, não só não se tratavam de registos internos, como se tratavam na verdade de anotações quanto ao estado do veículo, estado esse que teria que se verificar aquando a entrega, sob pena de virem a acarretat custas extra. Passo a explicar como nos apercebemos disto:Quando chegámos com o veículo, o funcionário que nos recebeu fez a vistoria ao exterior e interior, tendo verificado que estava tudo bem à exceção do seguinte: referiu estar em falta a chapeleira da mala do veículo. Face a esta afirmação do funcionário, retorquimos que a mesma não estava em falta porque o veículo já me havia sido entregue sem qualquer chapeleira, com a mala descoberta. Em resposta, o funcionário mostrou-nos a anotação da Funcionária manuscrita na lateral do croqui, na qual dizia Chapeleira - Ok., para muito espanto nosso.Assim sendo, a nossa primeira solicitação ainda no local, foi que se apurasse, designadamente recorrendo às gravações de imagem feitas pelas câmaras existentes no interior das instalações onde se levantou o veículo, a verdade sobre a existência ou não existência de chapeleira no veículo aquando o aluguer. O Funcionário que recebeu o carro indicou que esse pedido teria de ser feito através de e-mail para outro departamento.Procedemos em conformidade, tendo enviado o e-mail, todavia, a resposta obtida foi completamente evasiva. A RecordGo limitou-se a ignorar o nosso pedido de acesso às imagens e a negar o reembolso.Ora, no nosso entendimento, e até na remota hipótese de a chapeleira até se encontrar no veículo no momento do aluguer - o que apenas admitimos para demonstrar que em nenhum caso a empresa tem razão - certo é que o procedimento adotado pela Funcionária é completamente avesso à boa-fé na execução dos contratos, e totalmente executado em prejuízo do consumidor. Isto porque:Aquando a celebração do contrato de aluguer, a empresa fica com os dados do cartão de crédito. Depois, no momento da entrega, faz-se uma comparação entre a informação que consta do croqui e o que se verifica no veículo nesse momento. Caso exista alguma discrepância, e independentemente do que disser o Cliente, a empresa debita a quantia que entende do cartão do Cliente.Ou seja, o que um funcionário escreve na folha do croqui tem implicações diretas para os Clientes, designadamente a nível económico. Assim sendo, não é admissível que este faça anotações à mão nessa mesma folha sem advertir devidamente o Cliente do que está a escrever, para que este perceba que se trata de conteúdo que lhe diz respeito e, assim, possa lê-lo atentamente e saber com o que contar. No caso, repito, não foi isso que a Funcionária fez. E, tendo havido um problema relacionado com uma matéria constante dessas mesmas anotações cujo conteúdo não foi mostrado - a existência ou não de chapeleira - fomos negativamente surpreendidas, pois caso tivéssemos sido chamada a analisar essas notas manuscritas, poderíamos na altura ter evitado que fosse feita a referência à existência de chapeleira e, consequentemente, ter evitado que fosse descontado, como foi, o valor de €123,00 pela ausência de uma chapeleira que não estava no veículo aquando da entrega.Na sequência desta situação pesquisei sobre esta empresa, que ab initio pensei confiável, e apurei que existem várias queixas relacionadas com situações idênticas a esta, Pelo que verifique, a maioria de queixas sobre a Record Go está relacionada a qualidade de serviço durante o levantamento e a devolução de carro. Os relatos da extorsão e cobrança não autorizada de encargos indevidos pela rent-a-car são frequentes nas plataformas de opinião de consumidor. Os clientes queixam-se frequentemente de lhes ser atribuída a responsabilidade pelos danos de cuja existência não tinham conhecimento e que não constavam no relatório da entrega de carro. Segundo foi possível verificar o elemento comum de muitas das queixas é a frustração resultante da incapacidade de comunicação eficaz com a empresa que sistematicamente ignora argumentos lógicos ou até provas em forma de fotografias que contestam a validade de encargos. A empresa arrasta os processos contando, provavelmente, com que o cliente desista de reclamar e simplesmente aceite os encargos. Ou seja tudo leva a crer que este tipo de situações é uma prática reiterada da empresa.Ora atento o exposto, incumbe à RecordGo disponibilizar as imagens e promover o reembolso caso se comprove que a chapeleira não estava no carro aquando da entrega, situação de que estamos convictas.Apesar do valor em causa não ser substancialmente elevado, trata-se de uma questão de justiça, e de prevenção e alerta para outros consumidores, no futuro.

Encerrada
A. L.
10/10/2020

Voos cancelados

Bom dia, junto cópia do email que acabo de enviar à Ryan air. Não sei se podem ajudar-me, mas mesmo assim, aqui fica:Reserva Ryanair nº D1T6TY - voo Lisboa-Ponta Delgada canceladoBom dia,Recebi ontem à noite o vosso cancelamento do meu voo Lisboa-Ponta Delgada, em 27 de Outubro de 2020. Tentei remarcar ambos os voos da reserva (ida e volta), já que não faz sentido/não me convém alterar só o de ida. No entanto, não consigo alterar o de regresso a Lisboa! Tentei pedir o reembolso do voo cancelado mas a caixa não me é permitido seleccionar o meu nome ( o do passageiro) pelo que o quadro  continuar não fica activo.Fiz um seguro de viagem (apólice 3102269428) e nem desse posso ser ressarcida, conforme vossa informação.É a segunda vez que a Ryanair me cancela voos. Foi em Março (razão covid) e agora: a razão não é a covid, dado que só certos voos foram cancelados. E não vou remarcar, pois corro o risco de novo cancelamento!Tinha a minha vida reorganizada...Informo que não mais voltarei a viajar na Ryanair (e eu fazia-o no mínimo anualmente para Ponta Delgada) já que deixou de merecer a minha confiança. Este mail vai com cópia para a Deco.Ana Maria Pinto Leitee-mail: anapintoleite@gmail.com

Resolvida
P. I.
03/10/2020

Cancelamento de viagens de avião

Tentei, por várias vezes, cancelar as viagens para a Grécia (turismo e em Agosto de 2020) por força da pandemia. Disseram-me que eu podia remarcar as viagens, mas quando tentava, só conseguia fazê-lo até julho de 2021. Expliquei que, por ser Professor Universitário e por ter um filho a frequentar a universidade, só podia ter férias em Agosto. Depois, disseram-me que os meus voos não tinham sido anulados. Eu expliquei que, por força da pandemia e pelo facto de o governo grego exigir um teste à chegada a Atenas não podia correr o risco de eu e a minha família ficarmos retidos durante 14 dias num local indicado pelas autoridades gregas. Finalmente, disseram-me que deveria contactá-los por telefone. Expliquei que o meu inglês não era muito famoso e que eram a única entidade grega que exigia tal procedimento. Consegui em todos os casos (hotéis, ferries, etc) o reembolso ou vouchers em troca com prazos até finais de 2021. A Aegean Airlines foi a única que não o fez e não me deu qualquer satisfação até agora. Isto depois de tentar anular os meus voos bem antes da data marcada para os mesmos. Saudações cordiais e obrigado. Pedro Infante Mota.

Resolvida
J. F.
02/10/2020
Binter Canárias

Impedimento de receber subsídio de mobilidade Fx/Pxo devido a falta de informação na factura.

Venho comunicar-vos que me encontro impedido de receber o subsídio de mobilidade, atribuído este ano aos residentes na Madeira para as viagens ao Porto Santo, pelo facto de, na minha factura, não constar o valor da tarifa de ida e o da tarifa de vinda, requisito exigido pelos serviços do governo para procederem ao pagamento do mesmo. Tentei, por todos os meios ao meu alcance, uns 6 telefonemas, bem como por email, como comprovam os docs. anexos, mas, até à data, não surgiu qualquer solução. Os serviços regionais dizem ter pressionado a empresa no sentido de acrescentarem essa informação, porém, passados 5 meses do início das operações de voo da Binter, a situação permanece insolúvel. Desejo apenas que seja explicitado o valor dessas tarifas, seja com uma adenda à factura seja de outro modo que seja aceitável das entidades competentes para me proporcionarem a verba a que tenho direito. Julgo que se está a diferenciar oportunidades de aceder aos mesmos direitos aos cidadãos da Madeira, o que é contra a CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA. Hoje mesmo entreguei carta na Vice-Presidência do Governo Regional, expondo os condicionalismos que me são impingidos pelo facto de a empresa que contrataram para assegurar estes voos não flexibilizar minimamente as suas atitudes e acções no sentido de resolver esta situação. Espero resposta.Depois de ter ouvido todo o tipo de argumentação em desfavor do meu pedido, ainda tenho que ouvir que lhes é impossível proceder ao «desglose» da factura, coisa que nunca se me ocorreu pedir-lhes.Peço, assim, ajuda, no sentido de obter uma factura, igual à original, com a mesma numeração, data, total, etc. mas onde conste os valores das tarifas de ida e de vinda.

Resolvida
S. L.
02/10/2020

Recusa de ativação de seguro desportivo

Assunto: Recusa de ativação de seguro desportivo em acidente ocorrido num curso de escalada com o clube 7 cumesNIF: 513950028Empresa: Clube 7 cumesWebsite: http://www.7cumes.pt/Facebook: https://www.facebook.com/7cumesExmos. Senhores,No dia 12 de Setembro de 2020 cerca das 15h da tarde no âmbito de uma formação de iniciação à escalada da empresa 7 cumes sofri uma lesão enquanto subia uma via de escalada.No próprio dia pedi a participação do ocorrido e abandonei o curso em questão pois a lesão não me permitia continuar a atividade. Foi-me dito pelos monitores da atividade que não me preocupasse e que se depois fosse necessário ativariam o seguro.Aguardei por melhorias da lesão durante cerca de uma semana. Uma vez que tal não aconteceu entrei em contacto telefónico no dia 17 de Setembro para pedir novamente a ativação dos seguro desportivo.O clube 7 cumes disse que se iria informar e me devolveria a chamada a explicar os próximos passos. Tal nunca aconteceu.Voltei a ligar no dia 24 de Setembro e nesse dia informaram-me que a seguradora era a Liberty e que eu poderia ligar a participar o ocorrido. Quando liguei à seguradora informaram-me que deveria ser a 7 cumes a participar do acidente. Transmiti esta informação à 7 cumes que ficou de me ligar após ter participado do acidente.Após inúmeras tentativas de contacto telefónico sem retorno, expus por email a situação à 7 cumes no dia 28 de Setembro.A este email, responderam-me duvidando da ocorrência da lesão e mencionando que da experiência que têm em fisioterapia desportiva seria impossível eu ter-me lesionado naquela circunstânciaNesse mesmo e-mail dizem que apesar disso, vão ativar o seguro.Entrei em contacto com a seguradora no dia 29 de Setembro que me disse que não havia ainda participação do acidente. Voltei a entrar em contacto telefónico com a 7 cumes no dia 30 de Setembro sendo que nunca me atenderam.Hoje, dia 2 de Outubro, volto a entrar em contacto com a seguradora para saber se entretanto tinha havido participação do acidente mas tal não se verifica.Entretanto estive quase 3 semanas a adiar o tratamento da lesão pois não sabia como proceder.O que pretendo com esta reclamação é que o clube 7 cumes ative o seguro desportivo, participando do acidente que ocorreu no dia 12 de setembro.Para além disso, gostaria que esta informação fosse do conhecimento público e possa ajudar quem esteja a contemplar fazer atividades com esta empresa.Cumprimentos,

Resolvida
P. D.
30/09/2020

Incumprimento de contrato

O teor da reclamação encontra-se plasmado no oficio que remetemos ao operador. A saber:A/C DA V.A.TOUR OPERADORAssunto: Reclamação e pedido de indemnização Exmos. Senhores,No passado dia 2 de Julho, estabelecemos um contrato convosco, através da agência Planador Viagens e Turismo, relativa a 2 reservas para Benidorm entre os dias 25 de Setembro e 3 de Outubro de 2020. Conforme se constata pela cópia do V/ e-mail (que junto anexamos) ficou acordado que a referida viagem era entre Barreiro (entrada junto ao Hospital Novo) e Benidorm (Gran Hotel Bali) e volta.Ficou estabelecido que o valor das 2 reservas seria de 946,70 €. Ficou ainda estabelecido que no acto de reserva seriam pagos cerca de 25 % do valor total acordado, como sinal, o que foi por nós concretizado, num total de 230,00 € (cujo comprovativo junto anexamos).Para nosso espanto fomos informados pela agência de viagens que o local da partida seria outro que não o previamente estabelecido (Coimbra em vez de Barreiro), o que não pode merecer o nosso acordo. Em momento algum, repito, em momento algum ficou referido e/ou escrito que a viagem teria inicio noutro local que não o acima citado.Deste modo, solicitamos, devido a incumprimento contratual e a titulo de indemnização, o reembolso do valor sinalizado em dobro, a exemplo da prática seguida em outros acordos comerciais, ou seja 460,00 €. Este valor tem em conta que não me foi possível contratar com outro operador, uma viagem idêntica à contratada.Aguardando uma resposta breve da V/ parte.Barreiro 14 de Setembro de 2020Remetemos a reclamação para a VA Tour que declina responsabilidades da seguinte forma:“Impossibilidade de Cumprimento Se por factos não imputáveis à agência organizadora esta vier a ficar impossibilitada de cumprir algum serviço essencial constante do programa de viagem, tem o cliente direito a desistir da mesma, sendo imediatamente reembolsado de todas as quantias pagas, ou, em alternativa aceitar por escrito uma alteração do contrato e eventual variação do preço. - Se os referidos factos não imputáveis à agência organizadora vierem a determinar a anulação da viagem, pode o cliente ainda optar por participar numa outra viagem organizada, de preço equivalente. Se a viagem organizada proposta em substituição for de preço inferior, será o cliente reembolsado da respetiva diferença. Anulações do programa pela Agência Organizadora A agência reserva-se o direito de cancelar a viagem organizada caso o número de participantes seja inferior ao mínimo exigido e sempre que necessário sem aviso prévio, não havendo responsabilidade civil da agência pela rescisão.”Sendo assim, todos os serviços contratados foram providenciados, não se encontrando a V.A. Tour Operador em incumprimento do contrato de viagem.Na resposta que apresentámos pode-se ler:Nunca, em momento algum, a V.A. Tour Operador nos remeteu, os dois documentos que ora anexou na presente missiva, nomeadamente quer as Condições Gerais, quer os Locais de Embarque VA Tour 2019.A situação relativa às Condições Gerais não deixa de ser caricata porque se trata de prática que não é habitual nos Operadores Turísticos dado que a mesma deveria ser remetida na altura da assinatura do respetivo contrato. Como se compreende, não pode agora a VA Tour invocar a aplicação de qualquer norma, porque as condições gerais eram até agora completamente desconhecidas para nós. Não poderíamos pois efectuar a referida reclamação através da Agência de Viagens Planador pelo facto de não nos terem nunca informado dessa existência.Por outro lado, não deixa de ser caricato que outro dos documentos até agora também desconhecido tenha o titulo de Locais de Embarque VA Tour 2019, quando já nos encontramos no ano de 2020, mas a questão primordial prende-se com o facto de também nunca nos ter sido enviado.Finalmente, gostaríamos de dizer que o que foi invocado pela VA Tour não foi nenhum cancelamento ou anulação do programa mas sim alteração do local de embarque, o que convenhamos não é a mesma coisa.Por tudo o que atrás se disse mantemos aquilo que referimos no nosso email de 14 de Setembro p.p., ou seja, solicitamos, devido a incumprimento contratual e a titulo de indemnização, o reembolso do valor sinalizado em dobro, a exemplo da prática seguida em outros acordos comerciais, ou seja 460,00 €. Este valor tem em conta que não nos foi possível contratar com outro operador, uma viagem idêntica à contratada. Mais informamos que em consequência do referido incumprimento não conseguimos fazer reserva junto de outros operadores.Remetemos reclamação também para o Provedor de Cliente mas para nosso espanto a agência de viagens com quem foi celebrado o contrato de viagem não é uma entidade associada /aderente ao Provedor do Cliente (a intervenção do Provedor apenas é possível quando tanto a agência como o operador são associados).

Resolvida
M. J.
30/09/2020

devolução evento não realizado

Boa tarde,Venho por este meio, na qualidade de encarregada de educação da minha educando, Carolina Fernandes Joaquim, lesada, expor a minha indignação ao roubo que foi sujeita.  A empresa Charm - Galas de Finalistas, Sintra (o único contacto que tenho é email geral@charm.pt e tlm 925200094, sede Rua do Retiro dos Pacatos n.º50), foi contratada através da associação de estudantes da Escola Secundária António Damásio em Lisboa, no inicio do presente ano para organizar a festa de finalistas dos alunos do 12ª a realizar no dia 05 de Junho, tendo sido pedido um sinal de 20€ ou o pagamento total do evento de 50€.No caso efetuei, em Fevereiro, o pagamento total do evento no valor dos 50€.O evento não se realizou, devido à  pandemia covid-19, tendo sido  primeiramente sugerido o  reagendamento e por fim dado não haver condições para a sua realização do evento, foi cancelado, tendo por isso  a associação de estudantes pedido o reembolso dos valores já entregues. Para espanto de todos, a entidade contratada alega ter tido grandes prejuízo provocados pela covid-19, tendo apresentado a seguinte solução:-  devolver dos 20€ a quem deu o sinal ( perda total do sinal)- a devolução de apenas 25€ a quem pagou na totalidade (metade do valor)- ou emissão de voucher a utilizar por 1 ano e no caso de não utilizar é que devolveriam o total do pagamento no início de 2022, solução essa que não é viável, pois a empresa apenas realiza eventos de festas de finalistas, não havendo maneira de poder descontar o voucher.Já tentei o contacto telefónico e por email, a reclamar a situação, mas sem sucesso não obtive qualquer resposta.Sinto-me  lesada pelo não reembolso, bem como na incoerência das alternativas, ora quem pagou 20€ fica sem nada, quem pagou tudo devolvem  25€, não é um critério de senso comum.Pretendo a vossa intervenção para porceder à reclamação  junto da entidade, bem como, das entidades que regulam esta empresa. Muito Obrigado.Com os melhores cumprimentos,MariaManuela Joaquim

Resolvida

Cancelamento Contrato Anual

Sou atualmente sócio Solinca com um contrato anual que termina a 01 Janeiro de 2021 e solicitei recentemente o cancelamento do mesmo.Este cancelamento é solicitado porque neste momento a minha esposa está em lay-off por mais um período de um ano e consequentement há uma perda significativa de rendimento familiar pelo que terei diminuir a despesa mensal do agregado familiar. Adicionalmente, e uma vez que a pandemia está novamente acelerar, não me sinto de todo confortável a regressar ao ginásio.Em termos de indemnização alego que paguei 3 mensalidades sem usufruir de todo dos serviços Solinca – a última vez que frequentei o ginásio foi a 5 de Março e paguei as mensalidades de Março, Junho e Setembro (~150€) – e não faz sentido que incorra em mais custos dada a situação financeira em que me encontro.Exposto isto, Solinca alega que neste momento para cancelar ou suspender temporariamente o meu contrato só mediante as clausulas* presente no mesmo, aguardando que as mensalidades de Outubro, Novembro e Dezembro (~150€) sejam igualmente pagas.No meu último contacto com a empresa, pedi uma proposta de solução para o meu caso e nada me foi proposto até ao momento. Dado o exposto, gostaria que a DECO me pudesse aconselhar para encontrar a melhor solução possível para esta situação. Obrigado*Poderá cancelar o seu contrato fora deste período dentro das clausulas abrangidas pelo mesmo, ou seja, por motivos de doença ou invalidez permanentemente impeditivas da prática das atividades oferecidas pelos Solincas despedimento, apenas a partir do momento em que se encontre numa situação de desemprego transferência do local de trabalho para uma distância superior a 50 quilómetros de um Clube Solinca mudança de residência para uma distância superior à de 50 quilómetros de um Clube Solinca. Estas situações deverão ser devidamente comprovadas pelo Sócio, nomeadamente através de atestado médico ou documento da entidade empregadora.

Resolvida

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