Reclamações públicas

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A. O.
02/12/2025

Devolução após cancelamento de encomenda por atraso da mesma

Exmos. Senhores, Após compra no website Allzone.es/pt de um telemóvel e uma capa no valor total de 208.22€ efetuada no dia 12 de Outubro, sendo que a mesma encomenda apresentava um prazo de entrega entre o dia 15 e o dia 18 de Outubro, prazo este que expirou consideravelmente, não tendo sido a mesma encomenda entregue mesmo após um mês! Após várias trocas de emails, nunca a Allzone conseguiu me dar uma data de entrega em concreto. Após várias tentativas para saber o ponto de situação da encomenda, a 10 de Novembro pedi o cancelamento da encomenda por atraso na entrega, uma vez que já tinham decorrido 30 dias desde a compra. Posto isto a Allzone começou o processo de retorno do valor, no entanto até à data ainda não obtive o retorno desse mesmo valor da compra. Já passaram mais de 14 dias desde o pedido de cancelamento e por todas as tentativas de contato por email, até agora não vi a situação resolvida. Hoje, 02/12 por email, disseram-me que o retorno dos montantes ficou efetivo a partir do dia 25/11, sem qualquer explicação da parte da Allzone do porquê terem atribuído essa data. Não bastava já todo o transtorno causado, após pedir explicações do porquê do pedido de retorno dos montantes ter sido só apartir do 25/11, vieram a responder por email, que por uma falha técnica, não será possível efetuar o retorno do montante da compra e alegaram que eu deverei de o fazer no meu Mbway, fazendo uma reclamação para restituição do montante. Isto tá a tomar proporções que jamais imaginava, para além de me ter quasado o transtorno patrimonial da não receção da encomenda ainda mais transtorno não patrimonial me esta a causar. De acordo com a lei, sinto-me no direito de pedir a restituição do dobro do valor à ALLZONE, 416.44€ mais uma indemnização no valor de 250€ por todo o transtorno patrimonial e não patrimonial que este assunto me está a causar. Atentamente,

Em curso
R. L.
02/12/2025

REEMBOLSO NÃO REALIZADO

Comprei um motor, recebi um incorrecto, e quando o devolvi não me realizam o acordado reembolso. A dia 16/04/2025 foi o primeiro contacto, tendo recebido a fatura a dia 21/04/2025, com um valor de 5.000€, para o carro especifico onde indiquei todos os dados do veículo e nr de chassis como pedido. A entrega foi a dia 15/05/2025. Logo no dia a seguir, ao começar a intervenção no carro, notou-se que o motor enviado não correspondia ao original que foi pedido. Ou seja, enviaram um motor errado. Foi novamente embalado, e enviadas as fotos do motor original para que fizessem a troca por um correcto, ou a devolução. Dia 30/05/2025 foram levantar o motor errado à oficina, com a promessa de envio de um novo motor correspondente. Motor esse que não têm para venda e informaram-me que não têm para me fazer a troca. Foi a partir daqui que deixaram de responder, indicaram-me um link para reclamação interna pós-venda, nunca mais me responderam, nem por whatsapp (onde por acaso desativei a eliminação de msgs automática que tinham colocado), nem por email, nem por chamada. Quando me atendem é sempre alguém diferente que me diz que liga mais tarde e voltam a estar sem me atender até eu ligar de outro número. Fui burlado em 5.000€, não me fazem o reembolso, não me respondem, e não me entregam o motor que eu pedi. Estamos em Dezembro 2025, não há justificação possível para a demora, é porque não o irão realizar.

Em curso

Demora injustificada na regularização do sinistro 25AAU0647922 (AGEAS) – atropelamento em 27/05/2025

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativa ao acidente ocorrido em 27/05/2025, referente ao processo de sinistro n.º 25AAU0647922, cuja responsabilidade foi assumida pela AGEAS Seguros. Fui atropelado em passadeira por veículo segurado na AGEAS. Fui atendido em urgência hospitalar no próprio dia, com queixas em anca direita, região lombar e ombro direito, tendo sido instituída analgesia/anti-inflamatório e solicitados exames complementares. Nos dias subsequentes mantive dor significativa, e ainda hoje persiste dor residual intermitente em determinados movimentos/atividades. A participação do sinistro foi marcada por atraso e erro do segurado (o mesmo comunicou a ocorrência com data do ano anterior), o que prejudicou a tramitação e aumentou a minha incerteza. Não obstante, desde então colaborei de forma diligente e entreguei toda a documentação solicitada pela seguradora, nomeadamente: relatórios de exames, prescrição eletrónica, relatório/nota clínica de consulta, informação clínica posterior (com referência a dor persistente), bem como elementos relativos a bens danificados (incluindo orçamento de reparação de telemóvel e documentação de auscultadores danificados). Apesar disso, e malgrado os meus contactos repetidos, a AGEAS não apresentou qualquer proposta de regularização, não efetuou pagamento dos danos patrimoniais incontroversos, não autorizou a reparação do telemóvel nem indicou prestador alternativo, e não calendarizou a decisão. Registo, ainda, que em 19/11/2025 (18:10) e 02/12/2025 (16:00) contatei a linha da seguradora (foram-me identificadas as atendentes), tendo-me sido transmitido “sem novidades” e sem previsão de resposta — situação que considero inaceitável, tendo em conta que sou a vítima e que o processo se encontra devidamente instruído desde meados de outubro. Face à ausência de resposta útil e ao tratamento negligente deste caso, solicito a vossa intervenção no sentido de assegurar o cumprimento das obrigações pela seguradora e a regularização célere do sinistro, designadamente: Apresentação, em prazo curto, de proposta global de regularização (incluindo danos patrimoniais e não patrimoniais); Pagamento imediato dos itens incontroversos e autorização/encaminhamento da reparação do telemóvel; Identificação do gestor/perito responsável e calendarização clara dos próximos passos; Comunicação escrita e fundamentada sobre qualquer pendência remanescente. Pretendo resolver a situação com celeridade e justiça, evitando meios contenciosos. Agradeço a atenção e a vossa atuação para que a seguradora cumpra os seus deveres e regularize o sinistro em condições adequadas. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
D. P.
02/12/2025

Falha grave no dever de informação na venda de seguro Domestic & General – Worten Mar Shopping

Exmos. Srs., Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao processo de venda e pós-venda na vossa loja Worten do Mar Shopping, referente à aquisição de um smartphone e do seguro associado da seguradora Domestic & General. A minha indignação prende-se com a falta de transparência e a conduta comercial incorreta por parte do funcionário da Worten, conforme descrevo abaixo: Omissão de Custos (Franquia da Domestic & General): No ato da venda, o seguro foi-me apresentado como uma proteção completa. Em momento algum fui informado(a) de que a ativação do seguro da Domestic & General implicaria o pagamento de uma franquia. Esta informação é essencial para a decisão de compra e foi omitida, o que considero uma violação do dever de informação do mediador (Worten). Informação Falsa sobre Assistência: O meu equipamento sofreu danos um dia após a compra. Dirigi-me ao balcão Worten Resolve, confiando no suporte da loja. Fui surpreendido(a) com a recusa de assistência presencial, sendo instruído(a) a contactar a seguradora por telefone. Se eu soubesse que a Worten não faria a gestão do processo (ponte com a seguradora), não teria contratado este serviço. Indisponibilidade e Má Qualidade do Serviço da Seguradora: Seguindo a indicação da loja, tentei contactar a Domestic & General. Deparei-me com: Inoperacionalidade do serviço aos domingos e feriados (limitação que não me foi comunicada na venda); Tempos de espera excessivos (cerca de uma hora) para ser atendido(a) em dia útil. Falta de Ética Comercial: A conjugação destes fatores venda sem explicação da franquia, "empurrar" a responsabilidade para uma linha telefónica externa e a omissão dos horários limitados da seguradora demonstra que o foco da loja foi apenas fechar a venda, ignorando os direitos e o esclarecimento do consumidor. Conclusão: Sinto-me enganado(a) pelas condições em que este serviço me foi vendido. Caso tivesse sido alertado(a) para a existência da franquia e para a burocracia do serviço da Domestic & General, jamais teria adquirido o smartphone e o seguro na vossa loja. Face à falha no dever de informação, exijo a resolução do contrato de seguro sem custos e a devolução do prémio pago, ou a assunção do valor da franquia por parte da Worten. Aguardo a vossa análise urgente. Com os melhores cumprimentos. Daniel Pereira

Encerrada
K. C.
02/12/2025

Falta de suporte - Máquina de Loiça

No dia 31 de outubro o técnico autorizado Rui Ribeiro veio verificar uma avaria na minha máquina de loiça Haier, que apresentava um ERROR "E3 (que indica que a máquina não está a despejar a água corretamente). Neste dia ele não conseguiu identificar nenhuma avaria aparente na máquina e acabou por apenas trocar o motor da mesma (mesmo este não ser o problema que a máquina indicava), depois disso a máquina deixou de girar os braços aspersores de cima e de baixo e antes não tínhamos este problema. Desde esse dia tenho tentado entrar em contacto com o técnico, a Haier e a Worten onde foi onde eu comprei. Do técnico tive a resposta que deveria abrir um novo pedido, que assim foi feito através da Haier e da Worten, que encaminhou novamente o pedido da assistência para o mesmo técnico e este não me retornou mais. Tentei outro contacto com a Worten e segundo eles o técnico ja havia sido contactado também através deles porém ainda nao tivemos nenhum retorno da parte de ninguém. Já faz mais de 1 mês que estou com a máquina avariada e não tenho respostas nem contacto de ninguém. Principalmente do técnico que sabe que o serviço não foi resolvido e mesmo assim continua a nos ignorar. Ou seja, desde o dia 05/11/2025 estou a tentar algum contacto, sem sucesso. O contacto que tenho disponível é este: RUI RIBEIRO - MARGEM SUL PRACETA QUINTA VINHA DA CASA, 7 B 2840-013 SEIXAL () satlx.2r@gmail.com Cumprimentos.

Encerrada
J. P.
02/12/2025

arranjo exorbitante

Exmos Srs Venho por este maio reclamar da Hoover. Comprei uma máquina de lavar rousa Wash 500 na Worten no valor de 600 euros online em 3/2022 e após tres anos o programador da máquina avariou. Solicitei que um técnico da Wortem fosse a casa para ver o problema pagando 40 a 45 euros. Uns dias depois recebo um orçamento de 330 euros para o arranjo de uma máquina com 3.5 anos. No mesmo dia comprei outra máquina na Worten por pouco mais de 400 euros. É uma vergonha pedirem 330 euros para arranjar um programador tendo a máquina apenas três anos e meio.(quase o valor de uma máquina) Com os melhores cumprimentos Jorge Pontes

Encerrada
C. L.
02/12/2025

Cozinha Descontinuada Após Compra e Compensação Referente a este Problema

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao processo de compra e entrega da minha cozinha IKEA. No dia 11 de setembro, encomendei os móveis da minha cozinha, tendo sido informado de que o tipo de madeira escolhido se encontrava em fase de descontinuação. Por esse motivo, tive de adaptar o modelo e o design da cozinha às peças ainda disponíveis, o que já representou uma limitação face à cozinha inicialmente idealizada. A entrega estava agendada para o dia 13 de outubro, contudo, no dia 12 de outubro, fui informada de que, por motivos logísticos, a entrega seria reagendada para o dia 23 de outubro. Mais tarde, no dia 20 de outubro, fui novamente contactado e informado de que uma das portas encomendadas havia sido descontinuada, sendo-me proposta como solução a substituição das estruturas por uma gama diferente. Face a esta situação, desloquei-me no dia 24 de outubro à loja IKEA para proceder a uma nova planificação de cozinha. Esta sucessão de contratempos gerou múltiplos inconvenientes: * A cozinha encontra-se inoperacional há várias semanas; * Todo o chão, paredes e decoração foram escolhidos e colocados em função da madeira e da cor da cozinha inicial, o que agora deixa de fazer sentido; * Tive de tirar dois dias de férias (12 e 23 de outubro) para acompanhar as marcações de entrega, sendo que as férias do dia 23 não puderam ser desmarcadas ; * Foram já despendidas várias horas em telefonemas, deslocações e replanificação, sem que a situação tenha sido devidamente resolvida. * E, para agravar, iremos continuar sem cozinha nas próximas semanas ou meses, uma vez que teremos de aguardar novamente pela entrega da nova cozinha, passando por todo este processo mais uma vez. Perante todo este cenário, considero que a situação é inaceitável, pelo atraso e falta de comunicação. É uma cozinha que se trata, é um espaço essencial para se viver numa casa. Solicitei, assim, que o IKEA analisasse o meu caso com urgência e propusesse uma compensação adequada pelos transtornos causados — tanto pelos atrasos, como pelas alterações impostas e pelos custos indiretos que estas situações originaram. Mediante esta situação, e depois de exposta a reclamação no dia 24 de outubro , o IKEA respondeu no dia 10 de novembro, referindo que 58.50€ seria a compensação adequada a toda esta situação. Não considero esta resposta proporcional aos transtornos enfrentados, sobretudo tendo em conta que o problema se arrasta há mais de dois meses. Neste sentido, entendo ser justo que os móveis da cozinha inicialmente encomendada — e entretanto descontinuados, situação totalmente alheia ao meu controlo — sejam substituídos, sem custos adicionais, pelos correspondentes móveis da nova gama. Assumo, naturalmente, a responsabilidade pelo valor do móvel adicional que decidi incluir posteriormente. Aguardo resposta. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada
A. D.
02/12/2025

Queixa relativa a produto com falta de conformidade e ausência de resolução por parte do vendedor

Empresa: Stone By Stone – Comércio de Jóias Encomenda: STOPT2025/100977 Data da compra: 09/07/2025 Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa formal contra a empresa Stone By Stone, referente a uma pulseira adquirida como prenda para a minha filha, a qual apresentou defeitos recorrentes e não conformes com a durabilidade mínima exigível. Pouco tempo após a compra, uma das pedras caiu, tendo a empresa realizado uma reparação sem custos após eu solicitar que verificassem cuidadosamente o problema para assegurar que não se repetiria. No entanto, a mesma pedra voltou a cair novamente, demonstrando claramente que o defeito original não foi devidamente reparado. Contactei a empresa solicitando o reembolso integral, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021, mas recebi a seguinte resposta da Stone By Stone: "Ao analisarmos as imagens que nos envia da pulseira que adquiriu, verificamos que a mesma tem o aro torto (um dos lados está mais aberto do que o outro e existe uma diferença notável na união da extensão ao fecho), o que influencia a estabilidade das pedras. Quando procedemos ao arranjo (sem qualquer custo para si) da pulseira, a mesma foi com o aro simétrico nos dois lados, tal como se a tivesse adquirido como nova. Pode enviar novamente a pulseira para um orçamento para arranjo, que poderá ter um custo associado." Contudo, não concordo com esta avaliação. A pulseira foi utilizada apenas de forma normal, para o fim a que se destina. O fato de o aro apresentar agora uma forma ligeiramente oval deve-se ao uso habitual no pulso, algo natural numa peça deste tipo. Se o aro não mantém a simetria original após uso cuidadoso, o material não possui a resistência mínima exigível, configurando falta de conformidade nos termos do artigo 9.º, n.º 1 do Decreto-Lei 84/2021. O defeito recorrente — a queda da mesma pedra pela segunda vez — confirma que o problema já existia e não foi devidamente resolvido na primeira intervenção. Nos termos do artigo 18.º, quando a reparação falha ou quando o defeito se manifesta novamente, o consumidor tem direito a optar por outra solução, incluindo reembolso do preço pago. Adicionalmente, nos termos do artigo 15.º, n.º 2, qualquer reparação deve ocorrer sem encargos adicionais para o consumidor. A empresa recusa o reembolso, propondo novo arranjo com possível custo associado, o que contraria a legislação de defesa do consumidor. Dado que: Existe falta de conformidade do produto; Houve falha na reparação; A empresa não respeita os direitos do consumidor nem apresenta solução adequada; Solicito o apoio da DECO Proteste para que sejam garantidos os meus direitos, incluindo o reembolso integral do valor pago pela pulseira. Junto posso fornecer todas as provas necessárias: – Fotografias da pulseira antes e depois da reparação; – Comunicação escrita trocada com a empresa; – Comprovativo da compra. Agradeço desde já toda a atenção e apoio. Com os melhores cumprimentos, Aliona Damaschin

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
L. S.
02/12/2025

Perda de oportunidade de compra por informação incorreta

Apresento a seguinte situação para análise e apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidor. No dia 01/12/2025, contactei o suporte oficial da CHIP7 através de WhatsApp para confirmar se o preço do computador COMPUTADOR GAMING - Intel CHIP7 PEGASUS V22 iria alterar no dia seguinte, uma vez que pretendia efetuar a compra online e a loja física de Viseu se encontrava encerrada (feriado). O suporte respondeu que “penso que nao vai alterar de hoje para amanha”. Com base nesta informação, decidi aguardar a compra. Contudo, poucas horas depois, o preço aumentou 100 euros. Se tivesse recebido informação correta, teria realizado a compra de imediato pelo valor anterior. Desloquei-me à loja de Viseu, que informou que, por ser franchising e ponto de recolha, não tem autonomia para ajustar preços, remetendo a responsabilidade para a entidade central. Informaram ainda que poderiam aplicar o valor anterior caso a CHIP7 central autorizasse, tornando a solução dependente apenas da decisão da entidade central. Dado que a informação incorreta foi fornecida diretamente pelo suporte oficial da CHIP7 e não pela loja física, solicito que a DECO PROTESTE avalie esta situação e me apoie na obtenção de uma solução justa, nomeadamente a manutenção do preço original no momento em que pedi a informação, uma vez que fui induzido em erro por informação pré-contratual incorreta. Anexo prova da conversa como evidência.

Encerrada
R. N.
02/12/2025

Reclamação e Exigência de Reembolso – Encomenda nº 65827496

Venho por este meio manifestar a minha profunda insatisfação relativamente ao tratamento dado ao processo da encomenda nº 65827496, efetuada na Worten Online. Comprei um iPad Pro Apple 11’’ – 256GB, no valor de 866,97 €, acrescido de um seguro no valor de 84,99 €, totalizando 951,96 €. No entanto, a 27/10/2025, recebi um equipamento completamente errado: um Samsung Galaxy Tab. De imediato, comuniquei o sucedido e foi-me indicada a recolha do produto incorreto, que só ocorreu a 04/11/2025, através da DPD. Confirmo que tenho fotografias que comprovam a entrega do produto à transportadora. Desde essa data, passaram várias semanas sem que o reembolso tenha sido realizado. Tenho tentado, repetidamente, contactar a Worten por telefone e email, sem qualquer resposta, atualização ou solução. A situação é totalmente inadmissível. Todos passaram a obrigação a outros colegas e alertando que o reembolso estava “ parado “, como se fosse minha culpa de não darem importância com o pós venda aos clientes que sempre foram fiéis a loja. Recordo que, de acordo com o Decreto-Lei n.º 24/2014, o fornecedor é obrigado a proceder ao reembolso no prazo máximo de 14 dias após ser informada a intenção de devolução. O não cumprimento deste prazo implica, nos termos do artigo 12.º, n.º 6, a obrigação de reembolsar em dobro os montantes pagos pelo consumidor. Tendo este prazo sido largamente ultrapassado, exijo o reembolso em dobro do valor total pago: 951,96 € x 2 = 1.903,92 €, a ser processado de imediato. Com os melhores cumprimentos Ricardo Nanita

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