Reclamações públicas

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RESCISÃO CONTRATUAL

Fui cliente da Galp Energia com fornecimento de gás e luz numa residência arrendada na morada Travessa General Humberto Delgado Lt 3 CV Dr 2200-125 Abrantes.Deixando este arrendamento, efectuei no dia 21/07/2017 uma chamada para a linha de apoio da Galp Energia para rescisão contratual do respectivo contrato, onde o mesmo me foi confirmado como efetuado. Recentemente, tenho vindo a ser contactado por uma entidade cobradora (INTRON) na qual solicita pagamento de uma factura ( FT 0001/101708681, emitida em 2018-03-06 com o valor de 107.22€) de valor em acerto sobre este contrato entre o período de 27/07/2017 a 03/10/2017, posterior ao meu pedido de rescisão.Entrei em contacto diversas vezes com a Galp Energia a expor a situação, e onde me foi confirmado que efetivamente existe o registo da chamada na data indicada a pedir a rescisão contratual. Foi-me dito ainda que, o fornecimento de gás foi suspenso a 23/09/2017 e a luz a 03/10/2017, data em foi alterada a entidade fornecedora na respectiva morada.Em sumo, no meu entender, não foi solicitado qualquer encerramento contratual como solicitado a 21/07/2017, mas sim e apenas pelo facto de se alguém, possivelmente um novo arrendatário, ter solicitado alteração de fornecedor.Acrescento ainda que a ultima factura recebida e paga dentro do prazo estipulado foi referente ao período de 26/06/2017 a 26/07/2017.

Resolvida
N. C.
27/04/2018

Peças levadas aquando instalação

Orçamento 150 euros mais elevado para instalação de Bomba de calor da EDP comparticipada pelo estado, por peças que custam 20 euros. Depois de renegociar o valor com a EDP para o predefinido, procederam 'a instalação, mas no fim desta levaram peças de canalização que não lhes pertenciam no valor de 18 euros (ou 140 com a inflação que estes queriam facturar inicialmente), dizendo que foi por engano. Após sucessivos contactos, nos informaram que as trariam de volta, mas tal nunca aconteceu. É de notar que não queriam proceder à instalação ate entregarmos um cilindro velho. Este não estava no local e rejeitaram vir levantar posteriormente, mas para entregar peças levadas, já não haveria pressa.

Encerrada
A. C.
12/04/2018

Cobrança de dívida indevida

Cobrança de dívida indevida do serviço de eletricidade. Recebi uma mensagem da intrum a dizer que mantenho uma dívida de 134,74€ com a GalpOn. Entre setembro e outubro de 2017 fiz inúmeros telefonemas e mandei emails a esta empresa a pedir a faturação que já não enviavam há 3 meses. Foi me enviada uma fatura com valor por estimativa ao qual eu pedi que verificassem e fizessem o acerto com o valor real. Mandaram a fatura seguinte supostamente com o valor correto eu paguei ( sempre paguei por débito direto) portanto não percebo porque me estão a cobrar uma dívida de eu sempre paguei.

Resolvida
V. L.
09/04/2018

Contador Inteligente a contar a dobrar!

No seguimento da reclamação à EDP 501425842558, vimos, novamente, pedir-vos que levem em conta a nossa indignação relativamente às contas de eletricidade que temos recebido nos últimos meses.Tal como comunicado, por telefone e e-mail, recebemos contas mensais (certas e por estimativa) com valores bem mais elevados desde a instalação do novo contador no dia 16 de Fevereiro de 2017. Após essa instalação, a primeira factura recebida foi de 78,65€, que supostamente correspondia aos acertos dos meses anteriores. Estranhámos, claro. Somos duas pessoas a viver numa casa, somos bastante minimalistas no que toca a eletrodomésticos, e, comparando com as nossas experiências anteriores, existe uma diferença enorme de valores.Nas nossas antigas experiências, também a partilhar casa com outras pessoas, os valores nunca excediam os 30€/35€, com gastos de forno maiores do que temos agora, pelo menos um computador ligado todo o dia e televisão muito tempo ligada (agora nem televisão temos). Um de nós que já teve, inclusive, um estabelecimento comercial de restauração pequeno, pagava 35€ por mês!!Desde o início deste contrato com a EDP nesta morada, as contas têm andado à volta dos 30€ mensais, mesmo contando com os acertos (como é possível verificar nas facturas). Na altura em que recebemos a factura de 78,65€, pensámos que pudesse ser do termo-acumulador, que sim, é uma novidade para nós, mas ainda assim, nem sempre está ligado. Entretanto, pagámos a conta e esquecemos o assunto, depois de vos termos contactado. Desde a instalação do novo contador inteligente, a estimativa passou para cerca de 39€ por mês. Tudo bem, pensei, por ser apenas uma estimativa. Em Março de 2018 recebemos uma factura com os acertos no valor de 164,91€. Fazendo as contas desde a última vez que demos a leitura (a 23 de Setembro de 2017), dá uma conta de 60€ mensal. Ou seja, desde que nos mudaram o contador, passámos a pagar o dobro! E as condições dentro de casa mantiveram-se iguais às que havia quando nos mudámos em Julho de 2015.O que temos de equipamentos elétricos é o seguinte:termo-acumulador 80L (nem sempre ligado)frigorífico pequeno que dá pela nossa cintura (sempre ligado)forno (usado com moderação)dois computadores portáteis (apenas um ligado durante o dia)aparelhos pequenos usados pontualmente (varinha mágica, picadora pequena, picadora grande)aquecedor a óleo (usado pontualmente à noite nos dias mais frios)Nota: não temos televisão, nem internet ligada à corrente, nem frigorífico grande ou arca congeladora ou outro aparelho do género, que até costumam existir noutras casas que conhecemos, e que não têm os valores de eletricidade que nós temos (com o contador antigo, pelo menos).Digam-nos, por favor, não enquanto técnicos que apenas olham os valores como dados adquiridos, mas como pessoas que têm também uma experiência pessoal, se estes valores vos parecem normais neste nosso contexto.No dia 9 de Abril de 2018, e como resultado da nossa reclamação 501425842558, veio um técnico da EDP a nossa casa, que nos disse não saber quase nada acerca dos novos contadores (o que nos deixa incrédulos e impotentes perante o assunto). Para além disso, falou-nos das taxas que temos de pagar todos os meses (que sabemos ser à volta dos 5€), que em nada justifica os valores apresentados, dado que essas taxas já se aplicam há tempos, mesmo antes destes novos contadores. Disse-nos também que não poderemos ter o contador antigo de volta. Obrigam-nos, portanto, a mudar de contador e, como resultado, a pagar contas irrealistas, sem podermos sequer voltar à situação antiga, mais não seja para ver o que sucederia, que, diga-se de passagem, seria uma solução sensata para compararmos e percebermos se a nossa indignação é realmente válida – pelo menos darem-nos o benefício da dúvida. Agradecemos a vinda do técnico, mas, na verdade, foi em vão. Já sabemos que o contador está a funcionar, isso vê-se, mas a forma como ele está a funcionar é que não sabemos e essa não foi sequer revista.

Encerrada
A. C.
04/04/2018

Aguardo Nota de Crédito para pagamento de Fatura com periodo de Faturação indevido

Exmos. Srs.,Depois de inúmeros contactos para a GALP desde Julho 2017, até à data de hoje não está resolvida a minha situação, que me parece muito simples de resolver.Volto a relembrar (esta é a segunda reclamação que faço):Tinha um contrato (nº 90348854) de Eletricidade e Gás na minha antiga casa. Fiz a rescisão desse mesmo contrato no v/ balcão do Arco do Cego no dia 07/07/2017, onde pedi que fosse feita a rescisão no dia 30/08/2017. (em anexo)No dia 26/10/2017 recebo uma fatura no valor de 135,90€ com período de faturação até 23/09/2017 para a Eletricidade e 28/09/2017 para o Gás. (em anexo)Ora, se o meu contrato cessou a 30/08/2017, foram cobrados dias indevidos de Setembro. Liguei por diversas vezes a pedir que me enviassem notas de crédito para os períodos faturados a mais e, no dia 18/01/2018, recebi uma nota de crédito no valor de 28,41€ mas que só se referia ao Gás. (em anexo)Fica então a faltar a nota de crédito referente à Eletricidade sem a qual não farei qualquer pagamento uma vez que me estão a cobrar consumos que não são meus.Assim que receber essa nota de crédito faço o pagamento do que devo. Não me parece que seja uma situação assim tão difícil de resolver, não percebo a demora, não percebo o porquê. Só peço que me enviem o quanto antes a nota de crédito.Aguardo uma rápida resposta a esta reclamação.Cumprimentos,Rita

Encerrada

COBRANÇA ABSURDA CONTA DE LUZ

Estou a entrar em contato com a Galp a várias vezes por uma cobrança indevida e absurda da minha conta do mês de março, em que o valor a me cobrar está em 629.26 euros. A Galp está a me cobrar por períodos que já foram pagos e a todas as vezes que vou a uma loja ou ligo ao apoio ao cliente não há como eles verem o que já foi cobrado.A seguir coloco a DecoProteste a seguinte trajetória energética de minha morada:04/08 - 24/08 = 104.86 pago 25/08 - 24/10 = 169.99 pago12/08 - 20/11 e 21/11 - 24/11 na mesma conta 303.90 pagos24/11 - 24/12 = 105.79 pagos24/12 - 24/01 = 111.91 pagos24/01 - 20/02 = QUERO PAGAR ESSE PERÍODO E A GALP ME COBRA 629.26 DE OUTROS PERÍODOS EM ABERTO QUE JÁ ESTÃO PAGOS E ELES NÃO ESTÃO A ENTENDER! OU FINGEM QUE NÃO PERCEBEM! PERÍODOS ANTERIORES A 24/01 ESTÃO PAGOS NÃO HÁ NADA O QUE COBRAR!UM ABSURDO ISSO E AINDA POR CIMA ME OFERECERAM UM PARCELADO EM ATÉ 12 MESES DE 52.44 EUROS POR ALGO QUE JÁ PAGUEI E TERIA QUE FICAR A 1 ANO PAGANDO NOVAMENTE! UM ABSURDO!QUERO PAGAR O PERÍODO DE 24/01 A 20/02 E NADA MAIS ANTERIOR QUE É UM ABUSO AO CONSUMIDOR COBRAR AO QUE JÁ FOI PAGO!Disponibilizo todas as leituras e pagamentos bancários que a DECO PROTESTE me solicitar para resolver esse erro da empresa GALP.E AINDA RECEBO UM SMS POR INFORMAR QUE VÃO CORTAR A MINHA LUZ A PARTIR DE 18/04 CASO NÃO PAGUE ESSE DISPARATE A COBRAR-ME!

Resolvida
C. G.
14/03/2018

Consumo de energia eléctrica sem contrato

Adquiri uma casa, em Junho de 2017. Por motivos de inícios de obras apenas elaborei contrato com a EDP, em Agosto de 2017. Em Fevereiro de 2018, recebo uma carta da EDP, a informar que esta habitação esteve sem contrato de fornecimento de energia eléctrica desde o período de 02/02/2013 a 16/08/2016. E a solicitar cópia de contrato ou teria que pagar uma indemnização. Passados uns dias recebi outra carta com um valor de indemnização para pagar de cerca de 1800€. As cartas da EDP, dão prazos para se responder/pagar, a partir da data do envio da carta. A mesma vem sem qualquer aviso de recepção.

Encerrada
A. P.
11/03/2018

contagem errada na fatura de luz

Em 29/12/2017 recebi a fatura emitida em 28/12/2017 com a contagem Real Simples de 1094 KWh à data de 14/12/2017.Em 30/12/2017 reclamei para a linha de apoio da Endesa solicitando a correção da fatura uma vez que a contagem indicada no contador à data seria de 0094 Kwh e não de 1094 Kwh ( se assim fosse teríamos gasto 1000 Kwh o que não se enquadra no nosso perfil mensal que ronda os 200Kwh/mês), pois como podem verificar a última contagem em 18/11/2017 era de 9957 Kwh que chegando aos 9999Kwh o contador volta a “0000”. Por várias vezes reclamei via telefone pedindo para verificarem a situação uma vez que a fatura seria paga por débito direto em 18/01/2018, ao qual respondiam para não me preocupar e que a situação seria corrigida, tal não se verificou porque a fatura foi debitada da conta na data prevista.Em 17/1/2018 após novo contato para a linha de apoio foi solicitado uma foto do contador com a contagem, ver foto datada de 17/01/2018 com a contagem de 245Kwh. Em 25/01/2018 a Endesa informa através de email, que anexo, que foi solicitado uma nova leitura ao operador de rede de distribuição (ORD).Em 28/01/2018 foi feita nova reclamação via email a solicitar a correção da contagem e acerto do valor cobrado indevidamente em 18/01/2018.Em 19/02/2018 foi feita nova reclamação via email a solicitar a correção da contagem e acerto do valor cobrado indevidamente em 18/01/2018.Em 01/03/2018 a Endesa comunica através de email que os consumos estão em conformidade com a informação fornecida pela distribuidora.Em 08/03/2018 foi feita reclamação na loja Endesa situada na loja do cidadão do Porto em que foi mais solicitada a correção da contagem e o acerto do valor cobrado indevidamente. Informei também que as faturas datadas de 09/02/2018 e 05/03/2018, recebidas enquanto decorria a reclamação, não iam ser pagas até que a situação fosse regularizada, tendo em conta que o erro à data da contagem era de 1000 Kwh.Foram anexadas as fotos de 17/01/2018, 28/01/2018 e de 01/03/2018.Pedi comprovativo da reclamação e fui informado que iria receber no meu email, até agora não recebi.Anexos:- Fatura da contagem errada-Faturas de 09/02/2018 e 05/03/2018 - Emails trocados com a Endesa -Fotos do contador.

Encerrada
R. S.
28/02/2018

Utilização irregular de energia eletrica

Lisboa, 28 de fevereiro de 2018Carta 2205/18/SC-OP-SFAssunto: Utilização irregular de energia elétrica PN 2005536779- CPE PT0002000078745466QRProcesso: 1083146comprei um apartamento na Povoa de Santa Iria em fevereiro de 2016. Abri a eletricidade com a EDP em 16 de abril de 2016. Só comecei a habitar o imóvel em 21 de junho de 2017, que foi quando abrimos o gás também com a EDP, tendo como testemunhas o sr. Carlos e sua esposa, residentes na mesma morada no apartamento em frente.Ate ao mês de novembro de 2017 tive faturas relativamente baixas, visto só ter começado a habitar a casa a partir da data referida e também por termos começado a dar contagens, a partir dessa data comecei a pagar faturas com os devidos acertos.Fiquei perplexa ao receber, ontem dia 27 de fevereiro de 2018 uma carta vossa datada de 14 de fevereiro de 2018, na qual me é imputado o estrago no contador, nomeadamente de o ter furado. Por esta razão passo a expor a seguinte situação:O contador da EDP esta instalado na escada do prédio e não possui fechadura de segurança, nem sequer foi mudado aquando da abertura do contrato, como tal não me pode ser imputada a responsabilidade por quaisquer danos, nomeadamente o alegado furo de que o mesmo terá sido alvo.Na vistoria técnica do dia 29 de dezembro de 2017 em que houve substituição do contador eu não estava ausente como refere o auto de vistoria do ponto de mediação. Cruzei-me com o técnico, cumprimentei-o e o mesmo viu-me entrar na habitação. Em nenhum momento o mesmo, que também me cumprimentou, referiu existir um furo no contador. Não me pareceu estranho ver o técnico a “mexer no contador” visto estar fardado com uniforme da EDP, dai não o ter questionado sobre qual o propósito de ali estar, ate pensei que seria a fazer a contagem.A referida carta de 14 de fevereiro de 2018 onde consta o auto de vistoria do ponto de mediação, que recebi a 27 de fevereiro de 2018 levanta varias questões, nomeadamente:o período calculado de 23 de abril de 2016 a 28 de dezembro de 2017: não entendo o porque deste período nem os critérios subjacentes a esse calculo, visto que só começamos a habitar o apartamento aquando da abertura do gás a 21 de junho de 2017. Se a ultima vistoria técnica foi quando abri a eletricidade a 16 de abril de 2016 talvez fosse benéfico para ambas as partes que o fizessem com maior regularidade evitando- se assim situações desta natureza.Não se verifica existir qualquer relação entre o alegado furo (ao qual sou totalmente alheia) e a “utilização irregular de energia” de que sou injustamente acusada. As faturas demonstram que o consumo só começou a aumentar quando comecei a habitar a casa e a dar contagens a partir do mês de novembro de 2017, posto isto não existe fundamento para a exigência de uma indeminização de energia de tao avultado montanteA responsabilidade e manutenção dos equipamentos de mediação cabe ao proprietário dos mesmos, ou seja, à EDP distribuição. Como cliente não tenho capacidade de reconhecer um dano no contador, neste caso não só me esta a ser imputado esse dever como a responsabilidade por um alegado dano. Esta situação não pode ser aceite. A EDP tem o dever de proteger os seus clientes cumpridores, ao invés de os acusar de praticas ilegais que poem em causa a sua idoneidade. O meu desconhecimento sobre praticas ilegais em contadores e afins é tal que aquando da abertura de contrato aderi também ao serviço funciona, de forma a ter apoio em caso de alguma avaria.é me dado 48 horas para pedir o acesso à prova que demonstra o alegado furo, da mesma maneira tenho 10 dias para resolver esta situação à qual sou alheia e visada de forma injusta. Ora se a referida carta onde sou acusada é datada de 14 de fevereiro de 2018 e tendo recebido a mesma a 27 de fevereiro de 2018, isto significa que na pratica o prazo para resolução desta situação já expirou.Ao receber a carta telefonei imediatamente para o vosso contato 211599810 em que me foi dito para fazer uma reclamação.Em suma, a)caso exista um furo no contador como se alega, não é de todo da minha autoria b)o auto de vistoria apresenta imprecisões que o invalidam c)não me foi mostrado o alegado furo estando eu em casa e o técnico sabendo disso d)o período a que se refere não esta fundamentado e) os nossos consumos não foram beneficiados pelo alegado furo f)os prazos que nos deram para resolver o problema são proibitivos g) vistorias regulares permitiriam evitar situações como estas em que, pois faz-me questionar se a EDP merece clientes cumpridores e idóneos.Aguardo, por isso, a anulação imediata e integral deste processo, ficando desde já ao dispor para qualquer esclarecimento que considerem necessário.Grata pela atenção VGO contrato esta no nome da minha esposa, dai ela ter enviado esta carta em correio registado para a EDP distribuição. No entanto ao ser sócio da Deco, utilizei também este canal para reclamar.

Encerrada

Filtrarte - Compra de filtro de água enganosa

Adquirimos no dia 02 de Novembro de 2016 um filtro de água pela empresa Casa para todos Unipessoal, Lda (email apoiocliente@filtrarte.com) pelo montante de 2301,60€, ficando o contrato em nome da minha esposa.A venda foi realizada através de uma visita ao domicílio em Almodôvar, distrito de Beja, na sequência de um telefonema para controlar a água da rede pública.Durante a visita, foram efetuados um conjunto de demonstrações que visaram indicar que a água da rede pública se encontrava imprópria para consumo (beber e cozinhar). As demonstrações incluíram a utilização de um dispositivo ligado à corrente que colocava uma espécie de garfos dentro de um copo de água que após algum tempo (cerca de 1 minuto), mudava a cor da água com o objetivo de comprovar que a água era imprópria para consumo (processo chamado osmose inversa). Fizeram o mesmo teste em água já filtrada pelo filtro que vinham vender e a água manteve-se com a cor inalterada. O vendedor chegou mesmo a indicar que apenas algumas marcas de água engarrafada continham água própria para consumo, sendo a maioria de qualidade inferior e imprópria para ser consumida.Não estando satisfeitos com o produto, tentámos rescindir o contrato, passado um mês e a empresa alegou que já haviam passado 30 dias e o contrato já não podia ser resolvido. Tendo ficado acordado com a empresa que ao fim de um ano, ou seja, no dia 02 de Novembro de 2017 viria um técnico da empresa para verificar os filtros de água. O que não aconteceu, uma vez que o técnico não tinha disponibilidade de se deslocar ao meu domicílio, acontecendo isto por 3 meses, sendo desmarcado e remarcado, até que se apareceu um técnico da empresa no dia 07 de Fevereiro de 2018, que acabou por substituir os filtros, cobrar 79,90€ e não deixando o serviço resolvido, visto que quando se foi abrir a torneira a mesma não deitava água. Foi contatada a empresa que transferiu a chamada para o técnico que mandou fechar a torneira de segurança, uma vez que já não se encontrava nesta zona e que só poderia vir resolver o problema no dia 08 ou 09 de Fevereiro. No dia 08 a minha esposa contatou a empresa a informar novamente que não tinha água e da empresa informaram que voltavam a contatar pelas 14 horas, o que não aconteceu e não tenho água devido a ter a torneira de segurança fechada e o técnico dizer que não a posso abrir.Considero portanto importante encontrar uma forma de parar por via legal a atividade deste tipo de empresas que atuam de má-fé, visando o lucro fácil e acima de tudo colocam a saúde das pessoas em risco.

Encerrada

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