Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Falta de Segurança
Boa tarde, Exmos. Srs,Venho por este meio fazer uma queixa por escrito de uma burla/fraude que fui alvo no dia 10/07/2023, passo a explicar:No dia de hoje às 13:31h fui contactado por uma Senhora a informar que tinham visto um acesso não autorizado à minha conta MOEY, e que iria iniciar o processo de autenticação de conta para evitar futuras burlas/fraudes.Durante a chamada ponderei ser uma situação fraudulenta, e fui pesquisar à Internet o numero de contacto da MOEY, e aliviou-me ver que o número de contacto que estavam a fazer, coincidia com o contacto de apoio ao Cliente da MOEY.Dito isto dei andamento ao processo de acesso à conta para restabelecer a normalidade, recebi emails de restabelecimento de dados do email: mymoey@moey.py, e SMS do contacto normal da MOEY com dados de verificação do vosso contacto.Já fiz queixa via telefone para a linha de apoio ao cliente que é exactamente o mesmo número que me fraudou, fiz o cancelamento dos cartões físicos e virtuais, e restabelecimento de dados para ter acesso à aplicação.Consegui identificar o montante no valor de 400 euros que foi transferido para a conta da Sra. Joselene Santos Deus com o IBAN PT50003300004550566509705 o Millenium BCP.Considero uma falha de Segurança grave da parte da MOEY, por não ter nenhum sistema de encriptação ou de verificação por parte do operador ao cliente, isto porque o contacto foi feito exactamente do mesmo número que o vosso do apoio ao cliente (210 521 500), fui contactado pelo fraudulenta às 13:31h e as chamadas a seguir foram feitas para a linha de apoio MOEY para pedir ajuda derivado à situação, voltando a frisar que o número de contacto da Sra, fraudulenta era exactamente o mesmo que o número de apoio ao cliente MOEY.Após alguns contactos com o apoio ao cliente MOEY, os mesmo informaram que estes indivíduos que fazem as burlas usam uma clonagem/máscara para usar o número da MOEY, visto que já é uma situação conhecida até pelos funcionários do call center da MOEY, tenho em conta que é uma situação recorrente e que se tem vindo a arrastar sem qualquer tipo de solução por parte da MOEY, o que faz que enumerastes-vos pessoas como eu saiam lesadas desta situação.Já fiz queixa à própria MOEY, fiz queixa junto do Millennuium BCP, que é o banco da autora do crime, fiz queixa ao Ministério Público junto da PSP também já fiz queixa pelo portal da queixa online da Policia Judiciária, e neste momento faz queixa aqui na Deco Proteste, isto tudo na tentativa de solução e de reaver os meus 400 euros que me fazem toda a diferença.Dito isto considero veemente que se trata de uma falha de segurança grave da Entidade Financeira MOEY!Inclusive os individuos que me contactaram tinham informação dos meus dados pessoais e que eu era cliente MOEY.
Problemas com Faturas da escola de condução
Venho, por meio deste meio , relatar meus varios problemas com a escola de condução dos Lombos em Oeiras .me matriculei na escola há mais de um ano , nunca obtive a copia do contrato , um dia pq a impressora estava estragada e outro dia etc.. Efetuei o pagamento no valor de 600€ em agosto de 2022 , no qual ate hoje não obtive nenhuma fatura , a resposta dos pedidos das faturas é que só passava as faturas depois de todo o serviço concluido ....ou seja só quando eu obtivesse a carta de conduçao , para além disso varias aulas desmarcadas em cima da hora sem qualquer motivo , mais de 40 minutos de atraso , sempre sem motivo plausivél.. devido a demora de todo o processo , fui a outra escola para me transferir , quando pedi foto ou copia do contrato o diretor e dono da escola me amaeaçou dizendo para eu nao pedir nada porque se não ele ia dificultar o meu processo de transferencia , alegando que eu nao tenho direito a nada .. a escola de conduçao onde estou fez o pedido dos meus documentos , o mesmo não manda e não responde ... além disso disse que não há devoluçao de dinheiro muito menos fatura ....
Reclamação Seguro Multirriscos associado a crédito Habitação no banco Bankinter
Venho por meio deste email efetuar uma veemente reclamação sobre o prejuízo moral e financeiro que me está a ser imputado pelo meu Banco Bankinter ao impossibilitar-me enquanto cliente de exercer os meus direitos de negociação dos meus produtos contratados junto do banco e constitucionais que me são assistidos dentro da Lei.Os meus dados pessoais são os seguintes:Carlos Manuel Costa OrgeNIF: 196641616Data de nascimento: 16/09/1971Naturalidade : PortuguesaCrédito à habitação no Bankinter desde 2006Apólice de seguro multiriscos AGEAS nº. 009610061023Descrição do problema:No dia 26 de Junho de 2023 decidi alterar o capital segurado do meu imóvel que considerei excessivo, abusivo e completamente fora da realidade depois de ter recebido o último recibo do prémio do seguro e assim renegociar a minha apólice de seguro multirriscos contratada via Bankinter à AGEAS seguros. Da seguradora informaram que para negociar comigo (cliente) iriam necessitar da autorização do banco para tal. Dirigi-me à minha agência Bankinter em Faro e solicitei essa suposta autorização. Foi me informado pelo funcionário Bruno Lança da Bankinter que essa autorização iria à partida ser negada e como tal não haveria direito a negociar nada em relação à minha apólice. Perguntei o porquê ? não obtive nenhuma resposta. Foi-me dito imediatamente que na escritura ou documento particular que assinei na altura da compra da casa, que o meu spread estaria condicionado à contratação de produtos e serviços junto do Banco, nomeadamente os seguros de vida e multirriscos. Assinalei afirmativamente que sim mas que na lei nada havia que impedisse ao cliente procurar as melhores soluções dentro desses produtos contratados não quebrando assim nenhum vínculo contratual. Pretendendo apenas alterar a fórmula de cálculo do capital segurado e assim melhorar a minha liquidez e situação financeira, uma vez que não concordava com as atuais condições da apólice, o que é permitido dentro da lei e dos bons procedimento nomeadamente pela ASF ( Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões ). o valor do capital seguro quase que duplica o valor inicial para além do imovel estar avaliada em sede de autoridade tributária para efeitos de IMI em 70.000€ quando neste momento a apólice apresenta um valor de 128.000€ o que perfaz um enorme aumento do prémio de seguro devido á formula aplicada.O decreto Lei 171/2008 do Banco de Portugal, Publicado em DR, 1.ª Série, n.º 164, de 26-08-2008 com Data de Entrada em Vigor 25-09-2008 dis explicitamente no seu artigo 3:Artigo 3.ºGarantias no âmbito da renegociação das condições do crédito1 – Às instituições de crédito está vedada a cobrança de qualquer comissão pelaanálise da renegociação das condições do crédito, nomeadamente do spread ou doprazo da duração do contrato de mútuo.2 – Às instituições de crédito está vedado fazer depender a renegociação docrédito da aquisição de outros produtos ou serviços financeiros.Parece assim óbvio que o meu banco me está a vedar, impedir, bloquear a minha pessoa de negociar com a seguradora AGEAS melhores condições para a minha apólice e assim a infringir um dispositivo legal emitido pelo maior regulador de todo o sistema financeiro Português recorrendo a alíneas presentes na escritura que ameaçam a alteração do meu spread.A Lei permite a liberdade de escolha sem atropelo de nenhuma quebra de contrato ou vínculo que possa estar obrigado pelas condições aquando da escritura do imovel.Solicito a vossa ajuda para desbloquear esta situação que me está a causar muitos transtornos a nível pessoal e financeiro com todo o contexto difícil que estamos a atravessar a nível económico. Pretendo renegociar o montante do capital segurado junto da seguradora AGEAS detentora da minha apólice de seguro multirriscos.Com os melhores cumprimentos Carlos Orge
Reclamação Seguro Multirriscos associado a crédito Habitação no banco Bankinter
Venho por meio deste email efetuar uma veemente reclamação sobre o prejuízo moral e financeiro que me está a ser imputado pelo meu Banco Bankinter ao impossibilitar-me enquanto cliente de exercer os meus direitos de negociação dos meus produtos contratados junto do banco e constitucionais que me são assistidos dentro da Lei.Os meus dados pessoais são os seguintes:Carlos Manuel Costa OrgeNIF: 196641616Data de nascimento: 16/09/1971Naturalidade : PortuguesaCrédito à habitação no Bankinter desde 2006Apólice de seguro multiriscos AGEAS nº. 009610061023Descrição do problema:No dia 26 de Junho de 2023 decidi alterar o capital segurado do meu imóvel que considerei excessivo, abusivo e completamente fora da realidade depois de ter recebido o último recibo do prémio do seguro e assim renegociar a minha apólice de seguro multirriscos contratada via Bankinter à AGEAS seguros. Da seguradora informaram que para negociar comigo (cliente) iriam necessitar da autorização do banco para tal. Dirigi-me à minha agência Bankinter em Faro e solicitei essa suposta autorização. Foi me informado pelo funcionário Bruno Lança da Bankinter que essa autorização iria à partida ser negada e como tal não haveria direito a negociar nada em relação à minha apólice. Perguntei o porquê ? não obtive nenhuma resposta. Foi-me dito imediatamente que na escritura ou documento particular que assinei na altura da compra da casa, que o meu spread estaria condicionado à contratação de produtos e serviços junto do Banco, nomeadamente os seguros de vida e multirriscos. Assinalei afirmativamente que sim mas que na lei nada havia que impedisse ao cliente procurar as melhores soluções dentro desses produtos contratados não quebrando assim nenhum vínculo contratual. Pretendendo apenas alterar a fórmula de cálculo do capital segurado e assim melhorar a minha liquidez e situação financeira, uma vez que não concordava com as atuais condições da apólice, o que é permitido dentro da lei e dos bons procedimento nomeadamente pela ASF ( Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões ). o valor do capital seguro quase que duplica o valor inicial para além do imovel estar avaliada em sede de autoridade tributária para efeitos de IMI em 70.000€ quando neste momento a apólice apresenta um valor de 128.000€ o que perfaz um enorme aumento do prémio de seguro devido á formula aplicada.O decreto Lei 171/2008 do Banco de Portugal, Publicado em DR, 1.ª Série, n.º 164, de 26-08-2008 com Data de Entrada em Vigor 25-09-2008 dis explicitamente no seu artigo 3:Artigo 3.ºGarantias no âmbito da renegociação das condições do crédito1 – Às instituições de crédito está vedada a cobrança de qualquer comissão pelaanálise da renegociação das condições do crédito, nomeadamente do spread ou doprazo da duração do contrato de mútuo.2 – Às instituições de crédito está vedado fazer depender a renegociação docrédito da aquisição de outros produtos ou serviços financeiros.Parece assim óbvio que o meu banco me está a vedar, impedir, bloquear a minha pessoa de negociar com a seguradora AGEAS melhores condições para a minha apólice e assim a infringir um dispositivo legal emitido pelo maior regulador de todo o sistema financeiro Português recorrendo a alíneas presentes na escritura que ameaçam a alteração do meu spread.A Lei permite a liberdade de escolha sem atropelo de nenhuma quebra de contrato ou vínculo que possa estar obrigado pelas condições aquando da escritura do imovel.Solicito a vossa ajuda para desbloquear esta situação que me está a causar muitos transtornos a nível pessoal e financeiro com todo o contexto difícil que estamos a atravessar a nível económico. Pretendo renegociar o montante do capital segurado junto da seguradora AGEAS detentora da minha apólice de seguro multirriscos.Com os melhores cumprimentos Carlos Orge
Não consigo cancelar minha conta
Eu e meu marido tivemos que retornar ao Brasil com urgência por motivos pessoais, e não tivemos tempo de cancelar nossa conta conjunta no Santander. Estou solicitando esse cancelamento (via e-mail) há meses ao gerente do banco, mas simplesmente não tenho retorno e continuo a ser cobrada pela mensalidade da conta. Estou pagando um serviço que não quero mais e ninguém do Santander me retorna com uma solução.
Encerramento de contrato sem motivo
No último dia 10/07 recebi um e-mail da equipa de segura Sumup: Conforme indicado em nossas & Condições Gerais, no artigo 21.2, que pode ver no link abaixo, a SumUp pode fechar ou suspender um perfil a qualquer momento e por qualquer motivo considerado necessário para cumprir os regulamentos.https://sumup.pt/termos-e-condicoes/Gostaríamos de salientar que não há críticas à sua atividade nesta decisão e pedimos desculpas por qualquer inconveniente que esta decisão possa causar.Tal artigo referido acima sequer existe!Quem cobre meu prejuízo de compra do equipamento?
Recusa autorização tratamento
Venho por este meio, solicitar ajuda. No dia 30 de Junho fui trabalhar com uma ligeira dor na lombar, após vestir a roupa sentir uma pontada na coluna e alonguei, após alongar sentir a coluna travar. No dia seguinte as dores pioraram e eu não conseguia andar.Fui a uma consulta de neurocirurgia que enviou um relatório para a Advance Care tranquilidade com esta indicação: Tem indicação para outras cirurgias da dor com nucleólise porradiofrequência bipolar e infiltração periradicular epidural e foraminal sobintensificador de imagem.Tendo a seguradora recusando alegando que eu já tinha essas dores antes de fazer o plano com eles. Quer dizer quando fazemos o plano é mil e uma vantagens, quando se tem um tratamento caro para custear, querem sair de fininho. Preciso de vossa ajuda nesse caso. Obrigada
Transferência de Crédito à Habitação
ABANCAAssunto: Transferência de Crédito à Habitação via protocolo APBExmos. Senhores,Fiz transferência do meu crédito à habitação do ABANCA para o NOVO BANCO via protocolo APB.A escritura relativa a esta mesma transferência aconteceu no dia 21 de junho de 2023.Da parte do ABANCA esta situação ainda não está resolvida, apesar da liquidação do crédito ter sido efetuada.Como consequência, tive que pagar a prestação do mês de julho, a meu ver indevida, bem como os seguros de vida e multirrisco.Já contactei o ABANCA, via telefone para pedir a resolução desta situação e via email, para pedir o cancelamento dos seguros e me ser dado o respetivo estorno, a que jugo ter direito desde o dia 21 de junho, data da escritura.Hoje tentei contactar telefonicamente o ABANCA (o meu balcão), mas não fui atendido.Por este motivo faço esta reclamação, no sentido de resolver este processo o mais rapidamente possível.Ismael Carlos Gouveia Guedes
Publicidade enganosa
Um banco com pouca credibilidade. Eu me sinto enganado. Na sexta-feira da semana passada abri uma conta neste banco pois encontrei uma campanha que se adequava ao que eu pretendia, onde segundo informação dada por um gerente e pelo pagamento oficial do banco, tinha de domiciliar a minha encomenda com um valor mínimo de 750 euros líquidos/mês para aceder aos benefícios. Hoje, segunda-feira, encontro informação contraditória na página do banco porque na mesma página diz que a condição para aceder às prestações é de 900 euros/mês, mas na mesma página abaixo a condição muda para 750 euros/mês. Quando liguei para perguntar sobre isso, eles me disseram que foi um erro do banco e que o valor real é de 900 euros. O que indica para mim que eles me enganaram para abrir uma conta com eles.Além disso, depois de falar com o banco, eles apenas pediram desculpas e lavaram as mãos dizendo que todo o resto das ações e situações são de minha responsabilidade, que se eu gostar, tudo bem, se não, devo encerrar a conta.
Burla/Publicidade Enganosa
- No mês de Março de 2023, desloquei-me à C.P.O., Clínica Privada de Oftalmologia localizada na Av. da Liberdade 180 A, 1º. em Lisboa onde foram realizados uma série de exames oftalmológicos e prescritas cirurgias às cataratas nos dois olhos.- A 4 de Maio a C.P.O. solicitou à Multicare os pedidos de autorização com as referências 5GXTP4 e 5GXTD7 que se reportavam a cirurgias oftalmológicas sem internamento.- Apesar de serem cirurgias em ambiente hospitalar sem internamento, e como tal, cada uma delas sujeita a uma franquia de 150 Euros, a Multicare, na resposta à C.P.O., aprovou mas considerou que cada uma das cirurgias estava sujeita a uma franquia de 2.000 Euros (que é a franquia para cirurgias em ambiente hospitalar com internamento).- Antes de subscrever o seguro 60+ MULTICARE 2, questionei a empresa mediadora sobre vários assuntos relativos a esta versão do seguro entre os quais sobre eventuais cirurgias e foi-me afirmado que cirurgias em ambiente hospitalar sem internamento estavam sujeitas a franquia de 150 Euros e que com internamento a franquia seria de 2000 Euros. - As condições particulares da minha apólice são explícitas e referem claramente os dois tipos de franquias para as cirurgias com e sem internamento como acima referido. - Quando, relativamente à questão das franquias, contactei telefonicamente a Multicare, desculparam-se falando nuns K e na Ordem dos Médicos (as condições do meu seguro nada referem sobre isto) e de que a franquia para cada uma das cirurgias seria de 2000 Euros.- Nos últimos tempos tive oportunidade de saber que há inúmeras pessoas ligadas à Multicare/Fidelidade que se queixam exactamente do mesmo tipo de procedimento e de publicidade enganosa por parte da Multicare. Pedi a uma pessoa amiga que, por email, contactasse a Multicare pedindo uma simulação sobre o mesmo seguro que subscrevi, o 60+MULTICARE 2 (cerca de 150 Euros mensais) e que, questionando a V. empresa, lhe foi explícitamente referido (por escrito) que a franquia para cirurgias oftalmológicas sem internamento seria de 150 Euros e que para qualquer cirurgia com internamento seria de 2000 euros.- Após ter feito as duas cirurgias oftalmológicas fui obrigada a pagar a totalidade do valor à C.P.O. pois a Multicare aplicou a franquia de 2000 Euros a cada cirurgia e cada uma delas foi inferior a este valor.- Pretendo pois que a Multicare aplique a franquia de 150 Euros a cada um dos actos médicos a que fui sujeita e que me devolva parte dos valores que paguei.- Anexo a troca de emails entre uma pessoa amiga e a Multicare bem como as faturas das duas cirurgias.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
