Reclamações públicas

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F. D.
27/04/2026

Reclamação – Avaria de Motor Tesla Model S 75 (2017)

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao meu veículo Tesla Model S 75, do ano de 2017, com 179.605 km, VIN nº 5YJSA7E10HF212488. Após apenas 6 meses do término da garantia Tesla, o motor do veículo sofreu uma avaria total. Na sequência desta situação, foi acionada a assistência móvel Tesla, que efetuou um primeiro diagnóstico no local, tendo posteriormente o veículo sido transportado para as instalações da Tesla no Porto para uma análise mais detalhada. Para meu espanto, fui informado pelo Sr. Rui Martins de que o motor do veículo “morreu”, sendo necessária a sua substituição integral, incluindo cablagens associadas. Manifesto, desde já, a minha profunda indignação perante esta situação. Considero que não é aceitável que um veículo Tesla, com a quilometragem acima indicada — que não pode ser considerada excessiva para este tipo de viatura — apresente uma falha desta gravidade. Acresce ainda o facto de esta ocorrência surgir tão pouco tempo após o término da garantia, o que levanta sérias questões quanto à durabilidade e fiabilidade do componente em causa bem como da fiabilidade da marca Tesla. Não concordo, de forma alguma, que a responsabilidade total pelos custos de reparação me seja imputada, atendendo às circunstâncias descritas. Entendo que deverão ser consideradas responsabilidades por parte da Tesla, nomeadamente através de uma análise técnica mais aprofundada e eventual apoio na cobertura dos custos associados à substituição do motor e respetivos componentes. Deste modo, venho solicitar: A revisão e supervisão detalhada do meu caso por parte de instâncias superiores da Tesla; A reavaliação da decisão inicialmente comunicada; A consideração de uma solução justa, que contemple a possível cobertura parcial ou total dos danos verificados. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo uma resposta célere e fundamentada. Com os melhores cumprimentos, Fernando Dias

Encerrada
M. R.
27/04/2026

Demora na reparação de equipamento

Deixei um computador portátil para reparação no dia 27/02 e foi-me informado que ficaria pronto no prazo de uma semana. Ao deslocar-me à vossa loja, abriram o equipamento e indicaram que seria necessária a troca do ecrã. Contudo, o ecrã encomendado estava errado. Foi-me dito que iriam efetuar um novo pedido. Desde então, já passaram mais de dois meses e continuo sem qualquer resposta concreta. Sempre que contacto, dizem que "vai ficar pronto", mas nada acontece. A minha filha aguarda por este computador para fins escolares e esta situação é inadmissível. Estou indignado com o tamanho descaso e com a irresponsabilidade demonstrada pela vossa empresa. Ligo e ninguém atende.

Encerrada
V. C.
27/04/2026
Supermercado Horizonte

Consumo

Exm° Senhores Venho pelo presente meio reclamar a polícia transparência do supermercado para com o consumidor. Visitava com alguma frequência o vosso supermercado e notei que após a realização das compras e, perante o pagamento nas caixas poder comparar se o preço do produto que adquiri no interior da loja corresponde ao mesmo que passa na caixa perante a operadora. A loja que frequento esporadicamente é em Amarante, na Rampa Alta. As caixas não têm visor acessível à vista do consumidor para ir vendo os preços. Para quem vive na região do Porto é após a conferência dos talões, não é a primeira vez que os preços não são os corretos. Está situação vai acontecendo de quando em vez é, segundo informações obtidas, será obrigatório por lei e para melhor transparência a alteração das caixas de forma a que os consumidores possam não sintam desconfiança.

Encerrada
F. F.
27/04/2026
monticristo

ir a oficina tres vezes no espaço de 15 dias com o mesmo problema

Exmos. Senhores. Desde o mês de Novembro de 2025 tenho indo com a viatura Fiat Punto ,matricula 17-SZ-78 com a dicriçao de avaria no Tablet de informação do carro ( mandar controlar motor ) quando deixei o carro na oficina fui informado que era preciso fazer revisão ,4 meses depois a mesma avaria deixei novamente o carro em fevereiro na oficina informação do diagnóstico da oficina ,precisa de limpar o filtro de partículas aceito a reparação 15 dias depois a mesma avaria no tablet ( mandar controlar motor ) carro vai novamente para diagnóstico ,conclusão mudar válvula Egr carro esteve mais 15 dias na oficina de 13 de Abril a 27 de Abril disseram me para ir levantar carro estava reparada avaria ,depois de andar com o carro 1km voltou novamente a informação ( mandar controlar motor) voltei novamente a oficina colocaram carro no aparelho de diagnostico)conclusão o precisa do interruptor de pressão de óleo

Encerrada
M. A.
27/04/2026

Ryanair -

Reclamo e solicito o assumir de responsabilidade, pelas despesas que tive extra, dada a tomada de decisão por um representante da Ryanair. O que aconteceu foi o seguinte, no dia 17/abril, deslocava-me de Portugal - Lisboa para Palermo, com escala em Valência, pela Ryanair. Quando chegámos a Valência, no metro do aeroporto para Xátiva fui assaltada e fiquei sem documentos e dinheiro. Nas horas seguintes por indicação das autoridades contatei a Embaixada e o Consulado de Portugal em Espanha para solicitar o Documento de viagem única, tal como tinha sido imposto pela funcionária no balcão da Ryanair no aeroporto, depois de relatada a situação. A funcionária informou que eu só poderia continuar a viagem com a apresentação do Documento de viagem única, na hora do embarque. Os serviços da Embaixada e Consulado atenderam prontamente a esta solicitação, tendo-se comprometido a emitir o documento em tempo útil do vôo. O que aconteceu. Esta informação foi transmitida posteriormente à funcionária que estava no balcão e assegurei, que à hora do embarque, eu teria o documento solicitado para apresentar. Tal como aconteceu! Na porta de embarque apresentei: o Documento de viagem única, o Cartão de Cidadão digital e o registo de ocorrência de queixa na Direção Geral da Polícia de Valência. Nesse momento a responsável pelo embarque não se mostrou disponível nem empática com a situação, não ouviu e recusou-se a ler o documento oficial do Consulado e a analisar os documentos apresentados. Manifestando eu o meu descontentamento com a situação, solicitei que fosse chamado a supervisora e a polícia, pedido que foi recusado. Desta situação resultou que a funcionária não permitiu o meu embarque, referindo ainda que o meu nome já não constava da lista de passageiros, tendo sido retirado, mesmo antes de eu me apresentar na porta de embarque com os documentos solicitados pela equipa da Ryanair em Valência. Eu viajava numa equipa de quatro técnicos superiores a representar a minha entidade profissional, para um curso do programa ERASMUS+ em Palermo, a iniciar no dia 19/abril. Posto isto vi-me impossibilitada de acompanhar a equipa de trabalho e por estar sem documentos, sem dinheiro e sem uma alternativa de resolução da situação pela Ryanair, fiquei na companhia de uma colega de curso, que não embarcou nesse vôo, dada a situação preocupante, desprotegida e insólita. Esta tomada de decisão por parte da responsável de embarque da Ryanair originou a necessidade de alojamento nessa noite em Valençia, para mim e para a minha colega, deslocações e a compra de novos voos para Portugal, para vir buscar o passaporte, e um novo vôo de Portugal para Palermo, de forma a conseguir cumprir o compromisso assumido com a minha entidade patronal e com a entidade formadora. É incompreensivel a falta de compreensão e manifestação de empatia e sensibilidade por um cidadão, num país estrangeiro, em situação de crise resultante de toda a situação descrita em epígrafe. Acresce que eu já vinha a voar desde Lisboa, pela Raynair e que estava a fazer a escala para continuar a viagem, pela companhia. Sabiam que eu estava no avião e a fazer aquela paragem, para continuar viagem e chegar ao destino final. Acresce que apresentei toda a documentação solicitada a tempo do embarque. Perante este cenário que descrevo torna-se incompreensível e não concordo com a tomada de decisão da Ryanair, que considero desonesta, desleal, leviana, irresponsável, despropositada e infundada. Solicito a melhor atenção e análise sobre esta ocorrência. Melhores cumprimentos

Encerrada
I. M.
27/04/2026

Litígio com IKEA – falhas sucessivas em projeto de cozinha e prejuízos associados

Exmos. Senhores, Venho solicitar o vosso apoio relativamente a um litígio com o IKEA, no âmbito da aquisição e instalação de um projeto de cozinha (processo n.º 9435413). Ao longo de todo o processo verificaram-se diversas falhas, nomeadamente: - erros de planeamento inicial; - omissão de artigos essenciais no momento da venda (tampos de bancada, gavetas preparadas para receber lava loiça, etc.); - fornecimento de peças desnecessárias e, em simultâneo, falta de componentes fundamentais; - necessidade de múltiplas intervenções e contactos para tentativa de regularização; - atrasos sucessivos na montagem e conclusão da cozinha, além de peças descontinuadas; - cozinha vendida como "completa" mas com artigos em falta, cujos custos tive que suportar. Foram apresentadas reclamações tanto no Livro de Reclamações eletrónico como presencialmente. No entanto, a resposta obtida por parte do IKEA revelou-se incompleta, não refletindo o histórico total da situação, e após envio de comunicação adicional (follow-up), não foi prestada qualquer resposta. Importa ainda salientar que a conclusão da cozinha só foi possível porque tomei a iniciativa de encontrar soluções alternativas, não tendo a situação sido resolvida de forma eficaz pelo IKEA em tempo útil. Face aos sucessivos atrasos e falhas no fornecimento, e à necessidade de concluir a instalação com urgência, fui obrigada a assumir diretamente a gestão e os custos associados à resolução do problema, de forma a evitar prejuízos ainda maiores. Neste contexto: - realizei múltiplas deslocações à loja de Loures, sendo residente no Pinhal Novo; - suportei custos de combustível e portagens; - tive constrangimentos com a equipa de montagem externa, contratada e paga, cuja intervenção ficou condicionada pelas falhas no fornecimento; - a cozinha permaneceu inutilizável durante um período prolongado. Estas circunstâncias não resultaram de uma opção voluntária, mas sim da necessidade de mitigar uma situação criada por falhas sucessivas no processo de venda, fornecimento e acompanhamento. Apesar das várias diligências efetuadas, a situação não foi devidamente resolvida de forma integral e estruturada, tendo os prejuízos sido suportados por mim. Assim, venho solicitar o vosso apoio na análise e mediação deste caso, com vista à obtenção de uma solução justa, incluindo a apreciação e eventual compensação/restituição dos prejuízos suportados. Com os melhores cumprimentos, Irina Monteiro

Encerrada
B. D.
27/04/2026

UBEREATS – possivel prática generalizada lesiva dos consumidores pela plataforma

ASSUNTO: Exposição – possivel prática generalizada lesiva dos consumidores pela plataforma Uber Eats Exmos. Senhores, Venho, pela presente, expor uma situação que, embora tenha ocorrido no meu caso concreto, levanta sérias preocupações quanto a uma possível prática generalizada por parte da plataforma Uber Eats, com impacto potencial em milhares de consumidores em Portugal. No meu caso, foi efetuada uma encomenda que incluía 10 unidades de pudins proteicos de caramelo. Durante a preparação do pedido, a quantidade foi unilateralmente reduzida para 3 unidades, tendo posteriormente a plataforma recusado qualquer reembolso ou compensação, alegando que o pedido foi “ajustado”. Este exemplo concreto serve apenas para ilustrar um problema mais profundo: a possibilidade de a plataforma permitir alterações ao pedido após aceitação e pagamento, utilizando depois essas mesmas alterações como fundamento para recusar a devolução de valores relativos a bens não entregues. Caso este procedimento seja sistemático, estamos perante uma situação potencialmente muito grave, na medida em que poderá configurar uma prática que permite a retenção indevida de valores pagos por consumidores, em larga escala, beneficiando quer a plataforma, quer os seus parceiros comerciais. Acresce que a Uber Eats não disponibiliza, de forma clara e eficaz, meios de contacto diretos que permitam ao consumidor exercer plenamente os seus direitos, nomeadamente: inexistência de um contacto telefónico de apoio ao cliente acessível; inexistência de um endereço de email funcional para resolução de litígios; utilização de sistemas automatizados que impedem uma análise real e individualizada das reclamações. Na prática, o consumidor fica sem um canal efetivo para reclamar, contestar ou obter resolução, o que é, em si mesmo, contrário aos princípios básicos da defesa do consumidor e da transparência nas relações comerciais. Entendo que nenhuma entidade a operar em Portugal deveria poder fazê-lo sem garantir: mecanismos reais e acessíveis de contacto com o consumidor; processos transparentes de resolução de litígios; cumprimento integral das obrigações contratuais assumidas no momento da compra. Face ao exposto, considero que esta situação poderá configurar: . violação dos direitos dos consumidores; . prática comercial desleal; . eventual retenção indevida de valores pagos; . funcionamento de um modelo que, na ausência de controlo efetivo, pode permitir prejuízos massificados aos consumidores. Assim, venho solicitar à DECO: . A análise desta prática numa perspetiva geral e não apenas individual; . A eventual intervenção junto da plataforma Uber Eats; . A avaliação da necessidade de atuação pública ou coletiva em defesa dos consumidores; . Orientação sobre os mecanismos mais eficazes para reagir a este tipo de situações. . Junto prints comprovativos do caso concreto, como exemplo ilustrativo da prática descrita: . pedido completo . ajuste feito na altura da preparação do pedido – pudim proteico caramelo de 10 para 3 unidades . Minha entrada na ajuda dizendo os produtos que estão em falta . Resposta automática de bloqueio de reclamação, de reembolso e de possibilidade de resolução Com os melhores cumprimentos, Bruno de Carvalho

Encerrada
J. L.
27/04/2026

Erro admitido pela loja mas sem solução para o cliente

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente a uma situação grave ocorrida com a Worten, envolvendo venda enganosa, contratação indevida de um seguro incompatível com o meu perfil, incumprimento das condições contratadas e recusa da empresa em corrigir o erro que reconhece ter cometido. 1. Aquisição do equipamento e do seguro (julho 2024) Em julho de 2024 adquiri um iPhone numa loja Worten. No mesmo momento foi-me vendido um seguro Premium, após explicação detalhada do vendedor sobre as suas vantagens face ao seguro “normal”. As características que me foram comunicadas e que motivaram a minha escolha foram: - Tratamento do sinistro em 72 horas; - Entrega de um vale pelo valor pago pelo equipamento em caso de sinistro; - Ausência de co‑pagamentos; - Prémio mensal de 21,49€, valor que paguei regularmente durante quase dois anos. 2. Ativação do seguro (abril 2026) Quando tive necessidade de acionar o seguro: - Foi-me exigido um co‑pagamento de 100€, apesar de vários funcionários da Worten afirmarem que o seguro Premium não tem co‑pagamento; - Só paguei esse valor porque era a única forma de avançar com o processo; - Não recebi qualquer contacto dentro das 72 horas prometidas. 3. Descoberta do erro na contratação Após deslocação à loja, fui informada de que o seguro que tenho afinal não é Premium, mas sim um seguro B2B, destinado a empresas e incompatível com um NIF pessoal. Ou seja: - Foi-me vendido um seguro errado; - O produto contratado não corresponde ao produto apresentado e escolhido; - O seguro B2B não poderia sequer ter sido contratado em meu nome. A própria loja reconheceu o erro e assumiu tratar-se de um erro de venda. 4. Tentativas de resolução em loja Durante cerca de uma semana desloquei-me diariamente à loja, onde: - Confirmaram repetidamente que eu tinha razão; - Admitiram que a solução correta seria emitir um vale pelo valor do equipamento; - Informaram que não tinham autonomia para resolver e que teria de escalar para reclamações. 5. Reclamação formal e resposta da Worten Apresentei reclamação no Livro de Reclamações. Apesar de reconhecerem o erro, a Worten respondeu: - Que nada pode fazer porque passaram mais de 14 dias desde a contratação; - Que a “solução” é levantar um telemóvel recondicionado que chegou à loja. Esta resposta é inaceitável, porque: - O erro é da Worten, não meu; - O prazo de 14 dias não pode ser usado para justificar um erro de venda cometido pela própria empresa; - Paguei durante quase dois anos por um seguro Premium que nunca tive; - Fui colocada num seguro inadequado, incompatível e com condições inferiores. 6. Inconsistências graves entre a Worten e a seguradora A seguradora informou-me várias vezes que o meu telemóvel estava em reparação. Contudo, a Worten afirma que o equipamento que chegou é recondicionado e não é o meu. Isto levanta questões sérias: - Porque motivo fui informada de que o meu equipamento estava em reparação se o que chega é um recondicionado? - Porque recebo comunicação de “equipamento reparado” quando não houve reparação? - Porque demorou uma semana entre a suposta decisão de reparação e a chegada de um recondicionado? Estas contradições demonstram falta de transparência, má gestão do processo e informação enganosa. 7. Pedido de devolução dos valores pagos pelo seguro Solicitei a devolução dos valores pagos, uma vez que: - Nunca usufrui do seguro Premium que me foi vendido; - Fui colocada num seguro B2B que não corresponde ao produto apresentado; - O acionamento do seguro errado não legitima a cobrança de um produto que nunca existiu nos termos contratados. A Worten recusou, alegando que “usufrui do seguro” porque chegou um telemóvel recondicionado — argumento que não corresponde à realidade do contrato que me foi vendido. 8. Conclusão e pedido à DECO A Worten: - Reconhece o erro; - Recusa-se a corrigi-lo; - Apresenta uma solução insuficiente e desrespeitosa; - Ignora os meus direitos enquanto consumidora. Solicito a intervenção da DECO para: 1. Garantir a correção do erro de venda cometido pela Worten; 2. Obter a devolução dos valores pagos pelo seguro que nunca correspondeu ao produto contratado; 3. Garantir uma solução justa e proporcional ao prejuízo causado, incluindo a reposição das condições do seguro Premium que me foi vendido ou compensação equivalente (ex.: vale pelo valor do equipamento, conforme reconhecido pela própria loja). Agradeço desde já a atenção dispensada.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
P. C.
27/04/2026

Tentativa de burla

Exmos senhores esta empresa Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à cobrança de 34,60€ associada à especialista "Joana Terapeuta" (Data: 28/03/2026), conforme o e-mail recebido. Contesto esta dívida na sua totalidade com base nos seguintes fundamentos legais e factuais: Inexistência de Serviço Prestado: A consulta com a referida especialista "Joana" nunca ocorreu. De acordo com o Código Civil e a Lei de Defesa do Consumidor, não pode haver lugar a cobrança por um serviço não prestado. Incumprimento de Oferta Promocional: O acesso à plataforma foi feito sob a promoção explícita de 1€ por 10 minutos. A cobrança de 34,60€ viola o dever de informação e transparência pré-contratual (Artigo 4.º do DL n.º 24/2014). Coação e Ameaças Ilegais: Recebi ameaças por via telefónica de que o meu nome seria comunicado ao Banco de Portugal por fraude. Informo que tal afirmação constitui crime de Coação (Art.º 154.º do Código Penal) e Denúncia Caluniosa (Art.º 365.º), uma vez que o Banco de Portugal não regula dívidas de prestação de serviços e a "fraude" é uma acusação falsa. Gravação de Prova: Mais informo que a chamada contendo estas ameaças foi registada e será utilizada como prova em sede de queixa-crime, caso esta situação não seja resolvida de imediato. Face ao exposto, exijo: A anulação imediata do montante de 34,60€ em dívida; A cessação de qualquer contacto por parte do vosso departamento de contencioso; A confirmação, por escrito, do encerramento deste processo no prazo de 48 horas. Caso insistam na cobrança indevida, avançarei com uma queixa formal na PSP/GNR, no Livro de Reclamações Eletrónico e junto da CNPD (pelo uso abusivo dos meus dados para fins de coação

Encerrada
P. T.
27/04/2026

Falta de acessório

Exmos. Senhores. Acusei receção do colchão insuflável no dia 24/04/2026 e ao abrir o caixote verifiquei que não se encontrava o saco de transporte que na apresentação do produto havia um vídeo com a referência do mesmo saco. Neste sentido fico aguardar a resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos. Paulo Salvador

Resolvida

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