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Não entrega de encomenda, Ponto de CTT Moreira da Maia encerrado 24 Dezembro 2025
Encomenda DD331018662PT - Serve a presente reclamação para demonstrar a completa falta de profissionalismo dos estafetas da empresa CTT Expresso. Por muito difícil que a época do ano seja, pelo número avultado de encomendas e sazonalidade, nada justifica que após atrasado dos serviços de entrega da minha encomenda, no dia e hora em que indicam ter tentado entregar na minha residência, não se tenham dignado em contatar telefonicamente para avaliar se me encontrava na própria residência ou quem sabe próximo da mesma. Por outro lado, é inadmissível que tenham optado por deixar a minha encomenda, que possuía artigos prendas de Natal, num posto que se encontrava encerrado por completo no dia seguinte (o estafeta bem sabe disso por existir um edital na entrada do edifício), por estar situado numa Junta de Freguesia e a mesma ter encerrado por tolerância de ponto. A empresa CTT Expresso já possui um longo historial de mau serviço, sendo de lamentar que ainda existam empresas que recorram aos seus serviços, mas como é óbvio vou dar conhecimento do sucedido para que a empresa Modalfa possa ponderar a contratação deste tipo de serviço a uma outra empresa. A empresa CTT Expresso deveria ser penalizada, assim como obrigada a ressarcir os clientes pelo mau serviço e pelos inconvenientes que causa. Acham aceitável que os artigos comprados como prenda de Natal não tenham sido entregues, tendo sido necessário adquirir outros à última hora com um investimento superior!!! Lamentável!!!
Alojamento Precario
Reservei no site da Booking.com um alojamento em Lisboa do dia 23/12/2025 ate 25/12/2025, pelas fotos na plataforma estava em perfeitas condições de uso e com a limpeza em dias, chegando ao local fiz o checkin as 18:00 e quando entramos ao alojamento, era totalmente inadequado ao uso, estava Eu, Minha esposa e sua Mae de 65 anos e nossa filha de 10 anos. local cheirava mal, com muita sujisidade, mofos nas paredes e paredes se desfazendo de humidade, casa de banho impraticavel com muito bolor, peças soltas e sujeiras. Tentei contato com a plataforma e a Ana me atendeu e disse que não poderia fazer o cancelamento com a devolução de taxa, so com o valor de 20% devido ao acontecido, e a intermediação tinha que ser com o Anfitriao do alojamento, que o mesmo não respondeu e não efetuou a devoluação. Tenho fotos do estado do imovel, que tinha ate resto de comida em um prato dentro do microondas. Alojamento chama-se The Tram 18 Space codigo de confirmação 5678.948.451. Anfitriao se apresentou antes do checkin como Pedro Oliveira Reis +351 914 227 278. https://www.booking.com/hotel/pt/the-tram-18-space-lisboa1.pt-pt.html?aid=356980&label=gog235jc-10CAsouwFCGXRoZS10cmFtLTE4LXNwYWNlLWxpc2JvYTFIH1gDaLsBiAEBmAEzuAEXyAEM2AED6AEB-AEBiAIBqAIBuAKCqbbKBsACAdICJGY2OGNiMjA1LTE2YTEtNGZlYS05MGYwLTY3Zjg4NmFiNzZiMtgCAeACAQ&sid=7e8fbdfb1be04b8083c7eacf39c444b1&dest_id=-2167973&dest_type=city&dist=0&group_adults=2&group_children=0&hapos=1&hpos=1&no_rooms=1&req_adults=2&req_children=0&room1=A%2CA&sb_price_type=total&sr_order=popularity&srepoch=1766691995&srpvid=19cc812d17d61d136872beccbe096583&type=total&ucfs=1&
Cobrança indevida de bagagem de mão – violação da jurisprudência do Tribunal de Justiça da UE
Venho por este meio apresentar reclamação contra a companhia aérea Wizz Air, por uma cobrança indevida e abusiva relacionada com bagagem de mão, situação que considero enquadrar-se plenamente na jurisprudência já firmada pelo Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE) sobre esta matéria. No voo W6 6220, realizado em 8 de novembro de 2025, adquiri antecipadamente 10 kg de bagagem pelo valor de 29,90 €, com o objetivo de transportar uma pequena mala de cabine (trolley), de dimensões e peso compatíveis com o transporte em cabina. No momento do embarque, fui surpreendido com a exigência de pagamento adicional de 72 €, sob o argumento de que a mala adquirida era para ser despachada para o porão. O peso total da bagagem não excedia os 10 kg já pagos. Apesar disso, fui obrigado a pagar novamente, resultando num total de 101,90 € por um único volume de bagagem que após cobrança acabei por levar na cabina como mala de mão. Considero esta prática particularmente grave, pois: - fui cobrado duas vezes pelo mesmo serviço (transporte de 10 kg); - a distinção feita pela companhia entre “peso adquirido” e “formato da mala” é artificial e abusiva; - após o embarque, verifiquei que existia espaço disponível na cabine, inexistindo qualquer justificação operacional. - Tendo agora conhecimento da jurisprudência do Tribunal de Justiça da União Europeia, nomeadamente do entendimento segundo o qual a bagagem de mão razoável constitui parte integrante do transporte de passageiros e não pode ser objeto de cobrança adicional, desde que respeite critérios razoáveis de peso e dimensão, entendo ter pago 10 kg duas vezes, ambas de forma indevida ( 101,90 € ). A prática adotada pela Wizz Air contraria claramente este princípio, bem como os direitos básicos do consumidor. Apresentei reclamação diretamente à companhia aérea, que se limitou a responder de forma evasiva, citando regras aplicáveis apenas ao item pessoal gratuito e recusando reavaliar o caso, afirmando apenas que a sua “posição se mantém”. Atendendo ao exposto, solicito o apoio da DECO PROteste, quer no enquadramento deste caso como prática comercial abusiva, quer na eventual integração em ações coletivas ou iniciativas já em curso relativas à cobrança indevida de bagagem de mão por companhias aéreas. Anexo os comprovativos relevantes (recibos, cartão de embarque e comunicações trocadas com a companhia). Com os melhores cumprimentos, Paulo
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, No passado, dia 28/11, efetuei uma compra, no valor de 150€, no site da Nike. No dia 1/12, recebi a confirmação de envio e com ela, o número da minha encomenda: C01545378665, bem como o número de segmento 80835185824336, ambos, fornecidos na altura do envio, com data prevista de entrega no dia 06/12. Durante esta altura, não recebi nenhum email por parte da transportadora ou alguma informação extra sobre qual seria o estado do meu pedido. Ao tentar rastrear o pedido pelo número da encomenda, não me foi possível e assim, contactei o apoio ao cliente da Nike, que respondeu que daria a resposta em 8 dias, o que não aconteceu. No 9• dia, voltarei a contactar o apoio ao cliente e só depois de uma semana, recebi a resposta de que o meu pedido havia sido entregue e que eles não podiam fazer mais nada, nem sequer efetuar a devolução do valor que eu paguei, sendo que o número de segmento ainda marcava como não entregue . Mesmo após ter explicado que eu não sabia, sequer qual era a transportadora e que não havia registo nenhum de entrega, fui apenas ignorada. Não contente, peguei no mesmo numero de segmento que me foi dado e tentei rastrear mais uma vez, até que cheguei ao site da DPD, onde liguei para o apoio ao cliente e me foi confirmado que a minha encomenda estava lá há mais de duas semanas em armazém, pendente para devolução. Quando perguntei se era possivel levantar, já que nem a transportadora, nem o site me contactaram ou fizeram a sua parte, eles disseram que só era possível fazê-lo com a autorização da Nike, caso não, a encomenda seria devolvida para Espanha, pais de origem. Com as mesmas informações, dirigi-me novamente, ao site da Nike e expliquei a situação, deixando claro que apenas queria levantar a minha encomenda e a resposta foi novamente a mesma: que a encomenda já havia sido entregue e que não havia devolução para ser feita. Neste momento, me encontro sem a minha encomenda e sem a possibilidade sequer, de ter o meu reembolso.
Cobrança indevida
A última compra que fiz através da glovo foi em novembro, a qual foi cancelada por falta de entrega. Hoje me foram debitados 44,00 da minha conta sem que eu tivesse efetuado compra alguma. Através do chat disseram que não há cobrança alguma por parte da glovo mas quando verifiquei a cobrança na aplicação do banco, vê se claramente 4 cobranças por parte da glovo, no mesmo dia, com mesmo número e valores diferentes. Debitam deliberadamente dinheiro da nossa conta e mesmo que devolvam, pode demorar semanas para reaver algo que me foi roubado da conta sem minha autorização. Vou procurar um advogado pois isto não pode ser legal, movimentarem contas pessoais e retirarem valores sem nosso consentimento.
Devolução encomenda que não corresponde a imagem
Realizei uma compra online de uma arvore de natal. Quando recebi a mesma e procedi à montagem verifiquei que em nada corresponde à imagem. A empresa que fez a venda, primeiro respondeu que iria proceder à recolha de forma gratuita do produto, depois enviou mensagem a informar que eu teria que pagar os portes da devolução do produto, para que eles verificassem o produto e proceder ao reembolso caso seja aplicável, não me respondendo às questões que coloquei entretanto, como se o produto nao estiver em condições se eles me enviam o mesmo novamente, uma vez que não procederão ao reembolso. Não me voltaram a responder, e penso que não o irão fazer para que se passem os dias que posso usar para a reclamação e devolução do produto.
Novo serviço, sem contrato
Exmos. senhores: Venho por este meio solicitar ajuda na resolução de um problema relativo a um contrato que desconhecia na totalidade e que nem sequer usei, por desconhecer a sua existência, contrato este, que a Vodafone colocou sem qualquer aviso prévio ou mesmo posterior. Na data de "28/09/2023" contratei por via telefone, um serviço em promoção da Vodafone (pacote: RED INGINITY CAMPANHA 24,90) que depois de fim de ano passou para os 25,98€, o que nunca me foi dito que poderia levar este aumento, na altura do contrato. Contrato este de 24 meses. (28/09/2023 a 28/09/2025) Findo este contrato, e sem que me tivesse sido avisado, terminou dentro do prazo, e foi assim cortado de imediato o serviço. Tendo por mim próprio descoberto por este ficar sem serviço, e assim descobrir que terminara, devido ao fim da data do contrato. A Vodafone, para alem de NUNCA ter avisado que o mesmo terminou, NUNCA me contactou para sequer apresentar um novo contrato, ou mesmo a continuação do mesmo. A Vodafone, por iniciativa própria, e sem o meu conhecimento, inseriu-me num novo contrato, bastante mais caro, utilizando o mesmo cartão e método do serviço anterior, mas desta vez com um valor de 44,75€, dando pelos vistos a abertura do serviço alguns dias depois. Como nunca soube da existência desse serviço, obviamente nunca o utilizei! Mas mesmo que soubesse, nunca o iria utilizar, devido ao valor exessivo do mesmo. Mesmo já avisando a Vodafone através do apoio ao cliente, nunca me foi resolvida esta situação. Hoje dia, 24 de Dezembro de 2025, recebi um e-mail avisando para pagar a dívida, para não ter de recorrer aos serviços judiciais. Obviamente, me estão a ignorar prepósitamente, e obviamente que NUNCA irei pagar tal quantia, que está nesta momento em 73,90€ Venho então pedir a vossa ajuda, para resolver este problema que a VODAFONE insiste em continuar a ter comigo, mesmo depois de toda a minha explicação. Obrigado.
Produto vendido com vários defeitos e quilómetros a mais
No dia 11/01, adquiri na Benecar um veículo Peugeot 3008, tendo sido acordada a entrega para o dia 27/01, de forma a permitir a preparação do automóvel. No dia da entrega, ao verificar o veículo, constatei que o mesmo não dispunha de kit anti-furo ou pneu suplente, situação que apenas foi resolvida após o meu alerta, tendo-me sido entregue um kit anti-furo pelo comercial. De seguida, verifiquei que o veículo apresentava mais 549 km do que o indicado no contrato de compra. Após a minha reclamação, os responsáveis da oficina assumiram que o sistema não tinha sido atualizado, justificando assim a discrepância. Como forma de compensação, solicitei que o depósito de combustível fosse atestado, pedido que foi inicialmente recebido com relutância. Chegou a ser-me sugerido que fosse eu a abastecer o veículo e posteriormente enviar ou entregar a fatura original, o que recusei por implicar custos e deslocações adicionais da minha parte. Após mais de uma hora de espera e depois de solicitar o livro de reclamações, uma funcionária acabou por proceder ao abastecimento do veículo. Já em casa, ao trancar o automóvel, verifiquei que o espelho retrovisor do lado do condutor não recolhia, encontrando-se avariado. No dia 28/01, contactei o comercial que me vendeu o veículo, tendo-me sido informado de que o serviço pós-venda entraria em contacto no dia seguinte. No dia 29/01, fui contactada para agendamento de reparação nas instalações da Benecar. Atendendo a que resido a mais de 70 km, solicitei que fosse avaliada a possibilidade de reparação numa oficina mais próxima da minha residência, por se tratar de uma situação da responsabilidade da empresa. Apenas no dia 30/01 fui contactada nesse sentido. Entretanto, o veículo passou a indicar pressão baixa dos pneus, o que reforça a perceção de que a preparação do automóvel foi deficiente. Em suma, o veículo esteve 16 dias para preparação e foi entregue: • com quilometragem superior à contratada, • sem kit anti-furo, • com um espelho retrovisor avariado, • e com falhas evidentes na verificação geral do estado do automóvel. Posteriormente, no dia 18/08, ao iniciar as minhas férias e após cerca de 400 km de viagem, a apenas 10 km do destino, o veículo apresentou uma avaria grave com a indicação “motor com defeito”, recomendando deslocação imediata a uma oficina, seguida de um erro no sistema AdBlue. Face à gravidade da situação, encostei o carro de imediato, em estado de grande apreensão. Apesar de ter abastecido AdBlue, o erro manteve-se, sendo de salientar que o veículo não apresentava falta de AdBlue. Contactei de imediato a Benecar, uma vez que o veículo se encontrava dentro do período de garantia, tendo-me sido indicado que deveria ser eu a procurar uma oficina certificada pela Benecar na zona onde me encontrava. Considero esta resposta totalmente inaceitável, pois não é razoável que um cliente, em férias e a centenas de quilómetros da sua residência, tenha de assumir a gestão e validação de oficinas em situações de assistência em garantia. Após insistência, foi-me dito que, em alternativa, o veículo teria de ser rebocado para as instalações da Benecar, na Benedita, sem qualquer respeito pela minha situação pessoal ou mobilidade. Apenas após novo contacto e, face a todo o meu desagrado, me foi indicado um agendamento numa oficina próxima, 48 horas depois, situação que me causou sérios transtornos. Este incidente resultou em: • dois dias perdidos de férias, • receio constante de circular com o veículo, • e mais um dia inteiro perdido numa oficina, aguardando resposta da Benecar quanto à assunção dos custos de uma viatura de substituição. Foi ainda confirmado pela oficina, que o veículo podia imobilizar-se a qualquer momento, já que este erro já havia afetado o filtro de partículas. Como se não bastasse, no dia 24 de dezembro, ao deslocar-me para passar o Natal com a família, o veículo voltou a apresentar exatamente os mesmos erros: “motor com defeito” e falha no sistema anti-poluição AdBlue, repetindo a situação que já havia ocorrido em agosto. Adicionalmente, o problema dos espelhos retrovisores mantém-se até à data, funcionando de forma intermitente. O veículo tem menos de um ano, encontra-se ainda em garantia e já motivou três contactos formais com a Benecar por defeitos graves. Em mais de 20 anos de condução, e sendo este o quinto automóvel que possuo, nunca experienciei tantos problemas e transtornos com um veículo. Face ao exposto, considero que o veículo foi vendido com defeitos recorrentes, não tendo sido assegurado um acompanhamento adequado nem soluções eficazes por parte da Benecar. Solicito, assim, uma resolução definitiva da situação (resseção de contrato), bem como a devida avaliação de compensação pelos prejuízos e transtornos causados.
Negligência técnica com risco de incêndio e incumprimento de serviço contratado
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativa ao serviço de manutenção (mudança de óleo e filtros) realizado na vossa oficina, que se pautou por uma sucessão de falhas graves, desde a gestão de tempos até à segurança rodoviária. 1. Incumprimento de Horários e Gestão Administrativa: O serviço estava agendado para o período entre as 14h00 e as 15h00. Apesar de o veículo estar visualmente "pronto" antes do termo, foi-me impossibilitado o levantamento do mesmo até depois das 15h30 por alegada incapacidade administrativa de "fechar a ficha" de obra. Este atraso injustificado demonstra uma clara desorganização dos serviços. 2. Deficiência na Prestação do Serviço (Reset de Manutenção): Ao retomar o veículo, verifiquei que o contador de manutenção não tinha sido resetado e o alerta de "Prever mudança de óleo" permanecia ativo no painel. Esta omissão revela uma falta de rigor no protocolo de finalização do serviço contratado. 3. Negligência Técnica e Risco de Incêndio (Derrame de Óleo): A situação mais grave ocorreu após abandonar as instalações. O veículo começou a libertar uma densa nuvem de fumo vinda do compartimento do motor. Ao imobilizar o carro, constatei que fora derramada uma quantidade considerável de óleo sobre o bloco do motor e o sistema de exaustão (coletores), sem que tenha sido efetuada qualquer limpeza. Implicações Legais e Riscos: Segurança: De acordo com a Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), o consumidor tem direito à segurança dos bens e serviços. A entrega de um veículo com óleo derramado sobre componentes de alta temperatura constitui um risco real de incêndio, colocando em perigo a minha integridade física e o património. Conformidade: Sob o Decreto-Lei n.º 84/2021, o serviço apresenta uma clara falta de conformidade. O contrato de manutenção pressupõe a introdução do lubrificante no circuito interno e não o derrame externo negligente. Danos Colaterais: O óleo é corrosivo para componentes de borracha, como a correia de acessórios e tubagens. Exigências: Exijo que a Norauto proceda à limpeza técnica e profissional imediata de todo o compartimento do motor para eliminação de resíduos e perigo de ignição. Exijo ainda a verificação de todos os componentes que possam ter sido contaminados pelo derrame. Reservo-me o direito de acionar os mecanismos previstos no Centro de Arbitragem do Setor Automóvel (CASA) caso surjam anomalias futuras derivadas deste incidente. Aguardo resposta dentro do prazo legal de 15 dias úteis.
Lost items - feedback not credible
Caro Senhor, Cara Senhora, A GLS Portugal perdeu as minhas 3 das 5 encomendas que enviámos de 06300 Nice (87, Boulevard de l'Observatoire) para 1050-214 Lisboa (Avenida Sidónio Pais 14, 4 Esq) e tenho andado atrás delas desde setembro. Encontraram as encomendas, voltaram a perdê-las, voltaram a encontrá-las e voltaram a perdê-las. É inaceitável. Suspeito que as encomendas estão num armazém, talvez danificadas, e que ninguém quer fazer um esforço para as recuperar e entregar-nos. As encomendas foram seguidas no sistema, pelo que não foram “perdidas”. Apresentei queixas à Eurosender Luxembourg (relacionada com os correios do Luxemburgo), onde reservei o transporte das mercadorias, à Livro de Reclamações e à GLS. Estou a considerar apresentar um relatório policial e uma queixa também (sujeito ao vosso conselho) As referências dos pacotes que não são localizados : ZWL8KBLN ; Z6WHH5HY e ZWK095WS Pode contactar a GLS Portugal através deste número de telefone: +351 219667100. Cumprimentos Tom Meganck +351 910 623 747 Traduzido com a versão gratuita do tradutor - DeepL.com
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