Reclamações públicas

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F. L.
03/05/2026

Subscrição serviço prime

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativa à subscrição eDreams Prime associada à minha conta. Foi efetuada uma cobrança após alegado período experimental, sem que tenha sido prestada informação clara, transparente e destacada relativamente: * À conversão automática em subscrição paga * Ao valor a cobrar * À data concreta da cobrança Considero que esta prática não cumpre os deveres de informação ao consumidor, previstos na legislação aplicável na União Europeia, nomeadamente no que respeita a contratos celebrados à distância. Acresce que, no momento da cobrança, o valor encontrava-se apenas em estado cativo (pré-autorização), tendo eu manifestado de imediato a minha oposição à sua concretização e solicitado o cancelamento. Assim, venho exigir: * O cancelamento imediato da subscrição * A não cobrança ou devolução integral de qualquer valor associado Caso a situação não seja resolvida de forma célere, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, incluindo o Livro de Reclamações Eletrónico e a eventual contestação bancária (chargeback). Solicito confirmação por escrito da resolução desta situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Tatiana

Resolvida
I. J.
03/05/2026
Ponto Viagem

Reclamação Formal e Pedido de Indemnização – Reserva n.º 374/25

Referência da Reserva: 374/25 Agência de Viagem: Polirumos - Agência de Viagem, Lda. (Ponto de Viagem) Operador (intermediário): Soltour & Tour10 Alojamento: Hotel Riu Touareg Destino: Ilha da Boavista, Cabo Verde Período: 25 de abril de 2026 a 02 de maio de 2026 A agência vendeu um pacote de férias num hotel de 5 estrelas supostamente "plenamente operacional". Reforçou várias vezes que aconselhava o mesmo e que o feedback de clientes em Fevereiro era muito bom. No entanto, encontrámos uma unidade em processo de desmantelamento e encerramento. Desde a chegada a 25/04, os sinais de desleixo eram evidentes: falta de manutenção básica, funcionários desmotivados e a presença de pessoas sem identificação nos corredores, retirando estruturas. No dia 27/04, deparámos-nos com o encerramento de várias áreas de lazer, incluindo o bar da piscina infinita e o restaurante da piscina grande. A marcação obrigatória dos restaurantes não nos foi comunicada pela agência. Ao tentar efetuar a reserva no dia 27/04 para o aniversário de uma das pessoas do grupo, a receção informou que tal seria impossível, pois 29/04 seria o último dia de funcionamento. Investigação autónoma: Vi-me obrigada a pesquisar online e tomei conhecimento de que o encerramento do hotel estava planeado desde julho de 2025. Confirmação da direção: Em 27/04, o Diretor do Hotel confirmou que todos os operadores foram informados em agosto de 2025 sobre este encerramento. O Diretor providenciou a transferência para o hotel Riu Palace Boavista, reconhecendo que fomos enganados. Confirmou ainda que o hotel encerraria a 03/05, com 40% dos quartos fora de serviço, admitindo que a unidade já não cumpria os padrões da cadeia. 2. Condições de insalubridade, insegurança e negligência A experiência de chegada no dia 25/04 foi o oposto do serviço contratado. Falha de logística: Os quartos do grupo ficaram separados porque vários já estavam interditados. Alojamento indigno: O primeiro quarto não possuía porta na casa de banho, violando a privacidade e dignidade básica. Faltava cabeceira na cama, havia parafusos nas paredes e lixo pelo chão. Abandono: A agência respondeu com negligência, transferindo a responsabilidade de troca de quarto para o cliente. Desgaste: Estivemos 4 horas sem quarto e sem assistência. Reforçámos o nosso desagrado pelo estado do hotel, abaixo do contratado. 2.1. Insalubridade e Atentado à Dignidade A higiene era deplorável, com lençóis rotos e marcas biológicas. Havia um cheiro a fossa constante. Registámos infiltrações, ar condicionado com fuga de água e camas sem pernas de suporte, presas com fios. Um dos passageiros foi forçado a dormir no chão. As tomadas elétricas estavam soltas e sem proteção. A agência manteve-se passiva perante a partilha de provas visuais. 2.2. Violação de privacidade e insegurança Intrusão: No dia 26/04, com o aviso de "Não Incomodar" ativo, pessoas entraram no quarto sem autorização. Insegurança: Circulação de pessoas não identificadas, transportando mobiliário, criando um clima de desmantelamento e insegurança. 3. Riscos de saúde e negligência alimentar Medicação pediátrica: O frigorífico avariou a 26/04. O hotel demorou quase 6 horas a agir, sem apresentar alternativa para a cadeia de frio. Alimentação: Para os passageiros com restrições alimentares, foi entregue um papel em branco que a receção nunca transmitiu à cozinha. Exclusão alimentar: O hotel recusou-se a adaptar a alimentação para intolerância à lactose. Houve informações contraditórias sobre alergénios, colocando-me em risco de reação alérgica grave. O buffet estava sujo, com comida requentada e falta de reposição. 4. Ineficácia do serviço de assistência e má-fé Transferência de responsabilidade: A agência exigiu que resolvêssemos o problema diretamente na receção. Descoberta do intermediário: Usaram um intermediário como desculpa para não agir de imediato. Negação: A agência manteve-se passiva perante as fotografias, sendo eu a assumir o papel de gestora de crise. Apropriação da solução: É falso que a transferência tenha partido da agência. A solução foi negociada por mim diretamente com a direção do hotel. Conclusão e Pretensão Perante a gravidade dos factos, o grupo de 9 passageiros exige o pagamento de uma indemnização de 14.071,44 €: Reembolso proporcional (25/04 a 28/04): O custo do pacote foi de 8.000 € por 7 noites (1.142,86 €/dia). Exigimos o reembolso do valor diário dos primeiros 4 dias, em que os serviços foram nulos e perigosos. Valor: 4.571,44 € (1.142,86 € x 4 dias) Indemnização por danos morais (9 passageiros): Danos pelo sofrimento e humilhação (um passageiro a dormir no chão, lençóis com fluidos biológicos, medo de reações alérgicas). Exigimos 1.000 € por passageiro. Valor: 9.000,00 € Compensação por gestão de crise: Pelo tempo transformado em mediação, stress e ansiedade devido à falha da agência. Valor: 500,00 € Informo que a queixa foi estendida às seguintes entidades: Livro de reclamações, Turismo de Portugal e APAVT. O caso foi exposto no Portal da Queixa, DECO Proteste Além dos seguintes processos: Queixa interna ao hotel RIU sobre o encerramento (28/04); Queixa interna formalizada na direção do Hotel Riu Touareg sobre as condições (28/04); Registo oficial no Livro de Reclamações de Cabo Verde (28/04). Aguardo resposta no prazo legal de 15 dias úteis. Nota: Deixo em anexo o detalhe por escrito, e anexos fotográficos da reclamação de forma a garantir total transparência.

Encerrada
A. P.
03/05/2026
Leiribéria - Comércio de Automóveis, S.A. (Grupo AMCONFRARIA

Reparação de veículo automóvel

Ex.mos senhores Reclamação reparação de veículo Seat Leon de 2010 1. No dia 08.10.2025, marquei a revisão dos km (mudança óleo + filtros). 2. Entretanto, informaram-me da oficina que o carro precisava de discos + pastilhas dos travões, e que o orçamento era de 378,07€, e que incluía este serviço, mais a revisão dos km. 3. Aprovei este orçamento e dei ordem de reparação. 4. Aproveitando que o carro estava na oficina, pedi para verem porque é que o carro às vezes não pegava de manhã a frio. 5. A oficina informou-se que o técnico que iria ver este problema estava ausente e que poderia levantar o carro, que o serviço (mudança óleo + filtros + discos + pastilhas travões) estava concluído. 6. Fui levantar o carro e agendei outro dia para verem a questão de não pegar de manhã a frio. 7. Deixei o carro na oficina, não sei precisar o dia, mas penso que foi no dia 29.10.2025, só para verem a questão de o carro por vezes não pegar de manhã a frio. 8. Passados uns dias, ligaram-me da oficina a dizer que o carro não tinha problema nenhum, que os testes que tinham feito não tinham acusado nada, e que podia ir buscar o carro. 9. No dia a seguir, ligaram-me da oficina a dizer que afinal tinham detetado qualquer coisa e para não ir levantar o carro e para aguardar o telefonema da oficina. 10. Com isto passaram-se semanas. 11. Ligaram-me então da oficina, podia ir levantar o carro, que não tinha nada. 12. No dia a seguir, o carro voltou a não pegar de manhã em frio! Estava na mesma. 13. Liguei para a oficina e voltei a agendar para verem o que é que o carro tinha, uma vez que voltou a não pegar em frio de manhã (de notar que estávamos em pleno inverno). 14. Desta vez, e sem a minha autorização, e sem o meu conhecimento, e sem me darem previamente um orçamento, desmontaram o motor (junta da cabeça!?). Só depois me disseram que o problema do carro era a “árvore de cames” e mais peças, e que o orçamento para reparação era de aprox. 2900€, ou então, que tinha de pagar cerca de aprox. 600€ de mão-de-obra para voltarem a montar o motor (situação da qual eu não tinha conhecimento nem aprovado qualquer orçamento). 15. Entretanto, e como a oficina garantiu-me que o carro ficava bom, e como tinha gasto há pouco tempo dinheiro na revisão dos km + discos + pastilhas (e como também tinha posto pneus novos no verão de 2025 – noutra oficina, mas, já tinha investido no carro), pedi, à semelhança de reparações anteriores que fiz nesta oficina, para reverem o orçamento, para pensar melhor. 16. Ligaram-me a dizer que tinham conseguido baixar para 2242€, mas que se eu não aceitasse teria de pagar a mão-de-obra de voltarem a montar o motor (tal como atrás referido, orçamento que nunca me apresentaram antes de desmontarem o motor e, portanto, que não aprovei). 17. Senti-me pressionada, disseram-me que, mesmo que eu optasse pelos 600€ aprox. para montarem o motor, o carro poderia nunca ficar totalmente bom, que o orçamento que agora me estavam a apresentar era muito bom, tendo em conta as peças que eram e a mão-de-obra necessária…e, uma vez que eu já tinha “investido” no carro, para não perder tudo, aceitei o orçamento apresentado, 2242€, a pagar em duas vezes. Respondi aceitando no dia 22.12.2025, através de SMS, tendo a oficina respondido por SMS que ia encomendar os materiais. 18. No dia 26.01.2026, ainda não tinha o carro, liguei para a oficina a dizer que o carro tinha de ir à inspeção em fevereiro 2026, se podiam fazer este serviço. A oficina levou o carro, que passou na inspeção. 19. No dia 02.02.2026, fui levantar o carro, aparentemente reparado e com a inspeção aprovada, e paguei a metade do orçamento (50% de 2242€ + inspeção). 20. No dia seguinte, o carro voltou a não pegar de manhã em frio, ou seja, estava mesma…e pior, fui dar uma volta para testar o carro, tendo acendido o aviso no painel de instrumentos de pressão do óleo, apareceu “perigo pressão do óleo elevada”, a caixa automática não estava a passar bem as mudanças e o carro estava a “puxar” para a esquerda. 21. Liguei para a oficina a informar disto e, também por indicação da oficina, o carro foi de reboque, uma vez que havia o perigo do motor “queimar”. 22. Com isto tudo, tive muito transtorno, fiquei sem carro, andei de uber, telefonemas, perda de tempo, etc…. 23. O carro está na oficina até à data de hoje, já me ligaram para ir levantar o carro, mas neste momento a minha confiança no serviço é muito pouca, ou nenhuma, desconfio que o motor tem problemas graves e que “disfarçaram” este problema, que eles próprios criaram quando desmontaram o motor, e sem me terem apresentado previamente o orçamento para tal, logo sem a minha autorização. Tenho receio de ir buscar o carro, que não esteja bom, que o motor “queime” irremediavelmente, ou que apareçam outros problemas decorrentes de todo este historial, que a oficina não assuma a situação e me impute qualquer culpa caso o carro apresente mais problemas. 24. Peço a vossa ajuda para resolver esta questão. Não quero fugir à minha responsabilidade, de pagar a metade do orçamento, mas quero ter a certeza que o carro está bom, e que, caso não esteja, que a oficina assume e repara, fazendo o necessário para tal, pois como já referi, parece-me que o motor ficou com “problemas graves”. Obrigada

Encerrada

Estragou meu loiro

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativa a um serviço de cabeleireiro que não correspondeu ao acordado nem ao esperado. Desloquei-me ao estabelecimento para realizar apenas um retoque de raiz, mantendo o cabelo loiro, conforme previamente combinado com o profissional Maicon, que garantiu experiência no procedimento. Durante o serviço, ao ser realizado o “esfumaçado”, alertei que o cabelo estava a escurecer excessivamente e questionei se o resultado final não ficaria mais escuro do que pretendido, tendo-me sido assegurado que o procedimento estava correto. Posteriormente, foi aplicado um tonalizante em todo o cabelo para uniformização da cor, o que resultou num cabelo significativamente escurecido e com efeito “chumbado”, divergindo do objetivo inicial de manutenção do loiro. O resultado final não corresponde ao serviço contratado e deixou o meu cabelo em condições inferiores às iniciais, já sensibilizado. Adicionalmente, o valor inicialmente acordado foi de 140€, tendo sido cobrado 190€, sem justificação proporcional ao resultado obtido. Tentei contactar o estabelecimento diversas vezes via WhatsApp, sem qualquer resposta. Esta situação causou prejuízo estético e danos ao cabelo, exigindo agora tratamentos corretivos para recuperação da fibra capilar e reposição da cor. Acresce ainda o impacto emocional significativo, com episódios de ansiedade, choro e desconforto psicológico, afetando a minha autoestima. Face ao exposto, solicito: Devolução integral do valor pago (190€); Reembolso das despesas de deslocação (Uber ida e volta); Compensação pelos danos causados ao cabelo e pelo impacto emocional sofrido, incluindo custos de tratamentos corretivos necessários. Solicito a devida análise desta reclamação e uma resposta célere com as medidas adequadas. Com os melhores cumprimentos, Michele sales

Encerrada
N. S.
03/05/2026

Cobrança Indevida eDreams Prime

Venho por este meio solicitar o vosso apoio e intervenção relativamente a uma prática comercial abusiva da plataforma eDreams.No passado dia 03/05/2026, foi-me debitado o valor de 89,99€ referente à anuidade do serviço "eDreams Prime", sem que eu tenha dado o meu consentimento expresso para esta subscrição ou para a sua renovação automática. Já contactei a eDreams no dia 03/05/2026.Considero que esta prática viola o Direito à Informação e o dever de transparência nas contratações à distância. Como tal, solicito a vossa mediação para que a eDreams proceda ao estorno imediato do valor cobrado.Fico a aguardar as vossas instruções sobre como proceder.

Resolvida
F. M.
03/05/2026
MRW

Envio nº 02680J038501 – Falha na entrega

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao envio com o número de referência 02680J038501, cujo histórico de tracking demonstra, de forma inequívoca, uma falha grave e reiterada no serviço contratado. O envio encontra-se registado no vosso sistema desde o dia 21 de abril de 2026. Desde essa data, o pacote circulou entre plataformas de distribuição — Sant Boi de Llobregat, Vialonga e Vilar de Pinheiro — por mais de dez dias, sem que alguma vez tenha sido efetuada qualquer tentativa de entrega no destinatário. O histórico de tracking evidencia dois registos de "Pendente de receber em destino" no hub do Porto (27/04 e 30/04), seguidos de novos movimentos em plataformas intermédias, sem qualquer justificação apresentada ao destinatário. Nunca foi deixado qualquer aviso de passagem, nunca foi contactado o destinatário, e nunca foi agendada qualquer entrega. Perante esta situação, exijo: 1. Entrega imediata do envio, no prazo máximo de 48 horas a contar da receção desta reclamação; 2. Informação clara e detalhada sobre os motivos do atraso e da falha sucessiva na entrega; 3. Confirmação escrita do plano de ação para resolução desta situação. Caso não seja obtida uma resposta satisfatória dentro do prazo indicado, reservo-me o direito de apresentar reclamação formal junto do Livro de Reclamações, bem como junto da entidade reguladora competente (ANACOM), e de exigir a compensação pelos prejuízos causados pelo incumprimento do serviço. Aguardo resposta urgente.

Resolvida
C. P.
02/05/2026

Só uma grávida que levou com gelado na cara do funcionário

Boa noite,só uma grávida que simplesmente tive vontade de comer um Burger que não é nada próprio da minha rotina alimentar e decidi ir o burger king da portagem Coimbra porque tava passar ou lado e a surpresa foi o funcionário que nos tratou da maneira que nunca vii na minha vida,pedimos eu e a meu namorado dois menus para comer no local e um para levar onde tava incluindo o gelado,recebemos tudo e eu pedi para gordar o gelado em quanto agente comia se não o gelado se tranformava em leite,com isso pedido o funcionário mando-me o gelado na cara e disse para eu baixar a bola ,e tivemos uma troca de palavras bonitas e el decidiu chamar a polícia,agradecemos que mais ninguém fica tratado da mesma forma.comprimentos Cristina:02.052026

Encerrada
S. G.
02/05/2026

Reclamação por contacto telefónico indevido

Exmos. Senhores, No dia 30 de abril de 2026, fui contactado telefonicamente a partir do número 300601840, tendo sido identificado como sendo da entidade SERVDEBT. Após devolver a chamada, foi-me solicitado o meu nome e número de contribuinte, o que recusei fornecer. Durante o contacto, foi ainda feita referência a uma eventual ligação à entidade CETELEM, situação que neguei, por não ser nem nunca ter sido cliente. Perante a minha recusa em fornecer dados pessoais, foi-me indicado que iria receber uma comunicação de tribunal, sem qualquer explicação ou fundamento. Não reconheço qualquer relação com as entidades mencionadas, nem qualquer situação que justifique este tipo de abordagem. A presente comunicação destina-se exclusivamente a registar e formalizar esta ocorrência.

Resolvida
T. C.
02/05/2026

Atendimento precário para não dizer inexistente

Boa noite. O atendimento aos clientes não existe, pois quem atende ao telefone não sabe dar informações, não entende como funciona o sistema e, por mais boa vontade que demonstre, nada é capaz de resolver. Fiz a subscrição, foi pago o valor do período de experiência, porém, não consigo assistir a nenhum filme disponível para aluguel. Depois de muita enrolação e espera para consulta a outros colegas, o atendente vem uma resposta que não convence: a mensagem que diz que meu pagamento foi recusado, que é necessário um endereço válido em Portugal, e que o cartão deve ser emitido por um banco em Portugal, deve-se ao fato de os filmes, todos aqueles que são exibidos como disponíveis para aluguel ou compra, na verdade não estão disponíveis para exibição pela Amazon ES. A resposta não tem sentido algum e eu, que gostaria de assistir a vários filmes, não consigo assistir a nenhum, nem obter ajuda que solucione o problema.

Encerrada
S. A.
02/05/2026

Tratamento inadequado e entraves a devolução de produto

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao atendimento prestado no estabelecimento de Benfica, na sequência da aquisição de um aparelho auditivo financiado. No dia 18 de abril de 2026, a minha mãe deslocou-se ao estabelecimento, onde foi celebrado um financiamento no valor aproximado de 4.000€, com pagamento em 48 meses. Durante o processo, a minha mãe entrou em contacto comigo várias vezes para pedir ajuda e opinião, porém encontrava-me a trabalhar e não consegui acompanhar a situação devidamente. Cheguei inclusivamente a falar telefonicamente com o Sr. Ricardo, colaborador que estava a tratar do processo, tendo-lhe explicado que pretendia compreender melhor as condições antes de qualquer decisão definitiva. Durante essa conversa, foram feitas observações que considerei inadequadas e pressionantes, nomeadamente: - Referiu que já se encontrava “fora de horas” e que tinha feito um grande esforço para conseguir o financiamento; - Deu a entender que seria inconveniente ou ingrato não avançar após o tempo que alegadamente dedicou ao processo; - Indicou que poderíamos rever o contrato e regressar na segunda-feira caso entendêssemos não avançar. Após isso, pedi à minha mãe que tomasse a decisão que considerasse melhor, uma vez que eu teria de desligar para continuar a trabalhar. Em momento algum dei autorização ou incentivo direto para avançar com o financiamento. Posteriormente, após refletir melhor sobre a nossa situação financeira, a minha mãe arrependeu-se da decisão e pediu-me ajuda para proceder à devolução do equipamento e cancelamento do financiamento. No dia 24 de abril de 2026 contactei telefonicamente a Audição Activa para informar da nossa intenção de devolver o aparelho. A colaboradora que nos atendeu agendou então uma deslocação ao estabelecimento de Benfica para o dia 2 de maio de 2026, às 9h30, alegadamente para tratar da devolução. No entanto, quando nos deslocámos ao estabelecimento, iniciou-se uma situação extremamente desagradável e, no nosso entender, inadequada. Inicialmente foi-nos exigida a presença do meu irmão, por ser o paciente utilizador do aparelho, apesar de a titular do financiamento ser a minha mãe. Explicámos que não fazia sentido exigir a presença dele para efeitos de devolução contratual e financeira, mas acabámos por aceder ao pedido, saindo momentaneamente do estabelecimento e regressando posteriormente com ele. A partir desse momento, sentimos uma clara tentativa de pressão psicológica e manipulação para impedir a devolução do produto. O colaborador presente começou por insistir repetidamente nas razões pelas quais deveríamos manter o aparelho, apesar de termos manifestado de forma clara e educada a nossa intenção de devolver o equipamento. Posteriormente, foi efetuada uma chamada ao Sr. Ricardo, que adotou uma postura extremamente rude e desrespeitosa. Sempre que tentei intervir na conversa, fui interrompida. O Sr. Ricardo limitou-se praticamente a realizar um monólogo, afirmando inclusivamente que eu teria dado autorização para a minha mãe avançar com o financiamento, o que é falso. A conversa terminou abruptamente por iniciativa do próprio. Mais tarde foi chamado o Sr. Filipe Rodrigues, cuja função desconheço, mas cuja postura foi igualmente inaceitável. O referido senhor dirigiu-se a nós de forma agressiva, arrogante e desrespeitosa, tratando-nos como se fôssemos irresponsáveis ou crianças. Entre várias observações inadequadas, insinuou: - Que era eu quem estava a pressionar a minha mãe a devolver o produto; - Que a decisão não seria realmente da minha mãe; - Que estávamos mais preocupados com questões financeiras do que com a saúde do meu irmão; - Que “brincámos com o trabalho deles”; - Que éramos “irresponsáveis”. Quando lhe pedi que moderasse o tom e mantivesse uma postura respeitosa, respondeu-me que eu “não tinha direito nenhum ali”. Por fim, quando perceberam que mantínhamos a intenção firme de devolver o produto, foi-nos dito que poderiam não aceitar a devolução em loja e que deveríamos “ler o contrato para perceber como devolver”. Ora, esta situação levanta-nos uma questão legítima: Se alegadamente a devolução não podia ser efetuada em loja, por que motivo fomos encaminhados telefonicamente para comparecer precisamente no estabelecimento com o objetivo de tratar da devolução? Não condenamos o facto de tentarem reter um cliente ou explicar os benefícios do produto. No entanto, condenamos fortemente: - A pressão exercida; - A postura agressiva e desrespeitosa; - As tentativas de manipulação emocional; - As insinuações feitas à nossa família; - E os entraves criados relativamente a um direito legítimo do consumidor. Solicitamos assim: - A análise formal desta situação; - Um esclarecimento escrito relativamente ao procedimento correto de devolução; - E a devida averiguação da postura dos colaboradores envolvidos. Com os melhores cumprimentos, SUELYNEIDA ALMEIDA

Encerrada

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