Reclamações públicas
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serviço/ apos venda
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, reforçar a reclamação já apresentada relativamente ao robô de limpeza de piscina adquirido na vossa loja. O equipamento avariou apenas 10 dias após a sua entrega, situação que considero totalmente inaceitável para um produto novo. Após comunicar a avaria, entreguei o robô nas vossas instalações, tendo o mesmo sido encaminhado para reparação. No entanto, até ao momento não me foi apresentada qualquer solução que salvaguarde os meus direitos enquanto consumidora. Esta situação tem-me causado transtornos significativos, uma vez que adquiri o equipamento para manter a piscina em funcionamento durante o verão e me encontro privada da sua utilização, sem qualquer alternativa disponibilizada pela loja. Ao abrigo do Decreto-Lei n.º 84/2021, tratando-se de uma falta de conformidade manifestada nos primeiros30 dias, solicito a resolução do contrato e o reembolso integral do valor pago, por entender que este é o meio adequado para resolver a situação. Caso este pedido não seja satisfeito num prazo razoável, verei a necessidade de recorrer aos meios legais ao meu dispor, nomeadamente a apresentação de reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, recurso ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo competente e participação da situação à ASAE, para apreciação do cumprimento da legislação aplicável. Aguardo a vossa resposta por escrito com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos, Andreia Cruz.
Seguro
Boa tarde, No dia 21 de maio de 2026, acionei o seguro por estar de baixa médica entre 6 de abril e 13 de junho. Fui constantemente solicitado a enviar documentos e exames médicos para justificar a baixa. Inicialmente, pediram apenas o certificado de incapacidade temporária, relatório médico e o último recibo de vencimento, mas, posteriormente, solicitaram também exames referentes a datas anteriores à assinatura do seguro. Estes pedidos prolongaram o processo por mais de dois meses. No fim, recebi a informação de que o sinistro não estava coberto, alegando que a situação de saúde já existia antes da subscrição, o que considero injusto, visto que o problema se agravou apenas depois do contrato. Quando solicitei uma cópia da apólice, recusaram entregar-ma e orientaram-me para a entidade onde celebrei o contrato de crédito e as condições do seguro. Tenho cumprido o pagamento das prestações porque pedi dinheiro emprestado. Guardo ainda exames que comprovam alterações clínicas relevantes antes e depois da assinatura do contrato. Fui obrigado a regressar ao trabalho, apesar das dificuldades sentidas como motorista profissional, por insistência da medicina do trabalho. Contactei a Cetelem devido à falta de esclarecimentos da seguradora, tendo-me sido dito que só teria contratado as coberturas para morte e invalidez definitiva, informação que contradiz as condições do meu contrato. Comprovei através da documentação que o seguro inclui ainda cobertura para incapacidade temporária para o trabalho e hospitalização por acidente. O telefonema onde dei autorização está gravado, conforme recomendado pela operadora. Destaco que tenho 55 anos e reuno os requisitos de idade para as garantias previstas. Além disso, cumpri devidamente todas as cláusulas e declarações necessárias à subscrição e entrada em vigor do seguro. Gostaria de ver a minha situação revista e obter respostas claras sobre os meus direitos enquanto segurado.
Cobrança abusiva, retenção indevida de caução, falta de provas e ausência de apoio ao cliente
Reclamação contra Viaggiare Rent e Auto Europe – Cobrança abusiva, retenção indevida de caução, falta de provas e ausência de apoio ao cliente Venho apresentar uma reclamação formal contra a Auto Europe e também contra a Viaggiare Rent , devido à forma completamente inaceitável como foi gerido o aluguer da viatura e a posterior reclamação por alegados danos. No levantamento da viatura, recebi um automóvel com inúmeros riscos e marcas já existentes. Felizmente, por precaução, filmei toda a viatura antes de sair das instalações, precisamente para evitar futuras acusações por danos que já existissem. No momento da devolução da viatura, fui inicialmente acusado de ter provocado um risco na carroçaria. No entanto, apresentei imediatamente o vídeo gravado no levantamento da viatura, onde era claramente visível que esse mesmo risco já existia antes do início do aluguer. Perante esta prova, os funcionários da Viaggiare retiraram essa acusação e deixaram de insistir que eu era responsável por esse dano. Em seguida, alteraram completamente o motivo da cobrança e passaram a exigir o pagamento de 250€, alegando que eu tinha solicitado assistência em viagem. Na manhã da devolução, o veículo simplesmente não arrancava porque a bateria estava descarregada ou avariada, situação totalmente alheia à minha responsabilidade. Contactei a assistência disponibilizada pela própria rent-a-car e aguardei cerca de duas horas pela chegada do reboque, apesar de este ter percorrido apenas cerca de 3,9 km até ao local onde o veículo se encontrava. Quando o motorista chegou, limitou-se a ligar cabos à bateria ("booster") e o carro arrancou imediatamente, demonstrando que o problema era exclusivamente da bateria e não provocado por qualquer utilização indevida da viatura. Recusei pagar os 250€, uma vez que não tinha causado qualquer dano e tinha contratado cobertura completa através da Auto Europe. Perante a minha recusa, reduziram imediatamente o valor para 150€, sem qualquer explicação para essa alteração. Também recusei esse pagamento. Foi então elaborado o relatório de devolução da viatura, documento esse que foi assinado por mim e pelo representante da Viaggiare. Nesse documento escrevi expressamente que: Não causei qualquer dano na viatura; Recusava pagar os 150€; Possuía cobertura completa contratada através da Auto Europe. O próprio relatório apenas faz referência ao problema da bateria e não menciona qualquer dano na viatura. Dias depois recebi um email a exigir 375,05€, sem qualquer explicação sobre a origem desse valor. Até hoje nunca me foi enviado: Fotografias dos alegados danos; Relatório de inspeção da viatura; Relatório de danos; Orçamento da reparação; Fatura da reparação; Fatura detalhada; Qualquer prova de que os danos existam; Qualquer explicação sobre como foi calculado o valor de 375,05€. Apesar da inexistência de qualquer prova, fui surpreendido com uma autorização de pagamento de 375,05€ efetuada pela Viaggiare. Ao mesmo tempo, continuam igualmente a reter a minha caução de 700€. Neste momento tenho 1.075,05€ indisponíveis, sem qualquer documento que justifique esta retenção ou cobrança. Esta situação obrigou-me inclusivamente a bloquear os meus cartões bancários para impedir novas cobranças não autorizadas. A situação torna-se ainda mais grave devido ao comportamento da Auto Europe, empresa através da qual efetuei a reserva e adquiri a cobertura adicional. Apesar de ter solicitado apoio várias vezes: Os números de telefone disponibilizados não funcionam; Os emails enviados não obtêm qualquer resposta; É praticamente impossível contactar qualquer colaborador. A única solução disponível foi apresentar uma reclamação através do portal da própria Auto Europe, encontrando-se igualmente sem resposta. Considero totalmente inaceitável que uma empresa comercialize um serviço de proteção adicional e depois seja impossível obter qualquer assistência quando essa proteção é necessária. Perante todos estes factos, já iniciei o processo de contestação da cobrança junto do meu banco e se nao evoluir irei apresentar participação às autoridades policiais por considerar que foram efetuadas cobranças sem que me tenha sido apresentada qualquer prova que as justifique. Irei igualmente apresentar reclamação junto do Centro Europeu do Consumidor (ECC-Net), das autoridades italianas competentes em matéria de defesa do consumidor e de todas as entidades competentes, tanto em Portugal como em Itália. Alerto todos os consumidores para fotografarem e filmarem cuidadosamente qualquer viatura antes e depois do aluguer, bem como para guardarem toda a documentação assinada, pois, se eu não tivesse gravado um vídeo no momento do levantamento, teria sido responsabilizado por danos que já existiam antes do aluguer. Solicito: A devolução imediata da caução de 700€; O cancelamento da cobrança de 375,05€; O envio de toda a documentação que alegadamente suporta esta reclamação; Uma explicação detalhada sobre a alteração sucessiva dos valores reclamados (250€, 150€ e posteriormente 375,05€). Até à presente data, não foi apresentada qualquer prova que demonstre que causei qualquer dano na viatura. Considero esta atuação profundamente lesiva dos direitos do consumidor, desprovida da transparência exigível e incompatível com as boas práticas comerciais que devem ser observadas por empresas que operam no mercado europeu.
Encomenda não entregue
Em 2026.07.06 (10:57), a GLS informou-me, através de e-mail, de que a encomenda 48150958646 de CASISOFT MindWare GmbH com o N.º de seguimento GLS 1318132893, já se encontrava em distribuição. No mesmo dia, às 16:01, também através de e-mail, a mesma transportadora informou-me que, às 17:00 - uma hora depois - a encomenda não pôde ser entregue por me encontrar ausente, o que é redondamente falso: permaneci no meu domicílio durante todo o dia, podendo inclusive arrolar testemunhas. Mas, ainda que fosse verdade, a GLS encontrava-se obrigada a efectuar nova tentativa de entrega. No entanto, direcionou a encomenda, de imediato, para um ponto de recolha. Reclamado o procedimento no mesmo dia e requerida a entrega em mão, conforme contratualizado e pago, a GLS não respondeu até à data, nem sequer acusou a recepção do e-mail.
Concerto cancelado
Boa tarde, vnho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao Festival EvilLive, organizado pela promotora Prime Artista, no passado Domingo, dia 5 de Julho, de 2026, na MEO Arena, em Lisboa. O alinhamento do festival consistia em 6 bandas, sendo que uma delas, os Megadeth, a penúltima banda a tocar, cancelaram a sua actuação já no local, cerca de 30 minutos após a a hora marcada, já com o palco montado, para o início da sua actuação. A informação do cancelamento, foi dada por alguém da organização através do sistema de som do evento, gerando a óbvia indignação por grande parte do publico que viu na banda o principal motivo para adquirir o bilhete. Olhando para as horas anunciadas, Megadeth às 20:50, Marilyn Manson às 22:45, e considerando os habituais 30 minutos de change-over entre bandas, percebemos que a banda cancelada teria um set de aproximadamente 1h e 20min, sensivelmente o mesmo tempo que Marilyn Manson, considero que que ambas partilhavam o estatuto de headliners co-headliners. Posto isto foram divulgados dois comunicados oficiais, um da banda que alega problemas tecnicos e um da promotora que passa a responsabilidade para a banda, dizendo que foram efectuados todos os esforços necessários no decorrer do dia. Independentemente do facto de os Megadeth terem sido o factor que nós, o meu marido e eu, a adquirir o bilhete para o evento, consideramos que os factos aqui relatados, em conjunto com a lei, são razão suficiente para pelo menos uma devolução parcial do valor total dos nossos bilhetes. Com os melhores cumprimentos, Aida Duarte
movimentos financeiros indevidos
Exmos senhores estou a contatar porque estão a retirar dinheiro da minha conta sem autorização da minha parte e sem nunca ter fornecido qualquer dado financeiro em nenhuma plataforma digital da eneba, pois nunca efetuei qualquer tipo de compra convosco. Já são dois movimentos financeiros, um no valor de 20,56€ no dia 17/07/2026 e outro de 20,15€ no dia19/07/2026. Gostaria de ver esta situação resolvida o mais rapidamente possível e com o reembolso dos valores retirados da minha conta indevidamente.
Impossibilidade de acordo diante de dificuldades financeiras a pagar
Iniciei o meu curso de cibersegurança há cerca de dois meses e, desde então, não consegui adaptar-me nem superar as dificuldades financeiras para continuar a pagar. Já enviei vários emails para a escola e, em todas as respostas, apenas me dizem que já ultrapassei o prazo de 14 dias. Eu compreendo essa regra, mas considero que, em apenas 14 dias, um aluno não consegue perceber totalmente se deve ou não prosseguir com o curso. Lamento que não apresentem qualquer hipótese de rescisão ou de acordo, deixando o aluno obrigado a pagar todas as prestações até ao fim, sem qualquer alternativa. A única solução proposta é a transferência de titularidade ou a mudança de curso, o que considero insatisfatório, pois não há mais opções disponíveis. Gostaria de encontrar uma solução razoável para ambas as partes. Também já solicitei o livro de reclamações e não me foi facultado. No CONTRATO: 00621216
Voucher oferta não recebido
Na sequência da minha contratação do pacote de TV+NET+Voz feita no dia 23 de Junho à empresa MEO, foi-me indicado por telefone (cuja chamada está gravada e que a MEO pode ouvir) que teria a oferta de dois vouchers para gastar na loja MEO online: um no valor de 35€ e outro de 150€ (além da oferta das mensalidades mais baratas, adesão a uma plataforma de streaming de forma gratuita, etc), tendo sido essa a razão que me levou a optar pela MEO comparativamente à concorrência. Acontece que após a visita do técnico de dia 27 de Junho para a instalação do serviço, recebi no dia 29 por SMS a oferta do voucher dos 35€, mas não o dos 150€. Entrei em contacto por chamada com o apoio ao cliente já no dia 3 de Julho (uma vez que continuava sem o voucher), que me confirmou que teria direito a esse voucher de 150€ além das outras ofertas e que iam corrigir a situação nos próximos dias (essa chamada mais uma vez encontra-se gravada), tendo eu recebido um SMS nesse dia a indicar: "Estamos a analisar o seu pedido que registamos com o nº 3-980443881052. Prevemo dar uma resposta à situação apresentada dentro de 10 dia(s).". Hoje, dia 20 de Julho (quase um mês depois!), continuo a aguardar a receção do voucher dos 150€ para poder proceder à compra de um eletrodoméstico, oferta essa que continua em vigor para novos contratos no site MEO, tendo sido esse o motivo diferenciador para a contratação do serviço com esta empresa. Voltei a contactar hoje o apoio ao cliente que me indicou que não podiam fazer nada, "que o assunto está em tratamento", e não havia mais nada a acrescentar. Apenas quero receber aquilo que me prometeram por duas vezes que tinha direito (uma na contratação e outra no 1º contacto com o apoio ao cliente), havendo provas pelas chamadas gravadas do que foi dito pelos assistentes da MEO, caso contrário teria optado pela concorrência.
Recessão de contrato
Venho por esse meio, comunicar que já enviei três email para a Interpass pedindo a cessação do contrato, pois não estou satisfeita com os serviços,não superou as expectativas prometidas pelo o vendedor na altura, sendo que entraram em contacto comigo para comunicar que eu havia ganhado um voucher, e tinha que ser apanhado em um hotel em Portimão onde vivo, lá fui abordado em um evento da Interpass … com muita confusão acabei sendo induzida a aceitar as condições que até hoje não aconteceu, já pago a mais de um ano.. sem falar que a fidelizaçǎo é abusiva de 73 meses. Sendo que nenhum dependente da minha família que são cinco,nunca usou os serviços e eu que sou a titular só usei no máximo três vezes… Estou completamente insatisfeita com a prestação de serviços da Interpass. Peço ajuda a Deco pro teste Desde já agradeço
Recolha não efetuada
Realizei um pedido de recolha e envio de uma encomenda dia 13/07 com promessa de recolha no dia seguinte e até agora não foi efetuada. Não respondem a emails nem atendem o telemóvel. Têm um chat cujos trabalhadores (ou bots?) pedem para enviar email porque não podem fazer nada, mas depois continuam sem responder a emails.
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