Reclamações públicas
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Resposta sem nexo do Portal da Queixa
Fiz uma Reclamação no Portal de Queixa, sobre dados incorretos no Site da Faculdade de Veterinária. O Portal respondeu que a minha queixa tinha sido arquivada porque não conseguiam identificar a IDENTIDADE (empresa ou marca) à qual seria enviada a Reclamação. É um problema de terem analfabetos a responder às Reclamações. Boa Tarde Carlos Alberto Dias Sócio nº 2535697-20
Falha na entrega da encomenda DX306638267PT
Venho apresentar uma reclamação relativamente à entrega da encomenda DX306638267PT, proveniente da Porto Editora, cuja entrega estava prevista para hoje, dia 21 de agosto, na morada indicada no envio. Hoje fui contactada telefonicamente pelo distribuidor, que informou não estar a conseguir localizar a morada. Após lhe fornecer as indicações necessárias, respondeu-me que se encontrava noutra zona e que, nessas circunstâncias, não iria efetuar a entrega, sugerindo que eu me deslocasse para ir buscar a encomenda. Caso contrário, informou que a mesma seria encaminhada para um centro dos CTT, ficando a entrega para uma data posterior. Considero esta situação totalmente inadmissível, sobretudo porque a encomenda estava programada para entrega hoje na morada indicada e eu encontrava-me disponível para a receber. Não é razoável que o cliente tenha de se deslocar para recolher uma encomenda por falta de organização ou de capacidade do distribuidor para localizar uma morada. Acresce que esta é já a segunda situação, esta semana, em que os CTT Expresso não cumprem corretamente uma entrega. Na situação anterior, a encomenda acabou por ser entregue numa morada diferente daquela que tinha sido indicada. Solicito, por isso, uma explicação para esta sucessão de falhas e que a encomenda seja entregue com a maior brevidade possível na morada correta ou em alternativa no ponto de CTT mais próximo da minha área de residência, sem qualquer custo ou inconveniente adicional para mim. Agradeço ainda que esta reclamação seja devidamente registada e que me seja dada resposta relativamente às medidas que serão tomadas para evitar que situações semelhantes voltem a acontecer.
Penalização
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao aluguer da viatura de substituição que me foi disponibilizada através do meu seguro, nas vossas instalações. No levantamento da viatura, foi-me solicitado um depósito de garantia no valor de 160 € e a assinatura do contrato através de um tablet. Como sou estrangeiro e não sei ler português nem inglês, pedi ajuda a uma funcionária da vossa empresa. Em vez de me explicar o conteúdo do contrato, as condições e as regras aplicáveis, limitou-se a indicar onde deveria preencher os meus dados e onde deveria assinar. Necessitava da viatura porque o meu veículo se encontrava na oficina BMW. No mesmo dia tive uma reunião de trabalho em Espanha e utilizei a viatura para essa deslocação. Apenas no momento da devolução fui informado de que, para circular fora de Portugal, existia uma taxa adicional de apenas 8 €. Em vez de me ter sido dada essa informação antes da utilização da viatura, foi-me aplicada uma penalização de 150 €. Considero esta situação profundamente injusta e desproporcional. Se me tivessem informado previamente da existência da taxa de 8 €, tê-la-ia pago sem qualquer problema. Não faz qualquer sentido aplicar uma penalização de 150 € quando a situação poderia ter sido resolvida com o pagamento dessa taxa. Acresce que a vossa empresa já tinha em sua posse um depósito de garantia de 160 €, pelo que teria sido perfeitamente possível informar-me da necessidade desse pagamento adicional antes da minha deslocação. Entendo que houve uma grave falha de informação e de atendimento ao cliente. Os colaboradores devem assegurar que os clientes compreendem as condições essenciais do contrato, especialmente quando é evidente que estes não dominam a língua em que o contrato é apresentado.
COBRANÇA INDEVIDA DE CHAPELEIRA
Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho solicitar o apoio e a intervenção da DECO PROteste relativamente a uma cobrança que considero indevida efetuada pela Europcar Portugal, referente à alegada falta da chapeleira do porta-malas de um veículo que aluguei no Aeroporto de Lisboa, nos dias 30 e 31 de julho, sob o n.º de contrato de aluguel 7019279574. Já apresentei uma contestação formal à Europcar, que foi indeferida pela empresa. No entanto, continuo a contestar integralmente a cobrança, pois a chapeleira já não se encontrava no veículo no momento da retirada. No momento da retirada do veículo, no Aeroporto de Lisboa, o carro encontrava-se estacionado em uma área extremamente escura, sem condições adequadas para uma inspeção minuciosa do interior, do porta-malas ou dos acessórios. Não havia inicialmente nenhum funcionário da Europcar no local para realizar a conferência. Eu mesma procurei um funcionário e solicitei que verificasse o veículo, mas a inspeção realizada foi bastante superficial e concentrou-se principalmente na parte externa. É importante destacar que, naquele momento, o veículo já não possuía a chapeleira do porta-malas. Portanto, não seria sequer possível eu devolver posteriormente um acessório que não estava presente quando recebi o veículo. A situação da iluminação também me causa grande preocupação e gostaria que fosse analisada pela DECO. Na retirada do veículo, o estacionamento onde os carros são disponibilizados encontrava-se muito escuro, dificultando significativamente a identificação de defeitos, danos, sujeira ou ausência de acessórios. Já no momento da devolução, as condições de iluminação eram completamente diferentes, permitindo uma inspeção muito mais detalhada do veículo. Pergunto, portanto: por que razão o local de retirada não possui as mesmas condições adequadas de iluminação existentes no local de devolução? Não estou afirmando que exista necessariamente uma intenção deliberada por parte da empresa, mas considero essa diferença de condições extremamente preocupante e que merece ser apurada, pois coloca o consumidor em uma situação de evidente desvantagem no momento em que deveria verificar e registrar o estado do veículo antes de assumir sua responsabilidade. Além disso, o veículo apresentava sujeira no vidro traseiro, com uma substância que desconheço, fato que somente conseguimos identificar claramente depois de sairmos do estacionamento da Europcar, quando o veículo passou a receber a luz do dia. Tenho fotografia do vidro que comprova essa situação. A fotografia foi realizada já fora do estacionamento, durante o dia, justamente porque dentro do estacionamento a iluminação era insuficiente. Outro ponto importante é que, na devolução do veículo no Porto, nenhum funcionário apontou qualquer problema, dano ou ausência de acessório. O veículo foi entregue normalmente e não me foi comunicada qualquer irregularidade. Somente posteriormente fui surpreendida com a cobrança referente à alegada falta da chapeleira. Considero especialmente injusto que a Europcar pretenda responsabilizar o consumidor por um acessório cuja presença no veículo no momento da retirada não foi comprovada, principalmente quando a própria empresa não proporcionou condições adequadas para que o cliente pudesse realizar uma inspeção completa e documentar todos os elementos existentes no veículo. Outro fato importante a se destacar é que a Europcar apresentou SOMENTE as fotos no momento da devolução do veículo em que não se encontrava a chapeleira. Inclusive, faço uma pergunta que considero fundamental: se o veículo já foi entregue sem a chapeleira, como eu poderia devolvê-lo posteriormente com esse acessório? Não é razoável atribuir ao cliente a responsabilidade por um item que não estava presente quando o veículo foi disponibilizado. Solicitei à Europcar que apresentasse as fotografias e os registros que comprovassem que a chapeleira estava efetivamente presente no veículo no momento da retirada. Entretanto, não considero suficientes os elementos apresentados pela empresa para demonstrar que o acessório foi entregue juntamente com o veículo. Outro fato relevante é que o veículo também foi entregue à mim com o vidro traseiro e porta malas sujos, conforme posso comprovar através de fotografia que tirei assim que saí do aeroporto e na luz do dia, o que demonstra a falha na vistoria antes de entregar o veículo ao cliente. Também considero relevante informar que já existem outras reclamações públicas na plataforma da própria DECO envolvendo a Europcar e situações semelhantes relacionadas a cobranças posteriores por danos ou elementos que os consumidores afirmam já estarem presentes ou ausentes no momento da retirada do veículo. Diante de todo o exposto, solicito à DECO PROteste: Que analise a situação e avalie se a cobrança realizada pela Europcar é legítima; Que me oriente quanto aos meus direitos enquanto consumidora; Que, se possível, intervenha junto à Europcar para solicitar o cancelamento da cobrança; Que avalie a adequação dos procedimentos utilizados pela Europcar na inspeção dos veículos no momento da retirada e devolução; Que seja considerada, em especial, a diferença das condições de iluminação entre o local de retirada e o local de devolução dos veículos; Que a Europcar seja instada a apresentar documentação e evidências capazes de comprovar, de forma inequívoca, que a chapeleira estava efetivamente presente no veículo no momento em que me foi entregue. Tenho disponíveis para apresentar à DECO as fotografias do veículo, a fotografia do vidro traseiro sujo, as comunicações trocadas com a Europcar, a resposta de indeferimento da empresa, os documentos do aluguer e demais comprovativos relacionados ao caso. Reitero que não reconheço a cobrança e considero que não pode ser atribuída ao consumidor a responsabilidade por um acessório que já não se encontrava no veículo quando este foi disponibilizado. Agradeço desde já a atenção e solicito o apoio da DECO PROteste para a resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos, Ana Paula Oliveira dos Santos Contrato de Aluguel n.º 7019279574
Burla em nome da Betano.pt
Venho apresentar uma reclamação relativamente a um pagamento que efetuei por engano para uma referência Multibanco associada à Betano Portugal. Fui vítima de uma situação em que, ao contratar um serviço de transporte de mercadorias da Suíça para Portugal, me foram fornecidas indicações para efetuar o pagamento através de uma entidade e referência Multibanco que, mais tarde, descobri pertencerem à Betano Portugal. Acreditei inicialmente que estava a pagar o serviço contratado, mas só posteriormente percebi que se tratava de uma situação enganosa. Após tomar conhecimento do sucedido, apresentei participação junto das autoridades competentes, estando o caso atualmente sob investigação. Peço que analisem urgentemente esta situação e, caso seja possível identificar ou recuperar os fundos, que procedam à sua restituição ou colaborem com as autoridades conforme necessário. Agradeço a atenção e aguardo uma resposta com brevidade.
Abuso de dados pessoais
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção dessa Autoridade relativamente a uma dificuldade que estou a encontrar no serviço da Microsoft/Outlook. Estou a tentar criar uma nova conta de e-mail Outlook, mas o processo de registo exige que seja indicado outro endereço de e-mail para efeitos de verificação. A questão que pretendo colocar é simples: uma pessoa que não possua qualquer outro endereço de e-mail fica, na prática, impedida de criar uma nova conta Outlook, uma vez que lhe é exigido um endereço que pretende precisamente obter através desse processo. Considero esta situação pouco clara e gostaria de saber se este procedimento da Microsoft está de acordo com as regras aplicáveis aos serviços digitais e com os direitos dos consumidores em Portugal. Solicito, por isso, que a ANACOM analise a situação e me informe se existe fundamento para uma reclamação ou intervenção junto da Microsoft. A questão da proteção de dados em Portugal é cada vez mais violada pois exigem que se coloque dados pessoais, querem números telemóvel, querem e-mails etc etc.e ninguém fiscaliza , as pessoas deviam estar protegidas e não expostas a cada vez darem mais dados e dados . Agradeço a atenção e aguardo esclarecimentos. Com os melhores cumprimentos
Reembolso de faltas não efetuado
Fiz uma compra ontem de cerca de 71 euros. Faltavam artigos em relação ao que pedi, mas a fatura vinha certa (cerca de 52 euros). Deviam-me ser devolvidos 71 menos 52 euros. Cerca de 19 euros. Pedi ajuda e apareceu um indivíduo no chat a perguntar se eu me contentava com um crédito de cerca de 5 euros. Para além de não resolver o problema ainda me fez ficar irritado, pois estava-me a enganar. Eu queria o reembolso da diferença do que foi pago e do que foi efetivamente entregue. Caso a GLOVO não resolva o problema vou reclamar às entidades competentes. E também á polícia, pois isto parece configurar um furto. Ainda estou a tentar perceber se foi apenas um engano.
Aumentaram o preço 50% sem aviso, admitem não saber porquê, e não deixam cancelar
Contratei o seguro veterinário da Barkibu, publicitado como sem fidelização. Em julho migraram a minha apólice para outra seguradora e o único e-mail que recebi dizia "nada vai mudar para ti". Não referia preços. A mensalidade passou de 22,35€ para 33,53€ — mais 50%. Ao pedir explicações, a resposta do apoio ao cliente foi, literalmente: "os detalhes da renovação ainda não estão prontos, por isso não te consigo dar o motivo exato do aumento sem inventar." Na mesma mensagem informaram que o contrato é anual e que já não é possível cancelar este período. Ou seja: cobram-me mais 50%, não sabem explicar porquê, e não me deixam sair. Não critico o apoio ao cliente, que respondeu depressa e foi honesto ao dizer que não ia inventar uma razão. O problema é a empresa: alterar preços sem a comunicação prévia que as próprias condições gerais exigem, e depois usar o prazo de 14 dias como muro. "Sem fidelização" não devia significar isto. Fica o aviso a quem esteja a considerar contratar.
Recusa da devolução do reembolso acordado entre IGAC e Prime Artists
Venho por este meio pedir a devolução do valor acordado entre o IGAC e a Prime Artists relativo ao cancelamento do concerto de Megadeth no dia 05/07/2026. O email enviado com o parecer da IGAC sobre se o cancelamento da atuação dos Megadeth dava direito a reembolso foi o seguinte: "No parecer emitido, a IGAC veio confirmar que o regime previsto no artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 23/2014, de 14 de fevereiro, foi concebido para espetáculos com títulos de ingresso específicos, associados a atuações concretas, delimitadas no espaço e no tempo, não sendo esse enquadramento transponível para festivais de música, cujo bilhete é adquirido para o conjunto da oferta artística. Nessa medida, considerou que o cancelamento da atuação de um dos artistas do cartaz não confere, por si só, fundamento legal para exigir a restituição do valor do bilhete, não existindo obrigação legal de o promotor proceder ao respetivo reembolso. Não obstante esse enquadramento legal, a Prime Artists informou a IGAC da sua intenção de adotar uma solução de carácter excecional, consistente na restituição de 40% do valor facial do bilhete aos espectadores que, na sequência do anúncio do cancelamento da atuação dos Megadeth, decidiram não permanecer no festival. Esta solução mereceu a concordância da IGAC, que a considerou uma medida proporcional, equitativa e conforme com os princípios da boa-fé." Após uma análise dos meus bilhetes por parte da Prime Artist, dizem-me que os bilhetes não foram registados à saída e que, por isso, não são elegíveis para o reembolso. O processo foi logo arquivado. Em nenhum momento, comunicado ou email (muito menos nas informações dadas no dia do espetáculo), foi-nos dito que para poder pedir um eventual reembolso seria preciso picar os bilhetes à saída É impensável que alguém que não tenha passado por algo do género fizesse scan à saída. As pessoas estavam a sair aos montes, os seguranças nas saídas estavam preocupados com controlar a multidão e pouco mais. Não haviam condições para fazer scan à saída de nenhuma das partes, sem ser a pedido. Enviei um email quase que de imediato ao sucedido a pedir o reembolso do bilhete e anunciar a minha saída. Estas novas condições auto impostas pela Prime Artists para o pedido do reembolso são simplesmente um ato de má fé e uma tentativa de desresponsabilização do sucedido.
Atraso em uma encomenda
Fiz uma compra no site da Meo no dia 08, com a promessa de entrega em dois dias. Hoje, dia 20, ainda não recebi a encomenda. Já recorri a todos os canais de apoio ao cliente. No acompanhamento da encomenda aparece que foram feitas três tentativas de entrega, mas isso não corresponde à verdade, pois estive em casa o dia todo com o telefone por perto e ninguém me contactou ou apareceu. Sinto uma falta de profissionalismo completa. Estou profundamente insatisfeito com o serviço da transportadora.
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