Reclamações públicas

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Mau atendimento

Venho por este meio, apresentar uma reclamação relativa ao atendimento que me foi prestado na unidade de urgência do Hospital de Santo Tirso. Hoje, sábado dia 06 de agosto de 2022 dirigi-me à urgência do hospital com bastantes dores de garganta e um episódio de febre que tinha vindo a piorar desde o inicio da semana. Fui muito bem atendida na triagem, com uma enfermeira bastante compreensiva e que demostrou bastante interesse pela situação. Após a pré avaliação que me foi feita, tive de aguardar até ser chamada para avaliação do médico disponível. Quando entrei no gabinete, o mesmo solicitou que explicasse o que me levou à urgência. Ao tentar explicar, o mesmo não quis ouvir o que tinha a dizer, afirmando de forma completamente inaceitável e rude, que não era um caso urgente logo nao deveria de me ter dirigido à urgência. Após a afirmação do mesmo tentei explicar que por motivos profissionais não tive disponibilidade para ir a um centro de saúde, deixando assim a situação chegar a um ponto em que não consegui mais aguentar. Ao qual o profissional de saúde argumentou que eu não trabalhava 24h por dia, sem sequer questionar se efetivamente teria disponibilidade para me dirigir a um centro de saúde e possivelmente ter de aguardar até arranjar uma consulta.Desta forma posso afirmar que o mesmo violou de forma inaceitável o meu direito como utente à prestação de cuidados de saúde, não demonstrando qualquer interesse em prestar os seus serviços como profissional de saúde.Afirmo ainda que o mesmo após todas as minhas tentativas de explicar de forma completa o motivo que me levou à urgência e não tendo eu conseguido fazê-lo, me encaminhou para o centro de saúde. Aceito que o mesmo tenha afirmado que lá não seria o sitio adequado para ser atendida, no entanto não aceito que o mesmo se tenha recusado a saber os motivos completos da minha visita à urgência, fazendo-me sentir bastante nervosa com a situação. Não recomendo o atendimento.

Encerrada
J. C.
05/08/2022

Cancelamento Contrato e Debito direto

Cliente com o PLANO MEDICAREPLATINIUM MAIS,Em dezembro 2021 fui contactado, via telefone pela Medicare na qual me ofereceram o plano Medicare platinium Mais, tendo estes enviado e-mail com o plano, contudo, pela falta de utilização do plano, e tratando-se de um seguro, recorri a informação que queria cancelar o meu contrato, sendo que ai me informaram que estava a correr uma fidelização de 12 meses,Contudo ao verificar as condições de adesão verifiquei que não houve qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão do plano, e cf art artigo 5º nº7 do Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 de Fevereiro, “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços.Face ao exposto, solicito o cancelamento imediato do débito directo em virtude de não ter havido celebração de acordo. Recordo que não houve qualquer uso do serviço por minha parte, pelo que não houve quer aceitação tácita quer expressa (ausência de consentimento por escrito).Apesar de não ter havido celebração de acordo do PLANO MEDICAREPLATINIUM MAIS, nem uso por minha parte, e terem sido cobradas mensalidades no valor de 49,90 EUR desde dezembro/2021 até Julho/2022, não venho pelo presente meio exigir a restituição dos valores já entregues, pretendendo apenas o cancelamento imediato do débito direto e contratual, referindo novamente que não houve de minha parte nenhuma confirmação da minha parte por escrito da adesão do plano.

Encerrada
M. F.
03/08/2022

Cancelamento e Devolução

Venho por esse meio solicitar um esclarecimento e a devolução referente a um cancelamento que foi feito dia 17/06 por motivos da data de inauguração do ginásio a qual teria interesse. Hoje dia 03/08 até o momento não tive nenhum esclarecimento cabível da empresa e a funcionária a qual está a tratar o fato somente me contacta para pedir desculpa é que irá demorar mais tempo. Não compreendo o motivo da demora pois a devolução o prazo e no máximo 15 dias. No entanto a pós seguir as instruções da mesma do cancelamento, o valor estaria em minha conta no máximo em 2 semanas após o cancelamento. Passou meses e até o momento nada. Já estou farto de receber ligações aonde só me informa que irá demorar mais pois departamento financeiro e ineficiente.

Encerrada

Atendimento médico

Eu, Fábio César Fernandes Belo, marido de Angelique Teresa Rodrigues Belo, com o nif 237840553 , residente em caminho velho dos reis magos edifício atlantic view bl.b 5 AS, no caniço, estava presente na consulta de 01 de agosto as 9.30 com a Dtª Carina Mendonça, psiquiatra, com quem a minha esposa tem sido medicada e acompanhada devido a um distúrbio do fórum psicológico, depressiva após o parto do nosso filho. Hoje, estando presente e tendo-se identificado a chegada na receção e tendo e estando dentro do lobby e recinto onde todos os utentes aguardam, esteve pacientemente a aguardar a sua marcação. No entanto, o meu sogro e cunhada estavam a prestar auxílio e cuidados ao nosso filho Henrique Belo, aquando a Angelique estava presente na sua marcação para ser observada pela Srª Dta Carina Mendonça, aguardando a sua vez. Segundo registos telefónicos entre as 10:08 e as 10:15 contactaram a Angelique.Ora bem, a Angelique, presente e a aguardar a sua chamada e além do atraso que estava a ocorrer hoje deslocou-se momentaneamente até a porta junto da receção deste serviço para facultar a chave do seu carro, pelo espaço de tempo acima referido ao meu sogro João Manuel Rodrigues com o contato 913 469 611 e a minha cunhada Celeste Leonor Rodrigues com o contato 963 356 578 com a finalidade de fornecer a chave do carro, ora estacionado no centro comercial La vie, perto das instalações da MD Clinik, na Rua Ivens 3B, Ed. Dona Mécia, 1º E 9000-046 Funchal para ambos ( sogro e cunhada) irem a viatura da Angelique buscar a pasta com todos os bens necessários para os melhores cuidados que exige um bebé, onde contém fraldas, cremes e alimentos para alimentar o meu filho. Esta situação sucedeu-se, derivado a demorada que estava a se suceder no consultório. Como qualquer pessoa sensata e de bom senso, aquando se sabe que a pessoa está presente, apela pelo seu nome uma vez ou mais vezes, para que entre na sua vez no consultório quando solicitada a sua presença. A minha esposa, cunhada e sogro, ambos e todos bons ouvintes, não ouviram nem se depararam com a chamada, criando uma situação extremamente desagradável para a paciente Angelique. Desta feita, entrou uma outra pessoa, onde era a vez da Angelique, ficando a mesma num estado agravado e descontentamento perante o que se passou. A única justificação dada pela colaboradora Monica, foi que foi chamada o nome. Pergunto-me eu, com algumas pessoas presentes na sala de espera, a minha esposa junto a porta de entrada junto da receção com o meu sogro e cunhada, ninguém ouviu para a Angelique entrar porque era a sua vez. Além do mais, esta colaboradora foi extremamente desagradável, inflexível, rude, algo sarcástica e sem sensibilidade perante os pacientes lá presentes neste dia ou mesmo outro.Uma vez, imperdoável, repugnante e de extremo desagrado a forma como esta senhora tentou e se é que tentou ao menos ter consciência do estado em que deixou a minha esposa, que estava já lá nas instalações antes da sua hora agendada para hoje e onde indignada e insatisfeita abandonou as instalações pelas 11.00.Perante o acima exposto e constatado, e em tudo o que envolva a saúde mental da minha esposa Angelique Belo, e tudo o que advenha e tenha como efeito despoletado pelo sucedido acima, responsabilizo a colaboradora Monica diretamente, uma vez que organiza a agenda da srª dtª Carina Mendonça, onde como profissional sabe do estado de saúde da minha esposa, onde encontra-se atualmente numa fase difícil e de mudança contante, onde tem que ser acompanhada por um profissional de saúde mental, não pela srª Monica. A toda esta situação, menciono novamente que a minha esposa estava e sempre esteve ai presente, pois é do interesse desta melhorar a sua saúde mental, não deteriorar mais do que se encontra. Deixo a consideração da administração deste departamento apresentar soluções, uma vez que nem consigo processar nem avaliar os danos, causados pela Srª Monica na saúde da minha esposa.Existem momentos ímpares e únicos, onde todos precisamos de ajuda. Este foi e é um deles para a minha esposa, onde precisa de terapia e encontra-se revoltada, indignada e num estado inconsolável ao dia de hoje. Aguardo e disponho o meu contato para resolução. Fábio Belo 965408734Sem mais assunto / without any other matter. Com os melhores cumprimentos / best regards.Fábio Belo

Encerrada
A. V.
01/08/2022

Prótese - Dentes sempre a cair

Exmos.(as) Srs.(as)Venho por este meio, demonstrar o meu descontentamento com a clínica. - Swiss Dental Services - e apresentar uma reclamação.Mas permitam-me um breve enquadramento sobre a situação experienciada:No dia 16 de Abril de 2018 fui submetida a uma operação cirúrgica na clínica - Swiss Dental Services em Lisboa. A referida cirurgia teve como objetivo inicial, naturalmente, retirar-me todos os dentes para que mais tarde pudesse colocar os implantes. Até há colocação dos implantes definitivos estive mais de 1 mês com uma prótese provisória, um acidente pessoal em Maio de 2018 resultou da perda da prótese provisória e quando me desloquei a clinica em Portimão solicitaram mais 300€(dinheiro que no momento não me era possível gastar) para fazerem uma nova, mas como me disseram que a prótese definitiva ia ser colocada em breve no máximo 3 meses não me importei, no entanto passou 1 ano e eu estive sem qualquer dentição o que me causou, como é claro, grandes constrangimentos a nível alimentar e até uma afetação psicológica pela imagem que tinha e pela forma como me olhavam.Quando foi possível colocar os implantes definitivos estávamos já em Maio de 2019 quando este problema se resolveu. Uma situação que supostamente deveria ser pouco espaçada no tempo.Pensei que, finalmente, teria este assunto solucionado.Contudo, fez 3 anos em maio de 2022 que tenho a prótese e os problemas têm persistido até ao momento. Após um mês da colocação da referida prótese, caiu-me um dente, desloquei-me à clínica que procedeu à sua “colagem”. Não me parece uma situação razoável, mas foi ultrapassada naquele momento.Esta situação não seria tão gravosa se não tivesse acontecido o mesmo com o dente acima mencionado e outros por mais de 10 vezes, causando-me diversos problemas. Para além da situação desagradável a nível estético, há a parte objetiva da função que os dentes têm, nomeadamente permitir-me comer alimentos de forma saudável. Acresce ao referido, as deslocações à clínica, sito na cidade de Portimão, com todos os custos e constrangimentos associados.Começo a sentir também o fraco desempenho técnico das consultas a que vou. Claramente que tem que existir algum problema resultante das consultas a que me submeto, pois, os dentes continuam a cair. O problema persiste.Sinto-me cansada, física e psicologicamente.Não há uma justificação plausível para explicar ou minimizar os problemas inerentes a esta situação, espero que com esta reclamação a minha situação seja resolvida definitivamente.

Encerrada

Reclamaçao de atendimento e incoerências nas informações pretadas

O meu nome é Lúcia Tavares, e venho por este meio apresentar a minha reclamação no seguimento do atendimento à minha cadela Pickle na clínica do GHVS. Passo a relatar o sucedido:A 15 de julho, após um ataque à minha cadela por um cão vadio, onde sofreu vários ferimentos na zona lombar, dirigi-me ao GHVS, onde a cadela foi atendida nas urgências por uma médica veterinária (Dra. Inês Caravana) que sugeriu uma cirurgia em que que a ferida seria desinfetada e cosida, que autorizei. A cadela ficou no local até ao final do dia e quando a fui buscar foram receitados a proteção gástrica, analgésico e o antibiótico. Nesta consulta em nenhum momento médica ou enfermeira me pediram o boletim do animal para identificação dos tratamentos ou medicação (relevantes para o histórico clínico). Neste momento ficou marcada uma nova consulta para dia 19 de julho para reavaliação.A 19 de julho, voltamos à clínica e fomos atendidos por outro médico (Dr. Paulo Ferreira) que constatou que a ferida tinha infetado e a cadela estava com febre, drenou a ferida e passou novo antibiótico para dar, além do que nos tinham receitado na consulta de urgência. Também nesta consulta não pediram o boletim da cadela. A 21 de julho voltámos para revisão da ferida foi somente necessário drenar a ferida. Como ia de férias pedi ao médico (Dr. Paulo Ferreira) um relatório para entregar à médica habitual da minha cadela, a que o médico assentiu e pediu somente para reforçarmos o pedido no balcão de atendimento. O pedido foi feito novamente ao balcão e o enfermeiro (Lucas Lima) confirmou o meu endereço de email e informou que os dados seriam enviados nos próximos dias. Ontem, dia 30 de julho contactei o GHVS telefonicamente e expliquei a situação e para meu espanto, após o pagamento de ~200€ para tratamentos, cobram-me 12€ para o tal relatório, que em nenhum momento fui informada da cobrança pelo médico ou pelos enfermeiros e assistentes com quem falei. Voltei a contactar, porque estranhei a informação de cobrança, e fui informada que o que me foi dito estava errado e que normalmente cobram o valor a relatórios a apresentar a seguradoras e que em seguida falariam com o médico que enviariam o relatório.Trinta minutos depois ligam-me a dizer que afinal, segundo a informação prestada pelo médico (Dr. Paulo Ferreira) tinham que cobrar o valor pelo relatório.

Encerrada
M. M.
29/07/2022

Ocupação de espaço indevido

O atual proprietário da Clínica Dr Pedro Mota ocupou um espaço na garagem para colocar a máquina do ar condicionado. Esse espaço não é do proprietário. O condomínio não se opôs até por as obras já estavam a decorrer e não era intenção dificultar.Ficou registado por e-mail que a máquina não excederia o espaço delimitado pelos anteriores proprietários, que abusivamente ocuparam o que não era propriedade deles. Ficou escrito que a grelha de extração seria substituída por outra que permitisse o funcionamento da máquina atual.Nada disso aconteceu e a extração está a acontecer para dentro da garagem nomeadamente para cima do meu carro, danificando borrachas, plásticos e o sistema electrónico. O calor que se faz sentir é absurdo e permanente!Tentei resolver com o responsável da clínica mas sem sucesso.Peço a vossa fiscalização.

Encerrada

Problema cancelamento seguro saude

Venho, por esse meio comunicar que tentei contato por email, e pelo site do cliente para o cancelamento seguro saúde com a planicare e não obtive resposta nem retorno.Onde no dia 15/05/2022, fui contactado via telefone a aderir ao plano. Mas por motivo de mudança, quero que proceda o cancelamento, visto que por não ter assinado nenhum termo onde conste fidelização, tenho direito baseado no decreto.lei n° 24/2014, de 14 fevereiro, artigo 5°, n°7( que transpõe a diretiva n°2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 Outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores).Especialmente o artigo 5°/n°7 no qual é referido que Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviço.Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a planicare, agradeço que procedam o cancelamento com efeitos imediatos.Já entrei em contacto pela central do cliente e via email, e não obtive nenhuma resposta. Por esse motivo recorri a defesa do consumidor.Sem maisSara Duda

Resolvida
C. L.
25/07/2022

Impingir tratamentos não solicitados

Minha filha Dianna (a qual sou responsável financeira), dirigiu-se à clínica SMILE UP do fórum Barreiro para se informar de valores e condições de um aparelho de contenção dentária, pois a mesma ja utilizou aparelho fixo a pouco mais de 2 anos, entretanto foi lhe impingido outros tratamentos não solicitados como por exemplo outro aparelho fixo. Sendo os mesmos tratamentos num valor de 700€(10×70). No entanto Dianna tem um contrato de trabalho de apenas 3 meses em regime parttime, então foi lhe induzido a fornecer identificação de alguém que tenha condições para o financiamento dos tratamentos, onde me recusei e também não tenho essa possibilidade por estar desempregada. Minha filha entrou em contacto com minha mãe (Maria Lídia) e pediu que fizesse o financiamento por ela que mesmo sem ter muito conhecimento, não acreditou que a neta se envolvesse em algum tipo de burla ou algo do género. Algum dia depois minha mãe recebeu uma chamada da cofidis para confirmar os dados, porém o que foi informado pela seguradora foi que seria um financiamento no total de 3.360.00€ (48×70). Neste momento foi quando minha mãe ligou me dizendo o que foi informado a ela, eu então pedi a Dianna o contrato e constatei que o contrato e os valores não estavam agrafados, pois os valores estavam dobrados em um envelope pequeno dentro do envelope onde estava o contrato. E foi só quando eu abri o envelope com os valores é que minha filha disse que não estava ciente de um valor total tão elevado (2.976,90). Estive no local para fazer o cancelamento e escrever no livro de reclamações onde foi agendado para dia 25/07/2022 as 12h parafazerocancelamentodocontrato, porém o livro de reclamações só me foi fornecido depois de eu ter dito que chamaria a polícia, pois alegaram que a pessoa responsável pelo livro não estava presente e que só essa pessoa poderia fornecer, sendo esse o protocolo da clínica. Não tive nenhum monitoramento e a funcionária presente no local continuou com o atendimento telefónico como se não fosse nada. Não sabia sequer qual folha eu levaria e nem que existia a possibilidade de fazer a mesma reclamação online. Com o nervosismo retirei a folha errada, porém no mesmo instante devolvo a folha e pedi a folha correta a funcionária se informou com a pessoa responsável e me entregou a folha correta.

Resolvida

Cobrança de taxa proteção de covid19

Boa tarde,hoje, no hospital privado Trofa Saúde Braga Sul, no pagamento da fatura de consulta e da excisão da lesão no pavimento da boca, que foi realizada no decorrer da consulta sem ter havido qualquer procedimento diferente, foi-me cobrado numa segunda fatura, um serviço denominadoproteção de covid19 cir. amb no valor de 25 euros. Já é a segunda vez este ano que acontece tal pagamento. Gostaria de saber sobre a legalidade deste procedimento. Foi feita uma reclamação no livro de reclamações do estabelecimento em questão.Grata pela atenção, Maria Cristina Lima

Encerrada

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