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A Tranquilidade não assume as culpas do Sinistro
Exmos. Senhores, No passado dia 25 de Setembro de 2024 uma bicicleta elétrica GIRA embateu no meu automóvel, que se encontrava estacionado, provocando diversos danos (Farolim partido e riscos na pintura). O condutor da bicicleta fugiu. Fiz uma participação do acidente à EMEL (empresa responsável pelas bicicletas elétricas GIRA. A EMEL enviou-me uma Declaração Amigável para que fosse preenchida, assinada e enviada. Foi o que fiz. Passado um dia recebi um telefonema para marcar a peritagem. A peritagem foi marcada e realizada e foi deduzida uma Ata de Prejuízos. Todo este processo foi rápido. O pior começou depois. A Tranquilidade/Generali estava a demorar bastante tempo para comunicar uma decisão. Alegava que não consegui entrar em contacto com o individuo que conduzia a bicicleta, apesar de já o ter identificado. Para apressar o processo apresentei uma testemunha. A testemunha foi ouvida. Finalmente chegou a resposta da Seguradora (Tranquilidade/Generali). Não assumia o pagamento da indeminização alegando que a testemunha não viu o embate mas apenas ouviu. No entanto a testemunha disse que ouviu um barulho, viu uma bicicleta GIRA caída au lado do meu automóvel, viu o condutor da bicicleta a fugir, verificou que o aumomóvel era meu (viu-me a entrar no automóvel) e viu os danos causado. Por ter sido honesta dizendo que ouviu e não viu o seu depoimento não foi considerado. Não aceitei a conclusão da Seguradora e reclamei novamente, dizendo que iria tentar angariar nova testemunha (uma vez que o acidente se deu numa rua muito movimentada e con vários cafés e esplanadas. Para a minha "busca" tive o apoio dos donos dos cafés (que me deixaram colocar uma Flyer onde eu perguntava se alguém tinha visto o acidente - não era uma acidente comum) e utilizei as redes sociais. Passados poucos dias recebi um telefonema de uma pessoa que afirmava ter visto o acidente (soube descrevê-lo) e que se disponibilizava a ser ouvida pela Seguradora. Enviei nova comunicação para a Seguradora onde apresentei a nova testemunha. E o pior aconteceu...... Recebi nova comunicação da Seguradora a reafirmar que a sua dicisão se iria mante apesar da apresentação de nova testemunha. A Seguradora afirma que não vai ouvir a nova testemunha uma vez que esta não foi apresentada durante a participação do acidente (a primeira testemunha também não foi). Resumo em tópicos: - Dia 27/07/2024 tinha o meu automóvel estacionado e uma bicicleta da GIRA embateu com violência na traseira do mesmo, tendo o condutor da bicicleta fujido; - Fiz a participação do acidente à EMEL; - Fizeram a peritagem; - Demora da Seguradora na conclusão do processo; - Seguradora não conseguem entrar em contacto com o condutor da bicicleta, apesar de este estar identificado; - Apresentação da primeira testemunha; - Primeira conclusão - A Seguradora não assume as culpas uma vez que a testemunha não "viu" o acidente. Apenas ouviu um barulho, viu a bicicleta caída ao lado do meu automóvel, identificou a bicicleta caída co uma bicicleta elétrica da GIRA, verificou os danos causados e viu que o automóvel era meu. - Fiz nova reclamação; - Procurei nos cafés e através das redes sociais uma nova testemunha do acidente; - Apresentei nova testemunha; - Segunda conclusão - A Seguradora não assume as culpas, mantendo a mesma posição. Não vai ouvir a nova testemunha uma vez que a mesma não consta do processo inicial (Participação do acidente). Cumprimentos.
Restituição de valor Titulos de Capital
Exmos. Senhores, Venho assim pedir para que me seja devolvido o valor que se encontra convertido em títulos de capital no valor de 500€.Em janeiro de 2005, no seguimento de um pedido de crédito, fui informado que de forma a obter o financiamento necessitava de subscrever títulos de capital no valor acima referido. Esse valor seria depois devolvido quando o empréstimo se encontrasse liquidado. O empréstimo foi liquidado, e a situação foi-se mantendo inalterada, sendo sempre protelada a questão da devolução .Em 2015 fiz o pedido por escrito, tendo sido a devolução recusada. Em 2022 fiz novamente o pedido e mais uma vez a devolução foi recusada. Gostaria que esta situação ficasse resolvida rapidamente e o valor devolvido já que tenho necessidade do mesmo e o mesmo me pertence e já me deveria ter sido devolvido. Obrigado. Cumprimentos.
Falta de civismo e burla
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar a resolução de um problema que me está a presistir perante a casa de apostas Betclic. E o seguinte eu tinha uma conta ao qual nunca tive problemas mas acabei por encerrar e a semana passada criei uma nova até aí tudo bem, no entanto fui jogando online e tudo bem até que começaram eles com as novas políticas de não sei de que ao qual eu enviei os dados todos para lá conforme pedido e insistem em pedir o extrato bancário ao qual eu não o vou fornecer pois acho um exagero no entanto eu tenho lá dinheiro ao qual eu estava a jogar no momento que a conta foi suspensa por isso eu agradeço a devolução desde o dia que criei a conta da semana passada até a data e o dinheiro que lá tem ao qual não me querem fazer devolução. Agradeço brevidade neste assunto obrigado Cumprimentos.
Debido Direto sem consentimento
Exmos. Senhores, No dia 10 de Setembro foi-me feito um débito direto no valor de 5,99€ por parte da Domestic and General MADR sem meu consentimento. Este mês verifiquei que me voltou a ser feito o mesmo débito, continuo sem entender o porquê e como acederam aos meus dados para o fazer. Deste modo peço a vossa atenção no meu caso, que me seja feito o reembolso do valor por parte da Domestic and General e que posteriormente este debido nao volte a ser realizado! Com os melhores cumprimentos, Carolina Teixeira
Carro de substituição
Exmos. Senhores, No passado dia 23 de setembro, tive a pouca sorte de um senhor vir bater no meu carro estacionado a porta de casa, senhor este segurado por vós, pois bem desde esse dia que me deloco a pé com um bebé e uma crianca pequna, pois a escola fica muito longe de casa. Nunca me deparei numa situação destas pelo que pensei pronto bateu vai para a oficina arranjar e dao me um carro de substituição enquanto eu estiver sem carro isto era o meu pensamento, mas afinal nao é assim, sim senhora dao carro de substituição mas apenas durante o tempo que o carro estiver a arranjar ou seja pelas contas do perito durante 4 dias, ja faz dez dias, ai da nao têm data para o inicio da reparação e assim continuo. Pagamos seguros para quando precisamos ser assim. So quero um carro durante o tempo em que nao tiver o meu, nao tive culpa do acidente a dez dias que ando a pe com um bebe de meses e uma crianca de 4 anos. Cumprimentos. Paula pinto
Taxas exorbitantes de intermediacao de credito
Exmos. Senhores, Sou cliente da loja de retalho AUCHAM, que é pioneira na oferta de formas de crédito a clientes portugueses e estrangeiros que residem no país. Esta acção é muito positiva, dados os salários muito baixos do país, a crescente taxa de abandono escolar entre os jovens e a diminuição drástica do poder de compra da população. O povo português tinha um hábito saudável de pagar em dinheiro o que adquiriam. Mas a situação é tão difícil que é necessário crédito até para alimentos. Porém, fiquei surpresa ao fazer a segunda compra na loja online, em obervar que a financeira ONEY fica com 10% do valor (variável) da compra dos clientes, o que é um absurdo e absolutamente inaceitável! Tive que retirar produtos da minha lista de compras para viabilizar a realizacao da compra,. O que foi uma experiencia bastante ruim ! Assim sendo, sugiro ao Aucham revisar esta situacao e aos clientes a nao comprar na loha online ignorando os percentuais que estao a pagar por todos envolvidos no processo - loja, financeira e empresa de logistica e distribuicao de productos. Espero ter controibuido para o bem estar do povo! Cumprimentos
Reclamação valor indemnização
Exmos. Senhores, No dia 14-06-2024 tive um incêndio na habitação. Desde a data que foi apresentado orçamento de reparação dos danos de 41 200 € + iva á taxa legal de construção. O valor seguro do imóvel é 200 000 e e de conteúdo 25 000. Depois de reclamados valores a indemnização proposta da companhia é de 24 700 € + iva á taxa legal. Não considero este valor justo já tendo recorrido á Autoridade de Fundos e Seguros e Pensões, pelo que agradecia ajuda da vossa parte se possível. Cumprimentos.
SPIN
Exmos. Senhores, Boa Tarde Recebi 2 tranferencias (transação 1 e transação 2) em SPIN. Fiz a recomendação com base nos dados publicados que as referidas transações não tinham custos (DECO). Fiquei atónito quando o remetente apresenta-me os custos que foram imputados as 2 transaferências. Fico a aguardar as vossas estimadas noticias Cumprimentos.
Acesso ao AforroNet
Exmo(a) Sr(a) De tempos a tempos entrava no site para consultar, no dia 1 deste mês ia resgatar uma certa quantia para cumprir um compromisso e ao efetuar o login aparece-me uma informação para mudar de password. Segui os passos recomendados e acabei por ficar sem acesso. Comuniquei o que se passou por email e no mesmo dia recebi uma resposta automática a informar-me: " Agradecemos o contacto e informamos que o seu email será respondido com a maior brevidade possível. Caso o seu assunto diga respeito a produtos de aforro, a resposta será dada num prazo expetável de 10 dias úteis." liguei para o número deles no dia 1 de outubro com a duração de 4´e 35" e só tinha música e mais nada: no dia 2 liguei 2 vezes e lá estava a música: tempos foram 21´50" e 1´e 4": na chamada mais longa ainda "apareceu uma operadora" com a opção de me ligarem e eu aceitei, o que até à data não aconteceu. Estou privado do acesso e vou falhar o meu compromisso. Pedia a V. Exa. que me informasse o que fazer nesta situação, estou atado de "pés e mãos" porque não posso fazer nada sem a intervenção da respetiva instituição. Com os melhores cumprimentos, Armando
Prémio Salarial aceite pela DGES mas depois rejeitado pela AT
Exmos. Senhores, Há cerca de um mês recebi a confirmação de que o meu prémio salarial foi aceite pelas DGES. No entanto, ainda não recebi o reembolso. Quando questionei o porquê no e-balcão, foi me dito que foi rejeitado por ter sido entregue fora do prazo. Eu entreguei dentro do prazo, fui à audiência dos interessados, justifiquei e foi aceite. Entretanto, disseram-me que afinal o que foi entregue fora do prazo foi a declaração de IRS, o que é mentira. Entreguei a declaração de IRS em Maio de 2024, mal se iniciou o período de entrega da mesma. Foi considerada certa até ir para a fase de analise de divergências. Perguntei o que estava errado, por chamada e pelo e balcão, várias vezes. Quando referi que talvez tivesse relacionado com o IRS jovem (tenho 27 anos e achei até então que tinha direito), disseram-me que apenas tinha de entregar o certificado de mestrado, pois estava dentro do regime até aos 30 anos. Na última chamada que fiz, já em Agosto, foi me dito que afinal a declaração tinha de ser submetida novamente, pois não tinha direito ao IRS Jovem. Posto isto, a declaração foi considerada entregue fora do prazo, o que impactou a receção do prémio salarial. Esta situação é absurda. Entreguei tudo dentro do prazo, questionei e pedi ajuda várias vezes, obtive informações erradas e no final quem fica sem poder receber o prémio salarial, ao qual tem direito, sou eu. Gostaria de obter ajuda a reclamar este direito que me está a ser retirado por incompetência da AT na gestão da situação. Cumprimentos., Sara Fernandes
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