Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
K. L.
28/01/2026
Oje

Cobrança indevida,burla

Fiz o pagamento de 10 € para modificar a cidade e vocês estão cobrando mais 13 € para fazer a modificação da cidade? NÃO RESPONDEM EMAIL NÃO ENVIAM O COMPROVANTE FISCAL DA COMPRA ISSO É ILEGAL VOCÊS ESTÃO NOS ROUBANDO, BURLANDO ,POR SOMOS PROFISSIONAIS DO SEX.. ACHAM QUE PODEM NOS FAZER QUALQUER COISA E VAI FICAR POR ISSO MESMO? QUERO MEU DINHEIRO DE VOLTA. VOU PROCESSAR VOCÊS JUDICIALMENTE

Encerrada
J. V.
28/01/2026

Devolução e reembolso

Boa noite! Venho através deste meio, para comunicar um problema com a empresa Vida Xl. Realizei uma compra no dia 19/01, primeiro houve atraso na entrega, onde foi feita hoje. E ao tentar montar o produto verifiquei que veio com defeito impossibilitando a montagem correto do produto. Entrei em ctto com a empresa, através do chat, relatando todo o ocorrido e solicitando a devolução do produto e o reembolso, porém não obtive respostas positivas, me dando assim um prazo de 72h para um futuro ctto comigo. Sei que existem prazos, porém isso é um desrespeito com o consumidor. Gostaria de uma resolução para o problema. Desde já agradeço pela atenção.

Encerrada

Roubo de fio de ouro

Exmos Srs, A minha mãe entrou nas urgências do hospital de São Bernardo no dia 24 de dezembro por volta das 7.00/7.30, tendo-lhe sido removida a roupa que tinha vestida assim como um fio de ouro com uma medalha de prata e outra medalha de ouro. A roupa foi entregue posteriormente á família, mas os valores não foram entregues. Após a alta da minha mãe, os valores não foram entregues e verificou-se que não há registo no espólio de valores nos serviços do hospital. Foram já efetuadas duas reclamações no livro vermelho do hospital nos dias 13 e 27de janeiro de 2026, não se tendo obtido nenhuma resposta até á data. Agradeço a investigação do sucedido e a devolução dos valores em questão. De igual modo agradeço que se efetue justiça quanto a este assunto. Os meus agradecimentos

Encerrada
P. O.
28/01/2026

SIXT / COBRANÇA INDEVIDA / DANO IDENTIFICADO NO ATO DA RETIRADA DA VIATURA

Excelentíssimos Senhores, Venho, por meio desta plataforma na qual confio, relatar um problema ocorrido com a empresa Sixt Rent a Car, acreditando que o mesmo possa ser devidamente analisado e solucionado com a seriedade que o caso exige. No dia 10, realizamos o aluguer de uma viatura junto à Sixt. No momento da entrega da chave, dirigimo-nos até ao veículo e, ainda antes de iniciar a utilização, um risco na parte frontal da viatura foi identificado, na presença de uma testemunha que se encontrava comigo. Imediatamente regressámos ao balcão e comunicámos o facto ao colaborador que nos havia entregue a chave. O mesmo informou-nos para ficarmos tranquilos, afirmando que todos os danos já se encontravam devidamente identificados no sistema, razão pela qual seguimos viagem confiantes de que a situação estava regularizada. No momento da devolução da viatura, para nossa surpresa, o colaborador responsável procedeu ao registo fotográfico desse mesmo risco, atribuindo-nos um dano que já era pré-existente. Solicitei, então, a presença do gerente, a quem expliquei detalhadamente toda a situação. O gerente afirmou ter conhecimento do ocorrido e orientou-me a responder a um eventual e-mail da Sixt, explicando os factos, garantindo que deixaria essa informação registada na nota interna, reconhecendo que o dano já existia antes do nosso uso. Contudo, tal procedimento não foi respeitado. Posteriormente, foi efetuado um desconto indevido no valor de 396,60 € na minha conta bancária. A Sixt alegou que o risco não existia anteriormente e que teria sido causado durante o nosso período de utilização, o que não corresponde à verdade. Ressalto ainda que esta não é a primeira situação problemática que enfrentamos com a empresa. Em aluguer anterior, ficámos imobilizados na via pública devido a falhas técnicas num veículo elétrico fornecido pela Sixt, tendo sido atribuído apenas um voucher como compensação. Estes episódios demonstram uma clara falha no pós-aluguer e no atendimento ao cliente, gerando insegurança e constante receio quanto à qualidade do serviço prestado. Desta forma, venho por este meio solicitar a resolução imediata do problema, com o reconhecimento de que o dano era pré-existente e o estorno integral do valor de 396,60 € indevidamente debitado. Caso contrário, informo que irei recorrer a apoio jurídico, uma vez que se trata de uma falha grave e injusta por parte da empresa. Aguardo um retorno célere e uma solução definitiva para este caso. Com os melhores cumprimentos, Pablo

Resolvida

Encomenda não entregue

Exmos senhores Venho por este meio expressar o meu descontentamento relativamente aos serviços CTT quanto à encomenda n.º LM333510248US. No seguimento da consulta do estado da encomenda, verifiquei que o mesmo diz “Não entregue A entrega do envio não foi conseguida. Motivo: A caixa de correio está inacessível e foi impossível deixar um aviso. Centro operacional 1300 Lisboa”, no entanto não recebi qualquer pré-aviso de entrega, a caixa de correio encontra-se fora do prédio totalmente acessível, e nem se quer fui contactada durante o ato de entrega, sendo que estive em casa a manhã toda. Realço que tive de proceder ao desalfandegamento da encomenda, sendo que o fiz no dia 26 de janeiro de 2026 e tive aceitação da Autoridade Tributária ainda no mesmo dia, tendo recebido tanto um SMS como um email para o meu contacto. Não poderiam ter feito o mesmo para a entrega? Quando contactei os serviços telefónicos a assistente, muito prestativa e compreensiva, comunicou-me que iria contactar o centro, no entanto que nestes casos a encomenda é normalmente devolvida ao remetente, o que eu acho incompreensível sendo que a falha foi por parte da empresa e não do consumidor, e já tive que pagar imenso tanto de portes quanto para desalfandegar o produto, o que não acho correto ainda ter que lidar com o mesmo ser devolvido sem o meu conhecimento, especialmente tratando-se de uma encomenda internacional. Agradecia, por favor, que me pudessem informar: qual foi a razão da falha na entrega, e como posso proceder para reagendar a entrega ou levantar a encomenda. Fico disponível para qualquer esclarecimento adicional. Com cumprimentos, Joana Ribeiro Martins

Resolvida
A. L.
28/01/2026

Reclamação Formal Revolut Stays situação ainda por resolver falha na assunção de responsabilidade e

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à Revolut e à forma como o meu caso foi tratado, o qual permanece por resolver apesar de a Revolut ter emitido aquilo que designa como uma decisão final. Esta reclamação diz respeito a uma reserva de hotel efetuada através do serviço Revolut Stays. A reserva foi realizada e paga através da plataforma da Revolut e, após a estadia, solicitei uma fatura válida e conforme, com inclusão do meu número de IVA, para efeitos legítimos de contabilidade e despesas empresariais. Até à data, a Revolut não assegurou a emissão dessa fatura. O problema central é a falta de responsabilização. A Revolut promove e disponibiliza o serviço Stays aos seus clientes, no entanto, quando surgiu um problema relacionado com a faturação, a Revolut falhou completamente em assumir a responsabilidade. A Revolut afirmou repetidamente que o serviço Stays funciona através de terceiros, mas nem sequer conseguiu identificar de forma clara quem era o fornecedor terceiro responsável pela minha reserva. A Revolut não coordenou adequadamente com as partes relevantes nem resolveu a situação. Fui eu próprio obrigado a investigar, contactar diretamente o hotel e apurar qual o intermediário envolvido. Esta situação é inaceitável. Os próprios termos do serviço Revolut Stays deixam claro que o Stays é disponibilizado pela Revolut e que as reservas são efetuadas através da aplicação Revolut, com alojamentos fornecidos por parceiros como a Expedia ou a Nuitee. Se a Revolut opta por recorrer a terceiros, essa é uma decisão comercial da própria Revolut. Não pode, em circunstância alguma, tornar-se responsabilidade do cliente ter de perseguir múltiplas entidades e gerir a cadeia de fornecedores da Revolut para obter uma fatura básica. Do ponto de vista da conformidade legal, a situação é igualmente grave. As regras europeias de faturação em matéria de IVA definem claramente os elementos obrigatórios que uma fatura deve conter, incluindo os dados de IVA e, quando aplicável, o número de identificação fiscal do cliente. O ponto prático é simples. Um cliente que solicita uma fatura conforme para efeitos de despesas empresariais não deve ficar preso entre várias entidades, enquanto a plataforma que recebeu a reserva se recusa a liderar a resolução ou a garantir que a documentação correta é emitida. A resposta final da Revolut limitou-se a encerrar o processo internamente, sem apresentar qualquer solução prática e sem garantir que o meu pedido de documentação fiscalmente conforme fosse satisfeito. Solicito, assim, que seja revista a conduta da Revolut, a adequação do tratamento da reclamação e o modelo de responsabilização aplicado ao serviço Revolut Stays quando os clientes necessitam de documentação de faturação correta. Anexo a resposta final da Revolut, bem como a correspondência relevante para análise. Com os melhores cumprimentos, Andre Rodrigues

Encerrada
T. P.
28/01/2026

Publicidade Enganosa - Curso sem reconhecimento IPDJ e Cédula Profissional

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a entidade Campus Training, referente à minha inscrição no curso de Personal Trainer e Nutrição. A minha decisão de contratar esta formação baseou-se inteiramente nas informações transmitidas pelos vossos serviços comerciais. Foi-me garantido que o curso permitiria o ingresso no mercado de trabalho e, crucialmente, a obtenção da Cédula Profissional (TPTD) necessária para o exercício legal da atividade. No entanto, verifiquei que a Campus Training não possui o devido reconhecimento por parte do IPDJ (Instituto Português do Desporto e Juventude) para este efeito. Isto impossibilita a emissão da cédula profissional, tornando a formação inútil para o exercício legal da profissão em Portugal. Sinto-me enganada por ter sido induzida em erro no momento da venda, com promessas de certificação e empregabilidade que não correspondem à realidade. Este processo causou-me prejuízos financeiros elevados e perda de tempo significativo. Face à falta de transparência e à violação dos deveres de informação, solicito: A anulação imediata do contrato de formação; O reembolso total da quantia paga; O cancelamento de qualquer plano de pagamentos ou crédito associado. Caso esta situação não seja resolvida com brevidade, irei recorrer às vias judiciais e apresentar denúncia junto das autoridades competentes (ASAE e IPDJ). Aguardo uma resposta célere. Com os melhores cumprimentos, Tatiana Pinto.

Encerrada
A. S.
28/01/2026

Conduta abusiva e retenção de artigos

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal grave contra a Tiffosi (VNC - Vendas Novas de Confecções, S.A.), relativa a uma situação inaceitável ocorrida na loja da Póvoa de Varzim nos dias 16 e 17 de dezembro, que resultou na perda total de confiança na vossa marca. Detalhes da Compra e Problema Central: Artigos: 4 pares de calças e 2 cintos. Valor Total: 151,94€ (Pago via Klarna). Nº da Fatura: FAC 1005/146312. Problema: Necessidade de uma simples troca de tamanhos. Cronologia dos Eventos e Conduta Inaceitável: Acordo Prévio (16 Dez): Dirigi-me à loja para a troca, mas a falta de staff e o facto de faltarem menos de 10 minutos para o fecho impediram a operação imediata. A funcionária de serviço acordou comigo que eu regressaria no dia seguinte com calma, retendo os artigos na loja e emitindo um talão de prova do valor. Foi um acordo de boa-fé para gerir a situação. Abuso e Recusa de Troca (17 Dez): No dia seguinte, a minha mãe dirigiu-se à loja com o talão. A gerente (Sra. Sónia) recusou-se a honrar o acordo da colega e adotou uma postura de gozo constante e arrogância: Contradisse o horário de fecho (alegando que a loja fechava às 19h30 e que a troca podia ter sido feita no dia anterior), ignorando o acordo feito. Recusou a troca direta, insistindo num reembolso parcial incorreto (75,94€). Manteve um tom de mofa, repetindo que cobraria o valor total se a minha mãe levasse as calças. Recusou-se a escalar a situação para um superior hierárquico, alegando ser a única responsável. Ignorou por completo o estado de saúde da minha mãe, que se sentiu mal e com falta de ar devido ao stress provocado pela gerente. Recusou-se repetidamente a devolver o primeiro talão de prova. Exigência: Exijo a anulação total da transação junto da Klarna, uma vez que os artigos estão na vossa posse e o serviço e tratamento recebido foram deploráveis e abusivos.

Encerrada
M. L.
28/01/2026
DPD

Encomenda parada, sem estimativa de entrega. Sem resposta por chamada e por email.

A minha encomenda está parada há dias no Caniço (Madeira). Quando ligo para a sede (porque o armazém da Madeira não tem um contacto) dizem que tenho de aguardar. O estado da minha encomenda é o seguinte: “A encomenda está no veículo para entrega.” No entanto, NUNCA entregam e nunca têm uma estimativa de entrega. Não existe resposta concreta por email nem por chamada. Inadmissível.

Resolvida
A. N.
28/01/2026

Abuso e Cobrança Indevida: Ascendi ignora recibos CTT e inventa erro na Via Verde

"Venho denunciar uma situação de abuso por parte da concessionária Ascendi. Estão a manter um processo de execução fiscal nas Finanças (Proc. 0051202601006053) referente a portagens de 2024 e início de 2025, que já foram todas pagas nos CTT. A Ascendi recusa-se a validar os meus 7 recibos de pagamento manual (anexos), alegando que o meu identificador Via Verde 'não estava válido'. No entanto, eu apenas aderi à Via Verde em 10/07/2025. É fisicamente impossível usar um identificador em 2024 que só adquiri em 2025. A empresa demonstra uma total incapacidade de análise documental e má-fé, insistindo numa dívida inexistente. Já recorri à AMT e ao Provedor de Justiça, mas solicito o apoio da DECO para travar este atropelo aos direitos do consumidor." Atenciosamente Alan Silva

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