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Reembolso bilhetes
Bom dia, Há mais de um mês que procuro assistência para conseguir o reembolso de dois bilhetes de um concerto que foi adiado. Infelizmente nem a Vibes & Beats e nem a BOL estão disponíveis ou dispostas a me ajudar e estou no prejuízo de 80€
Reclamação formal contra Booking.com – cancelamentos sucessivos, falha de realojamento e prejuízos f
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a plataforma Booking.com, na sequência de uma experiência extremamente grave ocorrida numa viagem a Londres, que resultou em cancelamentos sucessivos de reservas, ausência total de realojamento eficaz e prejuízos financeiros e emocionais significativos. Sou cliente da Booking.com, com estatuto Genius Nível 1, e nunca tinha vivido uma situação sequer semelhante. Identificação das reservas: • Reserva 1 (inicial): nº 6426346690 Alojamento: Two Bedroom Apartment in Paddington Datas: 05/12/2025 a 07/12/2025 Valor pago: £592,02 (€695,14) Reserva feita com antecedência (outubro), não reembolsável. • Reserva 2 (alternativa): nº 5668529668 Alojamento: Central Ldn 2 Bed Flat, Nine Elms St, Sleeps up to 8 Esta reserva foi cancelada pelo próprio anfitrião um dia antes do check-in, por escrito. Descrição dos factos: A primeira reserva foi cancelada unilateralmente pelo alojamento três dias antes da viagem. Após contacto com a Booking.com, fui orientada a aguardar por alternativas. A segunda reserva foi cancelada pelo anfitrião no dia anterior ao check-in, situação que comuniquei imediatamente à Booking.com. Apesar disso, dois dias depois, a reserva ainda constava como ativa na plataforma, sem qualquer ação concreta da Booking, o que demonstra uma falha grave de comunicação interna e de acompanhamento do caso. Durante todo o processo: • A Booking não assegurou realojamento atempado, apesar de ter sido alertada antes da data da viagem. • Não houve qualquer gestão de urgência, apesar de estarmos prestes a viajar para outro país sem alojamento. • Fui obrigada a efetuar dezenas de contactos (chamadas e mensagens), alguns dos quais terminaram com chamadas desligadas sem retorno. • Recebi respostas contraditórias e claramente padronizadas, sem resolução prática. Consequências diretas: Acabámos por viajar para Londres sem alojamento garantido, tendo sido obrigadas a reservar à última hora um hotel de baixa qualidade, em dois quartos separados, numa zona que não escolheríamos, longe do centro e sem condições equivalentes às inicialmente contratadas. As reservas iniciais eram apartamentos com cozinha, escolhidos propositadamente para controlar o orçamento. A perda dessas condições obrigou-nos a comer fora todos os dias, aumentando significativamente os custos da viagem. A Booking apenas atribuiu um crédito único, no valor aproximado de £145 / €165, valor manifestamente insuficiente, que não cobre sequer a diferença real de alojamento, quanto mais os restantes custos e o impacto psicológico da situação. Prejuízos sofridos: • Prejuízo financeiro direto (diferença de alojamento + despesas extra) • Stress elevado, ansiedade e insegurança durante toda a viagem • Viagem completamente comprometida por falhas que não me são imputáveis • Falta de assistência adequada por parte da plataforma intermediária Motivo da reclamação: Considero que a Booking.com falhou gravemente no dever de assistência ao cliente, nomeadamente no dever de realojamento em caso de cancelamento por parte das propriedades, conforme previsto nas suas próprias políticas e na legislação de defesa do consumidor aplicável a plataformas de intermediação. A postura da Booking foi negligente, desorganizada e desresponsabilizante, tentando sistematicamente transferir a responsabilidade para os alojamentos, quando é a plataforma que gere o processo e recebe os pagamentos. Pedido: Solicito o apoio da DECO para: • Análise do caso e mediação com a Booking.com • Avaliação da legalidade da atuação da plataforma • Apoio na obtenção de uma compensação justa, proporcional aos prejuízos sofridos • Orientação sobre eventuais passos legais adicionais Tenho toda a documentação comprovativa, incluindo: • Confirmações de reserva • E-mails trocados com a Booking.com • Mensagens dos anfitriões • Comprovativos de pagamento • Provas dos cancelamentos Fico a aguardar contacto. Com os melhores cumprimentos,
Reembolso negado
Fiz uma reserva pelo Booking.com .A reserva foi cancelada pelo próprio Booking.com. Inicialmente, fui informado(a) de que o valor pago seria creditado na minha “carteira” do Booking, mas que poderia também ser transferido diretamente para a minha conta bancária. Segui todas as instruções fornecidas pelo suporte, incluindo o envio de todos os dados necessários e, posteriormente, o comprovativo do e-mail que confirmava que poderia receber o dinheiro na minha conta. Mesmo assim, fui informado(a) de forma abrupta que “não havia nada a fazer” e o reembolso não seria efetuado. Este processo é inaceitável por várias razões: Fui claramente informado(a) sobre a solução desde o início e cumpri todas as instruções. Enviei todos os comprovativos solicitados, demonstrando que o pedido inicial era legítimo e correto. O suporte mudou de posição sem qualquer explicação plausível, deixando-me sem o valor que me é devido. Exijo que o Booking.com resolva imediatamente esta situação e efetue o reembolso integral do valor pago. A forma como o atendimento foi conduzido demonstra má gestão e falta de consideração pelos clientes. Solicito também uma explicação formal de por que motivo, mesmo com todos os comprovativos apresentados, o problema não foi resolvido.
Mudança de regras após reserva
Boa tarde, No dia 11 de novembro, fiz reserva de dois quartos para quatro pessoas no Hotel Pestana Golf em Sintra, para dia 31/12. Na ocasião, as condições da reserva incluíam cancelamento gratuito até dia 29/12. No dia 15/12, descobri que um de meus filhos não poderá participar do evento e, portanto, acessei a reserva para fazer o cancelamento. Descobri que, no email automático enviado, diziam que não era permitido o cancelamento. Esta informação é um detalhe do email de confirmação da reserva e eu não me preocupei em conferir os detalhes do email, pois confiei nas condições que foram apresentadas na ocasião da reserva. (Por favor, ver anexos). Liguei para o setor de reservas do Hotel mas eles se negaram a autorizar o cancelamento, justificando que eu havia recebido o email dizendo que a reserva não permitia cancelamento. Questiono se esta condição não deveria ser informada ANTES de eu reservar e não DEPOIS que a reserva já foi feita e está em fase co confirmação. O que vale não é o que está escrito no item escolhido no momento da compra, e não no que o email posterior adiciona como detalhe da confirmação. Não concordo com esta mudança de critérios da reserva após o ato da reserva. Solicito vossa ajuda, intercedendo junto ao Hotel, para ter garantido o meu direito ao cancelamento, já que foi com este critério que fiz a reserva, usando meu cartão de crédito. Obrigada
Sucessivos cancelamentos voucher desde 2021
Venho por este meio formalizar uma reclamação relativa ao voucher para um Salto de Paraquedas que adquiri junto da Vossa Empresa na data de 27 de Novembro de 2021, com a referência [Número do Voucher, se aplicável]. O serviço contratado e pago (no valor de [Valor Total Pago, em euros]) nunca pôde ser usufruído, apesar das minhas reiteradas tentativas de agendamento ao longo de mais de quatro anos. Histórico de Cancelamentos e Incumprimento: Desde a data da compra (27/11/2021) até à presente data, o salto foi consecutivamente cancelado por motivos alheios à minha vontade e sobre os quais a Vossa Empresa tem total responsabilidade de gestão ou deveria ter mitigado. Os motivos apresentados para os sucessivos cancelamentos incluíram, mas não se limitaram a: Condições Meteorológicas Desfavoráveis Restrições Aéreas no Espaço Aéreo do Porto (OPO) A Vossa incapacidade de providenciar o serviço durante um período de mais de quatro anos constitui um incumprimento contratual prolongado e inaceitável. Demonstra uma falha crónica na prestação do serviço contratado, excedendo em muito qualquer prazo razoável de espera ou validade do voucher. Pedido de Rescisão e Reembolso: Face à impossibilidade de usufruir do serviço e ao incumprimento reiterado e prolongado dos Vossos deveres contratuais, venho formalizar a rescisão imediata do contrato de prestação de serviços e exigir o reembolso integral e imediato do valor pago pelo voucher.
Salto não realizado
Em 2023, como prenda de Natal recebi um voucher de salto de paraquedas. Inicialmente, marquei para julho de 2024 o qual foi desmarcado com 1 mês de antecedência "por questões meterológicas". Ao remarcar novamente, já em 2025, voltou a ser remarcado por restrições do aeroporto. Desde julho que ligo, envio emails e nunca obtenho resposta. Atualmente, aparece como encerrado e eu sem resposta. Quero a devolução do meu dinheiro.
Cancelamento
Não apresentação das condições contratadas, nomeadamente: Poderá contratar a cobertura no escritório local quando recolher o veículo por 38.00 € dia. Ou pode também fazer a um seguro de reembolso de franquia com CarJet por apenas 7.64 € por dia Total para a sua reserva: 38.22 €. Pedidos de reembolso recusados
Cancelamento de espetaculo
No passado dia 8/2 comprei bilhetes para o espetáculo 100 VOZES DO GOSPEL | TOUR FOR PEACE | PORTO para o dia 23/11. No dia 20/11 recebi um mail da BOL a informar que o espetáculo tinha sido cancelado e que iria receber o reembolso. No dia 26/11 contactei telefonicamente a BOL sendo informação que teria de esperar pelo reembolso, como ate ao dia 3/12 não recebi qualquer informação contactei de novo a linha de apoio ao cliente da BOL sendo informado que teria de aguardar. Até ao momento ainda não foi feito qualquer reembolso no valor de 214.76 euros. O pagamento tem de ser na hora mas o reembolso é aceitável que depois do cancelamento demore tanto tempo?
Resolução de contrato vitalício nr 171455
Eu, Ivan Manuel Cardoso Correia, sócio do Clube Interpass nº 171455-0 e cônjuge Inês Silva Mendes Correia 171455-1, e restantes elementos agregados a este contrato vimos por este meio resolver o contrato celebrado com a empresa Cif - Clube Internacional de Férias S.A.A nossa decisão deve-se a vários motivos e razões: Os preços, propostas, bem como serviços associados que proporcionam a nós sócios estão longe de ser concorrenciais com a grande maioria dos operadores turísticos, quer nacionais quer internacionais. Há muitos meses que pagamos uma taxa de momento, acima das nossas possibilidades, sem que tenhamos usufruído de algo que nos faça continuar com este contrato ativo, nem mesmo usufruindo dos vouchers de oferta!! Juntando a isto, está o valor, que é extremamente exagerado, pago durante vários meses, fazendo muitos sacrifícios e, que ao momento não são de todo possíveis, bem como justificativos a médio e a futuro tempo com condições de exceção altamente vantajosas. Neste momento a nossa condição financeira e familiar (3 filhos - dois de 4 anos de idade e outro com 5 meses) não permite continuar com este contrato. Bem como os fantásticos descontos que proponham ao cliente sócio, perante as vossas parcerias com outras empresas. Após me informar com a Deco o que podia fazer para cancelar este serviço eles apresentaram-me o artº 50º-A do DL 275/93, de 5 de Agosto (com as alterações do Dec. Lei 37/2011, de 10 de Março, art.º 16.º) a partir do pagamento da segunda prestação, o titular tem o direito de resolver o contrato sem sofrer qualquer sanção, desde que informe a empresa no prazo de 14 dias seguidos a contar da receção do pedido de pagamento de cada prestação. Neste sentido, pretendemos resolver este mesmo contrato desde já, não advindo das mesmo quaisquer outras responsabilidades ou direitos para qualquer das partes. Mais recordo, relativamente a contratos vitalícios, o disposto no Dec. Lei 446/85, de 25 de Outubro, capitulo V, art.º 18, als. e) j), e no capítulo IV - Nulidade das cláusulas contratuais gerais, art.º 12, (cláusulas proibidas), sendo que não podem existir clausulas contratuais perpétuas e que, existindo, são consideradas NULAS. Por todas as razões acima descritas consideramos rescindido o contrato com o Clube Interpass. A autorização do débito direto vai ser cancelada igualmente. Obrigado pela atenção. Com os melhores cumprimentos
Problemas psicológicos dinheiro de volta
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a perdas financeiras em plataforma de jogo online ilegal, com pedido de orientação e apoio para medidas de proteção. Situação: • A minha filha, residente em Lisboa, utilizou a plataforma ESC Online, a qual não possui licença do SRIJ para operar em Portugal. • Os pagamentos foram realizados através do sistema MB Way do Novo Banco. • A titular apresenta problemas psicológicos diagnosticados, incluindo comportamento aditivo, estando em acompanhamento médico. • Apesar de ser dinheiro ganho em jogo, a plataforma permitiu que continuasse a apostar de forma descontrolada, sem qualquer alerta, limite ou mecanismo de proteção, explorando a vulnerabilidade da minha filha. • Enviei contato à ESC Online solicitando informações e reembolso parcial, sem resposta até à presente data.
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