Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
R. F.
20/01/2026
Gran Hotel Nagari Boutique & Spa

Reembolso

Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar, o reembolso que não me foi atribuído, após ter pedido cancelamento com 24 horas de antecedência. Fiz o pedido de cancelamento através da plataforma “Booking.com” Em anexo envio , comprovativo da data e hora do meu pedido de cancelamento! Agradeço que analisem esta situação. Att. Ricardo Henriques

Em curso
L. R.
20/01/2026

Resposta à Booking

Exmos Senhores, Conatcatado pela Bookink referem não terem recebido os anexos da reclamação feita em 04/2025. A DECO tem esses anexos e coloco-as aqui de novo. Reclamação com o número: 12749553 Cumprimentos,

Em curso
E. F.
18/01/2026

Cancelamento

Exmos senhores. Venho por este meio expor a minha situação, uma vez que comprei um salto na skydive maia , no qual foi agendada para dia 7 de agosto de 2025 e dias antes recebi mail a desmarcar devido ao tráfego aéreo. Desde então já enviei vários emails e mensagens WhatsApp para reagendar e até agora nunca obtive resposta. Neste momento quero o reembolso uma vez que não é uma empresa credível. Obrigada pela ajuda

Em curso
D. C.
18/01/2026

Cancelamento Salto Parquedas

A 24/7/2023 comprei um salto de paraquedas na SkyDive Maia. Após várias marcações da minha parte; e desmarcacões da parte da empresa, com a desculpa da situação meteorológica e do tráfego aéreo no Porto deparo-me que a empresa fechou e que nunca realizei o salto.

Em curso
I. S.
16/01/2026

KLM - Voos cancelados, falta de assistência e despesas extra

Exmos. Senhores Venho, por este meio, apresentar reclamação e solicitar apoio na resolução de um conflito com a companhia aérea KLM (Air France KLM), relativo a cancelamentos sucessivos, ausência total de assistência e recusa indevida de reembolso de despesas, no âmbito do Regulamento (CE) n.º 261/2004. Identificação do processo Reserva: YJYA9K Passageiros: Mafalda Claro, Igor Simão, Bruna Lebre e Eduardo Cláudio Voo: KL1587 (Amesterdão–Lisboa) Datas relevantes: 2 a 4 de janeiro de 2026 No dia 2 de janeiro de 2026 viajámos de Praga para Amesterdão no voo KL1358, com ligação para Lisboa no voo KL1587. Em Praga, a KLM obrigou-nos a despachar os trolleys por alegada falta de espaço na cabine, garantindo que seguiriam para Lisboa. Já dentro do avião recebemos a notificação de cancelamento do voo de ligação para Lisboa e a remarcação para 3 de janeiro às 21:15h ou seja 24horas depois. Em Amesterdão Schiphol não nos foi prestada qualquer assistência. Não foi disponibilizado alojamento, nem refeições, nem comunicações, nem transporte. O apoio ao cliente não atendia e os postos da KLM encerraram, sem que fosse apresentada solução. Perante a inexistência de balcões em funcionamento e a ausência de orientação, procurámos trabalhadores da KLM no aeroporto e, numa abordagem a funcionárias que se afastavam, foi-nos transmitido que o hotel seria suportado por nós e que depois seria reembolsado. Na prática, ficámos entregues a nós próprios. Pagámos alojamento, alimentação e transportes. No dia 3 regressámos ao aeroporto e o voo remarcado foi primeiro atrasado e depois cancelado. A KLM remarcou-nos para 5 de janeiro às 21:15h ou seja 48h depois, data incompatível com as nossas obrigações profissionais, mantendo-nos sem bagagem, roupa e artigos de higiene. No dia 4 voltámos ao aeroporto para tentar recuperar a bagagem, sem sucesso. Mais grave ainda, a remarcação de 5 de janeiro acabou por ser novamente cancelada e adiada para 7 de janeiro e, posteriormente, cancelada e adiada para 8 de janeiro. Ou seja, se não tivéssemos encontrado alternativa por meios próprios, teríamos sido forçados a permanecer de 2 a 8 de janeiro sem bagagem e sem condições mínimas, suportando diariamente custos de alojamento, alimentação e transportes, sempre sem assistência. Para conseguirmos regressar a Portugal e evitar faltar ao trabalho, tivemos de alugar uma viatura e deslocar-nos de Amesterdão Schiphol até Paris Orly, onde comprámos novos bilhetes na TAP, incorrendo em custos adicionais elevados. Apenas recebemos a bagagem no dia 7 de janeiro, na sequência de reclamação apresentada, sendo incompreensível ter sido repetido que a bagagem seguiria “nos próximos voos” quando esses voos estavam constantemente a ser cancelados. Enquadramento legal e direitos violados A situação descrita enquadra-se no Regulamento (CE) n.º 261/2004. Em particular: 1. Artigo 9.º, dever de assistência, incluindo refeições e bebidas em proporção com o tempo de espera, alojamento quando necessário, transporte entre aeroporto e alojamento e comunicações. Esta obrigação é autónoma e não depende do reembolso do bilhete nem da existência de seguro. 2. Artigo 8.º, direito ao reembolso e ao reencaminhamento. Relevante também o direito ao reencaminhamento em data posterior da conveniência do passageiro, sujeito à disponibilidade de lugares, não podendo a companhia impor sucessivas remarcações que, na prática, prolongam indefinidamente a espera e obrigam a novas noites pagas pelo passageiro. 3. Artigos 5.º e 7.º, relativos ao cancelamento e indemnização aplicável, quando devido. 4. Artigo 14.º, dever de informação sobre direitos dos passageiros. Após reclamação junto da KLM, foi-nos respondido que teriam “cumprido as obrigações” oferecendo o reembolso de um voo, recusando o reembolso das despesas de alimentação e alojamento com o argumento de já existir uma solicitação de reembolso dos bilhetes, remetendo-nos para o segurador de viagem para “custos ou perdas indiretas”. Entendemos que esta posição é ilegal, por confundir ou ignorar o dever de assistência e o reembolso de despesas necessárias decorrentes da ausência de assistência, que são responsabilidade direta da transportadora ao abrigo do artigo 9.º. O valor da indemnização referida pela companhia, além de não cobrir os custos efetivamente suportados, não substitui o reembolso das despesas necessárias, que decorrem de uma obrigação autónoma. O que pretendemos, em primeiro lugar, é o reembolso integral das despesas comprovadas que fomos obrigados a suportar devido à ausência de assistência. Solicito o apoio da DECO para: 1. Intervir junto da KLM no sentido de serem reembolsadas, integralmente e para cada um dos quatro passageiros, todas as despesas necessárias e proporcionais suportadas por falta de assistência, incluindo alojamento, alimentação, transportes locais, deslocações entre aeroporto e hotel, aluguer de viatura e bilhetes TAP. 2. Acompanhar a regularização dos restantes direitos aplicáveis, incluindo reembolso dos voos não utilizados e cancelados e, quando aplicável, a indemnização prevista no Regulamento. Agradeço a vossa ajuda com caráter de urgência.

Em curso
P. S.
15/01/2026

Cancelamento de Voo

No passado dia 15/12/2025 fui informada no aeroporto de Krabi do cancelamento do meu voo para o proprio dia. Esta reserva foi feita no site da Bookin.com e a cobrança tambem foi feita pela Booking.com Estou desde dia 15/12 á espera do reembolso do valor pago e a booking diz que tem de ser o operador Go To Gate, a GO To Gate diz que tem que ser a companhia aerea e ando nisto. O meu Voo era de Krabi para Bangkok, a reserva foi efetuada 26/04, nunca me informaram do cancelamento e agora não me devolvem o dinheiro que me cobraram de um serviço que cancelaram Desde dia 15/12 que ando neste filme sem resolução eu paguei por um serviço que não usufrui porque eles o cancelaram Foi a booking.com que me cobrou mas não me devolve o dinheiro

Em curso
P. S.
15/01/2026

Cancelamento de Voo

No passado dia 15/12/2025 fui informada no aeroporto de Krabi do cancelamento do meu voo para o proprio dia. Esta reserva foi feita no site da Bookin.com e a cobrança tambem foi feita pela Booking.com Estou desde dia 15/12 á espera do reembolso do valor pago e a booking diz que tem de ser o operador Go To Gate, a GO To Gate diz que tem que ser a companhia aerea e ando nisto. O meu Voo era de Krabi para Bangkok, a reserva foi efetuada 26/04, nunca me informaram do cancelamento e agora não me devolvem o dinheiro que me cobraram de um serviço que cancelaram Desde dia 15/12 que ando neste filme sem resolução eu paguei por um serviço que não usufrui porque eles o cancelaram Foi a booking.com que me cobrou mas não me devolve o dinheiro

Em curso
J. B.
13/01/2026

Pedido de reembolso

Em 2022, adquiri um voucher para um salto de paraquedas com a empresa Skydive Maia e marquei para 2023. O salto foi adiado sucessivamente em 2023, 2024 e novamente em 2025, sempre por iniciativa da empresa, ou por razões das condições meteorológicas ou por restrições do aeroporto do porto. Após o último adiamento, desde então, tenho tentado contactar por telefone, e-mail e WhatsApp, mas não atendem chamadas nem respondem a nenhuma das mensagens. Esta situação é inadmissível — trata-se de um serviço que nunca foi prestado ao longo de três anos nem qualquer reembolso do valor pago.

Em curso
S. R.
12/01/2026

Cobrança indevida sem reembolso

A Pior empresa em todos os pontos possiveis, em 2025 liguei pedindo cancelamento e falaram que estava ok , agora no mes de fevereiro chega o desconto em fatura, e detalhe inumeras chamadas com 40e 30 min na tentativa de resolver, isso e Prime? Ta mais para falta de lealdade com o que e oferecido pela empresa. Nao cumpre seu devido dever, e no site informa iremos informar antes para se caso queira cancelar mais uma mentira contra o consumidor.

Em curso
?. ?.
08/01/2026

Impossibilidade de cancelamento de reserva por falha de comunicação entre Booking e alojamento

Exmos. Senhores, O meu nome é Jiahui Chen e venho por este meio apresentar uma reclamação formal relacionada com a impossibilidade de cancelar uma reserva efetuada através da plataforma Booking.com, apesar de existir concordância prévia por parte do alojamento “Flores Guest House”. Dados da reserva: - Número de confirmação: 15030387331910247860 - Datas reservadas: 01/10 a 01/11 - Plataforma de reserva: Booking.com ### Exposição dos factos 1. Após ter verificado que reservei as datas incorretamente, entrei em contacto telefónico com o alojamento, que concordou com o cancelamento da reserva sem custos, conforme comprovado por registos/mensagens que posso apresentar. De seguida, procedi ao pedido de cancelamento através da própria plataforma Booking (opção “Gerir reserva → Cancelar pedido → Isenção de taxa de cancelamento”). Contudo, recebi posteriormente uma notificação da Booking a informar que o alojamento teria recusado o pedido, pelo que o cancelamento não foi efetuado. 2. Voltei então a contactar o alojamento por telefone e por email. O alojamento afirmou que não recebeu qualquer pedido de cancelamento enviado pela Booking, alegando que não tem capacidade para cancelar unilateralmente a reserva. Acrescentou ainda que, segundo o seu sistema interno, a reserva teria sido efetuada através de uma terceira plataforma (Expedia), e que o número interno deles não corresponde ao meu número de confirmação, motivo pelo qual dizem não conseguir prestar assistência. Esta posição encontra-se documentada por email. 3. Em paralelo, contactei o serviço de apoio ao cliente da Booking, que afirmou que o pedido de cancelamento foi devidamente enviado ao alojamento e que não pode voltar a intervir no sistema sem a aprovação do mesmo. 4. Após múltiplas tentativas de contacto com ambas as partes, fiquei numa situação em que nenhuma entidade assume responsabilidade, impossibilitando-me de exercer o meu direito enquanto consumidora. Esta situação levanta sérias dúvidas, nomeadamente: - Se é verdade que a Booking processou a reserva através de um terceiro (Expedia) sem que tal fosse claro para o consumidor, criando um sistema interno opaco que impede a gestão legítima da reserva; - Ou, alternativamente, se o alojamento recebeu efetivamente o pedido de cancelamento, mas o recusou por razões comerciais, induzindo o consumidor em erro ao afirmar que: 1) não recebeu qualquer comunicação; 2) não consegue localizar a reserva e que esta estaria vinculada à Expedia, remetendo indevidamente o consumidor para outra entidade. ### Fundamentação da reclamação Independentemente de qual destas hipóteses seja verdadeira, considero que esta situação viola claramente os meus direitos enquanto consumidora, nomeadamente: - o direito à informação clara e transparente; - o direito a uma resposta diligente e coerente por parte dos prestadores de serviços; - o direito a mecanismos eficazes de resolução de conflitos, sem que o consumidor fique bloqueado entre plataformas. ### Pedido Solicito, assim, a intervenção da DECO PROteste, no sentido de: - promover a clarificação e investigação da responsabilidade entre a Booking e o alojamento; - assegurar que o cancelamento seja tratado de forma justa e conforme o que foi acordado; - contribuir para a proteção dos direitos do consumidor e para a transparência das práticas das plataformas de reserva online. Agradeço desde já a atenção dispensada e coloco-me à disposição para fornecer todos os comprovativos necessários. Com os melhores cumprimentos, Jiahui Chen

Em curso

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