Reclamações públicas

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B. M.
27/02/2026

Rescisao contrato

Venho por este meio comunicar a minha intenção de rescindir o contrato celebrado com a Interpass, com efeitos imediatos, nos termos legalmente aplicáveis. A decisão prende-se com o facto de os serviços prestados não corresponderem ao que foi apresentado no momento da adesão. Para além disso, verifiquei que não utilizo os serviços disponibilizados e que quando comparado com alternativas no mercado, os custos associados acabam por ser superiores, não justificando a continuidade do contrato. Assim solicito a confirmação da rescisão do contrato bem como a informação sobre sobre eventuais procedimentos adicionais necessários para a sua conclusão. Solicito ainda que me seja enviado um comprovativo por escrito da cessação do vínculo contratual, Cumprimentos Barbara Martins

Encerrada
A. C.
26/02/2026

Recusa em cancelamento de contrato

Exmos Srs Na sequência das várias tentativas para cancelar o meu contrato com a Empresa Interpass da qual sou associada desde 2005, venho solicitar que finalmente seja considerada a minha vontade em cancelar o contrato, embora perdendo todas os pagamentos feitos a uma Empresa da qual raramente ou quase nunca usufruí. O contrato foi muito caro. Ficou tudo pago. Durante anos paguei anuidade sem qualquer nexo, porque nada me era comunicado a não ser os pagamentos da anuidade. Com as dificuldades financeiras que tinha era me dificil pagar este extra e em 2023 não consegui pagar. Contudo em 2024 ao falar telefonicamente com uma colaboradora sobre esta situação, foi me sugerido por ela e garantido que assim seria feito, pagar o ano de 2024 e perdoariam a divida de 2023. Ficou ainda garantido que ao liquidar a atual fatura ficaria com o contrato cancelado definitivamente como era a minha vontade. Nada disso aconteceu. Não cancelam o contrato, mesmo após as várias insistencias, claro para continuarem a colocar me em situação de divida ano apos ano. Considero um abuso da parte da Empresa , manter á força um cliente, que mesmo perdendo muito dinheiro ao longo dos anos, quer sair da Empresa. Solicito o imediato cancelamento que existe entre mim e a Interpass, e que parem de me ameaçar. Aguardo resposta urgente Cumprimentos Ana Carvalho

Encerrada
E. G.
24/02/2026
Oporto City View - Santa Catarina

REEMBOLSO DA RESERVA POR MOTIVO DE FORCA MAIOR

Por meio deste documento, solicito a sua intermediação para o reembolso da minha reserva neste alojamento turístico. Enviei à empresa os links com os decretos de alarme do estado português publicados pelo governo, bem como comunicados da proteção civil e da agência meteorológica, com avisos para não viajar para o Porto devido aos riscos das sucessivas tempestades e ao perigo de transbordamento do rio Douro, tudo isto amparado pelos referidos decretos e pela lei de força maior que obrigava ao reembolso total. Tanto o alojamento como a plataforma Booking ignoraram toda esta informação, alegando que se tratava de outras regiões, argumento este que não é válido, pois é o Porto a cidade mencionada nos referidos decretos de alarme e calamidade. Comecei a reclamar no dia 6 de fevereiro e, finalmente, após muitos e-mails e telefonemas, recusaram-se a fazer o reembolso. Peço a sua ajuda, dada a indefesa situação do turista perante estes casos de abuso, quando nem mesmo a lei portuguesa de força maior é respeitada pelos estabelecimentos do país. Obrigada

Encerrada
M. M.
20/02/2026
Ibis Lisboa Saldanha

reembolso de valor de reserva

Exmos. Senhores Efectuei, no dia 19 de fevereiro 2026, online, com cartão bancário, uma reserva na empresa supra mencionada. Surgidos alguns constrangimentos, e ao abrigo do Direito ao Arrependimento, consagrado no Decreto-lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, vi-me obrigado a solicitar o montade debitado pela empresa. Após contactada, esta recusa-se a proceder ao devido reembolso. Nesse sentido, foi exarada a presente reclamação.

Encerrada
B. L.
19/02/2026

Salto não realizado

No dia 22/12/2023 adquiri um voucher para um salto de paraquedas, oferecido como presente, junto da empresa reclamada. O salto foi inicialmente agendado para o dia 09/09/2024, tendo sido cancelado por restrições aéreas, motivo alheio à minha vontade. Posteriormente, o salto foi novamente reagendado para 26/06/2025, sendo mais uma vez cancelado pelo mesmo motivo. Um terceiro reagendamento foi marcado para 15/09/2025, tendo novamente sido cancelado por restrições aéreas. Nessa ocasião, a empresa informou por escrito que a agenda se encontrava temporariamente encerrada para reorganização, prometendo novidades a partir de 30 de setembro para reagendamento em datas mais seguras. Quando tentei proceder a novo reagendamento, constatei que o estabelecimento se encontra encerrado de forma permanente, sem qualquer aviso prévio, contacto alternativo ou proposta de reembolso do valor pago. Neste momento, não existe qualquer forma de contactar a empresa, encontrando-me privada do serviço contratado e do montante pago, apesar de todos os cancelamentos terem sido da responsabilidade exclusiva da empresa. Face ao exposto, considero que existe incumprimento contratual grave, solicitando o reembolso integral e imediato do valor pago, nos termos da legislação de defesa do consumidor. Solicito ainda a intervenção das entidades competentes para averiguar a conduta da empresa e assegurar a reposição dos meus direitos enquanto consumidora.

Encerrada
P. M.
18/02/2026

Pedido de cancelamento não concedido

Exmos. Senhores, Fiz uma reserva de uma noite num hotel no Porto, na página de internet da Booking. No email de confirmação referia que haveria possibilidade de cancelamento gratuito até dia 13 de fevereiro de 2026 às 23:59. No dia 13 de fevereiro de 2026 tentei cancelar a reserva e foi-me dito que a reserva havia sido feita através de um parceiro Booking e, como tal, não poderia ser cancelada. No entanto, fizeram um pedido especial de cancelamento, o qual agradeci. Pouco tempo depois, recebi um email da Booking a referir que contactou o hotel mas que, infelizmente, o alojamento não aceitou cancelar a reserva. Depois disso, contactei o hotel e fui informada que o mesmo não havia recebido pedido algum de cancelamento por parte da Booking. Falei de novo com um calobrador da Booking que me informou que o cancelamento teria de ser autorizado pelo parceiro. Independentemente da política de cancelamento dos parceiros, o contacto do cliente é com a Booking. Para além disso, o email de confirmação tem bem explícita a possibilidade de cancelamento gratuito. Assim, considero que o valor que paguei pela noite no hotel que não usufrui, apesar de a ter tentado cancelar no prazo devido, deva ser ressarcido. Atentamente, P.M.

Encerrada
M. P.
15/02/2026

Experiência não realizada

Exmos. Senhores, Em 1 de janeiro de 2024 foi adquirido, como oferta para mim, um pacote de salto de paraquedas e um pacote de fotos/video organizados pela Skydive Maia, pendente de marcação de data, pelo valor de 139,99€ e 99,00€, respetivamente. O pagamento foi efetuado no momento. Venho, por este meio, comunicar que, por cancelamento comunicado pela empresa e falta de resposta à posteriori, a experiência que adquiri não foi realizada. O primeiro salto foi agendado para o dia 2 de novembro de 2024 e no dia 24 de outubro foi cancelado por “restrições aéreas pelo aeroporto do Porto devido ao aumento do tráfego aéreo procedente do aumento de turismo no Porto”. Como permitido pela própria empresa, o salto foi reagendado para o dia 3 de agosto de 2025 e no dia 25 de julho foi cancelado pelo mesmo motivo, nomeadamente “restrições impostas pelo aeroporto do Porto”, sendo que a empresa deixou de responder ao pedido de remarcação a partir desta data, não respondendo a e-mails ou chamadas, feitas em dias diferentes e horários variados. Foram feitas várias tentativas de contacto com a Skydive Maia desde então, sem sucesso. Foi também contactada a empresa Skydive Valladolid, também sem sucesso. Assim, redige-se esta reclamação, a fim de ser reembolsado dos 238,99€ já entregues. Cumprimentos.

Encerrada
J. A.
14/02/2026

Cancelamento 15 minutos após compra – Falta de informação essencial – Pedido de reembolso

Comprei uma passagem aérea pelo site Kiwi.com e percebi imediatamente que havia selecionado as datas erradas. Solicitei o cancelamento 15 minutos após a compra. O suporte da Kiwi me informou que eu poderia receber reembolso total ou parcial, mas não fui informado de que, caso a companhia aérea recusasse o reembolso, eu perderia 100% do valor e o bilhete seria encerrado irreversivelmente. Essa informação é essencial e teria influenciado completamente a minha decisão. Aceitei o cancelamento com base em informação incompleta. A Kiwi cancelou internamente o bilhete antes da resposta da companhia aérea, o que me prejudicou e eliminou quaisquer alternativas, como: – remarcação (mesmo com custos) – crédito – utilização do bilhete original Solicito a intervenção da DECO para: – Garantir o reembolso total, OU – Assegurar um reembolso parcial significativo, compatível com a má informação fornecida e o curto prazo de cancelamento (15 minutos).

Encerrada
R. F.
14/02/2026

Voucher não utilizado e pedido de solução

Apresento reclamação relativa ao voucher nº 13932, adquirido/oferecido em Março 2022, referente a uma experiência de salto tandem que, até à presente data, nunca foi possível realizar devido a sucessivos cancelamentos efetuados pela empresa por motivos operacionais (condições meteorológicas, manutenção de aeronave e restrições aeroportuárias). Ao longo dos anos demonstrei disponibilidade para reagendar em diversas ocasiões, tendo todas as marcações sido canceladas sem que o serviço contratado fosse efetivamente prestado. Em 2024 solicitei o reembolso do valor pago, tendo-me sido comunicado que os vouchers são não reembolsáveis, mesmo quando a impossibilidade de prestação do serviço resulta de cancelamentos operacionais da própria empresa. Considerando que o serviço nunca foi prestado, venho exigir a devolução integral do valor pago pelo voucher, solicitando a resolução desta situação no prazo legal aplicável.

Encerrada
R. B.
12/02/2026

Cancelamento por força maior

Exmo Sr. Fiz a reserva acima através da Booking.com, visando viajar para Vila do Conde, do dia 14 até 17/02/26. Como é de conhecimento geral, Portugal vem sendo afetado por diversos fenômenos climáticos que tem causado inundações e destruição em várias áreas (Vila do Conde inclusive) e estradas como a A1. Seguindo recomendações de segurança do governo, solicitei o cancelamento da minha estadia junto a booking.com, por motivos de força maior. A Booking.com me informou que a reserva foi processada pela parceira Expedia Affiliate Network. A Booking.com direcionou-me para o hotel. O hotel contactou a Expedia e obteve a indicação de que o cancelamento deve ser processado pelo "ponto de venda original". Foi-me ainda fornecido um contacto de uma empresa intermediária chinesa (gzjoetravel.com), o que é absolutamente desconcertante para uma consumidora que fez uma reserva simples num aplicativo. Estou a ser empurrada entre plataformas há dias enquanto o país está em calamidade. Nenhuma das partes assume a responsabilidade de resolver uma situação que, pela própria política, deveria ser resolvida de forma proativa e imediata. Solicito que a booking, plataforma que usei para reserva, faça o cancelamento e devolução do valor integralmente pago, uma vez que não é culpa minha e sim, FORÇA MAIOR.

Encerrada

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