Reclamações públicas
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Abuso/engano a pessoa idosa
Exmos Srs., Em Janeiro passado, forçaram a minha tia, de 82 anos, a adquirir um aparelho auditivo que não necessitava, assinando para isso um contrato de crédito que ela não compreendeu e o qual não consegue pagar. Nem sequer lhe deram cópia do contrato que assinou, limitando evidentemente a possibilidade de reagir ou de perceber o que fez. A postura dos trabalhadores é de autêntico bullying, aproveitando-se da idade e fragilidade das pessoas. Solicito a resolução do contrato, a devolução dos montantes pagos, devolvendo, evidentemente, o referido aparelho auditivo.
Pagamento deferido
Bom dia, contratei um seguro a 1/4 com cancelamento. No dia 11/4 descobri que estava grávida, sendo que apesar do médico me colocar numa gravidez de risco aconselhou me a efetuar a viagem na mesma sem riscos. Lamentavelmente passado um mês a 6/5, e devido a um quadro de Hiperemese gravidica, com nauseas e vómitos constantes, com desidratação e podendo surgir complicações com a gravidez devido a um voo prolongado ( Vietname) o médico efetuou um relatório nesse sentido e aconselhou-me a não viajar, coisa que assim fiz derivado as complicações existentes na altura da viagem. Visto ter um seguro de viagem que cobria complicações na gravidez, expus o relatório ao seguro. Após mais de um mês de aguardar uma resposta enviaram um email a solicitar novo relatório, coisa que enviei agora pormenizorado por parte do médico com datas e consultas e o sucedido durante a mesma. Após esse novo relatório, recebi uma resposta da companhia de seguros a informar que não aceitam a justificação porque uma gravidez de risco não é uma complicação da gravidez, coisa que é falsa porque a gravidez de risco não foi o motivo para não viajar mas sim a Hiperemese que surgiu perto da data da viagem, conforme explicado no relatório e que poderia trazer complicações para mim e para o feto. Deste modo, necessito de ajuda no sentido do seguro assumir o que notoriamente está coberto pelas coberturas que contratrei. Cumprimentos Liliana Vieira
SÓCIO Á FORÇA.(PLANO DE SAUDE PLATINIUM MAIS) COM O NUNERO DE CONTRATO451002869909M
A MEDICARE TEM INSISTIDO NO ENVIO MENSALMENTE (29,90)APESAR DE TER SIDO DEVIDAMENTE NOTIFICADA QUE ANULAVA MINHA INSCRIÇÃO COMO SÓCIO E NUNCA TER UTILIZADA A MEDICARE PARA QUALQUER SITUAÇÃO. O QUE FAZER? CORDEALMENTE ANTÓNIO MANUEL TÃO FERRAZ
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, No momento da apresentação do kit durante uma ação da Bebé5D, foi-nos claramente informado que não haveria qualquer custo, caso optássemos por não avançar com o serviço de criopreservação. Com base nessa informação, aceitamos receber o kit, sob a condição de que iríamos analisá-lo com calma e tomar uma decisão posteriormente. Para nossa surpresa, fomos agora confrontados com uma cobrança no valor de 195€, referente ao kit e a alegados “processos administrativos”. Consideramos esta cobrança totalmente indevida, uma vez que a entrega do kit foi feita sob premissas que não previam qualquer encargo sem a formalização da contratação do serviço. Solicitamos, assim, o cancelamento imediato desta cobrança, e aguardamos a vossa resposta com a devida correção da situação.
Dano físico e estético
Iniciei um tratamento ortodôntico com alinhadores SureSmile na clínica em questão em dezembro de 2024. Paguei cerca de 74% do valor total do tratamento, tendo recebido apenas 10% da execução prevista antes de o mesmo ser interrompido unilateralmente. Durante o uso dos alinhadores, percebi dor e escurecimento no dente 21, que relatei diretamente à médica responsável, que demorou quase 2 semanas para verificar o acontecido e confirmar que era uma necrose. Preocupado, procurei um especialista externo para segunda opinião, que confirmou necrose pulpar no dente 21, exigindo tratamento de canal e posterior intervenção estética. Só assim a clínica se dispôs a fazer o canal e clareamento sem custos, assumindo a responsabilidade, mesmo que tácita. Tentei um acordo extrajudicial exigindo o valor pago mais uma compensação pelo dano sofrido, afim de cobrir todos os custos futuros do tratamento como sessões de clareamento e colocação de faceta bem como o dano estético permanente. Entretanto, a clínica nega um acordo, mantendo-se na posse do valor pago, sem prestar o serviço contratado nem qualquer forma de compensação. A retenção desses valores, segundo a Lei de Defesa do Consumidor, pode configurar enriquecimento sem causa, já que houve falha na prestação e o plano foi abandonado. Até hoje, não fiz qualquer queixa pública ou formal, demonstrando boa fé e intenção de resolver a situação de forma discreta. No entanto, sinto-me lesado tanto financeira quanto emocionalmente. O dano afetou a minha autoestima e meu emocional, pois quando procurei o tratamento, almejava um resultado totalmente oposto do que tenho agora. O registo da clínica no site da ERS encontra-se expirado, o que agrava a situação. Como não querem resolver de forma amigável, resta-me seguir com todos os procedimentos legais para resolver a situação para reaver o valor pago, mais a compensação pelos danos estético, moral e material.
Querem cobrar um seguro que nunca assinei para aderir.
Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar, que fui contactada pela vossa empresa em junho 2024, para me apresentarem um seguro de saúde onde para me enviarem dados sobre esse seguro, pediram dados sobre os familiares da habitação, onde só assim poderiam simular esse seguro! Facultei esses dados, nomes ,contribuintes e datas nascimento! Qual a minha surpresa, que sem ter aceite ou assinado nada para aderir a esse seguro, me andam a ligar mandam mensagens para fazer pagamentos de um seguro, que nunca usufrui pois nunca aceitei tal seguro. Já tentei ao telefone com eles explicar que não tenho seguro nenhum associado com eles, pois nunca assinei nada nunca dei iban para pagamentos de tal seguro e nunca sequer recebi cartões de tal seguro...nunca esse seguro foi sequer ativado por mim! Estes dias, dizem me que em junho deste ano ativa mais um ano de um seguro que nunca aceitei ! Enviam me constantemente mensagens para pagamentos mensais desse tal seguro. Agradeço que possam retificar essa situação, pois não estou interessada nem nunca usufrui desse seguro. Agradeço resposta a esta reclamação. Obrigada,Cumprimentos Fernanda Duarte
Alteração unilateral dos termos do contracto
Exmos. Senhores peço a vossa intervenção no sentido de ser feita a minha pretensão de ser reembolsado por dois meses debitados na minha conta em que considero que os termos do contrato foram alterados de forma unilateral pela parte da empresa de ginásios Holmes Place. Em 15 de maio de 2023 fiz um contrato com a Holmes Place (HP Active Grande Lisboa Unipessoal Lda.) em que no contracto, na caixa "Notas" escrevi à mão: ACORDADO C/ DIRECTOR CARLOS GOMES SE UTILIZAÇÃO INTERMITENTE MÊS SIM, MÊS NÃO, UM ANO PERMITE DOIS ANOS UTILIZAÇÃO. Esta adenda foi cumprida por ambas as partes até que no dia 1 de junho e no dia 2 de julho me foi debitada a quantia de duas vezes 86,58 euros sem que eu fosse informado das alterações da tipologia do contrato. No dia 4 de julho dirigi-me às instalações do Holmes Place na Defensores de Chaves e falei com o auxiliar Bruno Gentil, onde fiz notar a minha discórdia sobre o facto de me ter sido debitado os dois meses nesta nova tipologia. Nesse dia foi-me dito que o Sr Carlos Gomes entraria em contacto comigo, o que não se veio a concretizar. No dia 9 de julho enviei um e-mail para o endereço em que tinha recebido o contracto em maio de 2023, onde constatei o meu desagrado pela alteração de tipologia do contrato, que queria cancelar o meu contrato e que iria apresentar queixa na Deco. Até â data não obtive nenhuma resposta e peço a vossas Excelências que me apoiem intervencionando junto da empresa Holmes Place para que seja ressarcido dos 173,16 euros (2 x 86,58) que eu considero terem sido indevidamente cobrados Atenciosamente João A Figueiredo
Reclamação Formal – Falhas no Atendimento, Comunicação Clínica e Tratamento Discriminatório
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal sobre o atendimento e acompanhamento prestado ao meu avô, Sr. António das Neves Duarte, ao longo de várias idas às urgências e subsequente internamento no Hospital de Santo André – Centro Hospitalar de Leiria, entre os meses de maio e julho de 2025. Durante aproximadamente 15 dias consecutivos, o meu avô foi enviado repetidamente para casa após passagens pelas urgências, sempre com diagnósticos diferentes e prescrição de antibióticos distintos, sendo que retornava à unidade hospitalar no dia seguinte, ou no próprio dia, devido à persistência e agravamento dos sintomas. Desde as primeiras triagens, foi reportado (por mim e pela família) que o Sr. António apresentava soluços constantes provocados pela própria expetoração, o que indicava uma possível obstrução respiratória ou infeção. Apesar disso, não foram realizados os devidos exames complementares de diagnóstico nem observações aprofundadas, tendo sido sistematicamente desvalorizadas as nossas preocupações. Durante este processo, senti-me repetidamente desrespeitada e discriminada pelo meu aspeto físico (tatuagens visíveis), sendo tratada com indiferença, ignorada nas minhas tentativas de comunicar com a equipa médica e impedida, em todas as ocasiões, de acompanhar o meu avô — apesar de ele se encontrar em estado avançado de Alzheimer, sem capacidade de fala, compreensão ou expressão de necessidades básicas. Acresce que, em determinado momento, foi-me insinuado que as idas recorrentes ao hospital aconteciam porque eu “me queria livrar do meu avô”. Essa afirmação é completamente falsa, ofensiva e inaceitável, revelando um juízo precipitado, injusto e profundamente doloroso para quem apenas procurava garantir cuidados dignos e adequados a um familiar em situação de vulnerabilidade extrema. Após estas idas e vindas, o meu avô acabou por ser internado no serviço de Pneumologia com um diagnóstico de infeção pulmonar grave, sendo posteriormente transferido para Medicina Interna, onde me foi dito que “nas urgências foi feita uma asneira” ao tê-lo mandado para casa em diversas ocasiões, e que o seu estado era crítico, podendo falecer dentro de poucos dias ou sobreviver com limitações severas — dependente de um “milagre”, nas palavras utilizadas. Após a sua alta da Medicina Interna, fui informada de que a médica responsável tinha removido toda a medicação que o meu avô tomava habitualmente, incluindo aquela relativa ao tratamento da demência. Ao questionar os profissionais de enfermagem sobre essa decisão, foi-me dito que, segundo indicação médica, o meu avô “não possuía qualquer demência” e, por isso, não necessitava de medicação. Tal afirmação é absolutamente falsa e contrariada por relatórios médicos emitidos pelo neurologista que o acompanhou, os quais confirmam, de forma inequívoca, o diagnóstico de doença de Alzheimer em estado avançado. Durante todo o internamento, sempre que tentei contactar diretamente a médica responsável, fui informada que ela não se encontrava presente, ou as minhas chamadas eram desligadas sem qualquer justificação. Houve um dia — cuja data não consigo precisar — em que liguei seis vezes para o hospital para tentar falar com a médica, tendo as chamadas sido sempre interrompidas. Cerca de 20 minutos depois, o hospital contactou-me a informar que o meu avô ia ser transferido para Alcobaça. Quando questionei para onde e por que motivo, a senhora que me atendeu mostrou-se surpreendida por eu não saber, afirmando que “o hospital já me deveria ter contactado durante a manhã”. Segundo a mesma profissional, a razão da transferência seria “por estar mais perto da família” — argumento que me foi comunicado apenas no momento da decisão, sem que eu tivesse sido previamente consultada ou sequer informada com a devida antecedência. Após a transferência, desloquei-me pessoalmente à unidade hospitalar de Alcobaça, onde constatei que a medicação do meu avô, deixada por mim em Leiria, não tinha sido enviada com ele. Quando contactei o Hospital de Leiria, foi-me dito que teria de resolver o assunto diretamente com Alcobaça, mesmo sabendo que os pertences e a medicação tinham ficado no Hospital de Leiria. Esta falta de comunicação, articulação e cuidado é absolutamente inaceitável. Toda esta sequência de falhas demonstra uma grave desorganização institucional, uma falta de empatia com o doente e a família, e uma profunda desvalorização da dignidade de uma pessoa idosa, não autónoma e sem capacidade de se exprimir verbalmente. Perante tudo o exposto, venho: Solicitar uma avaliação interna às falhas assistenciais e comunicacionais ocorridas durante as urgências, o internamento e a transferência; Reforçar a necessidade de formação das equipas na abordagem a doentes com demência avançada e no respeito pela comunicação com os familiares; Solicitar a análise da conduta discriminatória, desumana e negligente de que fui alvo, enquanto cuidadora, e que prejudicou gravemente o bem-estar do meu avô. Apresento esta reclamação com o objetivo de defender a dignidade do meu avô, proteger outros utentes que possam enfrentar situações semelhantes e contribuir para uma melhoria real na qualidade dos cuidados prestados por esta instituição pública de saúde. Aguardo resposta formal a esta exposição, dentro do prazo legal. Com os melhores cumprimentos
Recusa de reembolso
Exmos. senhores No dia 2 de Junho procedi a submissão do pedido de comparticipação de despesas relativas ao beneficiário Leonor Fradinho nº 26396173 (fatura em anexo), tendo recebido resposta no dia 20 de junho que as despesas não seriam comparticipadas, Informamos que a despesa apresentada não é passível de reembolso em Regime Livre, uma vez que não se enquadra no âmbito das Tabelas de Cuidados de Saúde do Regime Livre (comunicação em anexo). Dia 20 de junho contestei a recusa pedindo reavaliação do caso, anexando uma declaração médica a comprovar a realização destes atos médicos acima indicados. no dia 2 de julho, recebo nova resposta indicando novamente a recusa, sendo os motivos: - a não apresentação do documento com a discriminação dos tratamentos estomatológicos realizados. O documento agora em anexo, não tinha sido enviado uma vez que essas despesas já tinham sido apresentadas e comparticipadas. - Que nos atos terapêuticos em estomatologia, não se comparticipa piso de sala, exceto quando utilizadas salas de operação devidamente legalizadas. Assim sendo anexei um documento que comprova que os atos médicos foram realizados no Hospital de Jesus o qual possui uma sala de operações devidamente legalizada. Solicito novamente reavaliação do caso, em anexo os documentos referidos comprovativos.
Atraso
Prezados, Venho por meio deste expressar minha insatisfação com o atendimento recebido hoje. Minha consulta estava agendada para as 15h15, mas já se passou mais de uma hora e ainda não fui chamado. Procurei as recepcionistas para saber o que estava acontecendo, porém fui informado de que ela não tinham qualquer informação a respeito, o que demonstra falta de organização e de respeito com o paciente.
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