Reclamações públicas

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A. C.
17/07/2018

Serviço de reparação - Televisor

Tenho um televisor comprado na Worten que por ser artigo de exposição fiz um seguro de extensão de garantia. Após terem surgido riscos verticais ( 2 no total) e uma vez que tinha seguro de extensão de garantia contactei a Worten a 30-05-2018. O televisor é recolhido no meu domicilio a 05-06-2018 e partir desta data espero o contacto da worten com a resolução da avaria.Como não fui contactado durante os 30 dias que me indicaram, dirigi-me por minha iniciativa à loja do Forum Sintra no dia 08-07-2018. Nesse mesmo dia foi-me dito que o seguro de extensão de garantia não cobria a reparação uma vez que a causa da avaria tinha sido causada por derrame de liquidos. Contactei no mesmo dia o serviço de apoio ao cliente da Worten, manifestando o meu total desagrado por ter estado há mais de 30 dias à espera de uma resposta e que esta tinha sido obtida após o prazo indicado e me vinha desfavorável. Esta minha indignação apenas serviu para me dizerem que tinha de resolver junto da loja porque eles mais nada podiam fazer. Fui novamente à loja e tentei fazer ver que havia um incumprimento por parte da Worten em relação a este processo, pois os 30 dias dados tinham expirarado e, eu, cliente não podia ser mais prejudicado. Disseram-me que compreendiam a situação e que no dia seguinte seria contactado. Dia 09-07-2018 telefonei à linha apoio do cliente e fui informado do valor do orçamento - reparação de 377,33 euros num televisor que custou 299,99 euros. No mesmo telefonema manisfestei o meu descontentamento por estar a receber o orçamento fora do prazo limite (30 dias, indicados na folha de reparação fornecida pela worten) e disseram-me para me deslocar à loja a fim de resolver a situação. Ainda no mesmo dia, 09-07-2018, fui novamente à loja indignado com esta situação fazendo ver que a Worten estava em incumprimento comigo e que em todo este processo nunca teve a iniciativa de resolução da situação. Foi neste momento que assisti a uma desresponsabilização entre a loja e o serviço de apoio a clientes que ao telefone falavam sobre os pormenores do processo sem que nenhum assumisse a responsabilidade . No entanto os funcionarios da loja que nos atenderam mostraram alguma compreensao e remetaram a decisão para o dia seguinte com o seu superior. No dia 10-07-2018 sou informado por telefone que a loja nao se irá responsabilizar por ter privado o seu cliente do uso do televisor em mais de 30 dias e sem o ter notificado durante esse período . Após este telefonema contactei novamente o serviço de apoio ao cliente para recusar o orçamento e pedir a minha televisão de volta com a maxima urgência.Hoje é dia 16-07-2018 e ainda nao fui contactado para ir levantar a televisão. Neste momento já passaram mais de 40 dias e eu continuo privado do uso da minha televisão.

Resolvida

Reembolso de viagem - Pedido de indemenização EC261

No dia 22 de maio de 2018 tinha o check in feito para o voo 7681, EV38CSZ, às 16h55, de Lisboa para Zurique. A referência do voo na booking era 119 59 29 13 4. O voo foi cancelado na última hora quando já tinha passado a zona de segurança. Fui contatar a Esayjet e informaram que tinha que procurar outro voo ou aguardaria por outro voo da Easyjet, mas não tendo data definida! Eu teria que estar sem falta no dia 23 de maio às 09h00 na RAV (organismos de desemprego na Suiça). Consegui arranjar um único voo nesse mesmo dia na TAP. A Easyjet já não tinha mais alternativas nesse dia. Reclamei as despesas do voo da TAP e alguma alimentação. A Easyjet respondeu que ao abrigo do o Regulamento EU261/2004 não teria direito à devolução do valor.

Encerrada

Artigo de má qualidade, vendido com sendo em pele

No dia 9 de maio de 2018, adquiri na loja Petit Pied do Norteshopping (Matosinhos) umas sapatilhas TOMMY HILFIGER de criança, que foram utilizadas duas vezes, apenas durante umas horas. Não as utilizou mais, porque reparei à segunda utilização que a suposta pele da sapatinlha estava a sair na parte da frente e também em cima, junto ao tornozelo, onde embarram as calças, pensando logo que poderiam alegar mau uso do produto, dirigi-me à loja, mas esta encontrava-se encerrada para obras. Aguardei a sua abertura e reclamei do produto. Duas semanas depois, indicaram-me que não aceitavam a minha reclamação uma vez que as marcas nas sapatilhas se deviam ao mau uso das mesmas. Agora eu pergunto, como é possível que um calçado que supostamente me foi vendido com sendo em pele “descasca” assim tão facilmente? E não apenas na biqueira, como também na parte de cima, onde apenas embarram as calças! Eu alego a má qualidade do produto, porque me foi vendido o produto como sendo de pele e resistente, argumentos que a vendedora utilizou perante a minha indecisão em adquirir o produto. No entanto, dias mais tarde, enquanto fazia a reclamação no livro próprio, outra funcionária admitiu que o produto não tinha qualidade e que não era em pele, e ainda me disse para reclamar diretamente com TOMMY. Porém, se foi na loja Petit Pied que adquiri o produto, penso que a responsabilidade é deles. Tentei falar com um responsável de loja e disseram-me que não existe. Então decidi enviar um email e uma carta registada para a morada da empresa. Responderam-me ao email dizendo que as crianças estragam o calçado. Mas quando questionei sobre a qualidade do produto não obtive resposta. O meu filho tem mais sapatilhas e calçado e nenhum ficou assim. Muito menos com horas de uso. Como não obtive mais nenhuma resposta por parte da empresa, dirigi-me novamente à loja e pedi para falar com um gerente, desta vez disseram-me para regressar horas mais tarde. Regresso novamente à loja e a gerente diz-me que não pode fazer nada, pedi novamente para falar, nem que fosse por telefone, foi-me recusado. Escrevi novamente no livro de reclamações. Para além de me sentir enganada, porque comprei um produto que pensava ser de pele e não é, o apoio ao cliente nesta loja é péssimo.

Encerrada

Via CTT Bloqueio acesso electrónico

Bloqueei o acesso à conta electrónica, Via CTT, e já fiz todas as demarches. Face ao contínuo bloqueio, apesar de me enviarem para o email respostas secretas e código de utilizador, contactei, via correio electrónico e telefonei três vezes para o 707202016 . Gastei 4,93 euros e só ouvi lamentos. Ninguém para informar.Pergunto a quem me devo dirigir face ao absurdo e ineficiente serviço.

Resolvida
P. C.
10/07/2018
BIG

Encerramento de conta

Não conclusão do pedido de encerramento de conta.

Encerrada

Possível burla em compra de YZF R1 2018

O cliente ( Francisco Silva ) dirigiu-se à empresa em questão ( Motoracing Faro ) em Fevereiro do presente ano para efectuar uma compra em pronto pagamento de uma YZF R1 de 2018.Até à data, foi depositado na conta do stand pelo cliente, 17 000 € ( comprovativos serão fornecidos se necessário ) pois assim foi exigido pelo Sr Pacheco ( dono do stand ) para que a mota pudesse ser encomendada.O motociclo em questão, em qualquer stand do país, está disponível, após pagamento, desde Abril do ano corrente.O dono do stand de motociclos ( Sr Pacheco ) não é capaz ( mesmo sendo Julho ) de precisar uma data de entrega, relembro que a mota está disponivel para entrega desde Abril, facto facilmente comprovável contactando a responsável Yamaha em Portugal ( foram eles que me forneceram esta informação.A Yamaha Portugal, também me forneceu outros detalhes, nomeadamente que a empresa Motoracing passa por dificuldades, ou seja, estão endividados.Ora isto comprovou-se quando o Sr Pacheco casualmente e por telefone, me disse que ainda nem sequer pediu a mota e que os 17 000€ foram utilizados por ele para comprar outros motociclos, para outros clientes. O descaramento.Isto é burla, incompetência e uma vergonha, pois a motoracing tem o patrocinio Yamaha para trabalhar no Algarve. Este senhor não tem, e nunca teve segundo o que sei, capacidades para me entregar o produto que lhe paguei. Estamos a falar de uma venda do mais fácil que há. Empresa tem um produto, cliente tem o dinheiro. Contando desde a data oficial de entrega, Abril, passaram já 3 meses, onde estive sem mota e por conseguinte, sem veículo, pelo que exigo compensação por este prejuízo.

Encerrada
A. C.
04/07/2018

Exposição contrato PC18041832

Venho por este meio expor junto de vos uma situacao que decorreu ontem, dia 20 de junho, que creio ser meu dever dar-vos conhecimento, assim como mostrar a minha surpresa e desagrado. No passado dia 14 de junho, assinei convosco um contrato (PC18041832), refente ao aluguer do veiculo Nissan Juke com a matricula 85-UJ-16, pelo periodo de seis dias, tendo a entrega sido realizada ontem por volta das 07h00, aquando da abertura das vossas instalacoes do aeroporto de Lisboa. Aquando da assinatura do contrato, todo o processo foi realizado ao balcao, nunca tendo o vosso colaborador se deslocado junto da viatura. Ao balcao, foi-me informado pelo vosso colaborador, alem de todas as formalidades do processo, que o veiculo se encontrava danificado numa das portas traseiras. Apos terminar todo o processo ao balcao, desloquei-me sozinho junto do veiculo e procedi a uma rapida vistoria ao mesmo, importa salientar que o veiculo se encontrava no interior das vossas instalacoes (local escuro e com pouca visibilidade), no entanto de imediato me apercebi de um enorme dano na parte superior direita do para choques traseiro. Nesse mesmo momento desloquei –me ao balcao e apos relatar ao vosso colaborador o que tinha observado, este sem a qualquer momento se deslocar junto do veiculo, averbou o dano na caixa “danos a saida” do meu contrato. De referir que, na minha opiniao, qualquer vistoria efectuada ao veiculo em causa, por muito superficial que fosse teria dado conta deste dano, o que me leva a crer que os danos referentes ao veiculo que aluguei nao estariam actualizados na vossa base de dados. Ainda no decorrer do dia 14, apos chegar a minha residencia em Leiria, em local bem iluminado e com o piso claro, apercebi-me de outro dano no veiculo, desta feita na parte inferior esquerda do para choques frontal. Admito que nao entrei de imediato en contacto com os vossos servicos, pelo facto de ter sido testemunha da forma facil e rapida que tinha sido tratada a situacao do dano que encontrei ainda nas vossas instalacoes. Ja na manha do dia 20, apos a vistoria para a entrega do veiculo realizada pelo vosso colaborador , o mesmo me informou que seria obrigado a reter um valor da franquia bloqueada  a data da assinatura do contrato, referente a reparacao do dano no para choques traseiro, de imadiato lhe mostrei o meu contrato, onde o vosso colega que me fez o mesmo, acrescentou o referido  dano, tendo esta situacao ficado resolvida. Devido ao anteriormente relatado, e ja depois de realizada a vistoria final (se fosse eu o responsavel pelo dano, neste momento ja estaria safo e ficaria calado),  lembrei-me do tal dano na viatura que observei em Leiria, e agindo de boa fe e de forma sincera, informei o vosso colaborador  do mesmo. Fiquei estupefacto ao ouvir da boca do vosso colaborador que seria obrigado a cobrar-me o dano no para choques frontal, dano que ele mesmo um minuto antes nao havia observado, provavelmente devido a sua localizacao, a mesma razao pela qual eu tambem nao o vi quando levantei o carro. Ainda tentei reexplicar a situacao, mas sem sucesso. Pedi a presenca de um responsavel  o que sucedeu, mas do qual obtive a mesma resposta. Tendo em conta que o meu aviao partia do aeroporto as 08h25, e ja deviam ser nessa altura 07h30, nada mais consegui fazer no momento, sendo obrigado a abandonar as vossas instalacoes para nao perder o meu voo. Sendo ainda  informado pelos vossos colaboradores que me iria ser enviada uma factura com o valor a descontar da franquia, o que recebi ainda antes de entrar no aviao. Durante toda a tarde de ontem, tentei entrar em contacto com as vossas instalacoes em Lisboa o que foi completamente impossivel uma vez que, ou nao atendiam ou estava ocupado. Liguei ainda para um numero que retirei da net, tendo atendido uma senhora que depois de me ouvir e num portugues muito timido me informou que para qualquer reclamacao, a mesma teria de ser feita por escrito, nao me sendo possivel sequer pedir a identificacao de todos os vossos colaboradores intervenientes no processo. Sou vosso cliente a cerca de tres anos, e sempre recebi por parte dos vossos colaboradores um enorme profissionalismo e simpatia, o que me leva a continuar a ser vosso cliente ate ao dia de hoje. Por acreditar que toda esta situacao seja um mal entendido ainda a tempo de ser remediado, me dirijo aos vossos servicos com o pedido de que nao me seja cobrado a reparacao de um dano que nao fui eu que provoquei.

Encerrada
M. D.
04/07/2018

Atualização Dados Pessoais

Motivos da queixa: Pedido de comprovação dos meus dados pessoais quando os mesmos estão corretos na minha informação individual.Consequências: pré-aviso por parte do banco para cancelamento dos meus meios de pagamento e acessos digitaiso que fiz para resolver - vou quebrar o meu relacionamento com o banco, já que não merece a minha confiança.

Resolvida

correspondência não chega ao meu receptáculo postal, e é colocado noutro endereço.

Na freguesia de Lousa existe outra moradora com o mesmo nome, noutra rua (mas também com nome semelhante) e com o mesmo nº de porta. Ora, estou sempre a ser lesada porque a minha correspondência, não chega ao meu receptáculo postal, porque o senhor da empresa de distribuição postal, que representa os CTT, confunde as ruas e acaba por diversas vezes entregar a minha correspondência, noutra morada.Infelizmente, as pessoas da outra rua, não são de fácil diálogo, nem tem o bom senso de devolver a correspondência que não lhes pertence.Assim, foi o que aconteceu no dia 11 de maio, deveria ter recebido uma carta das finanças para pagar 25€ e como a dita carta não foi devidamente entregue na morada correta, recebemos posteriormente outra carta das finanças com o valor de 80€ de multa por não ter sido liquidado o valor anterior.Pergunto quem se vai responsabilizar por esta situação?E já não é a primeira vez que isto acontece, pois, o ano passado, (maio de 2017) pedi uma declaração à segurança social,e que foi enviada em registo simples, e segundo o registo da segurança social, foi entregue, mas nunca chegou ao destino certo.Foi mais um transtorno porque a segurança social, recusou se a passar uma segunda via.Isto para não falar de outro tipo de correspondência que nem sequer dou falta.Agradeço resolução rápida, para esta situação.Atentamente, Carla ESteves

Resolvida

Prémios a pagamento da Apólice 5100503058

No dia 07/06/2018 enviei um email à FIDELIDADE – Companhia de Seguros, a dizer o seguinte: “Tendo dado conhecimento no dia 25/05/2018 do falecimento da pessoa segura, Ana Maria Martins Silva Rocha, ainda tenho de continuar a pagar o prémio de seguro mensalmente e, se o fizer, que procedimentos tenho de tomar para pedir o estorno, pois entendo que tendo falecido a pessoa segura e de tal tendo dado conhecimento à Companhia de Seguros Fidelidade, não haverá mais direito à cobrança dos prémios mensais referentes à Apólice 5100503058 mas sim ao pagamento por parte da Companhia de Seguros Fidelidade do valor estabelecido em contrato respeitante ao seguro contratado entre ambas as partes.”Além de continuar à espera do prometido esclarecimento via e-mail, não só não recebo qualquer comunicação desde 19/06/2018, em que me respondiam que a minha solicitação já estava em tratamento, como emitem novo Aviso/Recibo n.º 88370147554 com data de aviso de 26/06/2018 e com data de pagamento de 19/07/2018.Saliento que foi comunicado, no balcão da Agência de Clientes da Boavista da FIDELIDADE – Companhia de Seguros , no dia 25/05/2018 o falecimento da pessoa segura, Ana Maria Martins Silva Rocha, NIF 143849832, Apólice 5100503058, Ramo/Produto Caixa Proteção Familiar.Mais tarde, e por e-mail enviado por mim em 07/06/2018, torno a informar V. Ex.as do facto do falecimento ocorrido a 22/05/2018, da pessoa segura.Assim, para além de já ter pago o Aviso Recibo n.º 88360952759 em 19/06/2018, já depois da morte da pessoa segura, o que penso ser ilegal, não só não recebi o estorno desse pagamento como recebo novo aviso de pagamento para este mês.Enquanto isso, não recebo qualquer informação do Processo Sinistro n.º 51/000395 cujos documentos exigidos pela apólice foram entregues na dita Agência de Clientes da Boavista no dia 06/06/2018.

Resolvida

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