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Problema com Encomenda de Material
Bom dia, Fiz uma encomenda dia 31/07 considerando que a SKLUM faz publicidade indicando que faz envios em apenas 24h. Pois bem, no dia 05/08, e após minha reclamação para saber o status da minha encomenda, sou informada sobre o facto que o envio teria sido finalmente feito apenas nesse dia 05/08 (através da SEUR). Hoje, dia 08/08, o código de seguimento que é fornecido pela SKLUM para o site da SEUR continua sem informação nenhuma de envio. Insatisfeita com a situação pedi a a devolução IMEDIATA do dinheiro, ao que a SKLUM indicou que apenas fará a devolução após recepção do material (que por sua vez não sabe precisar quando se dará, já que não sabe onde está o material). Ora, considerando que nem a SKLUM nem a SEUR sabem onde está efectivamente o material (o que é vergonhoso!), esta resposta da SKLUM é inaceitável! A SKLUM tem de assumir que se o cliente não recebe o material tal como acordado e segundo as informações da própria SKLUM e pede a devolução do dinheiro porque não recebe o mesmo, a devolução deve ser feita de forma IMEDIATA (tal como acontece quando se faz a encomenda e se paga de imediato). A questão da devolução do material pelo transitário é uma questão interna da SKLUM que deveria garantir que os transitários que contrata conseguem gerir bem as entregas- facto que não acontece de todo. Aguardo a resposta da SKLUM sobre a devolução imediata do meu dinheiro.
Relatório de Peritagem desadequado
Boa NoiteO meu nome é João Pedro Vitorino Araújo, portador do cartão de cidadão nº 13898120 5ZY2, com o número de identificação fiscal 271351543.Foi-me dado uma garantia através do Stand Automóveis Barreira, NIF:?514251930, com os seguintes dados: Contrato no: 9916111RD.RED WARRANTY 12 Meses.Neste momento tenho a minha viatura automóvel parada na Hydraplan Alverca, com a garantia accionada.Comprei a viatura no dia 28/08/2018, no qual me foi dado uma garantia de 12 meses pelo Stand Automóveis Barreira, sendo ela a MAPFRE RED WARRANTY.No dia 10/07/2019, deu entrada na Hydraplan Alverca, por avaria mecânica.Recebi no dia 6 de Agosto um email da oficina onde a minha viatura se encontra, com o relatório de peritagem, a qual não é compatível com os dados que a Hydraplan Alverca fornece.Portanto venho por este meio reclamar esta situação.O relatório informa que, passo a citar: A peritagem conclui que avaria que o motor da viatura apresenta, foi provocada por ter funcionado, em período de tempo e espaço por nós não determinado, com deficiência/insuficiência de óleo de lubrificação no interior do cárter do motor. Origem de avaria não coberta., ao que a viatura em questão quando entrou nos estabelecimentos da Hydraplan Alverca,no dia 10 de Julho, apresentava os níveis de óleo na vareta dentro dos valores adequados,que foram confirmados pelos mecânicos da Hydraplan Alverca e sem nenhuma luz de alerta ou de falta de oleo presente no quadrante, ao que, no meu ver como condutor, nunca eu teria a possibilidade de saber se o motor estava ou não a ser devidamente lubrificado, pelo que simplesmente não posso aceitar a justificação dada pelo relatório de peritagem.Para inicio de avaliação de peritagem, deu a indicação de desarme e desmontagem do motor, ao qual eu aceitei, para que fosse feita a reparação da avaria.Junto dos mecânicos da Hydraplan Alverca, após a leitura do relatório de peritagem, foi confirmado que o motor estava devidamente lubrificado e segundo os mecânicos a biela do 3º quadrante está danificada, ao que tenho em posse todas as imagens no motor no seu estado actual.A mudança de óleo e filtros foi aos 66497 KM, neste momento o carro têm 73797 KM, com um óleo que têm três meses e catorze dias, fez 7300 KM.Para tentar solucionar este problema, já contactei com a MAPFRE, no qual fui informado que iam averiguar a situação que infelizmente não obtive resposta.Como podem verificar a avaliação da peritagem não é compativel com os dados apresentados pela oficina.Reclamo esta situação, pois tenho uma garantia, sendo ela a MAPFRE, que me foi imposta pelo STAND BARREIRA AUTOMOVÉIS, que não quer assumir a reparação da viatura.O contrato da garantia da MAPFRE que eu assinei assume: Garantia de: Bloco de motor, camisas, cambota, bielas, pitões (êmbolo), eixos (cavilhões), chumaceiras, segmentos (em caso de rotura), bomba de óleo, cabeça do motor, volante do motor (incluindo cabeça e cremalheira), apoios de motor. Agradeço que analisem a situação, pois neste momento tenho um veiculo parado, que comprei a menos de um ano, dentro de uma garantia, numa situação que já se arrasta a quase um mês.Fico a aguardar a vossa ajuda.M.CptsJoão Araújo
Falta de resposta a pedido de informações
Exmos Senhores,No passado dia 2 de Abril remeti e-mail a solicitar esclarecimentos relativamente a um equipamento de radioamador, tendo recebido resposta de V. Exa. de que o meu pedido havia sido encaminhado para os serviços competentes.Um mês depois, a 3-05-2019, remeti novo e-mail dando conta de que ainda não havia recebido qualquer resposta ao meu pedido. Mais uma vez V. Exa respondeu-me dando indicações de que havia re-encaminhado o meu e-mail para os serviços competentes.A 12-06-2019 remeti no e-mail com solicitação de resposta.Até à presente data não recebi qualquer resposta ao meu pedido inicial.Com os melhores cumprimentos,
Atendimento prioritário
Venho por este meio solicitar apoio na resolução da seguinte situação:No dia 06/08/2019 dirigi-me ao Centro de Saúde da amadora sito no largo Dário Granda Nunes pelas 13h30 na companhia do meu filho recém-nascido e prematuro de apenas 20 dias de vida para o pesar e vacinar, bem como, marcar uma consulta de revisão de parto para mim. Dirigi-me ao segurança pedi-lhe uma senha prioritária e foi me dito que a maquina não dispunha de senhas prioritárias, pelo que foi me entregue uma senhas normal, sem prioridade, por conseguinte dirigi-me ao balcão e solicitei o atendimento prioritário uma vez que tinha um recém-nascido nos braços, o atendimento prioritário foi me negado pela administrativa que me atendeu, dizendo-me que não tinha direito ao atendimento prioritário porque no novo sistema implementado não previa o atendimento prioritário, contudo pedi o livro de reclamações que me foi negado também, tive que aguardar 3 horas e tal para ser atendida sem prioridade e ainda disseram-me que não há prioridade na saúde, quando a lei prevê o atendimento prioritário quando presencial em todas as entidades publicas e privadas.Gostaria que me ajudassem a resolver este problema para que pessoas prioritárias como eu não passe pelo que passei, o atendimento prioritário é um direito concedido por lei, e todos os serviços públicos e privados são obrigados a agir em conformidade com a lei. Aguardo respostaCom melhores cumprimentosMarinela Neves
Faturação de uma consulta
Venho por este meio comunicar a V.Exª que no dia 13 de maio de 2019, enviei por correio com carta registada, uma reclamação sobre a faturação de uma consulta, e que posteriormente, no dia 17 de maio de 2019, fiz também a reclamação por escrito no livro amarelo do Hospital Senhor do Bonfim e até à presente data, não recebi resposta nenhuma, sobre a minha reclamação. Considero que como utente do Hospital e como cidadã tenho direito a uma resposta.A minha reclamação prendeu-se com o facto de no dia 9 de maio, ter sido informada por uma rececionista no serviço de fisioterapia que tinha por pagar uma consulta de 22 de fevereiro e que agora teria que pagar não os 3,99 por ser beneficiária da ADSE, mas sim 45 euros. Fiquei indignada e surpresa, porque nem acreditava que tinha saído da consulta sem pagar, o que nunca me aconteceu, mas porque o Hospital nunca me comunicou até ao dia 9 de maio, que tinha uma consulta por pagar. Acontece que entre o 22 de fevereiro e o 9 de maio, estive várias vezes no hospital, nomeadamente 3 vezes por semana para fazer fisioterapia, tendo nesse espaço de tempo, efetuado outros pagamentos e nunca fui alertada para uma consulta por pagar. A minha indignação é também pelo facto de me terem obrigado a pagar 45 euros, por uma consulta que me custaria 3,99 euros. Em parte alguma do Hospital, existe a informação de que se não pagar a consulta no ato da mesma,sendo beneficiário da ADSE, terá que pagar 45 euros e não os 3,99. Lamento o que sucedeu com o pagamento da consulta ,e lamento também a falta de respeito pelos utentes, ao não responderem a uma reclamação, mesmo sendo feita no livro amarelo do Hospital. Lamento que o Hospital tenha demorado de fevereiro a maio, para detetar o não pagamento de uma consulta, quando nesse período efetuei vários pagamentos e nada me foi dito. Foi para me obrigarem a pagar 45 euros? Eu como utente tinha o direito de ter acesso a essa informação, depois sim, se não a respeitasse tinha que arcar com as consequências. Mas onde está essa informação escrita, nos espaços do hospital? Em lado nenhum.Passam essa informação de boca e o utente é surpreendido, com factos como este que me aconteceu. Aguardo uma resposta à minha indignação.
Dificuldade de encerramento de conta à ordem
Venho por este meio demonstrar total desagrado como tem sido tratada a minha situação e eu mesmo, por parte dos funcionários da agência das amoreiras, onde está sediada a minha conta à ordem, a mesma que faz 2 semanas cujo pedido de encerramento foi efetuado, sem qualquer avanço até ao momento, com prejuízos no que diz respeito à central de responsabilidades de crédito e influência direta em outras situações da minha vida pessoal e financeira.Trata-se de uma conta que deixou de servir os seus propósitos, desde há muito tempo, depois de ter optado por tratar os meus movimentos financeiros preferencialmente com outra instituição bancária, onde acumulo o crédito habitação, não obstante a assumpção de negligência ao não dar baixa da totalidade das responsabilidades inerentes, nomeadamente dos cartões de crédito, não ter providenciado saldo por esquecimento, e de não ter nessa mesma altura colocado de imediato a hipótese de encerrar a conta. Ter-se-iam poupado imensos transtornos.Refira-se no entanto, que no espaço de cerca de 1 ano, por nenhum canal de comunicação, fui informada ou alertada da situação existente, no entanto, todos os meses a comissão de gestão continuou a ser debitada a somar constantemente saldo negativo. Nunca por momento algum a gestora de conta me alertou, mas nem quero particularizar, porque acho de um extremo mau profissionalismo da parte da própria instituição bancária, não ter outras formas de resolver as situações.Em suma, a situação foi-se avolumando, culminando com o reporte de montante em dívida de cartão de crédito ao Banco de Portugal, o que considero também de uma grande má fé, já que nunca tentaram cobrar ou regularizar a situação, conforme acima descrevi.Por mero acaso acabei por tomar, por meios próprios, a noção da existência desta incidência e resolvi deslocar-se à agência das amoreiras, afim de me inteirar do que havia sucedido.Assim, desloquei-me à referida agência no dia 19/07/19, onde fui recebida por uma colaborada que substituía a minha gestora de conta, que se encontrava de férias, e que teve a amabilidade de me colocar ao corrente da situação. Terá tido apenas um lapso, o de me referir que poderia tratar do encerramento de uma conta em qualquer agência, no caso de me encontrar deslocada de Lisboa.Na sequência desta visita e do conhecimento dos montantes necessários para regularizar todas as situações, desloquei-me no dia 23/07/19 à agência de Castelo Branco, onde depois de saldar tudo o que me foi pedido, percebi que de facto tinha ocorrido o lapso informativo relativo ao encerramento de conta em qualquer agência. O procedimento pode ser solicitado, mas não efetuado, e isso faz toda a diferença. É a mesma coisa que imaginar logo que a minuta de pedido de encerramento de conta, vai andar perdida no sistema ou no email de alguém até se resolver alguma coisa. Acresce o facto de me ter sido informado, que desde dia 23, possivelmente no final dessa semana ou início da seguinte, portanto hipoteticamente entre 26 e 29/07/19, teria a situação concluída e o comprovativo de encerramento de conta nas mãos.Acontece que até à data, nem a 26, nem a 29, nem a 02/08 existe uma resolução, e a cada contacto efetuado por telefone são extremamente mal educados, não especificam nenhum motivo para o impasse e continuam a adiar a resolução. A última versão de ontem, dia 05/08, é que podia levar 1 mês! Pois bem, eu nunca fui informada de tal, e não tenho conhecimento que exista qualquer espécie de periodo de pré aviso para encerramento da conta, a ficha de informação normalizada nada refere. Do conhecimento que tenho de outras instituições bancárias, trata-se de um processo imediato, feito na agência. Era isto que eu exigia em condições normais, mas ainda assim acedi às condições que me impuseram. Confesso é que não esperava por este impasse e inacção da parte do banco!Que não estejam à espera do dia 15 para me cobrarem mais 1 mês de comissão de gestão de uma conta já pedido para se encerrar!Necessito urgentemente do comprovativo de encerramento de conta, ou outro elemento que ateste a regularização do incidente no Banco de Portugal, o que já ocorreu junto do banco no passado dia 23/07/19, por forma a que me desbloqueiem outras situações do âmbito financeiro que tenho em curso, e que nunca seriam colocadas em causa normalmente por um montante de 745€.Exijo que o encerramento da conta, um procedimento exclusivo do balcão, seja efetuado de imediato, e emitido o referido comprovativo.
Custos de transferência
Efectuei duas transferências bancárias entre contas portuguesas (transferências nacionais) e o BPI cobrou-me por 4 vezes a taxa de 15€ (total de 60€) como sendo COMISSÃO TRF CRED NÃO SEPA+. Ora, não se trataram de transferências a crédito nem NÃO SEPA uma vez que foram efectuadas entre bancos / contas portuguesas. Já liguei para o serviço de apoio e enviei email de reclamação mas têm demorado imenso a responder e ainda sem solução.Também já fiz queixa no portal do banco de Portugal.
Demora injustificada na resolução de sinistro
Este processo teve inicio em 30/05/2019, os ultimos documentos enviados pela Ocidental para a Fidelidade foram em 17/07/2019, a fidelidade assumiu a responsabilidade em 27/07/2019, (pode ser confirmado processo 19AA049117/001 da fidelidade), informando-me telefonicamente nesse dia e confirmando posteriormente. A Ocidental continua a dizer que está em análise pelo gestor de sinistros da Ocidental. Não há prazos a cumprir? Este senhor pode decidir quando muito bem lhe aprouver?Grato pela atenção Nelson Anjos
Falta de assistência à venda
Bom dia Exmos Srs,Vimos por este meio reclamar a falta de assistência aos produtos vendidos(torneiras) pela Empresa Bruma, que nos dá 10 anos de garantia nos seu produtos, e há cerca de 2 anos que andamos a pedir o levantamento de torneiras avariadas e com defeito, e nunca comparecem, o comercial da Zona Srº Miguel Cortes, diz comparecer sempre que entramos em contacto na semana seguinte, e até ao dia de hoje não apareceu, com isto temos reclamação por parte dos nos clientes, visto no acto da venda, optarem por esta marca devido ao prazo de 10 anos de garantia, e não tem qualquer apoio por parte da mesma, vimo-nos obrigados a susbstituir as torneiras reclamadas por nossa conta.Sem falar da falta de apoio em todos os aspetos na venda, desde a falta de catálogos e tabelas de preço fisicas. Pedimos por favor que nos auxiliem nesta reclamação, visto temos silêncio por parte da Bruma, sempre que apresentamos reclamação.Aguadamos a vossa resposta.Obrigado.Luis Ameixa
Documentação justificativa para o bloqueio da encomenda Nº local:1462025 Nº Origem: LJ564110206US
Exmos Srs,Fui informado pela Alfândega Aeroporto Lisboa - Encomendas Postais de que a minha encomenda com identificação CTT Nº local:1462025 Nº Origem: LJ564110206US foi bloqueada a sua entrada em Portugal e reenviada à origem devido à avaliação dos vossos serviços, como poderão V/Exas verificar pela transcrição do comunicado da Alfândega Aeroporto Lisboa - Encomendas Postais que apresento de seguida:Exmo(a). Sr.(a). António Neto,Relativamente ao exposto, que mereceu a nossa melhor atenção, informamos que a remessa em questão teve o desalfandegamento suspenso ao abrigo do Regulamento (CE) 765/2008, tendo sido contactada a entidade que superintende o sector, neste caso o INFARMED. A decisão do INFARMED foi a de devolução da mercadoria à origem, com o seguinte fundamento:b) Medicamento importadoexportado sem as autorizações legalmente exigidas (alínea a) do n.º 1 do artigo 181.º do Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de agosto. A substância referida na coluna designação medicamento é uma substância que possui efeitos farmacológicos, integrando-se no conceito de medicamento previsto na alínea d) do n.º 1 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de Agosto, na sua actual redacção, não estando referenciada como sendo uma substância suspeita de falsificação.Informa-se ainda que a decisão do INFARMED foi imediatamente comunicada aos CTT – Correios de Portugal, S.A. para cumprimento da mesma, pelo que a intervenção destes serviços terminou face ao referido n.º local.Com os melhores cumprimentos,Rui DominguesAlfândega Aeroporto Lisboa - Encomendas PostaisAv. Marechal Gomes da Costa, nº 13 - 1849-001 LisboaFax: (+351) 218 371 433CAT - Centro de atendimento telefónico - (+351) 217 206 707E-mail: aalisboa-ep@at.gov.pt Visite-nos em www.portaldasfinancas.gov.pt[Autoridade Tributária e Aduaneira]Condições geraisApós ter recebido a informação supracitada solicitei à Alfândega Aeroporto Lisboa - Encomendas Postais o documento formal com a deliberação formal do Infarmed onde se encontre identificada a substância da minha encomenda referida na coluna designação medicamento considerada uma substância que possui efeitos farmacológicos, integrando-se no conceito de medicamento previsto na alínea d) do n.º 1 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de Agosto.A Alfândega Aeroporto Lisboa - Encomendas Postais informou-me de que esse documento teria de ser solicitado junto do Infarmed conforme poderão V/Exas verificar pela transcrição do comunicado da Alfândega Aeroporto Lisboa - Encomendas Postais que apresento de seguida:Exmo. Sr. António Neto,Em resposta ao solicitado através do e-mail infra reproduzido, somos a informar que, querendo, poderá solicitar esclarecimento junto da superintende o sector, neste caso o INFARMED.Com os melhores cumprimentos,Rui DominguesAlfândega Aeroporto Lisboa - Encomendas PostaisAv. Marechal Gomes da Costa, nº 13 - 1849-001 LisboaFax: (+351) 218 371 433CAT - Centro de atendimento telefónico - (+351) 217 206 707E-mail: aalisboa-ep@at.gov.pt Visite-nos em www.portaldasfinancas.gov.pt[Autoridade Tributária e Aduaneira]Condições geraisDesta forma venho solicitar junto de V/ Exas os documentos da deliberação formal da vosso organismo onde se encontre identificada a substância da minha encomenda referida na coluna designação medicamento considerada uma substância que possui efeitos farmacológicos, integrando-se no conceito de medicamento previsto na alínea d) do n.º 1 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 176/2006, de 30 de Agosto.Os melhores cumprimentos.António Neto
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