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Solicitação de informação médica e Rectificação da decisão médica INVALIDEZ ABSOLUTA E DEFINITIVA
Pretendo:1) Reposta às questões que solicitei na minha Carta Registada com Aviso de Receção (RH120308442PT) de 25 de Dezembro de 2018 dirigida ao Responsável Clinico da MetLife, Dr. José Manuel Pais Sampaio, acompanhada dos seguintes anexos:i. Carta de resposta da Médica de Família, que afirma ter em sua posse ii. Declaração de autorização de acesso a dados (SNS)iii. Identificação dos fatores clínicos que o médico examinador, Dr. Basílio Ferreira Pires, considera que foram omissosiv. Identificação dos Fatores clínicos que o Dr. Basílio Ferreira Pires considera relevantes e motivo porque os considera relevantes para a patologia Esclerose Múltipla2) Rectificação da conclusão dos relatórios médicos do Dr. Basílio Ferreira Pires e do Dr. José Manuel Pais Sampaio (corpo clinico da MetLife) de forma a estar em linha com a conclusão da avaliação médica do Sistema de Verificação de Incapacidade Permanente do Instituto de Segurança Social (Junta médica e Comissão de Verificação de entidade imparcial): INVALIDEZ ABSOLUTA E DEFINITIVADescrição:Em junho de 2016 foi diagnosticada à minha esposa a patologia Esclerose Múltipla o que motivou Processo de Sinistro na MetLife para ativar o seguro de vida associado ao crédito bancário. Entretanto a minha esposa foi reformada com Pensão de Invalidez com complemento por dependência de 3ª pessoa. Esteve também sujeita a “suposta” apreciação do estado de invalidez pelo médico da MetLife, Dr. Basílio Ferreira Pires, durante cerca de 2 anos com 2 exames médicos presenciais. Terminado o processo da “suposta” apreciação do estado de invalidez, o Dr. Basílio Ferreira Pires conclui no seu relatório médico (ao fim dos quase 2 anos de avaliação):“Não válido. A não validade deve-se a omissão de fatores clínicos relevantes à data de adesão no questionário clínico.” Pareceu-me que, não tendo justificação para declarar que a minha esposa NÃO cumpria os requisitos da cobertura da apólice de seguro de INALIDEZ ABSOLUTA E DEFINITIVA – porque todos esses critérios foram reconhecidos por outras entidades imparciais, logo, SIM cumpria com os referidos critérios, esta justificação foi a forma intelectualmente desonesta de se desresponsabilizar do pagamento da referida cobertura.Tentei perceber o motivo deste desfecho no entanto a MetLife sempre ignorou as dúvidas da minha esposa pelo que tive que envolver a ASF, a DECO, a CNPD, a AdC, a ERS, a DGC, … Por fim o diretor clinico da MetLife, Dr. José Manuel Pais Sampaio, que por coincidência é sócio do médico examinador na empresa BASBA, respondeu à minha esposa na qual informa, nomeadamente, que recorreu à médica de família com perguntas bastante orientadas e anexou a respetiva carta de sinistro que, supostamente, dirigiu à médica de família. Pronunciou-se assim, sobre aquele anexo:“ 4 – Carta enviada por mim à sua médica de família …, cuja resposta deverá solicitar à própria já que se trata de uma resposta dirigida pessoalmente a este Departamento Médico.”Eu, cuidador informal da minha esposa, tentei perceber o que se passou, e durante este processo de esclarecimento verifiquei também que, afinal quem se dirigiu à médica de família da minha esposa foi o Sr. Luis César (não médico), responsável do processo de sinistro e não o Dr. José Manuel Pais Sampaio conforme ele afirma no ponto 4. Solicitei, então, ao Diretor Clinico que fizesse chegar a referida “resposta” à minha esposa, uma vez que a sua médica de família se tinha reformado, o qual me ignorou.Solicitei as mesmas informações às seguintes individualidades da MetLife:• Encarregado de proteção de dados da MetLife• Diretor clínico da MetLife, Dr. José Miguel Pais Sampaio• Médico examinador, Dr. Bailio Ferreira Pires• Responsável do Processo de Sinistros da MetLife, Sr. Luid Cesar• Diretor Geral da MetLife, Sr. Oscar Herencia Rodrigo• Provedora do Cliente da MetLife, Drª. Belén Granados MoyanoFui ignorado por todas estas individualidades pelo que cabe-me dirigir a V. Exa para ver satisfazeita tal solicitação.Entretanto, envolvi mais uma vez a ASF supostamente o supervisor da atividade da MetLife. Digo supostamente porque, afinal, a ASF tem-se comportado como “call-center da MetLife”. Por essa razão comecei a enviar emails individuais para Jornalista e para todos os deputados da Assembleia da Republica. São 2 emails por dia que eu envio: 1 para um jornalista e 1 para um deputado.Agradeço resposta ao fim de 3 dias ultrapassados os quais, sem penalização da presente reclamação, solicitarei também às seguintes personalidades:• MS - Exma. Sra. Ministra da Saúde, Dra. Marta Temido• SES - Exmo. Sr. Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Dr. Francisco Ventura Ramos• CNS - Exmo. Sr. Presidente do Conselho Nacional da Saúde, José Henrique Dias Pinto Barros• SES - Exma. Sra. Secretária de Estado da Saúde, Dra. Raquel de Almeida Ferreira Duarte Bessa de Melo• IGAS - Exma. Sra. Inspetora Geral da IGAS, Dra. Leonor Furtado• SPMS - Exmo. Sr. Presidente do SPMS, Dr. Henrique Gil Martins• DGS - Exma. Sra. Diretora-Geral da DGS, Dra. Graça Freitas• ACSS - Exma. Sra. Presidente do Conselho Diretivo, Dra. Márcia RoqueAgradeço que deixem de parte as respostas intelectualmente desonestas. Não é isso que procuro.
Reclamação sinistro nº 19AAU0034409 - NIF 181278650 - congénere culpada do sinstro AGEAS
Bom dia,Venho pelo presente email efetuar uma reclamação e expressar a minha profunda insatisfação pela forma desastrosa e pouco profissional com que foi tratado o meu processo de sinistro, bem como a forma pouco profissional com que fui tratado telefonicamente pelos vossos colaboradores. O atendimento telefónico é moroso, com timings de espera insuportáveis as ligações caem ficando as conversas a meio, sem que haja o brio profissional de voltar a ligar ao cliente, existe total descoordenação entre a linha de atendimento geral e a linha de sinistros, enfim um completo e total caus de atendimento.Mas o motivo principal da minha reclamação prende-se com a viatura de substituição a que tenho direito, um vez neste sinistro eu não fui o culpado. É relativamente ao veiculo de substituição que venho reclamar pelo facto de não ter sido comunicado pela Ocidental quer a Congénere AGEAS quer a Renta Car HERTZ que a minha apólice era contra todos os riscos.Desta forma quando estava a levantar a viatura de substituição, qual não foi o meu espanto, quando me foi comunicado pelo funcionário da HERTZ que no veiculo de substituição que me iria ser entregue, eu teria que assinar um documento a me responsabilizar por uma franquia de 2000.00 € caso tivesse um acidente com o carro de substituição, uma vez que no portal da renta car (HERTZ) não estava a informação que a minha apólice era contra todos os riscos. Como é evidente recusei-me a assinar esse documento e neste momento estou sem carro de substituição impedindo-me de poder ir trabalhar, uma vez que eu trabalho em Beja e resido em Moura cuja distancia é de 60 km.Para além disso e por falta de profissionalismo do perito, foi detetado só agora na reparação que a viatura tinha mais danos, para os quais não foram pedidas as peças porque o perito não verificou de forma correta os danos que a minha viatura tinha. Agora vai ser necessário um aditamento a peritagem obrigando a imobilização da mesma na oficina ao sei por quantos dias mais.Eu continuo neste momento sem viatura para me poder deslocar com todos os prejuízos que isso me esta a acarretar, aguardo encarecidamente uma resposta rápida da Ocidental, da AGEAS, do perito de quem seja … POR FAVOR RESOLVAM A MINHA SITUAÇÃO. Esta reclamação ira seguir para AGEAS, Instituto de Seguros de Portugal, DECO…bem como a publicação da mesma nas redes sociais, caso o meu assunto não seja resolvido no decurso deste dia 16-05-2019.Com os melhores cumprimentos Jose Agudo Bergano Telm contato 965248509
conta congelada
A reclamação têm inicio em Janeiro de 2012 tinha acabado de entrar para universidade do Minho no Campus de Guimarães onde ficaria situado a agência da caixa geral de depósitos durante a inscrição foi me cedido toda a documentação para abertura de conta que seria sem custos visto ser uma contas estudantes...., até aqui tudo bem. comecei a depositar algumas dezenas de € para movimentar a conta, ora isso foi sol de pouco dura pois passado 4 meses dirigindo-me a uma caixa multibanco para efectuar um levantamento, o cartão foi caçado pela maquina. Passado uns dias dirigi-me a agência no Campus onde fui informado que tal aconteceu porque segundo a agência estaria em litígio para com o Banco e que a conta estaria congelada ao qual respondi com ignorância que já estivera em litígio , mas que naquele momento estaria já em insolvência e que normalmente esta informação já deveria estar em posse do banco ( ao qual eu pergunto porquê que abriram a conta?).Ao que o director do banco me respondeu que nada poderia fazer para reactivar a conta,e que eu estaria impossibilitado de encerrar a mesma até que esta situação fosse resolvida.Passaram 7 anos, 7 ..., inicio de 2018 depois de tantos anos e já com a exoneração efectiva pensei que o assunto estaria arrumado e trancado a sete chaves, mas não, volto ao portal do banco inseri os códigos de acesso tudo muito bem verifico o saldo e lá está a maioria do saldo tinha desaparecido mas como pergunto eu, uma conta que não pode ser encerrada não pode efectuar qualquer tipo de movimentações e continua congelada passado 6 anos teve que pagar manutenção de conta porquê? Mas como sou persistente e gosto de perceber por mim mesmo em Janeiro de 2018 fiz um deposito de 40€ que também não pude movimentar pois a conta continua suspensa mas continua a ser debitada a manutenção de conta. Agora passado um ano, querendo verificar se a nível de responsabilidade de credito estava tudo em ordem, para meu grande espanto mais uma vinda desta mesma agência ao mesmo banco não percebo de onde vêm esta responsabilidade sabendo que deste banco só e só tenho uma conta que passado 6 anos continua congelada não tenho nem cartões nem caderneta e pouca disponibilidade para ir a agências de incompetentes.Por isso peço ao portal que analise esta situação mas não só a minha que tente aprovar de quantas contas este banco está a extorquir dinheiro de contas inactivas e congeladas por eles mesmos.Além desta instituição não dar cavaco a ninguém nem sequer se dar ao trabalho de informar o cliente do ponto da situação, passado dois meses ainda arranjaram forma de acordar o dragão, pois para mais uma vez o meu espanto quando acedi a conta de novo neste dia o que deparei?... mais umas cobrança de manutenção de conta e desta vez não foram assim tão poucas foram mesmo até o ultimo cêntimo. Mas quando é que isto vai parar alguém sabe?É vergonhoso.sem mais assunto Agradecimentos.António Freitas de Lima
fraude do cartão de crédito
processo de fraude de cartão de créditoEntre 25/02/2019 / 22:00h e 26/02/2019 9:30h a viatura que habitualmente conduzia foi alvo de furto no seu interior. Tinha na viatura a minha carteira com todos os documentos bem como cartões do banco. Foram furtados um par de oculos de sol rayban e um cartão FNAC, sendo este ultimo prontamente cancelado. No dia 12/03/2019 ao consultar o extrato do cartão de crédito, verifiquei que no dia 08/03/2019 fui vitima de fraude no meu cartão de crédito do banco Bpi. Foi cobrado, indevidamente, €496 pela Oceanfascination LT4 1 FT Cascais, por consequência do furto que houve á viatura. OS dados do cartão foram furtados e usados para esta compra.Neste mesmo dia apresentei queixa na policia e apresentei no Bpi, balcão da Rua Ferreira Borges Campo de Ourique Lisboa, os documentos da policia para poder reclamar o valor indevidamente cobrado. No dia 13/03/2019 foi a única vez que recebi informação por parte do BPi sobre esta questão. Desloquei-me no mesmo dia ao BPi e tive que corrigir a declaração que lá apresentei. Foi-me informado que este processo, até ser ressarcido, poderia demorar um mês. Ora bem, já me desloquei várias vezes ao balcão do Bpi para saber como está o processo e pedem-me sempre para continuar a aguardar. Entretanto já passaram 2meses, o bpi ainda não me devolveu o valor furtado e continua a cobrar juros sobre o valor que está no cartão de crédito, valor esse que existe devido a um furto que houve no cartão.
Demora na abertura de conta empresa
A solicitação de conta empresa foi efetuada no dia 05/04/2019. Hoje dia 13/05/2019 ainda não tenho cartão da conta. Pensem bem na hora de abrir péssimo atendimento e processos falhos.
Problema com seguradora tranquilidade
Venho por este meio reclamar danos numerários fora de norma, falta de assistência em viagem , gastos fora do normal para por o meu novo automóvel de matrícula 29-xm-95 de Lisboa pra a stand em Braga na qual comprei, danos morais e psicológico, passar fome e dormir na rua!!! Na qual entrei em desespero pra regressar pra Braga e quero uma indiminizacao, o mais rápido possível pois por isso perdi trabalho ,,tempo, muitos gasto e ainda o meu veículo automóvel não estar em Braga, e ter de ir de autocarro para Braga!!! No qual passei quase 2 dias sem comer e dormir na estação de comboios !!! Por não me ser assistido pela seguradora tranquilidade a assistência em viagens!!! Tou completamente sem palavras para o que aconteceu? Pago seguro e fui mal tratado por esta seguradora o meu contato 919057915, nif 257289062 Rui diogo Pinheiro araujo , gastei um valordio pra por o carro em Braga no qual ainda não chegou
Problema com seguro saúde MULTICARE
Ex.mos Senhores,No passado dia 23 de Janeiro, fiz um seguro de saúde com a Multicare através da Fidelidade. Com efeito, após vários contactos telefónicos, que certamente ficaram gravados, nos quais frisei que queria um seguro que me permitisse ter consultas de especialidade, serviço de atendimento permanente e exames com valores fixos para os meus filhos, pensando ter ficado esclarecida e com um seguro com essas vantagens, aceitei o acordo telefonicamente. Acontece que no dia 06 de Abril dirigi-me ao serviço de atendimento permanente do hospital da Cuf do Parque das Nações, no qual paguei pelo atendimento 76,56€ conforme comprovativo em anexo. Após o episódio liguei para a linha de clientes da Multicare, na qual me informaram que a apólice dos meus filhos, contrariamente ao que me tinham sido dito por telefone, informações essas essenciais para a formação da minha vontade em contratar o seguro, não continha a vantagem de ter um valor predeterminado nos serviços de atendimento permanente ou nas consultas de especialidade, e que afinal de contas, os valores variavam de “hospital para hospital”. Entretanto, nesta última chamada telefónica, de dia 6 de Abril de 2019, acabei por fazer uma reclamação telefónica, que resultou num novo contacto telefónico. Essa chamada terá ocorrido no dia 9 de Abril de 2019, na qual, reafirmaram tudo o que me havia sido dito na chamada telefónica que me convenceu a aceitar o seguro de saúde Multicare para os meus filhos. Ainda nesta chamada telefónica de dia 9 foi-me dito que me voltariam a ligar depois de falarem com a Multicare, o que ainda não fizeram. Ora, neste momento, foi-me proposto um Seguro, o qual foi por mim aceite, mas as condições que aceitei contratar nada têm que ver com a realidade experienciada até ao momento, nem às informações que a linha de apoio da Multicare me forneceu. Resumindo, sinto-me enganada. Posto isto, com muita pena minha, ou a situação é esclarecida e eu ressarcida com brevidade, ou irei pedir o cancelamento da apólice, pois não vejo nenhuma vantagem neste seguro e tenho outras seguradoras que já me ofereceram melhores propostas. Sem outro assunto de momento, subscrevo-me com os melhores cumprimentos,Marta Manuelito
Demora levantamento de Penhora pela CGD
Bom dia,No passado dia 08 de Abril verifiquei que tinha ficado com saldo cativo na minha conta. Contactei a linha de apoio ao cliente da CGD e fui informada que se tratava de uma penhora por parte da Autoridade Tributária. Contactei o serviço de finanças da minha área de residência e regularizei a situação. No dia 22 de Abril a autoridade tributária enviou o pedido de levantamento de penhora que foi recebido a dia 23 de Abril pela CGD. A penhora em causa deixou o ora reclamante sem meio de sustento, sem recursos para liquidar os compromissos do dia-a-dia, como a renda de casa, Luz, Gás, e outros encargos inerentes à alimentação, deslocações e outros, mesmo já estando o processo de penhora resolvido desde dia 22 de Abril. Pelo exposto, não está salvaguardado o artigo 738.º/5 do CPC que consagra a impenhorabilidade parcial ou relativa das prestações periódicas ordenadas à garantia da subsistência do executado e seu agregado familiar, segundo limites que assumem como referência a retribuição mensal mínima garantida, atualmente 600€.?Dia 08 de abril - cativo o valor de 50€ numa conta e ficando com um saldo disponível de 48,62€ e noutra ficou indisponível o valor de 269,62 ficando com saldo disponível nessa conta de 0,00€.??Quando chego ao final do mês, a dia 29 de abril recebo o meu vencimento volto a ficar com mais um valor cativo na minha conta a somar aos que já estavam. Foi colocado cativo o valor de 477,18€ e fiquei com 181.66€ disponíveis até voltar a receber o meu vencimento no final de Maio. Já contactei a Caixa Geral de depósitos que me indica estar a analisar a situação e que me dão uma resposta em 10 dias úteis.Não posso aguardar 10 dias úteis, tenho despesas para pagar e tenho receio das consequências do atraso desse pagamento, tenho um plano de prestações a decorrer junto das Finanças, um plano de prestações de um processo cível, e um filho menor para alimentar. Tenho a penhora resolvida desde dia 22/04 e até ao momento a CGD mantém cativo o meu saldo, vou passar vergonha a pedir dinheiro emprestado e pedir para atrasar pagamentos como a renda da casa e as despesas de educação do meu filho. Não precisava de passar por estes danos se a CGD tivesse levantado a penhora conforme solicitado pela autoridade tributária.Solicito intervenção urgente tendo em conta as consequências da demora de resolução por parte da CGD.
problema com 2 faturas
Tinha um contrato com um ginásio, e visto que não podia ir por motivos profissionais cancelei o debito, no entanto no final do contrato fui contactado pela empresa Facilis e tive que pagar o valor de 160.98€ , limitei me a pagar por tranferência bancária e a pedir fatura com contribuinte, o que fizeram foi passar duas fatura com valores diferentes, em que uma delas refere que o valor foi pago em dinheiro e não foi! A minha questão é o porque de não passarem uma só fatura com o valor total e em como foi feito o pagamento em tranferência? A jurista da empresa Vânia Lopes diz que os documentos estão emitidos e não passa outros. Desculpem mas não é normal isto.... como consumidor não tenho direito a 1 só fatura daquilo que paguei!?
Acidente Automóvel
Bom dia. Possuo um seguro do ramo automóvel, na Liberty Seguros ( Apólice nº 1008591610), referente à viatura 54-FR-83. No passado dia 19/03/2019, tive um acidente com um segurado da Companhia AGEAS ( Apólice nº 004511755565).Preenchemos a declaração amigável, e tenho o meu seguro colocado numa mediadorao outro condutor optou por pedir a intervenção da GNR de Vila do Conde, que registou a ocorrência. Tenho o meu seguro colocado numa mediadora ( Segaia, Lda.) que tem desenvolvido os contatos com as seguradoras no sentido de agilizar o processo de apreciação dos dados de forma a determinar o culpado pelo acidente. Já fui contatado por um perito da outra companhia que me solicitou as fotos do acidente, que evidenciam, e assim parece que já o reconheceram, que a culpa foi atribuída ao segurado da AGEAS. Recebi entretanto uma carta da AGEAS, que faço seguir em anexo, que o sinistro em questão deverá ser regularizado no âmbito do CIDS. Que segundo a minha mediadora, significa o assumir dos prejuízos pela AGEAS. Da parte da Liberty, nem uma palavra, nem um telefonema, tudo aquilo que sei, através da Segaia, é que está para ser marcada a peritagem ao meu veículo, o que até agora não aconteceu. Adiam de dia para dia a marcação, e nada de concretizar. Ora, três aspetos que me preocupam são os seguintes:1º - saber que o outro veículo já foi peritado.2º - O tempo que intermedeia a data do acidente e o dia de hoje, seria tempo suficiente para que o assunto tivesse já tido outro tipo de tratamento.3º - Por razões de necessidade o meu veículo continua a circular com parte da frente parcialmente destruída.4º - Mês de Maio é o mês em que o meu veículo terá que ir à inspeção periódica, e nestas condições, não o poderei levar.Em relação a esta última questão, já informei por mail as duas companhias que os quero responsabilizar, por eventuais custos relacionados, com a obrigatoriedade de o meu veículo, ter de ficar parado, ficando eu privado da sua utilização, e eventuais custas de contraordenação pela não apresentação do veículo à inspeção. E informei-os de que iria entregar o assunto ao Dep. Jurídico da DECO.Envio também anexo as fotos do acidente, que estão também na posse das companhias seguradoras, solicitando a Vossa intervenção para o desbloquear esta situação.Queria enviar o anexos de que vos falo acima, mas não encontro neste local, forma de o fazer. Se entretanto acharem necessário, o seu envio indiquem-me por favor porque mail os devo fazer chegar.Cumprimentos,José Luís Pais
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