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Cancelamento do Contrato
Fui contactado por parte da medicare para fazer um plano de saúde. Disseram-me que ia receber um email com a documentação do contrato e em carta para eu assinar. Como não recebi nada decidi cancelar o meu contrato enviando um email no portal da queixa online.Recebi um email por parte da medicare a dizer que os 14 dias já tinha passado e que já nada havia a fazer.Porém eu não quero continuar com este contrato pois fui enganado pela pessoa que me contactou.
Multa
Eu estava a viajar nos autocarros da STCP na cidade do Porto quando um fiscal da empresa 2045 me abordou para verificar se eu estava a viajar cumprindo as normas impostas pela STCP quando verificou, que apesar de eu possuir títulos disponíveis no meu cartão Andante para viajar por algum motivo desconhecido este mesmo cartão não ficou validado, e me pediu a minha identificação. Pedi ao fiscal que me explicasse o que se estava a passar, uma vez que não sou residente da área do Porto e por isso não tenho por habito usar os transportes públicos desta mesma cidade, logo não sei quais são os procedimentos adotados pelos fiscais, e o porque de ele querer os meus dados, uma vez que apenas a PSP e a GNR possuem competências e autoridade suficiente para identificar um cidadão, contudo o fiscal forneceu-me algumas informações que mais tarde verifiquei que tinham sido enganosas e que não retratavam a realidade do processo. Inclusive perguntei ao fiscal se ele me estaria a passar uma multa ao qual o mesmo me respondeu que apenas queria a minha identificação para preencher os meus dados e para me fornecer um notificação para que eu comparece-se junto de uma loja do Andante onde a minha situação seria esclarecida e resolvida, no entanto a informação que obtive junto da loja do andante foi que eu teria de pagar a multa que o fiscal me tinha passado, quando na verdade ele me tinha indicado que aquilo não era uma multa, ou que então podia expor a minha situação à STCP e a situação iria ser analisada. No entanto, obtive informações junto de alguns clientes habituais da STCP e dos transportes do Porto e fui informado que os fiscais em situações como a minha, onde os usuários possuem títulos disponíveis nos passes, contudo o passe não está validado, eles efetuam a validação do mesmo na hora da fiscalização. Assim os principais motivos da minha queixa devem-se ao facto de ter tentado obter esclarecimentos no momento em que ocorreu a situação, sendo que o fiscal me forneceu informações enganosas, ao qual junto o fato dos colaboradores da STCP me terem informado que eles fazem isso para despachar as pessoas. Assim não vejo forma possível de aceitar este comportamento Outro motivo que me leva a efetuar a queixa está relacionado com o facto dos fiscais que regulam os transportes do Porto atuarem de modo diferente perante situações que em tudo são idênticas, isto é, em certas situações o problema é resolvido na hora e noutras, como o meu caso, as pessoas são autuadas sem sequer saberem e sem obterem os devidos esclarecimentos. Para tentar resolver este problema entrei em contacto com a STCP e com a 2045, SA, todavia, da parte da STCP não me adiantaram qualquer informação relativa ao desenvolvimento do processo e da parte da 2045, SA, apenas me informaram que na verdade o comportamento do fiscal que me autuou não tinha sido correto mas que nada havia a fazer.
Interpass - Resolução Contrato Vitalício
Interpass - Resolução do Contrato VitalícioContrato nº 142031Eu, Valdemar Martins Lamúria, sócio do Clube Interpass nº 142031-0 e seu cônjuge Catarina Alexandra Fernandes de Oliveira Cortiço 142031-1, e restantes elementos agregados a este contrato vimos por este meio resolver o contrato celebrado com a empresa Cif - Clube Internacional de Férias S.A.A nossa decisão deve-se a vários motivos e razões:Os preços, propostas, bem como serviços associados que proporcionam a nós sócios estão longe de ser concorrenciais com a grande maioria dos operadores turísticos, quer nacionais quer internacionais.Há muitos meses que pagamos uma taxa de momento, acima das nossas possibilidades, sem que tenhamos usufruído de algo que nos faça continuar com este contrato ativo, nem mesmo usufruindo dos vouchers de oferta.Juntando a isto, está o valor, que é extremamente exagerado, pago durante vários meses, fazendo muitos sacrifícios e, que ao momento não são de todo possíveis, bem como justificativos a médio e a futuro tempo com condições de exceção altamente vantajosas.Neste momento a nossa condição financeira não permite continuar com este contrato.Bem como os fantásticos descontos que proponham ao cliente sócio, perante as vossas parcerias com outras empresas.Após me informar com a Deco o que podia fazer para cancelar este serviço eles apresentaram-me o artº 50º-A do DL 275/93, de 5 de Agosto (com as alterações do Dec. Lei 37/2011, de 10 de Março, art.º 16.º) a partir do pagamento da segunda prestação, o titular tem o direito de resolver o contrato sem sofrer qualquer sanção, desde que informe a empresa no prazo de 14 dias seguidos a contar da receção do pedido de pagamento de cada prestaçãoNeste sentido, pretendemos resolver este mesmo contrato desde já, não advindo das mesmo quaisquer outras responsabilidades ou direitos para qualquer das partes. Mais recordo, relativamente a contratos vitalícios, o disposto no Dec. Lei 446/85, de 25 de Outubro, capitulo V, art.º 18, als. e) j), e no capítulo IV - Nulidade das cláusulas contratuais gerais, art.º 12, (cláusulas proibidas), sendo que não podem existir clausulas contratuais perpétuas e que, existindo, são consideradas NULAS.Por todas as razões acima descritas consideramos rescindido o contrato com o Clube Interpass.
Problema com marcação das aulas de condução
Boa tarde, Venho por este meio expor a minha indignação referente ao serviço prestado pela Escola de Condução A Desportiva, de Soares dos Reis. A minha licença de aprendizagem caduca no dia 5 de Agosto de 2017. No dia 5 de Maio de 2017, dirigi-me à escola, requerendo a marcação do exame de código e das 32 aulas práticas que a lei exige para a categoria B (demonstrando disponibilidade imediata para realizar as aulas, sem qualquer restrição de horários). No entanto, só no dia 01/06/2017, depois de insistir com a escola, obtive a marcação de apenas 8 aulas teóricas, com a professora Sofia Manuela Moreira Alão, para as seguintes datas: 01/06/2017 às 11h e 12h 02/06/2017 às17h 08/06/2017 às 10h 12/06/2017 às 10h 13/06/2017 às 10h 16/06/2017 às 10h e 11h. No entanto, somente tive as primeiras 2 aulas de condução (marcadas para dia 01/06/2017), porque as restantes foram canceladas. Dirigi-me novamente à escola e voltei a insistir pela marcação das aulas, uma vez que o tempo da minha licença se aproximava cada vez mais do fim. A escola remarcou então as restantes 6 aulas de condução, com o professor Manuel Firmiano Lopes Pereira, para os dias: 22/06/2017 às 10h 23/06/2017 às 10h 26/06/2017 às 10h 27/06/2017 às 11h e 12h 28/06/2017 às 18h. Após a oitava aula de condução, dirigi-me à escola para marcação do exame de condução, tendo realizado o mesmo no dia 05/07/2017, com resultado positivo. Voltei então à escola para marcar as restantes aulas de condução a que tenho direito mas disseram que era necessário esperar que o ACP envia-se novamente a licença de aprendizagem até à escola e que só ai poderiam voltar a marcar aulas. Entretanto no dia 11 de Julho voltei a telefonar à escola e referiram que ainda não podiam marcar as aulas de condução, mas que quando marcassem eu iria receber uma mensagem no meu telemóvel. Esperei até dia 17 de Julho, desloquei-me novamente à escola e perguntei pela marcação das restantes aulas de condução. Fui então novamente informada que o ACP ainda não teria enviado a licença de aprendizagem e que ainda não tinha aulas marcadas. O funcionário da escola disse que seria então necessário realizar a renovação da licença para marcarem mais aulas de condução e que era melhor ir ao médico da escola no dia a seguir (não referiu nenhum preço). Fui então ao médico da escola (no dia 19/07/2017) e depois de ter o certificado voltei novamente à escola para me marcarem as aulas. Foi ai que o senhor funcionário da escola referiu que não podia marcar aulas agora e que teria mesmo que renovar a licença de aprendizagem, mas para isso teria que pagar a quantidade de 165 euros. Eu referi que o meu objetivo nunca tinha sido renovar a licença, mas sim fazer as aulas nos 3 meses disponíveis (de Maio a Agosto) para então realizar o exame de condução, dai ter pedido desde Maio a marcação das mesmas. Mas o funcionário disse que não tinha horários para me marcar todas as aulas de condução que queria e que existiam mais alunos que estavam à espera das aulas. Não é correto ser responsabilizada pela falta de disponibilidade da escola em dar as aulas práticas estipuladas no contrato, porque se pago o serviço tenho direito a recebe-lo. Mostrei sempre disponibilidade e vontade em realizar as aulas, mas a escola não me deu as condições e agora pretendem que eu pague uma renovação da licença de aprendizagem para poder receber as aulas que estou a tentar marcar desde Maio?! De Maio até Agosto teria tido a oportunidade de ter as 32 aulas práticas estipuladas, se a escola me tivesse prestado o serviço a que se comprometeu aquando da minha inscrição na escola. Mas em contrapartida, só tive direito a ter 8 aulas de condução e agora um pedido de pagamento de mais 165 euros para poder receber as restantes aulas. Acho isto inadmissível. Para além disso, já me informei e há mais estudantes da escola na mesma situação, prestes a caducar a licença, não por falta de vontade, mas porque a escola demora meses (sim, meses!), para marcar uma ou outra aula de condução. Como tal, hoje, dia 20/07/2017, dirigi-me novamente à escola de condução às 11h e pedi para me resolverem a situação e me marcarem as aulas em falta. Contudo, o funcionário continua a dizer que não há horário disponível para marcar as aulas e que a culpa não é da escola. Desta forma, pedi o livro de reclamações, só que o funcionário disse que desde a semana passada que já não há livro de reclamações, que as queixas são feitas somente de forma online, imprimiu uma folha e disse para enviar a reclamação que queria para os emails constantes na folha. Ora, os emails são somente os da direção da própria escola A Desportiva, mas o meu objetivo não era realizar uma queixa somente a nível da escola. Voltei a perguntar pelo livro e repetiu que era tudo online agora. Como estranhei, liguei para a polícia de Vila Nova de Gaia, a qual me disse que nenhum estabelecimento pode negar o livro de reclamações a um cliente e que iriam deslocar-se até à escola. Esperei pela polícia, mas só chegaram às 13h10 aproximadamente e a escola já tinha encerrado para almoço, pelo que os agentes somente executaram o registo e pediram-me para ir novamente à tarde à escola para pedir novamente o livro de reclamações. Assim, às 14h30 do dia 20/07/2017 fui novamente à escola, pedi para falar com a Direção da escola (mas informaram que me teria de deslocar até à escola do Porto para o fazer ou enviar email) e exigi novamente o livro de reclamações, mas o funcionário voltou a salientar que era tudo online. Insisti e perguntei se não tinha nenhuma versão em papel e o mesmo disse que não. Liguei então novamente à policia, que veio comigo à escola. Perante a polícia, o funcionário deu-me o livro de reclamação (que há uma hora atrás não existia), pelo que pude finalmente realizar a queixa no mesmo, com o nº 23808354. Em suma, desta forma demonstro aqui o meu desagrado pela forma como a escola A Desportiva me tem tratado. Pretendo que a escola se responsabilize por não me marcar as aulas de condução que pedi desde Maio e se negar a marcar até ao fim do tempo da minha licença de aprendizagem. A única solução que me deram é renovar a licença, mas isso tem o custo de 165 euros e recuso-me a pagar mais pela incompetência da escola em se organizar e proporcionar o serviço que paguei. Aguardo uma resposta. Desde já agradeço a atenção prestada.Com os melhores cumprimentos, Stephanie Fernanda da Costa Alvarado (cartão cidadão nº 14376861, NIF nº 266130763, Licença de Aprendizagem nº 40 15.217 0145/B)
Problema com a internet móvel
Adquiri na loja de Sines um router 4G com um tarifário de Tráfego ilimitado que nos primeiros 15 dias do contrato funcionou perfeitamente.Tinha velocidades de download de 30Mb em Vila Nova de Santo André e 10Mb no Torrão, passado esse período são raros os dias em que consigo obter 1Mb de velocidade.Liguei 3 vezes para a vodafone para tentar resolver o problema, na 1ª vez disseram que estava a ocorrer reparações na zona(Sines/Santiago do Cacem/Vila Nova de Santo André) para melhoramento da qualidade do sinal, na 2ª vez não me sabiam dizer em que zonas estavam a ocorrer as ditas reparações mas que no Torrão não havia qualquer problema!Na 3º vez já não me falaram em reparação mas sim que a vodafone me tinha baixado o sinal para melhorar a segurança da rede.Ou seja, são Mentirosos e Desonestos, pois andaram a mentir-me descaradamente e a empurrar o problema de forma a que ele persista e nada se resolva!!Na 3ª vez que liguei ficaram de me contactar no prazo máximo de 48h e nada!!Completamente ignorado!! É assim que a vodafone trata os seus clientes?! Ficaram também de me reporem o valor que gastei nas chamadas e nada!!
Problema com substituição de torneira ao abrigo da garantia
No dia 2/3/2017 adquiri no IKEA, juntamente com outros materiais, uma torneira misturadora para o lava louça da cozinha. A referência da torneira é 501-286-66 e o modeloTarnan (39,95€).Recentemente a torneira teve uma fuga no tubo extensível. Entrei em contacto com o IKEA no dia 28/12/2016 para solicitar a substituição ao abrigo da garantia de 10 anos que anunciavam na compra da torneira. Posteriormente no dia 2/1/2017 fui visitado por um técnico que confirmou o estrago da torneira e que estaria prevista a sua substituição por modelo idêntico ao abrigo da garantia, uma vez que o modelo em causa havia sido descontinuado.Hoje, dia 4/1/2017 fui contactado três vezes pelos serviços de apoio ao cliente do IKEA informando que a empresa estaria disponível para substituir a torneira mas por um modelo de valor idêntico(39,95€) ou no caso de pretender a substituição por um modelo parecido com o que tenho actualmente, que teria que pagar a diferença de valor entre ambos os modelos.Actualmente à venda no IKEA e mais parecida (se não idêntica) com a torneira que tenho actualmente e que foi descontinuada é o modelo YTTRAN com a referência 403-059-47 (79,99€). Ou seja, para que a torneira ao abrigo da garantia seja substituída por um modelo idêntico o IKEA está a pedir-me que pague 40,04€.Questionei, então, se pelo menos me seria dada uma nova garantia de 10 anos uma vez que na prática estaria a assumir o coo-pagamento de uma nova torneira. A resposta foi negativa e que a garantia seria apenas de 3 anos, período de tempo que falta para perfazer os 10 anos de garantia da minha actual torneira.Não aceitei essa situação e o IKEA disponibilizou-se para devolver o dinheiro da torneira estragada o que não me parece suficiente pois adquiri uma torneira, com 10 anos de garantia, com o compromisso de substituição em caso de avaria e ninguém alertou para a possibilidade de descontinuidade do produto e sua substituição por um produto com custo mais elevado.Por fim foi-me ainda dito que deveria de ter havido um lapso no momento da compra pois o preço que paguei pela torneira era de torneira sem tubo extensível, o que não corresponde de todo à verdade pois a encomenda foi feita na loja, processada por funcionários e paga na loja e a entrega foi feita em casa posteriormente. Acresce ainda que numa pesquisa pela internet, todos os manuais disponíveis para a torneira modelo Tarnan demonstram que só existe um modelo com tubo extensível.
Reclamação_avaria no período de garantia
No final de Março foram efectuados contactos com os serviços assistência técnica da LG de forma a solicitar a reparação de uma avaria no televisor LED LG 43UF690V que adquirido à Rádio Popular em Novembro de 2015. Tratava-se de uma avaria na entrada HDMI 1 do televisor, que não funcionava.A reparação aconteceu no final do mês de Março, poucos dias depois do nosso contacto, tendo as peças em causa sido substituídas sem qualquer problema.Aproximadamente duas semanas depois o televisor voltou a avariar. Foi feito um segundo contacto com a assistência técnica. Poucos dias depois, o técnico deslocou-se à nossa habitação, mas desta feita informou-nos que se tratava do mesmo problema, pelo que não poderia ser incluído na garantia. Informou-nos também que provavelmente esta avaria seria provocada por uma descarga eléctrica. Pedimos confirmação inequívoca dessa informação por escrito de forma sermos ressarcidos das despesas inerentes à reparação. No entanto estranhamos ser o mesmo problema pois a nesta segunda avaria o televisor nem sequer ligava. Optamos pela reparação imediata uma vez que segundo o técnico, caso optássemos pela reparação à posteriori teríamos o acréscimo dos custos de deslocação e mão-de-obra. Efectuamos o pagamento, deixando para depois os esclarecimentos devidos.Posteriormente, através de contacto via e-mail com o centro de informação ao consumidor, mostramos o nosso desagrado relativamente à situação e voltamos a ser informados de que a avaria teria sido provavelmente (sublinhe-se) causada por um aparelho externo - possível descarga via hdmi.Note-se que não houve qualquer confirmação inequívoca de qual a real causa das avarias o que nos deixou de mãos atadas para reclamar junto de outra entidade.Voltamos a questionar via e-mail qual o motivo de os custos de uma avaria que não conseguem confirmar a causa serem-nos imputados mais ainda quando seguramente não se tratou de má utilização ou dano provocado por nós, consumidores.Neste momento podemos afirmar que temos receio em utilizar a televisão e diariamente desligamos todos os cabos, o que é no mínimo ridículo e difere totalmente do uso habitual feito a este tipo de equipamento.No meio de todo este desagradável processo não procuramos culpados mas sim soluções, cientes de que a haver responsáveis, nós não o somos certamente.Após termos sido privados do uso de um equipamento de uma marca conceituada e após ter-nos sido imputado um custo avultado para reparação de uma avaria à qual somos completamente alheios, com a agravante de se tratar de um equipamento em plena garantia, julgamos ser compreensível este sentimento de perda de confiança no aparelho, na marca e na garantias. Sentimo-nos verdadeiramente injustiçados.
Adesão ao BenficaTv (BTV) um mês grátis
No passado dia 11/12/2016 aderir a uma campanha de adesão ao canal BenficaTv (BTV) um mês grátis.A adesão foi feita nesse mesmo dia,ao aderir ao canal apenas me apareceu, por baixo do canal, 1 mês grátis. Qual não é o meu espanto quando, hoje, ao tentar desativar o canal, me é negado, aparecendo uma mensagem que me informava que não poderia desativar por estar 120 dias fidelizado! Tal informação não me foi facultada ao aderir ao canal,só dizia que tinha um mes grátis. Liguei para o apoio ao cliente (16200), expus o assunto, ao que me informou que não posso desistir do canal porque estou fidelizado. Expliquei que não tinha tido qualquer informação sobre a fidelização e como tal, entendo como publicidade enganosa. Obrigado.Aguardo vossa resposta.Raimundo Afonso
Prolongamento para poder pagar a prestação
Venho por este meio citar que a qualiforma formação &consultaria entrou com um processo de arremesso sobre os meus bens matérias por não ter pago os restante valor em dívida sobre a formação que estava a frequentar em 2015 de auxiliar dentário. já fui notificado pela agência de penhoras não dando qualquer alternativa sobre os valores a pagar , de momento encontro me desempregado e com baixos rendimentos . Quero também mencionar que o meu pai faleceu por isso não tive forma financeira para prosseguir no curso .
Cobrança indevida de portagens
Venho por este meio reclamar a cobrança indevida de portagens.No passado dia 19 de Outubro recebi duas cartas da Autoridade Tributária e Aduaneira referente a dividas por passagem em portagens com as datas de 26-07-2014, 30-08-2014 e 31-08-2014. No entanto, as dividas referem-se a um automóvel com a matricula 30-57-DM que já não está em minha posse, nem em termos de registo, desde Setembro de 1999.Com este facto em mão e, sabendo que não era o responsável das dividas, contactei a Via Verde para saber o porquê de ser eu o visado, foi-me informado que o veiculo em questão tinha uma via verde activa em meu nome, facto que me surpreendeu pois pouco depois da venda do automóvel em questão desloquei-me a loja da via verde de Loures para colocar a via verde no novo automóvel que adquiri, mas como o meu novo automóvel era de classe 2 não foi possível usar o mesmo identificador, então entreguei na loja o identificador antigo do veiculo em questão e foi-me fornecido um novo identificador para o novo automovel. Com o acto de entrega do identificador não teria mais nenhum ónus e o mesmo seria consequentemente desactivado. Ao questionar de como podia resolver a questão foi-me dito que não dependia da Via Verde mas sim das Finanças. Para agravar a questão fui notificado de novo, dia 21 de Outubro, com coimas das referidas dividas. No dia 26 de Outubro desloquei-me ao departamento das Finanças de Almada para expor a situação de que estava a ser notificado e penalizado por um acto pelo qual não posso ser responsabilizado pelo simples facto de o veiculo em questão não ser meu desde 1999 e por isso não podiam estar a responsabilizar-me por algo que aconteceu em 2014. Foi então que a 25 de Novembro recebi por carta registada a resposta do serviço das Finanças a dizer que a relação foi indeferida e que teria de pagar a totalidade das coimas em questão.
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